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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
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Afirma-se a avaliação como formativa, instrumento curricular integrado ao processo de aprendizagem. A avaliação assim compreendida é ocasião de reflexão e orientação para melhor organizar os estudos do aluno e o trabalho do professor. Possui 3 dimensões:

  • Valorização do trabalho educativo;
  • Ato de cuidado, de respeito e de atenção;
  • Acompanhamento do aluno, do professor, da escola e do currículo, feitos em profunda parceria com a comunidade.

Nem todas as estratégias propostas se aplicam a todas as etapas da Educação Básica, são elas:

  1. Provas Bimestrais
  2. Notas de zero a dez
  3. Boletins
  4. Relatórios de Acompanhamento
  5. Recuperação intensiva nas férias
  6. Recuperação durante o período letivo
  7. Lição de Casa
  8. Dependência nos 7º e 8º anos do Ciclo Autoral
  9. Banco de Questões e itens de avaliação
  10. Banco de Experimentos e Projetos

Os detalhamentos da articulação constam nos documentos de referência disponíveis para Consulta Pública.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte o documento completo.

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Discussão - 144 comentários
  1. Mauro ALmeida

    ago 15, 2013  at 02:55

    Acho muito boa essa iniciativa de mudança na educação.Nesta questão, acho importante criar um mecanismo de avaliação constante do trabalho e do comprometimento do professor, pois temos visto professores desinteressados e com muitas faltas, prejudicando os alunos.

    Responder

    • miraze

      ago 19, 2013  at 02:55

      Sugestão: a eficácia desta proposta – Avaliação e Acompanhamento – está diretamente vinculada à necessária redução do número de alunos por sala. Não há como exigir acompanhamento mais sistemático em uma sala com 35 alunos, na qual muitas vezes há dois ou três casos de Inclusão. Se isso não for considerado, a proposta torna-se vazia.

      Responder

    • Geralda Aliete Assunção da Silva

      ago 21, 2013  at 02:55

      Acho o que está sendo proposto tudo muito bom, porém a realidade em que vivemos na escola hoje é bem cruel. Fala-se da formação, não acho que este seja o problema mais agravante. Os nossos alunos de escola pública, necessitam também de acompanhamento com especialistas da saúde. Crianças com problemas psicológicos seríssimos, visual entre outros. Você encaminha, o pai volta dizendo que não foi atendido. E aí? Estamos precisando de parceiros da saúde mais que venha acontecer de verdade. Apesar de não ganharmos bem, trabalhamos com gosto e queremos que façam algo para beneficiar os meninos favorecidos. Eu que estou escrevendo, trabalho com crianças com dificuldade no 5° ano; o trabalho tem tido êxito, porém é muito difícil alcançar estes alunos.Venham conhecer nossa realidade de perto, só assim vocês poderão avaliar o nosso trabalho .

      Responder

  2. Deodoro Rezende

    ago 15, 2013  at 02:55

    Tudo na vida é avaliado.
    Exames médicos para verificar o estado de saúde da pessoa, tanto na rotina, para os controles, quanto na admissão ao serviço, seja privado ou público, é exigida a avaliação do médico.
    No emprego você é avaliado pela chefia.
    No casamento ou nas relações interpessoais você é avaliado pelo cônjuge ou companheira(o).
    Porque não ser avaliado nos estudos?
    É a inversão de valores, se isto não ocorrer.
    Deve ser avaliado sim.
    Só há progressos na humanidade com a cobrança.
    As novas descobertas científicas ocorreram nas situações críticas por que passavam a humanidade.
    Você só cresce como cidadão se for cobrado, não existe outro meio.

    Responder

    • Roger

      ago 18, 2013  at 02:55

      E o estimo aos alunos devem vir das avaliações. Alunos com melhores avaliações tem premiações.

      Responder

    • Altair Duarte

      set 11, 2013  at 02:55

      Da maneira como está posto pela SME dá-se a entender que o aluno não era avaliado pelos professores, que ele não tinha lição de casa, que não tinha disciplina. Isto não é verdade. A Secretaria Municipal de Educação publica meias verdades para conseguir a adesão da população a este projeto, que tem pontos positivos e negativos, mas que não precisava omitir dados. O aluno é avaliado qualitativamente através de 3 conceitos, onde ele é “classificado” como bom (P), regular (S) e insatisfatório (NS). Desafio qualquer pessoa a encontrar um trabalho científico que prove que avaliação quantitativa (notas numéricas) é melhor que notas qualitativas (conceitos). Não encontrará porque não existe. Quanto a lição de casa, os professores de minha escola mandam a lição e mandam, em agenda, o aviso de tarefa não feita e, semestralmente, os pais recebem um boletim com os conceitos, e acredito que isto seja uma prática na maioria das escolas municipais. Mas como o Sr. Prefeito e o Secretário Municipal de Educação nunca deram aula para ensino fundamental, nem na rede municipal, acredito que não saibam disto.

      Responder

  3. Paulo Braga

    ago 15, 2013  at 02:55

    Item extremamente importante nessa fase de implantação do novo sistema. Deve-se, entretanto, incluir uma campanha “estadual”, não só para SP (Município), agregando responsabilidades, também, aos pais. A educação em família irá ditar o bom funcionamento das questões mais complicadas do dia-a-dia nas instituições.

    Responder

  4. Luiz

    ago 15, 2013  at 02:55

    é realmente muito importante essas modificações , mas gostaria que fosse instituído o ensino técnico profissionalizante ja a partir da 5º série , pois o aluno ja teria uma noção do que ser caso opte por uma faculdade e se não optar, pelo menos ja teria uma base para trabalha na área escolhida.Seria uma opção interessante para diminuir a falta de mão de obra existente atualmente. Caso não haja estrutura nas escolas , poderia ser feita uma parceria com senai, sebrae, etc

    Responder

    • Altair Duarte

      set 11, 2013  at 02:55

      Só alguém que não entende de educação para propor ensino técnico para crianças. Crianças tem que ter uma formação integral para a cidadania, de formação de valores, não preparada para ser mão de obra barata nas empresas.

      Responder

  5. Marcelo Milanello

    ago 15, 2013  at 02:55

    Gostaria de expressar alguns pontos a respeito do item ‘Lição de casa’. Baseio minha opinião no pouco conteúdo apresentado acima, mas fico preocupado com a proposta por dois diferentes motivos:

    1) Tendo esta atribuição como parte do aprendizado da criança, o sistema escolar coloca sob a família uma responsabilidade enorme de acompanhar a execução das tarefas em um ambiente fora da escola. Com isso, a desigualdade pode ser acentuada. Vejamos um caso de duas crianças que compartilham a mesma sala de aula. O primeiro pertence a uma família da classe C cujos pais completaram o ensino médio e, por terem horários de trabalho diurnos, podem ajudar o filho na execução das tarefas. O segundo pertence a uma família da classe E, com mais vulnerabilidade. Sem a presença dos pais, que trabalham à noite de maneira alternada, o aluno compartilha de seu tempo livre com seus irmãos na casa da vizinha, que os alimenta e mantém a TV ligada. Nesta casa, não há mesas nem cadeiras para todas as crianças. Logicamente, a ilustração serve para demonstrar que a diferença de condições da vida fora da escola acaba por influenciar as condições de aprendizado na escola, podendo levar a menores taxas de desempenho, maior repetência, ausência e saída da escola para os mais vulneráveis. O elo que estabelece que as condições desiguais fora da escolas sejam levadas para dentro do ambiente escolar é a lição de casa.

    2) Além disso, com a expansão da educação em tempo integral, o currículo deve medir muito bem como a lição de casa poderá ocupar o tempo da criança. Se após um período de 7 horas diárias de aula, as crianças ainda tiverem que fazer tarefa de casa, o currículo pode ocupar um espaço maior do que deveria, impedindo as crianças de realizarem diversas tarefas, tais como: fortalecer vínculos familiares, brincar, desenvolver-se, praticar atividades em sua comunidade, etc.

    Obrigado pelo espaço e deixo meu comentário com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da educação na cidade de SP.

    Um abraço,

    Marcelo

    Responder

    • Silvio

      ago 19, 2013  at 02:55

      Concordo plenamente com sua linha de raciocínio. Parabéns pela contribuição.

      Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 20, 2013  at 02:55

      Interessante os pontos que você levantou. Vou escrever a minha opinião:

      1) As lições de casa devem ser planejadas para que os alunos as façam sozinhas. Aqueles pais que ajudam os filhos nas lições, podem estar mais prejudicando os filhos do que ajudando. Agora, para que as lições não gerem essa discriminação, como você mencionou, é importante se preocupar com dois aspectos. Primeiro: os professores devem dedicar um tempo em sala para tirar as dúvidas dos alunos sobre as lições. Os professores devem assumir que nenhum aluno terá ajuda de pais para fazer as lições. Segundo: deve ser delegado aos pais e responsáveis apenas a função de cobrar os filhos de fazerem as lições. Para isso, seria bom os professores enviarem aos pais alguma avaliação sobre as lições de casa, e avisá-los quando os alunos deixam de fazê-las. Não deve ser delegado aos pais a função de ajudar ou corrigir as lições.

      2) Para escolas em tempo integral, antes de mais nada eu defendo a ideia de que as aulas não ultrapassem meio período. A outra metade do tempo deve ser destinada a tarefas recreativas ou extra-curriculares, como esportes e artes. As lições de casa, no caso da criança frequentar escolas em tempo integral, devem ser aplicadas diariamente mas planejadas para serem feitas em pouco tempo (meia hora, ou uma hora, no máximo)..

      Responder

    • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

      ago 26, 2013  at 02:55

      Oi Marcelo

      Nós já nascemos diferentes e com diferentes capacidades, isto esta em nosso DNA. Alguns nascem pobres e se tornam ricos outros nascem em berço de ouro e acabam nas ruas mendigando, ou seja, existe fatores que nos diferenciam e modelam nosso destino. Mesmos se toda renda do mundo fosse distribuída igualmente entre todos, no máximo em cinco anos estaríamos convivendo com todas as desigualdades do mundo. O homem é o produto de milhões de anos de evolução e durante milhões de anos vive intensa competição com seu semelhante e demais animais por caça, acasalamento, habitação e na vida moderna por dinheiro, poder e espaço. Nunca vai existir uma sociedade igual e justa porque existe algo mais poderoso que qualquer ideologia e vontade política, esse algo, é o nosso instinto forjado em milhões de anos de evolução.
      A obrigação de qualquer sistema educacional é dar oportunidades iguais para todos, seja para o filho do pobre ou seja para o filho do rico, mas o que cada um fará com estas oportunidades não sabemos. No caso da lição de casa é lógico que uns pais vão cooperar e outros nem poderão cooperar, mas não é justo, em nome daqueles alunos que não farão a lição de casa, que o professor deixe de dar lição de casa, pois estará privando aquele aluno que dela pode se aproveitar, fazendo com que perca uma forma de reforçar seu aprendizado.
      Nas nossas escolas existem muitas crianças pobres, da Classe E, miseráveis, mas que tem um potencial enorme, mas nosso sistema educacional nivela todos por baixo, oferece uma péssima educação para todos, sendo que a desculpa para oferecer esta péssima educação é aquela desculpa furada dizendo que os mais pobres não acompanharam e se sentirão excluídos da escola. Estamos perdendo cientistas, biólogos, médicos, engenheiros e outras profissões tão necessárias para construir nosso país e dar qualidade de vida ao nosso povo, porque temos um sistema de não dá qualquer apoio aos alunos talentosos. Falar em apoiar talentos no nosso sistema educacional é como se fosse um pecado, pois aparece logo alguém dizendo que estão favorecendo os mais capazes e não dando atenção aos demais, mas enquanto impera este discurso perdemos mentes brilhantes.
      Espero que um dia as pessoas mudem os discursos, que em 20 anos só fizerem nosso sistema educacional piorar. Espero que este país seja uma grande nação, pois literalmente o Brasil necessita ser construído e não é com discurso que formamos cientistas, físicos, biólogos, médicos, engenheiros e outros profissionais que construirão este país.

