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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br

Uma das propostas do Programa Mais Educação São Paulo, que pretende reorganizar o currículo e a administração da Rede Municipal de Ensino, é oferecer a Educação de Jovens e Adultos (EJA) em periodicidade semestral.

“Queremos garantir a semestralidade para o estudante, e a atribuição de aulas anual para o professor. A semestralidade dá agilidade e flexibilidade para o aluno”, afirma a diretora de Orientações Técnicas para a EJA, Livia Maria Antongiovanni. Segundo a diretora, já existe uma discussão nacional que aponta para a periodicidade semestral como mais adequada para a oferta dos cursos de EJA.

“Sou defensora da semestralidade, porque atende a necessidade do aluno. Para o estudante, é muito difícil cursar um ano, com a vida supersacrificada. E se ele tem de sair no meio do ano, terá de esperar muito tempo até retornar”, explica a coordenadora pedagógica e professora da EJA Maria Estela dos Santos Lefevre.

Existem cinco tipos diferentes de oferta de EJA na capital paulista:

- EJA no noturno nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs)
- EJA modular em 17 escolas da Rede
- 14 Centros Integrados de EJA (Ciejas)
- Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova)
- Centro Municipal de Capacitação e Treinamento (CMCT)

De acordo com o a minuta do Programa, deve ser formulado um sistema de avaliação para eles. “Vamos estabelecer indicadores e estudar junto com as pessoas que trabalham no EJA. Vai ser uma implantação conjunta”, diz Livia.

A ampliação do número de vagas em EJA, por sua vez, está prevista no Programa de Metas 2013-2016 da cidade de São Paulo. Existe o compromisso de aumentar em 20 mil o número de matrículas e implantar três novos Ciejas. Além disso, São Paulo buscará a parceria com o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), criado pelo governo federal, em 2011, com o objetivo de ampliar a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.

Se você quer mais detalhes sobre o Programa, acesse a Minuta da Consulta Pública.

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Discussão - 31 comentários
  1. walkyria da costa bombonato

