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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
Foto: Fernando Pereira / SECOM Foto: Fernando Pereira / SECOM

A Rede Municipal de Ensino de São Paulo tem 205.130 alunos nas creches (zero a três anos) e 184.070 nas pré-escolas (quatro e cinco anos), segundo dados de 2012 da Secretaria Municipal de Educação. Mesmo assim, há fila para ingresso na rede: 120 mil crianças aguardam vagas para as creches e 15 mil, para a pré-escola. Para essa demanda, o Mais Educação São Paulo prevê a expansão da Rede Municipal de Educação Infantil.

Para o déficit de vagas de creches,  criando 120 mil vagas, o governo municipal realizará duas ações complementares:

• Plano de Obras: construção de Centros de Educação Infantil, com total previsto de novas vagas em mais de 53 mil.

• Ampliação qualificada dos convênios com instituições não governamentais para as demais vagas.

 

unidades_escolares_creches

 

 

Plano de obras dos Centros de Educação Infantil (Ceis)

Plano de obras dos Centros de Educação Infantil (Ceis)

 

O Programa pretende ainda criar 35 mil novas vagas de pré-escola em Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis). Estes últimos são unidades que abrigam creches e pré-escolas num mesmo espaço físico, com um projeto político-pedagógico próprio para a infância.

unidades_escolares_emeis_cemeis

 

Plano de obras das Escolas e Centros de Educação Infantil (Emeis e Cemeis)

Plano de obras das Escolas e Centros de Educação Infantil (Emeis e Cemeis)

 

A Rede Municipal de Educação Infantil de São Paulo tem hoje:

• 1.622 Centros de Educação Infantil (redes direta, indireta e conveniada)
• 532 Escolas Municipais de Educação Infantil
• 1 Centro Municipal de Educação Infantil

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Discussão - 66 comentários
  1. Luis Carlos

    ago 26, 2013  at 13:44

    A ampliação de vagas na educação infantil é extremamente necessária e urgente, porém isso deve ser feito na rede pública direta. O principio da educação laica, gratuita e de qualidade para todos, desde a creche, deve ser aplicado. Dinheiro público para educação pública, com o fim convênios.

    Responder

    • Aura

      ago 27, 2013  at 13:44

      Muitas creches principalmente algumas conveniadas o espaço físico é inadequado,salas lotadas ,onde está a qualidade que tanto se fala e se deseja,antes de tomar qualquer decisão ouvir as partes realmente interessadas.

      Responder

    • wilsilene cabral chaves

      set 03, 2013  at 13:44

      A FALTA DE CRECHES COMPROMETE O FUTURO DAS NOSSAS CRIANÇAS.

      As creches (CEIs) é um direito assegurado na Constituição Federal e não existirá boa educação sem um modelo eficiente, que atenda a demanda de mais de 150 mil crianças de zero a três anos, que hoje estão na fila de espera por uma vaga em creche (CEIs) na cidade de São Paulo.
      Não temos dúvidas de que a deficiência do ensino, na vida da criança, começa com a falta de creche. Esse é um desafio que o Poder Público precisa enfrentar rapidamente e disponibilizar o benefício para todas as crianças, principalmente as de zero a três anos.
      Mas a questão central que temos e que queremos abordar é a falta de vagas nos CEIs diretos em São Paulo. Acreditamos que são mais de cem mil crianças cadastradas no município, que estão fora das creches. Os números se referem às cadastradas. Acredita-se que existam mais de 50 mil crianças não cadastradas, seja por desinformação da família, ou porque, diante da falta de vagas, os pais procurem outras soluções ou desistam de cadastrar os filhos.
      Não há informações sobre o papel das creches no IDH- Índice de Desenvolvimento Humano- de uma criança. Entretanto, os professores que trabalham nas EMEI’s afirmam que as crianças vindas de creches têm mais autonomia, são mais sociáveis e desenvolvem o aprendizado mais rápido. Por outro lado, as crianças que não frequentaram creches têm dificuldade para se adaptar ao ambiente escolar e são mais lentas no aprendizado. Logo o ensino fundamental será mais eficiente se todas as crianças vierem com aprendizados acumulados nas creches seja ela direta, indireta ou conveniada. De um modo geral as creches conveniadas, aqui defendidas, preparam as crianças para a vida coletiva e desenvolve o gosto pelo aprendizado, que é um direito previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente. E a falta dessas creches produzem um outro problema social: o desemprego. Uma das partes do casal, é obrigada a ficar em casa para cuidar dos filhos.
      A oferta adequada de creche conveniada é uma excelente política educacional de inclusão social. Primeiro porque atende a falta de vagas nos CEIs diretos e segundo porque a um impacto positivo na família, pois permite que os pais trabalhem sem que deixem os filhos em situação de vulnerabilidade aos cuidados de terceiros.
      Não dispomos de informações que permitam comparar com cidades de outros países, mesmo por que não cremos que existam pesquisas comparativas sobre o tema. Mas sabemos que na Inglaterra e Canadá, por exemplo, crianças de até cinco anos de idade já estudam história, geografia, informática, etc. No Brasil, São Paulo poderia se espelhar em alguns bons exemplos de creches conveniadas que temos na nossa região em Guaianases e Cidade Tiradentes, onde há uma grande preocupação com a qualidade de atendimento da criança na primeira infância, por meio de atividades pedagógicas onde elas se desenvolvem rapidamente. Fora da creche, as crianças perdem um tempo precioso da vida educacional.
      Nos moradores do bairro de Guaianases e Cidade Tiradentes acreditamos no trabalho feito nas creches conveniadas causando assim um impacto positivo na vida das nossas crianças e de suas famílias além de facilitar a vida dos pais em seu trabalho e afazeres.

      Responder

      • Lilian

        set 05, 2013  at 13:44

        Ninguém duvida que existem alguns CEIs conveniados que fazem um bom atendimento. Entretanto, existem problemas na organização da carreira das profissionais da educação que estão nesse sistema e uso o genêro feminino porque todos sabemos que a grande maioria são mulheres. O primeiro problema está no salário pago nas redes conveniadas, muito inferior aos valores da rede direta. Outra questão está na jornada que é maior; ou seja, as professoras na rede conveniada trabalham mais horas e ganham menos. Esses são apenas dois pontos dos problemas que a rede conveniada apresenta, existem outros como: a falta de um quadro de apoio, a inadequação dos espaços e dos tempos, etc.
        Como é possível falar em qualidade da educação sem tratar diretamente da carreira e da remuneração das pessoas que são responsáveis por garantir essa qualidade?

