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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
Alunos do projeto Imprensa Jovem (Foto: Reprodução) Alunos do projeto Imprensa Jovem (Foto: Reprodução)

O Programa Mais Educação São Paulo, que pretende reorganizar o currículo da Rede Municipal de Ensino, quer incentivar a autoria e a criatividade dos estudantes do Ensino Fundamental. Uma de suas propostas é a criação do Ciclo Autoral, que busca estimular os estudantes a se envolverem em projetos multidisciplinares.

Esse ciclo será composto pelos três anos finais do Ensino Fundamental e trabalhará com a leitura, escrita e solução de problemas matemáticos, além de pesquisas em todas as áreas do conhecimento. Conforme a Minuta da Consulta Pública do Programa, haverá estimulo ao compartilhamento das informações visando à emancipação para a participação social e cidadã, própria para a idade dos estudantes dessa fase do ensino.

Ao fim do ciclo, o Mais Educação São Paulo propõe um trabalho de conclusão. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação (SME), esse trabalho não será nos moldes acadêmicos – como os Trabalhos de Conclusão de Cursos (TCCs) de faculdades. A ideia, na verdade, é estimular a criação de projetos que façam uma intervenção na comunidade escolar e que tenham caráter interdisciplinar.

A Rede já coleciona exemplos de projetos bem-sucedidos, conforme aponta a SME. Há trabalhos com a criação de rádios na escola, ou de criação de filmes, por exemplo, que estimulam o olhar crítico dos estudantes do Fundamental. Algumas iniciativas podem ser consultadas na seção de boas práticas deste site.

Um dos desafios da medida é a formação para os professores que ainda não estão habituados a realizarem projetos coletivos multidisciplinares. Para tanto, o Programa pretende criar um sistema de formação dos profissionais.

Se você quer mais informações sobre este e outros temas, acesse a Minuta da Consulta Pública.

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Discussão - 39 comentários
  1. Sara e Amanda

    set 09, 2013  at 13:47

    Eu acho bom por eles tarem dando oportunidades aos jovens de baixa renda. Que estao realmente precisando e querendo porque nao adianta dar oportunidades pra quem nao quer.

    Responder

  2. Sara e Amanda

    set 09, 2013  at 13:47

    Eu acho bom pois e sempre bom dar oportunidades para os jovens que realmente querem aprender pois dar pra quem nao quer tipo nada ve.

    Responder

  3. claudia Alves da Silva

    set 09, 2013  at 13:47

    eu entendi sobre um trabalho de conclusao de acordo com a secretaria municipal de educaçao que é de desafios da formaçao para os professores que ainda nao estao habituados realizaram projetos coletivos multidisciplinares.para tanto o programa resloveu criar um sistema de formaçao dos profissionais

    Responder

    • claudia e fernanda

      set 09, 2013  at 13:47

      eu entendi sobre um trabalho de conclusao de acordo com a secretaria municipal de educaçao que é de desafios da formaçao para os professores que ainda nao estao habituados realizaram projetos coletivos multidisciplinares.para tanto o programa resloveu criar um sistema de formaçao dos profissionais

      Responder

  4. renan

    set 09, 2013  at 13:47

    só nao entendo porque isso nao esta tendo uma votaçao

    Responder

  5. ANTONIO DIAS NEME

    set 09, 2013  at 13:47

    ALUNO AUTOR

    Cada palavra dita carrega a questão da autoridade e da autoria, o que implica considerar os alunos como sujeitos sociais de seu trabalho, sujeitos que podem conquistar sua autoridade e autoria. Devemos compreender que as novas propostas, novas alternativas curriculares, as novas soluções para velhos problemas não podem ser simplesmente implantadas, mas devem ser coletivamente construídas. Precisamos ter uma base, precisamos de diretrizes, é necessário estudar teorias, mas não há como esperar soluções redentoras rápidas: o trabalho escolar é fruto da ação coletiva crítica e criativa. Supor, ao contrário, que há uma única melhor saída pode até fazer com que as novas formulações sejam repetidas ao nível do discurso. Mas essa falação será incapaz de converter pessoas e reverter processos, e dificilmente conseguirá trazer benefícios efetivos para a prática educativa.
    Acreditamos que a arte, a sensibilidade e a afetividade são fundamentais nesse encontro e nessa busca é importante e necessária a dimensão do sonho-esperança não apenas no sentido individual, mas principalmente no sentido da utopia e da aposta coletiva. Porque cada época sonha não somente a seguinte, mas ao sonhá-la força-a a despertar.
    Enfim, arte e vida estabelecem uma infinidade de inter-relações. A arte pode provocar uma grande necessidade de atuar, dependendo daquilo que libere ou reprima. Ela surge da vida e para ela está voltada, não podendo ser considerada como enfeite ou algo supérfluo. A arte pode provocar e ao mesmo tempo equilibrar crises em momentos cruciais da existência humana. Concluímos: “quando a justa tensão e a harmonia da alma chegam a perder-se, é preciso começar a bailar “.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