    set 06, 2013  at 15:10

    São Paulo, 06 de setembro de 2013
    Bom dia!
    Após ler a nova proposta sobre a reorganização curricular, deixo meus comentários, no site da PMSP, SINPEEM, APROFEM.
    - A Legislação diz que “aprendizagem é um direito humano” – porém não se pode esquecer que a qualquer direito primeiro está atrelado o “dever de”, portanto, quem deseja aprender tem o dever de se colocar na posição de aprendiz.
    O aprendiz tem o dever de envolver-se no processo ensino-aprendizagem e, em se tratando de crianças/adolescentes este dever é dos responsáveis (pais, cuidadores ,etc.), os mesmos devem se envolver/participar do processo e não é possível aceitar desculpas .
    - Valores sociais, ética,, cidadania, incluo também valores humanos – de respeito a tudo e a todos; não é possível um indivíduo quebrar vidros na escola e ninguém assumir a conta, um indivíduo depredar o material do colega , fornecido pela PMSP, e não acontecer nada, o indivíduo dar um soco no rosto do colega e desacordá-lo e não acontecer nada, um indivíduo literalmente ofender um profissional , e não acontecer nada, como se pretende que o indivíduo tenha valores se ele e sua família arrumam desculpas, e fica tudo por isso mesmo! O indivíduo sobe sore as mesas na escola e fica tudo por isso mesmo; será que na casa dele age do mesmo modo??!! Saliento que a escola toma as providencias, porem é cerceada por inúmeras leis que exaltam direitos e nenhuma que fixa deveres; outro exemplo – a lei do celular – aluno não deve usar celular na escola e, não é isso que acontece. Para que existe a lei, para ser descumprida , desde a mais tenra infância. Quando não se tem responsabilidade com as pequenas coisas, como irá agir com relação as maiores!!!!
    Tudo tem que ter CONSTÂNCIA, COERÊNCIA E CONSEQUENCIA !!! Penso que ATITUDE deve ser a ação do momento! Deve ser como nas leis de trânsito – infringiu – multa!
    São pelo menos 30 – TRINTA – anos que não se cobram atitudes decentes de alunos/responsáveis – a geração que aí está , fruto desse paternalismo, não valoriza nada; daqui pra frente penso que necessitaremos de, no mínimo, um terço de igual tempo para vermos algumas mudanças; porém para que isto aconteça as normas devem ser bem claras, regras bem definidas pela escola; caso o indivíduo julgue que não é certo, ele que procure outra forma de aprendizado, talvez será preciso buscar normas no passado, que efetivamente, educavam!
    Fica evidente que devemos começar nos CEIs; porem existe uma população impregnada de maus costumes; então, o jeito é responsabilizar a família para as quais esse paternalismo formou incorretamente e que, portanto, não sabe e/ou abandonou regras de cidadania, ética, valores sociais, humanos, morais!!!
    - Retenção – concordo que a escola não existe para reter o aluno, mas promover indiscriminadamente, também não é possível; tal promoção está afetando a sociedade de todas as formas – quem não saber ler, escrever, compreender, interpretar –injeta alimento na veia do paciente ao invés e de soro ! O modelo adotado pela PMSP desde a década de 90 gerou e gera prejuízos incalculáveis; basta verificar o noticiário diário – drogas, prostituição, doenças, péssimos profissionais, etc., etc.. Penso também, que tal retenção deverá ser muito bem planejada/calculada, para que não se torne um retrocesso; por exemplo, como fica o aluno que for retido mais que uma vez no mesmo ano ou em outros – talvez a solução seja uma mudança automática de escola visando promover uma melhor interação do aluno no processo ensino-aprendizagem.
    EJA – nesta fase a responsabilidade do aluno deve ser muito maior, visto que , muitos quando estavam na fase ideal de aprendizado não souberam aproveitar – mais uma vez, o motivo é “paternalismo”. O indivíduo só se integra na sociedade quando sabe ler, entender, compreender; portanto responsabilidade é a atitude desejada.
    - Notas, conceitos – até que enfim algo inteligente; sempre me pergunto: o que é satisfatório para uma pessoa, necessariamente não precisa ser para outra.
    - Recuperação – deve acontecer realmente, com professores especializados dentro da escola e não apenas com a boa vontade de professores; deve ser fora do horário; a família tem o dever de assumir o comprometimento com este processo e serem cobrados, responsabilizados em caso de negligência; criar mecanismos para diminuir o tão famigerado paternalismo – bolsa disso, bolsa daquilo, caso o aluno não frequente aulas/recuperação; interferência efetiva do Conselho Tutelar. Sobre o tão famigerado paternalismo deixo também minha opinião – ele é caro para os cofres públicos, para a sociedade, porem barato para aluno e família; barato porque a família não cuida do que recebe!
    -VALORIZAÇÃO DO PROFISSIONAL – palavras que são pronunciadas há muitos anos; muitas administrações promoveram e promovem cursos interessantes, dos quais, consegui participar de muitos; porém valorização não é somente isso; valorizar é remunerar decentemente o profissional; mas como valorizar se a atual administração além de não conceder aumentos dignos e reais investe hoje o valor de R$9,65- nove reais e sessenta e cinco centavos- no pagamento de uma hora-aula e tal valor aumenta 100% após 25 anos-R$19,25- dezenove reais e vinte cinco centavos??!! Que valor é esse R$9,65/hora-aula que representa R$0,32 (trinta e centavos de real) por aluno em sala com 30 alunos??!! É possível falar em investir se a PMSP gasta menos que o valor de uma bala por aluno na remuneração do professor??!! Senhores, este é o verdadeiro valor que um aluno custa para os cofres públicos da cidade de São Paulo, a cidade mais rica do País, a cidade que tem a maior arrecadação de impostos do País!!!!
    Valorizar o profissional significa sim a realização de cursos, graduação, mestrado, mas também salário real, digno, respeito, condições ótimas de trabalho – os senhores burocratas da educação, o Prefeito, o Secretário da Educação Municipal percorreram quantas escolas para ver a situação de salas de aulas, cozinhas , quadras, e tantas outas dimensões da Escola!!
    Sr. Prefeito, Secretário, burocratas da Educação – o professor deve sim, trabalhar COM AMOR vez que forma outros seres humanos, mas professor não vive apenas de amor; ele é um ser íntegro, ele tem inúmeros compromissos. Por favor, me expliquem tal investimento de R$0,32 por aluno na remuneração de um profissional da educação, e mais uma vez, não utilizem o discurso vazio de “não é bem assim”, porque estou há 30- trinta – anos na Educação Municipal e isto acontece diariamente!!!
    - Educação Especial – todo aluno-aprendiz tem direito a uma educação especial; cada indivíduo é único e, portanto, especial; porém, dentro do especial existem especificidades, tais como rampas de acesso, elevadores, psicólogos, terapeutas, psiquiatras; e a Prefeitura mais rica do País não tem tais profissionais nas escolas muito menos acessibilidade real !!!
    - Gestão escolar democrática/participativa – cobrar dos gestores o que está sendo feito com o dinheiro público repassado para a escola, auditorias para saber se o investimento está sendo efetivo; cobrar responsabilidade com todo e qualquer dinheiro que entre para a APM proveniente de outras atividades com fins lucrativos – festas , passeios, etc.- O dinheiro público deve ser bem fiscalizado.
    PROFESSORA – WALKYRIA DA COSTA BOMBONATO

