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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
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Especialistas e professores falam da avaliação externa e como essa ferramenta ajuda na melhoria do ensino, indentificando problemas e apontando caminhos.
O Mais Educação São Paulo propõe um novo tipo de avaliação, adequado às mudanças contidas no programa.

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Discussão - 24 comentários
  1. ANTONIO DIAS NEME

    set 13, 2013  at 15:12

    Avaliação externa – Melhoria na educação

    Recursos para aprender e ensinar melhor…

    “A escola que fazia o estudante aprender para passar nas provas agora ensina para ela mesma ser aprovada”.

    Avaliação não é ameaça

    A avaliação é um recurso insubstituível do professor.
    As provas devem servir para acompanhar o processo de aprendizagem do aluno, e nunca ser temidas como sentenças
    Julgamentos e estimativas são sempre necessários. Um simples olhar avalia uma vaga de estacionamento ou a deselegância de um gesto. Uma rápida operação mede a pressão arterial ou verifica o saldo bancário. Somente a análise complexa, no entanto, diagnostica um paciente ou uma grande organização. Avaliações educacionais, por sua vez, verificam habilidades de alunos e o desempenho de redes escolares. Os objetivos, nesse caso, são tão diferentes quanto os de exames médicos que orientam tratamentos ou de provas para certificar profissionais e classificar serviços.
    As avaliações mais importantes são as que orientam o ensino, integradas ao processo de aprendizagem, e não simples provas periódicas. Ao propor uma gincana em que as crianças escrevam bilhetes anônimos e numerados, com instruções para ações dos colegas, a professora que acaba de assumir uma turma desenvolve uma boa socialização enquanto verifica as competências de ler e escrever de cada um. Atividades desse tipo, da Educação Infantil ao Ensino Médio, revelam mais do que provas. Porém, o uso delas é tão raro quanto o de diagnósticos iniciais. O resultado disso é que, às vezes, expectativas de aprendizagem equivocadas somente são percebidas quando já é tarde demais.
    Quando as turmas são grandes, em vez de levar pilhas de trabalhos para corrigir (e às pressas, pois a vida é curta), é melhor o professor instruir os estudantes para que se auto-avaliem em atividades de classe ou de casa. Sabendo contornar possíveis limitações, a escola pode orientar as famílias para se tornarem parceiras no processo, mostrando os objetivos das etapas do ensino e o que será verificado em provas parciais. As finais ganham a função de confirmar e certificar o trabalho, mas insucessos põem em questão a própria escola.
    A qualidade da Educação deve ser aferida, e as provas gerais têm esse papel, nem sempre bem interpretado. Classificar escolas lembra “coisa de mercado” e, como provocação, eu diria que a escola que fazia o estudante aprender só para tirar boas notas nas provas – como alguém que cuida da saúde só para passar no exame médico – agora também ensina para ela mesma ser aprovada.
    Avaliações como a Prova Brasil permitem planejar o aperfeiçoamento de escolas e redes. Já o Exame Nacional do Ensino Médio, o Enem, foi concebido para que cada jovem, ao fim da Educação Básica, possa mostrar as competências adquiridas para se expressar, compreender, intervir, argumentar e propor, mas também pode servir para apontar a uma escola como está o desempenho médio dos estudantes.
    Cabe a esses exames orientar, e nunca “carimbar” uma instituição – e é bom evitar comparações absolutas entre escolas e professores atuando em situações diversas. A sociedade e o Estado precisam saber que quem trabalha em condições difíceis e com público carente está na trincheira da eqüidade social e do desenvolvimento, sendo assim a vanguarda – não a retaguarda da Educação.
    Em síntese, em quaisquer circunstâncias, avaliações são meio ou confirmação de nosso trabalho, nunca sua razão de ser. Assim, devem ser vistas como recursos para aprender e ensinar melhor, nunca temidas como sentenças, nem pelo aluno nem por nós.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

