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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br

Dentro de instantes, o Mais Educação São Paulo transmitirá ao vivo o primeiro de uma série de quatro debates sobre as propostas da reforma do ensino na capital. O primeiro tema a ser discutido é a avaliação dos estudantes. O debate, com a presença do secretário Cesar Callegari, começará às 12h30 e será transmitido aqui no site do Mais Educação São Paulo. Também participarão do debate a diretora de escola Andrea Steinvascher as professoras Adriana de Oliveira Dias, Hanna Esteves, Helena Cristina Losinno Martins, a coordenadora pedagógica Franciele Busico Lima e a supervisora escolar Ana Lucia de Souza.

Você pode participar com suas sugestões e perguntas pelos comentários deste post ou durante a transmissão. Fique ligado e participe.

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Discussão - 21 comentários
  1. Débora Espada Catarino

    ago 23, 2013  at 19:01

    Não poderei acompanhar o debate ao vivo pois estarei a caminho do meu trabalho, mas quero deixar algumas questões: Porque a administração não está sendo totalmente transparente em relação as mudanças propostas? Porque o documento é tão superficial? Será que nós, educadores, não deveríamos ter acesso a todas informações para podermos opinar sobre fatos e não suposições? Pois todas as minhas maiores dúvidas, que são em relação a organização dos ciclos, tempos de permanência na escola, funcionamento dos projetos e dependências, atribuição de aulas e carga horária (jornada), questões referentes ao trabalho pedagógico em si constam na seção de perguntas e respostas como: MAIORES DETALHES APÓS CONSULTA PÚBLICA. Estamos a mercê de falsos democratas, é isso o que penso. Tudo já está pronto e essa consulta é uma verdadeira farsa. Gostaria mesmo de respostas as minhas questões. Obrigada

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  2. Cláudia Regina Ricci

    ago 23, 2013  at 19:01

    Onde estão as EMEBs neste plano???Ainda estou aguardando respostas para minhas questões já enviadas…

    Responder

  3. Sílvio

    ago 23, 2013  at 19:01

    O professor especialista deveria entrar em sala com um professor alfabetizador – trabalho

    em conjunto para superar desníveis de aprendizagem.

    Quanto ao tópico reprovação é melhor mesmo repensar o caminho – todos progridem

    socialmente e são avaliados em exames vestibulares e concursos. A noção de

    responsabilidade deve fazer parte da rotina dos estudantes.

    Não há cidadão sem trabalho digno.

    Professor Sílvio Valentin Liorbano.

    EMEF Tenente Alípio Andrada Serpa – DRE Butantã.

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  4. Demétrio Ramos Paiva

    ago 23, 2013  at 19:01

    O plano fala do ensino de 9 anos. Como ficará a situação dos alunos que em 2014 estarão nas 6ª, 7ª e 8ª SÉRIES? Eles também estarão dentro da reformulação ou ocorrerá de forma paulatina?

    Abraços

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  5. Demétrio Ramos Paiva

    ago 23, 2013  at 19:01

    No 6º ano o generalista trabalhará Língua Portuguesa e Matemática. Os professores dessas disciplinas terão compensação na carga horária ou haverá redução do número de aulas de outras disciplinas nos anos seguintes?

    Responder

  6. Ana Claudia

    ago 23, 2013  at 19:01

    O Programa de Reorganização é vago em relação a questões tais como:

    - quem são os especialistas que atuarão no Ciclo Interdisciplinar (4º e 5º anos)? Como será a atribuição de aulas para esses especialistas e como ficará a carga horária dos generalistas que atuam nestes anos?

    - como será a atribuição de aulas do(s) generalista(s) e que atuará no 6º ano?

    - haverá alteração na grade curricular e nas jornadas dos professores?

    - as salas de aula estão com capacidade máxima, o novo sistema de avaliação prevê reprovações. Como será a acomodação dos alunos, se isso vier acontecer?

    - as escolas ainda possuem salas do ensino de 8 anos. Estas serão renomeadas automaticamente para o ensino de 9 anos e seguirão as novas regras ou teremos duas escolas no mesmo espaço?

    Aguardo

    Ana Cláudia
    professora Educação Física
    EMEF Octavio Pereira Lopes – DRE JT

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  7. Mario Antonio Reis

    ago 23, 2013  at 19:01

    Considerando que o Plano Municipal de Educação propõe o “TCC”, gostaria de saber como se dará o acompanhamento destes trabalhos? Já existe alguma indicação a respeito?

    Responder

  8. Mario Antonio Reis

    ago 23, 2013  at 19:01

    Ainda que o Ensino Médio represente uma pequena parcela dos alunos do Município de São Paulo, gostaríamos de saber que proposta a SME tem para esta etapa do ensino e quais as alterações já para o próximo ano?

    Responder

    • Vitor

      ago 23, 2013  at 19:01

      Ao final do Ensino Fundamental, TCC… ao final do Ensino Médio, talvez uma tese…

      Responder

  9. Ledir Roman

    ago 23, 2013  at 19:01

    Sabendo que o professor polivalente será responsável pelo ensino de Língua Portuguesa e Matemática, conclui-se que os professores especialistas de tais disciplinas terão prejuízo na atribuição de aulas. Como serão respeitadas as atuais jornadas desses professores?