    EMEF CORONEL ROMÃO GOMES

    Responder

    • Diva

      set 06, 2013  at 15:10

      Professora Walkyria. Concordo com quase tudo o que a senhora escreveu, mas eu, como mãe e avó de aluno, acredito que professor também tem sua parcela de responsabilidade porque, meu neto de dois anos veio com 14 mordidas, 4 arranhões, 2 galos e os lábios sangrando. Professor(a) também orienta quanto a certo e errado porque em sala de aula tem espaço, e de sobra, para isso.

      Responder

      • eduardo

        set 07, 2013  at 15:10

        Foi o professor que fez tudo isso?????? Muitos hoje fazem o que a diva faz. Responsabiliza o professor por algo sem nexo. Se o aluno erra, ele deve ter a responsabilidade e não o professor.

        Responder

      • Jose

        set 07, 2013  at 15:10

        O professor orienta sim. Pena que os alunos se recusem a seguir as regras.

        Responder

      • Leticia

        set 07, 2013  at 15:10

        Combate ao Analfabetismo, ampliando a oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA)

        Então a política de fechar escolas noturnas na prefeitura de São Paulo vai acabar?
        Vão parar de fechar a EJA noturna nas escolas?
        Sugiro que esta oferta de EJA seja real e que parem de ignorar a demanda nas escolas. Que não exista mais esta política obscura de: Não quero mais esta escola a noite.

        Responder

        • Carmela da Anunciação

          set 14, 2013  at 15:10

          Tem Diretoria Regional que não esta autorizando abertura de salas com vagas para alunos que queiram ingressar na EJA, abrindo somente sala para os alunos que ja estão matriculados, ou seja a comunidade faz o cadastro com interesse em conseguir uma vaga e a mesma não existe porque a DRE não autorizou a criação da sala. Isso só tem um nome “fechamento de turmas”, o que é contraditorio ao discurso das autoridades. Gostaria que verificassem, porque quem mais sai prejudicado numa situação como essa é a comunidade que ainda precisa concluir seus estudos.

          Responder

      • Jorge

        set 07, 2013  at 15:10

        Quando for professora, volte aqui para ver se escrevera a mesma coisa.

        Responder

      • walkyria da costa bombonato

        set 09, 2013  at 15:10

        cara sra Diva, creio que a escola em que seu neto estuda, tenha tomado as providencias, penso tb que a professora evidencie sempre questões de respeito para formar o caráter das crianças, mas pergunto, será que as famílias tb estão educando seus filhos com bons exemplos e orientando suas crianças através de responsabilidade sobre suas atitudes??? Desde a mais tenra idade, se ensinamos a criança a agir com coerencia e assumir o que fez ela aprende e não esquece!!!