        Responder

      • Maria

        set 05, 2013  at 13:44

        Não existe uma preocupação real com a qualidade, a questão aqui é apenas cumprir promessa de campanha, a qualquer custo; isto é, depositar a criança na escola para atender uma demanda da sociedade sem considerar as necessidades de aprendizado dessa criança.
        A portaria mista, que permite a matrícula de crianças em agrupamentos de idades diferentes da sua, é exemplo claro disso. Usa-se, inclusive, um argumento pedagógico, dizendo que a convivência entre crianças de idades diferentes favorece o desenvolvimento cognitivo.
        Embora o argumento seja válido, ele é usado com má fé para justificar a portaria mista, pois existem várias formas de promover a convivência de crianças com idades diferentes sem necessariamente matriculá-las no mesmo agrupamento.
        Além disso, essa portaria fere o direito da criança que garante uma proporção de adulto por criança de acordo com a idade, por exemplo: Em uma turma de Mini Grupo I a proporção é 01 professora para 12 crianças; portanto a criança tem direito de dividir a atenção da professora com outros 11 colegas. Em uma sala de Mini Grupo II, entretanto, a proporção é de 25 crianças para 1 professora. Desse modo, se matriculamos uma criança em idade de Mini Grupo I (02 anos) em uma turma de Mini Grupo II (3 anos), ela terá seu direito desrespeitado, pois estará dividindo a atenção da professora com outros 24 colegas.
        Assim, embora use o argumento de que está garantindo o direito de matrícula da criança na Educação Infantil, a administração está, na verdade, sacrificando outro direito que é de ter um atendimento adequado quando matriculada.

        Responder

        • monica abud p c luz

          set 11, 2013  at 13:44

          Ampliando número de vagas com escolas conveniadas ou não é irrelevante. O importante é manter a qualidade.

          Responder

          • Mônica

            set 15, 2013  at 13:44

            É necessário aumentar a oferta de vagas sem perder a qualidade de nossas escolas de educação infantil. É nessa fase que a criança esta desenvolvendo suas áreas cognitiva, motora e emocional, e faz a grande diferença na alfabetização.Se o poder público se esquivar de suas obrigações terceirizando este trabalho ou misturando as idades só vai deixar cair a qualidade.A escola publica de qualidade é direito de todos e dever dos Estados e Municípios e não de uma terceirização com convênios onde a criança fica em segundo plano.

        • Alexandro

          set 12, 2013  at 13:44

          Eu discordo completamente do agrupamento de crianças de diferentes idades, na mesma sala de aula. Isso ira prejudicar o desenvolvimento da criança e dos professores envolvidos. É preciso que as autoridades analisem com muito cuidado, pois ampliando as vagas desse jeito não irá resolver problema da falta de vagas na creche. As autoridades competentes precisam construir mais creches já!
          Não é preciso um especialista para ver que a educação publica hoje, está defasada demais, é só ver o ensino Fundamental e Médio, e aplicar a tal prova do enem! Temos que melhorar também a qualidade do ensino Fundamental e Médio em todos os aspectos.

          Responder

    • KETY

      set 13, 2013  at 13:44

      A universalização da Ed. Infantil é essencial, porém garantir números sem atentar a qualidade não é suficiente. Proposta como o agrupamento misto, desrespeita as fases da criança e o planejamento dos professores. A CEI conveniada atende a interesses de grupos e não a necessidade da população. Necessário repensar e trabalhar para atender com qualidade!!!

      Responder

  2. Maria Aparecida Teixeira d lima

    ago 26, 2013  at 13:44

    o projeto é bom precisa ser posto em pratica imediatamente e sem enrolação

    Responder

    • paulo pazelli

      set 07, 2013  at 13:44

      Projeto que pouco explica.

      Responder

    • Mirtes

      set 09, 2013  at 13:44

      Corcordo totalmente com a ampliação da oferta de vagas na Educação Infantil, CEIs, EMEIs e CEMEIs, cada qual atendendo sua faixa etária. Mas não podemos perder de vista a qualidade do atendimento, portanto a proporção criança/adulto deve ser revista, principalmente na faixa etária das EMEIs, está um absurdo a quantidade de crianças já matriculadas, por professor, e ainda não estou levando em consideração as variadas inclusões… Não concordo com o governo em firmar novos convênios das creches, os professores das creches conveniadas não tem carreira, ganham pouco, não existe uma estrutura de formação, é desmotivador, pois trabalham em condições precárias. Nossa educação tem que ser de qualidade, o poder público deve investir urgente em construção de novos CEIs e CEMEis diretos e ampliar os já existentes. Não acredito em milagres, há muito tempo se investe muito pouco e agora não vai conseguir resolver da noite para o dia, a não ser que não se pense em qualidade… Temos que priorizar a qualidade, depois a quantidade.

      Responder

  3. Eliane Sonia do Nascimento Sena

    ago 26, 2013  at 13:44

    Reduzir o número de crianças por sala, fornecer materias adequados, ampliação do espaço físico e cursos para todos os profissionais.

    Responder

    • Luciana

      set 04, 2013  at 13:44

      Ter ampliada a oferta de vagas na educação infantil é necessário porém não basta. Ter sob a responsabilidade de um único professor 35 crianças de 4 a 6 anos é desumano com o profissional, com a criança e com as famílias. Educação de qualidade também se faz com logística, responsabilidade e humanismo. A Prefeitura de São Paulo não pode se furtar a obrigação de oferecer educação infantil pública, laica e de qualidade, e nesse caso quantidade não é qualidade. Atender a demanda sem pensar em qualidade de vida para alunos e professores é como construir uma casa sem alicerces. Vamos fazer com qualidade, por favor! A sociedade agradece.

      Responder

  4. Tatiana Backi

    ago 26, 2013  at 13:44

    A qualidade do atendimento oferecido pela rede direta é muito melhor do que qualquer conveniada. Se os prédios serão construídos com dinheiro público, porque entregá-los a instituições… Há milhares de professores aguardando a chamada do último concurso, existem portanto profissionais para assumir os novos ceis e emeis.

    Responder

    • valdelice tomé

      set 03, 2013  at 13:44

      Cara colega sinto em dizer mais quem não ler diário oficial fica pra trás mesmo pós ontem dia 02/09/2013 minha amiga e companheira de trabalho foi assinar a posse, pois passou no concurso foi chamada e enquanto aguardava na fila só no horário em que ela estava foram chamada 16 nomes de pessoas que passara e por não ler o Diário Oficial e não acompanharam o processo perderam a oportunidade então não podemos por a culpa nos outro pela nossas falhas . Sabias palavras da minha linda mãe. QUEM MUITO DORME NÃO VE DEUS PASSAR!
      Solicitamos consultar o Diário Oficial da Cidade de São Paulo, do dia 15 / 08 / 2013 onde consta a sua convocação e cronograma para escolha de vaga.

      Para a escolha, o candidato deverá estar munido de documento de identificação.

      LOCAL DA ESCOLHA DE VAGA
      Divisão de Recursos Humanos
      Av. Angélica, 2.606 – Térreo
      Higienópolis – SP

      Alertamos que conforme dispõe a Lei 14.660/07 e normas complementares, o candidato convocado que não comparecer no dia e horário determinado, perderá o direito à escolha e não será nomeado.

      Informamos, ainda, que de acordo com o Edital de Abertura de Inscrições e Instruções Especiais, é de inteira responsabilidade dos candidatos acompanharem os Editais, Comunicados e demais publicações no Diário Oficial da Cidade de São Paulo – D.O.C

      Responder

  5. Andréa Gonçalves

    ago 26, 2013  at 13:44

    Uma criança de 10 anos tem diagnostico de hiperatividade, processo auditivo central e está na sala de quarto ano, com uma avaliação pedagógica com uma lacuna de segundo ano.
    O aluno não acompanha a sala, a sua vida escolar é rotulada com uma criança sem disciplina, mal criado, sem educação. Onde este novo projeto beneficiará essas crianças?

