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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br

A reorganização promove o fortalecimento da gestão escolar, a autonomia das escolas e valoriza o potencial dos educadores, garantindo as atuais jornadas dos profissionais e ampliando as suas possibilidades de atuação.

O fortalecimento da autonomia se dará, entre outros, com maior descentralização de recursos financeiros (Programa de Transferência de Recursos Financeiros / PTRF), técnicos (materiais e equipamentos) e administrativos (sistemas de gestão). Os projetos político-pedagógicos serão valorizados e fortalecidos, no âmbito da interlocução das escolas com as suas Diretorias Regionais de Educação e a própria Secretaria.

Os Regimentos Escolares são instrumentos essenciais à gestão democrática das escolas. As Unidades Educacionais vinculadas à Rede Municipal de Ensino de São Paulo reelaborarão os seus Regimentos, que contemplarão uma parte comum a todas as unidades e uma parte diversificada, a ser elaborada por cada escola.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte o documento completo.

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Discussão - 160 comentários
  1. josé Donizetti Vieira de Morais

    ago 15, 2013  at 03:05

    *Implantar CIPAS com a participação de alunos, professores, funcionários de apoio e pais de alunos/ comunidade
    *Implantar rodas de conversas com: os alunos e professores para retroalimentar o sistema educacional da escola e diretores, representantes do grupo anterior (interno) com os pais e representantes da comunidade.
    *Os dois grupos anteriores planejariam e autorizariam as atividades externas e de utilização dos espaços da escola, transporte escolar, uniformes, alimentação e sistema educacional e avaliativo.

    Responder

    • Veeresha Amorim

      ago 19, 2013  at 03:05

      Concordo. A conscientização do alunado e comunidade é ponto chave para o sucesso desta magnífica iniciativa.

      Responder

  2. Luiz Moreira

    ago 15, 2013  at 03:05

    Parabens pela iniciativa e coragem do Prefeito Fernando Haddad e Secretario da Educação César Callegari pela reforma do sistema educacional municipal. Sobre o fortalecimento da gestão escolar espero que não esqueçam do quadro de apoio(Auxilares de Secretaria que hoje trabalham até 8 horas no computador e atendimento ao público e dos Inspetores de Alunos, profissionais esses que sempre reivindicaram 30 horas semanais devido ao grande desgaste físico-emocional) base de sustentação das Unidades Educacionais.

    Responder

    • Eliane

      ago 19, 2013  at 03:05

      Demorou! Se é estressante para os professores, que dirá para o quadro de apoio que, na maioria das vezes, fica 8 horas com todos os alunos da UE;
      30 horas/semanais JÁ!

      Responder

      • Edson

        ago 19, 2013  at 03:05

        Esse anseio de 30 horas semanais para os Auxiliares TÉCNICOS DE EDUCAÇÃO QUE TRABALHAM, NA INSPETORIA é antigo e é sempre atual pois os mesmos exercem paralelamente com o professores a mesma pressão psicológica e merecem exercer a mesma carga horária do professores. Já ganham menos, porque trabalhar mais. 30 horas Já!.

        Responder

        • Lisiane

          ago 26, 2013  at 03:05

          Sou a favor da diminuição da carga horária do quadro de apoio, mas quero deixar claro que sou contra na diminuição do salário. Porque a diminuição da carga horária pode ocasionar na diminuição do valor do salário e diminuir algo no qual o valor está muito baixo se tornará algo absurdo.
          Também sugiro que estes profissionais tenham espaço para sua formação continuada. Isto não pode ser privilégio apenas de professor, os ATE’s, inspetores, agentes escolares também precisam fazer cursos livres, graduação e outras atividades para que eles tenham um crescimento profissional consistente. É necessário que a Prefeitura e a SME crie mais espaços para que estes profissionais possam se desenvolver

          Responder

    • Roberto

      ago 19, 2013  at 03:05

      Concordo com o Sr. Luiz Moreira quanto a proposta de redução da carga horária de 40 para 30 horas semanais à Equipe de Apoio (Auxiliares Técnicos de educação). Tanto aos que trabalham na Secretaria no atendimento a toda comunidade escolar, quanto aos que trabalham na Inspetoria, sendo estes profissionais os que atuam diretamente com os alunos, sendo em média 500 (quinhentos) alunos que são atendidos diariamente, isto dispõe de uma sobrecarga emocional devido ao grande número de alunos não comprometidos com a Educação (nos moldes atuais). Educação esta que não exige nenhuma devolutiva por parte dos educandos, os quais estão acostumados somente a receber (Bolsa Família, Leve-Leite, Uniforme, Material, alimentação, etc…). Sendo assim a escola perdeu sua essência (Formar cidadãos), passando a ser apenas uma instutuição assistencialista. Pois a família conta que a escola tem por obrigação até cuidar da saúde dos educandos. Muitas são as vezes em que a família exige que a Secretaria da Escola, vá até suas residências para informar sobre vagas, faltas e comportamento inadequado dos alunos sobre sua responsabilidade. Além de exigir toda e qualquer informação via telefone, alegando não terem tempo para se dirigir à Unidade Escolar, por terem outras prioridades.

      Responder

  3. Jair Henrique

    ago 15, 2013  at 03:05

    Prezados bom dia,
    Esse novo planejamento na área da educação resgatando ou procurando melhorar o ensino de nossas crianças a respeito de ajudar as crianças a realmente apredender é otimo e estão de parabéns.
    Mas não pode esquecer que muitas crianças foram prejudicadas pelo o sistema atual de ensino não preciso comentar os numeros de crianças que não sabem ler e realizar uma conta simples conta de matematica, e são muitas nesse situação, gostaria de saber qual é a medida adotada para ajudar essas crianças porque irão reprovar em enorme escala, precisaram de ajuda realmente dos professores porque o maior prejudicados são as crianças e familias.

    Responder

  4. Márcio André Ribeiro de Souza

    ago 15, 2013  at 03:05

    Bom dia.

    Parabéns ao Haddad pelo projeto de reformulação da educação em SP, o caminho será longo, mas o primeiro passo já foi dado.
    Percebi, pelas matérias veiculadas na mídia e tb observando o site, o foco nos professores, no sistema de avaliação e na infraestrutura – sendo o aluno o maior beneficiário dessas mudanças.
    Mas, senti falta de medidas voltadas para o universo do aluno e da família.
    Vou tentar explicar.
    Hoje em dia, no mundo moderno, distração fútil é o que não falta para a nossa juventude e a escola está em muitos casos em segundo plano.
    Avaliações bimestrais, tcc, dever de casa – para eles isso significa mais cobrança – boletim para os pais não necessariamente trará mais participação deles no dia a dia, poderá sim ser mais um fator de pressão sobre os alunos.

    Sinto falta no projeto de uma “Revolução Cultural” – uma contrapartida que gere empatia nos jovens – para que a escola passe para o primeiro plano de suas cabecinhas em desenvolvimento.
    Atividades com música, teatro, fotografia, pintura, dança, palestras com personalidades que tenham boa receptividade dentro da faixa etária escolar são exemplos de ações que vão trazer uma visão positiva na ótica deles. Essas ações devem ser frequentes em cada escola – duas , três vezes por semana – e mensalmente convidando os pais – cultura para toda a família.

    Uma sugestão seria a criação de um grande programa de voluntariado para realização de atividades culturais nas escolas, sem se descuidar no processo de seleção dessas pessoas que teriam acesso ao ambiente escolar. A sociedade brasileira está dando sinais de que quer participar mais ativamente no processo democrático, vamos trazer o q há de melhor na sociedade pra dentro da escola. Núcleos universitários, Ongs, voluntários, empresariado, artistas, enfim todos em parceria pela educação em SP.

    Acompanharei o desenvolvimento do projeto, torcendo para o seu sucesso.
    Um abraço,
    Márcio André.

    Responder

    • Aurea Guastalla

      ago 19, 2013  at 03:05

      Olha tbma dei os parabéns ao Prefeito Fernando Haddad pela atidude da Reprovação e tirar a aprovação automática, pois esses alunos de hj em dia não querem nda só querem pipas com cerol mesmo sabendo do perigo, e tbm por ele colocar a volta da lição de casa e que não seja pouca não, tem que manter essas crianças mais focadas nos estudos, e tbm por ele colocar mais trabalhos, e p/a que os alunos frequentem as bibliotecas, sou tbm a favor de não só ter provas bimestrais, mas tbm as mensais, os alunos que não gostam de estudar vão chiar vão até se evadir das escolas p/a fazer pressão contra os estudos, mas dái coloca tbm a volta do mobral, pois mais tarde, eles vão sentir a falta dos estudos e aí vão sed dar conta do prejuízo deles mesmos e voltam p/a o mobral né: outra coisa que o Haddad devria tira é o uniforme gratuíto, pois além de ser de graça, quem usa são os pais, e os alunos tendo ou nãovão sem uniformes, porque tbm se colocam uniformes ele chegam da escola e vão brincar na rua e estragam aí falam besteira na globo que a PMSP deu uniformes ele tem que usar as roupas e tá tá tá …… se fizer como o Estado a mãe compra e tem diretora que exige ir uniformizados aí sim eles param com isso e a PMSP economiza mais p/a pagar os precatórios que devem ser pagos p/a os funcionários, eu como aposentada da PMSP estou com precatórios à receber e tbm não recebo assim como mtos colegas meus

      Responder

  5. Janete

    ago 15, 2013  at 03:05

    A proposta é ótima. Desde que o educador se proponha de fato a seguir esta meta e tenha em mente o caminho traçado corretamente nesta proposta.

    Responder

    • marcia

      ago 17, 2013  at 03:05

      Janete, nós educadores SEMPRE seguimos as orientações da SME. O que falta nos dias de hoje e a FAMILIA participar mais da vida dos alunos, acompanhar o desenvolvimento dos filhos. A maioria dos pais não comparecem em reunião de pais, muitos só vem quando convocados, e uma grande parte nem quando convocados. Portanto o problema da educação não são os educadores e sim fala de interesse da grande maioria das familias pelos seus filhos.

      Responder

      • Laiz Mazzola Sanches

        ago 17, 2013  at 03:05

        concordo com você. E agregado a isto tudo, temos a problemática do excessivo número de alunos por sala de aula. Garantir a qualidade não é fácil, porque não falta compromisso do professor, falta estrutura político-pedagógica, como por exemplo, uma equipe multidisciplinar nas escolas a fim de diagnosticar precocemente os casos de dificuldade de aprendizagem, bem como, dar o acompanhamento necessário a estes e aos casos de inclusão.

        Responder

        • Claudia Albano Pinto

          ago 18, 2013  at 03:05

          Todas as mudanças quando pensadas com responsabilidade e com a participação de todos os envolvidos, através de discussões e principalmente que são levadas em considerações para eventuais mudanças nas propostas apresentadas são um importante avanço no processo educativo e para que isso ocorra verdadeiramente não podemos apontar quem sejam os responsáveis e sim sanar as dificuldades, delegar as responsabilidades a todos, ou seja, Estado, secretarias de educação, diretorias regionais de educação, gestores escolares, professores, famílias, comunidades e alunos, somente assim teremos uma educação de qualidade, mas não esquecendo que a infraestrutura é essencial para desenvolver um excelente trabalho. Para uma educação de qualidade é necessário uma escola com espaços apropriados para o desenvolvimentos das aulas, que além das salas de aulas comum também se pensem em salas ambientes, e que a quantidade de alunos por sala é e deve ser pensado como uma das principais mudanças emergenciais, quando pensamos em qualidade x quantidade não há muito o que se discutir, mas não é deixar de matricular e garantir o acesso a educação e sim propiciar um ambiente adequado para que ocorra um efetivo processo de ensino-aprendizado, e a quantidade de escolas existente não são suficientes e precisam de um olhar mais apurado dos governantes e não podem ser projetos para o futuro e sim para o presente momento, porque se queremos mais educação para São Paulo, é agora que é necessário a mudança, não sou sonhadora, sei que há muito entraves e que o resultado será verificado em um processo contínuo, mas se não ocorrer uma mudança de posturas, pensamentos e concepções, tais mudanças não sairão do papel.

          Responder

          • sonia maria

            ago 19, 2013  at 03:05

            Há que se pensar em um plano para a cidade de São Paulo, que não leve em contas interesses desse ou daquele partido, um plano que tenha como objetivo o desenvolvimento e a formação dos alunos. Espero sinceramente que este plano aconteça de forma plena.

      • Irley M

        ago 19, 2013  at 03:05

        Os educadores devem se unir, pois a proposta tem muitos erros, incluindo a retirada de professores especialista de Portugues de Matematicaa do sexto ano! Com certeza, não são os responsáveis por termos alunos não alfabéticos e com deficiência nas operações básicas ao concluírem o ensino fundamental. A familia desfuncional é um grande problema para a educação das crianças, e vai continuar sendo!

        Responder

      • Diva

        ago 30, 2013  at 03:05

        “Maomé não vai a montanha a montanha…” Em todas as reuniões que há cobrança da participação dos pais e isso me deixa intrigada porque a maioria trabalha e não pode perder o emprego por conta disso. Então PORQUE OS EDUCADORES NÃO PARTICIPAM DA VIDA DO ALUNO?

        Responder

  6. Deodoro Rezende

    ago 15, 2013  at 03:05

    A autonomia das escolas é essencial, pois se a direção escolar caminha para o descaminho, os pais, alunos, e a sociedade deve fiscalizar e cobrar melhorias e a aplicação correta dos recursos públicos.
    É uma boa prática, se todos fazerem a sua parte.

    Responder

  7. Jaqueline

    ago 15, 2013  at 03:05

    Tem que ter boletim, lição de casa, e acabar com esse câncer chamado: reprovação automática!!!
    Mudança já, pois nossas crianças merecem!

    Responder

    • Fabio

      ago 18, 2013  at 03:05

      Corrigindo , é “aprovação’ automática “.

      Responder

    • Luciana Santos

      ago 22, 2013  at 03:05

      A maioria dos professores passam lição de casa, o problema é que muitos alunos não fazem. Falta, em muitos casos, o apoio da família. Provas e notas também existem. Afinal, o que são aquelas benditas tarjetas que os professores tem que preencher a cada semestre?
      O acompanhamento do professor é constante, com trabalhos, atividades, provas, o problemas é que os alunos já sabem que fazendo ou não eles vão passar de ano, desestimulando-os a realizarem as atividades e estudarem.

      Responder

  8. alexandre ruiz

    ago 15, 2013  at 03:05

    Espero que realmente essas mudanças sejam implantadas. Agora não vai adiantar se depois as coordenadorias não aceitarem as decisões tomadas pela unidade escolar, como acontece. O conselho de classe reprova aluno e a supervisão aprova, ou realmente acredita no professor como parte integrante da educação ou tudo vai virar enrolação.

    Responder

    • Claudia

      ago 17, 2013  at 03:05

      Concordo plenamente com o Alexandre!
      O que for acordado deve ser cumprido sempre.

      Responder

  9. Reginaldo de oliveira souza

    ago 15, 2013  at 03:05

    parabéns se as autoridades por em prática este plano educacional teremos um país desenvolvido.

    Responder

  10. Zelito Sampaio

    ago 15, 2013  at 03:05

    Educador Comunitário

    Em 2005 fiz um trabalho com a ONG Aprendiz, “O centro de São Paulo pode ser uma sala de aula”, que resumindo, trabalhávamos com as educadoras comunitárias em algumas escolas do centro, para desenvolver uma relação entre a escola e a comunidade. Fiz outros trabalhos dentro desta perspectiva sempre na proposta de que a escola precisa ter uma pessoa que faça a ligação com a comunidade como uma forma de conhecimento e cidadania.
    Na proposta de horário integral para as escolas, este processo pode dar uma força muito maior, envolvendo a comunidade as ONGs empresas e todos os atores sociais como parceiros nesta intenção de educar, o Bairro Escola, derrubando e atravessando os muros da escola.
    Comitês de Articulação Comunitária – Bairro Escola
    Proposta de criação dos Comitês de Articulação Comunitária, com objetivos educativos, contribuindo para a autonomia e fortalecimento das unidades escolares e a sua relação com a comunidade.
    PROPOSTA
    Desenvolver as atribuições do Educador Comunitário das Escolas Municipais, incluindo em sua função estimular a criação e a animação dos Comitês de Articulação Comunitária – Bairro Escola em toda cidade de São Paulo, como espaços de articulação, formando uma rede local, envolvendo a escola, o Governo, a iniciativa privada, a sociedade civil organizada e a comunidade em áreas geográficas definidas com objetivo de desenvolver as potencialidades educativas da comunidade.
    Educador comunitário
    • O educador comunitário contribuirá para a construção do bairro-escola por meio dos Comitês de Articulação Comunitária de forma orgânica e democrática, como uma estrutura em rede.
    • Propondo uma estrutura em rede, significa que seus integrantes estão conectados horizontalmente a todos os demais, diretamente ou através dos que os cercam, formando uma “teia” de múltiplos fios. É o conjunto resultante, que se espalha para todos os lados, sem que nenhum dos seus elos seja considerado representante dos demais ou o mais importante. Trabalhar em rede pressupõe que não existe um “chefe”, o que existe é um grupo de pessoas ou de organizações que estão trabalhando com os mesmos valores e com uma vontade coletiva de realizar determinado objetivo.
    • Na construção dos Comitês de Articulação Comunitária o que unirá as pessoas à rede não é apenas uma orientação comum em relação a determinados objetivos. É necessário existir um conjunto de valores que se estabelecem como comuns.
    • Neste processo, o educador comunitário deverá fomentar as relações nos Comitês de Articulação Comunitária – Bairro escola, criando condições para que os elementos locais como; grupos, escolas, ONGs, empresas, pais, alunos e professores se articulem e desenvolvam adequadamente parcerias com objetivos educativos e valores comuns.
    • Partindo das parcerias espontâneas, das conexões pontuais, que possam existir na comunidade, o educador comunitário poderá iniciar o processo pedagógico de construção de rede. Trabalhando os valores e objetivos da comunidade, respeitando a sua vocação, personalidade, o seu DNA e incorporando em suas ações e relações, possibilita que surjam como conseqüência os vetores sociais resultantes, ou seja, as ações transformadoras.
    • A função do educador comunitário neste processo é de zelar pelo seu funcionamento democrático e horizontal dos Comitês de Articulação Comunitária, como um espaço aberto, sem dono, garantindo sua autonomia, mas, consciente que “faz parte” da rede e não é o seu “dono”. Suas atividades como facilitador podem ser, desde constantemente mapear os potenciais educativos, buscar novos elos externos ao limite geográfico, mapear as competências, afinidades e a história comum, como também animar as relações, propor a divisão de tarefas (evitando sobrecarga e personalização), comunicar as ações realizadas, conectar grupos, enviar boletins, criar um ambiente amigável para que as informações circulem e sejam compartilhadas e organizar encontros presenciais. Por outro lado, o educador comunitário não terá modelos ou regras para seguir, mas sim criar, de forma coletiva e democrática, conexões que façam sentido e desenvolver o processo de decisão por consenso e de auto-organização.
    • O bairro-escola estruturado como rede tende a ser um espaço aberto para articulações de ações educativas eficientes, possibilitando que a sociedade civil possa participar ativamente do processo, construindo o caminho na busca de uma nova sociedade.