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    • Ely Paschoalick

      set 14, 2013  at 15:12

      Do início ao final deste filme documentário onde participam especialistas da educação paulistana percebemos a avaliação como instrumento de competição onde os melhores são os escolhidos e os piores os excluídos. Partindo deste princípio, quase que a função da escola poderia ser separar os melhores dos piores e oferecer escola apenas a um deles pois se tudo deve ser coletivo e ao mesmo tempo é impossível fazer diferente.
      Não será possível pensarmos em uma escola e uma sociedade mais pacífica onde um seja colaborador do outro? O filme fala tanto em competição e escolha dos melhores que nos comentários propõe-se competições e gincanas como medidas avaliativas. Então temos que mudar a LDBEN 9394/96 quando a mesma fala em educar para a cidadania pois me parece que as avaliações são um grande instrumento de guerra.
      Ademais, como professora que sou e fui não há necessidades de corrigir as avaliações para saber o quanto de nota cada aluno vai receber pois conhecendo-os e acompanhando seu aprendizado, com certeza, sei perfeitamente do que ele é capaz e o quanto ele obterá em uma avaliação. Bem, pelo menos é isto que eu presencio quando colegas dizem a seu aluno: “O que aconteceu com você? Você sabia tudo da prova e sua nota foi baixa! ” Ou mesmo ao contrário. E com você que ministra aulas a seus alunos, nunca lhe aconteceu de saber independentemente do resultado das avaliações saber se seu aluno sabe ou não o conteúdo ministrado?
      Penso que é hora de pararmos e reavaliarmos o papel da escola, o que entendemos por qualidade. de educação, instrução ?
      Estas avaliações externas gastam rios de dinheiro e são extremamente desnecessárias para a correção de rotas no aprendizado que por sinal é um processo no qual o professor e o aluno são os mais envolvidos.
      Creio em um mundo melhor a partir da escola! Creio em uma diversificação de processos para uma diversificação de pessoas. Não se trata de uma escola fabril onde alguém fica na esteira final do produto separando de um lado o que está perfeito para o mercado consumidor e do outro o que deve ser refugado. Estamos mexendo com gente! Singular e única! Chega de colonização. Chega de massificação! Temos que ter uma escola que ofereça condições a todos e a cada um superar-se a si mesmo e colaborar para que o outro seja cada vez melhor. Utopia? Não, creio que isto seja possível, mas nunca em um ambiente de provas classificatórias.
      Desculpe-me discordar do Senhor professor Fernando Almeida. Desde quando o que é bom para outros países é bom para nós? O que o senhor me fala da educação em grandes países? Problemas de analfabetos funcionais é um grande problema da educação americana para não citar outras e pequenos países como Dinamarca e Suécia são democráticas e não possuem avaliações externas para seus alunos apesar de uma ir muito bem e aumentando a qualidade e outra estar em crise, piorando a qualidade principalmente depois que foi dominada por “sistemas educacionais” que nada mais são do que livros apostilados.
      Mas o que precisamos é olhar para o Brasil, para os brasileirinhos e brasileirinhas e também com um olhar de nossos grandes cientistas da educação como Paulo Freire, Cecília Meireles, Lauro de Oliveira Lima e poderia citar mais nomes. Aliás, o professor poderia ler os Manifestos da Educação de 32 e 59 reeditado por seu líder, o Sr. Haddad, quando ministro da educação.
      Só falta vocês, grandes e pequenos guerreiros e fomentadores de pequenas guerras, oferecerem prêmios aos professores dos alunos que obtiverem os melhores resultados nas avaliações… “A competição é a pequena guerra que legitima a grande”. E, por favor, me prove que avaliação externa é um ato democrático. Não consigo entender! Até compreendo que pode ser um instrumento de nivelação de igualdade na democracia que não respeita as minorias. Mas será que é esta a democracia que queremos construir para os brasileiros?

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  2. Edna Maria Armellei Martins

    set 13, 2013  at 15:12

    A avaliacao externa é importante.Mas, o que acontece com a colocacao dessas avaliacões.As DRES se apropriam de um discurso e comecam com pressões impositivas e coercivas sobre quem….quem…PROFESSO
    RES.Uma escola onde, professores tem consciência da importância de seu papel as dificuldades serão maiores pois,haverá um choque de idéias que por vezes não são bem trabalhadas e discutidas. Há uma ilusão de hierarquia onde, todos querem mandar e nada funciona.Se a escola tem que mudar, os olhares devem ser focados num mesmo sentido e, para que isso aconteca é necessário trabalhar isso com integracao,formacões coletivas de trabalho pois, todos somos educadores.

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  3. Mariah

    set 13, 2013  at 15:12

    Bom,eu não gostei de saber que nos teriamos provas bimestarais

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  4. clara camei Camargo

    set 13, 2013  at 15:12

    Acho que pode ser uma coisa boa, avaliações com prova podem nos ajudar com outras escolas de metodo normal. As lições de casa podem melhorar nosso aprendizado e ajudar, mas com isso deveria vir tambem uma ajuda a mais dos professores. É preciso avaliações melhores, acho que provas bimestrais ajudariam muito.

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  5. Camila campos oliveira

    set 13, 2013  at 15:12

    Na minha opinião esse novo projeto é muito bom, porque ter provas pode ser otimo para o nosso futuro saber como funciona as outras escolas como é o metodo normal.E quando sairmos da escola vamos saber melhor como funciona.
    E ter provas é um jeito melhor de avaliação do aluno como ter outras aulas apartes como geografia ,história etc… Não só essas matérias nos roteiros e sem auxilio

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  6. Lúcia donattelo

    set 13, 2013  at 15:12

    Em minha opiniao provas sao uma boa escolha mas, em relaçao as notas nao sao desnecessarias pois a pessoa nao depende de algo para lhe avaliar e a questao das repetencias acho que eh algo bom para aderir mas, deveriam pensar bem nessa questao pois muitas pessoas tem um bom potencial mas nao acompanham o ritmo dos roteiros por esse motivo acho importante ter uma prova de finalizaçao para avaliarem o aluno se ele tem condiçoes de passar para a serie seguinte

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  7. Ondina dos Anjos

    set 13, 2013  at 15:12

    Estou cursando Pedagogia, ao meu ver, a avaliação, em todos os aspectos, é importante desde que a instituição e os professores tenham acesso ao resultado. Já que o intuito da avaliação é mensurar o andamento do desenvolvimento de aprendizagem do aluno, cabe ao corpo docente saber em que poderá melhorar para contribuir para esse desenvolvimento , pois a perspectiva é uma só, que o aluno apreenda e e a instituição juntamente com o corpo docente melhorem sua forma de intervenção.