    Responder

  6. Leander Rodrigues

    ago 26, 2013  at 13:44

    Concordo com a Tatiana Backi,pois a milhares de pedagogos no estado de São Paulo aguardando concursos que nem eles sabem quando vai ser.porem,na minha opinião,os emeis e cemeis,deveriam ser em um mesmo lugar,para que o governo também possa investir em grandes terrenos para a educação e para a saúde,que obviamente precisam melhorar.

    Responder

    • valdelice tome

      set 03, 2013  at 13:44

      Cara colega sinto em dizer mais quem não ler diário oficial fica pra trás mesmo pós ontem dia 02/09/2013 minha amiga e companheira de trabalho foi assinar a posse, pois passou no concurso foi chamada e enquanto aguardava na fila só no horário em que ela estava foram chamada 16 nomes de pessoas que passara e por não ler o Diário Oficial e não acompanharam o processo perderam a oportunidade então não podemos por a culpa nos outro pela nossas falhas . Sabias palavras da minha linda mãe. QUEM MUITO DORME NÃO VE DEUS PASSAR!

      Responder

  7. Lilian

    ago 26, 2013  at 13:44

    Propostas boas sempre existiram, difícil é a concretização das mesmas. É preciso comprometimento público e agilidade em todo este processo para que a coisa aconteça, ou então, daqui 4 anos o governo é outro e outras propostas são lançadas e começa tudo de novo, e o que se vê são as mesmas questões sendo tratadas por nunca chegarem a uma solução efetiva.

    Responder

  8. sueli

    ago 26, 2013  at 13:44

    Esse ano o que se viu como solução para o aumento de vagas, foi o aumento de crianças por sala, não sei quem decidiu isso e se quem decidiu isso cuida ou já cuidou de crianças na faixa etária que o EMEI atende, mas acho que não têm a menor noção do que é cuidar de uma média de 30 crianças com uma única professora por sala. Participei hoje de uma plenária que apresentou o documento da reorganização curricular e administrativa e fiquei profundamente decepcionada com os nem 5 minutos gastos com educação infantil, que a meu ver, são os anos mais importantes para “moldar” os indivíduos. Lamento que as EMEIs sejam vistas como complementos das creches, lugares que parecem servir apenas para cuidar das crianças e não enriquecer e explorar mais as suas capacidades. Tenho duas filhas de 4 anos que acredito poderiam ser introduzidas à alfabetização no infantil 2, porém não faz parte do currículo do EMEI. Não esperaria que soubessem ler perfeitamente aos 5 anos, mas acredito que têm potencial para aprender mais do que propõe a EMEI.

    Responder

    • Lilian

      ago 27, 2013  at 13:44

      Oi Sueli, também participei desta mesma plenária como mãe de aluno de uma EMEI e vi seu posicionamento perante a situação, concordo que é um absurdo salas superlotadas para apenas um profissional, isto realmente precisa e deve mudar, a construção de novas escolas é a única solução, pois não se pode sacrificar espaços que a escola conquistou para atender estas crianças, os quais devem existir para que haja o desenvolvimento e envolvimento destes alunos nesta fase escolar e transformá-los em salas de aula. Tenho muito orgulho da escola que meu filho estuda, cada ano percebo novas conquistas da equipe escolar, pois verbas as escolas possuem, talvez nem todos saibam administrá-las visando a melhoria para os alunos. Quanto a possibilidade de alfabetização nesta fase escolar não é impossível, no entanto, a educação infantil não objetiva e não é responsável em alfabetizar, uma vez que nesta fase escolar os objetivos são socializar estes alunos, permitir-lhes autonomia e dentre outros, inserí-las num mundo letrado, o que por si garante que esta criança mais a frente adquira maturidade para ser alfabetizada, o que não quer dizer que as escolas de educação infantil deixem de oferecer recursos para alfabetização, pelo contrário, elas são as grandes responsáveis e propulsoras neste processo ao permitir que as crianças tenham contato com o mundo alfabetizado. É através de livros de contação de histórias, calendários, nomes dos alunos, brincadeiras, músicas, jogos, enfim, tudo que é desenvolvido com as crianças nesta fase escolar as põe em contato com a alfabetização, tanto é que muitas crianças saem da educação infantil sabendo ler e escrever, pois elas mesmas se envolvem neste processo ao atingirem certa maturidade. O professor não pode objetivar a alfabetização nesta idade escolar, pois sabe que é preciso respeitar as fases de desenvolvimento da criança, se ela acontecer ótimo, mas temos que nos lembrar que estas crianças estão ingressando aos 6 anos na escola com este compromisso de alfabetização, então não devemos nos preocupar em querer antecipar ainda mais este processo, o qual acontece gradativamente e se fortalece conforme a idade da criança, pense que se a preocupação em alfabetizar estivesse na educação infantil, em que momento estas crianças brincariam, cantariam, teriam contato com coisas tão maravilhosas que só acontecem neste fase escolar tão encantada que é a educação infantil. Sueli, não subestimo a capacidade de suas filhas em serem alfabetizadas já na educação infantil, ainda mais porque as meninas, geralmente, atingem a maturidade escolar antes, mas pense primeiramente se isto realmente é necessário para elas neste momento, ou se ainda faltam muitas coisas para elas vivenciarem nesta idade. Nunca devemos deixar de estimular nossos filhos, se percebemos novas necessidade não devemos barrá-las, mas precisamos ter a cautela de não atropelar as fases do desenvolvimento infantil, pois elas existem.

      Responder

    • Luciana

      ago 27, 2013  at 13:44

      Concordo com você em relação ao número de crianças por sala mas fico triste em ler que você lamenta que as EMEIs sejam vistas como complementos das creches pois elas deveriam ser complementares sim, porém acredito que tenha escrito isso por acreditar, como a maioria das pessoas, que creches são lugares apenas para cuidar e isso não é verdade – ou ao menos não deveria ser. Hoje em dia os CEI (Centros de Educação Infantil e não mais creches) trabalham sim no cuidar mas também no educar, estimular e fazer com que essas crianças, que são deixadas na instituição por até 10 horas por dia, possam se desenvolver. Tudo depende dos profissionais que trabalham nessas unidades. Trabalho em um CEI que desenvolve atividades pedagógicas desde o BI e onde trabalhei anteriormente também era assim, inclusive as crianças do então chamado Mini Grupo II foram para a EMEI já escrevendo seus nomes e reconhecendo letras, números e formas geométricas, e isso sem sacrificar a criança, utilizando para tanto atividades lúdicas durante meia hora por dia apenas. É questão de saber trabalhar com essa faixa etária. O que é realmente lamentável é que, não apenas o público em geral, mas também profissionais da área ainda não se dêem conta da importância da educação desde o berço e ainda desvalorizem o trabalho desenvolvido nos CEI. É preciso dar as mãos e valorizar a educação em todas as faixas etárias, sempre passando adiante um aluno que tem prazer em estar no ambiente escolar.