    Atividades do Educador Comunitário
    Trabalhando junto ao professor como facilitador.
    • O educador comunitário contribui com os aspectos operacionais e no planejamento
    • A disponibilizar ao professor informações e possibilidades fora da sala de aula
    • Como articulador, ele deverá apoiar e incrementar as possibilidades do professor
    • Seu conhecimento e relação no Comitê de Articulação Comunitária – Bairro escola proporcionará muitas possibilidades para os alunos.

    Integrando a escola ao Comitê de Articulação Comunitária – Bairro escola
    • O educador comunitário deve atuar criando demandas para a escola, tendo como base de trabalho as conexões desenvolvidas nos Comitês de Articulação Comunitária- Bairro escola, constituindo uma rede de relações na comunidade onde está inserido, articulando as ações que estão sendo desenvolvidas pelos participantes dos Comitês com as escolas da região.
    • O educador comunitário deverá buscar os potenciais educativos, descobrindo o que está acontecendo no entorno da escola, o que outras secretarias, organizações, igrejas e empresas estão desenvolvendo, planejando e integrá-las na escola.
    • Para que esta rede de pessoas, entidades, espaços públicos, empresas, pais, professores e alunos se unam a uma vontade coletiva, a função do educador comunitário nos Comitês de Articulação Comunitária – Bairro escola deve estar voltada para a facilitação das relações entre as partes para atingir um objetivo comum. Unir os elos desta rede com o objetivo de melhorar a qualidade dos saberes implica em conhecer cada um deles, conhecer seus objetivos individuais e uni-los em um objetivo comum.

    Responder

    • José Ivan Mayer de Aquino

      ago 16, 2013  at 03:05

      Zelito, muito boas suas sugestões ao pensar nas unidades educacionais e nos espaços que estão inseridas a nas pessoas do seu entorno.

      Responder

    • Israel Fereira da Silva.

      ago 16, 2013  at 03:05

      Para melhor entender a sua proposta, qual a formação do educador comunitário?

      Responder

      • Zelito Sampaio

        ago 18, 2013  at 03:05

        Oi Israel, o educador comunitário poderia ser um dos professores da unidade que se proponha a desenvolver estas atividades, seria interessante sua participação no conselho da escola. Já existe este cargo(?) na prefeitura…

        Responder

  11. Paulo Braga

    ago 15, 2013  at 03:05

    Excelente determinação. Porém, quanto a descentralização dos recursos financeiros, requer controle altamente eficiente, online e transparente. Talvez uma auditoria externa pudesse cuidar do assunto. De resto, parabéns SP novamente.

    Responder

  12. Kátia Francisca Pereira

    ago 15, 2013  at 03:05

    Eu concordo plenamente,pois o ensino hoje está muito precário.A falta de educação e respeito com os professores são fora do comum.Na década de 1978 quando estudava na 1ª serie,todos os dia cantávamos o Hino Nacional antes de subirmos para a sala e hoje?Não sabem nem como começa.Lamentável.Mas apoio totalmente.Abraços.

    Responder

  13. Maria Cristina P.B.Righetti

    ago 15, 2013  at 03:05

    Parabéns pela iniciativa.Deve ser o início de uma significativa melhoria na qualidade do ensino.Que tal pensar em inserir no ambiente escolar outros profissionais, que possam colaborar com essa tarefa, como psicólogas e assistentes sociais. Essas pessoas poderiam colaborar, no que diz respeito às intervenções com as famílias, e com alunos que necessitassem de uma intervenção mais especializada.Fica a sugestão.

    Responder

  14. ORGIDES MARIA DA SILVA NETA

    ago 15, 2013  at 03:05

    Realizamos a análise da grade e não compreendemos como ficaria a carga horária de cada disciplina nos ciclos Interdisciplinar e Autoral.

    Responder

  15. José Joaquim soares do Nascimento

    ago 15, 2013  at 03:05

    Eu acho que é correto cada escola receber verba mensal própria para resolver os problemas emergentes , muito maior do que recebe bimestralmente ou trimestralmente atualmente.

    Responder

  16. Valter Jacubauskas

    ago 15, 2013  at 03:05

    Não conheço detalhadamente o sistema de gestão do ensino público, mas já fui aluno há anos atrás.
    A minha vivência e experiência propõe que a simplicidade organizada é a chave do sucesso.
    O texto acima deixa-me confuso para entender o que quer dizer.
    No entanto, acho a proposta, no geral, excelente, pois qualquer que seja o sistema de gestão,é item obrigatório a “avaliação”, e no caso, tanto do corpo docente quanto dos alunos.
    Minha sugestão de modelo:
    Definir a ” Política de Ensino da PMSP” integrada com o Estado e Federação;
    Definir o ” Sistema de Gestão” que atenda a Política;
    Planejar e implementar a estrutura de Recursos Humanos e Materiais;
    Monitorar e avaliar os resultados;
    Detectar e analisar as possibilidades ou necessidades de melhoria;
    Implementar as melhorias e dar continuidade ao processo.

    Responder

  17. Tatiana Munhoz

    ago 15, 2013  at 03:05

    Acredito que diminuir o número de alunos por sala ajudaria bastante na melhoria da aprendizagem.

    Responder

  18. angélica xavier fórgia

    ago 15, 2013  at 03:05

    Olá!! Meu nome é Angélica Xavier Fórgia, já fui professora da rede municipal de São Paulo e atualmente sou professora da rede estadual. Neste tópico estou de acordo, desde que as possibilidades de ampliação da carga horária do professor continue sendo optativas.

    Responder

  19. Helena Goldammer Lenz

    ago 15, 2013  at 03:05

    É preciso cuidado, escolas da periferia, alunos egressos de programas sócios culturais, costumam ameaçar para ter frequência e conceitos aprovados. Necessário um plus a mais, a presença de psicólogos para avaliação rápida e permanente

    Responder

  20. jeferson antonio lima

    ago 15, 2013  at 03:05

    Todo e qualquer esforço para melhorar o ensino é valido, apenas comento que as escolas deveriam ser em tempo integral das 08:00 as 18:00, onde o aluno teriam aulas de educação física, musica, canto, artes ( pintura, dança), fazer competições entre as escola ( matemática, fanfarras, futebol) resgatar o amor pela escola que é fundamental em nossas vidas.

    Responder

  21. avelina Martinez

    ago 15, 2013  at 03:05

    Importantíssimo que se eleja um Conselho de Escola e uma APM, realmente representativa e democrática para que a descentralização dos recursos financeiros seja eficazmente utilizada.

    Responder

  22. avelina Martinez

    ago 15, 2013  at 03:05

    Que o supervisor de ensino seja visto, e atue, como membro da equipe de gestão.

    Responder

  23. elisabete oliveira

    ago 15, 2013  at 03:05

    Como voces pretendem fazer o controle dessa gestão independente?
    Como os diretores e sua equipe, quando há serão preparados para esta gestão?
    Existe plano de envolvimento efetivo e verdadeira das comunidades para que elas possam ajudar nessa gestão e no controle?

    Responder

  24. avelina Martinez

    ago 15, 2013  at 03:05

    Garantir que o Regimento Escolar, a parte diversificada, seja realmente uma obra coletiva, não apenas uma cópia dos anteriores.

    Responder

  25. Tadashi

    ago 15, 2013  at 03:05

    Faltou um tópico específico para as questões relacionadas aos CEUs.

    Responder

  26. elisabete oliveira

    ago 15, 2013  at 03:05

    onde entra a comunidade nesse processo?
    podera a prefeitura sozinha e a tempo habil de corrigir problemas a tempo?
    nao teria a comunidade um papel essencial nesse processo?

    Responder

  27. Wellyene Gomes Bravo

    ago 15, 2013  at 03:05

    junto com a autonomia e a descentralização financeira deve ocorrer o fortalecimento das APMs, uma vez que é sabido que muitas são só pra “ingles vê”. Todos os dados relacionados ao pessoal, às atividades e aos gastos praticados pela unidade deveriam ser, obrigatoriamente, afixados em mural no hall principal de entrada da unidade escolar.

    Responder

  28. Lilian Kelian

    ago 15, 2013  at 03:05

    A autonomia não se restringe a descentralização de recursos financeiros e administrativos.

    Há muito mais a pensar, começando pela estruturação de espaços de diálogo no interior das escolas (envolvendo a participação de toda a comunidade escolar) e de espaços coletivos de reflexão e planejamento dos professores.

    Nesse sentido, já existem experiências na rede municipal com algum acúmulo, tais como o CIEJA do Campo Limpo: http://blogdociejacampolimpo.blogspot.com.br/

    Responder

  29. J.Alberto Lakatos

    ago 15, 2013  at 03:05

    1- é necessário o retorno da função de auxiliar de período. A sua extinção acabou sobrecarregado CPS e Assistentes de direção, obrigados a cuidar de questões disciplinares, atendimento a pais no trato de pequenas questões, anotar faltas de docentes, organizar a entrada e saída dos alunos;
    2- o cargo de assistente deve ser ocupado por professores aprovados pelo conselho e, como ocorre com outros cargos, anualmente ser avaliado pelo Conselho. Não deve ser um cargo de confiança de diretores;
    3- decisões do Conselho devem ser respeitadas por supervisores. Em meus 26 anos de magistério municipal, raros foram os supervisores que entraram numa sala de professores, que participaram de uma JEIF. Muitos preferem chegar na escola, sentar na sala do diretor, elaborar o termo de visita e dane-se a escola. Aliás, o trabalho do supervisor deveria ser avaliado pela escola.

    Responder

    • Claudia

      ago 17, 2013  at 03:05

      Sugiro avaliação dos gestores para o perfil do cargo.
      Muitos diretores não possuem habilidades e formação para desempenhar a função.

      Responder

    • marcos Augusto

      ago 22, 2013  at 03:05

      Boa Noite J. Alberto Cumprimento-o por suas idéias concordo com vc e acredito muito na melhora da gestão escolar através da valorização do papel e das atribuições do Conselho de escola. abaixo te envio tambem o que postei quanto a este tema :

      Até 2008 era prerrogativa da comunidade escolar através do Conselho de escola a escolha dos assistentes de direção que eram professores concursados e podiam contribuir para a gestão e o bom andamento dos trabalhos da escola, e esse papel os Conselhos de escola sabiam desempenhar com sabedoria a discussão era levada com o objetivo de idetinficar dentro do corpo docente o profisssional daquela UE/comunidade escolar que ofereceria o perfil mais adequado e a experiencia necessária para atender a todos os segmentos e dificuldades do dia a dia de uma escola municipal, portanto pais alunos funcionários professores e equipe gestora se debruçavam na análise de qual seria a melhor alternativa. Essa escolha alem de promovida pela discussão de varias cabeças e segmentos se destinava ao exercicio daquele professor escolhido por um ano sendo que após esse período poderia haver a recondução ou a substituição ou mesmo o professor que não desejasse mais exercer a assistencia poderia dar a vez a outro candidato.Desta forma o Conselho Escolar era um espaço de exercício da gestão democrática trazendo autonomia para as escolas, ao contrário do que ocorrre hoje que os (as) diretores (as) fazem escolhas pessoais trazem profissionais de outras regioes que muitas vezes não tem o mínimo conhecimento da realidade que vão atuar, e o pior de tudo para a escola e para o desenvolvimento da educação o foco do trabalho destes profissionais é só para quem o nomeou. Por tudo isso defendo que a indicação da ocupação deste espaço junto a Gestão Escolar seja delegada novamente aos Conselhos de Escola para que os professores reconhecidamente compromissados com a educação nas suas comunidades possam exercer um trabalho de excelencia.

      Responder

      • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

        ago 22, 2013  at 03:05

        Oi Marcos Augusto

        Meu nome é Fábio, sou diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO, gostaria de me posicionar que gestão democrática é a escola, por meio do Conselho de Escola, decidir sobre aplicação de verbas e ter as verbas para aplicar, decidir sobre o Regimento Escolar, decidir sobre atribuição de cargos, decidir sobre horários de funcionamento e muitos outros assuntos que realmente fazem diferença no dia a dia dos alunos e da comunidade. Agora eleger pessoas, para quaisquer cargos, não deve ser atribuição de Conselhos de Escola, pois os cargos devem ser ocupados por concurso público ou na ausência de concurso, por fase transitória, poderia ser feita a eleição pelo Conselho. O problema de qualquer cargo eletivo é que as decisões não são tomadas de forma técnica, pensando no melhor para a escola, mas de forma a agradar determinados segmentos, além do mais diversos assistentes eleitos, por razões diversas, se tornavam inimigos dos Diretores de Escola (seja também diretores eleitos ou concursados) de tal forma que vigorava na escola um denuncismo e uma descontinuidade administrativa e pedagógica nos períodos que o assistente era responsável pela escola. Entendo que o assistente de diretor deve continuar a ser cargo de confiança do diretor de escola, pois será escolhida pessoa com o mesmo perfil e capaz realmente de substituir o Diretor nas suas ausências de forma que e a escola não tenha descontinuidade administrativa ou pedagógica. Gestão democrática é um Conselho de Escola que possa tomar decisões e não um órgão para indicar cargos. Qualquer processo eleitoral desde um síndico de condomínio a Presidente da República é sempre marcado pela capacidade dos candidatos em convencer as pessoas e não pela capacidade administrativa. Os políticos, apesar de uns Tiriricas da vida, têm vários assessores que os ajudam a não fazer tantas besteiras e são, por natureza cargos eletivos, caso contrário seria uma ditadura se não houvesse os políticos. Agora os cargos e funções públicas devem ser escolhidos pela capacidade técnica dos seus ocupantes e não pela capacidade de convencer as pessoas. Exemplo: Um bom assistente de diretor que cumpre todos os prazos, que é atencioso com as demandas que lhe são requeridas e diversas outras qualidades pode simplesmente não ser referendado pelo conselho, pois alguém mais popular pode querer sua vaga, bem como no dia a dia da escola ele pode tomar decisões corretas, mas que desagradam as pessoas. Os cargos da educação são técnicos, desta forma eleger tais cargos seria o mesmo que eleger médico, eleger gerente de banco, eleger diretor de hospital, eleger diretor clinico e outros correlatos.

        Responder

  30. lindalva

    ago 15, 2013  at 03:05

    Em relação com a autonomia é uma questão muito boa para quem
    está na direção e coordenação.

    Responder

  31. Vilma

    ago 15, 2013  at 03:05

    Áté que enfin caíram na realidade de que o país agora vai pra frente com essa iniciativa nossos jovem vão ter mais responsabilidade e voltar a gostar de estudar acabará com a criminalidade que envolve nossos jovem pois descobrirão
    a verdadeira importância de se dedicar aos estudos parabéns demorou mas o progresso esta chegando…..o mais importante é saber que as provas voltarão…

    Responder

  32. ubiratan muarrek

    ago 15, 2013  at 03:05

    Quero acompanhar esse debate. obrigado

    Responder

  33. Arlindo Ribeiro de Vasconcelos

    ago 15, 2013  at 03:05

    Gostei da proposta encaminhada pelo prefeito Hadad que trata desse grave problema da educação com seriedade . O secretário da educação em entrevista ao Sptv abordou o problema de forma bem clara deixando transparecer com sua postura que quer enfrentar com firmeza e sem devaneios essa situação vexatória para São Paulo. Sou professor do Estado e ficaria feliz se a mesma medida fosse tomada pelo governador , porém não acredito na vontade política do mesmo que prefere fantasiar a realidade sobre essa situação . Através da mídia vou convocar meus colegas do Estado para que se manifestem e expressem o apoio á esse projeto. Obrigado pelo espaço.

    Responder

  34. Luciana

    ago 15, 2013  at 03:05

    Gostei muito da proposta, mas não ficou claro quanto as possíveis medidas disciplinares… Haverá advertência e suspensão? Atualmente os alunos fazem o que querem e nada acontece… A escola se torna o.lugar onde tudo.pode!

    Responder

    • Marinaldo Waitman

      ago 18, 2013  at 03:05

      Perfeito Luciana, sem punição não haverá mudanças, esse é o ponto principal. Avaliações, notas de 0 a 10, boletins, podem ajudar; mas se o aluno continuar a agredir colegas professores, funcionários sem ser responsabilizado, nada mudará. A legislação atual da prefeitura é totalmente permissiva.