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  8. Luiz Roberto Guimarães

    set 13, 2013  at 15:12

    Meu filho estuda na EMEF PROFESSOR GILMAR TACCOLA, e não tem quadra ideal para que os alunos praticam adequadamente aulas de Educação Fisica?
    Onde posso recorrer para que isso seja solucionado, ja estive conversando com a Dra da Escola e a mesma informou que ja existe um projeto porem falta aprovações? Gostaria de maiores informações. Obrigado!

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  9. Ação Educativa

    set 13, 2013  at 15:12

    Apesar de manifestar que seu ponto de partida são as normativas educacionais, em especial a Diretrizes Nacionais aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação nas últimas décadas, e de afirmar o compromisso com uma Proposta ampliada de avaliação de políticas e de aprendizagem (processual, diagnóstica, formativa etc), o Programa cita apenas o IDEB como principal indicador de avanço na política educacional e destaca as provas bimestrais como instrumento central da avaliação de aprendizagem.

    As provas bimestrais – se adotadas – devem ser “um” componente do processo de avaliação e da composição da nota que será divulgada no boletim escolar para as famílias. Composição que deve contemplar a autoavaliação do estudante e a avaliação de outras dimensões importantes da aprendizagem, em sintonia com que prevê as Diretrizes Nacionais do Conselho Nacional de Educação. Há que se promover, também, um amplo debate sobre os critérios, formas e processos avaliativos.

    É importante observar que o boletim deve ser enviado para as famílias com explicações sobre os critérios de composição de nota e orientações adequadas para que se construa um acompanhamento positivo das famílias, sem recair em atitudes que penalizem crianças e adolescentes pelo desempenho insatisfatório.

    Com relação à avaliação de implementação da política, é fundamental outros processos de avaliação que venham se somar às avaliações de larga escala, que têm o IDEB como principal referência, como por exemplo, os processos de autoavaliação participativa, envolvendo as comunidades escolares.

    A avaliação das unidades educacionais, realizada por meio de processos participativos, contribui para que os membros da escola avaliem, descrevam, interpretem e julguem as ações do Projeto Político Pedagógico, redefinindo ou fortalecendo prioridades, rumos, exigências, formas de acompanhamento e negociação dos trabalhos e ajustes necessários para a melhoria das atividades e do ambiente escolar.

    Essas experiências possibilitam articular a avaliação de desempenho dos estudantes com outros dados relacionados ao contexto escolar– condições estruturais e processos. Permitem também uma melhor compreensão sobre como as diferentes desigualdades e discriminações (étnico-raciais, de gênero, por deficiências, territorial, de orientação sexual, campo/cidade, entre outras) impactam a realidade dos/das estudantes, dos/das profissionais de educação, das comunidades escolares e da implementação da política educacional.

    É importante destacar que quando incorporada ao cotidiano das unidades educacionais, as avaliações participativas possibilitam o fortalecimento dos órgãos coletivos e colegiados das escolas como o Conselho Escolar, as Associações de Pais e Mestres e o Grêmio Estudantil, além de outras formas plurais de organização presentes nas comunidades escolares. Servem ainda como um importante instrumento para possibilitar o diálogo e trabalho conjunto com os órgãos intermediários e supervisão escolar.

    O conjunto de informações, ideias e Propostas gerado por tais processos participativos é precioso para que os gestores e as gestoras educacionais aprimorem a gestão, a formulação e a implementação das políticas educacionais no município ou estado. A capacidade de escuta e de encaminhamento consequente, pelos gestores educacionais, das Propostas que emergirão das escolas e comunidades pode levar o município a avanços concretos na qualidade educacional.

    Para além da avaliação de aprendizagem e Institucional, destaca-se ainda a necessidade de monitoramento da implementação e avaliação do Programa e nesse sentido deve-se ampliar o investimento em pesquisas e estudos acerca da política e seus resultados.

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  10. Daniel Maldonado

    set 14, 2013  at 15:12

    Profissionais da Educação e comunidade escolar.

    As avaliações externas não representam em nada a realidade que nós vivemos na prefeitura de São Paulo. Existem crianças que não possuem alimento em suas casas, são filhos de traficantes e estão expostos a violência extrema diariamente. Eu queria saber se o IDEB mede isso?

    Os professores realizam avaliações, mas eu queria saber como que um professor que possui 800 alunos, pois trabalha em três escolas, consegue realizar provas bimestrais e avaliações de recuperação e acompanhamento. Todos nós sabemos que isso é impossível!!!!!!