      Responder

  9. Giselda

    ago 27, 2013  at 13:44

    Sinceramente… para mudar mesmo, mesmo… precisa reduzir o número de alunos em sala de aula, espaço para a criança poder ser criança. Qualificação do educador. Afinal na zona leste tem um espaço imenso para um estágio de futebol e verba suficiente. E para a educação ? Deixar uma criançar 6 ou 8 horas na escola, sem recursos e espaços. A escola torna-se um depósito de crianças ou melhor de órfãos de pais vivos !

    Responder

  10. joseane grangeiro

    ago 27, 2013  at 13:44

    Para se ter uma educação de qualidade é preciso a valorização do profissional de ensino e se concretiza com melhores salários, cursos de capacitação e aperfeiçoamento, redução de crianças por sala e melhores condições de trabalho.

    Responder

  11. sidineia

    ago 27, 2013  at 13:44

    De nada adianta apenas construção de estrutura física, é preciso além da estrutura física de estrutura profissional, não apenas profissionais capacitados, pois estes não fazem milagre com inúmeras crianças num mesmo espaço que não os comportam, os professores estão todos ficando loucos…a verba do fundeb não é pouca. Invistam em qualidade, menos alunos por sala, sistema de microfonia para os professores não criarem calos nas cordas vocais e quase todos os dia as crianças ficarem sem aula por falta de professor…pensem com microfone serão menos professores afastados. Meu filho estuda em particular porque não acredito na pública, meu sobrinho e sobrinha estudam e toda semana em pelo menos um dia ficam sem aula, um absurdo.

    Responder

  12. vanessa

    ago 27, 2013  at 13:44

    Antes da construçao destas unidades, deveria haver uma comissão de professores para avaliar e participar sobre a estrutura do prédio , pois em diversas creches e emeis podemos observar as dificuldades de trabalho diario por falta de espaços adequados e seguros para as crianças.

    Responder

    • Aura

      ago 27, 2013  at 13:44

      Concordo com seu comentário Vanessa antes de qualquer construção deveria se ouvir as partes interessadas.

      Responder

  13. Marisa

    ago 28, 2013  at 13:44

    Sem dúvida alguma é necessário ampliar a oferta de vagas na Educação Infantil, entretanto, as escolas a serem construídas devem ser devidamente planejadas para atender as especifidades desta faixa etária. Transformar prédios e galpões em escolas desestruturadas para “atender à demanda” certamente não é a solução para uma cidade que almeja investir e valorizar esta importante fase do desenvolvimento humano compreendida pela Educação Infantil. Inclusive faz-se necessário rever a estrutura física de diversas unidades da Rede. Também não é viável matricular em meados do ano letivo crianças de 4 anos (Infantil I) em uma turma de Infantil II (em que a maior parte dos alunos já completaram 6 anos) em prol da “ampliação das vagas” . Os mais novos e recém chegados sentem-se muitas vezes deslocados e incapazes em relação aos demais gerando desmotivações e frustrações prejudiciais ao seu desenvolvimento.
    Ainda pensando-se em qualidade, é imprescindível que o numero de crianças por turmas seja reduzido e infelizmente não li nenhum item sobre este assunto no projeto em questão.

    Responder

  14. PATRICIA GOMES LARA RODRIGUES

    ago 28, 2013  at 13:44

    Sou professora da rede há 10 anos, professora de educação infantil. Há 07 anos estou na Coordenação pedagógica em uma EMEF. essa ampliação se dará com a construção de novas EMEIs com o mesmo formato das atuais? 35 alunos na sala? Quando um professor falta, por abono, licença medica, fica-se com 45,50 alunos? Não há espaços de sala de leitura, informática, e outras espaços de suma importância na educação infantil. Como a exploração de materiais(precisaria de sala de arte, musica, etc). Não há infraestrutura na rede, essa é a realidade.

    Responder

  15. BEATRIZ F.

    ago 28, 2013  at 13:44

    Sou professora em EMEI e estou muito aflita com a construção das CEMEIs. São dois universos distintos: espaço físico, jornada do docente e projeto pedagógico. Como ficarão essas questões? Acredito que seja necessário muito debate, discussão e cautela com essa proposta.

    Responder

  16. EMEI Professor Pedro Alvares Cabral Moraes

    ago 28, 2013  at 13:44

    Por que não ter de volta os três estágios na EMEI para criar mais vagas no CEI?
    Por que ainda temos crianças com idade para EMEI estudando em CEIS, se existem EMEIs com vagas ociosas e CEIs super lotados?

    Responder

  17. Priscila Claudia

    ago 28, 2013  at 13:44

    Sabemos da importância de valorizar a Educação Infantil e o trabalho dos docentes da Rede Direta, que se empenharam para serem aprovados em concursos públicos! Discordo totalmente com a expansão da Educação Infantil realizada através de convênios. Espero que as instituições sindicais estejam bem atentas a este ponto, que não pode passar despercebido!

    Responder

  18. Patricia

    ago 30, 2013  at 13:44

    Discursos de campanha são lindos, mas a realidade é cruel. Temos escolas de Educação Infantil com 35 alunos por turma, sendo que a nova proposta, ou melhor decreto (pois já está acontecendo), está aglomerando estas 35 crianças, já que não vamos ter mais turmas por idade, isto já real, e a falta de recursos prejudica a criança, pois UM Professor terá que adequar seu trabalho para diferentes idades, no mesmo espaço e durante 6 horas(um professor por 4hs e outro por mais 2hs), sendo que nem sulfite tem nas escolas, material escolar não chegou (lápis, giz de cera, tintas, etc) e não podem ser comprados com a pouca verba q a escola recebe… CADÊ A TÃO SONHADA EDUCAÇÃO DE QUALIDADE? Procure conhecer a realidade das escolas na sua região, pois vaga não é tudo!!!

    Responder

  19. Patrícia de Cássia da Silva

    ago 30, 2013  at 13:44

    Pra se resolver a situação da demanda nas EMEIS e CEIS seria bom, realizar um censo por região em voltas da unidades…Já que atendemos crianças de outros bairros e acabam faltando pela distancia entre outras dificuldades.
    Um exemplo e na Cidade Tiradentes um bairro com várias unidades diretas ou conveniadas e de difícil acesso..
    Ou pelo sistema que não consegue fazer uma relação da moradia da criança com a unidade próxima de sua casa.
    Depois de organizar este setor, vamos partir para organização deste projeto com ampla discussão por região diretamente com os professores, num consenso de Educação de Qualidade para São Paulo sem prejuízo com qualidade e dignidade,,,,

    Responder

  20. monica

    set 01, 2013  at 13:44

    As EMEIS da cidade não possuem demanda. Dependendo da região da cidade inclusive sobram vagas e portanto a qualidade poderia ser muito melhor com menos crianças nas classes mas, as classes mistas não ajudam nesse fator: misturam crianças com idades diferentes em locais que não tem condição de atender crianças de idades menores: Emeis com banheiros inadequados para crianças de 2 anos e meio que não alcançam no vaso sanitário, crianças que usam fraldas na Emei, brinquedos pedagógicos inadequados para crianças pequenas pois elas os colocam na boca( estão na fase oral), falta de pessoal para auxiliar as professoras com estas crianças menores, etc….Falta estrutura !!! Necessidade urgente da ASSISTENTE DE DIREÇÃO nos CEIs da cidade de São Paulo, necessidade URGENTE de um período de intervalo para os profissionais de CEI( não tem tempo de ir ao banheiro, de um lanche, nada em 6 horas direto), etc….O olhar tem que ser CARINHOSO e não somente a fala !!!!!