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    • Verônica Maria Garbim

      set 12, 2013  at 13:47

      Estamos preocupados com relação a implementação da proposta nas escolas Bilíngues para surdos.
      Nessas escolas a apresentação do trabalho autoral do alunos surdo vai ser considerada em LIBRAS já que é língua materna especifica deste aluno é a língua de sinais?

      Responder

  6. Liliana I Vieira

    set 09, 2013  at 13:47

    Ser autor, qualquer um o é, desde que letrado.Cada um tem um DNA, um RG, uma história de vida, uma gama de experiências.Sendo humano, a condição de ler e escrever vem junto com o “pacote”.Porém, é preciso saber o que se espera de um aluno autor. Em que aspecto? Técnico, literário? A forma mais adequada seria trabalhar de maneira sequencial nas séries, até chegar no artigo de opinião e não TCC.
    Profa. Liliana I Vieira

    Responder

  7. Professora Débora Catarino

    set 09, 2013  at 13:47

    O Protagonismo Juvenil é algo muito importante e relevante a ser desenvolvido nas escolas públicas. Mas, para que ele aconteça de fato, o jovem tem que querer participar. Toda proposta que é imposta a todos não funciona porque vai na contramão do próprio modelo de projetos e do protagonismo. Porque o governo acha que o jovem que não quer hoje aprender a ler e escrever, não quer hoje fazer as tarefas propostas em sala de aula e em casa, não quer hoje respeitar o professor e o espaço escolar vai querer amanhã participar de projetos interdisplinares e ações de protagonismo? O aluno é o mesmo. A comunidade é a mesma. Porque é somente o professor que tem que passar por formações e formações a cada novo governo? Será que o problema somos mesmo nós, professores? Teremos agora que reaprender a trabalhar como se fóssemos os grande culpados da falência da educaçâo em São Paulo. Só falta me dar um atestado de incompetência para assinar.

    Responder

  8. cristina

    set 09, 2013  at 13:47

    Projetos coletivos multidisciplinares……… esse é o grande nó! E esse nó nao foi dado pela falta de formação dos profissionais ,mas sim pela dificuldade de mudar suas praticas educativas.

    Responder

  9. Soraia

    set 09, 2013  at 13:47

    Não acredito em um sistema de avaliação sério com a instituição de dependências no Ensino Fundamental.

    Responder

  10. Ligia Gomez

    set 10, 2013  at 13:47

    Acho bacana o incentivo aos projetos de caráter interdisciplinar que, na verdade, já ocorrem na rede e são bem êxitosos. Quanto ao “TCC”, espero mesmo que não seja nos moldes acadêmicos e que tenha uma função de intervenção/ protagonismo social. Acho também que esses cursos de formação de professores devem ser oferecidos, melhorando/ promovendo os trabalhos que já são realizados; dando ainda subsídios aos projetos interdisciplinares.

    Responder

  11. Antonio Vaz

    set 10, 2013  at 13:47

    Se tiver, no máximo, 20 alunos por sala será o máximo!

    Responder

  12. Paulo Lima

    set 10, 2013  at 13:47

    Acho desafiador e ao mesmo tempo interessante a proposta. Se houver uma real integração entre os diversos segmentos públicos, ongs e comunidades dos bairros, talvez possamos criar uma geração mais cidadã e consciente. Basta saber como isso se articulará dentro da escola, quem serão os “orientadores” e quem buscará as articulações transdisciplinares.