      Responder

      • Mirian Camargo

        ago 20, 2013  at 03:05

        Quem sabe agora seja o momento propício para refletirmos o Estatuto da Criança e do Adolescente e alterá-lo no sentido de que as famílias se responsabilizem pela educação primária de seus filhos.

        Responder

  35. ELIANE

    ago 15, 2013  at 03:05

    UMA ARTICULAÇÃO IMPORTANTE QUE DEVE COEXISTIR COM PARCERIA JUNTO AS FAMÍLIAS DOS ALUNOS QUE DEVEM ACOMPANHAR O DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS E SE COMPROMETER COM OS MESMOS, POIS TUDO O QUE ACONTECE EXPLODE NA SALA DE AULA E O PROFESSOR TEM QUE DAR CONTA SOZINHO, MOTIVO QUE LEVA PROFESSORES A SE AFASTAR COM PROBLEMAS PSIQUIATRICOS E OUTROS,É URGENTE QUE HAJA APOIO POR PARTE DE TODOS, NAS ESCOLAS DEVERIA TER OUTROS PROFISSIONAIS PARA AUXILIAR,PSICÓLOGOS,ENFERMEIROS E APOIO AOS ALUNOS DE INCLUSÃO E QUE NECESSITAM DE ACOMPANHAMENTO INTEGRAL.
    O PROFESSOR ESTA SOZINHO EM SALA, O NÚMERO DE ALUNOS É OUTRO PONTO A SER REVISTO, É VIOLÊNCIA ,INCLUSÃO,TRINTA E CINCO À TRINTA E OITO ALUNOS, OS PROFESSORES ESTÃO ADOECENDO……….

    Responder

  36. Debora Espada Catarino

    ago 15, 2013  at 03:05

    Não entendi a parte de “garantir a jornada atual dos profissionais” se na proposta as aulas de português e matemática do 6o ano será dada por professor generalista (pedagogo) e não mais os especialistas (formados em Letras e Matemática)… esses, os especialistas de português e matemática, terão suas possibilidades de escolha de aulas diminuídas, ou entendi errado????

    Responder

    • Maria de Lourdes

      ago 18, 2013  at 03:05

      EU CONCORDO COM VOCÊ, SOU PROFESSORA E Não GENERALISTA.

      Responder

    • Alessandra

      ago 19, 2013  at 03:05

      Para o governo municipal essa medida de atribuir as aulas de Português e Matemática ao professor generalista é uma saída emergencial, um golpe de mestre, haja visto que infelizmente muitos jovens não tem procurado os cursos superiores de graduação para o magistério, haverá um apagão nessas carreiras e o pedagogo virá como um plano B, um profissional graduado mas não de forma específica para essas duas áreas do conhecimento tão importantes para nossos alunos. Agora me diz por que as faculdades e universidades estão cada vez mais vazias desses cursos destinados a formação de professores? Por causa do descaso, de um salário ridículo qualquer treinee , estagiário em outras carreiras ganham mais que um professor formado em curso superior, não há nenhum atrativo para convencer a procura dos jovens que buscam um curso superior e bons salários. E ninguém percebe essa jogada.. temos que engolir a seco.. nem os próprios professores perceberam isso!

      Responder

  37. Silvia Ribeiro

    ago 16, 2013  at 03:05

    Parabéns pela inciativa.

    Responder

  38. vital

    ago 16, 2013  at 03:05

    o professor tem que exercer a sua profissão no magistério pois foi pra isso que nos formamos , quando não fazemos isso em uma escola perde totalmente o sentido para nos

    Responder

  39. Débora Espada Catarino

    ago 16, 2013  at 03:05

    Acho engraçado falar em gestão democrática e autonomia das escolas se esse documento aqui existe e eu, funcionária da rede municipal de ensino, só ter tomado ciência dele através deste canal de comunicação. Quando foi que perguntaram aos educadores se estavam favoráveis a todas essas mudanças? Quem fez o documento sabe das reais necessidades das unidades escolares? Será que esse meu comentário e o de tantas outras pessoas será aprovado pela moderação??? Cadê a democracia, gente?!!!!

    Responder

  40. Luciana Shinohara

    ago 16, 2013  at 03:05

    Gostaria de dizer que essa proposta é muito boa, principalmente, em se tratando do Regimento e da autonomia. O que me incomoda é falta de empenho da maioria dos gestores de agir de forma participativa e democrática para que essas ferramentas saiam do papel e sejam realmente utilizadas para gerenciar adequadamente os conflitos na unidade escolar.

    Responder

  41. Andre

    ago 16, 2013  at 03:05

    As diferentes realidades de cada grupo profissional nas diferentes escolas, funcionando a diferentes realidades comunitárias, nessas, diferentes realidades familiares e, por sua vez, diferentes alunos, com necessidades próprias em devidas competências e dificuldades específicas, nos faz refletir sobre a importância da autonomia escolar, em construir seus determinados regimentos escolares, se flexibilizando de maneira positiva para a sua situação/realidade, podendo com isso atender objetivamente as especificidades discentes gerais.

    Responder

  42. Lucilene

    ago 16, 2013  at 03:05

    Todas as práticas retomadas agora, não deviam ter sido tiradas da rotina dos estudos. É uma obrigação de todo aluno, se esforçar, e merecer passar de ano. De outra forma, o estudo perde o sabor e os alunos ficam sem motivação.

    Responder

  43. Carlos Eduardo Fortes de Britto

    ago 16, 2013  at 03:05

    A autonomia na gestão e dos educadores é inevitável. Porém haverá a necessidade de um processo eficiente de fiscalização de resultados, sem o risco de dados forjados ou falsos, que é habitual, infelizmente, em todos os meios públicos paulistas, infestado pela vida pública da cidade, nos últimos 15 anos.

    Responder

  44. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 03:05

    Para dinamizar a autonomia e rever os regimentos, os conselhos de escola devem ser fortalecidos. Mas muitas vezes encontramos dificuldades nesse processo. Às vezes, por ser uma escola de passagem, a comunidade não se envolve ou não tem sentimento de pertencimento, mesmo com insistência, convites dos gestores e professores. Noutras, a gestão é tão autoritária que o conselho se vê refém de suas decisões arbitrárias. Seria preciso resgatar a política de plenárias nas escolas, sem intimidação e ou falta com a verdade. E para isso, vejo uma necessidade urgente de formação para atuação consciente nos conselhos, para toda a comunidade participar, desde professores até pais, alunos e outros funcionários da UE.

    Responder

  45. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    ago 16, 2013  at 03:05

    Ola a todos!

    Meu nome é Fábio, sou diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO. Quando a questão da autonomia da escola, entendo como item fundamental, pois em nenhum lugar do mundo onde a educação funcione, as escolas são engessadas por regras rígidas de seu sistema, o que impede que diretores e Conselhos Escolares definam o rumo das escolas. Na suposta ânsia de defender um sistema onde todos teriam o mesmo tipo de educação igualmente criou-se um sistema totalmente disfuncional, onde as escolas não têm capacidade de adaptar as diretrizes da SME a sua realidade local. Resguardados já previstos na legislação e poucas normas básicas e comuns as escolas devem poder definir seus rumos. Ressalta-se que muitas escolas vão através de processos de tentativa e erro, inclusive com muitos erros, chegarão, em sua maioria, a um padrão de qualidade e excelência. Durante mais de 20 anos, a Educação em São Paulo e em muitos lugares do Brasil vive uma era de trevas, onde teorias pedagógicas, de pseudo-sábios são divulgadas, em muitos casos como uma religião, onde se crê apenas pela fé, sem qualquer evidencia empírica, sendo que tais teorias além de não trazer qualquer melhora ao sistema, ajudam a piorá-lo, desta forma é acertada a postura da Prefeitura em voltar aos valores tradicionais, resgatando a confiança da população no sistema educacional, aumentando o poder dos Conselhos Escolas, para com isso trazer a comunidade para dentro da escola, afinal a Comunidade não quer participar de um processo de faz de conta, onde é convocada em Conselhos Escolares apenas para tomar ciência do que já foi decidido por órgãos superiores e pelos pseudo-sábios(dito iluminados). A comunidade quer poder real e ser atora e não mera coadjuvante, sendo que sem apoio da comunidade e sem um sistema que ela possa compreender e confiar nunca teremos melhorias do sistema Educacional. Agora é hora de SME fechar os ouvidos aos “iluminados” responsáveis por estes 20 anos de trevas e ouvir quem esta dentro das escolas, seja diretores, pais, alunos e comunidade em geral. Chega de teorias!!!

    Responder

  46. simone martins

    ago 16, 2013  at 03:05

    Gostaria de dar os parabéns pela reforma.Como educadora ,acredito que isso é muito importante pois alguns pais acham que EDUCAÇÃO tem que ser dada pela escola,que não tem que participar das atividades dos seus filhos,que não tem que ter atividades para casa ,pois muitos dizem não ter tempo.
    E u fui educada dessa forma,e aprendi muito ,não foi uma simples “decoreba”.Meus pais sempre participavam das atividades,reuniões,festas tenho certeza que se resgatar tudo isso ,teremos crianças e adultos sem problemas ,e,muito mais capazes de reconher erros e não se revoltarem com um simples”NÃO”.
    Também acredito que se esse processo for bem trabalhado e explicado á todas as partes interessadas(professores ,pais ,alunos),será mais fácil dar continuidade,vai existir a resistencia,mas a melhor propaganda é aquela feita pelo pai que está vendo mudanças nas atitudes e desenvolvimento dos filhos.
    Acho que a palavra mais correta deve ser COMPROMETIMENTO ,de todas as partes.

    MAIS UMA VEZ PARABÉNS PELA INICIATIVA E COM FORÇA E ENTENDIMENTO AS CONSTRUÇÕES DE APRENDER ,SERÃO REALIZADAS COM AMOR,DEDICAÇÃO E RECONHECIMENTO.

    Responder

  47. José Ivan Mayer de Aquino

    ago 16, 2013  at 03:05

    Parabéns à Comunidade Educativa de São Paulo e sua gestão municipal pela proposta participativa de construção dos processos de gestão democrática e demais políticas públicas do campo da educação. Sugiro que uma parte das contribuições postadas sejam levadas em forma de debates nas etapas municipal, estadual e nacional da Conae/2014. Inclusive, e desde já, no formato de Conferência Livre de São Paulo na REDE SOCIAL DA CONAE.

    Responder

  48. Suzete

    ago 16, 2013  at 03:05

    Que realmente a escola por meio de seu regimento e PPP possa atuar de forma autônoma, pois isso não ocorreu por exemplo na reposição da greve de 2013 onde o excelentíssimo prefeito decretou de que forma ocorreria a reposição.

    Responder

  49. Francisco Moreira Guedis

    ago 16, 2013  at 03:05

    Uma grande iniciativa para melhorar a educação

    Responder

  50. Paula Ivana Nikitin Silva

    ago 16, 2013  at 03:05

    Sabendo-se que a matrícula do EJA pode ser feita no decorrer do ano letivo, e que devido à baixa estima ou outros problemas que acanham o jovem o adulto à retornarem aos estudos, o sistema de matrículas dos mesmos se tornou complicado depois que passou para o sistema eletronico. Quando ficava no encargo da escola o cadastro e matrícula dos mesmos o sistema funcionava melhor, pois ao início do ano tínhamos uma demanda real atendida… hoje temos uma demanda em fila de espera (numa lista de atendidos pequena) à espera do processamento dos dados.. até que isso ocorra o alu o já desistiu mais uma vez de estudar devido ao tempo que se passou… devolvam à escola essa autonomia.

    Responder

  51. marcia dos santos

    ago 16, 2013  at 03:05

    Além das alterações do projeto em pauta serão necessárias as seguintes medidas:
    Valorização do profissional da educação com salário dígno (12 SALÁRIOS MÍNIMOS como salário base) , segurança nas escolas com policiais mais frequentes, evitando assim agressões físicas e verbais ao professor Licenças médicas, enfermidades , vandalismos, depredações ao patrimônio público que significa prejuízo aos cofres públicos, CONSCIENTIZAÇÃO DA POPULAÇÃO SOBRE O VALOR DA EDUCAÇÃO ACADÊMICA COMO UM TODO, O ALUNO DEVE IR À ESCOLA PARA ESTUDAR E DESENVOLVER SUAS HABILIDADES TAMBÉM ESPORTIVAS, retenção no segundo ano também, diminuição de alunos por classe

    Responder

  52. Leandro Torregrossa

    ago 16, 2013  at 03:05

    Vou falar duas coisas importantes a respeito da educação, primeiro o professor não pode ser refém de apostilas muitas delas má formuladas para dar a sua aula, ele apresenta o seu plano de ensino e através disso passa o seu conteúdo programático para os alunos. Eu fui professor Eventual do ESTADO DE SP e sei uma coisa vocês estão esquecendo, nossas crianças muitas delas tem traumas familiares sofrem todo tipo de agressão física e verbal, não adianta melhorar educação com plano disso para os professores, aquilo para ter mais aula e estrutura se não tiver um acompanhamento psicológico e social nessas crianças. Como podemos identificar isso se muitas delas se calam e não gostam de falar do assunto. Eu tenho a proposta de uma ideia pode ser interessante para as crianças falar naturalmente da sua vida o que acontece sem nenhum tipo de pressão, existe uma ferramenta pode fazer isso, mas não vou citar aqui porque um vem copia a minha ideia faze eu fico ver navios sem ganhar nem os méritos. Se vocês tiverem interessados pelo menos ouvir a minha ideia te garanto se entender e aplicar vamos começar a ouvir nossas crianças e tentar resolver problemas muito sérios que estão alem de qualquer aprendizado. Vocês tem uma grande arma que é a tecnologia se souber como fazer para modificar as coisas pode dar resultados surpreendentes. Tenho quase certeza essa minha resposta vai ficar ao vento que nínguem da Prefeitura de sp /Educação vai me procurar para ouvir essa ideia, mas se quiserem já tem o meu e-mail. GARANTO O QUE EU TENHO A DIZER PODE SIGNIFICAR MUITO PARA EDUCAÇÃO.

    Responder

  53. Eber Soares Costa

    ago 16, 2013  at 03:05

    Sou professor da rede e favorável a maior autonomia das escolas, inclusive no sentido de construir uma escola mais ligada aos pais. Biblioteca e espaços da escola para serem utilizados pela comunidade em finais de semana.

    Responder

  54. Everton Lopes

    ago 16, 2013  at 03:05

    Totalmente de acordo. É uma mudança significativa na área da educação.

    Responder

  55. Roberto

    ago 16, 2013  at 03:05

    Ótimo. Finalmente alguém resolveu trabalhar pela educação. Parabéns prefeito. Assim sei que meu voto não foi em vão. Se a aprovação é automotiva pra que estudar. Tem que ter provas sim. Se não passar estuda e faz de novo.

    Responder

  56. Renata Bueno

    ago 16, 2013  at 03:05

    Apoio a iniciativa de maior autonomia para as escolas, principalmente a financeira, pois a escola sente e sabe o que necessita e o processo burocrático retarda a gestão escolar, os recursos direto na escola ampliam a possibilidade de maior rapidez e transparência com o uso dos recursos públicos, mas é preciso fiscalização e comparanças por parte dos órgãos superiores e responsáveis pelas escolas. Também concordo com um Regimento para as escolas que inclua normas de conduta para alunos, funcionários e comunidade mas que seja bem elaborado, unificado, claro que com a parte diversificada, respeitando as diferenças e complexidade de cada escola e que se faça uso desse Regimento, ou seja, que seja posto em prática e seja respeitado, pois nada funciona se não é respeitado sem exceções, sendo igual pra todos e ter sanções para aqueles que não o respeitarem, pois infelizmente o brasileiro tem a ‘cultura’ de respeitar somente algo pelo qual receberão sanções.

    Responder

  57. Sebastião Bernardo dos Reis

    ago 16, 2013  at 03:05

    Há vários equívocos na proposta.
    1 – Não altera a remuneração dos profissionais que a executarão nem altera a carga horária dos professores. Deveriam ser 50% da carga para regência e 50% para estudo, pesquisa e preparação de material/aulas.

    2 – A organização dos ciclos está errada. O 6º ano tem que ficar junto com os 7º, 8º e 9º anos. É assim na maioria das redes públicas e na rede particular começa-se até antes com professores de disciplinas específicas. Aqui em Belo Horizonte a Rede Municipal adotou modelo idêntico a esse que São Paulo propõe e é um fracasso espantoso.

    3 – A responsabilidade pelo fracasso da educação não é dos professores, mas sim das propostas educacionais autoritárias. Eles precisam ser ouvidos durante todo o processo, participando ativamente da gestão das escolas.

    4 – Boletins, avaliações externas, dependência e outros não terão efeito se o aluno e a família puderem tudo e escola e professores perderem a autonomia e a autoridade.

    5 – Quantas propostas de polítcas educacionais, em prática atualmente, foram avaliadas antes do município formular essa? Será que só ouviram especialistas que criaram ou implantaram essas propostas e querem passar uma imagem positiva delas?

    Responder

    • Luis Antonio Geraldo

      ago 16, 2013  at 03:05

      Sebastião! Tens razão em tudo que escrevestes,Mas não alimentes esperanças de que algum dia as autoridades no plantão de 4 anos de mandato irão OUVIR quem está com giz e lousa na mão, é por isso que o empresariado está importando mão-de-obra. Prefeitura é trampolim para o governo do Estado e este para a Presidencia da Republica e isto é o objetivo de toda esta reestruturação assim como desta pseudopesquisa , Doce ilusão de participação e acreditar que seremos ouvidos ou teremos crédito junto a eles.