    Responder

  21. Margarete Monteiro

    set 01, 2013  at 13:44

    Penso que CEIS (creches) e EMEIS , precisam ser todas da rede direta. Dinheiro público precisa ser bem gasto e bem administrado pelo poder público. Precisa haver transparência no valor investido nessas construções. Temos observado muitos prédios públicos com reformas ou construções com orçamentos altíssimos para pouca qualidade , além de prédios que mais se assemelham à presídios : Escuros , frios , sem pensar em mobilidade , acessibilidade , escolas construídas sem que haja espaço para estacionar veículos escolares ou ônibus de excursões , expondo às crianças a riscos desnecessários se todas as construções já planejassem locais e estacionamento para esses veículos.
    Além da falta de planejamento e adequação desses projetos nas construções de escolas públicas , também percebemos que as escolas de educação infantil , até as mais modernas são totalmente inapropriadas para infância: Excesso de escadarias (CEUS) e EMEIS , pouco espaço nos parques e brinquedos inapropriados , salas pequenas , mobiliário impróprio , péssima acústica em todas as construções , escolas de educação infantil sem ateliê e espaço para criação e exposição de trabalhos , sem terra , sem verde , sem areia. Falta funcionários para dar conta das especificidades da infância. Número elevado de alunos por turma e um único professor em sala. Falta apoio às inclusões e equipamentos para alunos de inclusão , desde os mais simples aos mais sofisticados. Os materiais também são inadequados deveriam ser comprados levando-se em conta a faixa etária. Alguns materiais são de péssima qualidade. Exemplo: Cola , tesoura e tinta plástica, apontador (quando vão para as escolas). Aumentar a oferta de vagas , de qualquer maneira , pode acarretar um dos maiores retrocessos na educação infantil. Nas Emeis , deveria acabar os professores do horário intermediário. Do meu ponto de vista , esses professores , deveriam trabalhar em conjunto (como nos CEIS) , até que a prefeitura reduza o número de alunos por sala (que seria o ideal na educação infantil). Dessa forma as salas poderiam ser ambientadas , proporcionando diversidade no currículo , os professores poderiam trabalhar por áreas afins e as crianças , rodiziariam por todos os espaços, sendo sempre atendidas por dois professores. Exemplo : Atelie , Sala de jogos , sala de Leitura , Sala de Informática , Sala de Brinquedos , Sala de criação, Quadra de esportes , Teatro/Vídeo. É urgente a necessidade de se dar qualidade ao atendimento dessas crianças e despertá-las para o senso estético das artes , música e cultura. Explorar seu poder criativo e estimular raciocínio lógico matemático e oferecer isso tudo de forma lúdica, As escolas de educação infantil , mais se assemelham hoje ao Ensino Fundamental , com caráter escolarizante , roubando a infância , antecipando etapas que podem comprometer o desenvolvimento integral dessas crianças.

    Responder

  22. Daniele Yamada Prazeres Paszko

    set 01, 2013  at 13:44

    é evidente que o municipio está longe de atender a demanda da educação infantil seja ela CEI ou EMEI, e que é obrigação da prefeitura prover estas 135 mil vagas. Tão importante quanto a oferta de vagas é garantir um ensino de qualidade. Difícil pensar em qualidade quando há uma média de 35 alunos em sala para 1 professor nas EMEIs, quando não há assistente de direção nos CEIs, quando é oferecido prédios públicos a rede conveniada, quando muitas EMEIs ainda hoje (setembro!!) não receberam o material escolar de seus alunos, quando é construído em único prédio duas instituições de ensino (CEMEI ) sem se preocupar em atribuir chefia distintas a cada instituição como é feito nos CEUs. Fica claro que a preocupação não é com qualidade e sim quantidade.

    Responder

  23. Andrea

    set 03, 2013  at 13:44

    Falar sobre ampliação do atendimento na Educação Infantil pode parecer maravilhoso aos olhos dos cidadãos que aguardam vaga para seus filhos, no entanto, aos olhos dos trabalhadores da educação preocupa-nos a política que já está sendo implantada. Política esta que tem deixado a qualidade da educação para segundo plano. A formação oferecida é deficitária; a formação em serviço não é valorizada, tanto que as escolas estão com dois calendários, um para os profissionais que não aderiram a greve e outra para os profissionais que aderiram; quantidade de crianças por turmas é excessiva; os profissionais da educação estão doentes o que resulta em faltas e licenças médicas constantes; formação de turmas mistas de crianças; falta de professores de módulo durante todo o ano; materiais pedagógicos insuficientes e inadequados. Onde está a qualidade da educação?

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  25. EQUIPE EMEI MILTON IMPROTA (GRUPO2)

    set 04, 2013  at 13:44

    Consideramos que é necessário primeiramente investir na qualidade da formação dos profissionais envolvidos na educação infantil. Valorização dos profissionais tanto em relação as condições de trabalho quanto a remuneração.
    Não adianta criar inúmeras unidades de educação infantil quando há falta de profissionais capacitados.

    Responder

  26. EMEF MARECHAL RONDON

    set 04, 2013  at 13:44

    Concordamos integralmente com os colegas da EMEI Milton Improta. QUALIDADE, VALORIZAÇÃO E CONDIÇÕES DE TRABALHO.

    Responder

  27. Ana Cristina Coutinho

    set 05, 2013  at 13:44

    A ampliação de vagas na educação infantil é extremamente necessária e urgente, porém isso deve ser feito na rede pública direta e com a redução do número de crianças por sala, materiais adequados, ampliação e adequação do espaço físico, a fim de atender a todos os alunos, incluindo verdadeiramente os casos de necessidades educacionais especiais. Cursos para todos os profissionais, principalmente na área de educação especial e adequação curricular. Estagiárias e Auxiliares de Vida Escolar para todos os alunos com NEE e parcerias eficazes com a saúde.

    Responder

  28. Rosana Rodrigues

    set 05, 2013  at 13:44

    Concordo com os colegas, a ampliação da demanda é importante, porém, deve-se olhar para os equipamentos existentes que não estão atendendo às necessidades de aprendizagem das crianças por serem inadequados, além do mais, é mais que urgente diminuir a quantidade dos alunos por sala.

    Responder

  29. Nabir Maria de Lourdes dos Santos

    set 05, 2013  at 13:44

    Para proporcionar uma escola pública de qualidade social, faz-se necessário um olhar para as questões referentes à formação dos educadores, principalmente para atendimento aos alunos com deficiência, à quantidade de alunos por sala e à valorização dos profissionais da educação.

    Responder

  30. Sandra

    set 06, 2013  at 13:44

    Por que unir CEI e EMEI? ( CEMEI) Qual a grande justificativa? Em que contribui para a qualidade da educação oferecida?

    Responder

  31. Jessica Leni

    set 09, 2013  at 13:44

    Eu acho super necessário a construção de novas escolas para as crianças, precisam mesmo de educação, e precisa-se também de funcionarios competentes para isso. Super importante a ampliação de escolas para as crianças !