      Responder

    • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

      ago 26, 2013  at 02:55

      Boa noite

      Meu nome é Fábio, sou diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO, estou lendo as postagens publicadas e gostaria de fazer uma reflexão.
      Nas postagens estou termo termos como “avaliação negociada”, escola plural, escola sem muros, escola horizontal, dialógica e outras palavras ou expressões bonitas, mas educação não se constrói com palavras bonitas, pelo menos a rede Municipal tem tentado fazer isso a 20 anos e simplesmente estamos entre as últimas colocadas no IDEB tomando como base a região metropolitana de São Paulo. Vejo pouca preocupação com aquilo que deve ser ensinado, afinal estamos diplomando analfabetos funcionais, mas vejo muita preocupação com o processo, ou seja, parece que na cabeça de alguns pouco importa o resultado, deste que se escolha um processo politicamente correto. Nesse caminho o Brasil não formará bons engenheiros, bons médicos, bons biólogos, bons técnicos, bons cientistas e muitos outros profissionais que literalmente têm que construir este país. Nosso fracasso educacional nos enfraquece como povo, estamos ficando atrás de outros países em recursos tecnológicos e em qualidade de vida para nosso povo. O Brasil nunca teve um premio Nobel! O Brasil pouco registra patentes!
      O Brasil têm enormes riquezas minerais, gás e petróleo, ou seja, já é um país cobiçado pelas potencias mundiais estabelecidas. Quando acabar o petróleo no Oriente Médio o Brasil será alvo da cobiça mundial e não pensem que vamos defender nosso território com filósofos, sociólogos, pseudo especialistas em educação, sindicatos e movimentos sociais gordos com dinheiro público e outros decrépitos. Nosso país só poderá ser defendido por cientistas, engenheiros, médicos, físicos, químicos e outras profissões que necessitam de verdadeiro conhecimento e aplicação nos estudos. Enquanto as grandes nações como a China turbinam seu sistema educacional, desenvolvem tecnologia própria e se “armam até os dentes”, nós ficamos para trás. Alguém já viu um chinês preocupado com o processo de aprendizagem? Lá eles simplesmente aprendem e pronto! Todos nós sabemos que aprender de verdade exige sacrifícios, ou seja, esta história de um aprender gostoso, prazeroso é conversa para “boi dormir”, pois sem sacrifícios não chegamos a lugar algum. Crianças e adolescentes querem brincar, soltar pipa, ver TV, ficar na rua, ver os amigos, namorar, freqüentar festas e outras coisas prazerosas, desta forma é ingenuidade achar que vão ter prazer em ficar sentadas sobre livros ou no computador estudando ao invés de ficar no Facebook ou Chat, desta forma nós adultos e cientes das necessidades de nossos jovens e das necessidades do Brasil temos que ensinar a nossos filhos que sem sacrifício não chegamos a lugar algum, seja na nossa vida particular, seja em fortalecer o Brasil como nação. Cada um de nós, pais, professores e demais adultos têm que mostrar as nossas crianças que o caminho para a glória é cheio de espinhos e que ninguém vai chegar ao paraíso sem muito sofrer pelo caminho.
      Nas grandes nações o foco é no aprendizado e não ficar discutindo o processo. Será que alguém acha que tem algum professor em Cingapura, na Inglaterra, na Finlândia, na Dinamarca, na Correia do Sul ou outro país desenvolvido lendo nossos filósofos educacionais que são bons em bonitas palavras, mas fracasso comprovado em educar alguém. Será que o Brasil será o pais do “Mais Médicos”, “Mais professores”, “Mais engenheiros”, ou seja, vamos ter que importar tudo quanto é profissional, afinal nosso sistema não forma os profissionais que o Brasil necessita.
      Mesmo se for levar em consideração aqueles argumentos de formar cidadãos críticos, conscientes, capazes de reivindicar seus direitos e outros nomes de surgem da caneta ou da boca de muitos ideólogos, pergunto como formar tais cidadãos entregando para a sociedade alunos analfabetos, preguiçosos e incapazes de enxergar os direitos do seu semelhante. Para ser crítico, consciente e poder reivindicar seus direitos o cidadão tem que ser culto, entender como funciona o sistema econômico e político, caso contrário vai reivindicar direitos contraditórios e auto-excludentes. Até nos nossos professores e líderes sindicais ao visualizar seus sites e propostas enxergo inúmeras contradições, como por exemplo, como reivindicar aumentos salariais para os professores e ao mesmo tempo defender o inchamento do sistema educacional reivindicando a contratação de mais professores e de todo tipo de especialistas e serviços nas escolas, ainda mais sabendo que a verba destinada a educação é um valor fixo(25% dos impostos), falta na cabeça de nossos líderes saber fazer conta de matemática, ou seja, quanto mais dividimos o bolo, menos sobra para cada!
      Resumindo a questão toda, creio que já passamos 20 anos de trevas, uma verdadeira Idade Média guiada por gurus e filósofos, e esta na hora do nosso sistema educacional enxergar a realidade, esta na hora de uma verdadeiro pragmatismo com ênfase nos resultados, pois o Brasil já perdeu muito tempo em relação a outros países e estamos ficando para trás como nação, inclusive com o risco de perder nossa independência como nação. Enquanto discutimos processo educacional a Correia do Sul, Cingapura, Índia, China, Finlândia e tantos outros apenas ensinam!

      Responder

      • Priscila Claudia

        set 12, 2013  at 02:55

        Olá Fabio!

        Muito obrigada por sua contribuição! Você descreveu muito bem a nossa realidade! Parabéns por expressar seu senso crítico!

        Responder

    • Priscila Claudia

      set 12, 2013  at 02:55

      Sou educadora da PMSP e acredito que a família deve participar dos momentos de lição de casa junto com seus filhos, e não vejo isso como uma responsabilidade enorme para a família. Nunca minha família reclamou de me ajudar a realizar minhas lições de casa na minha infância, muito pelo contrário! E sempre estudei em escolas públicas. Não vejo isso como um elemento que trará desigualdade, e sim como algo que é função da família.

      Responder

  6. Rosemeire

    ago 15, 2013  at 02:55

    Toda melhora para a edução é importante. O projeto é excelente, pois a mudança é necessária. Existem crianças passando de ano sem nem saber ler ou escrever, e isso é revoltante. DEUS queira que todas essas propostas sejam realmente aplicadas, pois muitas crianças serão beneficiadas, inclusive meu filho. É triste vermos que jovens que saem de escolas particulares conseguem vagas em faculdades públicas e os que não tem condições e sempre estudaram em escolas públicas, precisam pagar se quiserem uma faculdade, pois não tiveram um ensino de qualidade.

    Responder

  7. Renata

    ago 15, 2013  at 02:55

    Além de todo esse acompanhamento deveria ser cobrado o rendimento escolar para receber o Bolsa família. O dinheiro deveria ficar retido até o aluno alcançar um rendimento mínimo esperado para que a aprendizagem seja efetiva . Só assim os pais começariam dar mais atenção em seus filhos .

    Responder

  8. ma

    ago 15, 2013  at 02:55

    Eu ACREDITO QUE ESTE SEJA O CAMINHO PARA MELHORAR O ENSINO. Creio também que os familiares devem ser responsabilizados pelo desempenho do aluno. Pois é muito cômodo manda-lo para a escola ,receber por isso e não ter nenhum comprometimento. O governo deve pagar bolsa família para alunos com bom desempenho escolar. HELENA BARBOSA

    Responder

  9. Andresa

    ago 15, 2013  at 02:55

    Será que o senhor secretário está falando da mesma educação pública que eu conheço da qual eu já fiz parte e agora meus filhos fazem parte? Durante meus anos de escolaridade e agora acompanhando meus filhos, fiz lição de casa todos os dias e agora meus filhos estão passando por isso. Caro Secretário, isto não é novidade!!!!!!

    Responder

  10. Maria Silene

    ago 15, 2013  at 02:55

    Prefeito e Secretário, na sala de aula de minha filha tem um aluno com autismo que fica corrento o tempo todo pela sala de aula, isto atrapalha aos professores darem aulas. Qual é a solução que os senhores pretendem dar para este problema? Segundo o diretor da escola, falta pessoal capacitado para acompanhar este alunos com necessidades especias.

    Responder

    • Claudia

      ago 17, 2013  at 02:55

      Ah…como gostaria de ouvir essa resposta!
      Tudo parece perfeito no papel mas na prática falta isso falta aquilo. Será que a comunidade, sociedade tem informação sobre a realidade?
      E pra quem sobra a falta de infra estrutura?
      Professores e alunos…todos saem perdendo e ao invés de incluir nos angustiamos com a exclusão. :(

      Responder

    • Mais Educação São Paulo

      ago 19, 2013  at 02:55

      Agradecemos sua participação. Algumas perguntas podem ser respondidas pela nossa seção específica, Dúvidas. Também vamos tratar de diversos temas durante os 30 dias na consulta por meio de textos informativos. Obrigado.

      Responder

    • Thiago Fernando

      ago 24, 2013  at 02:55

      Cara Maria Silene!
      Penso que seu comentário é completamente desnecessário, não posso considerar um aluno que tenha NEE, venha ser um problema. Temos que medir as nossas palavras. Concordo que existe a necessidade de um número maior de profissionais especializados que possam dar uma melhor atenção a essas crianças, mas ai dizer que elas são um problema é um absurdo. Acredito que não podemos retroceder a tempos em que as pessoas escondiam as crianças deficientes e não era garantido a elas o mesmo direito que os ditos “normais”.

      Um abraço
      Thiago Fernando

      Responder

  11. Anderson

    ago 15, 2013  at 02:55

    um calendário escolar em concordâncias com as escolas estaduais ,e talvez até um projeto com professores contratados para uma recuperação dentro de quinze dias do período de férias. Abrindo assim, mais oportunidades para os professores que estão fora da rede e uma prazo maior de férias para desenvolvimentos dos projetos de férias.

    Responder

  12. Valter Jacubauskas

    ago 15, 2013  at 02:55

    Acho a proposta excelente, e como toda proposta após ser colocada em prática estará sujeita às lapidações de melhorias, se assim se justificar.

    Responder

  13. Carlos José Lírio

    ago 15, 2013  at 02:55

    Proponho, dentre outras ações, a adoção da coordenação específica por área, ou, pelo menos, a atuação de professores coordenadores para as áreas de Língua Portuguesa e Matemática. Estes seriam concursados e seriam responsáveis pelo acompanhamento do trabalho docente nessas áreas, avaliando a prática do professor da disciplina e sugerindo atividades e metodologias. Poderiam, além disso, estar envolvidos em alguma etapa da formação continuada dos professores.

    Responder

  14. Lílian Cirne Gentil

    ago 15, 2013  at 02:55

    O tema é fundamental, mas quero deixar claro que muitas Escolas, inclusive a nossa já tem a sistemática de Semanas de Provas, “Provões Interdisciplinares”, boletins, fichas de avaliação e outros instrumentos avaliativos para o acompanhamento do estudante. Isso está sendo veiculado como “novidade”, quando na realidade não é.

    Responder

  15. Angélica Xavier Fórgia

    ago 15, 2013  at 02:55

    Sou professora da rede estadual e já fui da rede municipal de São Paulo. Neste tópico só não concordo com a recuperação intensiva nas férias. 15 dias não resolveriam nada. Ainda mais com o aluno pensando ” meus colegas estão de férias e eu aqui!” . Sugiro uma maior atenção à recuperação durante o período letivo. Proponho que essa recuperação aconteça 2 vezes por semana, durante 2 horas e fora do horário de aula. Não descartando, lógico, a recuperação que o professor faz em sala de aula. Sugiro também que abram vagas para psicopedagogos orientarem os professores e trabalharem com alunos com problemas de aprendizagem.

    Responder

  16. Andrea Cunha Kron

    ago 15, 2013  at 02:55

    Alguns destes itens já existiram e foram extintos, entendo eu que por motivos equivocados, já que a evasão escolar continua mesmo nos moldes atuais de educação, e o que conseguimos é uma coleção de alunos que não aprenderam o básico e foram aprovados em um sistema contínuo e vejo crianças no 5º ano que não sabem conceitos iniciais de matemática, não conhecem letras cursivas, etc… a avaliação e a recuperação, quando corretamente aplicados, evitarão que os alunos continuem um processo sem que a etapa anterior esteja assimilada corretamente. Mas o mais importante é levar o pai à escola, entender e acompanhar o desenvolvimento escolar. Muitos pais não comparecem às reuniões, quando aparecem ficam apáticos às informações e comentários do professor!

    Responder

  17. Sílvia Mônica P Ferreira

    ago 15, 2013  at 02:55

    Acho ótima a possibilidade da lição de casa inclusive para os primeiros anos, incute a responsabilidade e a importância do feito. Deveria voltar também na aula de geografia, desenhar o mapa do Brasil (muitas vezes). As crianças não sabem onde ficam os estados e muito menos quais são as capitais. As notas trarão mais responsabilidades. A possibilidade de logo no começo colocar professores diferentes por matéria já deixará de provocar o susto no 5º ano e melhor ainda manter os professores de Português e Matemática (diferentes desde o início, pois um professor de português não gosta de matemática e vice-versa).

    Responder

  18. Alessandro de Abreu

    ago 15, 2013  at 02:55

    Vamos pensar na reorganização física das unidades escolares. Um bom projeto pedagógico pensa nos espaços escolares.

    Responder

  19. Wilma Aparecida Trenk

    ago 15, 2013  at 02:55

    Aqui vai minha sugestão quanto à recuperação paralela, já em execução no contraturno escolar. Sabe-se que a frequência dos alunos é baixa nessa recuperação, mesmo com todo o empenho das escolas para que eles participem das aulas. Então proponho que a recuperação paralela seja obrigatória aos alunos convocados, que conste do boletim com notas e faltas e que as ausências sejam consideradas no cálculo global da frequência do aluno.

    Responder

    • Daura Camargo

      ago 17, 2013  at 02:55

      Apoiado!

      Responder

      • Maria Dulcinéia Sanchez

        ago 18, 2013  at 02:55

        Concordo com você Daura, A função da escola é proporcionar a recuperação e a da família é fazer com que a criança participe da recuperação.

        Responder

      • Maria Dulcinéia Sanchez

        ago 18, 2013  at 02:55

        A família passou a responsabilidade da educação dos seus filhos para a escola e para os professores. O aluno que por algum motivo (justificado) precisar faltar deverá entrar na recuperação paralela para repor o conteúdo perdido e não fazer “trabalhos ” só para compensar as faltas.

        Responder

  20. Ismael de Oliveira

    ago 15, 2013  at 02:55

    Louvável a tentativa de melhora no ensino municipal, mas gostaria de sugerir que em todas as séries também fosse incentivada a prática da leitura por parte dos professores e dos alunos, e principalmente a leitura do professor para os alunos que ainda não sabem ler e escrever, é preciso primeiro ler muito para melhorar a qualidade da escrita

    Responder

    • Ismael de Oliveira

      ago 15, 2013  at 02:55

      e qualidade do raciocínio também !

      Responder

  21. Luiz Augusto

    ago 15, 2013  at 02:55

    Parabéns pela iniciativa. Espero que possam implementar o mais breve possível.

    Responder

  22. José Carlos Barreto

    ago 15, 2013  at 02:55

    NÃO ADIANTA TODAS ESSAS MUDANÇAS SE NÃO HOUVER UMA REMUNERAÇÃO MELHOR AOS EDUCADORES (CADA DIA A PREFEITURA PERDE 1 EDUCADOR POR QUESTÕES SALARIAIS);
    NÃO ADIANTA,TAMBÉM, TODAS ESSAS MUDANÇAS, COM CLASSES SUPERLOTADAS. HÁ NECESSIDADE U R G E N T E DE HAVER SALAS COM, NO MÁXIMO, 20 ALUNOS.

    Responder

    • Claudia

      ago 17, 2013  at 02:55

      José Carlos!

      APOIADO!!!!!!
      Faço minhas as suas palavras!

      Responder

  23. lindalva

    ago 15, 2013  at 02:55

    sim hoje li no jornal sobre esta questão de lição de casa é importante
    incentivar embora já se tenha essa prática

    Responder

  24. lindalva

    ago 15, 2013  at 02:55

    Que maravilha, embora seja contra a reprovação, mas não gosto da
    maneira como esta questão é encarada pelo aluno, eu sou da época
    em que nós éramos reprovados aumenta a responsabilidade do
    aluno, ele não valoriza a escola de uma maneira geral..

    Responder

  25. Teresa Santos

    ago 15, 2013  at 02:55

    Acredito que estamos finalmente caminhando para um acerto de realmente fazer da educação pública um projeto de qualidade
    Vamos em frente, mudando São Paulo e mudando a Educação Municipal.

