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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
grade

Antônio Rodrigues da Silva, Chefe da Assessoria Técnica de Planejamento da SME, explica como será a composição da grade horária dos professores da rede.

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Discussão - 4 comentários
  1. Lu

    nov 04, 2013  at 13:49

    A Jeif poderá ser feita por quem tiver 12 aulas? Entendi certo????

    Responder

  2. ANTONIO DIAS NEME

    nov 04, 2013  at 13:49

    Mais Educação São Paulo – Grade horária do professor

    Antônio Rodrigues da Silva, Chefe da Assessoria Técnica de Planejamento da SME, explica como será a composição da grade horária dos professores da rede.

    http://www.youtube.com/watch?v=4wcVupauYEQ

    Regular o período de trabalho é algo essencial para o ser humano, seja pela ordem econômica, social ou biológica.

    Não basta ampliar jornada escolar sem melhorar o uso do tempo.

    “Não basta ter aulas chatas de manhã e capoeira à tarde. Precisamos educar de forma integral utilizando esse tempo expandido na escola.”

    Aumentar o tempo que as crianças e os adolescentes passam nas escolas é uma tendência no mundo. Defendo que as aulas sejam estendidas para cerca de cinco ou seis horas em todas as escolas, mas um alerta: o uso qualificado desse tempo é um grande desafio.
    O importante não é o tempo físico, objetivo, racional e administrativo. Precisamos analisar de forma qualitativa como essas horas serão utilizadas na escola. Essa deve ser a preocupação. As políticas precisam ser flexíveis e vincular essa extensão às realidades locais das crianças.
    Na minha opinião, as crianças e os adolescentes precisam estar mais expostos a espaços de aprendizagem que incluam atividades culturais, artísticas, esportivas e sociais. Mas é preciso garantir aos estudantes descanso, tempo com a família e interação com a comunidade em que vive. Reitero ainda que as horas diárias de trabalho nas escolas não são gastas com aprendizagem. Se perde muito tempo com outras coisas também.
    Não basta deixar o estudante mais tempo na escola é preciso repensar a configuração da escola e construir uma proposta pedagógica integrada à comunidade em que ela está inserida.
    Sem surpresas, as dificuldades apontadas por gestores e especialistas para tornar esse tipo de projeto uma realidade em todas ou na maioria das escolas municipais são as mesmas já enfrentadas atualmente por elas. Proposta curricular de qualidade, formação de professores, investimentos, infraestrutura escolar com quadras esportivas e equipamentos são desafios que precisam ser vencidos para colocar esse tipo de proposta em prática. Temos de lembrar que há uma dificuldade de gestão do tempo escolar. O tempo já garantido não é respeitado e isso deve ser considerado na elaboração de projetos.

    .

    Ensino poder ter grade horária livre

    “Escolas que abrem portas para o mercado de trabalho, aulas ao ar livre, visitas a parques e museus, novas tecnologias à disposição dos alunos e investimento na formação de professores. Para a grande maioria dos jovens brasileiros, iniciativas como essas parecem utopia, mas todas já existem em plena rede pública e dão resultados que apontam caminhos para reverter o fracasso do ensino.”

    “Uma das ações mais apoiadas por especialistas na área é o crescimento da oferta de vagas em cursos profissionalizantes. Além da conexão com o ambicionado mercado de trabalho que aumenta o interesse dos jovens pelo estudo, os exemplos mostram que as escolas com ensino médio integrado a cursos técnicos conseguem melhores resultados no aprendizado das disciplinas básicas.”

    Educadores concordam que é preciso tornar o ensino mais atrativo

    Incentivar que cada escola ou rede monte o próprio currículo com ênfase em trabalho, ou em ciência e tecnologia ou em cultura.
    Há um consenso de que é preciso mudar algo para tornar esta fase mais atrativa para o aluno que tem os piores indicadores de aprendizado e conclusão da educação: apenas metade dos matriculados conclui os estudos e 10% aprende o que seria o mínimo adequado segundo as expectativas vigentes.
    Espera-se que a ênfase em trabalho, ciência e tecnologia e cultura e a maior flexibilização criem diversidade de projetos que atraiam os jovens. Deixando bem claro que cada escola ou sistema estaria liberado para enfatizar mais uma ou outra área sem se prender a cargas horárias. Tem que ensinar matemática, português e outros conteúdos sim, mas pode ser dentro de um projeto sobre o que for melhor para a comunidade
    No ensino médio a flexibilização pode ser maior, pois o adolescente já sabe melhor o que quer e poderá escolher entre diferentes propostas.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  3. Leandro

    nov 05, 2013  at 13:49

    Prezados senhores.

    Pergunto se as aulas de Língua Inglesa continuarão sendo 2 aulas por semana.

    Grato.

    Responder

  4. Maria de Fátima

    nov 05, 2013  at 13:49

    O especialista com Ciclo I, Ciclo II e EJA, fica sobrecarregado.
    São três realidades bem distintas. Essa grade livre oferece melhores condições de trabalho, visto que, objetivo agora é a qualidade? Grata.

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