    Responder

  13. Maria Lucia da Silveira

    set 10, 2013  at 13:47

    Como assessora de Ações Temáticas da Secretaria de Políticas para as Mulheres devo alertar para uma ausência ou cegueira quanto às relações de gênero no espaço escolar: seja no currículo, no conteúdos curriculares ou na formação de educadores e nas práticas : as desigualdades de gênero não desapareceram na escola. As meninas já estão incluídas, mas ainda estão sendo dirigidas para as tarefas tradicionais! Haja vista na p.41- formação para o mundo do trabalho em EJa – no CMCT há cursos de corte e costura, certamente dirigidos às mulheres! E informática: tem de ter em alfabetização digita,l coisas novas! Dá pra alfabetizar com novas concepções menos tradicionais nos papéis de gênero!
    Acho que nas ações temáticas e temas prioritários precisa acrescentar relações de gênero no currículo e educação para a igualdade de gênero, valorização da diversidade. Ou seja ir além da educação não sexista, diríamos co-educação. Além disso, é preciso incluir a educação em sexualidade. Que está totalmente ausente da rede. São temas candentes recomendados no Plano Nacional de Políticas para as mulheres e nos documentos da OEA, UNICEF e UNESCO sobre a crucial importância da escola na educação em sexualidade. Outra questão: a questão da laicidade do estado. A sexualidade faz parte do sujeito que ensina e que aprende. Aliás estou vendo a influência religiosa entre educadores em muitos momentos em que estive em escolas! Espero que sse documento propicie e alerte a opção de incluir essas temáticas nos projetos político-pedagógicos. Aliás , a linguagem voltou para o masculino: sugiro denominar Sistema Municipal de Formação de Educadores e não EDUCADOR! Senão teria de ser de educadoras também. Aliás, a maioria na escola são de educadoras!As questões de gênero não foram transversalizadas na verdade e é preciso destacá-las. As questões de gênero não podem ser contidas na diversidade, sobretudo porque as mulheres são maioria e estão em situação de desigualdade. Quando serão dadas as condições de alterar e visibilizar de modo mais oportuno essas questões senão na reorientação curricular. Gênero AINDA cabe destacar!

    Responder

  14. Professor Baüme

    set 11, 2013  at 13:47

    Como um aluno consegue ser “autor” com toda dificuldade que enfrenta diariamente na sala de aula? A bagunça, a indisciplina, a violência, os abusos, as ofensas e as drogas fazem parte do dia-a-dia das escolas municipais.

    O aluno quando levado à direção, NADA ACONTECE. A família não é responsabilizada com efeitos para promover uma mudança, e os alunos, TODOS, é que pagam por isso.

    Precisamos de uma reforma nesse sentido, em que comportamentos extremos de abusos e violências não ocorram nas escolas, tendo cada unidade a AUTONOMIA necessária para tomar decisões que comprometam as famílias a realizarem seu papel de educador, ao invés de apenas “doar” o dependente à escola.

    A reforma não deveria desconsiderar esse ponto, tão importante e cobrado pela sociedade.

    Responder

  15. Barro Branco

    set 11, 2013  at 13:47

    Concordamos com as novas mudanças no processo de avaliação externa , e a utilização de seus resultados , porém não concordamos que o PDE deve ser agregado a estas avaliações e sim aos benefícios dos alunos ( leite, bolsa família, uni8formes etc.). Os professores devem ser avaliados pelo seu desempenho, e o mesmo deveria acontecer com os alunos, estes devem passar por processos de avaliações não só externos mas sim internos, ou seja, a própria escola deve avaliar os alunos, sendo assim as avaliações seriam pontuais, pois estariam de acordo com o contexto histórico do aluno.