    Entretanto espero que as opiniões que acrescetem no projeto inicial sejam aceitas.
    Obrigado
    Teresa Cristina, professora

    Responder

  26. Carina Cesário Abdala Tavares

    ago 15, 2013  at 02:55

    Achei excelente os itens elencados, parece óbvio mas é algo que não ocorre, nem todos os profissionais da educação tem o comprometimento com os alunos. Agora sendo obrigatório não terá como fugir!!!

    Responder

    • Débora Espada Catarino

      ago 19, 2013  at 02:55

      A palavra obrigatório me assusta um pouco. Cadê a autonomia dos professores e das ecolas? Estamos voltando a ditadura numa administração que se diz democrática? Banco de questões, cadernos de atividades prontos, projetos com temas definidos por SME (fugindo totalmente a metodologia de projetos)…. tudo isso sem contar que nada disso foi discutido no âmbito escolar e está sendo imposto pela atual administração. Isso não cheira bem…

      Responder

  27. Carina Cesário Abdala Tavares

    ago 15, 2013  at 02:55

    Se o que esta sendo proposto for de fato aplicado será excelente, porém não creio que “as dependencias” serão funcionais no ensino fundamental II, não sei se os alunos conseguirão administrar isto de forma a ser vantajoso.

    Responder

  28. ELIANE

    ago 15, 2013  at 02:55

    MUITO BOM E URGENTE, DESDE QUE SEJA ARTICULADO A RESPONSABILIDADE DA FAMÍLIA,JUNTO À FAMÍLIA.

    Responder

  29. ANNE FRANK NOGUEIRA SANTOS.

    ago 15, 2013  at 02:55

    É mesmo necessário que se faça uma reforma urgente, desta forma quem sabe os pais participarão mais da vida dos filhos, ajudarão nos estudos, etc… Voces podem reparar que nenhum professor da rede municipal confia a educação de seus filhos na rede. Colocam em escolas particulares, onde até hoje contam com alguns métodos tradicionais, que levam o aluno a aprender realmente.
    FILHO DE POBRE TAMBÉM PRECISA ADQUIRIR CONHECIMENTOS!!!!!!

    Responder

  30. Priscilla

    ago 15, 2013  at 02:55

    Como funcionaria essa recuperação durante o período de férias? Afinal o profº estando de férias, outra pessoa contratada é que faria o trabalho?

    Responder

  31. Débora Espada Catarino

    ago 16, 2013  at 02:55

    Sou educadora da rede municipal e não concordo com as dependências no chamado ciclo autoral. Se o aluno não atingiu as expectativas para determinada disciplina naquele ano como vai dar conta dela no ano seguinte???? Isso mascara a real situação. Na rede estadual esse sistema não funciona corretamente nem para o Ensino Médio, é só “para inglês ver”. Na minha opinião o Conselho de Classe deveria ser fortalecido e ser soberano sobre a aprovação ou reprovação do aluno com notas abaixo do rendimento esperado. Na atual gestão nem espaço para realização de Conselho de Classe temos, isso tem que ser recuperado com urgência.

    Responder

  32. Anilton Oliveira

    ago 16, 2013  at 02:55

    Na minha infância tinha alguns destes critérios de avaliação, porém somente isto não basta , as crianças de hoje, são diferentes. Este sistema de avaliação tem que avançar para acompanhamento da família junto à escola.

    Os pais ou responsáveis devem participar da vida escolar, indo na sala de aula com o filho(a) uma vez por mês, para melhorar a integração e participação da família com os colegas dos filhos, professores, direção da escola e funcionários. Muitos dos casos graves de violência, uso de drogas, e outros, podem ser evitados com a presença dos pais dentro da escola.

    E se, os pais ou responsável trabalharem, tem que ser abonado o dia junto a empresa. Se for o caso, fazer dedução no Imposta de Renda da empresa com o comprovante de presença dos pais junto à escola.

    Responder

  33. Angélica

    ago 16, 2013  at 02:55

    Sou nova como professora na Rede, na Avaliação da Aprendizagem em Processo, aplicada no primeiro bimestre deste ano, obtive como resultado, em duas classes do EM, que, 65% dos meus alunos dominavam satisfatoriamente o conhecimento de funções de grau 2. Intrigada, apliquei apenas um exercício, onde eles deveriam encontrar as raízes de uma função. Dentre 100 alunos apenas dois acertaram. Conclusão, não acredito que estas avaliações forneçam um quadro real da situação do ensino. Não culpo os professores anteriores, pois, eles não tiveram condições de dar aula. As salas são pequenas, cada uma com 50 alunos. Quanto ao material pedagógico, acho muito bom, mas com a atual estrutura e salas superlotadas, este material se torna ineficaz, um desperdício de recursos. As avaliações não funcionam, os resultados são irreais. Acredito que além de novas escolas, deve-se reestruturar o aproveitamento do espaço físico das atuais.

    Responder

  34. Adriana Sousa

    ago 16, 2013  at 02:55

    Maravilhoso este projeto, pra quem, tem filho em escolas da rede publica, uma noticia que traz esperanças…….Creio que o aprender será levado mais a serio, e isso será bom para os professores também. Hoje os alunos não tem compromisso com a escola, pois sabem que irão passar de ano de qualquer jeito. Muitos estão terminando o ensino fundamental sem saber ler direito. Precisamos urgente que seja colocado em pratica essas medidas. Parabéns, ótima noticia.

    Responder

  35. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 02:55

    Acho tudo isso muito incompreensível na área em que leciono: Arte.
    A Arte, por própria natureza, é expressão pura do espírito do ser. Portanto, nem deveria ser julgada, quanto mais quantificada.
    Nesse mundo tecnicista, onde só se pensa em números e trabalho, sucesso e negócios, as aulas de Arte se constituem como um dos poucos espaços de resistência, reduto da criação e da expressão íntima da pessoa humana, em que ela é autora da própria vida, sem medo.
    Notas, provas, boletins com essas estatísticas, dependência… nada disso deveria se aplicar a essa disciplina do currículo.
    Então porque um aluno não tem ainda habilidades manuais, ou porque tem dificuldades em se expor, ou porque não compreende a linha histórica da Arte de maneira cronológica… então ele fará dependência?? Ele vai tirar zero?
    Quando um adulto não sabe desenhar, ou quando ele teve dificuldades em expressar seu amor por outra pessoa… ele recebe críticas, ele é julgado, ele tira zero pros amigos e familiares… Isso ajuda em quê?
    A ele correr atrás? A mudar de atitude? Ou ele fica mal, entra em depressão, toma remédios para dormir???
    Nem tudo é bom para todos.
    Essas medidas são descabidas dentro da Arte.

    Responder

    • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

      ago 19, 2013  at 02:55

      Meu nome é Fábio, sou professor de matemática. Quanto à disciplina de artes evidente que você não vai numerar a criatividade dos alunos, mas pode numerar itens de participação como presença em sala de aula, atividades concluídas, participação em trabalhos em grupos e outros. Não é numerar a criatividade e sim numerar a produção. Se você deu dez atividades e o aluno fez somente uma, então a nota dele é 1, ou seja, você não vai avaliar a criatividade e sim a participação.

      Responder

  36. Jair da Silva Santos

    ago 16, 2013  at 02:55

    Sou professor de História e de Informática Educativa no CEU Cidade Dutra. Muito boa a proposta. Há tempos professores e pais pediam reformas na educação, mas tanto a mídia quanto sindicatos preferiam ouvir os chamados “especialistas em educação”, muitos deles apenas reprodutores de dogmas ideológicos, que sempre reafirmavam o sistema. Confesso que estava desesperançoso durante última campanha eleitoral, pois o assunto apareceu timidamente. Peço, porém, que a Prefeitura tenha o máximo de cuidado no processo de apresentação e implementação das mudanças junto aos professores, para que todos possam entender claramente a proposta que, se bem aplicada, pode sim render bons resultados. Não se pode esquecer que na sala de aula o professor pode seguir a proposta ou não. Ele precisa comprar a ideia.

    Responder

  37. claudevan da silva

    ago 16, 2013  at 02:55

    Muito boa essa iniciativa da prefeitura, porém com o intuito de melhorar o acompanhamento e ajudar nos estudos de meu filho, que
    estuda a quinta série numa Escola municipal solicitei a direção da mesma o acesso ao plano de ensino para que por meio deste pudesse acompanhar
    o que está sendo trabalhado em sala, pois a única maneira que possuo atualmente é verificando os cadernos do meu filho, nestas consultas
    constatei que noventa porcento dos Professores FALTAM DEMAIS e quando vão a escola nao dão matéria, simplesmente mandam
    as crianças escreverem a esmo sem uma explicação do que esta sendo feito deixando-os mais perdidos do que cegos em
    tiroteio.Temos que ter mecanismos de acompanhamento melhores para os pais e puniçõe para maus Professores, mas o que encontramos nas Escolas e na maioria dos
    Orgãos Públicos é Corporativismo. Não adianta o Governo gastar com campanha para diminuir a evasão escolar, meu filho tem 11 anos e está na quinta serie
    e se continuar como está o Governo terá que Todo ano gastar alguns milhoes com propaganda inútil.

    Responder

  38. Miguel Tadeu Vicentim

    ago 16, 2013  at 02:55

    Com as notas de 0 a dez, mais uma vez, este projeto de gabinete resgata o que havia de pior na educação e tenta resgatar como algo bom… é como dizer que a ditadura era melhor porque não havia manifestações. Este projeto não pretende valorizar nada. Ele vai apenas reforçar o processo de exclusão. A valorização da educação se faz na sociedade como um todo, com valorização de pessoas que estudam. Se nós apenas valorizamos jogadores de futebol, galãs de televisão e políticos corruptos, o resultado será sempre o mesmo. Não importa se eu avalie de 0 a 10 ou chamando de Não Satisfatório, Satisfatório e Pleno… isto é apenas um mecanismo burocrático medíocre.

    Responder

  39. Katia

    ago 16, 2013  at 02:55

    Achei ótima a ideia, não podemos mais ter jovens analfabetos entrando no ensino medio.

    Responder

  40. Paula Ivana Nikitin Silva

    ago 16, 2013  at 02:55

    Durante esse tempo sobre outra proposta houve certa “acomodação” dos pais e alunos, que respaldo haverá para garantir que aluno compareça à recuperação nas férias, que faça seus deveres de casa e que haja efetiva participação dos pais na vida escolar do filho? pois fica muito difícil o processo educacional ocorrer apenas por um lado enquanto o outro visa a escola apenas como um ponto assistencial de arrecadação de uniforme, material e leite… Mais uma vez veremos a culpabilização dos professores pelo “fracasso ” do aluno, quando simplesmente esse resultado parte do descaso com que o mesmo é educado à encarar a educação e sua formação… haja visto não vejo ninguém fazer numa igreja, clube ou outra instituição coisas ou vandalismos que se sentem a fazer numa escola de forma tão plausível e comum.

    Responder

  41. Raquel de Campos Felizolla

    ago 16, 2013  at 02:55

    Acredito na avaliação como instrumento importante para o professor acompanhar o desenvolvimento do aluno, avaliar o seu fazer pedagógico e planejar novas intervenções. Tenho dúvidas se a burocratização da avaliação, através de provas bimestrais, uso de notas numéricas, tenha impacto na qualidade da educação. Considero inadequada a utilização da avaliação pelo professor como medida coercitiva, como forma de impor sua autoridade perante o aluno. Acredito na construção de uma relação de autoridade, entre professor e aluno, baseada na confiança, no respeito e no afeto, independente da “cultura familiar” de origem do aluno, na competência profissional e no compromisso do professor com a sua função social. O uso de notas, provas bimestrais e divulgação de boletins para o acompanhamento dos pais não é má iniciativa, porém não é suficiente para a melhoria da qualidade da educação.

    Responder

  42. Yohanna Correa Spinola

    ago 16, 2013  at 02:55

    Concordo plenamente com esse projeto. Pois reforça a educação. Achei a ideia excelente e espero que a sociedade aceite. Pois temos que estar preparados para um curso superior, ou ate mesmo um técnológico. Espero que não se torne algo que assuste, mas sim algo que de mais incentivo aos estudantes.

    Responder

  43. Jonny Nelson Teixeira

    ago 16, 2013  at 02:55

    Aí sim chegou num ponto que eu gostaria de comentar e discutir. Atualmente a escola perdeu (ou se esqueceu) uma de suas principais, senão a principal, questões. A escola tem má função social importante na formação e educação do cidadão, que é o que dá ferramentas criticas para que o aluno participe da vida publica quando maior. A família é uma aliada fortíssima nesta peleja. Recentemente a familia se esqueceu também que é responsável por lei pela educação de suas crianças. Ações em conjunto com o conselho tutelar e a vara da criança e da juventude ajudam a diminuir o abandono intelectual dos menores e ajuda a escola a fazer seu trabalho direito.

    Responder

  44. NANCI FERNANDA

    ago 16, 2013  at 02:55

    Antes de qualquer mudança deve-se identificar os reais problemas da educação, como salas super lotadas e professores mal pagos. Diminuir o numero de alunos por sala é o ideal, bem como, valorizar o professor, pq se não ocorrer tais mudanças as ideias apresentadas pela secretaria municipal de educação não resolveram o problema, Hoje a realidade das salas dos professores das Unidades Escolares, é o excessivo número de professores doentes, desiludidos e desrespeitados primeiramente pelos governantes, depois, alunos e pais de alunos, nós professores precisamos ser SOCORRIDOS,

    Responder

  45. Everton Lopes

    ago 16, 2013  at 02:55

    Retrocesso?? De forma nenhuma! Já não era sem tempo de retomarmos, por exemplo, o Boletim de Notas dos alunos. Parabéns por retomarem esse instrumento tão importante que ficou esquecido no tempo.

    Responder

  46. silvani

    ago 16, 2013  at 02:55

    haverá material disponível nas escolas para que se faça provas e atividades extras,experimentos,provas bimestrais já que na maioria falta material básico como sulfite e as cópias aos professores são em cotas mensais?como a estrutura irá funcionar.