    Eu também queria saber porque as avaliações externas só se preocupam em analisar língua portuguesa e matemática. Será que ninguém vai dizer que precisamos melhorar as estatísticas para que o Banco Mundial continue mandando recursos para o nosso país??? Será que ninguém vai comentar que aumentar as estatísticas de alunos na escola é um pacto mundial e o nosso governo acaba assinando esse pacto e não se preocupando com a qualidade da educação?

    Quando que nós vamos começar a falar o que realmente importa? Quando nó vamos valorizar a carreira docente? quando nós vamos ter profissionais especializados para ajudar os alunos com necessidades especiais e sociais? Quando nós vamos tornar a escola um espaço de formação e construção coletiva de verdade? Quando os professores serão protagonistas do seu trabalho e não terão que engolir propostas sem nenhuma fundamentação epistemológica e filosófica?

    Caros amigos, se essas coisas acontecerem, fiquem tranquilos, todos os alunos serão avaliados corretamente.

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    • ElyPaschoalick

      set 15, 2013  at 15:12

      Caro Daniel Maldonado
      Você conseguiu com perguntas levar o leitor a pensar sobre as vantagens da “política para inglês ver”: aumentar as estatísticas. O mesmo motivador que levou o político governador de Minas Gerais transformar o pré-escolar com os 8 anos há muito praticado como obrigatório em 9 anos de escolaridade no Ensino Fundamental. Acoplado a uma intensa propaganda de que Minas era o único estado que oferecia 9 anos de educação, o sucesso da mudança na nomenclatura foi tão eficaz que depressinha os políticos governantes do Brasil adotaram a mudança da nomenclatura propagando que o Brasil oferecia, a partir de então, nove anos. As editoras rapidamente mudaram as capas dos livros escrevendo 3º ano/2ª série- 4º ano/3ª série e assim foi feito o período de adaptação ao “novo” sistema.
      Toda esta deslavada falácia, em nome das políticas públicas, do bem do povo e da formação de cidadãos.

      Estive visitado a cidade de Patos de Minas que abriga uma das dez escolas de maior nota na avaliação externa brasileira: a diretora mesmo obstante a uma das maiores mobilização popular unindo pais, alunos e comunidade foi exonerada a bem do serviço público por ter pedido a cada aluno, “contribuição” e não “colaboração espontânea”, de UM real para usar nas xerocópias para os alunos. (Por que o governo não as oferece?)

      Estive também visitando a cidade de São Domingo do Azeitão, no Maranhão, que abriga uma das dez escolas de menor nota na avaliação externa brasileira. A diretora, feliz com suas conquistas de móveis novos, ar condicionado nas salas de aula e pintura nova da escola me contou que foi uma festa de forró que teve na cidade vizinha onde os alunos viajavam para realizar a prova que motivou os mesmos a não irem fazê-la e obterem nota zero, o que abaixou muito o indíce.

      Por estas duas consequências das notas da tão Perfeita e Necessária avaliação externa, e por outras que o espaço não oferece condições de citar inclusive o desperdício do dinheiro público que as mesmas envolvem, quero dizer que isto tudo acontece por aceitarmos passivamente o artigo 67 que diz que 60% das verbas da educação sejam gastas em valorização dos professores e categoriza como valorização:
      *Valorização profissional:
      “Art. 67. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público:
      I – ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos;
      II – aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim;
      III – piso salarial profissional;
      IV – progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho;
      V – período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho;
      VI – condições adequadas de trabalho.”
      Assim sendo, o ar condicionado, as carteiras novas e a pintura das paredes são consideradas VALORIZAÇÂO DO PROFESSOR E QUALIDADE DE ENSINO.

      ATÉ QUANDO?????
      ElyPaschoalick

      Responder

  11. Nelson

    set 14, 2013  at 15:12

    A avaliação externa serve como um termômetro para medir a qualidade do trabalho da comunidade escolar, considerando que a escola tem um papel social a desenvolver e existe em função de seus alunos e espera-se que ela desempenhe seu papel de acordo com as expectativas daqueles que buscam o seu serviço. A partir dos princípios estabelecidos a avaliação é uma ferramenta para o instituição escolar como um todo em um processo contínuo, sistemático, global e participativo.

    Responder

  12. ANTONIO DIAS NEME

    set 14, 2013  at 15:12

    COMO DEVE SER O PROFESSOR DO SÉCULO XXI

    Assim, a função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da contemplação do saber. Para tanto, deve caminhar, com passos firmes, entre o desenvolvimento tecnológico e suas práticas pedagógicas. Há trilhas importantes rumo ao desenvolvimento humano, quais sejam:

    1º – Aprimorar o educando como pessoa humana – A grande tarefa do professor não é a de instruir, mas a de educar o aluno como pessoa humana que vai trabalhar no mundo tecnológico. Um mundo povoado de corações, dores, incertezas e inquietações. A escola não pode mais se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, de carne e osso, corpo e alma. Pois de nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador da barbárie.