    Responder

  32. Jaquelina Ines Pinto

    set 09, 2013  at 13:44

    Nós, professoras da EMEI Maria de Lourdes, consideramos de fundamental importância a ampliação de vagas para as meninas e meninos na educação infantil, visto que, esta é uma importante etapa na formação destes pequenos, porém, se faz necessário a redução da quantidade de crianças por sala de aula para que as atividades desenvolvidas com estas crianças sejam de maior qualidade, visando de fato, o seu pleno desenvolvimento. Acreditamos também que a formação contínua do profissional de educação infantil venha contribuir na qualidade deste atendimento.

    Professoras: Anadélia, Carla, Jaquelina, Paula, Sirlene e Suely

    Responder

  33. Fabiana Mello

    set 09, 2013  at 13:44

    Ampliar vagas é fundamental. Esse problema já se arrasta há anos. Contudo, é preciso pensar claramente como isso deve ser feito. Um adulto não tem condição de trabalhar com mais de 10 bebês… muito menos com 35 crianças em uma EMEI. Além disso, não adianta oportunizar espaço e faltar material para o trabalho. Existem ainda os problemas que envolvem as famílias , que pouco se comprometem com o processo, abandonando seus filhos em creches e escolas públicas em geral… E quanto a privatização de CEIS, sou CONTRA. O Serviço público é direito de todos…O governo não pode resolver tudo terceirizando espaços, só pra dizer que criou vagas.Construam novas creches, reformem espaços abandonados, deem um jeito sem prejudicar os profissionais que estão envolvidos e ofertando verdadeiramente um serviço de qualidade

    Responder

  34. Heloisa Diniz de Rezende

    set 10, 2013  at 13:44

    Sou mãe de uma criança que hoje é atendida pela rede direta (CEI) e vejo com bastante cautela a priorização do aumento da rede através de instituições (ongs e privadas). Minha filha anteriormente foi atendida em uma conveniada da qual não tinha uma proposta pedagógica clara, e, por não ter uma diretriz municipal, os professores contratados tinham regimes próprios de horários e qualificação. Havia pouco espaço para os pais opinarem e tomar conhecimento sobre as propostas da instituição. Vejo, hoje, como o funcionamento na CEI Direta (no caso, a CEI Pinheiros) é completamente diferente, há Conselho paritário, há APM (Assoc. Pais e Mestres), há reuniões de professores com pais periódicas, há proposta pedagógica clara e transparente com professores qualificados, além de jornadas pedagógicas, mostrando que há uma preocupação com a formação permanente do professor. Receio a forma sem controle e com pouco direcionamento com relação à Indireta, além de não fortalecer o regime e a instituição pública de ensino, acabando por não ter continuidade e acúmulo de conhecimento, tendo em vista a rotatividade de funcionários/professores.
    Considero essencial e é direito o acesso ao ensino de qualidade, gostaria que fosse deixado mais claro como será a ampliação da rede, sem perda da qualidade. Que essas propostas não sejam só quantitativas mas juntamente qualitativas. Receio cálculos de metragem quadrada por crianças, sem que se pense as possibilidades das atividades pedagógicas, sem que se pense o espaço do brincar, o espaço da biblioteca, o espaço das refeições, o banheiro e assim por diante, que não vire estoque de crianças.
    A Cei Pinheiros, rede da qual acessamos, tem uma ótima estrutura de recursos humanos, professores, administrativos e serviços altamente qualificados, no entanto, está instalada em uma casa mal adaptada ao uso do Ensino Infantil, o refeitório é pequeno, escadas para acesso das salas (que exige maiores cuidados por ser acesso para crianças e também sem acessibilidade para receber cadeirantes), banheiros pequenos sem trocador, pouco espaço externo.
    Acho importante esse espaço aberto a opinião da população pela Administração Pública, no entanto, espero que da mesma forma sejam respondidas as preocupações pela Política Pública de Educação.

    Responder

  35. Olivia Maria Ferrari

    set 12, 2013  at 13:44

    A ampliação de vagas na Educação Infantil tem sido amplamente discutida mas até o momento acredito que o mais importante não foi discutido. Trata-se da concepção de sociedade que queremos neste País. A quem interessa 100% de crianças institucionalizadas desde o momento de seu nascimento? Uma criança sem vínculos familiares, uma criança totalmente vunerável a imposição de valores e adestramentos para ser manipulada quando adulta, aceitando sem questionamento todo tipo de mandos e desmandos?? È assim que se caminha para uma sociedade totalitária, para uma ditadura comunista, onde os indivíduois não possuem nem a capacidade de raciocinar sozinhos, nem podem ter vínculos afetivos , nem famílias, vivem em funçao do que o Estado ordenar. É de acordo com essa concepção que institucionalizar uma criança desde o nascimento vira prioridade.
    Até que ponto, está comprovado que a criança institucionalizada desde o nascimento tem seu desenvolvimento físico, intelectual e emocional mais rápido e efetivo do que aquelas que ficam aos cuidades da família nos primeiros anos de vida? O que será melhor para a criança?
    Quanto ao desenvolvimento físico, todos os pediatras concordam que nos primeiros anos de vida o sistema imunológico ainda não está totalmente fortalecido e o contato de muitas crianças nas creches tem mostrado o quanto elas ficam doentes e como essas doenças são recorrentes. em comparação com as que não frequentam as creches.
    Há ainda a questão da formação de vínculos afetivos com a mãe e com o pai. Estudos mostram inúmeros distúrbios relacionados a parte afetiva e emocional nas crianças que passam a maior parte de seu dia em creches.
    Quanto ao desenvolvimento intelectual, não há evidencias de que uma criança bem estimulada em casa , tenha menos chances de ter sucesso em sua vida escolar do que aquela que sempre ficou na creche.
    Coloco todas essa idéias, para que a reflexão se volte para o fundamental, isto é o que será melhor para o bebê, para criança não só enquanto bebê, mas que tipo de pessoa, indivíduo irá torna-se quando adulta.
    A discussão vai muuuuito além de focar na questão assistencialista e eleitoreira, pois mostrar creches nas campanhas eleitorais dá votos!!!. Assim foca-se apenas em: arrumar um local onde a criança fique para a mãe trabalhar. Teremos inúmeros depósitos de crianças. Essa discussão é muito pobre.
    Um Sistema Nacional de Educação, em um Estado que deseja continuar Democrático deve Educar seu povo para a Maternidade e principalmete a Paternidade responsável. Educação é dever da Família , não só do Estado.
    Proporcionar condições para que a criança fique nmais tempo dentro da família é uma alternativa que deve ser considerada e estudada mais profundamente. O que é necessário, neste momento é garantir o atendimento com qualidade às crianças de 4 ( quatro anos) pois de acordo com a Lei Federal esse é o atendimento obrigatório. Os convênios podem, sim, ser uma opção emergencial e desde que bem orientados e fiscalizados tem condições de atender com qualidade.

    Responder

  36. Equie EMEI Aldo Giannini

    set 12, 2013  at 13:44

    Ampliar o número de vagas é sem dúvida uma necessidade real de nossa cidade. A questão é como isso será consolidado. Quais questões serão levadas em consideração para que tenhamos na educação infantil uma educação de qualidade. Por que não é apenas construir prédios. É também estruturá-los e subsidiá-los para receber nossas crianças com qualidade. Readequar espaços, número de criança por educador, investir na formação do profissional da escola, não só do professor, mas de toda equipe escolar.