    Responder

  47. Solange Rodrigues Saraiva Melo

    ago 16, 2013  at 02:55

    Acredito que, para que o novo sistema de Avaliação para a Aprendizagem e Acompanhamento seja implantado de modo assertivo, há a necessidade da presença de equipes multidisciplinares mais atuantes e em maior número nas unidades de ensino. A atuação de Psicólogos, Fonoaudiólogos, Assistente Social, etc é essencial tanto para uma assistência completa e humanizada aos alunos, que tem diferentes níveis de dificuldades e que precisam ser assistidos em sua totalidade, como para atender às necessidades dos professores e equipes de apoio atuantes na unidade e também para atender as demandas das famílias/comunidade.

    Responder

  48. Deivis B Narciso

    ago 16, 2013  at 02:55

    Uma otima iniciativa. Os alunos devem e precisam de regras e limites. Provas, Boletins, recuperação e retenção é isso que os aliunos precisa. Precisam ver que nao se houver dedicação ele não vão ser prosperos no futuro e não vão passar vergonha falando “poblema” ou escrevendo errado “desembro”.

    Responder

  49. Ricardo de Souza

    ago 16, 2013  at 02:55

    A concepção de avaliação mencionada está perfeita ao meu ver. Como gestor de uma Unidade Educacional percebo um entrave. Em termos de recursos físicos cito: as escolas precisam de papel em escala e impressora de qualidade. Como elaborar provas sem papel e impressora boa? Atualmente uma das grandes dificuldades das unidades é escassez de materiais impressos. Muitas escolas trabalham na perspectiva do aluno copista (da lousa).
    Outra questão importante é o boletim eletrônico, deveria haver um sistema em que o professor por meio de um login seja responsável pelo lançamento de notas em datas pré-estabelecidas. Hoje em dia, os Coordenadores Pedagógicos ficam cobrando pelas notass, pelo registro, e chega no dia do Conselho de Classe, tem professor que nem fechou suas notas. Isto é um absurdo! O professor que não digitasse a sua nota deveria ter seu pagamento suspenso. Talvez assim o descaso com processo de avaliação não fosse tão grande.

    Responder

  50. Maria Dulcinéia Sanchez

    ago 16, 2013  at 02:55

    A mudança de critérios nas formas de avaliação (provas bimestrais), notas de zero a dez, recuperação intensiva, boletins, a dependência e o fim da aprovação automática já deveriam ter ocorrido antes que chegássemos quase ao fim do poço como estamos. A família e mesmo os professores não entendem a avaliação por letras NS,S e P e isso faz com que o aluno seja mal avaliado e que não ocorra um real acompanhamento por parte da família. Processos esses muito importantes para o desenvolvimento da criança na escola. Em relação às lições de casa, os professores da maioria das escolas mandam lição para casa, mas os alunos não as realizam. Dessa forma a lição de casa passa a ser lição de sala, pois não ocorre a correção e a devida verificação de dúvidas, pois o aluno que não faz a lição não pode ter dúvidas.Essas medidas embora pareçam para muitos um retrocesso no processo pedagógico, vêm para colaborar com os alunos, professores e famílias no sentido de direcionar o aprendizado, de forma que todos façam parte da educação, pois fica mais fácil de entender o que realmente está acontecendo com aquele determinado aluno. Os ciclos não são ruins, desde que os professores tivessem uma remuneração “muito boa” e pudessem ter dedicação exclusiva, alunos e professores em tempo integral na escola e a comunidade participante. Há a necessidade que o professor acompanhe o aluno durante o ciclo e que tudo o que não foi visto por aquela criança em um determinado ano do ciclo seja visto no ano seguinte. Há a necessidade de se diminuir a rotatividade de professores na escola para que esses realmente conheçam os alunos e suas dificuldades. De qualquer forma vocês estão de parabéns com essas novas medidas. De forma alguma é um retrocesso, mas uma forma de acompanhar melhor o ensino-aprendizado de cada aluno por todas as esferas envolvidas.

    Responder

  51. Denise

    ago 16, 2013  at 02:55

    Acho interessante a volta do caderno de caligrafia. Assim nossas crianças aprendem a escrever corretamente. Elas são os futuros profissionais! Fica a sugestão!

    Responder

    • Anicéia Lopes Bernardes Barros

      ago 27, 2013  at 02:55

      Desculpe-me Denise, mas caderno de caligrafia não ensina a escrever. Esta habilidade se dá com a compreensão do sistema linguístico: leitura, produção de texto e gramática. A atuação de professores na alfabetização e, posteriormente, o professor especialista. Preocupa-me a possibilidade da supressão dos especialistas de LP e M no 6º ano.

      Responder

  52. Juliette C. Fernandes

    ago 16, 2013  at 02:55

    PARABENS!!!!!. Tem que ter prova simmmmmm. O proprio aluno, hoje tao desinteressado sobre o seu desempenho (porque afinal passava de qualquer maneira)…vai poder visualizar atraves de uma prova como esta seu ocnhecimento e, se tiver um pouco de vergonha e vontade de crescer, vai procurar melhorar. Vao em frente. Excelentes mudancas. DEMOROUUUUUUU. SAO PAULO SAINDO NA FRENTE.

    Responder

  53. Rosa

    ago 16, 2013  at 02:55

    Na atual REcuperação Paralela há um grande problema que é a baixa frequência dos alunos às aulas. Uma forma de minimizar esse problema seria atrelar também as faltas à Recuperação paralela à entrega do leite, assim como é feito com as aulas regulares.

    Responder

  54. Alexandre Salgueiro

    ago 16, 2013  at 02:55

    Gostei do sistema de avaliação, porem seria excelente que a media fosse elevada a media para aprovação para media 6,00. Assim os alunos e professores vão ter que se dedicar um pouco mais. E aumentaria o nível dos nossos estudantes.

    Responder

    • Wilma Aparecida Trenk

      ago 16, 2013  at 02:55

      Concordo com você.

      Responder

  55. Léo Nogueira

    ago 16, 2013  at 02:55

    Caros,

    Olá!
    Não sei se o assunto do qual irei tratar se encaixa nesse item… Muitas vezes, quando se fala do trabalho do professor, se esquece da importância do profissional ter algum tempo para reflexão e preparação da sua aula. Não sinto que isso tenha sido contemplado na proposta inicial. E, na minha avaliação, trata-se de um tema de suma importância. O cálculo não pode ser apenas o quanto o professor ganha hora/aula. Isso é um erro frequente. Ou melhor: é uma decisão politica frequente. Que acaba fragilizando o trabalho do professor.
    Obrigado!

    Atenciosamente,
    Léo Nogueira

    Responder

  56. Edson Company Colalto Junior

    ago 16, 2013  at 02:55

    Provas bimestrais, recuperação e lição de casa são coisas que nunca deveriam ter deixado de fazer parte da rotina escolar. Ótima iniciativa do Sr prefeito de fazer com que isso volte a ser praticado nas escolas, quer dizer, todos esperamos que isso realmente seja praticado.

    Responder

  57. Maria Helena

    ago 16, 2013  at 02:55

    Acredito que mudanças na educação são necessárias, mas tenho mais certeza ainda de que quem precisa voltar a ser valorizado e ter sua autoridade retomada é a escola enquanto instituição, e sua função na sociedade, e consequentemente,o professor retomará seu espaço. Partindo desse pressuposto, acredito que será necessário criar mecanismos de cobrança sobre as famílias para maior cuidado para com a vida escolar dos seus filhos, um desses cuidados é a falta às aulas e real realização das atividades. Como professora de recuperação paralela desde 2007, informo que nosso maior problema nessa área, é que as crianças com dificuldades de aprendizagem faltam muito nas aulas de recuperação, mesmo com as aulas logo na sequencia de sua aula regular, o que prejudica seu desempenho ainda mais. Quando a família é convocada para informarmos sobre as faltas e sobre o desempenho, poucos pais comparecem, muitos alunos dizem claramente que se negam a participar e que sabem que nada pode ser feito, visto que, nem no recebimento de leite essa falta na aula de recuperação vai influir, desta forma, torna-se muito difícil realizar um trabalho de recuperação de habilidades quando uma criança não comparece, e informo, não é devido a aula não ser interessante, não é devido a professora faltar, não é devido a professora não ter formação…Não temos como obrigar os alunos, mesmo com conversas periódicas, mesmo com o envolvimento dos pais na escola, quem mais precisa, o aluno que tem mais dificuldade também é aquele com quem temos mais restrição em encontrar apoio familiar.
    Sem mudanças mais profundas na lei, essas novas mudanças na educação também tendem a fracassar. A sociedade precisa respeitar a escola como local de construção de conhecimento, e local onde as regras precisam ser seguidas, não apenas como um lugar onde se passam algumas horas.

    Responder

    • Wilma Aparecida Trenk

      ago 16, 2013  at 02:55

      Concordo com você.

      Responder

  58. Panaiothi

    ago 16, 2013  at 02:55

    Diminuicao da quantidade de alunos (20) em sala de aula, para uma aprendizagem eficiente e eficaz.

    Responder

    • Roger

      ago 18, 2013  at 02:55

      isso sim seria uma medida eficaz (a diminuição de alunos por sala)

      Responder

  59. Marília

    ago 17, 2013  at 02:55

    Gostaría de saber: o que está sendo proposto para evitar a evasão escolar? o que está sendo proposto para diminuir o número de alunos por sala? Como falar em melhoria na aprendizagem sem modificar essas coisas?

    Responder

  60. Ana Cláudia

    ago 17, 2013  at 02:55

    Gostaria de saber como as escolas irão viabilizar as dependências de disciplinas dos alunos dos 7º e 8º anos?
    Outra coisa! Acredito que o TCC é uma prática ousada e necessária para os nossos alunos. Se houver efetividade desse projeto, será um salto qualitativo importante para a formação do educando.

    Responder

  61. Márcio

    ago 17, 2013  at 02:55

    Concordo com as mudanças reaproximando o sistema do modelo de educação antigo, minha namora é professora do estado e me conta que por diversas vezes alguns alunos ficam na sala e não querem fazer nada, pois não tem obrigações propriamente dita e a família brasileira não está preparada para este sistema de ensino que foi implantado há alguns anos, pelo menos agora a criança terá que se esforçar para aprender de verdade se quiser sair da escola, senão ficará alguns anos a mais, porém quando sair terá aprendido algo de verdade!!

    Responder

  62. Daura Camargo

    ago 17, 2013  at 02:55

    Gostaria de saber se a proposta de reforma inclui mecanismos de responsabilização a pais e familiares que abandonam seus filhos. Esse abando se caracteriza em atos “simples” como crianças e adolescentes que nunca trazem material para a escola, chegam atrasados diariamente, faltas excessivas sem justificativa até casos graves de maus tratos, familiares que nunca comparecem a reuniões de pais e nem às convocações da escola.. A família precisa ser chamada à responsabilidade.

    É preciso acabar com a tal COMPENSAÇÃO DE AUSÊNCIAS. Se encaminhar um calhamaço de folhas para casa resolvesse algum problema escolar, nossos índices de aproveitamento escolar seriam muito diferentes.

    Responder

  63. Mario mantenuto

    ago 18, 2013  at 02:55

    Surpresa com a proposta! Gostaria de saber quais as fundamentações teóricas que sustentam essa proposta? Pergunto ao governo, quando promover concurso público para Educação quais os referências bibliográficos/teóricos serão selecionados?Desconheço que exista algum referencial que defenda provas, retenção e lição de casa como possibilidades para melhorar a qualidade da educação. Deveríamos instrumentalizar os educadores para o uso adequado das avaliações durante o processo. Avaliar sim, punir não. A prova será instrumento de tortura psicológica e disciplinadora aos alunos, basta ler os posts acima, é de dar medo. Lição de casa pra quem? para a família fazer? qual o sentido? os alunos que já aprenderam na escola, pra que repetir em casa, já para aqueles que não aprenderam na escola, lugar com todas as condições com recursos materiais e o professor, como fazê-la em casa, se não consegui aprender com todos recursos necessário para tal? lembremos ainda que temos alunos, que em casa não tem se quer cadeira pra sentar, famílias analfabetas,moradoras de rua, abrigos etc….Como ficam as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação Básica produzidas na gestão do então Prefeito quando Ministro da Educação e assinada pelo então Secretario de Educação, presidente da Câmara de Educação Básica, devemos abandoná-las? E o legado deixado pelo patrono da Educação Brasileira Paulo Freire? devemos esquecê-lo?

    Responder

    • Jair da Silva Santos

      ago 19, 2013  at 02:55

      Preciso guardar seu texto, por que se algum dia alguém questionar o porquê de a educação brasileira ter caído tanto, e alguns dizerem a velha ladainha de que o governo quer o povo ignorante eu mostro seu texto e digo que não, que existem pessoas que, por incrível que pareça, acreditavam que esse seria o melhor modelo para a educação. Pessoas que acreditam que tudo se resolve na base do convencimento, que conseguem transformar crianças em “cidadãos transformadores de sua realidade” aos 10 anos de idade para arrepios de Piaget. Pessoas que fazem carreira nas Universidades, filiam-se a partidos políticos revolucionários, não pegam uma sequência de anos como professor da rede pública, e se tornam “especialistas em educação, sempre consultados para reformas educacionais, aplicando suas teses e achismos sem ouvir o povo, impondo sua tese como o melhor caminho para o povo… E ainda citarei essa pérola “A prova será instrumento de tortura psicológica e disciplinadora aos alunos”… Deixe um pouco de lado a bibliografia revolucionária e vá conhecer um pouco mais da vida real… E já ia esquecendo o que você afirmou sobre lição de casa… “os alunos que já aprenderam na escola, pra que repetir em casa?”. Pelo amor de Deus! Sem comentários…

      Responder

      • Priscila Claudia

        set 12, 2013  at 02:55

        Jair, sua resposta foi simplesmente fabulosa!!!! Assino embaixo!!! Obrigada por contribuir de forma crítica!!

        Responder

    • r

      ago 19, 2013  at 02:55

      Mário, o treino leva à excelência, isto vale para todas as áreas. Então a lição de casa permite que o aluno pratique aquilo que ele aprendeu. As nelhores escolas, por isso as escolas particulares onde estudam os filhos dos privilegiados, que serão privilegiados amanhã, têm como norma a lição de casa, as provas bimestrais, os trabalhos de pesquisa e a disciplina. É isso aí, é dureza mesmo.´Enfrentar os desafios, fracassar, tentar de novo, vencer. Será que é só para os afortunados. Para os menos afortunados nossa piedade e menosprezo, tingidos de quê? Acredito que temos que ofertar o mesmos métodos e conteúdos para possibilitar que todos tenham o mesmo ponto de partida em termos de conhecimentos, habilidades e competências.É claro que cada um chegará em um ponto diferente, no entanto, a instituição escolar não foi discriminatória. É isso que eu quero para os meus filhos.SE ele não pode viajar para o exterior todos os anos, frequentar museus, teatros,O shows. Que pelo menos o nível de escola seja parecido.O resto é preconceito e discriminação.