    2º – Preparar o educando para o exercício da cidadania – O cidadão não começa quando os pais registram seus filhos no cartório nem quando os filhos, aos dezoito anos, tiram suas carteira de identidade civil. A cidadania começa na escola, desde os primeiros anos da educação infantil e se estende à educação superior, nas universidades.

    3º – Construir uma escola democrática – Os professores devem ter na gestão democrática um princípio primordial, que não arredam pé, não abrem mão. Quem exercita a democracia em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura do Estado.

    4º – Qualificar o educando para progredir no mundo do trabalho – A escola, através de seus professores, poderá qualificar o aluno para aprender a progredir no mundo do trabalho, ensinando-o a dar respostas às novas demandas sociais, sem medo de perdas, sem medo de mudar, sem medo de se qualificar, sem medo do novo, principalmente o novo que vem nas novas ocupações e empregabilidade

    5º – Fortalecer a solidariedade humana – É papel de a escola favorecer a solidariedade, mas não a solidariedade de ocasião, que nasce de uma catástrofe, mas do laço recíproco e cotidiano e de amor entre as pessoas. A solidariedade que chega como adesão às causas maiores da vida, principalmente às referentes à existência humana.

    6º – Fortalecer a tolerância recíproca – Um dos mais importantes princípios de quem ensina e trabalha com crianças, jovens e adultos, é o da tolerância, sem o qual todo magistério perde o sentido de ministério, de adesão aos processos de formação do educando. A tolerância começa na aceitação, sem reserva, das diferenças humanas, expressas na cor, no cheiro, no falar e no jeito de ser de cada educando.

    7º – Zelar pela aprendizagem dos alunos – O domínio de conhecimento não deve estar dissociado da capacidade de ensinar, de fazer aprender. De que adiante e conhecimento e não saber, de forma autônoma e crítica, aplicar as informações? O conhecimento não se faz apenas com metalinguagem, com conceitos a, b ou c, e sim, com didática, com pedagogia do desenvolvimento do ser humano, sua mediação fundamental.

    8º- Colaborar com a articulação escola/família – O professor do novo milênio não é mais pedestal, dono da verdade, representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Ele deve articular-se com as famílias de alunos, na busca de contornar situações desafiadoras em sala de aula.
    9º – Participar ativamente da proposta pedagógica da escola – A proposta pedagógica não deve ser exclusividade dos diretores da escola. Cabe ao professor participar dela, até mesmo para definir de forma clara os grandes objetivos da escola para seus alunos.

    10º – Respeitar as diferenças – Se de um lado levanta-se a bandeira da tolerância, como um dos princípios do ensino, o respeito às diferenças conjuga-se com esse princípio, de modo a favorecer a unidade na diversidade, a semelhança na dessemelhança

    Nesse cenário do século XXI, o educador deve ter a preocupação de reeducar-se de forma contínua, uma vez que a sociedade ainda traz, no seu tecido social, as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de 500 anos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais. A missão do professor é dizer que as pessoas podem amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois nelas poderão ser encontradas muitas semelhanças históricas e ancestrais. As diferenças podem somar valores e multiplicar gestos de fraternidade e paz entre as pessoas. Enfim, os professores precisam adquirir novas competências e habilidades para que os alunos possam aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser – aprendizagens fundamentais à Educação para o século XXI.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

    • ElyPaschoalick

      set 15, 2013  at 15:12

      Caro Professor Antonio Neme

      Gostaria que o senhor me posicionasse quais são as possibilidades dos professores cumprirem com a expectativa do perfil exigido ou sugerido em seu artigo ministrando conteúdos cartesianamente separados, em aulas frontais, coletivas, de 50 minutos e se ausentando dos momentos de entrada, recreio e saída dos alunos.

      Lendo sua biografia soube que o senhor formou-se na mesma escola normal que minha saudosa mamãe obteve seu orgulhoso diploma de normalista. Maria Alzira Corrêa Paschoalick foi, no século XX, uma professora alfabetizadora de menores internos, fora da faixa etária, que eram atendidos no Instituto Agrícola de Batatais. Recebi de papai e mamãe a missão de ser educadora e creio que um grande agravante e provocador de stress, evasão e doenças nos professores que atuam no século XXI seja exatamente o fato deles saberem a necessidade de atendimentos especializados e individualizados e o sistema enquadrar a todos em um mesmo ritmo reproduzindo o sistema mecanicista e bancário tanto criticado por Paulo Freire.

      Assim sendo temos uma escola no sistema do século XVIII, professores do século XX e alunos do século XXI. E em algumas instituições brincando de moderninhos com lousas digitais e tabletes.

      Vamos fazer uma mudança real na educação paulistana? Vamos começar a contar e comprovar aos professores e alunos que é possível ensinar sem este sistema de grade curricular, sem este sistema de aulas cartesianas, sem as aulas frontais, sem tudo ser feito dentro das quatro paredes das salas de aula, sem as idades de cortes, sem as séries ou ciclos, sem as fileiras de alunos?

