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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
Foto: Fernando Pereira/ SECOM Foto: Fernando Pereira/ SECOM

Um dos conceitos do Programa Mais Educação São Paulo é a “avaliação para a aprendizagem”, que entende que a avaliação é um instrumento do currículo e representa um cuidado com o processo ensino-aprendizagem. Segundo a Secretaria Municipal de Educação (SME), a intenção não é focar no erro, mas sim nas possibilidades de melhorias, dadas as condições da escola e da comunidade.

“A Avaliação para a aprendizagem é um conjunto de ações pedagógicas para gerar, organizar, orientar, ampliar as situações de aprendizagem. Nesta abordagem é reforçado o conceito de autonomia dos estudantes e professores e a avaliação é compreendida como cuidado com o processo de ensino e aprendizagem”, afirma a diretora da Divisão de Orientação Técnica do Ensino Fundamental, Fatima Aparecida Antonio.

Algumas estratégias já adotadas pela Rede se enquadram neste princípio de uma avaliação formativa e voltada para a aprendizagem, como a recuperação paralela no Ensino Fundamental. O Programa Mais Educação São Paulo traz como novidades a recuperação nas férias e as provas bimestrais. Estas últimas já estavam presentes em algumas escolas, mas passarão a ser uma orientação a todas as unidades educacionais.

De acordo com a SME, um benefício das avaliações bimestrais é a possibilidade de intervenção mais rápida, caso o estudante não esteja aprendendo. A medida pode ter impacto positivo também no acompanhamento dos estudos dos alunos pelos pais e na aproximação da família da escola.

Para informar as famílias sobre o desempenho dos estudantes, o Programa Mais Educação São Paulo prevê a edição de boletins individuais, com periodicidade definida. Conforme a Minuta de Consulta Pública do Programa, a SME proporá modelos básicos, que poderão ser utilizados pelas unidades educacionais na íntegra ou aperfeiçoados.

De acordo com o documento base, o Mais Educação São Paulo entende a avaliação de três modos:

- Uma forma de valorização do trabalho educativo.

- Um ato de cuidado, de respeito e de atenção.

- Um processo que se revela no acompanhamento do aluno, do professor, da escola e do currículo, realizado em parceria com a comunidade.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse a Minuta da Consulta Pública.

Para dar sua contribuição, faça um comentário neste post.

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Discussão - 44 comentários
  1. José Ivan Mayer de Aquino

    ago 30, 2013  at 15:15

    É um caminho novo que se desenha em práticas de Democracia direta. Parabéns à Secretaria Municipal de Educação de São Paulo pela abordagem eloquente e atraente sobre AVALIAÇÃO.

    Responder

  2. Valéria

    ago 30, 2013  at 15:15

    Avaliar faz parte do processo de aprendizagem, pois é possível nesse caminho redefinir metas e alterar estratégias para que se alcance um bom resultado. Porém, tenho uma dúvida: Quais profissionais estarão auxiliando os alunos na recuperação que acontecerá nas férias? Os professores também não estarão em seu momento de descanso?

    Responder

  3. Cibele Racy

    ago 31, 2013  at 15:15

    Muito se fala sobre o ensino fundamental. O que pensa a Secretaria Municipal de Educação sobre o processo de avaliação das crianças da Educação Infantil?
    É através de relatórios descritivos que conhecemos as crianças,as concepções e as práticas docentes. Trata-se, portanto de um momento de formação!

    Responder

  4. Marcia Shimae

    ago 31, 2013  at 15:15

    Em minha opinião, a avaliação é uma das tarefas mais difíceis para o professor realizar. Nesse sentido, eu sugiro uma simples planilha com os Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento de cada aluno. A seguir, descrevo um exemplo de Matemática já que, também, sou professora de Recuperação Paralela de Matemática:
    - Compreende o Sistema de Numeração Decimal;
    - Compreende a ideia da adição e da subtração (campo aditivo);
    - Compreende a ideia da multiplicação e da divisão (campo multiplicativo);
    - Compreende e realização situações-problemas e outros atribuindo S (sabe); S* (sabe, mas comete erros); N (não sabe).

    Responder

  5. Anderson Ramos

    set 02, 2013  at 15:15

    A avaliação deve ser parte do processo educativo. Não pode ser uma ferramenta excludente, meritocrática ou punitiva. Avaliar apenas através de notas e resultados acaba por desmotivar os alunos, que em sua grande parte já não encontram sentido no modelo educacional vigente.

    Responder

  6. gleise t. canuto

    set 02, 2013  at 15:15

    Tomara que este programa dê certo. O aprendizado está um caos e o aluno vai para a escola só para olhar para os professores e até mesmo agredi-los. Obrigado a prefeitura por se preocupar com os meus filhos.