      Responder

    • FÁBIO RODRIGO BOTTAS

      ago 28, 2013  at 02:55

      Caro Marcelo

      Meu nome é Fábio, diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO. Você questiona referências teóricos. Eu sinceramente até hoje não conheço referencial teórico, em área alguma, que aplicado a grupos humanos produzam qualquer resultado satisfatório. O agir do ser humano é baseado em fatores culturais, herança genética, expectativas, confiança e inúmeros outros fatores que desconheço e desconhecemos, desta forma não é teórico algum que vai resolver problemas da educação e desenvolver um sistema ou projeto que funcione. Eu nunca ouvi falar de professores das potências educacionais tais como China, Correia do Sul, Finlândia, Dinamarca e outras preocupadas com pressupostos teóricos. Eles simplesmente ensinam e ponto final, os professores adquirem experiência em um processo empírico e simplesmente por extinto, sagacidade e experiência sabem o que dá certo para ensinar. Em muitos países desenvolvidos educacionalmente existe a residência educacional onde o professor é acompanhado dentro de uma escola público por outro professor mais eficiente, tal como uma residência média. São Paulo nos últimos anos com seus teóricos são tem regredido em matéria educacional. Quem pode dizer se lição de casa funciona, se retenção funciona, se prova funciona e outros métodos é só o professor, dentro de um processo de autonomia das escolas, onde cada escola junto com sua comunidade encontrará seu rumo e suas certezas e em num processo de tentativa e erro poderá descobrir o que realmente funciona. O que esta provado que nunca funcionou e nem vai funcionar é alguém “iluminado” dizer para a rede o que é certo ou errado, sendo que cada escola é diferente da outra. Outro ponto que podemos destacar nos países onde a educação funciona é a autonomia da escola. Nos concursos os professores devem demonstrar conhecimento da disciplina que vão lecionar, da legislação e de como funciona a rede e não conhecimento sobre “iluminados” que nunca ajudaram em nada a melhorar a educação no Brasil.

      Responder

  64. Katia M.

    ago 18, 2013  at 02:55

    Metade dos itens apresentados já fazem parte da maioria das escolas e não foram suficientes para melhorar a educação no município. Fala-se em recuperação nas férias. Ministrada por quem???? Não há nem professores para substituir faltas e licenças no dia a dia escolar…
    Banco de experimentos e projetos… Em que?? Com que recursos físicos e materiais, uma vez que não temos nem cópias de atividades para os alunos, falta toner, falta papel, falta acesso à internet e pesquisa, falta impressão….
    Dependência de matérias para 7º e 8º anos. Em que horário vão ser dadas essas aulas, se a maioria das escolas divide a escola por períodos/séries, agrupando alunos mais próximos por sua idade???
    Banco de Questões e itens de avaliação – Questões e avaliações sobre o que?? O conteúdo dado? A aprendizagem? A postura do professor? A opinião do aluno sobre a Escola e professores???
    Itens apresentados sem uma definição clara de que serão executados e implantados.

    Responder

  65. Eliana

    ago 19, 2013  at 02:55

    Por favor, recuperação paralela com menos alunos por turma e inciando a partir do 2o semestre do 1o ano, só assim avançaremos. PRP só no último ano do ciclo I não adianta nada, o aluno já perdeu muito tempo. Dois PRPs por escola seria o ideal!! E parem com a balela da recuperação contínua, ela é impossível de ser praticada em sala de aula com 35 alunos com 10 diferentes níveis de aprendizagem!

    Responder

  66. Eliana

    ago 19, 2013  at 02:55

    Quanto às lições de casa, como a PMSP cobrará os pais de cumprirem com o que ECA regulamenta como sendo direito (acho que deveria ser DEVER) dos pais tomarem ciência do processo pedagógico??

    Responder

  67. Eloisa Santana

    ago 19, 2013  at 02:55

    muito blá blá blá !!…
    Um FIASCO PORQUE NÃO MEXEU NO QUE DE FATO FAZ DA DIFERENÇA: A REDUÇÃO DO NÚMERO DE ALUNOS POR CLASSE para que para tudo isso de fato funcione .
    Não bastaria nada disso , apenas a redução que já resolveria. LAMENTÁVEL …

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:55

      Há escolas particulares muito boas que têm classes com 40 alunos. Salas pequenas onde existe total indisciplina e o professor não possui meios de cobrar a aprendizagem dos seus poucos e desinteressados alunos não garantem qualidade de ensino. Além do mais, uma coisa não precisa depender de outra. Não faz sentido recusarmos uma proposta que melhorará o ensino porque outras melhorias ainda não serão feitas. Por mais que alguns digam o contrário, a aprendizagem depende muito do esforço e dedicação do aluno, e, se não houver mecanismos eficazes de avaliação e cobrança por resultados bons, qualquer sistema estará fadado ao fracasso.

      Responder

  68. Gilson Santos

    ago 19, 2013  at 02:55

    Acredito que tudo isso seja importante, mas se não houver um envolvimento da família e a presença do apoio de Assistente Social e Psicólogos nada adiantará.

    Responder

  69. Vilian

    ago 19, 2013  at 02:55

    Acho excelente todos os pontos. Também devemos envolver a família, mas acredito que isso acabará acontecendo.

    Responder

  70. Débora Espada Catarino

    ago 19, 2013  at 02:55

    Lição de casa é uma questão de gestão de sala de aula, pode funcionar pra uns e não para outros professores. Cadê a autonomia e a gestão democrática????

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:55

      Pode parecer paradoxal o que vou dizer, mas a autonomia muitas vezes se volta contra o próprio professor. Não acho que prejudica o trabalho do professor estabelecer algumas normas e adotar referências externas para a aprendizagem. Além disso, quando deixamos tudo para ser decidido pelo professor – avaliação, lição de casa, aprovação/reprovação, cobrança – costuma haver uma pressão por parte dos alunos e pais para diminuir o nível de exigência. Portanto, quando há normas para seguir a esse respeito, não é exagero dizer que aumenta a autonomia do professor que – como a maioria – tem vontade de cobrar mais dos alunos mas sente-se pressionado a não fazê-lo.

      Responder

      • Debora Espada Catarino

        ago 20, 2013  at 02:55

        Ensinar então virou receita de bolo, todo mundo segue e pronto, alunos letrados e críticos! Para, né?!

        Responder

  71. Maria Silene

    ago 19, 2013  at 02:55

    Quando deixei minha pergunta aqui achei que um responsável da prefeitura fosse pelo menos ler. Mas isto é apenas o muro das lamentações. Como sempre esta determinações de tecnocratas são imposta e temos que aceita-las.

    Responder

  72. Nadia Marcolino

    ago 19, 2013  at 02:55

    A avaliação é uma idéia antiga, porém necessária. A partir do resultado dela , é que podemos modificar ou elaborar melhor nossas ações. Fica claro que avaliações devem acontecer durante todo o processo de aprendizagem. Quero apenas levantar um questionamento. Durante todo o processo ensino-aprendizagem, é colocado para nós professores que devemos trabalhar diferentemente com a inclusão. Estamos sempre sendo cobrados de atividades diferenciadas para com o aluno de inclusão. Mas durante todas as avaliações externas já decorrentes, estes alunos nunca foram tratados como inclusão esuas provas nunca foram diferenciadas. E agora como vai ficar? Inclusões serão realmente incluídas neste processo avaliativo?

    Responder

  73. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    ago 19, 2013  at 02:55

    Sou Fábio, diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO. Creio que o melhor método para sistematizar a avaliação dos alunos seja a escala de zero a dez. Houve época em que muitas escolas resolveram instituir os conceitos em forma de letras na avaliação dos alunos, surgiu o NS,P e S na prefeitura, nas escolas do Estado surgiu o A, B, C, D e E e nas escolas particulares o AO(objetivo alcançado) e o ON(objetivo não alcançado), afinal existia uma verdadeira repulsa por classificar os alunos e tentar medir seus conhecimentos, mas tais sistemas conceituais se revelaram verdadeiros fracassos, pois: 1- Todo ser humano gosta de ser reconhecido pelo seu trabalho, desta forma o aluno nunca vai entender como justo, que ele acertou toda a prova e vai ter a mesma nota(conceito) daquele que acertou somente metade; 2- Já que cada rede ou escola particular resolveu adotar um padrão de conceitos os históricos escolares se tornaram impossíveis de avaliar para a sociedade, afinal havia verdadeira salada de letras, que ninguém, exceto, nem sempre, somente os professores das referidas redes entendiam, mas se alguém queria avaliar o histórico do aluno para contrata-lo para um trabalho, o avaliador não entendia nada; 3- Os pais, em sua maioria gente humilde e pouco letrada também não entendia nada a tal salada de letras, sendo impossível saber se seu filho estava indo bem ou não na escola, afinal um S poderia ser metade do desempenho ou a quase totalidade e um NS poderia ser que o aluno entregou a prova em branco ou acertou quase a metade; 4- Os professores em geral não gostam do sistema de conceitos, pois sempre ficam na dúvida na hora de dar o conceito final, pios nunca conseguem saber se um conjunto de NSs é de um aluno que estava quase no nível satisfatório ou um que entrega avaliações em branco, sendo que não adianta vir com a história que o professor deve conhecer seus alunos, afinal um professor da segunda parte do Ensino Fundamental ou do Médio tem centenas de alunos, ou seja, o sistema de conceitos acaba gerando uma confusão na cabeça do professor na hora de dar um conceito final, pois ele nunca vai lembrar do nível real daquele aluno e certamente vai cometer injustiças. Já o sistema de notas de zero a dez tem inúmeras vantagens: 1- Distinguir um aluno que entregou a prova em branco(zero) daquele que estava quase no nível adequado(4,0); 2- È mais compreensível e aceito pela sociedade em geral; 3- Estimula melhor o aluno, pois ele vai ter seu estudo reconhecido em relação a seus pais, professores e demais colegas; 4- Para os professores que tem centenas de alunos é mais prático e evita injustiças, pois o professore na hora de dar o conceito final saberá melhor o nível que esta cada aluno e não terá que recorrer a sua memória, pois com centenas de alunos não vai lembrar mesmo; 5- No sistema de zero a dez empresas e organizações da sociedade poderão valorizar o bom desempenho do aluno na hora de dar um emprego ou uma bolsa para um curso ou atividade. Nas escolas particulares todos viram que o sistema de conceitos não deu certo e rapidamente voltaram a adotar as notas de zero a dez. Nas escolas estaduais demorou um pouco, mas também voltaram ao sistema de notas de zero a dez. No sistema municipal devido ao saudosismo de muitos “ditos especialistas”, sempre houve resistência, pois pessoas que não tinham capacidade enxergar um palmo na frente do nariz, verdadeiros idiotas, viviam com argumentações baseadas em princípios e uma série de pressupostos teóricos e sempre lutaram para manter o sistema de Conceitos(NS,P e NS), mas tais pessoas, como em uma fé religiosa cega, em que determinados autores se transformavam em Deuses ou apóstolos, não tinham a capacidade intelectual de perceber que o sistema de Conceitos não funcionava e nem tinha aceitação social. Em uma sociedade, e o sistema educacional faz parte da sociedade, nada dá certo se não houve confiança, por mais que os pressupostos teóricos sejam bonitos, tecnicamente perfeitos e bem embasados, sempre estarão fadados ao fracasso se não houver confiança, sendo que o sistema de conceitos não tem a confiança da sociedade, nem dos pais, nem dos alunos, bem como não tem a simpatia da maioria dos professores, desta forma, por mais defensável que seja na cabeça de alguns “iluminados”, tal sistema de conceitos nunca vai dar certo, como nunca deu nestes 20 anos e se tornou o maior fracasso. Alguns dos “idiotas iluminados”, alguns dos meus colegas diretores e supervisores, estão dizendo que o sistema de conceitos não deu certo, por que não foi seriamente aplicado, mas será que estes iluminados não percebem que 20 anos é tempo suficiente para aparecer algum resultado positivo, mas, no entanto só apareceram resultados negativos, será que tais criaturas não perceberam a necessidade de mudanças? Alguns dizem que notas de zero a dez trazem um pressuposto de classificação, mas pergunto, qual mau tem isso? Que mal tem um aluno comparar sua nota com a de um colega e ver que precisa melhorar? Que mal tem um aluno perceber que toda sala tirou nota baixa e pedir ao professor que explique melhor a matéria? Que mal tem um pai ou mãe em comparar a nota de dois irmãos e ver que um necessita se aplicar mais? Que problema afinal tem um empresário olhar os históricos e contratar o melhor aluno, afinal não temos mesmo que estimular o aluno a ser bom? Será que tratar o bom e o ruim da mesma forma é estimulante para o mau aluno, ou ele vai se acomodar afinal não tem qualquer pressão da sociedade? Espero realmente que sejam implantados as notas de zero a dez, pois creio que vai melhorar a avaliação dos alunos sobre sí mesmo, vai melhorar o entendimentos dos pais e da sociedade.

    Responder

  74. gislaine lourdes rodrigues vieira

    ago 20, 2013  at 02:55

    Na escola em que eu trabalho, temos a recuperação paralela de LP e Mat fora do horário para os alunos que apresentam dificuldades em acompanhar os conteúdos em sala de aula. No decorrer do ano os alunos que realmente frequentam – e este numero tem aumentado ano a ano- melhoram seu desempenho e organização. Quando leio o ítem abaixo:
    “oferecimento de atividades de recuperação durante o
    período letivo, e, quando necessário, também durante as férias, com maiores
    condições para alunos e professores.”
    Fico preocupada pois ao invés de aulas de recuperação, os alunos terão atividades…. ora, atividades sem mediação direta do professor não alcançarão os objetivos, pois se o aluno apresenta dificuldade na aprendizagem, ele precisa estar num grupo com número menor de alunos e atividades direcionadas e adequadas a estes alunos.
    Discordo totalmente de atividades acho um verdadeiro retrocesso.se for sem a mediação do professor e sem um tempo específico para este fim..

