24°C

11°C

final

3 e 4

A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
edinfantil

O Mais Educação São Paulo foi escutar os professores sobre a importância da Educação Infantil para o desenvolvimento da criança.

A Prefeitura propõe aumentar a oferta de vagas de Educação Infantil com a construção de novas unidades e também com a ampliação de convênios. Clique aqui e saiba mais sobre essa proposta.

 

Compartilhe:

Discussão - 36 comentários
  1. ANTONIO DIAS NEME

    set 04, 2013  at 14:28

    A Importância da Educação Infantil para o desenvolvimento da criança.
    EDUCAÇÃO INFANTIL: UM ESPAÇO EDUCATIVO
    A educação infantil é a base inicial do processo educativo,
    “A partir das interações que estabelece com pessoas próximas, a criança constrói o conhecimento. A família, primeiro espaço de convivência do ser humano, é um ponto de referência fundamental para a criança pequena, onde se aprende e se incorporam valores éticos, onde são vivenciadas experiências carregadas de significados afetivos, representações, juízos e expectativas.”
    A historia da Educação Infantil tem revelado que as crianças em desenvolvimento não mais ocupam um lugar desconhecido, mas sua relevância tem sido cada vez mais compreendida, ao perceber-se que é na infância que se desenvolvem as características mais importantes para o equilíbrio e inteligência do adulto.
    A importância da Educação Infantil é comprovada pelo interesse que vem ganhando ao longo da historia, e sua eficácia é garantida pela combinação dos seguintes fatores: consideração as características da criança, ambiente adequado a cada fase do seu desenvolvimento, profissionais preparados, socialização com indivíduos semelhantes e estímulo à criança.
    A criança precisa de assistência, cuidado e consequentemente de educação dirigida, que lhe possibilite um amplo desenvolvimento de suas faculdades mentais e físicas, contudo a educação familiar aliada à escolar permitirá que a criança ultrapasse as diversas transformações que ocorrerá ao longo de sua vida, de forma equilibrada e sadia.
    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  2. Wilma Helena Almeida da Silva

    set 04, 2013  at 14:28

    Sou coordenadora pedagógica na EMEI José Roschel Christi e ontem participei da reunião da DRE sobre o Programa de Reorganização Curricular e a preocupação de uma colega é também a minha : como resolver a tensão quantidade de alunos e a ampliação do atendimento ? Os documentos indicativos do MEC da razão adulto/criança na EMEI apontam 20 crianças e o CNE apontam 23. Temos hoje 35 crianças por sala , o que sem dúvida compromete a qualidade do nosso trabalho, apesar de todos os esforços. Estamos há três anos funcionando em dois períodos e estamos ainda ajustando a linha de tempo a este modelo que atende, a meu ver, uma demanda prioritariamente social e não pedagógica. Compreendo as razões que sustentam o ideário de uma Educação Integral e sua inegável importância e necessidade para a nossa sociedade mas é crucial que neste documento e nos próximos seja repensado o número de alunos por sala, a fim de garantir efetiva qualidade de atendimento ao aluno.

    Responder

    • Neide Bastos

      set 04, 2013  at 14:28

      Sou coordenadora pedagógica no CEI conveniada Maria (Cidade Tiradentes), já que estamos reorganizando o currículo educacional, porque não pensar em projetar cursos preparatórios aos pais e responsáveis pelas crianças, já que as mesmas possuem um primeiro contato é no convívio familiar e desde cedo as crianças encontram famílias (muita das vezes) desestruturadas que não sabem nem educar seus filhos. Penso que não adianta fazermos um excelente trabalho em prol das crianças e chegar em casa as mesmas se depararem com lares que impossibilitem o desenvolvimento afetivo, cognitivo e emancipador de aprendizagens. E não adianta querer que as instituições façam esse papel “para com os pais” sem a devida preparação, pois precisamos de ferramentas que norteiem nosso trabalho visando a sociedade como um todo.

      Responder

    • Elisa

      set 05, 2013  at 14:28

      Também concordo com a fala da Coord. Wilma Helena. Pretende-se atender em período integral, mas não se muda a estrutura da escola, os espaços possíveis existentes para que a criança possa brincar e produzir as culturas infantis. Em dias de chuva ou frio, por exemplo, as crianças ficam quase o tempo todo na sala… Seria melhor menor tempo, mas com menor qtde de alunos por sala, q é uma questão CRUCIAL na qualidade do atendimento.