    Responder

  7. Adriana Bannwart Miyashiro

    set 02, 2013  at 15:15

    Não compreendi esta Avaliação PARA a aprendizagem, pois não vejo nenhuma novidade. Avaliar sempre foi para a aprendizagem; é um fazer contínuo do processo ensino-aprendizagem, sem caráter excludente, nem punitivo. Recuperações contínuas já são realizadas e paralelas também. Nas recuperações paralelas as crianças não vão; temos o professor, um trabalho e orientações maravilhosas, mas o professor tem que ficar telefonando de casa em casa para saber onde está o aluno. As lições de casa são um estresse, pois 90% da sala não realiza, nem o mínimo. Boletins, fichas, registros, portfólios, já são impressos e entregues aos pais e nada muda!!!! Os responsáveis nem aparecem nas reuniões…Notas de 0 a 10??? Os objetivos a serem atingidos são mensuráveis???
    Não vejo muitas mudanças neste aspecto.

    Responder

    • Débora Espada Catarino

      set 03, 2013  at 15:15

      Concordo com você Adriana. Cadê a novidade??? Boletim on-line? Faz-me rir… A avaliação contínua, formativa já e feita há anos. As avaliações externas também. E o que se faz com os resultados delas?? Eu mesma respondo: Pune-se. Favore-se a política de bônus. Limita-se recursos. Classifica-se as UES. Culpa-se o professor. Isenta a resposnsabilidade da família. Ignora o entorno e a vulnerabilidade social dos educandos. Só tenho a lamentar… Na verdade, os únicos preocupados com a formação dessas crianças são mesmos os educadores. É uma luta solitária.

      Responder

    • Renata Lívia

      set 10, 2013  at 15:15

      Concordo contigo, Adriana Bannwart Miyashiro. A proposta passa para a população a ideia de que nada é feito nas escolas no sentido de avaliar para a aprendizagem. Se o objetivo da avaliação é melhorar a aprendizagem, isto deverá ser expresso em índices da Prova Brasil. Assin sendo, por que não melhorar o que já existe, começando pela construção de mais escolas e melhorando os espaços que já existem nas unidades educacionais? Por que não melhorar as condições de trabalho do professor, diminuindo o número de alunos por sala? Por que não criar parcerias com a Secretaria de Assistencia Social para que tenhamos assistentes que façam o acompanhamento familiar, instruindo as famílias sobre a importância do acompanhamento escolar de seus filhos?

      Responder

  8. Adriana Rodrigues

    set 04, 2013  at 15:15

    Desde quando provas bimestrais e boletins regulares são novidades… Aliás se bem me lembro ambos fizeram parte de toda a minha formação. Na verdade em uma dessas reformas milagrosas do ensino resolveram que seria novidade abolir as provas e conceitos, como agora pregam o contrário. Quisera a problemática da escola se resumisse a questões tão simples…

    Responder

  9. Grupo de Jeif III

    set 04, 2013  at 15:15

    EMEF Coronel Romão Gomes
    Todas esses conceitos de avaliação, lição de casa, acompanhamento, avaliação formativa são práticas rotineiras do grupo docente, mas os educandos não cumprem essas atividades e rotinas propostas. Qual será o papel da família no acompanhamento do desempenho escolar dos educandos e qual será o respaldo que a nova proposta oferece?

    Responder

  10. emeianchieta

    set 06, 2013  at 15:15

    As modificações propostas , na verddae , não são novas. A avaliação há muito já é tida não como um fim em si mesma , mas como um instrumento para melhoria e adequação do processo ensino aprendizagem .

    Acreditamos que o maior problema foi a banalização do ensino pelos pais e pelos próprios alunos , não valorizando quasiquer intervenções realizadas em benefício do próprio aluno.

    Os pais devem assumir suas responsabilidades quanto aos cuidados e educação de seus filhos eos alunos têm que levar com seriedade o ensino , cabendo aos professores e a escola a responsabilidade pela educação formal e desenvolvimento cognitivo do aluno.

    Responder

  11. Sonia

    set 06, 2013  at 15:15

    Avaliar para que o aluno avance cada vez mais, partindo da sua zona de desenvolvimento proximal ( vygostky), aumentando o nível de dificuldade de acordo com as suas possibilidades. Assim se avalia para aprender mais! As provas bimestrais elaboradas pela SME terá esta preocupação? Ou seremos massa de manobra para justificar a evasão que poderá ocorrer se tivermos muitas retenções? Levaremos de novo a culpa do fracasso escolar? Sabemos, conhecemos, vivenciamos uma sociedade que não valoriza o trabalho extra classe ( teatro, cinema, museus, lições de casa, entre outras coisas).