    Responder

  75. Haroldo Souza de Arruda

    ago 20, 2013  at 02:55

    As avaliações externas – PROVA DA CIDADE e PROVA SÃO PAULO – eram um instrumento valioso. Havia uma matriz bastante precisa sobre o grau de proficiência que o aluno deveria atingir, os boletins que vinham eram bons! No ano de 2012 os alunos foram avaliados em ciências, português e matemática – a Prova Brasil não avalia ciências. Lamento profundamente a perda desse instrumento que, no meu entender, era inclusive democrático, pois oportunizava aos alunos mais pobres a chance de mostrar como fazer uma avaliação teste, com gabarito e producação escrita. Que pena!

    Responder

    • Adriano

      ago 20, 2013  at 02:55

      Concordo plenamente com você. Se a Prova São Paulo não estava funcionando corretamente, do ponto de vista técnico, caberia ao governo melhorá-la e não, extinguí-la. Como não acreditar que essa foi uma medida puramente política e partidarista como sempre ocorrem nas grandes mudanças de gestões governamentais.

      Responder

  76. Anderson Ramos

    ago 20, 2013  at 02:55

    Não podemos transformar o processo de avaliação em pura meritocracia. Isso apenas estimula a competitividade sem sentido e desestimula o aluno que não se adapta ao modelo educacional vigente. Que a avaliação seja etapa efetiva do processo educacional baseada na participação, em projetos, em autonomia do professor e da Unidade Escolar para desenvolver atividades cooperativas e inclusivas e não apenas um sistema de notas vazio e meramente punitivo.

    Responder

  77. Kleuber Roberto de Araujo

    ago 20, 2013  at 02:55

    Kleuber Roberto; professor das redes públicas Estadual e Municipal e de escola particular.

    A avaliação deve seguir os padrões que a Fuvest SEGUE PARA AVALIAR OS SEUS CANDIDATOS…
    Hoje nas escolas públicas é cobrado do aluno atividade ou atitudes que não são ou estão presentes nos vestibulares da Fuvest ou de outras Universidades Públicas E MUITO MENOS NO MERCADO DE TRABALHO !!! O empregador quer saber se ele entende de teatro ou da histórias da África ou EStados Unidos na hora de contratar? Nas escolas públicas fala- se de Inteligências múltiplas, pluriculturalismo; blá, blá, blá… mas na hora do vamos ver os vestibulares das Universidades Públicas são estremante tradicionais e conteudistas (método de ensino utilizado em escolas particulares apenas) e os alunos do ensino público, que na sua grande maioria, já são desfavorecidos (excluidos) em relação ao acesso de lazer de qualidade (cinema, teatro, espetáculos musicais,exposições, etc.) ainda têm de enfrentar as diferenças currículares das escolas tradicionais que históricamente têm um índice de aprovação melhor quando o assunto é Universidade Pública.
    Tudo bem cobrar conhecimentos multiplos, fazer da escola um centro onde até cachorro é vacinado!!! mas que faça isso em forma de projetos e em horários extra classe; durante as horas de estudo devemos ser e cobrar os conteúdos tradicionais.
    CHEGA DESSES NS; S; P.
    Com isso fica aqui o apelo para que a educação pública volte a ser o que foi no passado ou se torne o que nunca foi : REALMENTE FORMADORA !

    Responder

  78. Helena Singer

    ago 20, 2013  at 02:55

    O Programa assim define a “Avaliação Formativa”: “Contribui para reduzir o risco de fracasso que pode ocorrer pelo uso de uma avaliação com fins apenas classificatórios e somativos, quando não há mais tempo para melhorias. A avaliação formativa possibilita que os próprios alunos, em parceria com familiares, professores e colegas, ressignifiquem suas experiências e seus processos de apropriação e produção de conhecimento, de forma autônoma e autoral”. A avaliação carrega, portanto, as dimensões de valorização, cuidado e acompanhamento. Mais adiante, fala-se em “avaliação contínua, modular”, “avaliações diagnósticas”. Excelente. É isso mesmo que se espera de um governo municipal liderado por alguém que se dedicou anos à Educação.
    A incoerência está e nas estratégias propostas: provas bimestrais com resultados expressos em notas de 0 a 10 publicados em boletins. Não é possível compreender como as notas públicas de 0 a 10 expressarão processos formativos, significativos, voltados para autonomia, cuidado, valorização e acompanhamento. Sempre, desde que as notas em provas foram inventadas e até que se universalizaram por países como o Brasil, elas foram unica e exclusivamente utilizadas para os fins classificatórios e somativos que o documento critica. Não há qualquer justificativa pedagógica no próprio documento para a primazia das provas e das notas de 0 a 10.
    Afirma-se apenas que isso seria mais claro para interpretação pelos alunos e suas famílias. A pergunta que fica é: como interpretar a nota 6,5 tirada pelo João em matemática? Quais aspectos da matemática o João compreendeu menos que a Maria, que tirou nota 7? O que significa o 0,5 ponto que faltou para o Thiago passar de ano? Ou, favor explicar o que a prefeitura de São Paulo deseja para seus estudantes quando afirma esperar que, na média, eles saibam 5,4 de Língua Portuguesa e Matemática no final do Fundamental? Que eles aprendam 54% do conteúdo ensinado? É isso que as famílias esperam da escola para seus filhos, que elas tenham sucesso em apenas metade do que é sua missão realizar? Quem tem expectativas tão baixas para seus filhos? Que outra instituição pública tem expectativa tão baixa pelos governos?
    Em outras passagens do documento, menciona-se que as notas serão acompanhadas de análises e “anotações que incentivem a continuidade dos estudos ou possíveis correções de rumo”. Isso, sim, é importante. No entanto, para que isso se efetive, os professores precisariam ter 50% de sua jornada de trabalho dedicada ao planejamento das atividades, à análise da produção dos estudantes e elaboração destes relatórios avaliativos. O Programa não faz menção a isso.
    Por fim, é importante dizer que a autonomia da escola, preconizada em todo o documento, é seriamente afetada se ela não puder criar e escolher os instrumentos de avaliação e acompanhamento condizentes com seu projeto político-pedagógico. O Programa pretende, inclusive, propor modelos de roteiro básico de registro e síntese de avaliação que serão enviados aos pais ou responsáveis. As unidades escolares poderão aperfeiçoar o modelo, mas não criar outro.
    Portanto, as sugestões neste aspecto são: adequar a jornada do professor para que ele tenha tempo a se dedicar à avaliação e possibilitar à escola escolher os instrumentos mais coerentes com seu projeto.

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 20, 2013  at 02:55

      Qualquer avaliação será imprecisa e questionável, mas deixar de avaliar – ou preferir uma avaliação totalmente subjetiva, sem números – será, sem dúvida, pior.

      Uma sugestão para melhorar o aspecto qualitativo da avaliação, conforme a análise que você propôs, seria fazer uma lista de objetivos a serem alcançados em cada ano, em cada matéria. Exemplo: identificar as classes morfológicas das palavras, resolver problemas de equações de primeiro grau, identificar países e continentes em um mapa, etc; Com base em avaliações podemos determinar quais destes objetivos foram alcançados e quais precisam ainda ser trabalhados.

      O uso de um banco de questões e de bons programas de computador podem facilitar o professor nesse processo de avaliação, não o sobrecarregando e permitindo uma padronização dessa avaliação..

      Responder

  79. Solange Leandro Vieira Ferreira

    ago 21, 2013  at 02:55

    É pena que o professor que está vivendo a realidade da sala de aula no dia-a-dia não tenha sido consltado para tais mudanças. É fato que o grande problema da escola pública não é o acompanhamento do professor ou da escola, mas as famílias que não dão limetes ou acompanham seus filhos nas atividades escolares. Por melhor que seja o preparo do professor, não é possivel tratar adequadamente os temas propostos com os alunos porque o referido docente não acompanha o conteúdo porque não cumprem com o seu papel de autor. O educando não faz as lições em sala de aula nem fora delas. As famílias, quando as tem, não tem tempo ou não se interessam em exigir de seu tutelado a obrigação da leitura e dos estudos em casa.Sem a ação da maioria dos alunos fica quase impossível prosseguir com algum conteúdo sem que o estudante não faça sua parte. A cobrança da escola acontece, mas a grande maioria das famílias não cumprem com o seu papel. Em uma escola onde os alunos e as famílias só tem direitos: de educação, de assistencialismo; e não tem nehuma obrigação: de fazer lição, de acompanhar a vida escolar dos tutelados, de usar o uniforme pago pelos impostos dos contribuintes; de preservação do patrimônio público, de respeito aos professores, etc., etc.. – não funciona. É batalha perdida. Só quem está vivenciando a sala de aula diariamente é que sabe onde está a grande falha. Se não for cobrado das famílias o cumprimento de suas obrigações, pode virar o sistema educacional de cabeça para baixo. O que vejo nesse processo é só mais burocracia e responsabilidades sobre quem já fugiu bastante do seu papel original que é se educador. Tenho dito.

    Responder

  80. Marina Amorim

    ago 21, 2013  at 02:55

    Provas bimestrais, lições de casa e menções devem ou deveriam fazer parte do cotidiano escolar ; mas não como cobrança da escola ou dos professores e sim um momento de reflexão por parte de todos envolvidos inclusive a família, pois sabemos que alguns pais e ou responsáveis tem deixado de acompanhar os estudos das crianças e quando questionados chegam a dizer: “eu conheço alguém que esta em tal série e ainda não sabe nem escrever seu próprio nome” ,como se isso fosse algo muito natural.

    Responder

  81. Prof Priscila

    ago 21, 2013  at 02:55

    Boa tarde a todos!
    Começo minha participação através de diversas indagações, até quando faremos a população acreditar em meias verdades, sinceramente existe melhora no aprendizado com uma sala cheia de alunos? Haverá reprovação aceita pela sociedade quando o reprovado for seu filho? Até quando o vilão do fracasso escolar será os professores?
    Dentre outros questionamentos que tenho, me confronto com um poder político que máscara suas ações e que seus erros refletem na escola e automaticamente na sociedade, todos os processos educacionais foram e são manobras políticas e poucos deles estão realmente ligados as reais necessidades dos educandos, quanto a proposta atual desta gestão elenco alguns pontos dos quais não acredito ser a solução e tão pouco que seja real

    A) Reprovação
    Esta proposta veio de forma vazia, pois sabe-se que a sociedade saudosista apoiaria esta ação, mas dar o que o povo quer sem critérios é o mesmo de dizer que não haverá reprovações, por que a educação faz parte do indice de desenvolvimento humano e nenhuma gestão política permite ser mal avaliada para tanto a pressão recai contra os professores e profissionais da educação que por sua vez volta a perder o respeito da socidade, pois promessas não cumpridas surtem resultados opostos ao esperado.

    B) Escola em tempo integral

    Como funcionará? dizer que terá e que quer a aprovação da população, é fácil, mas de que forma essas crianças serão acolhidas? em qual espaço físico? com quais atividades?
    Não vejo nessa proposta nenhum detalhe das ações pretendidas, como posso avaliar se é bom ou ruim se tenho acesso as informações pela metade?

    Responder

  82. Jose dos Santos

    ago 22, 2013  at 02:55

    Prezados Senhores,

    Eu sou José dos Santos, 65 anos de idade, professor de matemática nos anos 70, formado em eletrônica industrial e administração de empresas, pai e avô com todas as letras, grande admirador das artes do ensino e mestre maçom na Augusta e Respeitável Loja Maçônica Academia dos Esquecidos Millennium 536, da Grande Loja do Estado de São Paulo.

    Venho respeitosamente me utilizar do programa MAIS EDUCAÇÃO SÃO PAULO para apresentar algumas sugestões para mudanças na área da educação.
    Minhas sugestões mais abaixo estão apoiadas em fatos sobejamente conhecidos :
    1- A educação começa na família. Uma criança que recebe boa educação familiar vai para a escola como um agente de colaboração em seu aprendizado e no aprendizado de seus colegas, pois interage bem com colegas e professores.
    2- Nem todas as famílias têm condições sociais e culturais para prover uma boa educação a seus filhos. São inúmeras as restrições, em todas as classes sociais, principalmente nas menos privilegiadas.
    3- Alguns alunos, provavelmente em torno de 10% em cada sala de aula, são responsáveis por todos os transtornos relacionados ao comportamento grupal, prejudicando o próprio aprendizado assim como o aprendizado dos demais colegas de sala de aula além de dificultar a atuação do professor.
    4- A maioria dos professores não está preparada para enfrentar esses problemas de comportamento em sala de aula, sentindo muita dificuldade para administrar esses conflitos.
    5- Os alunos não se sentem motivados a estudar, não estão sendo preparados para superar obstáculos e enfrentar as “provas do dia a dia” na vida pois “passam de ano” mesmo sem terem o devido aproveitamento escolar. Este fato estará superado com as novas orientações da administração municipal de São Paulo.
    6- Há uma grande campanha para ressaltar os direitos das crianças e adolescentes mas não há, no outro prato da balança, uma honrosa campanha para ressaltar os seus deveres. Importante ressaltar que todo o direito humano legítimo só é assegurado se cada ser cumprir o seu dever. O contrário é uma falsa promessa de direito que jamais se cumprirá.
    7- Os professores, acuados pelas dificuldades nas salas de aula e por péssimos resultados em seu trabalho, também não se sentem motivados, pelo contrário, estão cada vez mais estressados e sem condições psicológicas de prosseguir nesse cenário: classes superlotadas com muita bagunça e pouco respeito; alunos com péssimos resultados sem qualquer conseqüência; professores que já não suportam atuar na profissão de sua escolha e faltam às aulas por motivos de doença psicológica.
    Estas são minhas sugestões de algumas ações para minimizar esses efeitos.
    1- Assim como o estado protege periodicamente as crianças com vacinas, na área da saúde corporal, também poderá proteger as crianças com uma “vacina educacional e emocional”. Todas as escolas oferecerão um treinamento para os pais, com sugestões de como educar os seus filhos. A cada nascimento, os pais deverão passar por um treinamento sobre como cuidar da criança em seu primeiro ano. Um ano depois, esses mesmos pais deverão participar de outro treinamento que lhes mostre como cuidar de seu filho em seu segundo ano, e assim sucessivamente até os 12 anos, pelo menos. Com a implementação desta ação,em médio prazo já teríamos crianças mais preparadas para chegar ao ambiente escolar, com mais respeito, limites, e emocionalmente mais preparadas para interagir com empatia e colaboração. Além desse efeito benéfico que poderá se projetar de geração em geração, haverá também a geração de novas vagas de trabalho para os profissionais desse segmento.