      Responder

  3. Laiz Mazzola Sanches

    set 05, 2013  at 14:28

    Concordo com a fala da Coord. Wilma Helena, quanto a redução de número de alunos por sala na educação infantil. Sem este pressuposto fica difícil conversar sobre garantia de boa qualidade na educação infantil. Um professor de educação infantil ( por mais boa formação que tenha) atualmente, se desgasta para contar uma história, para dirigir uma atividade física, para conduzir os alunos de um espaço para outro. Atrelado a este problema está outro; As crianças atualmente trazem para sala de aula muitos dos problemas sociais, os quais enfrentam. Estes problemas interferem em suas relações sócio/afetivas, e em seus desenvolvimentos cognitivos. Por outro lado, quando a frequência, por algum motivo, baixa de 34/35 para 25/26, as crianças se concentram melhor, se relacionam melhor, falam mais baixo! Parece bobeira, 10 crianças a menos! Que diferença pode fazer? Alguns devem se perguntar. Por que será? Talvez seja porque não precisem competir o tempo todo para chamar a atenção da professora, pois a mesma consegue garantir uma atenção mais qualitativa a todos. Atrelada a esta questão somam se outros problemas, como a necessidade de diagnosticar e acompanhar crianças que precocemente já demonstram certa dificuldade de aprendizagem, e que se encaminhadas precocemente ao atendimento necessário poderiam sim acompanhar melhor as séries iniciais do Fund. I, diminuindo efetivamente os riscos de repetência. Em tempos, quando se fala tanto em TDAH, síndrome de Down, Autismo, é imperativo se pensar em equipes multidisciplinares que atendam as escolas, e orientem professores e familiares, e que efetivem encaminhamentos rapidamente, em benefício do desenvolvimento integral da criança.

    Responder

  4. elinalva lima

    set 05, 2013  at 14:28

    Sou monitora uma escola eu achei muito legal tem td pra dar certo este progra tema vamos tirar muitas criança da ruas

    Responder

  5. Ana Cristina Coutinho

    set 05, 2013  at 14:28

    Os comentários das diversas propostas apontam principalmente para a necessidade urgente da diminuição do número de alunos por sala, seja nas EMEIs ou EMEFs, afirmando que sem esta mudança, todas as outras serão ineficazes. Concordo plenamente. Seremos ouvidos?

    Responder

    • monica abud p c luz

      set 11, 2013  at 14:28

      Pensar em qualidade na educação implica também em diminuição de número de alunos por sala.

      Responder

  6. Maria de Lourdes Costa

    set 05, 2013  at 14:28

    Eu tive meu filho em 1978 e, passado o período da licença-maternidade – na época era apenas 3 meses -, eu tinha que retornar ao trabalho e não tinha onde deixá-lo (não havia creche pública como hoje, em que se podia deixar uma criança durante mais ou menos 6 horas). Por isto as creches públicas são tão importantes para as mães que, como eu, não têm condições financeiras para pagar uma creche particular e necessitam deixar seus filhos para poderem trabalhar tranquilas. A proposta da Prefeitura de São Paulo em aumentar o número de vagas de Educação Infantil com a construção de novas unidades é ótimo mas sem convênios particulares, pois creio que a educação e a saúde para o povo deveria ser inteiramente pública. Quanto às queixas do pessoal da educação estou inteiramente de acordo: é impossível se trabalhar com um número muito grande de alunos por sala; este é um problema que já deveria ter sido resolvido pelos governos anteriores.

    Responder

  7. Míriam Tupinambá

    set 05, 2013  at 14:28

    Somos da EMEI Aviador Edu Chaves e após leitura e discussão a respeito da proposta deste Programa, propomos para a educação infantil:
    1) Sabemos que atender a demanda de crianças é fundamental, porém, devemos lembrar de assegurar não só a quantidade mais qualidade na educação. É notório que a quantidade de 35 crianças pequenas em uma sala com um professor não possibilita o amplo desenvolvimento do trabalho, além de causar vários entraves. Propomos a redução do número de crianças por sala? Pesquisas apontam que o ideal seria 25.
    2) Com a proposta de tempo integral nas escolas de educação infantil, propomos investir na reestruturação das escolas, pensando em seu espaço físico para garantir um bom atendimento as criança deve-se melhorar os espaços internos e externos das unidades, criando ambientes diversificados (para dança, teatro, esportes, brincadeiras, etc) além dos de salas de aulas.
    3) Com a ampliação do período da criança na EMEI, deverá ser garantida a jornada do professor (preocupação com acumulo de cargo).
    4) O currículo integrado que será criado para educação infantil deverá manter como foco a concepção da cultura da infância e construção de saberes.
    5) O documento não deixa claro a quem cabe a avaliação na educação infantil, a quem caberá a avaliação: as crianças, aos profissionais de educação ou a instituição?

    Responder

  8. ALCINDA MARIA PONCE MACHADO

    set 06, 2013  at 14:28

    Educação Infantil enquanto política pública, cumpre seu papel de atendimento por meio do binômio educar e cuidar. Qualificar o atendimento para a criança de 0 a 5 anos é imprescindível quando objetivamos uma sociedade mais justa e igualitária.

    Responder

  9. É fundamental o trabalho integrado ente CEIS/EMEIs e Centros Especializados no atendimento às necessidades específicas das crianças com deficiência na 1a.infância. Embora as SAAIs atendam as crianças desde a idade de 4 anos, o período crucial dos 0 aos 3 anos para o processo de aprendizagem e desenvolvimento fica descoberto. Na realidade, o apoio do Centro Especilizado, em conjunto com a Educação Infantil garante também apoio psicossocial às famílias e capacitação dos educadores da rede.

    Responder

    • Joaquim Silva

      set 07, 2013  at 14:28

      Pergunto se nesta junção entre CEI e EMEI se serão respeitadas as especificidades de cada criança. Ou sera igual acontece hoje com as crianças de 6 anos colocadas no primeiro ano. Nem as carteiras são do tamanho adequado.

      Responder

  10. Regis Alves de Oliveira

    set 06, 2013  at 14:28

    É importante garantir o atendimento de EMEI próximo da residência do aluno, mas quando são construídas novas unidades a legislação não permite a transferência, é preciso adequar a legislação para garantir transferências em EMEI’s.