      Responder

    • Solange Domingues

      ago 16, 2013  at 03:05

      Concordo plenamente com você Sebastião. Se o objetivo fosse uma gestão democrática, os professores teriam sido convidados a participar da discussão que levou a essa “proposta”, que será implantada ainda que não estejamos de acordo com diversos aspectos nela existentes. Infelizmente estamos à mercê de um governo autoritário e intransigente.

      Responder

    • Evandro

      ago 17, 2013  at 03:05

      De tantas discussões sem fechamentos, governos anteriores apoderaram-se de propostas inclusivas e outras ideias de mestrandos, pesquisas e comparações com países que há décadas já valorizam a educação e nos “enfiaram goela abaixo” fazendo-nos ter em muitas das escolas funções que muito mais parecem a carcereiros do que educadores, administrando da forma que podemos o que é hoje o ensino municipal.
      A discussão ao que se propõe estará na formulação dos regimentos das escolas, agora entendo que um só norteamento prático para a rede é o que está sendo proposto e já em andamento.
      O contrário é uma eterna discussão, enquanto Coréia do Sul e Chile (muito mais pobres que o Brasil), estão décadas a nossa frente no desenvolvimento social.

      Responder

    • Irley M

      ago 20, 2013  at 03:05

      Parabêns Sebastião! Muito bvem colocados cada um dos itens…
      Quanto a gstão femocrática, como falara em democracia se a proposta foi feita sem consultar a opinião dos profissionais da educação????????
      Já fiz este comentário antes e não foi publicado!!!!!

      Responder

  58. Professor Renato Ribeiro

    ago 16, 2013  at 03:05

    Apoiado! É preciso garantir um regimento escolar que garante um mínimo de ordem democrática na escola, começando por defender o direito do professor ensinar e o direito de todos aprenderem.

    Responder

  59. Ana Paula Maia Afonso

    ago 16, 2013  at 03:05

    Bom dia! Isto já existe e é muito bom que seja fortalecido. No entanto, gostaria de enfatizar que a diminuição da verba, neste ano, na atual gestão do Sr. Prefeito Haddad, que já não contemplava todas as necessidades da escola é um retrocesso!!! Há necessidade de se manter aquilo que está bom e melhorar o que está ruim.

    Ana Paula
    Diretora de escola

    Responder

  60. Daiane Silva

    ago 16, 2013  at 03:05

    Já vi escola com televisões e aparelhos de DVDs nas salas de aula, porem o material do aluno que é dado pela prefeitura ainda não tinha sido entregue à escola em pleno mês de junho. As professoras acabam tendo que compartilhar materiais usados do ano anterior. Projetos de grande porte como esse tem que ser fiscalizado de perto, pois a verba investida na educação é grande e os materiais tbm são um custo, e altíssimos para serem esquecidos sabe- se lá onde.

    Responder

  61. Luis Antonio Geraldo

    ago 16, 2013  at 03:05

    As possibilidades de atuação dos professores esbarra no estatuto do menor e no fato de que ele é inimputável criminalmente; enquanto não se resolver esta questão que até os GCMs e PMs não tocam um dedo neles,não se resolverá a relação professor-aluno.
    Aluno pode meter a mão no professor e nada ocorrerá de grave (para ele) já o oposto não é válido, como pode ocorrer aula em sala diante de um fenômeno deste porte ? NUNCA !
    Imaginem os médicos do SUS que estão na mesma situação durante as perícias. Mas para eles foram providenciados seguranças armados durante a perícia e para nós só a mídia dizendo que devemos ser “reciclados” por incompetentes como se fôssemos produtos cuja validade expirou e o próximo destino será o aterro!

    Responder

  62. Leandro de Almeida Santos

    ago 16, 2013  at 03:05

    Esperamos que as novas medidas possam favorecer os CEIs conveniados, pois realizamos um trabalho com qualidades ,habilidades , competências para atuar na educação infantil.

    Responder

  63. Léo Nogueira

    ago 16, 2013  at 03:05

    Caros,

    Olá!
    Boa-tarde.
    A ideia de uma gestão escolar participativa e democrática é essencial. Concordo plenamente com a proposta. Mas senti falta de como fazer isso. Apenas o Regimento Interno, me parece, não é o suficiente. Sugiro que se pense criar um cargo/função de ouvidor em cada escola. Ou, talvez, uma espécie de mediador de conflito. Um canal de participação do tipo é importante. Poderia pensar em alguém que fosse eleito para a função por meio do voto de pais e servidores. Enfim… Encontrar uma fórmula que trouxesse algum equilibrio. Caso algo do tipo já exista, retiro minha proposta. Afinal, não sou da área da educação e, portanto, não estou a par de muita coisa. Obrigado!

    Atenciosamente,
    Léo Nogueira

    Responder

  64. Daniele Mendes

    ago 16, 2013  at 03:05

    Ótima ideia e espero que realmente seja colocada em prática, tenho um filho de 7 anos que estuda em uma escola municipal, e acho importante que o mesmo professor fique com a turma pelo menos até o 4° ano, pois dessa forma fica mais fácil verificar a dificuldade que um aluno tem e caso o mesmo repita de ano, importante o professor entregar uma sondagem da criança para mostrar pro próximo o problema que o levou a repetência. Concordo também com alguns comentários que li a respeito de ter mais atividades como música e dança, criação de grêmios estudantil e outros….

    Responder

  65. Rosa Xavier

    ago 16, 2013  at 03:05

    Gostaria de saber que proposta o Prefeito Haddad tem para se trabalhar com alunos portadores especiais com inúmeras deficiências físicas ou neurológicas e que também estão inseridos na sala de aula comum. Por exemplo… como lidar com um autista, um PC, um portador com hidrocefalia etc. Espero que não estejamos sozinhos nessa porque entendo que os casos são seríssimos e necessitam de um especialista junto ao professor.
    Esta é uma questão que também deve ser discutida.

    Responder

  66. Luiz Oliveira

    ago 16, 2013  at 03:05

    Concordo com essas mudanças. Acho que devem ser implantadas o mais rápido possível, principalmente quando o Sr. secretario fala do resgate da autoridade do professor e da escola. Inúmeros professores estão adoecendo, por falta de condições de trabalho em sala de aula.

    Responder

  67. Magda

    ago 16, 2013  at 03:05

    APROVEITANDO A OPORTUNIDADE QUE ESTAMOS VIVENDO QUE TAL INSERIRMOS OUTROS PROFISSIONAIS NA EDUCAÇÃO PARA APRIMORARMOS O TRABALHO DO PROFESSOR COMO POR EXEMPLO: PSICOLOGOS, ASSISTENTES SOCIAIS, MEDICOS ETC..VISTO QUE A ESCOLA É UM AMBIENTE QUE ECLODE VÁRIAS SITUAÇÕES QUE DEVEM SER OBSERVADA E TRABALHADA APARTIR DO OLHAR DE DIFERENTES ÁREAS DO CONHECIMENTO E ASSIM JUNTAMENTE COM A FAMILIA E O GOVERNO PROPORCIONAREMOS UM FUTURO MELHOR PARA TODOS.

    Responder

  68. Ricardo Tadeu da Silva Andrade

    ago 16, 2013  at 03:05

    Sou funcionário público e tenho sofrido pelo fato de trabalhar longe de casa, trabalho com ATE (Inspetor de Alunos) e curso a faculdade, curso de História. Sim. eu acredito na melhora da educação em geral. E deixo aqui minha sugestão para que se faça um estudo e os funcionários possam trabalhar próximo a sua casa e assim ter um tempo ideal principalmente para estudar bem como cuidar de seus afazeres do lar! Muito obrigado!

    Responder

  69. Cibele Racy

    ago 17, 2013  at 03:05

    - ampliar as possibilidades de aplicação dos recursos financeiros, incluindo a contratação de especialistas em outras áreas do conhecimento que possam agregar valores ao projeto político pedagógico das unidades escolares.

    Responder

  70. TANIA AURORA

    ago 17, 2013  at 03:05

    Com relação ao administrar os recursos concordo com a descentralização dos mesmos,trabalho em uma EMEI cujo prédio é extremamente antigo, com 9 salas ,um espaço imenso que necessita de reforma.
    A reforma que esperamos há anos e infelizmente diante da burocracia e falta de recursos não conseguimos até o s dias de hoje.
    A escola mudou, a comunidade mudou , atendemos PNE e não temos adaptações de mesas,brinquedos em áreas externas e mesmo nas salas,para que isto aconteça cada escola poderia comprovar sua necessidade apresentando projetos de acordo suas necessidades e receber recursos de acordo com sua necessidade.
    Se isto acontecesse realmente poderíamos envolver os pais e demais funcionários num Conselho escolar efetivo e de qualidade.

    Responder

  71. Márcia

    ago 17, 2013  at 03:05

    Mandar essas ideias para o Estado do RS, que desmontou a educação com o ensino politécnico. Aqui, no RS, os alunos são aprovados automaticamente até no Ensino Médio. Um absurdo.Ninguém contém tampouco retém os alunos em sala de aula; misturam-se os bons com os desinteressados e sonega-se a todos o direito de aprender.

    Responder

  72. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    ago 17, 2013  at 03:05

    Em relação a possibilidade das escolas aplicarem medidas disciplinares, tais como suspensão ou mesmo uma transferência compulsória, sou totalmente a favor. Não que a escola deva tentar expulsar alunos ou suspendê-los, muito pelo contrário, deve fazer tudo para evitar estas medidas, mas sempre há exceções, como por exemplo, se um aluno dá um muro na cara do professor e simplesmente mandamos o aluno de volta para sala de aula, certamente no outro dia o professor não volta, ele vai ficar traumatizado com a presença do agressor e vai solicitar licença médica o ano todo, afinal ninguém tem “sangue de barata”, pois duvido que alguém levaria um murro na cara e conseguiria depois encarar o aluno numa boa, então nestes casos ou afastamos o aluno da escola ou afastamos o professor da escola, mas também não temos professores sobrando, muito pelo contrário, desta forma o mais conveniente é transferir o aluno para outra escola, na base de troca por outro aluno problemático de outra escola, afinal neste caso ambos os alunos trocados teriam garantido o seu direito a educação e teriam uma segunda chance de mudar seu comportamento em outra escola. Outra necessidade de transferência compulsória seria a necessidade de desarticular gangues dentro das escolas, pois há casos de gangues que intimidam a escola toda e fazem a todos reféns de suas vontades. Quanto a suspensão é também necessária nos casos que envolvem brigas entre alunos, afinal mandar os dois alunos de volta para sala com ânimos acirrados é altamente perigoso, afinal a briga pode evoluir até para um caso de assassinato, ou se prolongar de maneira mais grave, desta forma mandar os brigões para casa por uns três dias, com lição de casa, fará bem a todos. Sei que muitas entidades, principalmente ligadas aos movimentos de direitos humanos são contrários a qualquer penalidade para alunos, principalmente porque estas penalidades geralmente são aplicadas aos alunos mais pobres, pois infelizmente, muitas vezes até por revolta em relação as condições em que vivem são os mais expostos a violência e acabem repetindo esta violência na escola, desta forma não enxergam a culpa do aluno e sim a culpa de todo um contexto, de tudo um sistema, apesar de tais afirmações serem verdadeiras, é bom ressaltar que o aluno continua com seu direito a educação garantido, ou seja, em algum lugar ele sempre vai estudar, bem como punição não é necessariamente algo ruim, pois indica que aquela criança tem que ter limites, indica que a instituição esta reprovando aquela conduta, indica que a comunidade escolar esta reprovando aquela conduta, ou seja, a punição dá indicação do comportamento impróprio e cria no ser a consciência que cada ato tem uma conseqüência, mesmo que tal indicação não tenha efeito imediato no aluno punido, sempre servirá de exemplo para os demais alunos no sentido de coibir condutas idênticas. Hoje as crianças são criadas sem qualquer conseqüência dos seus atos e tentar passar a mão na cabeça, com apenas broncas verbais e longas conversas infelizmente não tem surtido efeito. Quando esta criança/adolescente completa 18 anos ela não vai simplesmente “ligar uma chave” e ganhar consciência de seus atos, evitando repeti-los, muito pelo contrário, aquele adolescente que não obedece regras será um adulto que não obedece regras, fazendo com que nossas prisões sejam cada vez mais lotadas. Nos últimos dez anos as condições de vida do povo brasileiro melhoraram muito, houve significativos avanços sociais, no entanto a população carcerária dobrou, o que indica que melhorar a vida do povo não basta para resolver o problema da violência e falta de respeito com as leis em geral, desta forma é necessário educar o adolescente deste cedo, para que responda de alguma forma por seus atos, caso contrário ele se tornará um adulto que não respeita qualquer limite. Quando não punimos a indisciplina na escola estamos causando outra conseqüência grave, que é o estimulo para os demais alunos praticarem atos de violência, afinal a impunidade é fator de estímulo a violência, pois o adolescente tem uma necessidade intima de se tornar e se sentir poderoso, que nada vai lhe acontecer, desta forma ele tende a se espelhar em colegas e amigos que cometem atos de desafio, tais como violência contra prédios escolares, professores e demais colegas. Creio sinceramente, que as organizações de direitos humanos, devem ver na punição escolar uma prevenção, uma responsabilização, um caminho para evitar tantas pessoas crescendo sem limites para depois serem encarceradas ou mortas. Em nosso país existe uma cultura da violência e ser violento é status, desta forma conselhos, campanhas de conscientização e conversas não vão resolver este problema. Evidente que punição nas escolas é só um dos caminhos para indicar que a sociedade, via comunidade escolar, condena a violência, sendo necessário outras ações, mas ficar sem fazer nada a assistir a tudo piorar também não é a solução. Uma verdadeira política de direitos humanos visa proteger as pessoas e visa garantir um futuro melhor, sendo que para isso é necessário ensinar e cobrar limites, afinal se deixamos o jovem a vontade para ser violento, apenas estamos condenando outras pessoas, que também tem idênticos direitos humanos, bem como condenando o próprio infrator a ser um futuro detendo ou morrer via execuções extrajudiciais. Muitas pessoas falam que punição não ajuda em nada, mas pensem como seria o mundo se ninguém fosse preso por seus atos? Se estupradores não fossem presos? Se faltar ao trabalho não gerasse a punição do desconto, será que alguém acordaria cedo em um dia de frio para trabalhar? Creio que é bem fácil raciocinar que se soltássemos todos os criminosos o mundo seria o caos, desta forma o raciocínio que cadeia não resolve é furado. Bem fácil raciocinar também que quase ninguém trabalharia nos dias chuvosos ou muito frios se não houvesse a punição do desconto em salário! Os próprio grupos de direitos humanos, defendem a punição severa para aqueles que desrespeitam os direitos humanos por meio de execuções extrajudiciais ou torturas, ou será que algum defensor dos direitos humanos vai defender que torturador não seja preso? Ou seja, os grupos de direitos humanos também são favoráveis a punir! Raciocínio idêntico vale para as escolas, pois se não houver punição para atos de violência nas escolas, tais atos simplesmente ficam piores a cada dia e cada dia outros alunos, pelo mau exemplo e status dos agressores, passam a engrossar o contingente de alunos violentos. Lógico que punir alunos não vai resolver todos os problemas, apenas uma grande parte dos problemas, afinal sempre vai ter aquele aluno que vai desafiar o sistema, o que é normal nos jovens, mas com certeza a situação ficará bem melhor que hoje. Hoje em dia a violência praticada por alunos contra seus professores, junto com baixos salários, é um fator desestimulante para que jovens talentos sigam a carreira do magistério, ou seja, se tudo continuar como esta não teremos mais professores no futuro, inclusive os atuais estão ficando doentes, em sua maior parte por exposição a violência. Cada dia aumenta quantidade professores doente readaptados para exercer outras funções fora da sala de aula. Nas regiões violentas da cidade há falta de professores, pois sempre tentam se remover para áreas onde os alunos são menos violentos. Creio que fica bem claro a todos que se a escola não puder punir alunos, como último recurso e estritamente necessário, estaremos adoecendo nossos professores e desestimulando o ingresso na carreira do magistério. Há tanta gente defendendo o direito dos agressores, mas alunos violentos são menos de 1%(um por centro) e será que ninguém pensa no direito dos outros 99%(noventa e nove por cento) que também são pobres e merecem ter sossego em sala de aula para aprender, pois necessitam garantir um futuro melhor. Será que o direito de 1% é mais importante que o direito de 99%. Será que professores afastados ou doentes por motivo de violência não fazem falta na rede? Já pensou quantos alunos poderiam ser beneficiados se não houvesse tantos professores afastados, se demitindo ou doentes? Já visitei outros países do mundo e observei um pouco do sistema educacional e nenhum deles tem a permissividade do sistema brasileiro, que chega a ser um verdadeiro caos em muitos lugares e se continuar assim o Brasil vai perder seus professores e continuará sendo um dos mais atrasados mundialmente em educação.

    Responder

  73. thiago lula

    ago 17, 2013  at 03:05

    Os alunos não tem um preparação adequada nas escolas em relação a educação física é necessário programas que façam despertar o interesse das crianças, estudos mostram que os alunos que fazem as aulas, só mente 20% participam delas e são considerados sedentários, e para que estes sejam alunos sejam saudáveis e futuros atletas é necessário investir agora.
    Nos países de primeiro mundo os alunos são incentivados para pratica esportivas nas escolas.
    E nos professores de educação física aqui no Brasil somos descriminados por sermos uma classe que trabalha com lazer e recreação, os demais professores de outras disciplinas que já atuam na área não sabem da importância que é trabalhar os esportes atividades rítmicas o trabalho em equipe nas escolas entre outros desenvolvimentos motores e cognitivo.
    Os esportes são um dos pontos de partida para que os alunos não venham entrar no mundo das drogas.
    Falo assim pela experiencias de diversos professores que já sofreram com esta discriminação nas escolas, hoje estes professores são Doutores e vem nos alertando de como é nas escolas publicas em relação dos a nos educadores físicos, informam que não a matérias para as praticas de diversas atividades físicas nas escolas e os espaços são precários entre outros…
    agora que o prefeito esta mudando a besteira que os outros fizeram, implanta programas de esportes nas escolas como torneios escolares em diversas modalidade e a escola tem que participar de todas as modalidades…obrigatoriamente…

    Responder

  74. Luiz Fernando

    ago 17, 2013  at 03:05

    Parabéns por esta iniciativa da secretaria municipal de educação. Excelente proposta! Finalmente estamos vendo uma preocupação em mudar a realidade das salas de aula e da escola.