        Responder

      • Luciane

        set 23, 2013  at 15:10

        Cara Diva, como servidora pública e cidadã, entendo sua posição como avó, porém, tendo em vista o ocorrido com teu neto, será que o que falta não é número maior de funcionários na rede para que possam juntos cuidar melhor das crianças?

        Responder

    • luciano almeida

      set 17, 2013  at 15:10

      colego sou professor e quero saber se tem alguma info sobre contratos de professores da prefeitura e onde posso procurar?

      Responder

  2. ANTONIO DIAS NEME

    set 06, 2013  at 15:10

    Mais Educação São Paulo quer garantir a oferta de EJA semestral

    Estamos numa sociedade onde a tecnologia se faz presente em todo lugar. Utilizar as ferramentas tecnológicas de comunicação para a produção do conhecimento e dar acesso a informação de jovens e adultos será muito importante e pode ser considerada também uma forma de promover a inclusão social do participante deste processo.
    A Educação de Jovens e Adultos (EJA) tem se configurado contemporaneamente como campo afluente de diversos problemas educativos e sociais, o que tem provocado a ressignificação de suas práticas e colaborado para que esta temática ganhe – do ponto de vista institucional – cada vez mais atenção das instâncias governamentais e das instituições de ensino, no entanto o mesmo não ocorre quando falamos do reconhecimento deste campo pelas instâncias de pesquisa e de produção científica.
    Apesar de pulularem por todo o país especializações em EJA, ainda é por demais tímida a inserção desta temática no rol da pós-graduação strictu senso, o que lhe conferiria uma regularidade de produção, bem como a produção de quadros com carreiras dedicadas aos problemas advindos da EJA.
    A grave situação educacional que os números revelam exige refletir
    o quanto têm estado equivocadas as políticas públicas para a educação de jovens e adultos, restritas, no mais das vezes, à questão do
    analfabetismo, sem articulação com a educação básica como um
    todo, nem com a formação para o trabalho, nem com as especificidades setoriais, traduzidas pelas questões de gênero, raça, espaciais
    (campo – cidade), geracionais etc.
    O imenso contingente de jovens que demanda a educação de jovens e adultos, resultante de taxas de abandono de 12% no ensino
    fundamental regular e de 16,7% no ensino médio, acrescido de distorção idade-série de 39,1% no ensino fundamental e de 53,3% no
    ensino médio (BRASIL, 2001), revela a urgência de tratamento não
    fragmentado, mas totalizante e sistêmico, sem o que se corre o risco
    de manter invisibilizada socialmente essa população, frente ao sistema escolar e, seguramente, no mundo do trabalho formal, exigente
    de certificações e comprovações de escolaridade formal.
    Quando as políticas públicas voltam-se para o que tem sido chamado de universalização do atendimento e a escola básica deixa de ser
    elitizada, passando a atender também as classes populares, torna-se
    evidente que não é o acesso suficiente para dar conta do saber ler
    e escrever. Os fundamentos das práticas pedagógicas permanecem
    reproduzindo modelos culturais de classes sociais diversas das dos
    alunos, produzindo o fracasso escolar e a chamada “evasão”. Desta
    forma, ainda hoje, mesmo os que chegam ao final saem sem dominar a leitura e a escrita.
    Este fato tem representado um aumento substantivo de jovens na
    EJA, todos com escolaridade descontínua, não-concluintes com êxito do ensino fundamental, obrigados a abandonar o percurso, ou pelas reiteradas repetências, indicadoras do próprio “fracasso”, ou pelas
    exigências de compor renda familiar, insuficiente para a sobrevivência, face ao desemprego crescente, à informalidade e a degradação
    das relações de trabalho, ao decréscimo do número de postos.
    Essa presença marcante de jovens na EJA, principalmente nas áreas
    metropolitanas, vem desafiando os educadores, do ponto de vista das metodologias e das intervenções pedagógicas, obrigando-os a
    refletir sobre os sentidos das juventudes
    — e de seus direitos — que
    permeiam as classes de jovens e adultos.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  3. Sonia