    Responder

    • Marcia

      set 06, 2013  at 14:28

      Realmente, a impossibilidade de transferências na Educação Infantil, dificulta a possibilidade de se auxiliar aos pais, para que a criança estude em local mais próximo à sua residência. É necessário repemsar a questão.

      Responder

  11. Henrique Richardson Pereira

    set 06, 2013  at 14:28

    A educação infantil como primeira etapa da educação não pode ser orientada através de ideias imediatistas e desesperadas , a criação de um número tão grande de vagas , sendo estas distribuídas na rede indireta, direta e conveniada nos leva à uma questão importantíssima: E a qualidade? Quando vemos crianças em unidades conveniadas que se assemelham muito mais a depósitos de crianças , com estruturas irregulares, professores mal remunerados e com baixa formação, ficamos nos questionando de que forma está ocorrendo este processo de garantia do acesso e permanência na escola , e a partir desta reorganização curricular com um currículo da primeira infância que visa a qualidade neste nível de ensino .

    Responder

  12. Maria Elisa

    set 07, 2013  at 14:28

    Concordo com a coordenadora Neide Bastos que muitos pais precisariam mesmo de um curso preparatório. Porém penso que o espaço da escola também pode ser usado pra esse fim. Sou professora da EMEI Roberto Victor Cordeiro e alguns professores da minha Unidade já tem como prática utilizar o espaço dos Encontros de Pais como formativos. Nestes encontros são feitas sensibilizações que levam à reflexão e a discussões entre os pais e educadores. As sensibilizações podem ser feitas através de dinâmicas, textos ou videos que abordem temas de interesse de pais e educadores com foco no aluno. O resultado disso a médio prazo é uma educação de mão dupla tendo a família como parceira. Isto também gera qualidade no ensino.

    Responder

    • Laiz Mazzola Sanches

      set 08, 2013  at 14:28

      Parabéns pela prática da escola. Tentei propor este trabalho este ano onde trabalho, mas pouquíssimos abraçaram a ideia. Acho muito importante dar formação aos pais, e através desta prática estabelecer um vínculo com as famílias, lhes estendo a mão como parceiras na tarefa do cuidar e educar. Pois muitos pais atualmente, têm uma visão errônea da escola, principalmente, das CEIs e EMEIs. Não somos meramente um espaço de convivência, somos um espaço educativo.
      Não demora muito para a educação infantil começar a receber os filhos, das primeiras gerações da promoção automática. Geração esta que não precisou dar valor para educação que recebeu, que não se esforçou para ampliar seu saber, que não teve curiosidade de experimentar mais, que não precisou lutar para nada, porque tudo lhe veio de “mão beijada”, material, uniforme, transporte, alimentação. E a escola perdeu sua função pedagógica, e os professores se viram obrigados a adotar uma postura extremamente assistencialista. Levando os mesmos a desmotivação diante de seu real papel na sociedade. E eu me pergunto, o que estes (futuros) pais que não deram valor à escola estarão passando de valores aos seu filhos? Esperando que nós (professores) os eduquemos!? Esperarão que nós lhes imponhamos limites, ensinemos sobre respeito, sobre regras, e até mesmo sobre relação afetiva, lhes ensinemos sobre amar o próximo!? Os pais precisam participar mais da vida escolar dos filhos, e a escola precisa acolher com carinho estes pais.

      Responder

  13. Regina Torres

    set 07, 2013  at 14:28

    Na página 35 vemos que: “Isto porque a adoção de um ensino obrigatório de nove anos iniciando aos seis anos de idade pode contribuir para uma mudança na estrutura e na cultura escolar.”

    Sendo sincero!!!! Dá um pouco de dó olhar criancinhas tão pequenas tendo que ficarem sentadas por tanto tempo vendo cadernos, lápis, borracha e deixando de ver brinquedos!!!!! Sentadinhas em carteiras inadequadas

    Também é dito que: No entanto, não se trata de transferir para as crianças de seis anos os conteúdos e atividades da tradicional primeira série, mas de conceber uma nova estrutura de organização dos conteúdos em um Ensino Fundamental de nove anos, considerando o perfil de seus alunos.

    Esta transferência ocorre todos os dias, já que as professoras tem que enfileiras as criancinhas e trabalharem somente aquilo que lhes é imposta pela prefeitura. Então sugiro que a escrita de documentos seja menos para ludibriar o povo e mais para se coadunar com a realidade. Ou seja: muito belo na teoria, mas na pratica…. nada disso ocorre.

    Responder

  14. Veronica Berbeli

    set 07, 2013  at 14:28

    Segundo dados da Prova Brasil (INEP / MEC), a porcentagem de alunos com nível proficiente e
    avançado cai sensivelmente do quinto para o nono ano do Ensino Fundamental.

    Isso acontece por causa da progressão continuada. Linda na teoria e uma lastima na prática.
    O aluno que não consegue acompanhar a matéria, fica passando de ano até o nono ano. Como muitos alunos na sala e poucas aulas os professores não tem todo aquele tempo que o professor de fundamental I tem.
    Outra coisa é a indisciplina: como o professor está preso em metodologias fracassadas, o aluno não aprende. Quando o aluno não aprende começa a indisciplina, com indisciplina outros alunos começam a ficar desmotivados. Se ele passou por que eu vou estudar??? Crianças são crianças. Sempre vejo isso.
    Querem uma regra para todos estarem alfabetizados aos 8 anos? Repetência deste o 1 ano e Cartilha caminho Suave.
    Pais e mães obrigados a comparecerem nas reuniões da escola. Só precisa disso!!!!!!!!