    2- Oferecer aos alunos de comportamento mais complexo, aqueles que dificultam o trabalho do professor e de seus colegas,uma sala de aula com menor número de alunos, administrada por um professor que tenha mais conhecimento e liderança para lidar com esse tipo de comportamento. Não se trata de excluir esses alunos, pelo contrário, trata-se de manter com eles e com suas famílias uma maior interação, com atores mais especializados, de forma a lhes propiciar melhor rendimento na escola e na sociedade. Se esses alunos não tiverem um rendimento melhor, por conta de suas limitações comportamentais e pouca atuação familiar, serão reduzidas suas possibilidades de desenvolvimento e, por conseqüência, provavelmente serão realmente e definitivamente excluídos e marginalizados na sociedade num futuro bem próximo. Com a implementação desta ação teremos, em curto prazo, crianças com melhor aproveitamento, professores com menos estresse e todos com mais motivação.

    3- Agregar valor ao fato do retorno das provas e boletins, fazendo disso uma verdadeira festa de comemoração dos resultados obtidos pelos alunos. Desenvolver um evento bimestral dentro da escola para divulgar os nomes dos três melhores alunos de cada classe, dando ênfase ao esforço deles, se possível com algum brinde. É isso que acontece na prática do dia a dia de quem vai ao mercado de trabalho, portanto, ensinar os alunos a enfrentar isso também é uma forma de educar, de motivar, de fazer com que se relacionem com a realidade, que saibam buscar um reconhecimento positivo e os aplausos de pais, mestres e colegas.

    Agradeço pela oportunidade de expressar minhas opiniões.
    José dos Santos
    São Paulo, 21 de agosto de 2013

    Responder

  83. Miriam

    ago 22, 2013  at 02:55

    O sistema a ser implantado, já esta implantado há muito tempo, só que os pais e alunos não tinham a consciencia do que é necessario.
    Fazemos aqui na nossa unidade escolar ,conselho participativo , para dar maior informações aos pais quanto ao andamento do seu filho na escola, mas poucos aparecem e acompanham seus filhos, porque tem a progressão continuada, passando para a série seguinte automaticamente, então isso emperra nossa educação, lição de casa todos dão mas poucos e que fazem.
    Nos precisamos da familia consciente , dá necessidade de um verdade da escola para seus filhos
    Não somos pais educadores e sim professores educadores das nossas disciplinas

    Responder

  84. Luciana Santos

    ago 22, 2013  at 02:55

    Como ficará a avaliação dos alunos com necessidades especiais? Terão provas diferenciadas?
    E os surdos, terão provas com tradução em Libras, como ocorreu nas duas últimas edições da prova São Paulo?
    Sabemos que cada pessoa tem seu tempo, e avaliar todos da mesma forma não me parece justo.

    Responder

  85. Claudinei Martins Bastos

    ago 23, 2013  at 02:55

    Notas comentadas?

    Um simples 5,0 não representa mais algo em torno de “meio do caminho” que deveria ser percorrido?

    Responder

  86. Alexandre

    ago 24, 2013  at 02:55

    Sobre as avaliações comentadas nos diferentes ciclos (interdisciplinar e autoral) com o número excessivo de alunos por salas (35 o limite hoje) como o professor ira administrar esse tempo de correção?

    Além das outras atividades em que caracteriza sua função (preparação de aulas, atividades, lição de casa, avaliações, planejamento escolar, preenchimento de diário de classe, reuniões, atendimento de pais e alunos etc.) Haverá um tempo em sua jornada de trabalho para realização dessa proposta?

    Para esclarecimento de como funciona hoje no sistema de educação municipal de São Paulo (atualmente existe um tempo que pode dedicar a isso que compreende hoje a Hora Individual e Hora atividade que tem a duração de 1 aula que corresponde a 45 minutos) para o professor se dedicar a esses afazeres diários, e outros como sua própria formação haverá mudanças ou vai ser mantido como funciona na prática: leva pra casa e não recebe pelo trabalho/horas excedente? Como vai funcionar isso?
    Grato se obtiver reposta!

    Responder

  87. Rodrigo S Ribeiro

    ago 25, 2013  at 02:55

    Fala-se muito.. Mas não há proposta para a redução do número de alunos por sala de aula. Nem se fala sobre a obrigação da participação dos pais no acompanhamento da vida escolar dos filhos.
    Quanto a redução, a prefeitura e qualquer especialista vai dizer que o número de alunos por sala de aula já é aceitável e que a prefeitura está construindo mais escolas (que ficarão prontas daqui alguns milhares de anos).
    Quanto a obrigação da participação dos pais, dirão: Mais os pais trabalham, tem outras responsabilidades… Balela! Quanto aos pais trabalhadores, a prefeitura poderia muito bem aprovar uma lei municipal e instituir um atestado de presença válido para os pais trabalhadores e vincular a presença dos pais aos benefícios sociais recebidos, além de responsabilizar os pais que não comparecerem um número mínimo de vezes por ano na escola.

    Responder

  88. Hellen Souza

    ago 28, 2013  at 02:55

    Como serão oferecidas as dependencias? O aluno simplesmente desenvolverá trabalhos que serão entregues no final de um período ou acompanhará aulas daquela disciplina no horário osposto ao de seu estudo regular? Quem irá desenvolver a dependencia com os alunos?

    Responder

  89. JOÃO DOMINGOS SAMPAIO

    set 02, 2013  at 02:55

    Senhores

    Notas de 0 – 10: É uma proposta muito bem vinda e que será de fácil assimilação da família. Os conceitos usados atualmente nem sempre tem sido bem compreendido pelos pais. Mas devemos tomar cuidado. Quando este mesmo processo de troca de conceito foi substituído por notas nas escolas estaduais em São Paulo, optou-se por uma média a nota 5. Desde então, o objetivo do aluno não mais tem sido atingir o 10, mas 5 para ficar com nota azul. Foi uma armadilha e agora, está difícil modificar a cultura da média a ser atingida. 5 é necessário e suficiente. Pronto.

    Para a proposta da prefeitura de São Paulo não caia na estadualização da média 5, vamos apresentar o sistema de notas como uma passagem por níveis já estabelecidos pela PROVA SÃO PAULO e já conhecido dos pais e alunos, havia até cor para cada nível. Relembrando:
    ABAIXO DO BÁSICO: cor vermelha
    BÁSICO: cor amarela
    ADEQUADO: cor verde
    AVANÇADO: cor azul.

    Como sugestão poderia ser, assim, entendida:

    0 a 3 – ABAIXO DO BÁSICO: Seria a parte dos alunos que não atingissem mais que a nota 3 e cuja orientação deveria ser a busca pelo próximo nível, o básico.
    4 a 6 – BÁSICO: Neste nível os alunos já conseguem apreender parte considerável do que é ensinado,mas agora tem por meta atingir o próximo nível, o adequado.
    7 a 8 – ADEQUADO: Uma vez atingido o adequado, o aluno tem condições de buscar o nível avançado.
    9 a 10- AVANÇADO: Este deve ser o objetivo de todos.

    Cabe ainda destacar, a porcentagem aceitável de alunos em cada nível, apontando para o que é recomendado por entidades e padrões internacionais para cada turma ou sala. 5% para alunos Abaixo do básico, 45% para Básico, 25% para Adequado e 25% para Avançado. Assim,cada aluno, cada turma, cada professor e cada escola tem objetivos a alcançar.

    Esta pode ser uma das formas de fugir da medíocre armadilha da média 5.

    Gostaria de conhecer outras sugestões sobre este assunto.

    Domingos

    Responder

  90. JOÃO DOMINGOS SAMPAIO

    set 02, 2013  at 02:55

    LIÇÃO DE CASA
    O tema lição de casa deve ir além da tarefa que o professor passa para o aluno fazer em casa. É importante que seja estimulado nos alunos, inclusive como critério de avaliação:
    - a atividade a realizar em casa;
    - os livros didáticos ou não que devem ser consultados;
    - revista e jornais;
    - relatório dos passeios e viagens;
    - pesquisas na internet, TV e outros instrumentos acessíveis aos alunos;
    - ida à feira, supermercado, cinema, ao centro da cidade ou no comércio do bairro;
    - o relato da ida dos pais à escola.
    - saídas pedagógicas proporcionadas pela escola ou SME;
    - outros.

    Bem, há um leque de possibilidades, nem sempre aproveitado ou estimulado pela escola.

    Domingos

    Responder

  91. JOÃO DOMINGOS SAMPAIO

    set 02, 2013  at 02:55

    RECUPERAÇÃO
    1. período de férias
    Nas escolas do Estado de SP foi feito uma experiência e numa delas eu participei como professor, até então, um crítico da proposta. Mas após orientação e participação considerei excelente aquela proposta, que como tudo o que é bom, é abandonado naquela rede de ensino. Vale a pena conhecer a proposta do Estado e aperfeiçoar para a prefeitura. Poderia ser uma das condições para os alunos que permaneceram ABAIXO DO BÁSICO, frequentar o Ano escolar seguinte.

    2. período letivo
    A experiência da prefeitura nos últimos dois anos tem sido significativa na escola onde atuo. Mas é preciso que os gestores sejam melhores convencidos da eficácia deste trabalho, inclusive dando suporte aos alunos via TEG, já que muitos são impossibilitados de frequentar por falta de quem os acompanhe até à escola no contra turno. Este é um pedido dos pais e quando atendidos, o retorno é satisfatório.

    3. Língua Portuguesa E Matemática
    Assim como a rede disponibiliza professores para a recuperação de Língua Portuguesa, deve também disponibilizar e contratar professores de Matemática para recuperação. Atualmente é um professor que já desenvolve uma primeira atividade na escola. A atividade de recuperação de Matemática é secundária. tem que mudar isso. Recuperação demanda tempo e dedicação, inclusive no contato e orientação com a família, como é feita pela professora de recuperação de Língua Portuguesa, onde atuo, na Emef ceu Jaguaré.

    Domingos

    Responder

  92. Neide Rodrigues

    set 02, 2013  at 02:55

    Acredito na grande capacidade das crianças de assimilar as diciplinas e desenvolver seu aprendizado e potencial, não acho que a mudança na avaliação surta grandes modificações pelo contrário a educação e nossos governantes ficam em uma situação dificil de “descredito” ou seja “sem rumo”acho que os alunos deveriam ter acompanhamento e principalmente nas escolas um profissional em psicologia trabalhando em conjunto com o pedagogos e o corpo de profissionais escolar para avaliar em cada nucleo escolar e suas dificuldades e de seus alunos, quais os conflitos dos alunos no seu grupo familiar focar nos casos de relevância para achar soluções no proprio meio para suprilas e procurar transformar esses problemas em algo que surta benefícios para as nossas crianças e seus familiares.
    Esse processo tem uma grande chance de acabar com a violência escolar, descobrir o potencial de cada criança, aumentar a credibilidade nos nossas dirigentes e criar base familiar para essas crianças.

    Responder

    • JOÃO DOMINGOS SAMPAIO

      set 02, 2013  at 02:55

      Todos os esforços devem ser empreendidos no intuito de oferecer o melhor para nossas crianças, inclusive com relação às mudanças no processo de avaliação. Por que não tentar? O que temos a perder ou o que as crianças poderiam ganhar com a possibilidade de novos mecanismos para a busca de saberes?

      Responder

  93. Cibele Racy

    set 03, 2013  at 02:55

    Não há momento mais oportuno para a formação dos professores de educação infantil do que aquele destinado à construção dos relatórios descritivos de nossas crianças. É através deles que ficam evidentes as concepções de nossos professores, que se revelam excelentes práticas ou vícios que precisamos contornar. A leitura compartilhada destas produções entre professores e a gestão pedagógica nos permite conhecer os avanços e necessidades de todos e de cada aluno. Quero acreditar que o que se discute neste espaço, seja a necessidade de tornar esta documentação pedagógica obrigatória para todas as unidade de educação infantil…….

    Responder

  94. Regis Alves de Oliveira

    set 04, 2013  at 02:55

    Todo trabalho educativo deve se intencional e sistematizado, entendo que para possibilitar o desenvolvimento pleno dos educandos devemos possibilitar um melhor atendimento aos educandos não apenas diminuir o número de alunos por sala, também diminuir a quantidade de alunos por escola. Todo esse conjunto de medidas precisa estar atrelado a políticas públicas de melhoria do ensino, entendo que medidas como criar dependência criará uma sobrecarga para a escola e o módulo de funcionários continuará o mesmo. Sem rever o número de funcionários na escola esse novo rol de atividades complementares envolverá de maneira excessiva à escola em rotinas burocráticas.

    Responder

  95. paulo a j santos

    set 10, 2013  at 02:55

    O acompanhamento proposto, conforme o texto institucional, possibilitará correções de fluxo, ajustes curriculares e atendimento personalizado, quer seja para alunos incluídos ou alunos com deficit de aprendizagem. Esta idéia é excelente, todavia, há que se ponderar como será a sua implemenação. Provas de Avaliação em processo, com periodicidade bimestral podem revelar indicadores fidedignos, o que não significa que as intervenções ocorram de fato e com qualidade.

    Responder

  96. Hélio José Priolli dos Santos

    set 11, 2013  at 02:55

    Ainda sobre a lição de casa acredito que o tratamento mais pormenorizado desta questão estará a cargo do docente e a forma como esta atividade que é importante para pais e comunidade deva está dentro dos objetivos e justificativas daqueles educadores que em grau maior ou menor deverão fazer uso desta oritentação – Lição de Casa. A crítica que se faz as vezes me parece improcedente, ora se a comunidade e os pais entendem que seus filhos devem trazer tarefas para fazer em casa e que isso é um desejo como eu mesmo já presenciei em falas de pais nos dias de reuniões porque estamos achando “pelo em ovo”?