    Responder

  12. Vagner

    set 07, 2013  at 15:15

    Na página 14 temos: “O envolvimento das famílias no processo educativo é também princípio que orienta a reestruturação aqui proposta. Nesse sentido, as estratégias a serem adotadas, cujo detalhamento está na Segunda Parte deste documento, são a publicização de resultados ao longo do desenvolvimento dos alunos e a avaliação formativa, que cria espaços frequentes para a participação e acompanhamento das famílias.

    Na página 13 temos “integração dos profissionais da educação, dos estudantes, das famílias, dos agentes da comunidade interessados na educação;”

    Sugiro que os conselheiros tutelares recebam mais formação para lidar com as crianças e com os familiares.
    Sugiro que sejam tomadas algumas providencias para os pais e responsáveis pelo menos apareçam nas reuniões.
    Que não recebam o leite do mês, ou que percam o bolsa família.

    Responder

  13. Regina Torres

    set 07, 2013  at 15:15

    Na página 34 e 35 temos: “o objetivo de um maior número de anos no ensino obrigatório é assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar com maiores oportunidades de aprendizagem.”

    Há a premente necessidade de entender que não é o maior tempo em sala de aula que garante a maior aprendizagem, mas sim a qualidade do ensino e também a qualidade da aprendizagem, já que os alunos não querem aprender.
    Os alunos precisam de atenção especial para se sentirem mais respeitados. Então sugiro um menor numero de alunos em sala para dar a capacidade dos professores darem atenção adequada para cada um deles.

    Responder

  14. Reginaldo

    set 07, 2013  at 15:15

    Na paina 30 vemos que: “Dependência: possibilidade de cursar dependência nos 7º e 8º
    anos do Ciclo Autoral, sem comprometer o período subsequente.”

    Sugiro que respondam a pergunta: como ficará a situação dos alunos do 9 ano que passarem mas ficarem de DP? Farão o ensino médio em uma escola e as DPs na escola do fundamental?

    Responder

  15. Vania

    set 07, 2013  at 15:15

    Na página 18 da minuta: “Afirma-se a organização da progressão da aprendizagem em ciclos, com
    procedimentos e metodologias próprios voltados à contínua aprendizagem.”

    Pena que na progressão continuada não existe a continua aprendizagem. O aluno para no tempo e fica por anos sem saber. Estas metodologias próprias impostas pela prefeitura não estão dando resultados. Basta ver os governos anteriores. Dizem que o professor não sabe trabalhar com o construtivismo e ficam com este papinho até todos os alunos ficarem cada vez mais analfabetos. Não é o professor. É o engessamento de ter que usar algo que já foi abolido nos outros paises. O professor sabe muito bem como alfabetizar, mas não pode. Tem que ficar com texto, texto, texto.
    Sugiro que estas professoras passem sim letras para copiar e caderno de caligrafia. E que tragam escondido a cartilha caminho suave. Seus alunos serão os melhores da escola. Pode confiar, eu já vi acontecer.

