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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br

O Programa Mais Educação São Paulo, que propõe a reorganização administrativa e do currículo da Rede Municipal de Ensino, pretende acabar com o terceiro turno diurno, apelidado de “turno da fome”.

Esse período de aulas ainda ocorre entre o turno da manhã e o da tarde em 23 unidades educacionais municipais, e dificulta a extensão da jornada para os alunos.

Para acabar com as aulas nesse turno, o Programa pretende expandir a rede de Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs), com a criação de 37 novas unidades educacionais. As novas escolas terão, em conjunto, cerca de 62 mil vagas.

A medida ainda possibilitará a ampliação do período de permanência dos alunos na escola, em programas como o Mais Educação, do governo federal.

Plano de obras das Emefs

Plano de obras das Emefs

 

A Rede Municipal de Ensino de São Paulo tem hoje:

1622 Centros de Educação Infantil (redes direta, indireta e conveniada)
532 Escolas Municipais de Educação Infantil
1 Centro Municipal de Educação Infantil
549 Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio
45 Centros Educacionais Unificados (CEUs)
6 Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos
3 Centros de Educação e Cultura Indígena
14 Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos

 

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Discussão - 31 comentários
  1. wagner

    ago 29, 2013  at 13:31

    O projeto federal Mais Educação tem uma proposta muito interessante, teoricamente bem fundamentada. No entanto o problema da sua implementação reside no fato de os alunos terem de querer permanecer mais tempo na escola e, na pratica, o que vemos e que não querem.
    Sugestão: projeto escola integral do Estado, integral na carga horaria do aluno e com professor dedicação exclusiva.

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    • Edna Maria Armellei Martins

      ago 31, 2013  at 13:31

      A comunidade do entorno da escola em que leciono está demonstrando uma dinâmica nova.Os alunos frequentam com muito gosto os projetos.A mudanca está acontecendo ,só não percebe quem não quer.O projeto que coordeno necessitaria de visitas a museus de arte, de ciências,de história e de empresa mas,a questão do aluguel do ônibus é inviável.Seria importante um empenho no sentido de financiar o transporte desses alunos para essas instituicoes de maneira menos burocrática e financiada pelas DREs ou pela SME.

      Responder

      • wagner

        ago 31, 2013  at 13:31

        Ja trabalhei em dez escolas da sme e todas tinham dificuldade em fforma turma de 50 alunos e todos terem que participarem do mesmo projeto,pois cada um tem seu gosto e individualidade. A maioria das escolas sme estao na periferia onde o entorno nao tem nada,nem mesmo praca, a escola e o espaco de sociabilidade deles. Portanto e na escola, equipada com laboratorio, anfriteatro e todos outro espaco, e que deve ser fornecido e trabalhado neles , ou seja uma escola de qualidade e com curriculo integral. E com professores com dedicacao exclusiva e ganhando, como no Estado 80% a mais. Isso, e transformar a educacao e escola integral.

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    • Josineide

      set 10, 2013  at 13:31

      Acho complicado professores com dedicação exclusiva e tempo integral na escola. Já vivenciei uma experiência parecida no Estado com as escolas padrão e não vi bons resultados. Apesar do professor se comprometer a dedicação exclusiva na grande maioria das vezes não apareceram bons trabalhos. Infelizmente, muitos usaram essa possibilidade apenas para melhorar seus salários.
      Nesse sentido para mim a proposta do mais educação é mais interessante.

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  2. marivia perpetua sampaio souza

    ago 30, 2013  at 13:31

    Quanto à vontade do aluno, nossa tarefa como educadores é complexa e um dos elementos fundamentais é despertar esse querer das crianças e adolescentes na direção do acesso à cultura e à produção do conhecimento. Proponho que o tempo de permanência dos estudantes nas escolas seja construído de forma a atender um currículo que atenda as necessidades atuais e que contemple as diversas linguagens como forma de expressão da cultura. Entendo que esse período de permanência deve ser proposto no projeto político pedagógico das escolas, sendo que a administração escolar, seja local ou central deverá providenciar os recursos necessários à viabilização dos projetos e atividades que sejam planejadas.

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  3. Margarete Monteiro

    set 01, 2013  at 13:31

    Não sou contra a escola de tempo integral , se essa for pensada com a finalidade de levar para uma comunidade bons projetos , acesso à cultura , esporte e lazer. Oferecer escola de tempo integral e acabar com o “turno da fome” , sem oferecer bons projetos e professores especialistas , seria como tirar essas crianças das ruas , sem oferecer-lhes nada de produtivo. Também penso que a escola precisa resgatar seu papel social o de contribuir para a mudança e transformação das pessoas e do entorno e não para acolher todos os problemas e mazelas sociais. A escola precisa ser um espaço de pessoas que querem estar ali , professores , alunos , gestores e comunidade comprometidas com a mudança. Antes de acabar com o “turno da fome” , deveriam acabar com o turno intermediário nas Emeis , colocando esses professores em duplas nas salas (nada de estagiários) , só para as salas com inclusão. Dois educadores trabalhando em conjunto. Escola de tempo integral sem qualidade , só servirá para deixar essas crianças ainda mais afastadas de suas famílias , sem nenhuma “formação moral” . Salas super lotadas e mal equipadas , servem somente para deixar crianças e adolescentes mais agitados , pois os professores não dão conta de ouvir e acompanhar à todos, fazendo intervenções apropriadas e contribuindo para a boa formação dessas crianças. valorizar os professores que trabalham por projetos e se engajam nas propostas seria estimulante.