    Responder

  97. Alexandre Hodapp

    set 12, 2013  at 02:55

    Em termos gerais, a avaliação é um quesito importantíssimo nesta reforma. Os pressupostos expressados nos itens (I) 3.2.2 e (II) 1.2.1 são muito positivos, mas infelizmente, não se sustentam nos principais instrumentos propostos em seguida. Instrumentos esses já utilizados no passado e abandonados dada sua ineficácia. Em alguns pontos parece que estamos regredindo a mecanismos comprovadamente ultrapassados.
    Seguem os comentários para cada um dos itens:

    - Provas Bimestrais
    O sistema de avaliação por provas é parcial e dá conta de avaliar apenas uma pequena parte do processo de aprendizado, ainda assim baseado na memorização, suscitando uma relação “decoreba” com o conhecimento, sem que realmente provoque sua assimilação profunda. Além disso, os alunos têm tempos diferentes de aprendizagem e as provas tendem a aplainá-los. O importante seria avaliar se o estudante está comprometido com a pesquisa e o conhecimento, e avaliar subjetivamente seu desenvolvimento pessoal. Como sugestão, o número de provas deveria ser pequeno, e complementado por trabalhos individuais, desafios coletivos e colaborativos, auto-avaliação, pesquisas e seminários.

    - Notas de zero a dez
    É um dos instrumentos ultrapassados que foram substituídos pelos conceitos. Se estes não funcionam bem, não significa que devemos utilizar um método que já sabemos ser ineficaz. Devemos ampliar o significado dos conceitos e incluir a avaliação de outras facetas, mais subjetivas até, como as relações interpessoais, o desempenho físico-esportivo, as habilidades artísticas, a capacidade de organização individual e colaboração dentro da turma, etc. Outro problema evidente é o incremento da competitividade entre os alunos, já bem observado em algumas escolas particulares, que em nada melhoram a formação de cidadãos. Conceitos mais avançados como a cooperação, alteridade e solidariedade precisam ser incentivados.

    - Boletins / relatórios de acompanhamento
    Não ficou claro o formato, mas se forem apenas instrumentos burocráticos, com um resumo de notas, por exemplo, de fato não irão contribuir na melhoria da relação entre pais e alunos. Pelo contrário, podem acirrar a competitividade entre os pais e a cobrança deles em relação aos professores. Me parece bastante mais proveitoso (mas também mais trabalhoso, há que se ter possibilidade de dedicação para isso) pensarmos em reuniões bimestrais coletivas entre pais e professores, para acompanhamento geral da proposta pedagógica do professor naquele momento e servir de plantão de dúvidas gerais sobre as aulas. Nestas reuniões, deveriam ser entregues avaliações textuais dos professores para cada aluno, subjetivas, abordando não só os aspectos do aprendizado mas também da socialização, psicológicos e do convívio do estudante. Há que se garantir também espaço para reuniões específicas individuais entre pais e professores.

    - Recuperação durante o período letivo / intensiva nas férias
    Iniciativa louvável. Deficiências no processo de aprendizagem podem ser detectados ao longo do ano e corrigidas em tempo hábil.

    - Lição de Casa
    Neste ponto, gostaria de endossar os comentários do Marcelo Milanello quanto ao risco da “lição de casa” acentuar as desigualdades, considerando-se as dificuldades das famílias mais vulneráveis. Ao invés da simples lição “tarefeira”, atividades extra-curriculares, seriam muito mais proveitosas na formação do indivíduo ou do grupo e poderiam promover a interdisciplinariedade.

    - Dependência nos 7º e 8º anos do Ciclo Autoral
    A Dependência é uma alternativa bem mais interessante que a simples retenção, pela possibilidade de não desestimular o estudante, afetando sua auto-estima e podendo reviver um problema já superado, que era a evasão. Nem aprovação automática, nem retenção. A Dependência assim certamente não é a saída mais fácil e exigirá um maior acompanhamento do aluno, mas é uma possibilidade acertada de lidar com os diferentes tempos de aprendizado.

    - Banco de Questões e itens de avaliação
    Um enunciado inteligente, bem formulado e desafiador já é um ótimo começo. Seria importante que não fosse apenas um somatório de questões, mas uma seleção de bom exercícios, que passem inclusive por revisão linguística para torná-los claros e interessantes.

    - Banco de Experimentos e Projetos
    Também seria interessante que não fosse apenas um banco de dados virtual, mas que permitisse a troca real entre escolas de vivências e experiências positivas, extrapolando os limítes físicos das unidades. Poderia ser complementado por uma política de fomento a atividades extra-curriculares, com projetos e profissionais selecionados por editais que passam a visitar as escolas oferecendo atividades científicas ou culturais diversas.

    Sou pai de dois alunos da EMEF Amorim Lima e achei essa possibilidade de discussão inédita bastante proveitosa.

    Responder

  98. EMEI ELIS REGINA

    set 12, 2013  at 02:55

    AVALIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM E ACOMPANHAMENTO

    A proposta de reorganização do Ensino Municipal de São Paulo propõe uma forma de avaliação em que o aluno pode ser retido em 5 momentos, entretanto, pensamos que a reprovação não é o caminho que garanta uma aprendizagem de qualidade, entendemos que quando houver a reprovação, ao final dos ciclos haverá a necessidade de organizar um processo que garanta o aluno reprovado, continue na mesma série/ano, mas com uma atenção e proposta pedagógica diferenciada para que possa avançar no processo ensino-aprendizagem.
    O documento não explicita a questão da recuperação contínua. Sugerimos que a mesma se aconteça durante o processo letivo dos alunos, de forma contínua.
    Entendemos que a avaliação a partir de notas de 0 a 10 desconsidera totalmente o processo de construção de conhecimento da criança, da mesma forma que leva a prática da “média”, o que se torna altamente injusto frente aos avanços dos alunos. Sugerimos também, que inclua na avaliação da aprendizagem, um processo de auto avaliação pelos alunos.

    Responder

  99. EMEI AMACIO MAZZAROPI

    set 13, 2013  at 02:55

    EMEI AMACIO MAZZAROPI
    A discussão sobre a reprovação deve ser muito bem aprofundada, uma vez que não pode ser compreendida como sinônimo de garantia de aprendizagem, menos ainda usada como instrumento de punição para os alunos indisciplinados.
    a proposta não deixa claro quais os critérios para reprovação, o número de disciplinas para retenção do aluno? O número mínimo de dependências que poderão ser carregadas? Em que horários e como serão as aulas de dependências? Sugerimos que essas ( se existirem ) ocorram nos intervalos de um turno e outro com professores especialistas. Caso contrário,haverá uma superlotação nas salas de aula em disciplinas espefícicas, fator que pode contribuir na queda da qualidade do trabalho docente.

    Responder

  100. Eliza Mitsunari Oyama

    set 13, 2013  at 02:55

    EMEF JOEL FERNANDES DE SOUZA
    PROGRAMA DE REORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRATIVA, AMPLIAÇÃO E FORTALECIMENTO DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SÃO PAULO.

    Dúvidas:
    Em relação á nova configuração do Ensino Fundamental em três ciclos somos favoráveis, mas precisamos de maiores esclarecimentos quanto:
    • Como será a formação dos professores para trabalhar com os projetos interdisciplinares , todos poderão ingressar na JEIF?
    • Haverá formação para todos? Inclusive para gestores?
    • Qual a diferença entre 5º e 6º ano em relação à dupla regência?
    • No 6º ano o professor generalista tem suas 25 aulas atribuídas na mesma turma ou distribuídas em outras?
    • No 5º ano o quadro mostra “esp./proj.” está se referindo a quais professores especialistas?
    • No 4º,5º e 6º ano a falta do professor especialista será suprida pelo professor em módulo ou pelo professor generalista da turma? E vice-versa?
    • Como o documento sinaliza a possibilidade de retenção no final do 3º,6º,7º, 8º e 9º anos, a quantidade de alunos por turma aumentará, já que não há previsão de construção de EMEF’s na região?
    • Como será a “Dependência” ?O aluno a fará no contra turno? Como será cumprida quando o aluno transferir-se para outras redes de ensino?
    Sugestões:
    Não somos favoráveis á recuperação nas férias, pois o aluno precisa de uma pausa durante o ano letivo , retornando para as atividades da classe mais produtivo.
    Acreditamos que o êxito deste Programa que institui o trabalho com projetos, depende da garantia do horário coletivo –JEIF, para todos que quiserem ,pois a formação contínua, planejamento, avaliação e replanejamento das ações precisarão estar bem articuladas para o sucesso da aprendizagem do aluno.

    Responder

  101. EMEF PROFESSOR FERNANDO DE AZEVEDO
    SÍNTESE DA DISCUSSÃO DA PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO DA RME, REALIZADA COM OS PROFESSORES
    04/09/2013
    AVALIAÇÃO FORMATIVA: PARA A APRENDIZAGEM

    A avaliação é considerada a principal ferramenta para o sucesso de todo processo, pois envolve planejamento, acompanhamento, registros e reflexões sobre a prática e sobre o processo dos alunos. Tudo depende da avaliação, embora não tenha sido assim considerada na implantação dos ciclos. Necessário: definição de critérios específicos de composição da avaliação, garantindo-se que estes critérios sejam objetivos; não deve se constituir apenas num momento de devolutiva para os alunos, mas numa nova oportunidade de aprendizagem para o aluno; avaliação seria para construir novos conhecimentos a partir do que lhe foi oportunizado; a unicidade nas atribuições de conceitos a partir da discussão anterior entre os professores a fim de evitar discrepâncias na compreensão dos desempenhos apresentados pelos alunos.
    A discussão da avaliação quantitativa ou qualitativa é irrelevante, pois o que importa é o processo. Neste contexto atribuir nota numérica ou conceito, pouco importa, mas deve-se valorizar o processo de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos.
    A hipótese apresentada sobre a publicização dos resultados das avaliações, como um fator que propiciará maior e melhor acompanhamento dos próprios alunos e de suas famílias, não tem se efetivado na prática, pois embora formalmente não se atribua notas ao final dos bimestres, esta já é uma prática adotada na escola e que, nem sempre produz os resultados esperados tanto por parte dos alunos como dos pais. A influência destes resultados no nível de participação das famílias e na mudança de atitude dos alunos, não é direta, apesar dos esforços envidados pela equipe escolar com a elaboração de gráficos e tabelas com os resultados de todas e de cada turma, por área de conhecimento.
    Apoiamos a ideia de provas bimestrais pois já é uma prática dos professores desta escola, como uma das formas de acompanhamento do desempenho escolar dos alunos, inclusive com a emissão de boletins bimestrais, registro em fichas individuais descritivas do acompanhamento da vida escolar do aluno desde o primeiro ano.

    Responder

  102. CEI Jardim São Jorge Arpoador

    set 14, 2013  at 02:55

    A questão fundamental é a redução do número de alunos em sala de aula para garantir a qualidade da educação que se oferta.

    Sobre as avaliações externas devemos tomar muito cuidado para que não se torne rankeadora das nossas escolas e ainda vir a ser mecanismo de punição e pressão dos professores quer seja por meio de gratificações, quer seja de outras formas.

    Responder

  103. Luciene Pereira

    set 14, 2013  at 02:55

    A proposta em si é boa, mas é necessário colocar em prática. O envolvimento de todos é fundamental para o andamento e crescimento na educação, precisamos de mudanças de qualidade para alcançarmos resultados que esperamos e almejamos para todos.Precisamos de um olhar mais atento acerca de todos assuntos referente a mudanças educacionais.

    Responder

  104. Josefa Roseane

    set 14, 2013  at 02:55

    O que está sendo proposto tem pontos positivos e negativos, do meu ponto de vista devemos preparar nosso alunos para as “avaliações da vida”. Porém no âmbito escolar a questas das “notas” não querem dizer nada, o aluno pode muito bem dominar o assunto e por diversos motivos(financeiros, saúde, psicológicos, etc.) não conseguir tirar uma “nota” boa nas avaliações propostas em sala de aula. as lições de casa é uma forma de trabalho em parceria, entre professor e pais, mas não significa que será a resoluções para os problemas de Aprendizagem dos Alunos, dependendo do tipo de lição mesmo se os pais parassem para ajudar os filhos nesta atividade a grande maioria não tem escolaridade ou conhecimento o suficientes para ajuda-los. Com relação as recuperações este sim do meu ponto de vista é de grande valia para a Aprendizagem do Aluno, porém se for realizada em horários diferenciados onde os alunos terão que ir para casa para depois retornar para fazer esta recuperação não adiantará de nada, este tipo de trabalho deve ser desenvolvido logo após o período de aula, sem que o aluno tenha que se deslocar.

    Responder

  105. Rogeria

    set 14, 2013  at 02:55

    Acho válida a recuperação durante o período letivo, mas a recuperação intensiva nas férias não é bem vinda. Segundo informações, num primeiro momento os professores serão convidados e, se não houver nenhum interessado (acredito que a maioria), serão convocados! Sinceramente, como valorizar o professor obrigando-o a trabalhar durante o seu merecido período de descanso?!

    Responder

  106. Equipe Pedagógica do CEU EMEF Jaçanã

    set 15, 2013  at 02:55

    Algumas de nossas dúvidas com relação a avaliação:
    • Só divulgar os resultados das avaliações irá propiciar a tomada de decisões sobre o processo de aprendizado e ensino vivido por alunos e professores? Observamos dualidade nas concepções do documento com relação a este critério, hora ele coloca avaliação como formativa, para a aprendizagem, hora como classificatória, tendo como objetivo comunicar os resultados às famílias.

    • Como será a avaliação do aluno deficiente? Por exemplo: se ele não for alfabetizado até o 3º ano será retido? Haverá um acompanhamento mais sistematizado dos alunos com distúrbios de aprendizagem?

    Responder

  107. José Valdene Tavares de Oliveira

    set 15, 2013  at 02:55

    Quanto aos ciclos, acredito que há uma certa coerência na retomada, como foi iniciado em 1992. Porém há um hiato que precisamos enxergar. Quero dizer, que, não é possível perpetuarmos a ilusão de que, no final de um ciclo, com déficits acumulados ao longo de três/quatro anos, possamos fazer uma redução significativa desses déficits, quanto mais, recuperar. Enfim, torna-se necessário falar do óbvio. Pois bem, a criança / o adolescente, independentemente do ano/série que esteja cursando, deve ser detectado seus déficits em tempo, em quaisquer aspecto do desenvolvimento intelectual, motor, afetivo/social, de modo que, haja um especialista pronto e pré-disponível para trabalhar com esses déficits diagnosticados, de forma paralela e continuada no contraturno escolar. No entanto, a escola precisaria ter instrumentos legais para fazer a convocação.

    Responder

  108. Marcos Ganzeli

    set 16, 2013  at 02:55

    Não creio que passar da promoção automática para a reprovação automática vá melhorar o ensino municipal. Continuo acreditando que seria melhor implementar os ciclos de aprendizagem!

    Responder

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