    Responder

  15. Bruna

    set 09, 2013  at 14:28

    Tbm acho q as criaçinhas deviam olhar brinquedos e passar a estudar a partir dos 7 anos!!!

    Responder

  16. Emanoelly (MARIO COVAS)

    set 09, 2013  at 14:28

    Eu acho super bacana esse negocio de desenvolvimento infantil. Afinal… as crianças são a futura geração de empresários(as), médicos(as), advogados(as). Por tanto elas devem ser tratadas com carinho e receber a maior atenção possivel do governo!!

    Responder

  17. Sara Santos

    set 09, 2013  at 14:28

    Eu achei muito legal por que esta invertindo nas educação das crianças, por que realmente vale a educação.Tambem e muito importante o desenvolvimento infatil para o futuro do Brasil.

    Responder

  18. josi landim

    set 09, 2013  at 14:28

    Concordo que deve haver uma reestruturação na educação, principalmente na educação infantil. Deve-se pensar em qualidade do ensino e não em quantidade.Nos ceis,por exemplo,os espaços são mínimos para as crianças. As salas deveriam ter de 15 crianças, más são colocadas vinte. As crianças dormem empilhadas, enquanto o professor observa do lado de fora da sala. Muitos cei conveniados funcionam apenas como depósito de crianças, professores sem qualificação, trabalhando 8 horas por dia, cansados, stressados e sem nenhuma qualificação. Muitos são apenas cuidadores e o governo fica falando em qualidade do ensino? Como mudar? Se o projeto já foi lançado sem a consulta dos verdadeiros interessados e conhecedor do problema, o professor. MUDA BRASIL!

    Responder

  19. Educadores da EMEI Alfredo Volpi

    set 10, 2013  at 14:28

    Discutimos bastante este Programa de Reestruturação, em Reuniões Pedagógicas e nos horários coletivos, e elencamos alguns pontos relevantes a serem revistos.
    PRÉ-ESCOLA
    Mesmo sabendo do uso do termo em legislações federais, seria interessante repensar a revisão da nomenclatura “pré-escola”, pois entendemos que este também é um espaço escolar, não apenas preparatório para outra fase.
    PROPOSTA CURRICULAR
    Notamos a falta de apresentação de uma proposta curricular para que pudéssemos discuti-la e auxiliar para seu aprimoramento.
    INCLUSÃO
    Percebemos também a ausência de ações específicas que envolvam a inclusão e as necessidades deste público para o desenvolvimento de um trabalho de qualidade na escola.
    AVALIAÇÃO
    Recebemos com certo estranhamento a notícia, via Diário Oficial, sobre a constituição de um Grupo de Trabalho para discussão e formulação de orientação normativa sobre a avaliação da Educação Infantil. Infelizmente, este grupo não possui representatividade das Unidades educacionais, desconsiderando e desvalorizando o trabalho já construído nas escolas. Além disso, acreditamos que a avaliação institucional requer apresentação com maior clareza, definindo objetivos e critérios específicos, considerando também a ação supervisora que acompanha o processo de desenvolvimento dos projetos da escola.
    SALAS MISTAS
    Faz-se necessária a revisão da Portaria n.º 2.623 de 24 de abril de 2013 que prevê a possibilidade de formação de agrupamentos com crianças de diferentes faixas etárias, para que a proposta curricular possa ser aplicada e a proporção adulto/criança seja respeitada como estabelecida anteriormente.
    QUALIFICAÇÃO DO TEMPO DA CRIANÇA NA ESCOLA
    Cremos ser imprescindível qualificar o tempo da criança na Educação Infantil, pensando na inserção de atividades diversas nas seis horas diárias em que a criança permanece na escola, podendo contar com oficinas ou especialistas (POIE, POSL, Educação Física, etc.).

    Educadores da EMEI Alfredo Volpi – DRE São Mateus

    Responder

  20. Bianca dos Santos

    set 12, 2013  at 14:28

    Observando e vivenciando nosso trabalho em CEI, faz-se necessário um olhar especial para a Educação Infantil, ressaltando a importância de organizar os espaços, proporcionando um ambiente adequado para o cuidar e o educar. Gostaríamos de poder contar com mais recursos : sala de vídeo, brinquedoteca, biblioteca, sala dos professores, sala de estimulação para os bebês. Oferta de cursos de aperfeiçoamento para os professores, redução do número de alunos por sala e contratação de mais professores por turma.
    Retratando a realidade dos CEis, vivenciamos uma sala de 25 alunos, na faixa etária de 3 anos, com uma única professora que precisa deixar sua turma sozinha para acompanhar uma criança ao banheiro, socorrer algum outro que possa ter se machucado, amarrar lençóis em 25 colchões, zelar pelas crianças, planejar , executar, avaliar, educar.. Pensando mais um pouco ,a mesma sala de atividades, é onde eles dormem, sem distância alguma entre os colchões e sem possibilidade alguma de transitar pela sala no momento do sono. Se vierem os 25 alunos, os colchões não cabem na sala. Nesta mesma sala, temos também 5 ou 6 mesas e 25 cadeiras empilhadas, que são usadas para as atividades , mas que devem ser arrumadas e novamente empilhadas pelo mesmo professor que sozinho fica com a turma.
    Todos juntos por uma Educação de qualidade…

    Responder

    • Monica Faria

      set 12, 2013  at 14:28

      Professora Bianca….
      Concordo com a sua colocação.
      Deveria haver um estudo detalhado em todas as unidades escolares de educação infantil ( CEIs diretas e indiretas e EMEIs ) referente a capacidade física, área da sala e nº de alunos.