    Responder

  4. Professor Baüme

    set 02, 2013  at 13:31

    PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO
    PROPOSTA DE REORGANIZAÇÃO ESCOLAR DO MUNICIPIO DE SÃO PAULO

    Na construção de uma educação de qualidade devemos levar em conta a dimensão social, econômica e cultural, uma vez que o ato educativo se dá em um contexto de posições e disposições no espaço social, de heterogeneidade e pluralidade sociocultural, que repercutem e também se fazem presentes nas instituições educativas.
    Considerando a escola como sendo uma instituição social que possibilita o acesso à cultura, nas suas múltiplas manifestações e a formação do cidadão, intelectual, física, ética, estética, técnica e de opinião.
    A escola deve respeitar a individualidade do aluno, estimulando-o a desenvolver-se conscientemente, tendo a compreensão critica do mundo, garantindo a integração entre o conhecimento, o trabalho, as praticas sociais e a sustentabilidade socioambiental, visando a responsabilidade pessoal e social, o exercício pleno da cidadania, a igualdade de direitos e a presença da diversidade etnicorracial, a diferença de idade entre as pessoas, sua orientação sexual e religiosa, bem como a garantia dos direitos das pessoas com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e elevadas habilidades ou superdotação.
    Analisando o disposto no Artigo 9º da Resolução número 4 de 2010, do Conselho Nacional de Educação, Câmara de Educação Básica, que define Diretrizes Curriculares Nacionais Gerais para a Educação Básica posso ressaltar a importância da escola e do professor no processo de ensino-aprendizagem.
    Considerando que à transformação do sistema educacional em sistema inclusivo deve-se estar atento para a diversidade com vistas à igualdade.
    Para tanto, são necessários estrutura física, recursos materiais e humanos, além do apoio à sua formação, com qualidade social, tanto de gestores como professores e demais profissionais de educação nas escolas públicas.
    Devemos democratizar a organização e a gestão dos equipamentos escolares, as práticas curriculares, os processos formativos, a dinâmica da avaliação escolar, o planejamento pedagógico e a participação, tanto de alunos como de seus pais e responsáveis.
    Antes de começarmos o questionamento e analise do documento proposto por SME si, devo me colocar quanto ao formato hoje existente na educação básica brasileira, no que tange a educação infantil e ensino fundamental.
    Considerando o grau de amadurecimento intelectual da criança e a novo tipo de constituição familiar existente em nossa sociedade, vejo que houve um erro de concepção quanto a formatação do ensino fundamental de 9 anos. Hoje vemos que as crianças não podem trabalhar, algo que era normal e corriqueiro até a década de 90. Muitos alunos das 6ª, 7ª e 8ª séries do antigo Ginásio eram vistos trabalhando nas feiras, supermercados e oficinas, nos bairros de são Paulo, algo incentivado pelos pais e que muitas crianças gostavam de fazer. Hoje temos que além de ser uma situação proibida pela legislação brasileira, é reforçada pela falta deste tipo de trabalho atualmente. Esta característica presente em nossa atual sociedade brasileira permite que a criança fique mais anos dentro do ambiente escolar. Por outro lado, fica evidenciado que desde a década de 90 a população brasileira ganhou uma maior longevidade, tendo como conseqüência, o aumento da idade mínima para a aposentadoria, portanto, a entrada precoce no mercado de trabalho não é mais necessário.
    Na minha concepção, acredito que a Educação Infantil nos CEI’s deveria atender crianças de 0 (zero) a 3 anos e onze meses e nas EMEI’s o atendimento deveria ser dos 4 aos 7 anos e 11 meses, entendo que o atendimento deve ser em prédios diferentes devido as especificidades de cada faixa etária. No ensino fundamental, vejo que o acesso a esta etapa de escolarização deveria se dar à partir dos 8 anos, ou em casos de confirmação da maturidade escolar, realizado a pedido do responsável e após avaliação especifica para este fim, o aceite de criança com idade não inferior a 7 anos e, que esteja freqüentando uma EMEI.
    É de fundamental importância quando pensamos em uma educação de qualidade que repensemos o número de alunos por turma. Garantir que nas escolas exista um número máximo de alunos por sala, considerando a relações entre número de estudantes por turma, estudantes por docentes e estudantes por funcionários, sabendo-se que é um aspecto importante para a oferta de educação de qualidade, fixando o número máximo de alunos por sala de aula, conforme a tabela abaixo:

    CRIANÇA/IDADE Nº DE EDUCADORES ALUNOS POR SALA
    0 a 11 meses 1 4
    1 ano a 1 ano e 11 meses 1 6
    2 anos a 2 anos 11 meses 1 8
    3 anos a 3 anos 11 meses 1 10
    4 anos a 4 anos 11 meses 1 10
    5 anos a 5 anos 11 meses 1 15
    Ensino fundamental (1º ao 5º ano) 1 20
    Ensino fundamental (1º ao 5º ano) 1 25
    Ensino médio 1 25
    Educação de Jovens e Adultos 1 25
    Emee – educação infantil 1 4 a 6
    Emee – 1º ao 4º ano 1 3 a 5
    Emee – 5º ao 8º ano 1 5 a 8

    Atrelado a esta concepção de qualidade e garantindo o atendimento a todos os alunos portadores de necessidades especiais (N.E.) deverá haver a diminuição do número de alunos por turma na proporção de 20% do número total de alunos quando for matriculado 1 aluno com N.E., de 30% até 3 alunos com N.E. e de 40% até 5 alunos com N.E., não sendo possível matricular mais de 5 alunos com n.E. em uma mesma turma regular.

    EDUCAÇÃO EM TEMPO INTEGRAL

    A idéia de escola integral, onde o aluno fica o tempo todo dentro do ambiente escolar precisa ser superado pelo conceito de Educação Integral onde não só a escola esta presente, mas integrada a outros equipamentos públicos. Neste item vejo que existe a necessidade das demais Secretarias Municipais ( Saúde, Assistência e desenvolvimento Social, Esportes, Lazer e Recreação, Cultura, Verde e Meio Ambiente, Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia e os Institutos de Física, Química e Biologia, tanto das Universidade estaduais como Federais presentes na cidade de São Paulo) participem, não só cedendo os espaços, mas que tenham verbas e programas próprios desenvolvidos e alocados para este fim.
    A Secretaria de esportes deveria alocar verbas próprias para o desenvolvimento de atividades esportivas no contraturno das escolas nos centro esportivos existentes na cidade de São Paulo. Este investimento passa pela reforma e ampliação dos centros já existentes e pela construção de novos equipamentos destinados a este fim.
    A Secretaria de cultura teria de investir nos teatros da cidade e no financiamento de atores e peças, proporcionando opções de lazer e entretenimento aos alunos da rede pública, além da criação de convênios desta pasta com as escolas para oficinas de teatro com os alunos. Ainda através desta pasta, possibilitar no contraturno escolar, visitas monitoradas a museus, bibliotecas públicas e outros espaços de cultura presentes na cidade.
    A Secretaria do Verde e Meio Ambiente deve ter projetos destinados as escolas e as famílias ligados a sustentabilidade, reciclagem, novas fontes de energia e agricultura familiar.
    A Secretaria de Assistência e desenvolvimento Social teria que disponibilizar em todas as Subprefeituras equipes para atendimento imediato em todos os encaminhamentos feitos pelas escolas, principalmente nas regiões de maior vulnerabilidade, devido ao grande número de casos de violência familiar e a presença de crianças em situação de risco.
    A Secretaria de Saúde deveria ter em suas unidades (UBS) atendimento prioritário quando do encaminhamento de alunos para atendimento hospital, principalmente quando ocorrer casos de suspeitas de baixa visão, audição, problemas na fala e comportamentais que dificultam o processo de aprendizagem e casos de agressão ou violência no ambiente escolar.