    Responder

  75. Índio Cayapó

    ago 17, 2013  at 03:05

    Autonomia de Gestão e até de criação de um percentual de currículo próprio. Gestão dos recursos com mais agilidade e deve ser estimulado ou cobrado a participação dos pais e transparência interna e externa da gestão do dinheiro que deve ser público.

    Responder

  76. Tãnia

    ago 17, 2013  at 03:05

    Só precisamos de maiores detalhes na prática como funcionará atribuição de aulas, carga horária enfim isso acontecerá em reuniões. Adorei as medidas estava mais do que na hora “Vamos precisar de todo mundo” Parabéns!

    Responder

  77. Cibele Racy

    ago 18, 2013  at 03:05

    Um dos fatores que mais encontram espaço para as discussões das equipes docentes e que justificam algumas dificuldades do seu fazer ou não fazer pedagógico é aquele que se refere à compra de materiais. Apesar de reconhecer os significativos avanços que as verbas destinadas à escola proporcionaram a sobrecarga de responsabilidades à Unidade nos impede, muitas vezes, de dar atendimento a todas as necessidades. Parece-nos que a administração pública, ao determinar os repasses financeiros diretamente às escolas, eximiu-se de qualquer responsabilidade sobre elas. O critério que determina o valor a ser destinado às escolas, por aluno matriculado, parece-nos o menos indicado. É necessário considerar a metragem das áreas internas e externas que exigem manutenção, o número de salas e ambientes oferecidos e o tempo de construção das unidades educacionais. Este ano, a escola pouco recebeu materiais comprados pela DRE. Recebemos, por exemplo, um armário com cadeado que foi devolvido pela pouca utilidade que teria e no mês de setembro um conjunto de som e vídeo de baixíssima qualidade que terá o mesmo fim. Fica-nos evidente que é preciso um planejamento conjunto envolvendo as Unidades Educacionais e as Diretorias Regionais de Educação no início de cada ano para que as verbas não sejam aplicadas de forma tão pouco produtiva. Um planejamento participativo dos gastos da DRE poderia viabilizar o atendimento, se não integral, parcial de nossas verdadeiras necessidades. Neste planejamento poderiam ficar evidentes, diante das necessidades elencadas, quais as responsabilidades de cada órgão/unidade envolvido, evitando duplicidade de aplicação. Se os recursos são poucos, é inadmissível desperdiçá-los.
    Encaminhamentos:
    - alinhar o discurso e elencar prioridades para a aplicação de verbas que traduzam a missão, os valores e a visão da Diretoria Regional de Educação, retomando o seu papel institucional de promover a melhoria da qualidade do ensino público municipal;
    - retomar e tonificar a parceria necessária entre a DRE e as Unidades Educacionais;
    - investimento significativo na contratação de parceiros para a formação dos professores;
    - compor um grupo de trabalho com representantes de todos os setores da DRE e das unidades escolares para elaboração de um planejamento conjunto que defina as prioridades para aplicação da verba destinada à Diretoria/Escola;
    - redefinição dos critérios que definem os repasses financeiros às escolas, incluindo-se os seguintes itens: tempo de construção do prédio escolar e metragem do espaço físico que exige manutenção;
    - liberação da verba do PTRF/PDDE para contração de profissionais que atendam ao Projeto Político Pedagógico das Unidades Escolares e suas especificidades;
    B) DO MATERIAL ESCOLAR
    Considerando as inúmeras necessidades que se apresentam durante todo o ano letivo, os gastos de todas as verbas deveriam estar pautados nas necessidades de nossas crianças e adolescentes. A aquisição de material didático deveria ser uma responsabilidade compartilhada entre as várias instâncias da Secretaria Municipal de Educação. A revisão da qualidade do Kit material tem muito a ver com esta necessidade constante de reposição. Além de um cronograma de entrega desordenado do material escolar, a qualidade caiu vertiginosamente nos últimos anos e deve ser objeto de avaliação institucional. Este ano atendemos dois grupos de crianças de três anos e o material destinado a elas deveria ter chegado integralmente a nossa unidade, o que não aconteceu.
    Encaminhamentos:
    - elaboração de planejamento adequado de SME/DRE para garantir agilidade na entrega do material até, no máximo, a primeira quinzena de março do ano letivo;
    - consulta às Unidades Escolares sobre os itens que devem compor o KIT material escolar;
    - melhoria da qualidade do material escolar distribuído pela SME;
    - corresponsabilidade entre a DRE/U.E. na aquisição de material para atividades pedagógicas (papelaria), no mínimo duas vezes ao ano;
    - melhor organização dos setores de Programas Especiais de SME/DRE no que se refere à distribuição do material destinado às crianças do minigrupo matriculadas nas EMEIs.

    Responder

    • Cibele Racy

      ago 21, 2013  at 03:05

      Em tempo: O material recebido é referente ao ano de 2012.

      Responder

  78. Cibele Racy

    ago 18, 2013  at 03:05

    A escola é um espaço privilegiado por onde passam inúmeros professores vindos das mais diversas regiões. Neste encontro de várias experiências, é possível discutirmos as ações de outras unidades escolares e diretorias regionais de educação. Pudemos constatar a enorme discrepância de prioridades entre as diretorias de educação e entre as unidades escolares.
    Esta disparidade causa aos professores e gestores um enorme sentimento de instabilidade que interfere negativamente em seu trabalho. Segundo alguns depoimentos, a sensação de que “cada unidade/diretoria faz o que bem entende” demonstra que o que as une deve extrapolar o cumprimento dos programas de governo.

    Acreditamos que o trabalho pedagógico das unidades precisa ser acompanhado de perto pelas diretorias de educação.
    Encaminhamentos:
    - que as Diretorias de Educação e seus servidores acompanhem os fazeres pedagógicos das unidades e elaborem um plano de intervenção necessário para garantir a qualidade de ensino em todas as escolas sob sua supervisão;
    - que os eixos/indicadores/descritores da autoavaliação sejam objeto de formação de Diretores e Coordenadores Pedagógicos em que fiquem claros os embasamentos teóricos que os sustentam e suas implicações na qualidade do ensino municipal;
    - que os concursos públicos resultem na aprovação dentre todos, daqueles que apresentem o perfil profissional desejado para educação pública;

    Responder

  79. Glória

    ago 18, 2013  at 03:05

    A realidade das escolas são diversificadas, não daria para implantar um regimento único para abranger todas. O regimento escolar precisa ser elaborado em conjunto, no conselho de escola, para tanto se faz necessário haver uma divulgação melhor da importância desse conselho para a população local. Na atual conjuntura, as escolas não tomam essa iniciativa, haja visto que muitas escolas estão localizadas nas grandes periferias à dentro em que muitas família de alunos são de baixa renda com pouca ou nenhuma escolarização e, não se preocupam em dar prioridade a essas alternativas escolares. O regimento escolar é de suma importância porque assegura o cotidiano das escolas através de registros para contribuir com o ambiente no mínimo respeitoso. Deves-se considerar as normas de convivência e os direitos e deveres com base nas leis vigentes. O regimento além de ser elaborado deverá ser seguido e plicado.

    Responder

  80. Maria Regina Potenza

    ago 18, 2013  at 03:05

    Olá aos que me leem:

    Sobre este item: AUTONOMIA PARA AS UNIDADES ESCOLARES

    Há 17 anos a palavra autonomia está escrita na nossa LDB.
    “Art. 15. Os sistemas de ensino assegurarão às unidades escolares públicas de educação básica que os integram progressivos graus de autonomia pedagógica e administrativa e de gestão financeira, observadas as normas gerais de direito financeiro público.”
    A palavra gestão democrática também.
    “VIII – gestão democrática do ensino público, na forma desta Lei e da legislação dos sistemas de ensino;”

    Pois bem. Gostaria de saber, assim como alguns comentários que li nesta página, quando, onde e quais os professores, família e estudantes foram ouvidos para que esta proposta fosse elaborada. Li o Documento completo e pelo que percebi a tal doença “péssima educação” a que todos se referem, nunca teve diagnóstico democrático e não é esta proposta que o faz. Baseia-se nas estatísticas do IDEB.

    Quantos pedagogos foram ouvidos de dentro de suas salas de aula?
    Não estou convencida de que esta Consulta Pública resolva a conduta democrática que dela se espera, uma vez que a prega. O diagnóstico deve ser feito lá: no chão da sala de aula, até em respeito à valorização tão apregoada aos profissionais da educação. O velho argumento: “não participou, quem não quis” nunca coube. A pesquisa séria tem que ir até o alvo e não o contrário.

    Então, infelizmente, preciso solicitar que sejam definidas novamente estas duas palavras chave para o sucesso da Educação: autonomia e gestão democrática. Até quando a escola que é onde a aprendizagem acontece nas relações entre as pessoas (já dizia Paulo Freire) vai ter que seguir as normas definidas de cima para baixo e enfiadas pela goela?
    Não se trata somente de enviar mais dinheiro para as escolas (assim como os tão aplaudidos 75% dos royaltys, muito menos pelos R$0,20). Nem sei se os Diretores de Escolas… (de novo, quantos foram ouvidos?) desejam administrar mais esse abacaxi.

    Pode ser que o que eles desejem é, em conjunto com a comunidade escolar criar um PPP sério, a partir de um diagnóstico sério, levantando os problemas reais, propondo as soluções educacionais possíveis para aquela Unidade Escolar e finalmente (Aleluia!) realizando sua proposta com autonomia. Cabe à Prefeitura apoiar os PPPs das escolas, respeitando as decisões das Equipes Escolares. E, se chegarem à conclusão que querem derrubar as paredes, quem tem que arcar com a despesa é a Prefeitura. Mas a ditadura do IDEB não deixa; a ditadura da série/ano não deixa; a ditadura da matrícula obrigatória mesmo que não haja espaço físico não deixa; a ditadura da “sala de aula” onde o professor solitário cumpre sua obrigação de “ensinar” não deixa etc, etc, etc.
    Além disso, reformas estruturais em prédios e, que muitos estão precisando, devem ser feitas com verba da Prefeitura e não de forma descentralizada ou como querem chamar neste documento: autônoma. O pedido de reforma predial dos Diretores tem sido atendido?

    Pra finalizar este item:
    Desde o fechamento das Escolas Experimentais temos nos deparado com esses modelos autoritários de educação que só fazem piorar a aprendizagem. A aprendizagem da criança que deveria ser nossa grande intenção desfaz-se em notas, recuperação, exclusão, repetência. A que quadro de horror vamos retornar. A quem interessa manter essa escola/prisão, eu realmente não sei. Certamente não a mim que sou pedagoga e com as minhas turmas procuro fazer tudo diferente: minha gestão da turma é democrática: decidimos juntos o que vamos fazer e aprender e meu papel é o de propor aprendizagens; e eu desenvolvo autonomia junto com as crianças para que elas, um dia possam viver democraticamente e ter autonomia para escolher o que quiserem ser na vida e não apenas um trabalhador no mercado de trabalho (como diz a LDB).

    Por que autonomia e democracia só se aprendem fazendo e vivendo, concordam?

    Responder

  81. Rosangela Alves de Souza

    ago 19, 2013  at 03:05

    Acho muito interessante que a escola tenha autonomia, principalmente no que diz respeito ao seu regimento e ao PPP, bem como tomar decisões sobre materiais que podem ser comprados com verbas recebidas pela direção.

    Responder

  82. Soraia

    ago 19, 2013  at 03:05

    A proposta de REorientação escolar na rede municipal de São Paulo discute precisamentea melhoria da qualidade da educaçao, mas que qualidade….a qualidade social que vem fortalecida nos debates e na gestão de democrática. Considero este movimento essencial para que a escola que temos, se torne a ESCOLA QUE QUEREMOS

    Responder

  83. paulo jose de sousa

    ago 19, 2013  at 03:05

    Muito bom, porem faltou uma coisa muito importante. Ao professor e coordenador pedagógico é atribuído ações que não são deles, sei disso porque sou professor da rede municipal, convivemos e administramos situações que estão fora do âmbito do processo educativo, o processo de aprendizagem passa necessariamente por uma relação com a família , e esta trás para a escola seus problemas, é preciso um atendimento de serviço social em cada unidade escolar, para atender as demandas pertinentes ao processo educativo dos alunos, ou seja tem que ter uma assistente social em cada unidade escolar.

    Responder

    • Alessandra

      ago 19, 2013  at 03:05

      Concordo com você Paulo, e ainda acrescento que a escola precisa de apoio multidisciplinar, não só de um assistente social mas da ajuda de outros profissionais tais como: psicólogo, auxiliar de enfermagem, psicopedagogo e por aí vai… Temos a necessidade desse apoio pois as crianças apresentam problemas aos quais os professores encaminham as crianças a esses profissionais mas o atendimento é lento e demorado e nos casos de emissão de laudo então piorou, o pior que a própria família não aceita e dificulta tudo..

      Responder

  84. Irley M

    ago 19, 2013  at 03:05

    Propoe autonomia mas não consulta os profissionais da educação sobre as mudanças! Estas sim, serão impostas!

    Responder

  85. Nelson M Leite

    ago 19, 2013  at 03:05

    Essa reforma é muito bem vinda, porém acredito que é preciso “cuidar” do processo de implementação , por isso tenho as seguintes sugestões:
    Da Gestão escolar
    - monitorar melhor e mais próximo as atividades gestoras (tanto administrativas quanto pedagógicas) para que os resultados esperados não fiquem prejudicados
    -criar transparência das atividades escolares para uma administração democrática
    Do corpo docente:
    -investir na formação específica e geral
    -monitorar melhor e mais próximo as atividades docentes
    -garantir as boas condições de trabalho
    Dos demais funcionários
    -investir na formação específica e geral
    Dos Conselhos de Escola e APM
    - monitorar e incentivar a participação eletiva pela comunidade escolar do conselhos de escola e APM para que aja participação e autonomia, segundo o pensamento freireano; que os supervisores escolares cumpram suas funções de fiscalizarem de perto todo o processo eleitoral, bem como a organização e deliberações das assembleias do CE.
    Do Conselho de Classe
    Monitorar de perto e incentivar a participação dos pais ou responsáveis no conselho de classe, avaliando de fato, o rendimento escolar dos alunos.
    Do corpo discente
    Incentivar a criação dos grêmios estudantis
    Diminuir o número de alunos por sala
    Criar regras para casos graves de indisciplina
    Estabelecer um estreitamento das relações entre os conselhos Tutelares, os juízes da Infância e Juventude, a família e a escola para tomada de decisões dos casos gritantes de comportamento inadequados do desempenho escolar

    Dealguma forma ouvir,mais e melhor todos os atores do espaço escolar

    Responder

  86. Sônia Gorete de Oliveira

    ago 19, 2013  at 03:05

    Marcio, gostei do que você colocou. Você viu o Programa Mais Educação- do Governo Federal. A cidade de São Paulo aderiu este ano à este Programa. Nós, das escolas, poderemos aderir e, assim, teremos na escola voluntários e Oficineiros que poderão dar Oficinas para os alunos de Música, teatro, dança, Reforço Escolar. Os voluntários receberão 300, oo por oficina( uma ajuda de custo). Esta é a revolução Cultural da qual você fala, né? Sou diretora de uma escola municipal ( Olha, quem quiser ser voluntário na escola, vai poder).
    Abraços.

    Responder

  87. wiliam

    ago 19, 2013  at 03:05

    AUTONOMIA PARA ESCOLAS: Sim, se os recursos forem descentralizados, com permissão e acesso a usar sua dotação orçamentária conforme as autarquias, as escolas técnicas federais e outras instituições de ensino que gozam deste direito e privilégio tornando-se mais ágeis e eficientes com as tomadas de decisões pelos seus colegiados inernos, permitindo a aquisição, controle e uso dos recursos finaceiros para questão patrimonial, financeira, pedagógica e demais espécies (materiais de limpeza, transportes, material permanente etc), INCLUSIVE possibilitando a criação, tratamento e impressão dos materiais didáticos como livros, apostilas, atividades e roteiros de estudos dentro e pela própria escola estaremos REALMENTE AMPLIANDO A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO PÚBLICA! O que notamos é que enquanto esta autonomia for apenas em parte, sem os recursos financeiros diretamente à escola, mas sendo desviados, fragmentados e cancelados no meio do caminho… Ficaremos reféns das rupturas e mudanças políticas que se sucedem em todos os governos e pós eleições! Uma escola que receba 40.000,00 ao ano para verbas de equipamentos multimídias, impressoras e tv´s ou tablets estará muito menos condenada a ser exemplo de fracassos pedagógico na igualdade de privações, do que .exemplo de sucessos na diversidade de condições!