    Responder

  10. Cibele Racy

    ago 23, 2013  at 19:01

    Há uma pergunta que gostaria de fazer. Estamos tratando as notas como sendo exclusivamente o resultado de uma “prova”. O que me parece, é que as notas serão a soma de várias avaliações: provas, trabalhos, participação, entre outras.É esta a concepção desta administração?

    Responder

  11. Luciana Gonçales

    ago 23, 2013  at 19:01

    Como ficará a avaliação dos alunos com necessidades especiais?
    E os surdos, que hoje estão nas EMEBS, terão avaliações com interpretação em Libras, como ocorreu nas 02 últimas edições da prova Sâo Paulo?

    Responder

  12. Cibele Racy

    ago 23, 2013  at 19:01

    Sabemos que um dos grande entraves da qualidade do ensino esta concentrada na formação essencialmente teórica dos cursos superiores. Como esta administração pretende aprimorar a prática docente?

    Responder

  13. Cibele Racy

    ago 23, 2013  at 19:01

    Agradeço as respostas dos colegas que imprimem a concepção que deve construir sobre avaliação da rede pública!

    Responder

  14. Eliton Abel Martins Marques

    ago 23, 2013  at 19:01

    Um plano lindo e riquíssimo, sem dúvida. Entretanto, não impor metas fortes para diminuir os alunos em sala de aula e disponibilizar tempo didático na jornada aos professores para planejar e avaliar vai diminuir sua capacidade de aplicabilidade. A JEIF não possibilita isso e sua estrutura burocrática demais até dificulta. Precisamos muito repensar esse aspecto com muita vontade política. Obrigado.

    Responder

  15. EMEF. Prof. Aurelio Arrobas Martins

    ago 23, 2013  at 19:01

    Gostariamos de saber como serao os criterios de avaliação para o Ciclo Inicial de 1º ao 3° anos, se serao conceitos ou notas? Os dois impossivel!

    Responder

  16. Tatiana

    ago 23, 2013  at 19:01

    Venho reforçar o coro de algumas pessoas que já escreveram seus comentários, quero saber como ficará a jornada do professor, quais os especialistas e como eles irão atuar no ciclo interdisciplinar (Do quarto ao sexto ano), como será a atuação do professor generalista (antigo polivalente) no sexto ano? Precisamos de esclarecimentos até para conseguir expressar a opinião.

    Responder

  17. Robson Sant Anna

    set 04, 2013  at 19:01

    A aprovação automática é uma prática medíocre oposta à meritocracia que caracteriza o sistema de ensino dos países que mais avançaram em seu sistema educacional recentemente, como a Coréia do Sul.

    Responder

  18. Gleide Lima

    set 06, 2013  at 19:01

    Eu como mãe, fui exigida a vida inteira a participar dos conselhos de escola, sempre busquei estar presente, mas vi que nesses mais de 20 anos, nada mudou, acho que o mundo evolui e precisamos evoluir também… Enquanto não houver uma liderança comprometida com o todo, não chegaremos a lugar algum, os jovens estão ai, atentos e prontos para absorver conhecimento, mas é necessários que coloquemos a paixão no ensinar, para que eles sejam despertados na paixão do aprender…
    Estamos na era da informação rápida e esta geração necessita de formas criativas e dinâmicas para sua melhor compreensão, então sinto que o melhor remédio para todos os anseios na área da educação, será a total participação popular, não apenas de alguns setores da sociedade, mas de todas as classes sociais. Para isso é preciso criatividade e desprendimento!
    Senti muito a falta desta liderança estudantil na conferencia e sei que se isso não for encarado como algo tenebroso, estaremos sempre voltando ao ponto de partida. O grande desafio é tornar a participação destes jovens algo de suma importância, pois eles sabem com certeza o que querem e são a geração escolhida para levar este legado de conquistas adiante!
    Gleide Lima.

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  19. carmelena sanches

    set 12, 2013  at 19:01

    gostaria de saber como será cobrado da família a participação, qto as atividades para casa
    qual será a postura de SME diante deste¨problema …¨

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  20. KETY

    set 13, 2013  at 19:01

    Após as discussões do programa nos horários coletivos, expomos aqui nossas considerações:
    Eixo Currículo:
    -Gostaríamos de obter clareza quanto a proposta do professor generalista no 6º ano, pois acreditamos que a alfabetização se dará bem antes.
    -A avaliação tem um caráter pedagógico e é um instrumento para redirecionar o trabalho, a ciência dos responsáveis é solicitada em todas as reuniões de pais que constam em calendário, porém a adesão dos pais é sempre menor do que o esperado, quais ações podem ser realizadas para garantir o comprometimento das famílias com a educação de seus filhos?
    -Ficaram muitas dúvidas com relação a “Dependências”, necessário garantir um módulo de professores maior para que seja possível inserir novas práticas na escola.
    Eixo Formação e Valorização do educador:
    Eixo Gestão:
    -Reelaboração dos Regimentos Escolares:
    -A participação da família na escola não pode ser opcional, necessário pensar em medidas efetivas.
    -A escola precisa ter autonomia para dispor e fazer cumprir medidas disciplinares.
    -Garantir um trabalho conjunto com instâncias como o Conselho Tutelar e Vara da Infância de fato, de forma que não só obriguem a frequência do aluno, mas que façam de fato um acompanhamento.
    -Ampliar a atuação da GCM no universo escolar, visto que em situações extremas a escola não consegue dar conta sozinha.

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