    set 06, 2013  at 15:10

    Sim. Atualmente temos muitos jovens na EJA, mas quando fazemos uma reunião de pais do ensino regular percebemos claramente como os pais são semi alfabetizados, mal conseguem escrever o nome completo. Por que dizem que não existem demanda para EJA? É obrigação do governo recensear a população e oferecer vagas. isso não acontece! A cada ano estamos presenciando salas de aula ociosas onde muitos adultos poderiam estudar, dando exemplos a seus filhos adolescentes. O que está acontecendo com vocês governo? Será que exibir uma proposta como esta apenas garante a melhoria da nossa sociedade? Em todos os países onde o professor foi valorizado o país mudou, melhorou índices, emancipou-se. A tecnologia pode ajudar mas, não pode ser responsável pela total formação de um jovem adolescente ou adulto que não estudou no tempo certo. Vivemos num mundo global onde todos colaboram para aprender mais. Precisamos de mais autonomia e de governantes que confiem no nosso trabalho!

    Responder

  4. Sueli

    set 07, 2013  at 15:10

    Na pagina 16 temos: “A perspectiva do trabalho com o currículo, em todas as etapas e modalidades da Educação Básica, é a de que as áreas do conhecimento e as diferentes linguagens se integrem para a formação de todas as habilidades e valores necessários à educação integral e humanizadora da criança, do jovem e do adulto”
    Focar nesta ou naquela área do conhecimento representa o risco de, em nome da urgência ou da precisão de habilidades, perderem-se os valores e a riqueza do que significa o conhecimento reflexivo, valorativo e crítico e
    não meramente instrumental.”

    Precisão e habilidade são os pontos principais para a capacidade de pensar e agir adequadamente no mundo. Tirar a capacidade de ter precisão ou habilidade em fazer algo é o fator principal para se gerar o analfabetismo.
    Sugiro que parem de infundir idéias de diluir o conhecimento. Só o fato de transformar matérias importantíssimas como Inglês ou Artes em projetos já demonstra a diluição dos conteúdos. Estão cada vez mais retirando matérias que fazem pensar para somente ensinar somente ler e escrever dos proletariados.

    Responder

  5. Rayane

    set 07, 2013  at 15:10

    Na pagina 38 vemos que: “A Educação de Jovens e Adultos (EJA) assumida como política pública,
    norteada pelo princípio da gestão democrática, contemplando a diversidade de sujeitos aprendizes e como instrumento para a educação ao longo da vida, destina-se aos jovens e adultos que não tiveram acesso ou não concluíram os estudos no Ensino Fundamental.”

    Na teoria é lindo, mas na pratica somente vejo escolas noturnas sendo fechadas por políticas de Diretoria de Ensino, dirigentes e supervisores.
    Sugiro que abram realmente as escolas a noite para termos turmas de EJA. Que façam ampla divulgação. Que parem com esta política de amedrontar professores do noturno dizendo que a sala será fechada. E PRINCIPALMENTE:
    PAREM DE COLOCAR JOVENS INDISCIPLINADOS DO FUNDAMENTAL JUNTO COM OS TRABALHADORES ADULTOS.
    A DEMANDA É BAIXA EM ALGUMAS ESCOLAS, PORQUE OS ADULTOS QUE TRABALHARAM O DIA INTEIRO NÃO AGUENTAM FICAR NAS SALAS COM ADOLESCENTES ATRAPALHANDO A AULA, FALANDO ALTO, E DESRESPEITANDO O PROFESSOR.
    ISSO É VITAL PARA TER MAIS PESSOAS NAS SALAS DE EJA.