    Responder

  16. Solange Corregio

    set 11, 2013  at 13:47

    Muitas coisas precisam ser levadas em conta quando se fala em avaliação, ainda mais atrelada a questão da autoria.
    Primeiro temos que responder que tipo de avaliação queremos, pois quando se fala em implantar novamente notas em vez de conceito podemos cair no erro de passarmos a enxergar a avaliação como classificatória e não formativa, como o documento propõe.
    Segundo, a matriz curricular com essa nova proposta terá que mudar e estarmos de posse dessas novas matrizes é essencial até mesmo para opinarmos se é possível ou não as adequações do currículo com a proposta, pois sem esses norteadores é impossível visualizar uma avaliação e todas os desdobramentos que são necessários.
    Terceiro, a rede tem que pensar bem uma formação voltada para preparar o professor a trabalhar com projetos interdisciplinares, e não só isso, é necessário rever cargas horárias e proporcionar maior maleabilidade nos horários dos professores e nos tempos e espaços que hoje são fixos dentro da escola, pensar em profissionais para articular essas mudanças e organizações diferentes em conjunto com os coordenadores pedagógicos…somente com essas ações conjuntas seja possível efetivar uma proposta tão complexa quanto essa.
    E quarto, é preciso deixar bem claro que tipo de autoria se deseja e quais os objetivos que se quer alcançar com esses projetos para não cair no vazio e para direcionar o acompanhamento pedagógico.
    E por fim, e mais importante, é necessário uma política pública ( e não individual de cada unidade ) que realmente garanta a participação da comunidade na escola e no processo avaliativo, pois o que se percebe é que os pais estão com dificuldade de acompanhar nossos estudantes, muitos tem que se preocupar com o sustento e não podem colocar seus empregos em risco para comparecer a uma reunião de pais, para apenas exemplificar, fora os casos de omissão que também existem – apenas colocar as notas na internet não será suficiente, pois muitas vezes necessitamos do pai presente na escola, como no caso de acidentes ou violência que muitas vezes a escola se depara e com certeza muitas escolas já devem ter passado pela mesma situação de nenhum responsável poder comparecer.
    Essas são algumas contribuições que espero que ajude a reavaliar as propostas colocadas pela prefeitura no sentido de que as mudanças possam realmente contemplar as necessidades da escola em todos os sentidos.

    Responder

  17. Denize Dias

    set 11, 2013  at 13:47

    Parece repetitivo mas continuo a afirmar que enquanto houver um número excessivo de alunos por sala, uma indisciplina generalizada e a não valorização do ensino na sociedade não hávera mudanças e nem autoria. Não vale usar meia dúzia de alunos bem sucedidos e dizer que funcionou!

    Responder

  18. Augusto

    set 12, 2013  at 13:47

    Este sistema, assim como o sistema de educação ideal que eu vislumbro, não somente para a Cidade de São Paulo, mas também para o estado Brasileiro como um todo, deve privilegiar acima de tudo a independência do estudante em optar pela execução de um projeto de seu interesse, baseado em um tema que ele considere interessante, contando com a orientação de algum professor ou professores. No entanto, a independência do aluno deveria ser estimulada desde seus primeiros anos na escola, através de uma reestruturação do sistema de ensino, vislumbrando algo mais lúdico e menos baseado em decoração de assuntos que são apresentados desconectados da vida prática do aluno. A ideia de educar através do desenvolvimento de projetos (e não jograis ou seminários realizados esporadicamente em sala, em que o aluno acaba somente por decorar ou ler uma folha de papel em frente aos colegas, que sequer prestam atenção à apresentação) permite ao estudante se envolver mais com seu tema de pesquisa, percebendo o potencial de sua participação ativa na sociedade e no mundo em que vivemos. A interação com a sociedade pode, claro, iniciar-se no ambiente escolar, ao se promover projetos interdisciplinares entre alunos de diferentes anos, incluindo também funcionários da escola. No entanto, isto deveria se expandir para além dos muros do colégio, através de eventos como feiras de ciências, passeios científicos e pesquisas de campo, visitas a locais de trabalho de diferentes áreas, outras escolas, faculdades, outros bairros, museus e cidades do interior, no intuito de ampliar o repertório curricular básico e cultural dos alunos. Os modelos de ampliação curricular promovido por entidades como o FDE, por exemplo, embora tenham a melhor das intenções, acaba por perpetuar a sistematização da dependência e infantilização de nossos estudantes, que são levados para locais e eventos culturais unicamente através de um acordo com o colégio, sem ser levada em conta a iniciativa própria dos estudantes, que só é possível de existir se sua independência estiver exercitada e se ele for exposto, desde pequeno, às diversas possibilidades de áreas e temas pelas quais ele pode se interessar, incluindo a área cultural. Eu trabalho com Educação não formal e atendo grupos de estudantes contemplados pelo FDE. Muitos não possuem interesse no momento em ver o local no qual estão, pois não escolheram: foram pois, dentro do ambiente escolar atual, seu senso crítico e potencial articulador de opiniões e escolhas independentes é tolhido. A visita é tida como um passeio da escola, e não uma escolha de algo que possa ser feito fora dela, algo que faça parte da vida de alguém. Nós apenas nos envolvemos positivamente com algo, de uma maneira mais rápida e eficaz, quando sentimos que aquilo pode fazer parte de nossa vida e nos envolvemos pouco a pouco diariamente. Seminários não são uma maneira de fazer isso. Forçar os alunos a ler textos e obrigá-los a responder questionários também não é uma maneira de fazer isso. Acredito que exemplos nacionais e internacionais de sistemas de ensino revolucionários, mais saudáveis e eficazes, formadores de cidadãos participantes, menos alienados e menos infantilizados pela mídia e sociedade.