    EDUCAÇÃO INFANTIL

    A educação infantil deve ter como objetivo o desenvolvimento integral da criança, adequada às características das diferentes idades que abrangem esta etapa de sua formação, do o berçário até os seis anos.
    A proposta de construir 253 CEI’s e 66 EMEI’s é muito válida, apesar de não ser o ideal para atender a demanda existente em nossa cidade, principalmente quando analisamos as listas de inscrição para vagas nos extremos das zonas sul e leste de São Paulo. Neste ponto devemos ressaltar dois problemas crônicos e que devem ser sanados quando pensamos em uma administração focada na qualidade do serviço público. Tanto CEI’s como EMEI’s devem ser construídas em formatos com no máximo dez salas de aula, haja vista que não temos terrenos de grande porte disponíveis na cidade de São Paulo, e a grande demanda existente em áreas de risco ou áreas de mananciais e de preservação ambiental. Além desta questão física, vemos que os atuais prédios construídos com vários pavimentos dificultam a locomoção das crianças, podem provocar acidentes e, principalmente a inclusão de alunos portadores de necessidade especiais. Ainda temos de analisar a necessidade da proximidade de pais em relação ao convívio com a escola que é facilitado quando temos um número menor de salas de aula. Outra questão que nos deixa perplexos, é não entender porque, existindo um prédio público construído com verbas públicas, seja disponibilizado para ONG’s e administrado por entidades conveniadas. Cada prédio público construído com verbas públicas e destinado a educação deve ser administrado pela Secretaria Municipal de Educação, com funcionários públicos efetivos que fazem parte de seu quadro. É o conceito de educação pública de qualidade.
    A qualidade arquitetônica deve atender à finalidade de cada equipamento de educação infantil e cumprimento de todas as normas de acessibilidade, com infraestrutura abrangendo os espaços pedagógicos, de recreação e lúdicos. Para melhorar o atendimento devemos garantir a proporção criança/espaço físico, considerando no mínimo 2m² de área livre para cada criança, os materiais pedagógicos e mobiliários projetados para um projeto pedagógico pensado para o atendimento adequado das crianças nesta faixa etária.
    Garantir a presença de pelo menos um auxiliar de enfermagem durante todo o período de funcionamento na unidade escolar, em respeito à concepção de que as instituições de educação infantil devem cuidar e educar. Não a como conceber a Educação Infantil como agrupamento de crianças de 0 (zero) a 5 anos e 11 meses no mesmo espaço físico. Os espaços e equipamento necessários a cada faixa etária são de diferentes tamanhos, seja os sanitários e pias nos banheiros, a necessidade de cadeira de plástico e mesas para CEI’s, diferente das mesas e cadeiras de madeira para os alunos atendidos nas EMEI’s.
    Os equipamentos dispostos no playground ou parquinho deve ser pensado para cada faixa etária. Enquanto nas CEI’s precisam ter um espaço destinado para a cinemateca ou teatro, nas EMEI’s é fundamental a presença das salas de informática com professores especifico para orientação aos alunos (POIE) possibilitando o contato com computadores e com a informática a conscientização das crianças da utilização das ferramentas tecnológicas de forma racional e adequada a cada faixa etária. Também nas EMEI’s é importante a existência de um Teatro para apresentações, um espaço destinado à horta e o trabalho com o meio ambiente e a sustentabilidade, além de miniquadra para introdução a praticas desportivas para os alunos desta faixa etária.
    Na EMEI é fundamental a presença do professor especialista de educação artística para o desenvolvimento psicomotor, da criatividade, as noções básicas da pintura, escultura, música, teatro, formas de expressar e comunicar. Também é necessário a presença do professor especialista de Educação Física para o desenvolvimento psicomotor, as praticas de convívio social, através dos jogos cooperativos e o próprio despertar pelo gosto pelas atividades físicas e na prática dos esportes desde o inicio do convívio escolar das crianças.
    E finalmente, devemos garantir os horários de intervalo para os docentes dos CEI’s como já ocorre nas EMEI’s e EMEF’s.

    EDUCAÇÃO INCLUSIVA

    Não é possível pensar em inclusão sem que existam plenas condições físicas nas escolas com a adequação dos espaços e equipamentos para cada tipo de deficiência física, disponibilidade de transporte adequado para esta finalidade, assistência permanente no ambiente escolar (psicólogo ou psiquiatra, fonoaudiólogo, fisioterapeuta, interprete de libras e braile) e, nos casos de impossibilidade devido a falta de pessoal especializado para acompanhar o aluno e assessorar o professor, que o aluno (a) seja alocado em unidades pólo que tenham toda a estrutura necessária para este atendimento, garantindo seu transporte.
    Para garantir o atendimento aos alunos com necessidades especiais, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação e sua melhor inclusão nas escolas regulares no contra-turno, haja vista a necessidade do atendimento mais individualizado e especializado para cada tipo de deficiências ampliar as salas de apoio à inclusão de pessoas portadoras de Necessidades Especiais, com estrutura, logística, recursos humanos com formação adequada, possibilitando a adaptação destes alunos ao ambiente escolar e sua efetiva inclusão escolar e social.
    EJA
    É um avanço para modalidade de ensino da Educação de jovens e Adultos (EJA) o retorno da semestralidade, uma antiga reivindicação de alunos trabalhadores e professores pois, as necessidades do aluno trabalhador devido aos empregos temporários que são sazonais e a possibilidade das horas-extras que ocorrem nos períodos de aumento das vendas,as condições emocionais e sociais que enfrentam esta parcela da sociedade, seja pela influência do marido na matricula e frequência das mulheres nestes cursos, seja pela necessidade dos filhos em serem assistidos em determinadas épocas do ano, o cansaço e o estresse do aluno são evidentes pela alta taxa de evasão (desistência) e a baixa atratividade do curso nos moldes que existem hoje com a anuidade. Fica claro para nós que a possibilidade do curso semestral é muito mais atrativa. A pessoa pode se organizar para fazer os dois semestres ou se precisar, fazer um semestre (uma etapa) em um ano e o outro, no próximo ano, e ainda, caso desista, a pessoa não perderia o ano, ou seja, duas etapas, como ocorre hoje.
    Para termos uma maior eficiência deste modelo devemos garantir que as matrículas e as intenções de vaga sejam realizadas nas próprias escolas, tanto para o ensino regular como para a educação de jovens e adultos (EJA), possibilitando um melhor atendimento ao aluno em relação a proximidade de sua residência ou local de trabalho, tanto seu como de seu responsável legal, cabendo a Secretaria de Educação a fiscalização dos cadastros e registros de matriculas realizados pelas escolas dando transparência a este processo.

    NOVOS PROCEDIMENTOS

    1º) NOTAS DE ZERO A 10

    As notas de zero a dez podem ajudar no entendimento sobre o rendimento escolar dos alunos tanto dos pais quanto das próprias crianças, poderíamos até adotar as notas: A, B, C, D e F. Mas, se não houver um trabalho de relatar quais competências não foram desenvolvidas pelo o aluno, (ou expectativas de aprendizagem) em cada disciplina, passam a ser apenas números. Hoje temos nas fichas individuais existentes nas escolas, informações que podem dar aos pais e responsáveis condições de avaliarem quais as dificuldades que o aluno apresentou em determinado período em determinada disciplina. Tanto um procedimento como o outro são válidos, só depende do tipo de relatório que será produzido, e, qual valor, tanto o responsável como o aluno darão a este relatório.