    Responder

  6. brunonicoletti

    set 09, 2013  at 15:10

    - EJA no noturno nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs)
    - EJA modular em 17 escolas da Rede
    - 14 Centros Integrados de EJA (Ciejas)
    - Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova)
    - Centro Municipal de Capacitação e Treinamento (CMCT)
    com 31 centros com o EJA vai melhorar
    sendo17 com o EJA modular em escolas da rede
    14 centros integrado de EJA (Ciejas) vai melhorar os estudos

    Responder

  7. kely

    set 09, 2013  at 15:10

    MUITOOO EXPLICATIVOOO

    Responder

  8. thayane

    set 09, 2013  at 15:10

    o site ensina muitoo pra quem tem interesse

    Responder

  9. Emanuele e Ana Julia

    set 09, 2013  at 15:10

    Eu achei muito interessante, e ainda dá muitas oportunidades para as crianças e adolecentes terem um futuro melhor. E ainda ensina para quem tem interesse.

    Responder

  10. Patricia

    set 09, 2013  at 15:10

    EJA semestral!!!!! Como ficará a situação dos professores quando no segundo semestre fecharem salas? Perderam a JEIF? Ou a jornada será respeitada?

    Responder

  11. Professores de EJA - Elisa, Helena, Marcos e Maria Aparecida

    set 10, 2013  at 15:10

    Achamos muito interessante que o PRONATEC possa atender aos alunos da EJA porque eles realmente precisam ter acesso ao ensino profissional, com urgência.

    Responder

  12. Professores de EJA - Elisa, Helena, Marcos e Maria Aparecida

    set 10, 2013  at 15:10

    Achamos importante a questão da semestralidade porque estimula e flexibiliza a formação do aluno, mantendo, no entanto, a atribuição de aulas anual para o professor, porque também tranquiliza os profissionais da educação..

    Responder

  13. Valquiria

    set 10, 2013  at 15:10

    Acredito que a semestralidade no EJA auxilia o aluno e estimula seu retorno ao estudo. Creio, tambem, que auxilia o professor na elaboração de seu planejamento e desenvolvimento de suas aulas.

    Responder

  14. Prof@ Salete

    set 11, 2013  at 15:10

    Considero que a mudança da EJA para semestral é fundamental, ou ainda, essa mudança precisa ser com urgência, de imediato para 2014.
    Vejo que nos últimos anos houve muita desistência nas salas de EJA devido o processo ser anual, há um desinteresse do aluno principalmente os que já haviam concluído a 5ª série (6ªano) ou a 7ª série (8º ano).
    Nesse sistema, na escola que trabalho, a cada ano estão fechando salas. Para o ano de 2014 contaremos apenas com 1 sala de cada etapa. (I, II, III, IV) e a tendencia é fechar totalmente o período noturno.

    Responder

  15. André

    set 11, 2013  at 15:10

    Complexo, a semestralidade seria o ideal se os nossos alunos ainda correspondessem ao perfil dos estudantes da EJA de meados do século passado, mas não é o que acontece… Temos, principalmente nas etapas finais, um número muito grande de jovens, menores de 18 anos, frutos do “fracasso” escolar (que parece estar de novo na ordem do dia da nova gestão – ciclo com reprovação não é ciclo)… o que faremos com os menores que concluírem o 9º ano (8ªsérie) em julho? Estes não poderão seguir no Ensino Médio, uma vez que não há ensino regular com início em agosto e o EJA do ensino médio exige 18 anos completos… Vamos gerar mais exclusão? E não adianta dizer que a anuidade do curso gera evasão, o maior problema está no sistema de matrícula que estupidamente separa os alunos por CEP, o que gera grandes transtornos para os educandos…

    Responder

  16. Anderson da Costa e Silva Grecco

    set 11, 2013  at 15:10

    A ideia do EJA semestral pode ser muito boa mas meche com a vida funcional do professor que pode “cair de jornada” no meio do ano e não vejo esta preocupação no projeto e, antes de mais nada devemos garantir o direito de estudo do jovem e adulto acabando com a exigência de 25 alunos para “abrir” uma sala.