      Vamos desmantelar o sistema do século XVIII e construir, com nossos educadores brasileiros inspirados em nossos cientistas da educação brasileiros, um sistema brasileiro de ensino onde se pratique efetivamente dia a dia a cidadania, a escolha, a participação em assembléias, a colaboração e o trabalho em equipe.

      EU CREIO NISTO e NA EDUCAÇÂO SEM O ESPÌRITO COMPETITIVO QUE EXCLUI OS QUE NÂO SE NIVELAM.

      Vamos parar de repetir o que está posto e comprovado como ineficaz, produtor de analfabetos funcionais, de baixo indíce de Direitos Humanos, de auto índice de desperdício de recursos.

      Einstein já nos alertava sobre ser “Insanidade: repetir a mesma coisa vezes e vezes sem conta esperando obter resultados diferentes.”

      O próprio fato de colocar todo este material para consulta pública em apenas 30 dias é uma prática da política para inglês ver.

      Um forte abraço pela educação
      ElyPaschoalick

      Responder

  13. ANTONIO DIAS NEME

    set 14, 2013  at 15:12

    À QUERIDA E SEMPRE ESTIMADA Ely Paschoalick

    Avaliação externa: vilã ou salvadora?

    Sozinho, o gestor não garante um bom desempenho dos alunos. Mas reunindo a equipe ele pode melhorar os resultados deles

    Para o padeiro, o fruto de seu trabalho é um pão de qualidade que todos queiram comprar, pela aparência, textura e paladar; para o professor o fruto de seu trabalho é perceber que, no final o “seu” aluno transformou-se em um cidadão qualificado para exercer qualquer profissão e poder contribuir positivamente para formar uma sociedade mais justa e humanizada.
    Quando nos sentimos responsáveis pelos resultados apresentados por nossa escola, com certeza sempre estaremos trabalhando para que ela obtenha um crescimento cultural e educacional.
    Hoje, algumas dessas questões ainda aparecem em vários discursos. Mas o Brasil e a estrutura de sua rede pública começam a dar um segundo passo. Em vez de somente negar a importância das avaliações externas, pensamos nelas como parceiras. União, estados e municípios já se debruçam sobre o conhecimento trazido pelos testes que podem influenciar no planejamento da escola, nas práticas de sala de aula e na formação dos educadores – muitas redes, inclusive, já fazem provas locais.
    Numa época em que os modelos de avaliação contínua ganham força nas escolas e nos livros de formação, aplicar uma prova tradicional pode parecer um retrocesso. Mas não é bem assim. Com alguns cuidados e uma abordagem planejada, é possível lançar mão das questões dissertativas e objetivas para verificar o aprendizado de fatos, conceitos e idéias. Mas é essencial ter a noção de que elas não podem ser as únicas formas de avaliar.
    A ação de diagnosticar o processo de ensino, precisa ser cotidiana e contemplar outros instrumentos possíveis, como seminário, debate, relatório e observação. Além disso, é necessário definir muito bem o perfil correto de cada teste: os somativos servem para balanços finais e os formativos devem ser realizados de forma rotineira para ajudar a corrigir rumos e verificar a necessidade de retomar certas explicações. Os dois tipos são pertinentes, mas o segundo modelo deve ser predominante, pois permite o melhor aperfeiçoamento da prática docente.
    Outra condição essencial é saber, de antemão, o que exatamente se quer que os alunos respondam. Para cada questão, faz-se uma matriz com os conhecimentos, as habilidades e as competências que se pretende verificar.

    A Expansão da Avaliação Educacional

    Entre os elementos que contribuíram para a expansão da avaliação externa como um instrumento da gestão educacional nos diversos níveis dos sistemas educacionais ao longo das últimas décadas, encontram-se três fatores considerados primordiais: a) a disseminação de um modelo de reforma educacional calcado na avaliação educacional e voltado para a melhoria da qualidade; e b) a incorporação pelos governos de metodologias de gestão baseadas em critérios de eficiência e de planejamento estratégico e voltadas para a melhoria nos resultados dos serviços públicos; c) o incentivo criado pela inauguração de um indicador nacional de desenvolvimento educacional e pela liderança do MEC ao fixar o foco nos resultados e no uso da avaliação educacional entre as diretrizes principais do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação
    A agenda de redefinir o papel da avaliação na educação brasileira precisa envolver setores amplos e representativos da sociedade civil, para que possam ser encaminhadas decisões de política educacional que enfrentem os problemas do sistema com a urgência e a prioridade necessária. Não há como negar que os processos avaliativos até então implantados permitiram o acesso a informações anteriormente indisponíveis. É necessário, no entanto, qualificar essas informações para que possam vir a auxiliar na construção de uma qualidade e equidade educacional. A agenda que vislumbramos inclui: aproveitar os dados obtidos nos processos avaliativos, de forma a viabilizar a construção de práticas pedagógicas emancipatórias; mobilizar os agentes envolvidos na avaliação para refletir sobre o impacto dessa prática sobre a política educacional; criar novos padrões avaliativos alternativos ao modelo hegemônico, expressando uma maior interação entre os atores escolares e a sociedade.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  14. Eduardo Ricardo