    2º) BANCO DE DADOS DE QUESTÕES

    Custear um banco de dados com provas e lições de casa, elaborados por técnicos, muitos dos quais sem a vivência das escolas, acabará por desmotivar os professores. Se queremos um professor autor e lhes apresentamos uma cartilha para seguir, demonstrando que não temos confiança em seu trabalho. Vale salientar que, em uma proposta de avaliação continua, as ferramentas que devem ser utilizadas não podem se restringir à apenas uma avaliação bimestral ou semestral. Os professores já adotam outras ferramentas além das avaliações objetivas e dissertativas, como os trabalhos em grupo, os seminários, relatórios e outras formas de avaliação que garantem mensurar os progressos e as deficiências dos alunos em cada disciplina. É evidente que muitos professores têm dificuldades em elaborarem uma “avaliação do tipo objetiva”, para isto basta que sejam oferecidos cursos para qualificá-los. No caso de se propor avaliações externas, que as mesmas tenham a participação dos professores da rede municipal em sua elaboração como forma de motivá-los.
    As avaliações externas padronizadas podem quantificar o rendimento dos alunos à partir de um padrão único que, possivelmente não atenderá as demandas locais, haja vista a grandiosidade e diversidade presentes na cidade de São Paulo. As migrações entre os bairros, entre as cidades do entorno de São Paulo e de outros estados, dificultam o caráter homogêneo deste tipo de avaliação. As especificidades de cada unidade escolar e as próprias necessidades individuais e o desenvolvimento cognitivo de cada aluno acaba por dificultar a utilização desta analise linear de todas as escolas sob um mesmo padrão.

    3º) CADERNOS INTERDISCIPLINARES

    Já existem nas escolas os livros didáticos fornecidos pelo FNDE, a criação de cadernos interdisciplinares (1 para cada ano) para auxiliar os professores é mais um custo a ser absorvido pela Secretaria de Educação. Até que ponto estes gastos não poderiam ser revertidos para as escolas desenvolverem seus projetos políticos pedagógicos.

    4º) TCC

    Apesar de ser uma novidade, não vejo como necessário criar-se uma regra para que todos os alunos das escolas elaborem um trabalho de conclusão de ciclo interdisciplinar com caráter de intervenção social ao final do ciclo II. As escolas já promovem vários projetos interdisciplinares que não são utilizados como um dos requisitos para que o aluno conclua o Ensino Fundamental.
    Outra dificuldade de implementação desta proposta é ter que se garantir um professor ou coordenador do curso que faça a orientação deste TCC. Neste caso teríamos que criar esta função na rede municipal para atendimento aos alunos, ou ampliar o módulo de coordenadores pedagógicos das escolas, delegando a um deles esta função, a fim de garantir a eficácia deste novo procedimento.

    5º) NORMAS DE CONVIVIO
    Como serão elaboradas as normas de convivência nos Regimentos Escolares, considerando o ECA, o direito a aprendizagem, ao acesso e a permanência no ambiente escolar da criança e do adolescente. Este regimento possibilitará sanções que atinjam apenas aos alunos? Como será a abordagem dos pais e responsáveis dos alunos que não cumprirem com os deveres propostos nestas normas. Só podemos pensar em um regimento escolar sério que preveja sanções, quando tivermos presentes nas escolas a assessoria dos órgãos da Assistência Social, Conselho Tutelar e da Promotoria da Vara de Infância e Juventude.

    6º) FAMILIAS

    Como garantir a presença efetiva da família na educação das crianças e jovens na Cidade de São Paulo passa pela criação de propagandas institucionais chamando os pais para participarem da vida escolar dos filhos.
    LIÇÃO DE CASA Oficializar a lição de casa como sendo obrigatória, passa por encobrir a falta da participação dos pais na educação dos filhos, principalmente devido a falta de tempo de acompanhá-los, ressaltada pela jornada de trabalho e as dificuldades de transporte na cidade de São Paulo que fazem com que o pai ou mãe saiam de casa de madrugada e só retornem tarde da noite. BOLETIM DE NOTA Quanto aos boletins escolares por via eletrônica, devem funcionar como fonte de informação mas, pode gerar um maior afastamento dos país e responsáveis quanto o acompanhamento da vida escolar dos filhos pois, muitos podem considerar que não seja mais necessário ir a escola para participar das reuniões que as escolas realizam.

    7º) RECUPERAÇÃO, DEPENDÊNCIA E RETENÇÃO

    Quando discutimos a necessidade da recuperação, seja a realizada no contraturno escolar (recuperação paralela) ou a intensiva, nos períodos de férias e recesso escolar deveríamos ter como norte um número máximo de alunos por docente que não fosse superior a 10 alunos por professor de recuperação paralela (PRP). É fato que o atendimento mais individualizado não é possível com turmas numerosas.
    No caso das recuperações de julho e janeiro (recesso escolar e férias) que já foram desenvolvidas outrora e, que não resultaram em avanços no processo de aprendizagem. Vale salientar que nos dias de hoje, vemos os alunos já estressados nos meses de junho/julho e novembro/dezembro, que antecedem os períodos de recesso e férias escolares, devido a grande quantidade de dias letivos já existentes.
    Até que ponto, este aluno estressado e desgastado pela jornada de duzentos dias letivos, considerando ainda o conceito de período integral, terá rendimento satisfatório nesta recuperação e, conseqüente aprovação.
    Juntam-se a este fato, o grande número de famílias que se utilizam destes períodos para tirarem suas férias anuais para favorecerem períodos de convívio familiar mais próximo e as viagens para casa de parentes que moram em outras cidades e estados.
    Temos ainda o agravante que é impossibilitar as reformas dos prédios e a manutenção das escolas nestes períodos.
    Quanto à dependência que os alunos terão no 7º e 8º anos (ciclo autoral), serão realizadas em que espaços físicos da escola, que hoje já trabalham com sua capacidade máxima ocupada e, em todo o período diurno. Neste caso seria necessário abrir a escola no período noturno para esta atividade. Ou será adotado na prefeitura de São Paulo, o que já ocorre nas escolas estaduais de Ensino Médio, onde o aluno faz um trabalho sem nenhuma orientação, apenas para cumprir uma exigência legal. Entendo que a retenção ou a dependência deva suprir as deficiências que o aluno apresentou no decorrer dos duzentos dias letivos e que, mesmo após as recuperações paralelas e intensivas não foram sanadas, necessitando de um maior acompanhamento individualizado.
    Quando discutimos a retenção pura e simples daquele aluno que não atingiu os objetivos propostos, devemos atentar para falta de vagas, principalmente nas séries iniciais do ensino fundamental, fato que já ocorre hoje com a progressão continuada. A superlotação das salas de aula deve se ampliar, devido as retenções nos 3º, 6º, 7º, 8º e 9º anos tendo como conseqüência, a piora da qualidade do processo de ensino-aprendizagem.

