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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
autonomia

Profissionais de educação da EMEF Desembargador Amorim Lima destacam a importância da autonomia na gestão como processo de construção coletiva, envolvendo o quadro dos funcionários da escola e comunidade.

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Discussão - 14 comentários
  1. Edna Maria Armellei Martins

    set 03, 2013  at 17:07

    A professora Cleide fez uma colocacao que no meu entender é o foco a se alcancar ,que é a participacao Política, que tem a ver com a crítica,a cidadânia.Para algumas escolas e pessoas será um processo doloroso mas,vai promover sem dúvida nenhuma uma sociedade mais participativa e autônoma

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    • ProfªPatricia Duraes Soto Rovelo

      set 12, 2013  at 17:07

      Sou professora da rede a 11 anos, acredito neste trabalho e em sua importância para a sociedade, dentre alguns problemas que encontramos em nossa rede eu destacaria, a falta de competência das pessoas que assumem os cargos referentes a Direção a Escolar considerando entre eles : Diretor, Coordenador, Assistente, atores de suma importância dentro do cenário da educação. Desde algum tempo, venho me perguntando o que falta em nossas escolas e a resposta circula dentre muitos fatores mas acaba sempre sendo direcionado para “equipe gestora”, mesmo que a escola tenha um grupo de bons professres de nada servirá quando suas ideias e práticas esbarrarem em mãos que pouco tem haver com os fazeres escolares, que por sua vez está desconectada com a realidade da escola, observo pessoas despreparadas, e o que é pior sem o olhar técnico – pedagógico tão importante para viabilizar a execução das práticas escolares, desprovidos muitas vezes de conhecimento da área estes profissionais podem afastar as unidades escolares do contexto da rede em si, ela fica isolada por não ter ninguém interessado em introduzir uma prática educativa a favor da comunidade, de seus pares. Acredito que neste momento de mudanças que alguém tenha este olhar para equipe gestora, por meio de formações, orientações e avaliações realizadas pela comunidade educativa e social, que a Gestão democrática prevaleça dentro de todas e as pessoas que não atenderem estas necessidades.

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  2. Mari Briza Autran

    set 03, 2013  at 17:07

    Maravilhoso o trabalho dessa escola!

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  3. Eliana Morita

    set 03, 2013  at 17:07

    Essa escola tem uma organização curricular diferente da proposta de reforma da Secretaria de Educação. Ela perderá a autonomia para se adequar ao perfil da prefeitura? Outras boas escolas perderão a autonomia conquistada? Ou elas poderão, no conselho de escola, decidir se implementarão a proposta tal qual está, ou se farão mudanças para se adequarem à comunidade de professores, pais, alunos e gestores, ou se permanecerão do jeito que estão atualmente? Qual será o nível de autonomia possibilitado às escolas?

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  4. A autonomia é fundamental, porém, o compromisso com o local onde se está também…A grande rotatividade nas equipes gestoras e professores, nas unidades educacionais, e a desarticulação com as outras instâncias/serviços dificulta a continuidade de boas práticas. Que tal uma reformulação da estrutura do funcionalismo que comprometa os profissionais da educação com um tempo maior nas escolas que escolhem?

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    • CRISMORALES

      set 15, 2013  at 17:07

      Trabalho há 3 anos e tenho hoje uma filha na primeira série desta escola. De maneira que sinto-me bastante comprometida e a vontade para falar deste projeto. Porém ambas relações são nada tranquilas. A quantidade de crianças, estrutura escolar e educadores oferecidos é absurdamente incompatível a um atendimento razoável que possa diagnosticar e remediar as necessidades destes estudantes, comum a qualquer unidade escolar da SME/SP. O que se publica sobre o Amorim é apenas meia verdade.

      Os estudantes que, como minha filha, têm a sorte de ter uma família atenta a sua educação formal talvez encontrem nesta escola, mesmo que caoticamente, uma forma de desenvolvê-la. Digo caoticamente porque é desta forma que quase tudo nesta escola se faz, caoticamente e ao arrepio da lei. Reconheço que alguns e poucos pais, porém bastante significativos, participem das instâncias deliberativas do que nela acontece.

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  5. REGIS ALVES DE OLIVEIRA

    set 06, 2013  at 17:07

    É IMPORTANTE GARANTIR A AUTONOMIA DO CONSELHO DE ESCOLA, NÃO APENAS NA LEI MAS REALMENTE NA PRÁTICA, MUITAS VEZES SÃO FEITAS SOLICITAÇÕES PARA OS GESTORES MUNICIPAIS POR EXEMPLO, SOLICITAM A PLANILHA DE FORMAÇÃO DE TURMAS PARA O ANO SEGUINTE, ANTES DA DELIBERAÇÃO DO CONSELHO, OU SEJA COLOCAR A NO SITE É FÁCIL DIFÍCIL E SEGUIR A VERDADEIRA GESTÃO DEMOCRÁTICA RESPEITANDO OS ESPAÇOS DELIBERATIVOS, A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DEVERIA ESTABELECER UM CALENDÁRIO ANUAL PARA AS ROTINAS ADMINISTRATIVAS DANDO TEMPO HÁBIL PARA O CONSELHO DELIBERAR SOBRE OS TEMAS E TER RESPEITADO SUAS DECISÕES.

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  6. Bevaneide

    set 10, 2013  at 17:07

    Com relação a autonomia das escolas gostaria de sugerir maior autonomia das verbas PTRF, PDDE e Adiantamento bancário. Que essas verbas contemplem as necessidades das UEs desvinculado de qualquer critério burocrático.