    Responder

  19. Pablo

    set 12, 2013  at 13:47

    ajudar os jovens de baixa renda é algo que deveriamos ver mais por ai

    Responder

  20. Filipi Campos

    set 12, 2013  at 13:47

    Essa ideia e otima em fazer mais atividades interativas com os alunos,como filmes radios e etc.

    Responder

  21. tatiane e emillyn

    set 12, 2013  at 13:47

    Sera Legal Ter 18 Alunos na Sala De Aula . Não acredito em um sistema de avaliação sério com a instituição de dependências no Ensino Fundamental.Projeto coletivo multidisciplinar é o grande nó !!!! não pela falta de formação dos profissionais, mas sim pela dificuldade de mudar suas praticas educativas.

    Responder

  22. tatiane e emillyn

    set 12, 2013  at 13:47

    Eu acho bom por eles tarem dando oportunidades aos jovens de baixa renda. Que estao realmente precisando e querendo porque nao adianta dar oportunidades pra quem nao quer
    Não acredito em um sistema de avaliação sério com a instituição de dependências no Ensino Fundamental.eu entendi sobre um trabalho de conclusao de acordo com a secretaria municipal de educaçao que é de desafios da formaçao para os professores que ainda nao estao habituados realizaram projetos coletivos multidisciplinares.para tanto o programa resloveu criar um sistema de formaçao dos profissionais.

    Responder

  23. Marcelo

    set 12, 2013  at 13:47

    Há necessidade de esclarecimento sobre o TCC proposto no referente a orientação dos estudantes e da vinculação, ou não, deste trabalho com a aprovação do aluno no Ensino Fundamental.
    É uma questão que envolve organização do tempo e do espaço. É necessário dizer como será feito. Difícil avaliar algo apenas pela intenção, sem ter conhecimento do como será realizado!

    Responder

  24. Clebison

    set 12, 2013  at 13:47

    Todo projeto que visa contribuir para o crescimento intelectual da criança ou adolescente é bem vindo desde que haja compromisso por parte dos professores que estão em estagio avançado para a aposentadoria e não querem se envolver em nada novo e os novos professores devem continuar a busca novas alternativas principalmente no meio tecnológico que tem muito a contribuir para a formação e construção do conhecimento.

    Responder

  25. ivinides

    set 12, 2013  at 13:47

    a proposta parece boa, mas como vai ser a avaliação ?isso não ficou esclarecido.

    Responder

  26. Nelson

    set 12, 2013  at 13:47

    Como futuro professor acho extremamente louvável a atitude do governo no engajamento desses projetos. Infelizmente, para a população de baixa renda geralmente o único contato com a cultura de maneira direta se dá no período escolar, então, quem sabe essa ação já incentive as crianças a buscarem mais conhecimento ao terminarem o ensino regular. Através desse trabalho de conclusão, que diga-se de passagem achei muito interessante, a avaliação será feita de maneira genial, servindo como um esclarecimento no sentido de se as propostas foram alcançadas, identificando seus pontos fortes e fracos.

    Responder

  27. Juliana Cristina Santos Reis

    set 13, 2013  at 13:47

    A necessidade em envolver esses jovens em projetos é fundamental pois é papel da escola proporcionar a “mudança” para que o individuo possa conhecer o seu lugar na sociedade e a importancia dele nessa sociedade.
    Portanto é uma ferramenta indispensável para que se reveja as práticas.