    set 14, 2013  at 15:12

    São palavras muito bonitas neste site, mas que na prática somente trarão diminuição de aulas da Artes, Inglês, Informática, Leitura e Educação Física.
    Estas aulas são vitais para o desenvolvimento das crianças. Não podemos somente querer que leiam ou escrevam, mas que pensem. Que saibam apreciar uma obra de arte, que desenvolvam todas as qualidades que as Artes podem trazer.
    Aulas de inglês, a língua que atualmente abre mais portas. Até mesmo algumas Universidades já estão dando aulas em inglês para familiarizar mais as pessoas a usarem esta Língua nos negócios.
    Informática, algo que as crianças amam. Que desenvolve o uso da principal ferramenta na vida de qualquer pessoa no mundo atualmente.
    Leitura. As crianças não devem somente ler textos didáticos, mas também literários. Conseguir escutar e usar estas informações para primeiro se divertir e no futuro pensar criticamente.
    Mas ai e que esta: será mesmo que os políticos querem pessoas com inteligencia emocional e criticidade?
    Sera que querem pessoas que saibam cuidar do próprio corpo e da saúde? (educação física não esqueci!!!!)
    Ou somente querem dar bolsa-tudo para serem amados e se manterem no poder?

    Senhor Calegari: estamos conscientes do que o senhor fez no Sesi. Mas saiba que as escolas da Prefeitura não são industrias. Tentar criar trabalhadores braçais que somente saibam ler e escrever não sera uma conquista de vocês, pois nós professores, mesmo com um giz e uma parede (que chamam de lousa) conseguiremos levar a Arte, o Inglês a Informática e a Educação Física para nossos alunos. Os globalistas nunca conseguirão nos calar totalmente. Diminuam as aulas de filosofia no Estado e os professores darão duas aulas no tempo de uma. Dividam a categoria e nós encheremos a Paulista do mesmo jeito. Mas não precisa se fechar em sua prefeitura e encher de policia na frente, pois sabemos bem que a verdadeira violência esta ai, em seu gabinete, em suas mãos, em sua caneta.

    Abraços senhor H. Marionete dos globalistas.

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  15. maurina izzabel da silva

    set 15, 2013  at 15:12

    Não há como desenvolver um projeto principalmente de formação de crianças e jovens sem avaliação. Mas me incomoda e muito como educadora a mais de 20 anos que a avaliação externa tenha mais valor que a minha que participo de todo o projeto.
    A SME nos últimos anos investiu muito em avaliação, temos vários profissionais em condições de desenvolver avaliações ou melhor ainda apoiar as unidades escolares a desenvolverem suas próprias avaliações e discutirem os resultados.
    Fala-se muito em autonomia, mas quanto contrata-se empresas para realizar as avaliações, determina-se o número e quando se tem que acontecer. onde fica a autonomia do professor e da escola.

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  16. Renato Ross A. Aguiar

    set 15, 2013  at 15:12

    O aluno é avaliado constantemente não apenas via provas teóricas.
    Elas são e sempre foram necessárias para medir o grau do termômetro do ensino – aprendizagem. Fazer docentes principalmente refletirem sobre a metodologia, recursos usados para isso. Não tem nada a ver com punição , e degradação da figura do alunado.
    E fazer o aluno ter noção mínima da sua situação na área do conhecimento de si e do mundo que o cerca e que vive.

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  17. IRIS FELIX - ESTÁCIO

    set 15, 2013  at 15:12

    Concordo com as avaliações externas, porém além de avaliar, o estado deveria intervir e ajudar no desenvolvimento escolar, no qual o aluno deve se esforçar, mas o estado deve investir muito mais para que os resultados sejam favoráveis, com as avaliações externas e internas a escola ( Professores) pode avaliar o conhecimento parcial dos alunos, no entanto garantir a educação vai muito além de provas avaliativas.