    Responder

  88. paulo vono

    ago 20, 2013  at 03:05

    REFLEXÕES PROFUNDAS SÃO EXTREMAMENTE NECESSÁRIAS! GRUPOS AINDA ESTÃO DEBATENDO,E POR ISSO,PROPOMOS UMA SIGNIFICATIVA REFLEXÃO:Reprovação de alunos, façamos as contas
    1- dê uma media “baixa” de 03 a 05 reprovações por turma.
    2- faça uma projeção para sua escola no ano de 2015 qUando se dao as 1ªs reprovações. Você verá que as salas ficaram bem cheiinhas com as retenções.
    3- leia no plano do governo quantas escolas a prefeitura vai construir na sua região e tenha em mente sempre que nenhuma criança de 06 anos poderá ficar fora da escola (da sua escola), ou seja a porta de entrada não será fechada.
    O resultado final = se o governo não constrói mais salas, as que estão ficarão lotadas, logo….e outro ponto crucial sobre aperfeiçoamento de professores: chega de sacrificarmos nossas familias aos finais de semana,por causa dos cursos propostos nestes termos(sabadps e domingos):

    Responder

  89. Haroldo Souza de Arruda

    ago 20, 2013  at 03:05

    As provas externas não deveriam ser abandonadas. As Provas da Cidade (em abril e setembro) e as Provas São Paulo (em junho e novembro) eram instrumentos importantes para diagnosticar e acompanhar o nível de proficiência dos alunos (e, por tabela, do trabalho dos professores). Sabíamos, por exemplo, qual gênero textual tinha sido bem trabalho ou não. Em matemática, escala numérica, noções de geometria, porcentagem, etc. No último ano, houve avaliação de ciências (um marco no Brasil!). A Prova Brasil, que pretende ser usada no lugar, ocorre apenas a cada dois anos. É um tempo muito longo! As avaliações externas também têm um caráter democrático: os alunos que estão no 9o. ano fazem provas de bolsas e para entrar na ETEC, por isso há uma espécie de “treino” (é preciso formular uma estratégia para administrar o tempo, depois fazer a produção textual escrita). Tudo isso requer uma habilidade que também se aprende com a prática! Os alunos das escolas particulares têm isso o tempo todo (os simulados). Por que isso foi tirado dos alunos? Por que a Secretaria Municipal de Educação nega esse instrumento aos alunos mais pobres? O prefeito e o secretário deveriam ouvir os especialistas (não os economistas!): todos eles levantam essa questão! Com a produção escrita (30 linhas) das Provas Cidade e São Paulo, os alunos provavam que sabiam escrever! A ideia do TCC é descabida e inadequada para jovens de 14/15 anos!

    Responder

  90. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    ago 20, 2013  at 03:05

    Olá a todos

    Meu nome é Fábio, sou diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO. Estava lendo as postagens de alguns colegas, sendo que nestas postagens alguns acusam a Prefeitura de não ser democrática, pois as propostas antes de serem lançadas não forma discutidas com os educadores. Eu afirmo que é justamente o contrário, o que é antidemocrático foi aquilo feito a cerca de 20 anos atrás, no passado, onde os educadores foram convocados a discutir sim previamente e chegaram em um consenso, por maioria, mas este consenso foi aplicado em toda a rede, sem considerar a realidade de cada escola, então aquilo sim que foi antidemocrático, sob a falsa aparência de algo democrático. Se discutimos uma proposta, por mais ampla que seja a discussão e aplicamos esta proposta a toda a rede, através de um consenso, aí sim estamos sendo ditadores e passando longe da democracia, pois a implantação desconsidera a realidade de cada escola. O que é bom para uma escola, não necessariamente é bom para outra escola, pois as pessoas e comunidades são diferentes e pensam de maneira diferente. O que é bom para a grande maioria da escolas nem sempre é bom para todas também! O que dá certo em todos os lugares do mundo é a escola sempre ter uma autonomia maior e ser senhora do seu destino, respeitando um mínimo apenas de regras comuns. A atual proposta sim é democrática, porque a decisão de reprovar o aluno ou não reprovar será da escola e não de uma camisa forçada que é o ciclo rígido. Se a escola entender que ninguém deve ser reprovado ela não reprovará, caso contrário reprovará, ou seja, uma decisão da escola. Se a escola entender que deve haver dependência ela deixará o aluno de dependência, caso contrário não. Se a escola entender que deve suspender ou transferir um aluno(trocar com outra escola) vai ser uma decisão da escola ou das duas escolas envolvidas(no caso de transferência compulsória), pois a escola ou as escolas sim podem diagnosticar o caso e decidir o melhor caminho, visando o bem do próprio aluno e dos demais alunos e funcionários, ou seja, nenhuma escola será obrigada a suspender ou transferir alunos, somente as que, por consenso de sua comunidade, assim o desejarem. Algumas escolas poderão usar o aumento de verbas para pequenas adaptações, bem como poderão esperar as reformas da prefeitura, ficando a critério de cada escola. Ou seja a proposta atual, da Prefeitura, é sim democrática, pois deixa a decisão a cargo da escola. Antidemocrático é o que alguns propões, que é discutir uma proposta amplamente e depois aplicar o resultado em toda a rede. Chega de soluções iguais para escolas diferentes! Democracia é tratar os iguais de forma igual e os diferentes de forma diferente! Chega de formulas salvadoras! Lutemos pela autonomia das escolas!

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  91. Antonio Sagrado Lovato

    ago 20, 2013  at 03:05

    A Autonomia real prevê que a comunidade escolar (e do contexto que a tem como parte) tenha independência das diretrizes e regras pré-estabelecidas pela secretaria de educação.

    PROJETO ÂNCORA
    EMEF AMORIM LIMA
    EMEF CAMPOS SALLES
    CPCD
    PROJETO ARARIBÁ
    CIEJA CAMPO LIMPO
    ESCOLA INTERATIVA
    ESCOLA LIVRE DE PIRACANGA

    ESCOLA DA PONTE
    SUMMERHILL

    ===
    AUTONOMIA.

    Responder

  92. Sergio Giane

    ago 20, 2013  at 03:05

    Parabéns, finalmente alguém assumiu a sua responsabilidade, isso realmente é para pessoas competentes e comprometidas que realmente querem melhorar e não culpar tudo e todos. Acredito que o novo modelo é melhor, porém sem investimento de maneira inteligente no foco do problema tudo será inútil e a verdade é que a maioria das crianças não aprendem no ritmo normal da escola e necessitam de muito reforço em grupos menores, ou seja, a minha sugestão é a contratação de vários professores por escola com a responsabilidade de ajudar os professores das turmas na alfabetização. Tenho experiência no fund II e vejo que uma criança bem alfabetizada não tem dificuldade para prosseguir nos estudos.

    Responder

  93. Joenilson

    ago 20, 2013  at 03:05

    Achei muito bom as mudanças. Faço uma observação só em relação as disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa. Elas ficaram com menos anos para os especialistas.

    Responder

  94. Jonny Nelson Teixeira

    ago 20, 2013  at 03:05

    Novamente venho fazeruma colocação que acredito der de muita importância. Como a escola vai atrair a comunidade para si, uma vez que muitos pais, alunos, membros da sociedade local estão alheios ao que ocorre na Educação?
    Pensemos…

    Responder

  95. Helena Singer

    ago 20, 2013  at 03:05

    O documento afirma ao longo de todos os seus capítulos a autonomia escolar. “A autonomia é princípio fundamental da gestão (…). Objetiva-se fortalecer a autonomia das Unidades Escolares com maior descentralização de recursos financeiros (PTRF), técnicos (materiais e equipamentos) e administrativos (sistemas de gestão). A ênfase à importância dos projetos político-pedagógicos articulados à gestão cotidiana das Unidades Escolares é fundamental”.
    Excelente afirmação. No entanto, totalmente incoerente com a imposição vertical de uma forma de avaliação: provas bimestrais, com notas de 0 a 10, e resultados expressos em boletins. Ainda mais incoerente com a proposta de tornar a lição de casa obrigatória. E ainda pior em relação à obrigatoriedade de organizar a escola de modo seriado, proposta que está implícita na ideia da reprovação anual ou dependência.
    Estes são aspectos nevrálgicos do projeto politico pedagógico de uma escola. Se a comunidade escolar não tiver a liberdade de debater e formular suas estratégias de organização curricular, ai incluídas as formas de organização das turmas e avaliação da aprendizagem, não é possível falar em autonomia escolar. Aliás, isso está previsto e garantido na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, desde 1996.
    Outro grande equívoco do documento é a forma como prevê a participação das famílias. Afirma-se: “Cabe à escola diagnosticar e orientar os trajetos cognitivos dos alunos. Aos pais e responsáveis cabe acompanhar e participar dentro de seus limites e funções, da vida escolar e do desenvolvimento de seus filhos”.
    Não estão claros quais são os “limites” das famílias para a participação no desenvolvimento de seus filhos. Mas, aparentemente sua função estaria circunscrita a receber boletins com notas expressas em números sobre o rendimento escolar de seus filhos – possivelmente espera-se que as famílias cobrem quando as nota forem baixas – e vigiar a realização de tarefas a serem feitas em casa.
    Certamente nenhuma destas funções descritas no Programa municipal é condizente com a proposta de participação democrática da gestão escolar. As famílias deveriam ser chamadas a participar de forma bem mais contundente da gestão escolar. As famílias deveriam, sobretudo, ser chamadas a participar do processo de (re) elaboração do projeto político-pedagógico das escolas, bem como de seu Regimento Escolar.
    No Programa da SME, não há menção à participação dos estudantes na gestão da escola. Este é outro aspecto obrigatório para que uma gestão escolar possa ser considerada democrática.
    As propostas aqui são, portanto, prever a participação dos estudantes e das famílias na elaboração dos projetos político-pedagógicos e dos regimentos escolares e respeitar a autonomia da escola garantida pela LDB.

    Responder

    • Maria Regina Potenza

      ago 21, 2013  at 03:05

      Muito bem dito, Helena Singer! Aborda os aspectos da participação da família, da Equipe Escolar e dos estudantes (vamos abolir a palavra aluno) para que seja realmente gestão participativa com enfoque na autonomia. Gostaria de lembar mais um aspecto que me foi mostrado em outras conversas: O(A) Diretor(a) das Unidades Escolares é eleito(a) democraticamente???????????????? Como é realizada sua escolha?????????

      Responder

    • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

      ago 23, 2013  at 03:05

      Boa tarde

      Em relação as opiniões expressas, gostaria de lembrar que diretor de escola é um cargo técnico e na cidade de São Paulo é nomeado através de concurso público, que é a forma mais justa e democrática de escolher funcionários públicos. O diretor de escola é uma pessoa que deve ter conhecimentos técnicos, conhecer a legislação e ter experiência como professor, ou seja, faz parte da carreira do Magistério. Eleição de diretor faz sentido em escolas de municípios pequenos onde o concurso muitas vezes é inviável, afinal o município muitas vezes tem uma única escola, desta forma a Eleição é melhor que o critério de indicação política através do prefeito, mas nos grandes centros o diretor deve ser um funcionário de carreira nomeado por concurso. Eleição é por natureza um processo que todo cidadão poderia se candidatar, por exemplo, qualquer um de nós pode querer ser prefeito e caso seja eleito teremos vários assessores para nos ajudar, bem como estaríamos sobre o controle do legislativo e do judiciário, desta forma até um “Tiririca da vida” poderia ser um bom prefeito. Agora o diretor de escola tem muitas vezes que tomar decisões em um segundo, no momento dos fatos, bem como é a pessoa que orienta todos os seguimentos da escola no cumprimento de inúmeras leis, decretos e portarias, desta forma não é um cargo que pode ser ocupado por qualquer um, se for desprezar o conhecimento técnico, daqui a pouco vão inventar eleição para médico! Gestão democrática não passa por eleição de ninguém e sim por um processo em que alunos e pais possam definir, via Conselho de Escola, os rumos da escola, seu regimentos, sua política pedagógica e todos os demais assuntos da vida escolar com grande autonomia. No processo eleitoral não se escolhe o mais capaz e sim aquele que faz a melhor campanha, bem como aqueles que aspiram ao cargo de diretor estarão em plena campanha e infelizmente sabotando o mandado daquele que foi eleito, desta forma prover tais cargos por eleição seria um desastre. Temos que também levar em conta que todas as pesquisar do MEC apontam que as melhores escolas são aquelas que o diretor esta a mais tempo no cargo. Do ponto de vista jurídico muitos municípios e Estados que instituíram o processo eletivo de diretor de escola, tais leis foram derrubadas nos STF, pois a Constituição prevê que os funcionários públicos são nomeados por concurso público. Se a moda pega vão querer fazer eleição para todo quanto é cargo público e trazer um clima de eterna disputa dentro das repartições públicos, que serão geridas por enorme populismo e no final das contas quem será prejudicado é o usuário do serviço público. O Brasil tem tantos cargos eletivos, inclusive maior número que a grande maioria dos países até mais populosos que o nosso, que nossa população não carece de falta de representação e falta de canais democráticos e sim de falta de compromisso daqueles que são eleitos, desta forma criar mais um tipo de cargo sujeito a eleição é só mais uma maneira de trazer mais brigas e disputas dentro do ambiente escolar, criando grupos e panelas da situação e da oposição, onde as decisões são tomadas na base de agradar determinados grupos e pouco pensando na qualidade do ensino em sala de aula ministrada aos alunos. Se tem, por acaso, diretor concursado que é um péssimo diretor, a saída é afastar este diretor para outra função dentro do serviço público e não criar processos eletivos.

      Responder

  96. Paulo Roberto Raiz

    ago 21, 2013  at 03:05

    É preciso tirar poder dos diretores e dar mais poderes aos conselhos de escola, criar cargos de assistente s secretário, acabando com as nomeações, principalmente por amizade. Proffisionalismo tem que ser sério. Apenas autonomia financeira não resolve.

    Responder

  97. CRISTINA RANEA

    ago 21, 2013  at 03:05

    As Unidades terão autonomia para utilizar as verbas recebidas de acordo com a real necessidade, estamos no final de Agosto e o material escolar ainda não foi entregue aos alunos.

    Responder

  98. marcos Augusto

    ago 22, 2013  at 03:05

    Até 2008 era prerrogativa da comunidade escolar através do Conselho de escola a escolha dos assistentes de direção que eram professores concursados e podiam contribuir para a gestão e o bom andamento dos trabalhos da escola, e esse papel os Conselhos de escola sabiam desempenhar com sabedoria a discussão era levada com o objetivo de idetinficar dentro do corpo docente o profisssional daquela UE/comunidade escolar que ofereceria o perfil mais adequado e a experiencia necessária para atender a todos os segmentos e dificuldades do dia a dia de uma escola municipal, portanto pais alunos funcionários professores e equipe gestora se debruçavam na análise de qual seria a melhor alternativa. Essa escolha alem de promovida pela discussão de varias cabeças e segmentos se destinava ao exercicio daquele professor escolhido por um ano sendo que após esse período poderia haver a recondução ou a substituição ou mesmo o professor que não desejasse mais exercer a assistencia poderia dar a vez a outro candidato.Desta forma o Conselho Escolar era um espaço de exercício da gestão democrática trazendo autonomia para as escolas, ao contrário do que ocorrre hoje que os (as) diretores (as) fazem escolhas pessoais trazem profissionais de outras regioes que muitas vezes não tem o mínimo conhecimento da realidade que vão atuar, e o pior de tudo para a escola e para o desenvolvimento da educação o foco do trabalho destes profissionais é só para quem o nomeou. Por tudo isso defendo que a indicação da ocupação deste espaço junto a Gestão Escolar seja delegada novamente aos Conselhos de Escola para que os professores reconhecidamente compromissados com a educação nas suas comunidades possam exercer um trabalho de excelencia.

    Responder

  99. Vanessa Graziela Soares da Silva

    ago 23, 2013  at 03:05

    Realmente a autonomia nas escolas precisa ser mudada rapidamente. Os professores precisam ter os seus próprios espaços, os alunos precisam explorar cada ambiente da escola e assim cultivar cada momento. a capacidade para cada sala tem que ser adequadas, não sendo capaz de colocar mais alunos do que pode e assim sobrecarregar as salas de aula. A escola necessita da sua própria autonomia e tem que ser logo, não ficar esperando pelos outros.

    Responder

  100. Fabrizio

    ago 24, 2013  at 03:05

    Após ler o documento, além de relevar múltiplos erros de português, não encontrei respostas claras para algumas dúvidas:
    1. Como ficam os casos que fogem ao pedagógico, tais como alunos de inclusão? Haverá suporte de especialistas para ajudar nestes casos?
    2. Qual será a relação da retenção com as verbas direcionadas para a escola? Qual será a regra aplicada?
    3. Como serão distribuídas as aulas entre os Prof. especialistas e generalistas?
    4. Como será distribuição dos professores, durante a fase de transição para o ensino de 9 anos, dado que é de se esperar a falta de professores generalistas e o excesso de especialistas?
    5. Dada a experiência na rede estadual com DPs, em que fica claro que esta medida é uma fantasia, de difícil implementação prática, como a nova proposta irá ter melhor resultado?
    6. O que será mudado para que a recuperação, que hoje é ignorada pelos alunos, seja mais efetiva?

    Por fim, o documento lista muitos princípios e diretrizes, mas passa longe de dar soluções práticas ou efetivas, e tão pouco define regras precisas, deixando diversas questões em aberto.

    Responder

    • Wiliam

      ago 24, 2013  at 03:05

      Caro FABRÍCIO, Aqui você erros de ortografias e atém de concordância! São brasileiros que tiveram educação diferente da sua! Apesar desta diferença não os erros que o tornam menos cidadão que você! Talvez este produziu muito mais e foi mais relevante ao país do que muitos que não erram na escrita ou na gramática, nem na expressão oral!