    Responder

  16. Maria Regina Potenza

    set 07, 2013  at 15:15

    QUINTO TEXTO POSTADO NA CONSULTA POPULAR DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO SÃO PAULO EM 07/09/13:
    Sobre a Avaliação para a aprendizagem:
    Estou um pouco confusa com as propostas de avaliação deste “Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo”!
    Ora fala-se em avaliação para a aprendizagem sem fins classificatórios, ora fala-se em nota de 0 a 10 inclusive em Boletins. Ora fala-se em avaliação vinculada a Diretrizes Curriculares, ora em aprendizagem autoral. Ora fala-se da importância de ações pedagógicas complementares à aprendizagem tais como Recuperação Paralela e outros, ora fala-se em auto avaliação que deve ser considerada pelos Conselhos de Classe. Ora fala-se em reconhecimento da diversidade, estilos e ritmos diferenciados de aprendizagem e desenvolvimento e ora a Avaliação é massificada de acordo com Currículo previamente determinado.
    Desculpem-me a sinceridade, mas acho que estamos um pouco confusos entre a teoria e a prática. Ou entre as intenções de mudar e mudar efetivamente nas ações. Inclusive não vejo nada de novo nesta proposta. Só retrocessos à escola que eu frequentei há mias de 40 anos atrás.
    Parece que toda tentativa de colocar o aprendiz no centro de sua aprendizagem é malograda pelo tal acompanhamento, recuperação paralela, apoio à aprendizagem e outras explicitadas neste documento.
    Começa por chamar a criança de forma antiga e equivocada de: “aluno”. A criança da escola de hoje é ou deveria ser tratada como estudante ou aprendiz e não como alguém que não tem iluminação a quem o professor vai iluminar.
    Segue, desconsiderando a motivação que é o aspecto mais importante do processo de aprendizagem como já sabemos. Continuamos a insistir na premissa que a criança não quer aprender e só vai à escola para brincar, como li em muitos comentários desta Consulta popular… mas… isto é assunto para mais um comentário.
    E, por fim, aplicamos uma avaliação igual para todos, sendo que a ideia é respeitar o ritmo de cada um.
    Nesta altura gostaria de fazer uma pergunta simples para a qual não vejo resposta até hoje: o que fazer com as crianças que atingiram os tais “Direitos de aprendizagem” do ano/série em que se encontra? Podemos promovê-la no meio do ano ou a qualquer momento em que ela seja aprovada nas provas? Acho que vamos ter que repensar isso também.
    Quando vamos pensar diferente de nossos antepassados e da própria escola que frequentamos e realmente inovar para além das ideias?
    Parar de falar em “direitos de aprendizagem”! Gente, aprender não é um direito mas uma condição de todo ser. Em vez disso, poderíamos falar em “o que se pode aprender na escola”.
    O currículo pode sim ser uma base das expectativas do “que se pode aprender na escola”, não especificamente uma camisa de força, mas um “contrato de estudo” com as crianças, desde o 1º ano do Ensino Fundamental. Quem sabe explicitando aos estudantes o que esperamos que eles aprendam e o significado dessa aprendizagem para eles, possam motivar-se a aprender, não só o que esperamos mas o que eles desejarem também e motivarem-se a incorporar o papel de estudantes que é o de “estudar”.
    Estou aqui com meus botões pensando que se eu tivesse sido conscientizada deste papel desde pequena talvez tivesse mais sucesso dentro das paredes da escola. Fui uma estudante com avaliações sempre no 5 ou 6 pela escola, mas eu sabia no meu íntimo que era muito mais inteligente do que as avaliações que recebi na época. Na adolescência, tornei-me desobediente (graças a Deus!) e autodidata. Hoje, não tenho títulos porque odeio a escola, mas estudo muito, reflito muito, coloco em prática aquela escola que eu gostaria de ter frequentado. Aquela que respeita a criança na sua individualidade, no seu ritmo próprio, na sua motivação do momento. Aquela que valoriza a aprendizagem como uma condição do ser, e posso provar que os resultados são maravilhosos. Todos aprendem, inclusive “o que se pode aprender na escola” e todos fazem auto avaliação, sem necessidade de notas, aprovações ou reprovações. Afinal não são animais treinados à moda de Skinner… são seres extremamente curiosos e o que mais fazem neste momento de suas vidas é aprender a todo momento, em toda brincadeira, em todo convívio, em tudo e em todo lugar.
    Porque continuamos a afirmar que eles não aprendem na escola? Por que se trata “desta a escola” e “desta avaliação”. Se ela fosse diferente garanto que aprenderiam. Proponho o desafio.

    Responder

  17. Marineide

    set 09, 2013  at 15:15

    É lamentável que a gestão atual considere prova bimestral com notas de 0-10 e podendo haver reprovação uma avaliação formativa quando na verdade será medição, competição, exclusão e total falta de autonomia às escolas e docentes. Um retrocesso, pois os profissionais da educação não conseguiram convencer a comunidade sobre a importância dos conceitos P, S e NS em que o aluno é avaliado em relação ao seu desenvolvimento e não em comparação ao grupo ou dentro de uma escala de medição por falta de apoio político, pois o interesse é que a educação continue sendo em massa, formando trabalhadores alienados, sem autonomia para pensar e agir. Provas bimestrais com banco de questões não darão autonomia a professores, discentes e comunidade em geral, não respeitará o tempo de aprendizagem e sim tornará um ato mecânico em função da aprovação. Precisávamos sim discutir e implantar formas de avaliar, mas não com o sentido de medição em massa, estávamos num momento em que faltava algumas reflexões e ações para colocarmos em prática o que os teóricos dizem sobre avaliar, porém a proposta vem na contramão do que seria necessário fazer e voltando a práticas que levarão a exclusão e não a melhoria do ensino e aprendizagem.
    E o que dizer da educação infantil que uma comissão está discutindo a elaboração de um documento sobre avaliação sem haver consulta alguma às partes interessadas e afetadas, será que irão criar também um sistema de medição como se esta fosse a única forma de avaliar?