    Responder

  37. sandra placoná ferreira

    set 12, 2013  at 13:44

    Só espero que a prefeitura atual não se esqueça de olhar também para os CEIs e EMEIs “avulsas” e não somente para a criação dos CEMEIS. No governo anterior da dona Martha Suplicy tudo era só para os CEUS e as demais escolas ficaram à deriva…..
    Gostaria também que pensassem com bastante carinho quanto ao número de alunos por sala de aula na Ed. Infantil. Não há proposta pedagógica e nem currículo integrado que contemple um ensino de qualidade com 32-35 crianças por classe.
    Nossas escolas não podem ser “depósitos de crianças” e, infelizmente, é o que está acontecendo atualmente….

    Responder

  38. Camila

    set 13, 2013  at 13:44

    A ampliação de vagas realmente é fundamental, no entanto, discordo dos agrupamentos mistos na Ed. Infantil. A criança tem o direito de ter um atendimento adequado e de qualidade quando matriculada. Pensando na quantidade de alunos e nas necessidades específicas em relação ao cuidar de cada faixa etária, haverá apoio e recursos junto ao professor para acolher todas estas crianças, oferecendo-lhes realmente uma educação de qualidade?

    Responder

  39. CEI Vila Constança

    set 13, 2013  at 13:44

    Priorizar nos CEIs a serem construídos espaços adequados, como parques e área verde, bem como façam parte da rede direta. Além disso, é necessário a manutenção periódica dos já existentes, adequando-os às novas demandas, como crianças com necessidades especiais.
    Como um meio de garantia na qualidade do atendimento às crianças, faz-se necessário a redução do número de crianças por agrupamento.

    Responder

  40. Emei Amacio Mazzaropi

    set 13, 2013  at 13:44

    A proposta apresenta pontos importantes para compreender a Educação Infantil em sua amplitude (0 aos 6 anos). O que permite não pensar a Educação Infatil de forma fragmentada. Entretanto, as portarias de matrículas são fechadas e possibilitam que muitas Emeis fechem salas por não terem autorizado o atendimento a crianças de 3 anos (MINI-GRUPO), mesmo quando tem demanda e os pais manifestam explicitamente interesse. É preciso rever essa questão, pois ela sutenta uma grande contradição. Há Emeis trabalhando com sua capacidade mínima de atendimento(a nossa é um exemplo) e crianças cujos pais gostariam de tê-las matriculado nas Emeis e foram encaminhados para rede conveniada (pois, a faixa etaria de 3 é fechado para os Ceis). Compreendemos que os pais e as escolas precisam ter autonomia para se organizarem de acordo com a realidade da sua comunidade, pois assim, poderão melhor atender sua demanda. O atendimento da rede direta na Educação Infantil deve ser prioridade número 1 do município. Da forma como vem ocorrendo, percebemos que prioriza-se atendimento na rede conveniada. As crianças “cidadãs”da cidade de São Paulo têm direito à Educação de qualidade, seja na rede direta ou indireta/conveniada deve haver a mesma oferta educacional. Há desigualdades neste atendimento.

    Responder

  41. Ação Educativa

    set 13, 2013  at 13:44

    Com a aprovação Emenda Constitucional 59, de 2009, amplia-se o número de anos obrigatórios na educação brasileira. Até 2016, devem estar matriculadas, progressivamente, todas as crianças e adolescentes com idade entre 4 e 17 anos. Essa ampliação para o poder público municipal implica a universalização do atendimento das crianças de 4 e 5 anos de idade. Até então, a matrícula era um direito, mas não uma obrigação para as famílias e responsáveis. Nesse sentido, chama atenção o fato da Proposta de reorganização da educação não mencionar o desafio envolvido no cumprimento da legislação nacional.

    Em 2011, segundo os dados do Censo Escolar e projeções do Censo Demográfico (MEC/INEP e Fundação SEADE/IBGE), havia 13% das crianças entre 4 e 5 anos sem atendimento educacional, ou seja, quase 37 mil crianças sem atendimento na educação infantil. Considerando a situação desigual no território paulistano, alguns distritos possuem taxas bem abaixo da média municipal, o que exige políticas específicas para garantir, nos próximos meses, a universalização do atendimento. Além da ampliação das vagas, é fundamental a promoção de ações de busca ativa das crianças ainda não atendidas, em especial daquelas que não estão inscritas no cadastro de demanda do município.

    Responder

  42. Francisca

    set 14, 2013  at 13:44

    Eu penso que a prefeitura poderia auxiliar os cidadaõs que não podem pagar cursos profissionalizante ou facudades.

    Responder

  43. Getúlio Márcio Soares

    set 14, 2013  at 13:44

    Sou diretor da EMEI Professor Antonio Branco Lefevre e gostaria de apresentar o resultado das discussões estabelecidas entre funcionários e docentes de nossa unidade escolar:
    Acreditamos que a expansão da rede direta de educação infantil na cidade de São Paulo, com a cosntrução de CEIS e EMEIS será um ganho, desde que assegurado a diminuição do número de alunos por classes, o que garantirá qualidade no atendimento; bem como a revogação da portaria de sala mista, tendo em vista que a interação das crianças se dá em diversos espaços e tempos escolares, porém na sala de aula é necessário um atendimento mais específico à cada faixa etária.
    Em relação ao atendimento às crianças com necessidades educacionais especiais, acreditamos ser indispensável a presença do AVE e Estagiário do CEFAI, bem como um maior acompanhamento de especialistas ligados ao CEFAI e maior investimento financeiro na aréa, contribuindo assim para o trabaho docente de melhor qualidade.

    Responder

  44. Consuelo Aparecida Ozório Sanches

    set 14, 2013  at 13:44

    O assunto sobre sala mistas na educação infantil (EMEI, NÃO POSSO OPINAR SOBRE OS CEIS, pois não trabalho com essa faixa etária) deveria ser discutido em momentos de formação, nas universidades e nos espaços em geral _ não como um situação para ampliação de vagas, é uma pena que o sindicato tenha uma participação tão intensa e omissa ao mesmo tempo. Quem sabe, resgatando experiências que deram certo, até mesmo em outros lugares; valorizando a formação de parcerias entre pares mais avançados, menores ou maiores pela idade, pois cada um traz uma característica específica como par avançado. E, na educação infantil, acredito que na educação em geral, não dá para falar em qualidade de atendimento, sem redução do número de matrículas por sala.

    Responder

  45. Isabel Cristina Gonzaga dos Santos

    set 15, 2013  at 13:44

    Acredito que ampliação de vagas na Educação Infantil é necessária, mais a mesma deve se apresentar com qualidade em todos os sentidos. As salas mistas e a quantidade excessiva de crianças por turma prejudicam o andamento do processo pedagógico,como o desenvolvimento das crianças.

    Responder

  46. Renato Ross A. Aguiar

    set 15, 2013  at 13:44

    Fazer igualdade entre Ceis diretos e indiretos e diminuir o numero de crianças por agrupamento é muito desejável para um melhor trabalho pedagógico.