    Responder

  28. CEI PINHEIROS

    set 13, 2013  at 13:47

    Um currículo integrado pressupõe um eixo norteador e as especificidades de cada comunidade. Pressupondo a qualidade da educação infantil e o direito a aprendizagem das crianças de 0 a 3 anos que permanecem 10 horas na unidade consideramos importante rever:
    • Tempo de permanência das crianças no CEI de acordo com as especificidades/ demanda da região, podendo variar de 8 a 10 horas.
    • Proporção criança e adulto: berçário 5 para 1, B2 7 para 2 , mini grupo 10 para 1 e mini grupo 2 15 para 1 .
    • A integração do currículo das diferentes unidades pressupõe as características, de cada faixa etária e inclusive as do ensino básico.
    integração das propostas atuais com as´ publicações de SME até a data atual, ex. ” “Orientações curriculares”

    Responder

  29. IRIS FELIX - ESTÁCIO

    set 15, 2013  at 13:47

    A proposta parece ser interessante, a reorganização do currículo seria realmente uma porta para o desenvolvimento educacional, estimular os estudantes a se envolverem em projetos escolares é estimular o aluno na busca do conhecimento.
    Envolver a comunidade é de suma importância, e garantir que esse projeto aconteça precisa haver investimento no corpo docente.

    Responder

  30. Alessandra

    set 15, 2013  at 13:47

    É muito interessante, uma boa oportunidade para os jovens.

    Responder

  31. EMEF PEDRO GERALDO SCHUNCK

    set 15, 2013  at 13:47

    Com relação à dependência nos 7º e 8º anos do ciclo autoral:
    - acreditamos que a rede não tem estrutura para assumir esse trabalho e é contraditório quando se fala em recuperação continua.
    Em outra rede de ensino, a dependência não funciona e nossas escolas não tem espaço e preparo para implantar esta proposta.

    Responder

  32. Equipe Pedagógica do CEU EMEF Jaçanã

    set 15, 2013  at 13:47

    Algumas dúvidas do grupo com relação ao Ciclo autoral:
    Este programa será implantando no ano de 2014, assim, os alunos de 7ª e 8ª série farão o TCC? Este sistema é somente para o ciclo de 9 anos?

    Como será feita a dependência? Em qual turno? A escola terá autonomia?

    Como o aluno fará a dependência? Haverá um professor específico? Haverá um professor coordenador? Será realizada no contra-turno? Será por meio de trabalho?

    Suponha que um aluno está no 8º ano está com DP em matemática referente ao 7º ano. Este aluno irá mudar-se para outro estado onde não existe este programa? Como será feita a transferência?

    Como a escola irá organizar-se (vagas) com relação a questão da retenção? Onde colocaremos os alunos (espaço físico)? Haverá uma reestruturação e planejamento quanto a demanda?

    Considerando que o ultimo ciclo é autoral, qual o objetivo da retenção?

    Responder

  33. Claudete Bueno

    set 15, 2013  at 13:47

    INCENTIVAR A AUTORIA DOS ESTUDANTES

    No mundo globalizado, e com alto índice da ferramenta tecnológica, podemos concluir que uma das ferramentas mais importante para os nossos jovens; são os Computadores, e além disso os jovens de hoje, adoram a Comunicação entre si, ou seja, para que se tenha o interesse do alunos nas aulas é preciso utilizar essas ferramentas, no sentido de dar mais participação, mais envolvimento dessas crianças e adolescentes no Sistema Educacional. Com isso os Docentes ficariam menos Estressados, porque acompanhariam ao desenvolvimento tecnológico e o mundo Sustentável.

    Observem que um dos problemas da falta de controle dos professores: A maioria das crianças e adolescentes ficam sozinhos em casa, porque tanto a Mãe quanto o Pai trabalham. Porisso a necessidade de se criar interesses desses alunos dentro das Escolas, para que possam interagir, participar, dentro deste conceito Social que existe. Desde já Agradeço.