    Responder

  18. EMEF Marechal Rondon

    set 09, 2013  at 15:15

    A Equipe Pedagógica da EMEF Marechal Rondon considera que:

    Boletim enviado para casa do aluno – A intenção de envio dos boletins via correio para a casa dos alunos é contraditória a necessidade de trazer a família à escola, pois a retirada do boletim na escola é uma das formas de garantir a participação da família na escola.

    Recuperação nas Férias – Não concordamos com esta modalidade de recuperação porque esta deve ser paralela e contínua durante o período letivo baseada nas avaliações internas e externas, respeitando o recesso e férias, tendo em vista a importância deste período para o descanso e convivência familiar dos alunos e professores e a reorganização física da Unidade Educacional.

    Responder

    • Francilene

      set 11, 2013  at 15:15

      Concordo com a equipe da EMEF Marechal Rondon, acredito eu que essa ideia de boletim via correios não é um meio legal pois sendo eu Mãe quero poder participar da entrega do boletim podendo assim ter contato com os professores responsáveis pela educação do meus filhos.

      Responder

  19. Analia

    set 09, 2013  at 15:15

    Gostaria de saber qual será a forma de avaliação adotada por esse governo para nossos alunos com NEE’s, pois nessa minuta não há especificações sobre isso.

    Responder

  20. Isis Longo

    set 10, 2013  at 15:15

    Caros elaboradores/as do PRCAAFRMSP (Programa de Reorganização Curricular e Administrativa , Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo,
    Sobre as “impressões” quanto ao programa apresentado:
    1º os ciclos de aprendizagem permanecerão como estrutura para os 9 anos do ensino fundamental, no entanto, não há no documento o enfrentamento da questão quanto a vinculação do professor/a a um ciclo completo; caso isso não seja vinculativo, tornamos mais uma vez “lendária” a efetividade dos ciclos de aprendizagem; visto que ao assumir o 1º ano, o/a profissional deveria estar assumindo o Ciclo I – Alfabetização (1º ao 3º anos); caso contrário, continuaremos “transferindo” a responsabilidade pelo fracasso escolar para a criança que ficará “retida” no 3º ano; isso vale para os próximos ciclos, não havendo os professores/as vinculados aos ciclos II e III, o acompanhamento contínuo da avaliação formativa ficará comprometido, restringindo-se apenas ao ano letivo vigente, sem a realização dos princípios propostos: valorização; ato de cuidado; acompanhamento;
    - PROPOSTA – na atribuição das aulas – seja atribuído o CICLO para o/a profissional docente;
    2º rever a lógica da “mensuração” por notas, a avaliação contínua, formativa, emancipatória não condiz com notas de 0 a 10; a construção do conhecimento advinda do processo de ensino-aprendizagem é uma construção dialética e não linear; a “velha” propostas de notas de 0 a 10 simplesmente acirra a competição/classificação por tirar notas e não mobiliza para a emancipação e autonomia do sujeito;
    - PROPOSTA – Portfólio e AUTOAVALIAÇÃO como critérios avaliativos do sujeito protagonista de sua aprendizagem;
    3º Por que insistir na obrigatoriedade das tarefas de casa? qual o sentido dessa arbitrariedade? se entendemos que o fazer pedagógico docente implica sua autonomia na elaboração e execução de atividades significativas com seus alunos/as, essa imposição é autoritária;
    - PROPOSTA 1- atividades extra sala de aula sejam decididas entre docentes e discentes;
    - PROPOSTA 2 – caso haja atividades para casa, que a escola tenha espaço disponível para as crianças e adolescentes no seu contra-turno poderem realizar as atividades demandadas na própria escola;
    4º Ciclo Autoral – produção do TCC; importante que os/as docentes do toda a rede municipal realizem pesquisa educacionais em suas comunidades, que as escolas definam linhas de pesquisa, para que haja relação científico-acadêmica na orientação e elaboração dos TCCs;
    - PROPOSTA – que a SME estabeleça convênios com Universidades Públicas para que os/as docentes realizem cursos de especialização lato sensu em diversas áreas do conhecimento para que sejam profissionais aptos à orientação de pesquisas científicas;
    5º defesa integral do protagonismo infanto-juvenil na coparticipação das mudanças curriculares; regimentais; comportamentais;
    - PROPOSTA – Realização de pesquisa quantitativa com todos os alunos/as matriculados/as nas escolas municipais sobre suas considerações quanto as propostas apresentadas por SME/SP;
    ” Não pode haver caminho mais ético, mais verdadeiramente democrático do que testemunhar aos educandos como pensamos, as razões por que pensamos desta ou daquela forma, os nossos sonhos, os sonhos por que brigamos, mas, ao mesmo tempo, dando-lhes provas concretas, irrefutáveis, de que respeitamos suas opções em oposição às nossas” (Paulo Freire, 1992)
    abç,
    Isis Longo