    VERBAS

    Se pensamos uma gestão democrática e se queremos a valorização do entorno das escolas, este plano teria de permitir que houvesse a descentralização das compras, dando autonomia para que as próprias Unidades Escolares comprem os alimentos, materiais de limpeza e de escritório, materiais escolares e uniformes, muitos dos quais são importados, desprestigiando a indústria local.
    Infelizmente, a estrutura organizacional da gestão pública na Cidade de São Paulo, possibilitou a terceirização de diversos serviços, principalmente quando analisamos a Secretaria de Educação a partir do discurso da atividade-fim que é o processo de ensino-aprendizagem. Hoje nas escolas, estão presentes empresas que fornecem, o pessoal de limpeza, alimentação e segurança patrimonial. Um mercado que onera os cofres públicos e deteriora a massa salarial destes profissionais, que são contratos com uma remuneração bastante achatada e sem a devida qualificação e treinamento, por parte das empresas que oferecem estes serviços para a prefeitura. Partindo deste principio que está presente em nosso sistema de ensino, vejo que uma forma de minimizar estes problemas e valorizar a presença da comunidade nas escolas, o caminho seria que as escolas tivessem autonomia para contratar estes profissionais diretamente, através das APM, presentes em cada escola, necessitando apenas da assessoria técnica para sua administração. Mas ressalto que o serviço público deve ser prestado por funcionário público com grau de instrução necessário para executar a prestação de serviço com qualificação e treinamento constante.
    A utilização das verbas PTRF (PROGRAMA DE TRANSFERENCIA DE RECURSOS FINANCEIROS) deveriam ter maior flexibilidade, principalmente quando discutimos sua utilização. Devemos adotar a distribuição de recursos com base no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de cada região, privilegiando as escolas presentes em regiões mais carentes. Neste item é interessante observar que cada unidade escolar tem necessidades especificas como por exemplo, a locação de ônibus para trabalhos de campo e excursões culturais, lazer e esportes. A descentralização da locação possibilitaria maior autonomia e atendimento as necessidades especificas de cada unidade escolar, e em muitos casos, o seu barateamento. Considerando os valores que hoje são gastos na contratação das empresas terceirizadas sendo repassados para o PTRF ou, outra forma de disponibilização destes recursos, aumentariam substancialmente passando a serem administrados diretamente pelas escolas.

    VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

    O PIBID é uma proposta louvável para integrar Universidade e Escola, mas tanto estes estagiários como os já existentes, principalmente nas primeiras séries do ensino fundamental, não podem ser considerados como professores efetivos, e que não sejam utilizados como propaganda eleitoral. Devemos ressaltar sua importância como um futuro profissional da educação. O estagiário está tendo a chance de aprender e não pode ser colocado como a figura de um segundo professor em sala de aula como já foram utilizados anteriormente em propagandas eleitorais.
    Devemos garantir um piso salarial, no início da carreira e para a menor jornada de trabalho, nunca inferior ao valor do salário mínimo calculado pelo Dieese, considerando-se a importância estratégica do serviço público prestado pelos profissionais da área de educação, e devemos ir além. Valorizar os profissionais do magistério das rede pública da educação básica, a fim de equiparando o seu rendimento médio ao rendimento médio dos demais profissionais com escolaridade equivalente, de forma que os jovens optem por esta carreira da mesma forma que a medicina e a engenharia atrai.
    Possibilitar a progressão salarial na carreira, por incentivos que contemplem titulação, experiência, participação em projetos e programas, atualização e aperfeiçoamento profissional, além da valorização do tempo de serviço.
    Estabelecer parcerias com universidades para a oferta de cursos de especialização ou pós-graduação regulamentar, nos planos de carreira dos profissionais de educação, permitindo que os docentes se licenciem para qualificação profissional em nível de pós-graduação “stricto sensu”.
    Oferecer cursos de formação inicial para Gestores Educacionais aprovados em concurso público, abrangendo temas de sua prática cotidiana e de gestão democrática e a formação continuada para o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TCI’s) extensivo a toda carreira docente.
    Incentivar a formação continuada dos profissionais de educação com garantia de igualdade de oportunidades, por meio de cursos de graduação e/ou pós-graduação oferecidos por universidades públicas, em convênio com o governo federal e, de acordo com a opção de curso feita pelo profissional de educação, com a garantia da dispensa de ponto para formação, afastamento remunerado para cursos, mestrado e doutorado;
    É fundamental , quando pensamos em valorizar os profissionais da carreira do magistério, que repensemos as jornadas de trabalho hoje existentes. Vemos que os profissionais optantes pela jornada JEIF, que conseguem ter atribuídas 25 aulas em regência, têm 1/3 de suas jornadas destinadas para atividades fora de sala de aula. É necessário que parte das jornadas dos gestores e dos demais profissionais de educação sejam destinadas para a formação profissional e programas de incentivo à cultura geral. É fundamental que as outras jornadas de trabalho já existentes na prefeitura de São Paulo, também possibilitem que 1/3 de suas jornadas sejam destinadas a atividades fora de sala aula e, entendo que estas jornadas, JB (15+3+2 aulas) e JBD (25+3+2 aulas) possam ser disponibilizadas anualmente, juntamente com a JEIF, pois, cada docente deve ter a possibilidade de se organizar. Esta flexibilização permitira que professores possam fazer cursos, se atualizem, possam diminuir sua carga de estresse diário, e, como conseqüência, terem maior rendimento no ambiente escolar. É fato que um professor mais motivado, motivará mais seus alunos.

    QUADRO DE APOIO

    É fundamental que ao construir este Programa de reorganização escolar voltemos nossos olhos para estes profissionais, tão discriminados no ambiente escolar, e que são de fundamental importância para o bom andamento da escola. Infelizmente, as sucessivas administrações que seguiram após o governo de Luiza Erundina desmantelaram nosso quadro de apoio, transferindo suas funções para a iniciativa privada, através das empresas terceirizadas.
    Precisamos reverter este quadro, seja pela realização de concurso público para preenchimento das vagas ocupadas hoje por funcionários contratados com baixos salários, baixa qualificação profissional e sem treinamento das empresas terceirizadas e pela incorporação dos funcionários efetivos do quadro de apoio hoje existentes, pelo quadro de auxiliares técnicos de educação (ATE’s).
    Quando explicitamos a efetividade da presença de recursos financeiros e humanos suficientes entendemos que deva estabelecer em seu corpo prazos para a execução destas metas. Se queremos esta educação de qualidade, devemos ressaltar no documento, a publicação de concursos públicos para Assistentes Técnico de Educação (ATE) para inspetoria nas escolas e professores para ocupara as vagas de módulo, principalmente nos CEI’s e EMEI’s.
    Garantir o afastamento remunerado e diminuição da carga horária para estudar, horário de formação dentro da jornada de trabalho, com direito à pontuação para evolução funcional e a criação de uma política de trabalho de formação continuada para o quadro de apoio;

    NOVA GRADE CURRICULAR PARA O ENSINO FUNDAMENTAL

    1º) ALFABETIZAÇÃO

    Teríamos conforme a proposta apresentada que na Área de Integração/Projetos dos três primeiros anos seriam 5 aulas semanais para dividir entre os professores: POIE, POSL, ARTES, ED. FÍSICA e INGLES, ou seja, uma aula para cada disciplina. As demais 25 aulas ministradas pelo professor Generalista (FUND I).
    Neste ciclo observamos prejuízo nas aulas de inglês que diminuiriam pela metade, algo que vai contra o investimento maciço realizado nestes dois últimos anos em material pedagógico disponibilizado para alunos e capacitação de professores. O mesmo ocorrendo com Educação Física, ressaltando a importância desta disciplina no desenvolvimento físico da criança e, principalmente, emocional pois, são nas práticas dos jogos cooperativos que as crianças desenvolvem a disciplina, as noções de organização e de convivência em grupo.