      Responder

    • Monica Faria

      set 12, 2013  at 14:28

      EDUCAR CUIDAR E ZELAR sempre foram os princípios norteadores da Educação Infantil desde o início dos Parques Infantis e Creches. As pessoas que trabalhavam nestes lugares cuidavam e zelavam, mas já atuavam como educadoras, mesmo sem serem habilitadas/diplomadas.
      Com as mudanças curriculares e valorização destes profissionais, os parques infantis que passaram a se EMEIs e as creches passaram a ser CEIs, como nova denominação e propostas de trabalho e de atendimento; ainda a comunidade continua a VER tanto EMEIs, como CEIs como lugar de cuidar e zelar. Mesmo estes equipamentos realizando reuniões de esclarecimentos, projetos para conscientizar da mudança para Educação, que o objetivo e educacional e não assistencial, a idéia assistencialista persiste. Os CEIs e EMEIs nas regiões populosas e distantes ainda são lugares para os pais colocarem seus filhos enquanto eles trabalham; ou um lugar de segurança, onde algumas pessoas cuidam e alimentam seus filhos. Esquecendo do cujo pedagógico. Escrevo isto, pois ouço esta fala dos pais, parentes dos alunos.
      quando mostramos que as propostas pedagógicas dos CEIs e das EMEIs são de educar através do brincar, onde as crianças vivenciam suas relações humana, convíveo social, cultural,suas habilidades artísticas, capacidades,desenvolvimento físico e motor, linguística, autonomia,desenvolvimento da sua psicogênese, etc. alguns pais não conseguem enter, pois na época deles esta característica e filosofia que estas escola desenvolvem atualmente.
      Como sugestão, qua haja uma ampla propaganda para a população, esclarecendo o trabalho educacional dos CEIs e das EMEIs, valorizando os profissionais que trabalham nestes lugares. Também explicar este programa proposto, pois as pessoas não estão esclarecidas que este programa irã mudar a vida educacional de seus filhos.
      Concluindo…trabalho em um CEI na região de Perus/ Anhanguera, onde respeitamos a criança, as suas especificidades e necessidades, fazendo a permanência delas como um lugar de amor,carinho,dedicação,prazer,proteção e segurança. O currículo é elaborado respeitando as Diretrizes Curriculares do MEC, os Pareceres e as propostas de S.M.E., as propostas do P.P.P. em conjunto com o P.E.A. Tudo direcionado para a autonomia e identidade da criança,proporcionando o conhecimento, o desenvolvimento,estimulando a curiosidade e experiência dela através das vivências praticadas em Artes Plásticas ( canto,dança,música,geometria,expressão corporal), Contação de Histórias, Música e Teatro interligando os conceitos de meio ambiente,mundo,linguística,matemática,relações científicas e sociais.
      Sugerimos que o Currículo unificado seja discutido com todos os profissionais que atuam na Educação Infantil com mais tempo, uma ampla discussão, ouvindo as opiniões de todos, Cada CEIs e EMEIs opinando,sugerindo,expondo o seu currículo; não só elaborado por uma equipe ou um grupo específico. Neste currículo seja contemplado todos os currículos,projetos e propostas e P.E.As das unidades escolares.
      Deverá haver o respeito e o resgate das atividades, trabalhos,projetos,planos que se têm feito durante estes 75 anos de EMEis e 30 de CEIs, valorizando as nossas unidades escolares.
      Temos ÓTIMOS profissionais e EXCELENTES trabalhos e muitos SUCESSOS e PRÓSPEROS resultados!

      Responder

  21. Mariana Santos

    set 12, 2013  at 14:28

    Não é só abertura de convenios, mas também estabelecer um padrão, pois às vezes as organizações que administraram o convenio tem uma metodologia própria e seria interessante que as boas ideias do convenio fossem para as outras creches também. E o horário, pois o horário das 07:00 às 17:00 é ruim, pois uso o meu exemplo, pois eu saio do trabalho às 17hs e é humanamente impossível sair da Paulista às 17hs e chegar no Tucuruvi às 17hs, por isso acho importante ampliação do horário de atendimento e consequentemente da diminuição de turmas e contratação de mais pessoas.