    Responder

  21. Margarete Gobeti

    set 10, 2013  at 15:15

    Acho importante a avaliação, mas para ser utilizada como um direcionamento do trabalho do professor. Para que ele possa programar as suas aulas de acordo com o caminhar de seus alunos.
    Infelizmente, agora, perdemos o controle das salas de aula e a unica “arma” que poderemos usar é a avaliação. É muito triste saber que a avaliação será usada para isto…

    Responder

  22. Célia Emi Akagui

    set 10, 2013  at 15:15

    Com a proposta de avaliações bimestrais e boletim on-line, como e quando a família estará mais presente na escola? Uma vez que ela já recebe o rendimento do aluno em sua casa, qual a proposta do documento que fará a participação mais presente desta família, quanto a ações pedagógicas para este aluno?
    Outro questionamento é sobre a dependência proposta para o Ciclo Autoral. Como esta dependência será ministrada nas escolas sem prejuízo do aluno, sendo que este ciclo só existe em um período em determinadas escolas? Como será esta dependência: com trabalhos, com avaliações e presencial? Quantas dependências o aluno poderá ter naquele ciclo?

    Responder

  23. EMEF Conj. HAb. Barro Branco II C

    set 11, 2013  at 15:15

    Provas bimestrais, boletins e lição de casa já são práticas realizadas pelos professores de nossa escola.
    O uso de notas de 0 a 10 é basante coerente pois é de claro entendimento; quanto aos relatórios de acompanhamento, a escola deve ter autonomia para definir seus moldes, adequando-o ao seu projeto pedagógico.
    A recuperação intensiva nas férias não é coerente pois não respeita o período de descanso do ano letivo, já a recuperação durante o ano letivo é importante, esde que haja contratação de pessoal para tal fim.
    Quanto à dependência, sua organização é muito difícil devido a falta de tempos e espaços na UE.
    O banco de questões e de experimentos e projetos é bastante útil, servindo como material pedagógico auxiliar, devendo ser respeitada sempre a liberdade de catedra do profissional docente.

    Responder

  24. Altair Duarte

    set 11, 2013  at 15:15

    Gostaria de propor que o fechamento do processo de avaliação fosse trimestral, e não bimestral, como tem sido anunciado. Isto possibilitaria mais tempo para a utilização de diferentes processos de avaliação, não apenas a prova, que é o que acontece em um sistema de avaliação muito rápido com professores que pouco veem os alunos, como é o caso do ensino fundamental II, em que alguns profissionais entram em sala somente duas vezes por semana, por 45 minutos. Grande parte das escolas particulares de São Paulo já utilizam um sistema trimestral de avaliação.

    Responder

  25. carina

    set 11, 2013  at 15:15

    Sr secretário, não creio que o senhor ou que alguém de sua equipe leia o meu post, porem vale tentar. Eu já havia lido o documento e hoje representantes da DRE foram ate a unidade onde eu trabalho. Percebi que eles sabem tanto quanto os professores em alguns aspectos, ou seja quase nada, já que o documento não esclarece alguns pontos. Porém da parte que as informações que estão claras, eu e muitos colegas acreditamos que nenhuma reforma que não envolva as principais partes da educação (prof e alunos) terá alguma eficácia. O primeiro passo seria diminuir a quantidade de alunos por sala, depois melhorar o salário dos educadores, de forma que eles possam trabalhar apenas em um período, e não em dois ou três. Um professor que trabalha meio período e é reconhecido, pode se preparar melhor, melhorar sua prática, descansar, enfim poder respirar, buscar alguma formação de seu interesse, com isso quem sai ganhando são os alunos que terão professores bem preparados, com sua sanidade mental preservada. Assim podemos prepará-los melhor, enfrentando de fato, o problema do fracasso escolar. Quando temos um problema devemos enfrentá-lo e não disfarçá-lo. Dividir o ciclo em 3, 4, 5 ou 10 não faz diferença, o que importa é o que será de fato feito em prol do aluno e do professor. O importante não é melhor o índice do IDEB para melhorar a educação, é melhorar a educação e o IDEB será apenas uma decorrência disso. Quanto às avaliações e lições de casa, já faço e alguns colegas também, e não é dizendo mais do mesmo que o senhor vencerá esse problema.

    Responder

  26. jaqueline souza

    set 12, 2013  at 15:15

    eu concordo .