    2º) INTERDISCIPLINAR

    Composto pelo 4º, 5º e 6º ano, teríamos a seguinte distribuição:
    - 4º ano seriam 10 aulas semanais para dividir entre os professores de cada uma das disciplinas na Área de Integração/Projetos (POIE, POSL, ARTES, ED. FÍSICA e INGLES), ou seja, teriam 2 aulas de cada disciplina. As demais 20 aulas ministradas pelo professor Generalista (FUND I).
    Aqui temos um problema de questão profissional. Entendemos que o professor generalista destas turmas passaria a ter apenas 20 aulas atribuídas. Neste caso, o professor não poderia participar da jornada JEIF, um prejuízo financeiro para este professor, além de ser ilógico em uma proposta que diz ser focada na preocupação com o projeto político pedagógico das escolas.
    Entendo que tal formatação, deva garantir através de lei: Todo professor que optar por uma das jornadas: JB, JBD ou JEIF, anualmente, tenha direito de nela permanecer naquele período, independentemente do número de aulas atribuídas.
    - 5º ano seriam 15 aulas semanais para dividir entre os professores de cada uma das disciplinas na Área de Integração/Projetos (POIE, POSL, ARTES, ED. FÍSICA e INGLES), ou seja, teriam 3 aulas de cada disciplina. As demais 15 aulas ministradas pelo professor Generalista (FUND I).
    Aqui temos o mesmo problema do quarto ano. Entendemos que o professor generalista destas turmas passaria a ter 15 aulas atribuídas. Neste caso, o professor não poderia participar da jornada JEIF, um prejuízo financeiro para este professor, além de ser ilógico em uma proposta que diz ser focada na preocupação com o projeto político pedagógico nas escolas.
    Entendo que tal formatação, deva garantir através de lei: Todo professor que optar por uma das jornadas: JB, JBD ou JEIF, anualmente, tenha direito de nela permanecer naquele período, independentemente do número de aulas atribuídas.
    - 6º ano seriam 5 aulas semanais para dividir entre os professores de cada uma das disciplinas na Área de Integração/Projetos (POIE, POSL, ARTES, ED. FÍSICA e INGLES), ou seja, teriam 1 aula de cada disciplina, 5 aulas de História, 5 aulas de Geografia e 5 aulas de Ciências. As demais 10 aulas ministradas pelo professor Generalista (FUND I), acompanhado do professor especialista de matemática (5 aulas) e de língua portuguesa (5 aulas), ou seja, teríamos a regência dupla.
    Nesta formatação teríamos portanto, uma redução drástica das disciplinas que formam a Área de Integração/Projetos, principalmente em educação física que passaria de 3 aulas semanais para apenas uma.
    Considerando que somos uma nação que está as vésperas de uma Copa do Mundo e de uma Olimpíada, esta formatação é um retrocesso, haja vista que, nesta fase da infância despertamos o interesse das crianças nas práticas desportivas.
    Outra dificuldade apresentada seria a presença do professor generalista que teria 10 aulas atribuídas, sendo compartilhada com o especialista de matemática e de língua portuguesa. Pode se caracterizar como avanço na questão da alfabetização de alunos com dificuldades de aprendizagem, a presença de dois professores em sala de aula, mas passa por uma quebra da lógica desta grade curricular, pois, se garantimos que a criança já estará alfabetizada no ciclo de alfabetização, não teria porque estar neste processo ainda no sexto ano.
    Caso desconsideremos este raciocínio, vendo apenas a questão da integração, nesta passagem teórica da antiga 4ª série para 5ª série, onde visamos potencializar o processo de desenvolvimento cognitivo teríamos um ganho na aprendizagem. Neste caso, este avanço passa novamente pela garantia da jornada do professor, pois caso contrário, teríamos uma classe ou várias classes de 6º ano cujas aulas teriam dificuldade de serem atribuídas. Como entendo que a proposta visa o engajamento dos professores, é fundamental o incentivo.
    Portanto, entendo que tal formatação, deva garantir através de lei: Todo professor que optar por uma das jornadas: JB, JBD ou JEIF, anualmente, tenha direito de nela permanecer naquele período, independentemente do número de aulas atribuídas.
    Vejo como única evolução nesta fase, a ampliação das grades de Ciências, Geografia e História, que dobram o número de aulas.

    3º) AUTORAL

    - Composto pelo 7º, 8º e 9º anos seriam 5 aulas semanais para dividir entre os professores de cada uma das disciplinas na Área de Integração/Projetos (POIE, POSL, ARTES, ED. FÍSICA e INGLES), ou seja, uma aula para cada disciplina. As demais 25 aulas ministradas pelos outros professores Especialistas (FUND II).
    - Analisando esta nova formatação podemos verificar que haverá uma redução drástica no número de aulas das disciplinas Inglês e Educação Física, principalmente nas séries finais (7º ao 9º ano).
    Nesta formatação, vemos prejuízo, principalmente quando observamos que no 9º ano, as escolas já desenvolvem vários projetos ligados a arte e às práticas desportivas. O que não será possível, ou muito dificultado pela diminuição de aulas destas disciplinas devido a área de integração/projetos. A possibilidade seria acrescentar uma aula para cada uma destas duas disciplinas mais uma aula de Inglês na grade disposta dos especialistas, diminuindo assim os prejuízos pedagógicos que se apresentam.
    Discutindo particularmente a Área de Integração/Projetos, da qual fariam parte as disciplinas Artes, Ed. Física, Inglês, e o professores POIE e POSL, temos que garantir nesta proposta que haja realmente a integração entre estas disciplinas e com o projeto político pedagógico de cada escola. Como já ocorre atualmente com os professores POIE e PSOL, que têm em suas jornadas de aulas atribuídas, aulas destinadas para pesquisa, esta Área de Integração/Projeto deve possibilitar que sejam destinadas no mínimo, uma aula diária, por período, manhã e tarde, para discussão e análise dos professores que compõe o projeto. Devemos também garantir que estes professores tenham suas jornadas garantidas em uma única escola, não havendo a necessidade de complementação de suas jornadas em outras U.E. Nos casos de escolas com poucas turmas, e portanto, onde não seja possível ser atribuídas 25 aulas de regência, sejam complementadas por aulas em CJ e com a garantia da jornada JEIF.
    Entendo que tal formatação, deva garantir através de lei: Todo professor que optar por uma das jornada JB, JBD ou JEIF, anualmente, tenha direito de nela permanecer naquele período, independentemente do número de aulas atribuídas.

    Eder Stefani de Melo

    Responder

    • EMEF Marechal Rondon

      set 02, 2013  at 13:31

      O grupo de professores da EMEF Marechal Rondon sugere que os investimentos em infraestrutura deveriam também ser realizados nas EMEFs com a mesma estrutura e qualidade de equipamentos, espaços e materiais pedagógicos dos CEUs, bem como a ampliação do quadro de servidores municipais da educação.

      Responder

  5. Aparecido

    set 02, 2013  at 13:31

    A escola em tempo integral é uma alternativa interessante desde que ela seja feita com qualidade, apresentando espaços adequados, valorização dos profissionais da educação de preferência com dedicação exclusiva e salário compatível, contratação de oficineiros para atividades extra escolares. O que eu acho complicado, haja vista a falta de espaço nas unidades educacionais, a precarização das condições de trabalho dos profissionais da educação e a falta de oficineiros interessada em trabalhar nesse segmento. Caso essas questões não sejam analisadas, a escola se tornará ainda mais um “depósito de crianças” e os professores continuarão a ser culpabilizados pela fracasso da educação.