    Responder

  22. Maria Luiza Mendonça

    set 12, 2013  at 14:28

    EMEI Gabriel Prestes
    Após leitura coletiva do Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo, discutimos sobre o mesmo na Jornada Pedagógica do dia 23 de agosto e nos horários coletivos e colocamos as seguintes ideias:
    1- Deveria ser mais estudado o processo de transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. Achamos que o problema principal está na questão metodológica.
    2- Faltam parcerias e sistematização de dados.
    3- Há necessidade de liberação de verbas para construção de salas e diminuição do número de alunos por sala ou, na impossibilidade, a contratação de um professor auxiliar em cada sala.
    4- Mais importante que laboratórios de informática seriam a troca de equipamentos e a colocação de pelo menos dois computadores novos por sala. Os computadores ficariam como ferramenta também para o professor utilizar para pesquisa em classe. Trata-se do uso inteligente da tecnologia.
    5- É importante um olhar apurado de um educador de área específica, como professor de Educação Física e um professor de Arte e Música.
    6- É importante dar oportunidade para os educadores que realizam pesquisas, para atuarem como formadores em cursos da rede.
    7- Ponderamos também que há vários anos não temos Seminários/Fóruns/Congressos de qualidade que abordem a Educação Infantil de maneira atual e cientifica.
    8- Os cursos deveriam ser extensivos a todos os professores. A experiência que cada um tem é única. São oferecidos cursos com muita demanda e pouca oferta de vagas. A dispensa de ponto é essencial para dar oportunidade para a formação do profissional.
    9- Algumas professoras sugeriram que o professor ingressante na rede, deveria passar por um período de experiência, atuando junto com o professor titular de classe, como auxiliar, participando ativamente com ele nas atividades desenvolvidas. Houve também uma sugestão de avaliações periódicas do desempenho dos professores. Acreditamos que uma política de estágios bem elaborada e eficaz seria uma maneira de preparar melhor os futuros professores.
    10- Falta formação do professor para cuidar de crianças com necessidades especiais e também faltam materiais adequados para atender a essas necessidades.
    Deve ser garantido atendimento especializado e individualizado em lugares outros além da escola, como por exemplo, na APAE, AACD, etc.
    A Psicologia da Educação faz parte do currículo da faculdade de Pedagogia, contudo os conhecimentos adquiridos não são suficientes para substituir o profissional especializado.
    Há necessidade de mais estagiários do CEFAI para acompanhar a inclusão e estes devem receber formação e assessoria contínuas.
    Deve haver maior conscientização e trabalho com as famílias para uma real inclusão.
    11- A escola sugere mais recursos para a mobilidade dos alunos para passeios que a cidade educadora oferece.

    Responder

  23. Thaís Pereira Silva

    set 13, 2013  at 14:28

    Sugestões para a Educação Infantil (mas que também são aplicáveis a outras etapas da Educação Básica):

    Diminuição do número de crianças por turma (não por docente!);

    Atenção aos espaços físicos a serem construídos e projeto de adequação dos já existentes: que as crianças tenham ambientes agradáveis, seguros, confortáveis, bonitos (e não muito ruidosos e totalmente alheios às suas necessidades como ocorre hoje), espaços adequados para se desenvolver brincando;

    Valorização da carreira do professor para que o acúmulo deixe de ser uma necessidade (professores não se matam de trabalhar o dia inteiro porque gostam de sofrer e sim porque as condições salariais não lhes permitem dedicação exclusiva);

    Ampliação da rede DIRETA com gradual redução dos convênios: a rede direta oferece em geral condições mais dignas de trabalho e estrutura para os profissionais da educação e consequentemente para as crianças. Ainda que haja ilhas de excelência no atendimento indireto e conveniado não podemos esquecer que são exceções. Além disso, dinheiro público deve ser utilizado em serviços públicos de fato;

    Aproximação com as instituições públicas de ensino superior a fim de se pensar na formação continuada para os profissionais da educação. Além disso, essa aproximação entre educação básica púbica e ensino superior público certamente será muito benéfica para academia na mesma medida em que o será para a educação básica;

    Programas de amparo e assistência/ acompanhamento a saúde dos profissionais de educação tendo como foco a medicina preventiva (quando se fala em “saúde na escola” não costuma-se pensar nos profissionais que atuam nas escolas…);

    Fim da precarização da mão de obra por meio das terceirizações: as/ os trabalhadoras/ es das empresas terceirizadas que realizam serviços de limpeza, alimentação e segurança são tão educadores quanto os funcionários diretos! Merecem , portanto, condições mais dignas de trabalho para que possam desempenhar melhor suas funções;

    Programa de compra de brinquedos e materiais lúdicos com dinheiro público nos moldes do que acontece com os livros didáticos, afinal brincar é a forma de a criança conhecer e explorar o mundo que a cerca e para isso os brinquedos são fundamentais;

    Defesa dos direitos das crianças, entre eles o direito de conviver com sua família. Refiro-me aqui às férias coletivas na educação infantil, pois propor que que as crianças sejam atendidas ininterruptamente, negando-lhes o direito ao descanso e ao lazer me parece absurdo! Se os adultos possuem esse direito, por que a criança seria privada dele? A educação infantil é um direito da família, mas é acima de tudo um direito da criança. Cabe a nós, sociedade, nos organizarmos em lutas trabalhistas pela REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO de TODOS OS TRABALHADORES e não pela ampliação do tempo em que crianças tão pequenas devem ficar afastadas de seus lares. Que possamos juntos lutar também para que os direitos das mães e pais que possuam filhos pequenos, em idade escolar sejam respeitados, tais quais dispensa para comparecimento em reuniões das escolas, prioridade para gozar as férias no mesmo período das férias escolares, salário família decente…

    Defesa dos direitos trabalhistas das/dos professoras/ professores tais como aposentadoria especial do magistério, recesso e férias coletivas;

    Respeito à infância por meio da garantia de que o brincar , de acordo com o que pode ser lido na minuta do documento para a consulta pública, seja o foco do trabalho na educação infantil. Que as crianças da educação infantil não sejam massacradas pela meta da “alfabetização na idade certa”, assim como as do Fundamental (sobretudo no primeiro ciclo) tenham respeitadas suas necessidades de criança, ou seja, a importância do lúdico em seus processos de aquisição de conhecimentos.