      As respostas claras para algumas dúvidas suas podem ser atendidas PESQUISANDO E participando do CONAE (VEJA NO GOOGLE):

      1. Como ficam os casos que fogem ao pedagógico, tais como alunos de inclusão? Haverá suporte de especialistas para ajudar nestes casos?
      >PROPOMOS NA ÚLTIMA CONFERÊNCIA REGIONAL QUE ESTE ATENDIMENTO SEJA MULTIDISCIPLINAR, COM DIVERSOS ESPECIALISTAS, INCLUINDO O EDUCADOR E O PEDAGOGO; OCORRE que não há real e profunda inclusão hoje, pelo poder público, pois todos os atendimentos são demorados, as famílias sofrem diversas barreiras, além da financeira e excessiva demora, prejudicando laudos e demais documentos, além de atendimentos regulares para atenuar as dificuldades do portador ou deficiente no seu processo de aprendizagem e de inclusão!

      2. Qual será a relação da retenção com as verbas direcionadas para a escola? Qual será a regra aplicada?
      Quanto maior a retenção menor a verba: mas não deverá recair apenas na escola, nos educadores estes resultados negativos! Os pais, o poder público e os atendimentos acima deverão ter suas responsabilidades nestes resultados e índices.
      3. Como serão distribuídas as aulas entre os Prof. especialistas e generalistas?
      Quanto maior os problemas de alfabetização, de exclusão do processo de aprendizagem, maior a necessidade do especialista. Será concomitante, pois cada necessidade e etapa não desenvolvida será estudada e analisada por ambos, em busca da melhor estratégia inclusiva!

      4. Como será distribuição dos professores, durante a fase de transição para o ensino de 9 anos, dado que é de se esperar a falta de professores generalistas e o excesso de especialistas?
      Justamente, por ser a fase onde a escrita e a leitura, além do calcular deverão ser preparadas conforme o nível e etapa de desenvolvimento do aluno, haverá maior concentração destes especialistas, pedagogo, alfabetizadores etc.

      5. Dada a experiência na rede estadual com DPs, em que fica claro que esta medida é uma fantasia, de difícil implementação prática, como a nova proposta irá ter melhor resultado?
      A farsa da DP na rede estadual, DEVE-SE TAMBÉM À CUMPLICIDADE COM ISTO DE TODOS OS ENVOLVIDOS: DIREÇÃO, PROFESSOR, PAIS E ALUNOS! Não podemos generalizar que todos os docentes, alunos e escolas “FINGIRAM” cumprir esta norma e obrigação!! Já ocorre na rede municipal com sucesso as reposições de ausências, com trabalhos e atividades compensatórias, esta cultura favorece o comprometimento dos alunos em torno desta obrigação! Os alunos acabam refletindo tanto a sua família, sua educação de casa, como as relações da escola, entre e com os professores. Neste caso há duas culturas: a séria e a omissa! Será também objeto de orientação educativa quando houver desvios!

      6. O que será mudado para que a recuperação, que hoje é ignorada pelos alunos, seja mais efetiva?
      Minha visão particular é que ENQUANTO os pais não forem cobrados e exigidos, orientados e esclarecidos DE TODOS OS VALORES relacionados a esta participação e superação de atitudes inadequadas, comprometimento e dedicação, nenhuma regra, norma e lei será de fato cumprida, nem pelo aluno, nem pelo cidadão! A família deve assumir sua parte no processo, e não abandonar seus filhos para a escola como se isto fosse somente papel do poder público!

      Por fim, o documento lista muitos princípios e diretrizes, mas passa longe de dar soluções práticas ou efetivas, e tão pouco define regras precisas, deixando diversas questões em aberto.
      Como bem leu, A AUTONOMIA NA ESCOLA É O CERNE das propostas e soluções, se houver diretrizes, não precisa ter autonomia!
      Já existe leis e normas em excesso, mas o bom senso e os princípios elementares todos sabemos como cumprir e quando não convém cumprir, inclusive argumentando com justificativas até importantes! Quem define regras na escola é o coletivo, onde precisamos qualificar os alunos e os pais para participarem mais e intervirem também nas suas regras comuns!

      Responder

      • Fabrizio

        ago 25, 2013  at 03:05

        Prezado WILLIAM.
        Primeiro os erros de português que eu me refiro são do documento e não deste fórum. Não sei por que você entendeu que eu criticava as pessoas do fórum, visto que você não me conhece. Portanto peço que você pondere melhor seu discurso e concentre-se no tema do fórum.
        Aqui o objetivo é discutir a educação na cidade de São Paulo. Mais, erros de português em um documento oficial da prefeitura sobre EDUCAÇÃO são INACEITÁVEIS.
        Vou começar a resposta pelo fim do seu comentário, onde você apenas REPETE o que eu quis provocar com meu comentário: “o documento lista muitos princípios e diretrizes, mas passa longe de dar soluções práticas ou efetivas”.
        Infelizmente seu comentário também não acrescentou nada a discussão de soluções, portanto não vejo motivo para responde-los.
        Visto que os princípios e diretrizes parecem ir de encontro com o desejo da população, seria muito mais produtivo para nossa educação se pudéssemos usar este espaço para buscar soluções práticas, que a prefeitura (inclusive esta nova, visto o caminho que tomou nesse documento) teima em negligenciar, se limitando a fazer discursos bonitos, mas com pouca efetividade.
        PS: Eu sou livre para criticar quem eu quiser e como quiser, e isso não me faz nem MAIS nem MENOS CIDADÃO que ninguém.

        Responder

        • wiliam

          ago 26, 2013  at 03:05

          Tem pessoas que só conseguem ser notadas pelos erros, enganos, equívocos que conseguem sempre perceber e denunciar mais nos outros do que em si mesmas! Enquanto alguns poucos erram propondo, ou sugerindo, outros NADA PROPÕEM, exceto as correções de ortografia ou concordância dos erros de documentos oficiais… Apesar disto perdemos um tempão com estas pessoas, que se acham ainda LIVRES no DIREITO DE CRITICAREM QUEM E COMO QUISEREM, SEM NADA DE MELHOR E BOM ACRESCENTAR DE SI MESMAS! OLHAR MESQUINHO… PRIVADO de memória histórica e social de sua cidade e país, esquecendo-se que esta liberdade que tanto esbanjamos pelo anonimato nas tic´s FOI CONQUISTADA PRINCIPALMENTE PELA LUTA dos que agora propõem mudanças, e ela só consegue ver errinhos de concordância, acentuação e até de digitação… Quiça seja bem remunerado por esta competência.O que é inaceitável é perdemos nosso precioso tempo: Temos arquiteturas velhas do século XIX ainda na maioria das escolas públicas, disto ninguém fala nem propõem mudança! Quem é educador e está nas salas, nas escolas públicas, sabe o que estou dizendo: Uma nova educação necessita de uma nova arquitetura, designer, lay-out, espaços de aprendizagens que sejam antes de tudo, AMPLAS E CRISTALINAS JANELAS PARA A REALIDADE E COTIDIANO do seu tempo ;E NÃO MUROS, PAREDES QUE OBLITERAM ESTA PERSPECTIVA SUPEIOR, mesmo tendo sido os olhos de quem leem, deformados numa escola pública, por docentes públicos! Ahh, deixeiunserrinhosparaosqueapreciamedistraemosquenecessitamdestadiversão..

          Responder

          • Fabrizio

            ago 27, 2013  at 03:05

            Prezado William, desculpe por afetar seu complexo de inferioridade com minha observação sobre erros de português.
            No entanto fiz perguntas CLARAS (já que aqui não é possível usar o recurso do desenho), para as quais o documento sequer arranha uma solução (muito MENOS seus comentários).
            São problema IMPORTANTES, que afetam o dia-a-dia do ambiente escolar e do ensino em São Paulo e que precisam ser SOLUCIONADOS.
            Tudo que você conseguiu devolver foi uma retórica VAZIA e raivosa, totalmente desprovida de cabimento e que, DE NOVO, NÃO RESPONDE AS MINHAS PERGUNTAS QUE SÃO MUITO MAIS RELEVANTES QUE A MINHA CRÍTICA AO ERROS DO DOCUMENTO.
            Tenho DÚVIDAS que eu gostaria que fossem DISCUTIDAS.
            Peço que se você não tem NADA para RESPONDER aos meus QUESTIONAMENTO, não despeje aqui nem sua ladainha retorica politica, nem suas frustrações pessoais.

          • Wiliam

            ago 27, 2013  at 03:05

            Prezado sr. Revisor Fabrizio, continue, como plateia, como corretor ortográfico, juiz dos demais, exceto de vc mesmo, que é o que vc tem para hoje! Veremos, ao final de toda estas frases tuas e minhas, e do processo que se inicia, quem realmente estava certo ou errado! O tempo te responderá qual ambiente escolar público, e todas as necessárias mudanças foram mais consideradas, não apenas por estas manifestações e registro aqui, mas lá, nas deliberações e plenárias populares, onde certamente nunca te encontraremos… És apenas mais um Fake, um noob, um locutor “cortês ” (Como muito bem definiu S.B. de Holanda ” tua cordialidade não é sinônimo de cortesia, de gentileza, de boa educação”) como devem ser todos os que observam de fora, da “periferia” dos centros das decisões e fazem parte de uma classe social preterida, alheia as reais necessidades de seu tempo… Perdeste o rumo e acredita encontrá-lo aqui? Atingindo quem discorda ou se opõe a vc? “Vai Faber, ser gauche na vida…” E se ainda não conseguir, por si, indague às Brisas: onde é meu lugar? Onde estão os meus próximos? E ela te levará aos odores de macarronadas ou pizzas, fast food ou Sala SP… E serenará aliviado: A barbárie não te escolheu, nem te tocou, ainda, para dançar a última opereta de tua biografia! Sejamos útil à sociedade e à educação: troque teu ócio criativo aqui, por participação nas comissões de educação, já em plena atividade na câmara; Ou mude a realidade pelo teu face…,

  101. Leandro Feitosa Nascimento

    ago 25, 2013  at 03:05

    É essencial derrubar os muros da escola, remover as grades e re-construí-la de baixo para cima para então ser horizontal dialogando aluno, professor e comunidade de forma igualitária. No entanto é uma luta em tanto conseguir fazer isso. Espero que a avaliação negociada em parceria com a FE-USp possibilite isso na EMEFM prof Derville Allegretti.

    Responder

  102. Rosa

    ago 27, 2013  at 03:05

    Em relação ao PPP e ao regimento escolar, é necessário que se autorize (já que a escola até quer colocar nos referidos documentos, mas a supervisão nunca autoriza tal medida) as sanções para agressões graves e depredação do patrimônio público. Pois há alunos que agridem (verbal e fisicamente) colegas e professores e o que acontece com eles, nada. Pois atualmente não se pode advertir nem suspender alunos nesses casos. E quando o aluno quebra vidros e carteiras, o que acontece de novo, nada. É necessário haver sanções sérias para inibir alunos a cometer agressões e depredações. Será que isso vai acontecer com a reforma proposta?

    Responder

    • Maria Regina Potenza

      ago 27, 2013  at 03:05

      Olá Rosa:
      Sua preocupação é muito importante. Existem soluções que estão sendo aplicadas envolvendo professores/pedagogos e profissionais especializados como psicólogos, assistentes sociais, neurologistas,psicopedagogos etc, onde cada caso é estudado não apenas para a punição, mas principalmente para intervenção terapêutica. Digo terapêutica porque pode envolver “doença” (genética ou adquirida) diante de comportamentos considerados anti-sociais por parte das crianças e jovens. Como bem disse nosso poeta Mario Pirata: “O que querem de crianças que adolescem entre bombas…pombas?” Medidas educativas também poderiam ser pensadas nas escolas como prevenção a esses comportamentos quando são adquiridos no ambiente, além das terapêuticas que visam tratar comportamentos já instalados. Talvez este seja um sonho só meu, mas acredito no papel da escola educadora que leve as crianças a agir democraticamente de forma socialmente aceitável e não a ser apenas uma cumpridora da lei por que ser infrator envolve punição. Cadeias, Casas da criança estão cada dia mais superlotadas dessas crianças e jovens que já passaram por nossas escolas punitivas. Geralmente são os mais pobres que não podem pagar pelo ensino particular e não tem fonte de exemplo na família. As crianças não tem culpa de ter nascido nesse ambiente, não é? “Como fazer para ajudá-los?” Acho que é isso que deve permear o PPP e o Regimento Escolar mais do que definir punções. Bem, mas é apenas um sonho meu…

      Responder

      • Wil Bil

        set 02, 2013  at 03:05

        PARA se punir ou exigir responsabilidades de danos materiuais ou morais de alunos ou pais, inclusive servidores públicos, É PRECISO QUE EXISTA LEGISLAÇÃO EMVIGOR QUE A TIPIFIQUE! Qdo. um aluno quebra um vidro, picha ou vandaliza qualquer patrimônio público temos que encontrar a legislação que aborda o caso e fundamentar as medidas sócio-educativas, com amparo nos conselhos tutelares e no conselho da escola. As leis precisam ser alteradas, mas nós, devemos identificar as falhas e omissões destas leis e encaminhar mudanças, atualizações e substituições dos possíveis erros que dificultam aos representantes legais de exigir reparação e sanção aos autores dos ilícitos: primeiro coenhecer as leis, depois encaimnhar seja câmara ou vereador/deputado as solicitações destas mudanças. Aqui entram também as entidades de classe, os sindicatos como segmento a reforçar estes encaminhamentos. Afinal, qualidade de vida, cidadania também tem esta possibilidade: o cidadão atua e altera as regras de convivência e de relacionamento social entre os mebros desta sociedade!

        Responder

    • Fabrizio

      ago 27, 2013  at 03:05

      Prezada Rosa, concordo com o que você colocou, e aproveito para deixar o mesmo questionamento: a nova proposta vai criar meios de lidar com o crescente desrespeito dos alunos com os educadores? Não encontrei no documento. Eu ainda acrescentaria medidas disciplinares alternativas, como trabalhos sociais, trabalhos junto a comunidade, incluindo também os pais nestas atividades.

      Responder

  103. PROD FUND II CLEOMENES CAMPOS

    ago 28, 2013  at 03:05

    É absolutamento necessário as escolas possuirem mais autonomia, poder de decisão e de escolha para melhorarem suas prática.

    Responder

    • willifbWiliam

      ago 28, 2013  at 03:05

      Autonomia não é apenas a responsabilidades civil e legal de atos relacionados com a gestão de uma escola e de docentes, principalmente pelos docentes mas deverá incluir os alunos e pais, a comunidade escolar como um todo, sempre de forma gradativa e crescente, ouvindo mais que falando, prescrevendo.. Autonomia real também É receber verbas e recursos diretos, sem nenhuma forma de dependência de terceiros ou de exigências legais para justificar elas, excesso comprovar os gastos conforme as legislações em vigor (notas fiscais e comprovantes legais). Por exemplo: quando NÃO escolhemos livros didáticos ou paradidáticos, FAREMOS ISTO PORQUE nosso corpo docente tem condições de produzir e editar seus próprios materiais, principalmente por contemplar as necessidades e diversidades da comunidade, e não mais por políticas públicas que favoreçam e beneficiem CARTÉIS, que sempre são lobbys poderosos com intenções mais corruptoras e desagregadora dos princípios da igualdade do que seus promotores. Mas para isto ocorrer AS VERBAS PARA ESTA autonomia se concretizar dependemos de recursos exclusivos para isto, além de serem estas atividades REMUNERADAS DIFERENCIALMENTE, seja como Bônus da educação, seja como outro benefício que o justifique pelo seu valor agregado aos alunos, às escolas e aos coletivo, comunidade escolar! VALENDO PONTOS PARA TITULAÇÃO DE CARREIRAS E DE CARGOS! AFINAL, de que adianta ter mestrado e doutorado se os beneficiados nada produzem como autores desta formação?? Nem para seus alunos, nem para seus pares? Que benefício chegou até ao aluno desta relação de investimentos de formação continuada e a edição deste saber até o(s) aluno(s)? Quando uma escola de fato poder exercer sua autonomia estes 3 aspectos básicos e ter as condições para tanto, teremos a real escola democrática: 1) Produção e criação de seus textos, livros, atividades e AVALIAÇÕES REGULARES INTERNAS; 2) VALORIZAÇÃO pela poder e gestão públicas como forma direta de remuneração e de titulação crescentes dos seus autores, homologado e legitimado pelos ALUNOS, COMUNIDADE E DEMAIS COLETIVO com os resultados finais desta escola; 3) A autoria, a inovação, a criatividade devem ser estimuladas em todos os níveis, sempre superando e transcendendo os problemas com soluções que sejam a mais dignificantes e catalisadoras do saber e do conhecimento que reforcem e legitimem todas as formas de autonomias: Cidadã, política, econômica, textual, verbal, oral, cultural, sexual, religiosa, de gênero, de raça e social!

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  104. Marcia O. P. Lebkuchen

    set 01, 2013  at 03:05

    O número de alunos por sala poderia ser organizado pelas unidades e girar em torno de no máximo 28 alunos por turma. As salas com alunos NE’s devem respeitar a legislação de ter 5 alunos a do máximo. Mas não existe número máximo de alunos para o Fundamental II e médio!