    Responder

    • Marly

      set 04, 2013  at 13:31

      Já trabalhei em outra gestão onde eram contratados oficineiros e não deu certo. Não havia procura destes profissionais ou suas faltas eram constantes. Devemos ter cuidado com esta opção.

      Responder

    • Marly

      set 04, 2013  at 13:31

      A construção de novas escolas é um passo importante, mas não devemos esquecer das já construídas e que precisam de manutenção constante, da infraestrutura adequada para que todas forneçam um ensino de qualidade para todos e a quantidade de alunos por sala é desumana. Nenhum professor consegue trabalhar com 35 a 38 alunos por sala e dar um atendimento individual para aqueles que apresentam maior dificuldade.

      Responder

  6. Marcela Santana

    set 03, 2013  at 13:31

    Acabar com o “turno da fome”, ampliar o número de vagas, construir mais escolas é muito bom, mas do que adianta tudo isso se as salas continuarem superlotadas. É desumano com a saúde do professor, com a qualidade do ensino manter 35 crianças por turma. As crianças ficam agitadas, o professor não consegue dar a atenção devida e consequentemente vêm os problemas de saúde e falta de qualidade. Será que o que o governo quer é educação de qualidade ou apresentar números com verdadeiros depósitos de crianças? E como manter uma criança em período integral na escola sem estrutura adequada, pois ainda existem escolas- em especial de Educação Infantil, sem brinquedoteca, sem sala de leitura, sem um parque coberto para os dias frios e chuvosos, sem mobiliário adequado. O que será feito com as escolas com construção já existentes que são antigas que não suportam por estrutura e tempo hábil uma reforma para adequar à essa nova realidade proposta?????

    Responder

  7. Clarice Marin

    set 03, 2013  at 13:31

    O desenvolvimento pessoal e profissional depende do contexto em que exercemos nossa atividade.
    A atualização e a produção de novas práticas de ensino surgem de uma reflexão compartilhada com seus pares.
    Essa reflexão tem lugar na escola,e o compromisso das equipes das UEs,nas ações de formação envolvendo os educadores,gestores das UEs e dos órgãos regionais (DRE).
    Estas necessitam estar articuladas de forma a promover as mudanças quando necessário,com ações de formação continuada pelos órgãos competentes SMESP,(DOT) e diretorias regionais de educação e sindicatos.
    Com a oportunidade da ampliação dos saberes,aos poucos vamos juntos,refletindo,estudando,agindo e intervindo pedagogicamente em prol de uma educação de qualidade.

    Responder

  8. Tatiana

    set 03, 2013  at 13:31

    Creio que as bolsas e leites devessem ser atreladas a outras coisas e não somente à presença do aluno na escola. O aluno vai, não abre o caderno, por mais que você faça um show de aula. Você vê claramente que o aluno só foi por causa do bolsa família. Alguns pais somente aparecem na escola para perguntar porque o filho não recebeu leite ou bolsa, não quer saber se o aluno está aprendendo ou não.

    Responder

  9. REGIS ALVES DE OLIVEIRA

    set 03, 2013  at 13:31

    Apenas diminuir os turnos sem garantir a devida infraestrutura nas escolas municipais não resolve o problema, a quantidade de horas aumenta, será que esse tempo a mais significa maior tempo de aprendizagem. Sem os recursos pedagógicos e humanos adequados poderemos apenas maximizar os problemas aumentando o tempo de permanência nesse espaço.

    Responder

  10. Emei Milton Improta

    set 04, 2013  at 13:31

    Infelizmente, percebemos que o interesse das famílias é maior pelos benefícios dados (leite, transporte, uniforme, material escolar e bolsas) do que na formação das crianças.
    O respeito pela escola e a valorização da educação como uma das pilastras de sociedades bem desenvolvidas não estão nas prioridades de nenhuma política educacional….

    Responder

  11. Cris mendonça

    set 04, 2013  at 13:31

    O período integral nas escolas tem uma idéia de ter um local para as crianças enquanto seus pais trabalham. Tudo bem! Mas o importante é dar assistências a essas crianças na escola. Com espaços aconchegantes e interessantes. Um exemplo é o Japão que as crianças ficam doze horas na escola. Sem bem que é muito estressante, para uma criança ficar tanto tempo em uma escola.

    Responder

  12. Monica

    set 04, 2013  at 13:31

    Escola de período integral não vai funcionar se a parceria com a família não existir. É necessário que a família assuma a sua parte para a escola complementar. Também se as atividades extras não forem interessantes e estimulantes não vai funcionar. Será fechar os portões da escola e salve-se quem puder !

    Responder

  13. Ana Cristina Coutinho

    set 05, 2013  at 13:31

    Para o aluno permanecer mais tempo na escola é necessário ser atraente, com aulas interessantes e em espaço físico adequado. É desumano obrigar crianças e jovens a ficarem ainda mais tempo sentadas em salas lotadas em frente a uma lousa. Os alunos de primeiro e segundo ano se quer conseguem ficar sentados, pois o mobiliário não é adequado ao seu tamanho. Ciclo I e II não devem compartilhar a mesma sala(em períodos diferentes), pois estas exigem “decoração”, exposição de cartazes, trabalhos, tudo muito diferente uns dos outros. Salas ambientes são fundamentais, bem como locais adequados para guardar material: aula de música no corredor ou na quadra é um absurdo! Alunos de ciclo II transitando no horário dos pequenos e vice versa, sem equipe técnica suficiente para acompanhar a transição entre as aulas: uma temeridade com riscos físicos graves. Remuneração condizente e adequada para os professores que realizam projetos além da sua jornada e com os mesmos direitos a abonos e licenças do horário regular de trabalho.

    Responder

  14. emeianchieta

    set 05, 2013  at 13:31

    O desenvolvimento pessoal e profissional depende do contexto em que exercemos nossa atividade.
    A atualização e a produção de novas práticas de ensino surgem de uma reflexão compartilhada com seus pares.
    Essa reflexão tem lugar na escola, e o compromisso das equipes das UEs, nas ações de formação envolvendo os educadores, gestores das UEs e dos órgãos regionais (DREs).
    Estas necessitam estar articuladas de forma a promover as mudanças quando necessário, com ações de formação continuada pelos órgãos competentes SMESP, (DOT) e DREs e Sindicatos.
    Com a oportunidade da ampliação de saberes, aos poucos vamos juntos, refletindo, estudando, agindo e intervindo pedagogicamente em prol de uma educação de qualidade.