    Que as vozes que aqui se manifestam nessa consulta pública sejam ouvidas!

    Responder

  24. Emei Francisca Julia da Silva

    set 13, 2013  at 14:28

    • CURRICULO
    Não podemos falar em qualidade da Educação Infantil sem mencionar a diminuição do número de alunos por sala, pois atualmente as salas de EMEI estão lotadas com 35 crianças e em muitos casos incluindo crianças Portadoras de Necessidades Especiais. Atrelado a este problema esta outro. As crianças trazem para a escola muitos dos problemas sociais as quais enfrentam, interferindo em suas relações sócio-afetivas e em seu desenvolvimento cognitivo. Somam-se ainda, outros problemas, como a necessidade de diagnosticar e acompanhar crianças que precocemente apresentam dificuldades de aprendizagem e se encaminhadas antecipadamente ao atendimento necessário, poderiam sim, acompanhar melhor as séries inicias do fund I.
    Existe também a necessidade de se garantir espaços adequados para o desenvolvimento das crianças, onde ela possa brincar e construir as culturas infantis. Entretanto, a realidade de hoje, é que muitas salas de brinquedoteca e Informática são fechadas e transformadas em salas de aulas, diminuindo assim os espaços disponíveis da escola. Portanto para se pensar em currículo integrador faz-se necessário pensar na criança e seu desenvolvimento e não em demandas que devem ser cumpridas e transformando assim espaços educadores em depósito de crianças.

    Responder

  25. Angélio dos Santos

    set 13, 2013  at 14:28

    Mudanças na Educação Infantil não podem deixar de:
    Possibilitar que as crianças com NEE, atendidas na educação infantil, recebam atendimento educacional especializado com prioridade, independentemente, do atendimento da demanda do ensino fundamental;
    Analisar com critério técnico e respeitar, em primeiro lugar, a necessidade da criança no processo de integração da educação infantil, pois existem prédios que não atendem às especificidades de bebês, crianças bem pequenas ou crianças pequenas. Tal cuidado precisa ser observado também na construção das novas unidades educacionais.

    Responder

  26. Cintia Vellozo

    set 14, 2013  at 14:28

    Acredito que para ter mais qualidade na educação é necessário diminuir a quantidade de alunos por sala.

    Responder

  27. Gerneide Leal

    set 16, 2013  at 14:28

    • QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – CORRELAÇÃO DIRETA COM O NÚMERO DE CRIANÇAS POR SALA. Nossa proposta é que o número de matrículas na EMEI SEJA NO MÁXIMO DE 25 CRIANÇAS POR TURMA – PARA NÃO SER UM DEPÓSITO DE CRIANÇAS, pois crianças pequenas necessitam de mais atenção. Atualmente temos na EMEI 35 crianças por sala com apenas uma professora, algo desumano com as crianças e com as professoras.

    • CEMEI: COMO SERÁ A IMPLANTAÇÃO SE NÃO HÁ ESTRUTURA FÍSICA, MOBILIÁRIOS ADEQUADOS (CEI e EMEI TÊM CARACTERÍSTICAS DIFERENTES)? COMO FICARÁ A JORNADA DOS PROFESSORES, POIS A JORNADA E CARREIRA DOS PROFESSORES DE CEI E EMEI SÃO DIFERENTES? Nossa proposta é que se respeite a Jornada atual dos profissionais e que haja um projeto verdadeiramente construído pela equipe arquitetônica – educadores de CEI – EMEI e equipe de DOT-P – equipe de CONAE.

    • TER SALAS MISTAS (COM DIFERENTES IDADES) É UM PROBLEMA QUE INTERFERE NA QUALIDADE DO TRABALHO. Nossa proposta é QUE SE CONSTRUAM NOVAS ESCOLAS E QUE NÃO EXISTAM SALAS MISTAS, pois dentro da mesma faixa etária já existem muitas necessidades diferentes para o professor acompanhar. A interação entre idades diferentes já acontecem em outros espaços e momentos da rotina escolar, não sendo viável para o trabalho pedagógico a mistura de idades em uma mesma turma. Esta questão não pode ser tratada apenas na ótica do atendimento à demanda, em detrimento à qualidade educacional. Criança precisa estar na escola, mas com QUALIDADE!