    Mãe e Participante do Conselho EMEF da Região de São Mateus

    Responder

  34. Jonas Waks

    set 15, 2013  at 13:47

    A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania sugere que os temas dos TCCs sejam vinculados às questões dos Direitos Humanos, tais como ações de combate ao preconceito, intervenções sociais nas comunidades, diagnósticos de violações, etc.Como o objetivo geral do ciclo autoral é promover a emancipação para a participação social e cidadã, trabalhos com esses temas contribuiriam para a realização do propósito do ciclo.

    Responder

  35. Fernando S. Almeida

    set 16, 2013  at 13:47

    Aproveito esse espaço para enaltecer a proposta de estabelecermos um caráter interdisciplinar para o currículo da rede municipal. Penso que quando fortalecermos os princípios da inter, multi e transdisciplinaridade estamos na verdade possibilitando uma integração mais humana e social entre os conhecimentos e saberes próprios de cada área do conhecimento. O TCC para o ciclo autoral também considero ser uma boa iniciativa, principalmente quando o visualizamos em experiências que podem representar a intervenção/contribuição dos estudantes diante de uma problemática do bairro, de alguma necessidade social da região ou ainda, diante de fatos e questionamentos próprios do ambiente escolar. Autoria também representa intervenção, capacidade de reconhecer quais necessidades, problemas ou dificuldades devem ser superadas diante do trabalho desenvolvido na escola ou da realidade vivida na comunidade. Portanto, o TCC será válido se estimular estudantes e professores a conhecer e intervir em sua comunidade local. Aproveito também para refletir sobre os conhecimentos que esses estudantes devem adquirir e nas habilidades a serem desenvolvidas em todas as áreas do conhecimento, de tal modo que sejam capaz de “criar”, de “agir diante do meio”, com tamanha propriedade e consciência daquilo que podem produzir na amplitude que um trabalho de conclusão de curso requer de seus concluintes. Para chegarem até lá deverão dominar conhecimentos e capacidades de cada componente curricular, para tanto considero que a rede municipal possui bons instrumentos de ensino, capazes de aprimorar essas habilidades oriundas da cada área do conhecimento. Cito, por exemplo, os CADERNOS DE APOIO E APRENDIZAGEM, semelhantes aos livros didáticos expõem boas sequências didáticas nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática. São positivos, pois trazem consigo atividades que estimulam o pensamento, a reflexão, o registro e a criação por parte dos estudantes. São boas ferramentas que não deveriam ser extintas do ambiente escolar, pelo contrário, são passíveis de aprimoramento constante, podem se articular muito bem com os cadernos interdisciplinares e livros didáticos no âmbito do PNLD. Além disso, tê-los em quantidade suficiente para cada aluno representa bom instrumento de registro e acompanhamento da aprendizagem, princípios tão bem destacados no documento base para reorganização curricular de nossa rede.

    Responder

  36. Edicleia Souza Saraiva

    set 16, 2013  at 13:47

    Esse projeto da secretaria municipal de educação, onde incentiva o aluno a escrever, é uma ótima forma de avaliação, pois um texto sobre determinado assunto fala muito de quem o escreve, e como se trata de um projeto de intervenção na comunidade escolar e a clientela que a escola atende, são os próprios alunos falando de coisas do dia-a-dia deles, dos seus anseios, sonhos, de esperança, onde a educação vai estar cumprindo o seu papel de transformação do indivíduo, do meio em que vive e possibilitar ao aluno o desenvolvimento da cidadania, onde ele é o sujeito do seu aprendizado, e interfere no meio em que vive. Já tive oportunidade de presenciar um projeto similar, em uma sala de EJA, onde os alunos escolheram os temas, e todos sempre com um contexto na vida deles, ao final houve uma apresentação para a sala, é um momento que o aluno tem de fato voz para externar suas opiniões e se mostrarem como veem a sociedade e como se sentem nela. Parabéns aos idealizadores.

    Responder

  37. Jucilene Barbosa

    set 16, 2013  at 13:47

    Acho muito importante essa iniciativa da secretaria municipal da educação, proporcionando aos estudantes do ensino médio, autoria em projetos que discutam a realidade local, assuntos que eles entendem e vivem no dia-a-dia deles, alem de construir aprendizagem eles poderão interferir em suas comunidades de forma politica e social.

    Responder

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