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  18. João

    set 15, 2013  at 15:12

    As mudanças , não são inovações , mas apenas reparando erros que a própria administração do PT fez anos atrás com a Prefeita Erundins , o que gerou um verdadeiro cancer educacional tanto para alunos como para professores .
    A melhoria do ensino vai além disso , acabar com a demagogia de dar uniformes e materiais para todos os alunos . Isso é derrespeitar o dinheiro público . Muitos alunos não usam … Deveria ser para quem precisa , com comprovação de renda .não vamos esquecer que é o pai o principal responsável pelo sustento dos filhos . Esse dinheiro público , poderia ser melhor gasto com recursos didáticos para a escola .
    Outro ponto , é responsabilizar os pais pelo comportamento de seus filhos na escola , obrigando-o a frequentar a escola no período noturno em palestras educativas e orientacionais . Aliás , senhor secretário , num país como nosso , é inadimissível as escolas estarem fechadas no período noturno … Deveriam ser aproveitas para ampliarem a formentação da cultura , com cursos extra tanto para as crianças como para os pais .
    Os alunos com problemas de aprendizagem , devem ter aulas de recuperação obrigatórias , sendo responsabilizado os pais dos alunos no caso de não comparecimento .
    Mais um ponto a se pensar éo Jubilamento de alunos que não desejam aprender … E encaminhamento para projetos especiais que irão preparar este aluno ao mercado de trabalho . Cansei de verificar isto na minha época , com pessoas que não queriam estudar , desistiram e ingressaram no mercado de trabalho . Anos depois , mais amadurecidos , retornaram aos bancos escolares .
    O respeito com o dinheiro público , deveria ser uma constante , ser bem empregado , com seriedade , com pessoas que realmente desejam estudar . Não se trata de excluir , mas de fazer com que assumam suas responsabilidades de suas atitudes .
    A reprovação , não é punição , mas um direito de quem não aprendeu a ter uma nova chance .
    Lição de casa , nunca deixou de existir …. Poderia ser colocada no site da escola , fazendo com que os pais tenham acesso a esta informação .
    A educação especial , inclusão , deve ser melhor implementada , os professores não tem preparo para isto , as equipes de suporte são despreparadas , e sempre sobra para o professor …
    As mudanças deveriam ir muito além do que foi …. E principalmente , consultada com os principais articuladores do saber …. Os professores , pois a consulta é um dos artífices principais da democracia ….

    A Educação é responsabilidade , em primeiro lugar , dos pais , e em segundo lugar o Estado

    Qto a creche , que não sirva apenas para os pais se livrarem de seus filhos . Deixar a criança o período todo , somente por comprovação da necessidade . É necessários que a criança conviva com sua família , onde irá conhecer suas raízes e seu princípios ….
    Para tanto , volto a dizer … As escolar precisam ser abertas para os pais , com cursos de formação obrigatórios .
    Deveria tambem , haver uma lei que garantisse a dispensa de horário para os pais participarem de reuniões na escola ( obrigatórias)
    Há muito mais por se dizer e sugerir ….

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  19. Luciana. P

    set 16, 2013  at 15:12

    Precisa-se buscar ferramentas pedagógicos diversificadas para que o ensino atual possa dar um passo positivo no processo da aprendizagem dos alunos. Assim quem sabe utilizando essa ferramenta podemos identificar alguma problemática no ensino. Mas lembrando: buscar meios diversificado para que o resultado seja positivo futuramente.

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  20. Fernando S. Almeida

    set 16, 2013  at 15:12

    Concordo com a afirmação de que as avaliações externas representam instrumentos da democracia, como também demonstram uma comunicação necessária de resultados dos caminhos da aprendizagem revelados pelos estudantes na escola diante da sociedade e da comunidade local. Ou seja, é importante observar como a escola tem ensinado, como tem se organizado para superar as dificuldades de ensino e de aprendizagem. Diante de tamanha relevância e do grau estatístico que revelam para gestores e professores é de estranhar que tenham sido suprimidas do calendário da rede municipal ao longo deste ano de 2013. Podemos até admitir que a Prova Brasil ou a Provinha Brasil sejam bons instrumentos de avaliação externa, necessárias também a nossa rede. Todavia, não são capazes de acompanhar, ano a ano, dentro de cada ciclo, o percurso de aprendizagem dos estudantes e da rede, como um todo. Logo, acredito que esta reorganização curricular não pode deixar de veicular e instituir um Sistema de Avaliação Municipal, forte e permanente, capaz de avaliar todos os seus estudantes pelo menos uma vez por ano, de modo que se emita dados estatísticos às famílias dos estudantes, progressão das aprendizagens e deficiências que auxiliem no diagnostico e nas intervenções, por parte de todos os professores. Esse sistema, ao meu ver, deve caminhar junto com as avaliações periódicas que professores desenvolvem no cotidiano da sala de aula. Nesse sentido, até considero interessante a proposta de construirmos um banco de itens que poderia ser utilizado pelos professores para as avaliações bimestrais, de tal maneira que os estudantes e os próprios docentes se sintam familiarizados com instrumentos constituintes de questões de múltipla escolha e dissertativas nas mais diversas áreas do conhecimento. Todavia, se este banco de itens fosse realmente organizado não deveria se tornar impedimento para que a SME e DOT estruturassem uma avaliação anual, aplicada entre os meses de novembro e dezembro, e que seus resultados pudessem contribuir para as etapas de elaboração dos planos de ensino no ano posterior. Seria um diagnóstico excelente de dados de acompanhamento efetivo da aprendizagem para todos, familia, estudantes, professores, gestores e SME.

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  21. Mari Briza Autran

    set 17, 2013  at 15:12

    Desde quando prova com nota é democrática? Isso na verdade é autoritário! Eu insisto, por que vocês não vão conhecer o Projeto Âncora?

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