    Responder

  15. Cremilson N. Madrona

    set 05, 2013  at 13:31

    Construir mais escolas é uma ótima estratégia para amenizar a questão refentes a falta de vagas, problema este, que ainda está longe de acabar se compararmos a demanda com a construção dessas unidades previstas.O que realmente precisa ser feito é acabar com superlotação das salas de aula e oferecer melhores condições de trabalho para o professor dando oportunidade para que o aluno aprenda. Como aprender e desenvolver um trabalho plausível em salas com 35 ou até mesmo 40 alunos?
    Não adianta o aluno passar o dia inteiro dentro de uma escola se a mesma não estiver preparada e estruturada para recebe-lo, é preciso mais investimentos em recursos humanos, financeiros e tecnologicos antes de pensarmos em uma escola de tempo integral.

    Responder

  16. Gilmara

    set 05, 2013  at 13:31

    Creio que este novo método de ensino será fundamental para as nossas crianças evoluírem no minimo que podem que é a educação, para um país mais justo e digno, eu mesmo tenho uma filha na rede publica municipal, porém o ensino está muito fraco neste modelo atual, estou tentando matricular minha filha numa escola estadual período integral, para que ela possa se dedicar mais aos estudos.
    Acho também que falta investimento em mestres “professores” acho linda essa carreira, sou PEB I porém não exerço a profissão por n fatores.
    Espero que a educação possa melhorar.

    Responder

  17. Rosana Rodrigues

    set 05, 2013  at 13:31

    É importante acabar com o turno da fome, mas, também, qualificar os espaços escolares para dar atendimento de qualidade aos alunos com a ampliação do horário. Temos muitos prédios que não comportam a ampliação do tempo de permanência dos alunos.

    Responder

  18. Elaine

    set 06, 2013  at 13:31

    Até acho que a escola em tempo integral, desde que muito bem estruturada e organizada
    (conforme já descreveram aqui meus colegas) seria algo a se pensar. Entretanto, acho que o problema vai além… As crianças estão muito afastadas de suas famílias e ficar o dia inteiro na escola é cansativo, por mais que esta tenha recursos. Sei que é utópico, mas acredito que faz-se urgente o estreitamento de vínculo entre pais e filhos, pois são nítidos os problemas que muitos alunos apresentam pela ausência do mesmo. Antes de pensar a escola em tempo integral, é de extrema importância envolver os pais para que estes compreendam que a escola não é um lugar onde ele deixa o filho para poder trabalhar… É antes de tudo um lugar de aprendizado, de desenvolvimento, de crescimento. Se os responsáveis não conseguem acompanhar esse processo em seus filhos é porque há algo errado. Acho que o programa tem que ampliar o quadro de assistência social (mas sem esse caráter assistencialista), bem como tornar eficaz o Conselho Tutelar.

    Responder

  19. Márcia

    set 06, 2013  at 13:31

    É preciso que se entenda que os alunos atendidos na escola pública, em sua maioria, são alunos com particularidades muito singulares, que quase sempre necessitam de uma ajuda mais individualizada. Assim, não adianta gastar um dinheirão, pintando a escola todo ano, trocando computadores que ainda funcionam, enviando tablets e milhares de livros para a escola, se não dão as condições para que esse aluno seja bem atendido. É simples: construa mais escolas, diminua o número de alunos por sala para no máximo 20, reformule o currículo de forma que as aulas sejam dadas no mínimo de 2 a 2. Assim o aluno ficaria pelo menos 1h30 com cada professor. Em uma aula de 45 min, o professor mal consegue realizar a chamada e fazer com que os alunos sentem para ouvi-lo. As aulas de recuperação devem ser dentro da grade. Reformulem de forma que enquanto um grupo de alunos estiver fazendo reforço de alguma matéria, o outro grupo esteja realizando alguma outra atividade relacionada também à leitura e escrita. Se não for possível separar as escolas de ciclo 1, ciclo 2 e ciclo 3, tentem separar pelo menos por período, pois crianças de idades diferentes no mesmo período causa um tremendo transtorno para a escola organizar recreios, horários de saída, reuniões de pais, reuniões pedagógicas etc.
    O ideal é fazer-se escolas menores, mais fáceis de administrar, escolas com espaço suficiente para as crianças ficarem mais tempo, porém com qualidade. Com espaço para elas correrem, com área de descanso, de lazer, de jogos, de higiene (para que possam tomar banho etc.), enfim, a escola não pode ser um depósito de alunos.

    Responder

  20. Guilherme José

    set 09, 2013  at 13:31

    Eu sou afavor do projeto porque hoje em dia a prefeitura esta melhorando porque muitas pessoas passão de ano sem saber nada .

    Responder

  21. Roger Meirelles e.m.f governador mario covas

    set 09, 2013  at 13:31

    O desenvolvimento pessoal e profissional depende do contexto em que exercemos nossa atividade.
    A atualização e a produção de novas práticas de ensino surgem de uma reflexão compartilhada com seus pares.
    Essa reflexão tem lugar na escola, e o compromisso das equipes das UEs, nas ações de formação envolvendo os educadores, gestores das UEs e dos órgãos regionais (DREs).
    Estas necessitam estar articuladas de forma a promover as mudanças quando necessário, com ações de formação continuada pelos órgãos competentes SMESP, (DOT) e DREs e Sindicatos.
    Com a oportunidade da ampliação de saberes, aos poucos vamos juntos, refletindo, estudando, agindo e intervindo pedagogicamente em prol de uma educação de qualidade.

    Responder

  22. rafael de souza santos

    set 12, 2013  at 13:31

    Um dos objetivos do Programa Mais Educação São Paulo, que pretende reorganizar o currículo e a administração da Rede Municipal de Ensino, é criar 20 novos Centros Educacionais Unificados (CEUs) e dinamizar os existentes, para que eles tenham mais articulação com as comunidades de seu entorno. gosteiiii.

    Responder

  23. laura

    set 12, 2013  at 13:31

    Um dos objetivos do Programa Mais Educação São Paulo, que pretende reorganizar o currículo e a administração da Rede Municipal de Ensino, é criar 20 novos Centros Educacionais Unificados (CEUs) e dinamizar os existentes, para que eles tenham mais articulação com as comunidades de seu entorno. gosteiiii.Eu sou afavor do projeto porque hoje em dia a prefeitura esta melhorando porque muitas pessoas passão de ano sem saber nada .

    Responder

  24. Alexandro

    set 12, 2013  at 13:31

    Discordo completamente com o agrupamento das crianças, pois isso vai prejudicar o desenvolvimento tanto das crianças, como dos profissionais envolvidos. ao invés de agrupá-las, as autoridades tem que construir mais creches para resolver as questões da falta de vagas nas creches.
    Nós cidadãos, já fomos prejudicados demais com a atual qualidade de ensino publico que está sempre com problemas de falta de professores ou a remuneração dos mesmos defasados. A prova disso, é só analisar quantos candidatos que estão no ensino público se saíram bem na provado e-nem! Não tem como conseguir uma boa colocação na prova do e-nem, se o ensino público não lhes dão condições, de um ensino de qualidade.

    Responder

  25. Fátima

    out 01, 2013  at 13:31

    Tudo legal porém cade a contratação ou seja vai abrir concurso para recém formados em licenciatura plena de Pedagogia vejo que pouco se fala sobre isto,porém tem muitos professores dando aula em dez escola é um absurdo colega,como ica nós só queremos trabalhar em uma e aí seu Prefeito votei em você

    Responder

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