    Responder

  17. Hélio José Priolli dos Santos

    set 12, 2013  at 15:10

    A volta da EJA semestral é importante para o aluno que se sente desmotivado ao ter um ano inteiro pela frente para depois mudar para outra etapa. Quando aconteceu esta mudança de semestral para anual, pensou-se apenas nos professores e em suas jornadas, primeiro acho que esta discussão de jornada é num outro momento. Pude observar como os alunos se sentiram desmotivados a continuar, na transição já havia alunos desistindo do curso. Para os alunos a EJA semestra é um momento importante porque ele vislumbra uma espécie de “corrida contra o tempo”, esse pensamento é do aluno direito total dele pensar assim. Até nós quando vamos fazer um curso queremos sim saber sua duração, e quanto mais rápido ele acontecer melhor. Acho a idéia da EJA semestral uma oportunidade de atração de mais alunos para o ensino noturno. Quando a EJA era semestral os educadores se organizavam na hora da escolha de aulas para montarem suas jornadas e havia muito mais turmas do que atualmente. Aliás foi exatamente com a implantação da EJA anual que muitas escolas acabaram por fechar o curso noturno.

    Responder

  18. Juan Farré

    set 12, 2013  at 15:10

    Desde que a atribuição para os professores de EJA seja anual e não semestral, sou à favor,pois necessitamos dar mais oportunidades pára esse público-alvo que é tão deixado de lado… seria um incentivo para que os mesmos voltem a estudar..

    Responder

  19. Luccya Luccya

    set 13, 2013  at 15:10

    Acredito que a semestralidade é a forma mais correta para a EJA no entanto preocupa a questão da atribuição de aulas. Como ficará a jornada caso no segundo semestre a escola não tenha o mesmo número de turmas do começo? mesmo com atribuição anual de aulas e cai de jornada ou esta será garantida?

    Responder

  20. Edivan

    set 14, 2013  at 15:10

    Espero que invistam de verdade na EJA. Porque a realidade aqui na zona sul é do fechamento de salas. Aqui na Escola onde eu trabalho fecharam 5 salas. Os alunos estão desesperados com medo de fechar as outras 3 classes que restaram e e não terem onde estudar no ano que vem.

    Responder

  21. Simone Negreiros

    set 14, 2013  at 15:10

    A EJA é muito importante para uma cidade como São Paulo, que é o coração financeiro do país. É preciso garantir o acesso de “TODOS” ao direito á educação, mesmo áqueles que não o tiveram na idade certa.
    Para tanto é necessário respeitar o aluno trabalhador, disponibilizando a ampliação do número de vagas nas escolas onde já existe o EJA.

    A estratégia de só abrir as salas com a existencia do aluno. Considerando que os alunos da EJA se matriculam em peso no mês de janeiro, não se torna contraditória? Se as salas não estão previstas, como é que se pode matricular o alunos na escola que eles escolheram????

    Se as salas só serão abertas no próximo ano, os professores já estarão acomodados em outras escolas. O aluno do EJA iniciará o ano letivo sem professor?? E o professor terá que entrar obrigatóriamente na remoção da escola onde já desenvolve um Projeto, no qual valoriza a Educação de Jovens e Adultos, para o alunos começar o ano sem professor????

    Responder

  22. Vânia do S Fernandes

    set 16, 2013  at 15:10

    Sou professora de Português da EJA da EMEF Professora Marina Melander Coutinho (Capela do Socorro) e após discussão com os demais colegas, direção e coordenação propomos o seguinte: nossa escola funciona em três períodos e os alunos da EJA frequentam ás aulas das 19h às 23h.
    Em pesquisa realizada com os nossos alunos percebemos que muitos poderiam estudar em horário diferenciado das 17h às 20h e outros das 20h às 23h.

    Outras necessidades urgentes:a redução de alunos por sala; material pedagógico adequado e atualizado à EJA; cursos de atualização para os professores; verbas específicas para atividades culturais (cinema, teatro, exposições, transporte etc); supervisores com conhecimento e experiência em escolas que tenham EJA; reuniões periódicas com professores de escolas que tenham EJA (por subprefeitura) para troca de experiências e apresentação de trabalhos de alunos; divulgação na mídia informando a população para matrículas nas escolas que tenham EJA; convênios/parcerias locais que potencializem a realização de cursos e abertura de vagas de trabalho para alunos da EJA.

    Responder

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