    Responder

  47. Simone Fernandes

    set 15, 2013  at 13:44

    Acredito que é consenso a necessidade de ampliação de vagas para atender a demanda porém isto deve-se considerar que o acesso por si só não basta, é preciso garantir uma educação de qualidade, o que torna-se inviável frente a quantidade de alunos por turma, a falta de profissionais, as condições de saúde dos profissionais da educação e os espaços inadequados de algumas escolas conveniadas.

    Responder

  48. Lilian Piorkowsky dos Santos Galdino

    set 15, 2013  at 13:44

    O Programa sobre Reorganização curricular explicita que a Educação Infantil é o começo de tudo. Ela não é apenas o começo de tudo. Ela é a base da formação do indivíduo, da construção da identidade e da personalidade do ser. Valores que acompanharão a criança durante toda a sua vida são vivenciados na Educação Infantil.
    Embora a Proposta aponte para tais concepções, ela é extremamente sintética no que diz respeito à parte destinada à discussão de Educação Infantil.
    Além disso, nota-se, nitidamente, uma preocupação acentuada com a demanda e com os índices de crianças que ainda não estão matriculadas na escola. Sabemos que a partir de 2016, todas as crianças deverão ser matriculadas na educação básica a partir dos quatro anos de idade (Lei 12796/2013), constituindo-se num grande desafio para as redes.
    No entanto, a preocupação com o acesso não pode e não deve deixar para segundo plano a qualidade. O documento de reorganização parece se atentar à qualidade quando faz reflexões acerca da qualidade social. Entretanto, em nosso dia-a-dia, não estamos conseguindo observar essa qualidade que a Prefeitura diz que busca. Para argumentar a respeito deste ponto, gostaria de fazer uma discussão sobre as “salas mistas”, instituídas por meio de uma portaria, sem nenhuma consulta com os profissionais que realmente estão nas escolas.
    Primeiramente, reconhecemos a concepção teórica que a fundamenta: possibilitar a integração de diferentes idades entre os agrupamentos ou turmas. Como pedagogos e educadores, compreendemos a importância desta integração, em que os mais novos aprendem com os mais velhos e vice-versa. O que queremos ressaltar é que independentemente da existência ou não de salas mistas, sempre propiciamos às crianças das diferentes turmas, atividades e momentos de integração. Tratam-se de espaços e tempos planejados para esta finalidade e que fazem parte do nosso Projeto Pedagógico.
    A portaria das salas mistas seria bem vinda se a nossa realidade em São Paulo fosse diferente: se tivéssemos, no máximo, vinte crianças por turma nas EMEIs não trinta e cinco, como é atualmente nas Escolas Municipais de Educação Infantil. Trinta e cinco crianças de até cinco anos que têm necessidades, exigências, cuidados, tempos de atenção, centros de interesse e aprendizagens diferentes e específicas e uma única professora para conseguir trabalhar com todas estas demandas. Isso é possível?
    Se a Prefeitura realmente pretende desenvolver um “Sistema de avaliação de qualidade da Educação Infantil com base nos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil do MEC” (p. 34), faz-se necessária uma reflexão séria a respeito da necessidade da redução do números de crianças por turmas nas EMEIs, já que o número atual de crianças para cada adulto está muito acima do ideal. Se houvesse o empenho da prefeitura em diminuir o número de crianças para cada professor, já poderíamos visualizar grandes avanços, inclusive no que diz respeito à educação inclusiva e à melhores condições de trabalho no dia-a-dia pedagógico.
    Apesar dessas constatações, a Proposta não aborda uma efetiva mudança nas atuais condições em que ocorrem a Inclusão. A Inclusão de todos e todas é fundamental se pretendemos “garantir o direito à infância e à melhor condição de vida de todas as crianças”. Concordamos plenamente com esta afirmação contida na Proposta.
    As questões são: precisamos de formação para TODOS os profissionais que têm em suas escolas crianças com necessidades especiais. Precisamos de apoio DIÁRIO de pessoas EM TODAS AS ESCOLAS (seja auxiliares de Vida Escolar, estagiários de pedagogia). Precisamos também de mais pessoas trabalhando no CEFAI, para que este tenha um papel realmente atuante e diferencial no nosso dia-a-dia, comprometido em auxiliar, seja com reflexões, leituras e materiais pedagógicos. Precisamos de MATERIAIS PEDAGÓGICOS para trabalhar com as mais diversas deficiências. Até quando a Prefeitura dirá que há inclusão se essas necessidades básicas não são atendidas? Sem formação para TODOS os profissionais, sem apoio e sem materiais pedagógicos há integração e não inclusão e em muitas realidades, as crianças com deficiências apenas são DEPOSITADAS nas escolas de educação infantil e a professora que se vire!

    Responder

  49. GISLAYNE DE CARLA FERRO

    set 15, 2013  at 13:44

    Após discussões na EMEI Professora Yolanda Bassi, onde atuo como Coordenadora consideramos os seguintes aspectos a partir das discussões sobre o documento ora apresentado:a)é preciso ampliar o nº de vagas na E.I. contudo é preciso pensar a qualidade e o nº de crianças por sala,se faz urgente a reduçãode alunos por sala, dando condições para que o professor possa atender adequadamente seus educandos;b)criar condições reais para uma inclusão verdadeira, onde a escola possa atender com a devida qualidade as crianças com NEE, ofertando além da formação continuada e em serviço,condições de apoio,não com a fragilidade e demora temporal da qual hoje vivenciamos,inclusive garantindo nas salas de aula que atendam crianças com necessidades especiais um nº menor de alunos nas turmas, vistos que não temos auxiliares para ajudarmos nessas salas;c)contratar professores especialistas para compor o quadro de especialistas que trabalham na educação infantil, como por exemplo professores de educação física e de arte, haja visto que nas escolas particulares que atendem a essa faixa etária há aulas com professores especialistas;d)adequar as unidades educacionais fisicamente pois a maioria dos prédios não atendem as normas de qualidade de espaço previstas nos documentos do MEC e materialmente, pois os brinquedos pedagógicos que atendem crianças pequenas são muito caros, assim a escola poderia utilizar a verba de PTRF para passeios culturais e material pedagógico específicos;e)aumentar o nº de professores de módulo; f)trocar os computadores das escolas de educação infantil que sempre recebem as sobras das EMEFs, para que possamos realmente utilizar da era digital, e por conseguinte permitir novamente a designação de professores para as salas de informática e que eles não sejam obrigados a trabalhar em três escolas para composição de jornada;g)quanto a proposta de criar CEMEIs, adequar o quadro de funcionários, tendo dois assistentes como é nas EMEFs;h)formação permanente de professores atendendo as especificidades levantadas pelas U.Es em consonância com o trabalho de DOT das DREs.
    Por fim é preciso sempre ter um olhar especifico para cada Unidade,verificando a atendendo as prioridades das mesmas .

    Responder

  50. Deise Yuri Souza Lopes

    set 16, 2013  at 13:44

    Analisando o que está previsto no programa elaborado, o grupo docente do Centro de Educação Infantil da qual atuo como professora, em Guaianazes/SP, observou que ele parece estar relacionado a apenas uma necessidade de demanda. O proposto para CEI ainda baseia-se na “quantidade” e não na “qualidade” de um trabalho pedagógico efetivo para esta faixa etária.

    Responder

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