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  105. Margarete Monteiro

    set 01, 2013  at 03:05

    Esse tópico me deixa muitas reflexões!!!! Autonomia?? O que pensar sobre autonomia das escolas quando um plano de educação vem de cima para baixo e não considera as dificuldades encontradas no chão de cada escola , que refletem realidades diferentes? O que pensar sobre autonomia das escolas , quando um plano vem pronto e não dá tempo suficiente para as escolas chamarem a sua comunidade , esclarecer as dificuldades e realidade de cada unidade escolar e instruir esses pais para participarem dessa construção , que seria a finalidade dessa “consulta pública”?????
    Falando sobre Gestão Participativa e Democrática – Em primeiro lugar quero defender os gestores: Como dar conta de fazer uma gestão democrática e participativa em escolas tão burocráticas? Um Diretor de escola faz de tudo hoje , menos conversar com a comunidade , com seus professores e seus alunos. Toda Unidade escolar deveria ter contratado através de concurso público um Diretor Financeiro responsável pela parte das finanças e contabilidade da escola , pagamentos , etc…. E , um Diretor pedagógico , envolvido e interessado em resolver os problemas cotidianos e práticos dentro das unidades escolares. E este de fato deveria ter autonomia para construir e elaborar junto com a sua comunidade um regimento próprio , um projeto político pedagógico próprio e a identidade da sua unidade escolar. Trabalhar diretamente com seus professores e coordenadores , motivando , estimulando e resolvendo os conflitos próprios de toda instituição que lida com os aspectos humanos. Fortalecer conselho de escola , Cipa , Apm e compartilhar com todos a responsabilidade de decidir e definir o melhor para sua comunidade. Defendo também o aumento das verbas para as escolas e maior flexibilidade para usá-las , é lógico que também entendo a importância das contas da escola ser apresentada para pais e comunidade , como prova de uma boa administração e uso do dinheiro público.
    Também acho de suma importância a presença de gestores durante todo o dia nas escolas , por esse motivo defendo , seis horas de trabalho e dois Diretores por unidade escolar.

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  106. JOÃO DOMINGOS SAMPAIO

    set 02, 2013  at 03:05

    PENSANDO NOS TEMPOS

    Um dos maiores ganhos na unidade onde atuo foi termos construído a HORA ATIVIDADE COLETIVA. Os professores que lecionam no 3º Ano, no 8º Ano ou em qualquer série e ano tem um momento que se encontram para discutir assuntos e propostas de atividades semanais para aquela série ou Ano específico. Os resultados são promissores. É só repensar o Horário e destinar uma das três horas atiividades e troná-la coletiva para os professores de uma referida série ou grupo de professores, tais como Lg. Portuguesa, Lg. Inglesa, Arte eHIstória e outro horário para Matemática, Ciências, Geografia em outro momento. A HAC é possível, ela acontece no CEU EMEF JAGUARÉ.

    DOMINGOS

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  107. wilson

    set 02, 2013  at 03:05

    É preciso desamarrar as amarras da escola e deixá-la mais democrática, o diretor e os conselhos deviam ter autonomia onde e no quê gastar as verbas que deveria ser aumentadas. É preciso trazer as famílias para escola e fazer um conselho de escola e APM fortes para fazer uma melhor gestão dos recursos.
    Na construção do PPP que é a alma da escola todos devem ser convidados, devia ter propaganda na Televisão o tempo inteiro chamando os pais para assumirem seus papéis na escola. Para uma escola dar certo é preciso parceria da comunidade com a equipe gestora da escola.
    obs. É preciso dar mais autonomia para os gestores, hoje o diretor não consegue nem mesmo oferecer uma vaga para uma criança que está fora da escola. É preciso qualificar os docentes e cobrar empenho e dedicação em serviço, nunca vi ninguém ser punido por inaptidão e sabemos que temos muitos professores que fazem de tudo menos dar aula.
    Wilson

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  108. Rui

    set 02, 2013  at 03:05

    GESTÃO PARTICIPATIVA E DEMOCRÁTICA: sintagma nominal sem nenhum significado real em determinados discursos eleitoreiros muito em voga no Brasil, sobretudo em programas destinados à área da educação pública. Muito utilizado quando o órgão ou gestor público pretende escamotear interesses ou omitir informações a uma população, comunidade ou classe. Ocorre em geral em documentos produzidos por especialistas ou burocratas, sem nenhum vínculo efetivo com a realidade a que faz referências. Documentos esses impostos àqueles que, em uma relação de fato democrática, teriam o direito constitucional de produzi-los e implementá-los. Trata-se de um artifício de manipulação das consciências e opiniões e costuma antecipar projetos escusos de poder, além de preparar, no âmbito da administração pública, desvios ou uso indevido de recursos obtidos por meio dos referidos projetos, salvo exceção.

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  109. Rosana Gaal

    set 03, 2013  at 03:05

    O fortalecimento da autonomia das Escolas é de extrema importância para garantirmos a implementação das ações do Projeto Político Pedagógico com qualidade.
    O PTRF tem sido um recurso essencial, onde cada Escola pode gerenciar esta verba de acordo com seus projetos e necessidades, aprimorando assim suas ações.
    Infelizmente, neste ano de 2013, houve um corte significativo no valor dos repasses da verba do PTRF. Só a minha Escola receberá em 2013, R$ 9.300,00 A MENOS do que recebemos em 2012. A diminuição de recursos para a Escola afeta de forma negativa o trabalho pedagógico.É preciso investir de verdade na Educação, inclusive na questão financeira.

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  110. REGIS ALVES DE OLIVEIRA

    set 05, 2013  at 03:05

    Os recursos financeiros como PTRF, não deveriam ser utilizados de maneira tão burocrática, por exemplo exige-se três orçamentos para os gestores poderem adquirir recursos, mas não existe lei que obrigue os comerciantes a emitirem tais orçamentos, as lojas criam enorme dificuldades para fornecer esse levantamento de preços, para prestar contas apenas pode ser utilizado cheque, para facilitar a compra deveria ser permitido o uso de cartão de débito. Disponibilizar também recursos como esses para contratar formação para professores é uma medida fundamental na escola que muda constantemente.

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  111. Ma

    set 06, 2013  at 03:05

    Deveria voltar o cargo de auxiliar de direção, como apoio a cada período, pois depois que se tirou esse profissional todo o problema de indisciplina cai sobre o coordenador pedagógico, que não consegue realizar a sua função integralmente. Além disso as funções de cada gestor deve estar muito clara para todos os profissionais da escola.

    Deveria haver um coordenador pelo menos por período e um só p a EJA, pois é humanamente impossível realizar um trabalho de formação adequado e estudar p tal tendo que dar conta de tantas tarefas, como indisciplina, entrada e saída de alunos, brigas no recreio, brigas entre alunos, entre professor e aluno, entre professor-professor, recuperação paralela, projeto mais educação, ampliar, educação especial, estagiários, relatórios e planilhas a serem preenchidas, prova SP, prova Brasil, eventos na escola etc. etc.
    Além disso, a jornada do coordenador pedagógico deveria ser de 40h/a, como uma JEIF, em que se cumpriria 36h/a na escola e 4 em casa, destinadas a estudo, pois na escola é impossível realizar uma leitura ou assistir a um filme para preparar uma pauta de uma jeif ou de uma reunião pedagógica. Se alguém vir o coordenador lendo, acha que ele não está trabalhando, pois muitos pensam que o coordenador só está trabalhando se está “apagando fogo”, chamando a atenção de alunos, resolvendo conflitos, realizando registros de ocorrências etc. Deveria ser possível, assim como ao professor de NII, ter-se um dia livre. Assim, quem sabe o coordenador poderia investir mais em sua formação. 30h para o coordenador também! Vocês estavam falando da pressão do professor e dos ates. E o que o coordenador suporta? Toda pressão que o professor passa ou que o ATE passa nos pátios ou corredores acaba onde? Sempre na sala da coordenação, como se o coordenador tivesse a chave para todos os problemas da escola! Os coordenadores estão adoecendo!!!

    Deveria ter pelo menos um ATE para auxiliar o coordenador pedagógico, enfim deveria haver um cargo de assistente pedagógico que pudesse auxiliar o coordenador pedagógico nas tarefas de organização etc.

    Em cada escola deve haver um orientador de alunos, mais inspetores, psicólogo e psicopedagogo, entre outros profissionais que poderiam trabalhar pelo menos uma vez por semana em cada escola.

    O cargo de assistente de direção não pode ser cargo de confiança, deve ser por concurso ou eleito pelo conselho, pois desde que houve a escolha do assistente pelo diretor, é difícil vc. vir um diretor que cumpra bem o seu trabalho. Os assistentes viraram diretores de períodos e os coordenadores viraram assistentes e inspetores. Isso é um absurdo. Claro que há diretores maravilhosos, que fazem mais do que deveriam ou poderiam, entretanto é raro um diretor que cumpra direito a sua jornada e o seu papel, e uma escola que não tenha um líder único que garanta a unicidade de toda a instituição nunca terá sucesso.

    As famílias devem ter condições de acompanhar o desenvolvimento dos filhos na escola. Mães solteiras deveriam ter uma renda maior por criança na escola, mas essa renda não poderia ser vinculada somente à frequência do aluno, mas também ao seu rendimento. Enfim, os problemas sociais devem ser amenizados para que as crianças consigam estudar com mais sucesso. Deve haver parceria entre o social, a saúde e a educação.

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    • Marcos Augusto

      set 06, 2013  at 03:05

      Oi Boa Noite Ma
      Concordo com a sua afirmação de que deveria voltar o assistentente de período que era um dos professores titulares que era escolhido para auxiliar nos trabalhos de atendimento aos alunos e professores, estes auxiliares percorriam as salas apoiando o desenvolvimento do trabalho pedagógico, esse era o foco de sua ação, a partir da indicação dos assistentes pelo diretor houve uma mudança do foco e o atendimento aos alunos e professores foi abandonado. O assistente passou a ter olhar e ações para o atendimento do administrativo e do gestor.

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  112. Rubens dos Santos Branquinho

    set 09, 2013  at 03:05

    No item gestão (2.5) o documento observa o baixo nível de autonomia das escolas. Apesar de considerar que em algum nível as escolas devem funcionar como uma rede e da minha experiência limitada às poucas escolas em que trabalhei, concordo com o documento quando este refere que os regimentos escolares estão defasados e são pouco claros quanto aos direitos e deveres dos diferentes segmentos da comunidade escolar e frequentemente omissos quanto aos aspectos disciplinares. A indisciplina dos alunos consequência de muitos fatores tem sido relatada como a maior causa do afastamento do trabalho por parte do professor. Considero que deve ser desenvolvido todo um projeto com múltiplas estratégias voltado a diminuir a indisciplina, porém frente a isso indago: qual é o nível/limite de autonomia das escolas com relação a sanção de atos de indisciplina e mesmo violência?

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  113. EMEF PROFESSOR FERNANDO DE AZEVEDO
    SÍNTESE DA DISCUSSÃO DA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DA RME, REALIZADA COM OS PROFESSORES
    04/09/2013
    GESTÃO DEMOCRÁTICA E REGIMENTO ESCOLAR

    Como trabalhar para que a escola seja de fato um espaço de participação democrática? As relações entre escola e comunidade, não se dão por meio de regulamentações legais. É necessário que se construa o relacionamento colaborativo no dia a dia, com ações frequentes.
    Tais ações precisam sem previstas, planejadas e executadas pelo coletivo da escola em parceria com a comunidade, de modo que os tempos e os espaços destinados ao investimento na gestão democrática da escola devem ser garantidos em calendário escolar, para além das reuniões mensais.
    Os professores sugeriram que a própria SME estabelecesse meios de verificação da efetivação desta proposta.
    A transparência seria a melhor forma de se garantir a participação, caracterizando-se desta forma a gestão mais participativa; a participação de fato poderia ser implementada através das redes sociais que a escola possui; capacitação dos alunos no processo de aquisição da consciência da importância de seu papel na participação da gestão democrática escolar; papel do representante escolar na representação de seu segmento.

    Regimento Escolar: somos favoráveis ao Regimento Escolar, que deve ser elaborado de forma clara, com a participação de todos os envolvidos e com amparo legal. Conforme a LDB a escola possui autonomia em sua organização, portanto que se respeite esta autonomia e as deliberações do Conselho de Escola neste processo.
    Área de grande interesse para os professores, o Regimento é importante para sustentar as decisões para a vida prática e cotidiana da escola. Estabelecer regras de convivência escolar é um aprendizado para o aluno viver em sociedade, aprender que respeitar as regras e saber que suas ações terão consequências.

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  114. Síntese da discussão realizada com pais, mães e responsáveis.
    Proposta de Reorganização da RME – 05/09/2013

    Turma Nº de Participantes Turma Nº de Participantes
    5ª A 08 1º A 16
    5ª B 15 1º B 11
    5ª C 14 1º C 11
    5ª D 19 2º A 09
    6ª A 16 2º B 09
    6ª B 18 2º C 15
    6ª C 20 3º A 18
    6ª D 14 3º B 14
    7ª A 12 3º C 19
    7ª B 14 4º A 15
    7ª C 16 4º B 18
    7ª D 14 4º C 17
    8ª A 18 4º D 09
    8ª B 23 5º A 08
    8ª C 16
    8ª D 18 TOTAL GERAL 444

    Com objetivo de promover uma reflexão sobre as mudanças propostas no Programa de Reorganização Curricular da Rede Municipal de Ensino, a EMEF Prof. Fernando de Azevedo oportunizou para a comunidade educativa um processo de identificação dos pontos mais relevantes do documento e de entendimento dos pais, e cada grupo de professores do fundamental I e II realizou a apresentação dos indicados a possíveis alterações: ciclo, lição de casa, currículo, retenção, escola integral, gestão democrática.
    A partir da exposição de questões norteadoras e identificação de dúvidas frente a termos técnicos do universo escolar, o grupo de pais e educadores apresentaram as seguintes ponderações:
    • Na reorganização do processo de ensino-aprendizagem nos Ciclos do Ensino Fundamental, os pais consideraram que a retenção no final do Ciclo de Alfabetização (1º ao 3º), do Ciclo Interdisciplinar (4º ao 6º), e do Ciclo Autoral (7º ao 9º) poderá solucionar as dificuldades que os filhos apresentam na aprendizagem, motivo alegado como responsável pelo baixo rendimento escolar; além disso, acreditam que o melhor seria se a retenção ocorresse ao final de cada ano, justificando que dessa maneira haveria maior comprometimento por parte dos pais e dos alunos, além de não aprovar “alunos que não sabem nada”.

    • No oferecimento de atividades para realização fora do horário de aulas, ou seja, a lição de casa, os pais consideraram como uma medida importante para o processo de ensino- aprendizagem, mas alertaram para o fato de ser muito difícil cobrar os filhos: sugeriram que um tema gerador poderia facilitar o acompanhamento das tarefas; ou ainda organizar um grupo de pais que pudessem acompanhar o desempenho escolar da turma. Nessa mesma linha de raciocínio, relevaram sobre a importância de apresentar vários instrumentos para avaliar os alunos; afirmaram que o professor tem o olhar para o todo (desenvolvimento global do aluno) e que apenas avaliações como provas não expressam isso; alguns criticaram o fato de haver avaliação bimestral, justificando que o aumento na quantidade de provas não tem relação com o quanto o aluno aprendeu. Aprovaram os resultados com notação de zero a dez [0 a 10] porque acreditam ser mais fácil de compreender.

    • Na perspectiva do trabalho com o Currículo, os pais aprovaram a interdisciplinaridade, porque entenderam que o dialogo entre as disciplinas facilitaria a compreensão dos alunos, ampliando sua visão quanto ao desenvolvimento nas áreas; alguns pais ainda citaram a importância de haver pessoas capacitadas que conheçam a realidade da escola para elaborarem os conteúdos.

    • Na implementação da Escola Integral, os responsáveis entendem que somente atenderá a necessidade de formação global do aluno desde que sejam oferecidas atividades diferenciadas como música, teatro e não sobrecarreguem as crianças; os pais ainda questionaram como seria o acompanhamento dos alunos no período integral e nas possíveis saídas da escola (escola versus espaços culturais); ressaltaram também a falta de estrutura para receber os alunos no contra turno devido a falta de espaço físico.

    • Na estruturação da Gestão Democrática, acredita-se que somente será efetivada se houver real envolvimento da comunidade nas tomadas de decisão da escola; ainda propuseram que a escola deveria ter mais autonomia para agendar mais reuniões e debates com a comunidade.

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  115. Emei Amacio Mazzaropi

    set 13, 2013  at 03:05

    A equipe de educadores da Emei Amacio Mazzaropi ao debater a Proposta de reorganização curricular percebeu que muitas questões por estarem em aberto apresentam “dupla” interpretação. Acreditamos que o Debate é a construção de uma política educacional comprometida com a equipe docente, discente e comunidade precisam ser sustentadas por uma discussão muito maior, mais aprofundadas teoricamente e mais abertas a participação de todos os envolovidos. Nós educadores defewndemos que a prefeitura crie um Congresso Municipal de Educação para discutir e aprovar Reforma Curicular. Este congresso pode representar os segmentos da escola (pais-estudantes-educadores) e após aprofundado o debate, legitimar ou não os pontos polêmicos apresentados na Proposta.

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  116. EMEF PEDRO GERALDO SCHUNCK

    set 14, 2013  at 03:05

    Os recursos do Programa de Transferência de Recursos Financeiros (PTRF) são fundamentais para o bom desempenho das ações educativas na escola. Entretanto, o valor transferido por alunos sofreu uma alteração (para menor) no início deste ano.
    As escolas necessitam de mais verba para dar conta de todas as demandas pedagógicas e de manutenção que temos. Por isso, solicitamos um novo estudo para que seja atualizado o valor e recuperado o poder de compra que esta verba necessita.

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  117. José Valdene Tavares de Oliveira

    set 15, 2013  at 03:05

    Quanto a Gestão, há uma contradição cristalizada, tanto em relação a democratização, quanto a descentralização. Pois, o que acontece de fato é uma centralização do poder na mão de uma autoridade heterônima (Diretor) quando assume um cargo vitalício, e acaba transformando a escola em uma ilha, isentando-se do crivo avaliativo da comunidade local. Portanto, entendo e defendo que o cargo de Gestor deva passar por um processo de eleição na comunidade, como assim foi no ano de 2003 para o cargo de gestor dos CEUs da cidade de São Paulo.

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