    Responder

  27. larissa

    set 12, 2013  at 15:15

    gostei muito da ideia mais isso nao vai acontecer

    Responder

  28. Nycolly Tavares

    set 12, 2013  at 15:15

    É muito bom , ajuda no desempenho e nos estudos dos alunos

    Responder

  29. Filipi Campos

    set 12, 2013  at 15:15

    achei muito bom essa ideia de não só focar no erro e sim nas possibilidades de melhorias.

    Responder

  30. Ação Educativa

    set 12, 2013  at 15:15

    A organização não governamental Ação Educativa vem manifestar publicamente o seu posicionamento sobre o Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo. O posicionamento também foi encaminhado ao processo de consulta pública, aberto pela Administração Municipal.

    Leia o texto na íntegra: http://www.acaoeducativa.org.br/index.php/em-acao/34-em-acao/10004792-posicionamento-da-acao-educativa-com-relacao-ao-programa-de-reorganizacao-curricular-e-administrativa-ampliacao-e-fortalecimento-da-rede-municipal-de-ensino-de-sao-paulo

    Responder

  31. EMEI ELIS REGINA

    set 12, 2013  at 15:15

    AVALIAÇÃO PARA A APRENDIZAGEM E ACOMPANHAMENTO

    A proposta de reorganização do Ensino Municipal de São Paulo propõe uma forma de avaliação em que o aluno pode ser retido em 5 momentos, entretanto, pensamos que a reprovação não é o caminho que garanta uma aprendizagem de qualidade, entendemos que quando houver a reprovação, ao final dos ciclos haverá a necessidade de organizar um processo que garanta o aluno reprovado, continue na mesma série/ano, mas com uma atenção e proposta pedagógica diferenciada para que possa avançar no processo ensino-aprendizagem.
    O documento não explicita a questão da recuperação contínua. Sugerimos que a mesma se aconteça durante o processo letivo dos alunos, de forma contínua.
    Entendemos que a avaliação a partir de notas de 0 a 10 desconsidera totalmente o processo de construção de conhecimento da criança, da mesma forma que leva a prática da “média”, o que se torna altamente injusto frente aos avanços dos alunos. Sugerimos também, que inclua na avaliação da aprendizagem, um processo de auto avaliação pelos alunos.

    Responder

  32. Emei Francisca Julia da Silva

    set 13, 2013  at 15:15

    Aavaliação formativa é fundamental para educação infantil, pois leva em conta o processo de ensino aprendizagem. Em nossa prática diária já usamos esse tipo de avaliação acompanhando o desenvolvimento das crianças e suas conquistas. Precisamos de mais subsídios e recursos com por exemplo, que a SME envie mais cartuchos de tinta para imprimir material e fotos para os registros necessários.

    Responder

  33. CEI Vila Constança

    set 13, 2013  at 15:15

    A avaliação é um processo contínuo e formativo, não deve ser um meio de exclusão.
    Quanto ao processo de recuperação, sugerimos que seja durante o turno em que o alunos estuda e não em horário diverso.

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  34. Ian

    set 13, 2013  at 15:15

    Eu acho que devia ser obrigatorio crianças com 4 anos na pré escola por que existem muitas pessoas com baixa escolaridade então eu gostei disso e gostei da divisão de ciclos para organizar melhor as escolas e acho que deve ter limpeza das escolas.
    Deviam acabar com o turno de fome e ter alimentação adequada para todos os alunos

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  35. Emei Amacio Mazzaropi

    set 13, 2013  at 15:15

    Emei Amacio Mazzaropi

    Avaliação da Educação Infantil : Compreendemos que a avaliação na Ed. Infantil deve seguir os parâmetros dos indicadores de qualidade da educação infantil( MEC), deve garantir a participação da comunidade e principalmente a participação da comunidade e principlamente a participaçãodireta das crianças . Deve servir como instrumento para a escola revisitar seu projeto político pedagógico.
    Que a avaliação do curriculo na educação infantil seja coerente com a proposta curricular apresentada para educação infantil, que não caminha numa perspectiva escolarizante e que seja norteada pelos princípios da pedagogia da infância.
    A proposta curricular apresenta um modelo de avaliação formativa, porém caminha na perspectiva de uma avaliação somativa .Não que seja impossível trabalhar notas de 0 a 10 num modelo de avaliação formativa, entretanto, sabemos que o uso de notas caminha para um pensamento perigoso que nos convida a pensar a avaliaçãonum modelo classificatório.