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  7. Emei Francisca Julia da Silva

    set 13, 2013  at 17:07

    • GESTÃO PARTICIPATIVA E DEMOCRÁTICA

    Cabe a administração compartilhada da escola oferecer condições favoráveis ao desenvolvimento pleno do indivíduo e que possa implantar as mudanças necessárias para que todos os alunos adquiram, com competência, o conhecimento
    No entanto, para que a escola cumpra com sua função social e política é preciso que a gestão escolar seja democrática. Pode-se dizer também que a fundamentação da gestão está na constituição de um espaço público, ou seja, um ambiente organizado de trabalho coletivo que possa promover condições de igualdade e que possibilite a produção de conhecimentos e ampliação de cultura a fim de que os educandos tenham uma expectativa de vida melhor, de trabalho, de exercício pleno da cidadania.
    É importante ressaltar que na gestão democrática cada um dos “atores” assume sua parte de responsabilidade sobre o projeto político da escola. Este, por sua vez, antes de ser um dos documentos obrigatórios das escolas, é um espaço privilegiado de participação, de reflexão e análise sobre o papel social da instituição escolar em particular, identificando a partir da análise, seus valores e definindo sua visão de futuro e missão.
    A participação, portanto é o melhor meio de assegurar a gestão democrática da escola, possibilitando o envolvimento de toda a comunidade escolar na tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar. Proporciona um maior conhecimento dos objetivos e metas, da estrutura organizacional e das relações da escola com a comunidade. Nessa perspectiva a boa gestão não está ligada às ações de uma só pessoa, mas envolve a comunidade pedagógica – todos que interagem com os alunos e que ensinam algo a eles.
    Enfim, pode-se afirmar que uma gestão democrática e participativa só acontece com sujeitos compromissados com uma educação cujo objetivo é a construção da cidadania e transformação da sociedade.

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  8. Coletivo EMEF José Lins

    set 13, 2013  at 17:07

    Os estudos e propostas teóricas destacam a tempo a importância da “autonomia” e da construção da “identidade” no processo de organização das escolas, envolvendo todos os segmentos… Passam administrações e justificam mudanças e reformas apoiadas nestas questões. Porém, as ações administrativas não passam pelas escolas para verificar junto aos profissionais da educação em atuação o que realmente precisamos. Se os profissionais que atuam na realidade escolar não são considerados num processo de reforma como se espera a construção da autonomia e da identidade?

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  9. Lúcio Dos Santos Ferreira

    set 14, 2013  at 17:07

    AUTONOMIA DAS ESCOLAS DEVE SER A REGRA EM SÃO PAULO

    Na verdade, por força da Constituição Federal deveria ser a regra de todo o país, mas como, neste site, falamos de São Paulo, reduzimos nossa afirmação a esta cidade. Mais importante que definir uma série de regras para a educação é deixar claro, de forma expressa, que a regra em São Paulo é que as escolas sejam autônomas. Cada uma deve construir seu projeto político pedagógico com sua comunidade, a exemplo do que fez a EMEF Des. Amorim Lima, dentre outras.

    A partir desta premissa, algumas questões passam a ser importantes: como criar e incentivar a participação da comunidade no desenvolvimento do projeto político pedagógico da escola? Qual o limite desta autonomia? Como a rede de ensino lidará com as necessidades específicas de cada projeto?

    Com dinâmicas diferentes oriundas de comunidades diferentes, por certo haverá projetos bastantes diversos na rede. Avaliações diferentes, material didático distinto, enfim, cada projeto será único. Não haverá projetos certos ou errados, bons ou ruins. Apenas haverá projetos adequados à comunidade que atendem. E cada pessoa poderá escolher em que projeto seu filho aprenderá.

    #amorimmaiseducacao

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  10. Lúcio Dos Santos Ferreira

    set 14, 2013  at 17:07

    RECURSOS FINANCEIROS

    Penso que parte dos recursos destinados à escola não devem ser predefinidos. Para se falar em autonomia, a escola precisa ter a possibilidade de definir, dentro de regras democráticas, como aplicar parte dos recursos que chegam.

    Também é necessário que a escola autônoma possa pedir verbas para desenvolvimento de programas específicos, que a comunidade entenda importante para a escola.

    #amorimmaiseducacao

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  11. Lúcio Dos Santos Ferreira

    set 14, 2013  at 17:07

    Recursos Humanos

    Aqueles que trabalham em um projeto diferente, com responsabilidades diversas do restante da rede precisam ser remunerados de forma correspondente. Nada mais justo, pois a cobrança é maior.

    As escolas precisam ter autonomia para contratar seus funcionários, da diretora à faxineira. Na EMEF Amorim Lima não há espaço para professores módulos, ou qualquer tipo de diferenciação hierárquica entre eles. Não sei como seria nos outros projetos, mas lá precisamos de profissionais que tenham condições de se fixarem na escola, com dedicação integral. Os profissionais que lá estão devem querer atuar naquele projeto. Por isto, antes de tudo, precisariam conhecer o projeto político pedagógico. Depois deveriam apresentar um projeto para ir para lá, dizendo qual a contribuição eles terão para o projeto. A comunidade deveria avaliar estes profissionais. Assim evitaríamos a participação de profissionais em um projeto político pedagógico que não concordam.

    Cada profissional deve ser livre para escolher onde quer trabalhar. E só poderá exercer esta liberdade conhecendo o local para onde está indo.

    #amorimmaiseducacao

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  12. Lucila Sciotti

    set 18, 2013  at 17:07

    Conheci pessoalmente o trabalho dessa escola e sou sua admiradora. Inclusive, esse trabalho tem sido uma inspiração para a minha reflexão sobre os caminhos que queremos e podemos ter na educação. Meus parabéns a todos da Amorim Lima, com especial destaque ao trabalho da diretora, AnaElisa.

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