    • PRESENÇA DE ESPECIALISTAS NAS U.Es.: PSICÓLOGO, FONOAUDIÓLOGO, FISIOTERAPEUTA, T.O., PSICOPEDAGOGO. Nossa proposta é que seja criado o concurso público para compor a EQUIPE MULTIDISCIPLINAR em cada unidade escolar, tendo em vista as muitas demandas de nossas escolas (CEI-EMEI-EMEF) para encaminhar – acompanhar – orientar o atendimento adequado às crianças com necessidades especiais, principalmente as que não têm nenhum tipo de diagnóstico e necessitam de um acompanhamento especializado, tendo em vista que temos o dever de atendê-las com qualidade e nos FALTA CONDIÇÕES REAIS PARA ISSO. Além disso, sabemos da importância do cuidado, acompanhamento, tratamento e estimulação que as crianças precisam receber desde cedo (plasticidade cerebral, desenvolvimento global – físico, motor, intelectual, sensitivo, capacidades, habilidades), não deixando os problemas se agravarem e serem acompanhados tardiamente – quanto mais cedo a criança é atendida em suas dificuldades, melhor será seu desenvolvimento (do zero aos seis anos é a fase vital para o desenvolvimento da criança). INCLUSÃO DE VERDADE não é só garantir a matrícula da criança com necessidade especial em uma sala de aula, mas atendê-la com qualidade.

    • POLÍTICA PÚBLICA DE INTEGRAÇÃO ENTRE EDUCAÇÃO E SAÚDE – Nossa proposta é que haja uma política pública que garanta a comunicação direta entre essas duas secretarias, facilitando os encaminhamentos e acompanhamento da criança. Parcerias da Rede Municipal de Educação com Instituições como AACD, APAE etc.

    • SALAS COM ALUNOS DE EDUCAÇÃO ESPECIAL – Nossa proposta é que estas turmas TENHAM UM NÚMERO REDUZIDO DE MATRÍCULAS, para o melhor atendimento de TODAS AS CRIANÇAS.

    • CAPACITAÇÃO DOS DOCENTES – Nossa proposta é de ampliação da formação para docentes visando o atendimento qualificado para as crianças com necessidades especiais – conhecer para poder intervir e acompanhar adequadamente.

    • GARANTIA DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO PÚBLICO (PRIORIDADES) PARA TODOS OS SEGMENTOS DA EDUCAÇÃO: CEI, EMEI E EMEF/EMEFM – Atualmente, a prática é priorizar as EMEFs/EMEFMs e quando dá, se destina algo para EMEIs e CEIs. Nossa proposta é que o acompanhamento da criança seja feito igualmente do CEI à EMEFM e que os profissionais de cada segmento sejam valorizados igualmente.

    • CUIDADO COM A TRANSIÇÃO CEI-EMEI-EMEF (MUITAS RUPTURAS). – Nossa proposta é que haja integração do sistema entre as unidades escolares com informações da vida escolar da criança (desenvolvimento, encaminhamentos, acompanhamentos etc). Assim como o prontuário do funcionário o acompanha em cada unidade que ele trabalha, assim também o prontuário da vida escolar da criança deveria lhe acompanhar para onde fosse – uma continuidade dos trabalhos desenvolvidos com a criança e sua família, evitando adiamentos e rupturas que ocorrem no atual processo educacional. Uma unidade não conhece o trabalho que a anterior fez por aquela criança e sempre parece que começamos do zero. Outro ponto a considerar é REESTRUTURAÇÃO DAS EMEFs para acolher as crianças com 6 anos – existe uma ruptura de processos, tempos e espaços.

    • REGIMENTO ESCOLAR – Uma discussão ampla e necessária dentro de nossas unidades educacionais – definindo direitos e deveres de todos envolvidos no processo educacional – escola, alunos, famílias, sociedade. Reforçar e incentivar a parceria ESCOLA – FAMÍLIA (presença fundamental para o sucesso do processo educacional).

    • ESTRUTURA FÍSICA, HUMANA E MATERIAL – Faz-se urgente a revisão e reestruturação dos prédios, mobiliários e espaços externos de nossos CEIs e nossas EMEIs, bem como o quadro de funcionários. Precisamos ter material escolar, mobiliário e prédios adequados para cada faixa etária.

    • AMPLIAÇÃO DA FORMAÇÃO PARA PROFESSORES/EDUCADORES DA EDUCAÇÃO INFANTIL NAS DIFERENTES LINGUAGENS.

    • COMO SERÁ O PROCESSO APÓS 15/09/13?

    Responder

  28. Élen Gomes de Almeida

    set 16, 2013  at 14:28

    Diante desta proposta de reorganização curricular, devemos atentar que quando se fala em qualidade na educação está completamente atrelado ao atendimento às necessidades e individualidades de cada um de nossos alunos. De que forma é possível garantir este qualidade de atendimento com elevado número de alunos por sala e com necessidades especificas de atendimento multidisciplinar em especial na área da Saúde para tal demanda? Na possibilidade de um acompanhamento com uma equipe multidisciplinar, seria possível que cada criança recebesse todo o tratamento necessário e específico para a sua aprendizagem de forma eficaz e sem “lacunas”… da forma como vem ocorrendo.
    E com relação à Educação Infantil nas EMEBS. Se as escolas são bilíngues, quais são as propostas para se garantir qualidade? Não encontrei nenhuma citação específica com relação à qualidade da Educação nas EMEBS. Não deveriam ter um olhar específico que pudéssemos discutir as necessidades desses educandos e educadores dentro de uma estrutura de Escola Municipal de Educação Bilíngue para Surdos? Como fica a qualidade da Educação das crianças surdas? Quando será discutido? É necessário e urgente que haja esta discussão para que possamos reorganizar e estruturar de fato as Escolas de Educação Bilíngue para Surdos da Prefeitura de São Paulo. Aguardo retorno!
    conforme propóe a Portaria

    Responder

Escreva seu comentário