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  36. Consuelo Aparecida Ozório Sanches

    set 14, 2013  at 15:15

    Não há como fazer um acompanhamento coerente com a aprendizagem de cada criança, pois todos aprendem durante o ano, sem que se diminua o número de alunos seja na educação infantil ou fundamental. Além disso, acredito ( reforçando comentários anteriores, em outros segmentos), que sem discussões exaustivas sobre conceito de educação, aprendizagem e criança, não haverá mudança significativa. A própria ilustração desse tema , mantém a educação fundamental sem a discussão necessária de alunos parceiros elevados entre si para uma aprendizagem real. Outra situação é a parceria necessária com a comunidade e a família da criança em particular. As pessoas da escola não conseguirão de forma solitária uma mudança expressiva na alfabetização. O momento é ideal para se discutir como atrair os responsáveis pela criança, seja quem for, para uma participação mais verdadeira e intensa com a educação da criança. E, ainda, envolver a sociedade, principalmente pequenas empresas para valorização da participação do funcionário na vida escolar de seu filho. Nem que seja, através de campanha pública de incentivo e valorização dessa participação. Ou uma valorização da empresa, pequena ou grande, que estimule seus funcionários a estarem presentes na vida de seus filhos _ vida escolar e na vida em geral.

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  37. maurina izabel da silva

    set 15, 2013  at 15:15

    Não vejo novidade alguma nesta proposta, fui professora de matemática durante 8 anos e de ciências durante 22 anos( me aposentei em maio), quanto ingressei na prefeitura em 1991, as notas eram de 0 a 10, e notas bimestrais. Mudou o sistema e a família não deixou de participar e nem participou menos, continuou como era antes. As famílias interessadas continuaram a acompanhar o desenvolvimento de seus filhos e os desinteressados a culpar os professores e o sistema por seus filhos não aprenderem.
    Quando o leite e a bolsa família foram criados sem controle da sua utilização, mas com a obrigação de o aluno frequentar as aulas, as famílias até comparecem mais a escola mas para justificar faltas dos alunos. Se o coordenador chama o responsável para conversar, parece que fala com a parede, pois depois de você falar dos problemas de aprendizagem, comportamento do aluno, a não frequência a recuperação paralela, o responsável te olha e pergunta : vou receber o leite? vai liberar a bolsa família?
    Sou coordenadora pedagógica desde 2002, e nas escolas em que trabalhei sempre realizamos reunião de pais bimestrais, onde entregamos boletins e esclarecemos as dúvidas dos pais, como a maioria não comparece, fico a disposição durante uma semana para atender os pais que não compareceram. Mesmo assim esse ano por exemplo menos de 50% dos pais compareceram a escola.
    Não sou contra o leite e a bolsa família, mas poderia vincular a frequência e aproveitamento.
    Não é boletim, nota de 0 a 10 que vai melhorar.

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  38. EMEF PEDRO GERALDO SCHUNCK

    set 15, 2013  at 15:15

    A avaliação escolar é um processo do desenvolvimento do educando. Através dela,podemos reavaliar nosso trabalho como educador.
    O atrelamento do PDE ao rendimento do educando, é totalmente contraditório com todos os estudos de grandes teóricos que são contrários à punições e sim a favor de analisarmos os baixos rendimentos para percebemos onde podemos melhorar no ato de ensinar.
    Somos contrários à esse atrelamento e sugerimos que um dos indicadores para o PDE pode ser Projetos que a escola desenvolve para melhoria da aprendizagem.

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  39. Fátima D'Auria

    set 15, 2013  at 15:15

    É PRECISO possibilitar que escolas que tenham, como está garantido na LDB, o projeto político pedagógico vivo e local sejam respeitadas no caminho que encontraram para desenvolver a avaliação.

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  40. Deise Yuri Souza Lopes

    set 16, 2013  at 15:15

    Discutindo com o grupo docente do Centro de Educação Infantil da qual faço parte – localizado no distrito de Guaianazes/ SP – o documento de Reorganização Curricular, no tocante à avaliação na Educação Infantil, entendemos que esta deve focar-se no desenvolvimento integral do aluno, fazendo o uso de relatórios e portfólios, tendo como base os indicadores do MEC. Conforme conversamos, a melhor forma de implementar essa proposta, é avaliar a educação infantil em termos qualitativos, tanto em relação aos educandos, quanto aos profissionais que atuam nesta modalidade de ensino.

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  41. Erika Silveira

    set 17, 2013  at 15:15

    Um sistema educacional que se compromete com o desenvolvimento das capacidades dos alunos, pode encontrar na avaliação uma forma de reavaliar os investimentos que o professor faz, com o objetivo de que os alunos aprendam cada vez mais e melhor. Nesse caso, a avaliação tem um papel fundamental na aprendizagem do aluno, pois é a partir dela que o professor pode verificar as necessidades que cada aluno possui, e assim, realizar as intervenções pedagógicas adequadas e não como meio de classificação de conhecimentos.

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