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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
Foto1

Construção de Unidades

A Rede Ensino de São Paulo é o maior sistema municipal de ensino do país, com cerca de 940.000 alunos matriculados, 84.000 profissionais e mais de 2.700 escolas. Ainda assim, existem filas na Educação Infantil, tanto na creche quanto na pré-escola.

O Plano de Obras da atual gestão municipal ampliará significativamente o número de vagas disponíveis para essas etapas do ensino, por meio da construção de 243 Centros de Educação Infantil – creches (com recursos próprios, por meio de convênios com o Ministério da Educação e com apoio do Governo do Estado) e 66 Escolas Municipais de Educação Infantil e Centros Municipais de Educação Infantil.

O Plano de Obras ampliará também o número de Escolas Municipais de Ensino Fundamental. Ainda existem 23 escolas municipais com 3 turnos diurnos, o que dificulta a extensão da jornada para esses alunos. A expansão das EMEFs tem o objetivo de extinguir o turno diurno intermediário, aumentando a capacidade das unidades de ampliar o período de permanência dos alunos na escola.

Além dessas Unidades Educacionais, o Plano de Obras contempla ainda a construção de 20 Centros Educacionais Unificados. Os novos CEUs serão construídos integrando áreas e estruturas já existentes (por exemplo, Clubes Escola) e se articularão com outros equipamentos de seu território.

Ampliação com Qualidade da Rede Conveniada

Além do Plano de Obras, serão tomadas medidas complementares para enfrentar o desafio das filas na Educação Infantil – creches. Nesse sentido, haverá ampliação qualificada dos convênios com instituições não governamentais, ampliando o número de vagas disponíveis.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte..

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Discussão - 179 comentários
  1. Roussel De Carvalho

    ago 15, 2013  at 01:38

    A ampliacao do numero de escolas eh estremamente importante. No entanto, muito cuidado deve ser tomado no planejamento da escola, os diferentes espacaos para professores, pais e alunos.

    O tipo de sala, tipo de iluminacao, tipo de carteira escolar adequada para a idade dos alunos, recursos dentro da escola como cantinas, banheiros adequados, sala de professores do tamanho adequado,

    O lixo escolar e como lidar com a reciclagem. Tudo isso deve estar no planejamento das obras.

    Criar uma nova escola ou expandir/renovar outras nao eh simplesmente um ato de colocar um predio.

    O espaco fisico tambem participa e colabora na aprendizagem.

    A facilidade da manuntencao tambem deve ser bem pensada.

    A escola de tempo integral necessita de espaco para outras atividades esportivas e de pesquisa (clubes de ciencias, musica, teatro, etc..) e aulas mais especificas como de linguas modernas (nao apenas o ingles)

    Muitas pesquisas a respeito de jovens jah alertou ao fato de que iniciar as aulas as 7:30 nao eh bom para o aluno. A escola de tempo integral nao deve ser uma “babah” para os pais. Deve inciar um horario mais adequado para o aprendizado (8:30 – 9) ateh as as 16h ou 16:30 ?

    Roussel De Carvalho

    Lecturer in Education, London Metropolitan University (Ateh 31 de Agosto)
    Lecturer in Science Education, Institute of Education, University of London (a partir de 2 de setembro)

    Responder

    • Deise Guerra

      ago 19, 2013  at 01:38

      Aumentar o número de escolas é uma necessidade, contudo, se faz necessário também diminuir a quantidade de alunos por salas, do contrário, continuaremos a ter alunos não assistidos de forma adequada e eficaz.

      Responder

      • Greice

        ago 24, 2013  at 01:38

        A ampliação na oferta de vagas é emergencial e a construção de novas escolas é algo prioritário. Não adianta aumentar o numero de vagas se a cidade não tem espaço apropriado para acolher estes alunos ( pensando num ensino realmente de qualidade ). A qualidade implica em condições estruturais e humanas adequadas. O que vê hoje em dia são escolas inadequadas para acolher a diversidade de alunos, salas de aula super lotadas, o que dificulta o trabalho do professor e prejudica sua saúde física e mental. Falta especialidades profissionais de apoio para atendimento aos alunos de inclusão.Portanto aumentar o numero de escolas significa possibilidades de diminuir numero de alunos em sala de aula e oportunizar ao professor condições de trabalho para um melhor,desempenho e qualificação.

        Responder

      • monica abud p cluz

        ago 28, 2013  at 01:38

        A ampliação do número de vagas é essencial, mas há que se pensar na redução de alunos por sala se pensarmos em qualidade.

        Responder

    • Fattyma Silva

      ago 20, 2013  at 01:38

      Toda creche tem que receber as crianças o quanto mais cedo possível,pois aqui em são paulo, não nos damos ao luxo de entrar no trabalho a qualquer horário isso sem falarmos no trânsito,se deixarmos nosso filho após as 8:30 que hora entraremos no trabalho e que hora saímos para retirar os mesmo entre as 16:00 e 16:30?e queremos uma creche de qualidade onde possam aprender,se educar,pratica de brincadeiras educativas,etc em período integral ou seja de acordo com a necessidade da população carente que não tem parentes e nem ganha o suficiente para pagar uma babá.Por isso estamos organizando um protesto para que nossos filhos fiquem na creche até os cinco anos,que essa portaria mude,pois a idade de crianças que completa 4 anos até março deve deixar a creche,isso não é justo e é desumano mandar crianças para EMEI,juntos com com outros de maior idade,só pra fica assistindo “TV” sem nenhum aprendizado e voltam pra casa sem cultura e cada vez mais sem respeito,isso não é educar,além de todos esses problemas ficam apenas algumas horas,onde temos que pagar pra alguém ficar o resto do dia,e EMEI falta de professores e organização pouco dedicação dos profissionais e os Pais não tem participação no conhecimento da escola onde é lei termos acesso.Queremos EMEI de tempo integral também estamos lutando por isso,nosso prefeito durante a campanha prometeu queremos urgente para 2014

      Responder

      • Cris Tiane

        ago 25, 2013  at 01:38

        Gostaria de deixar bem claro que enquanto o número de crianças por sala não for reorganizado, não adiantará nenhuma proposta. O atual número de crianças por sala existentes nas CEI’s, EMEI’s e Emef”s do múnicípio de São Paulo contradiz todas as propostas pedagógicas brasileiras e mundiais. Escolas particulares brasileiras não alfabetizam este número de crianças. Não há professor que consiga atender 38 crianças com diferentes necessidades!!! Enquanto existir pais querendo que seus filhos fiquem até os 10 anos na “Creche” (pois ainda desconhecem o Centro de Educação Infantil), pois não tem com quem “deixar”, desvalorizando o trabalho realizado na EMEI, ninguém chegará na EMEF. Ora senhor prefeito e equipe de educação! Deem ao povo o que o povo pede e necessita “ORFANATOS” e assim aos que necessitam de “EDUCAÇÃO” educação básica e de qualidade!!!

        Responder

    • Janaina Lima

      ago 28, 2013  at 01:38

      Muito importante também é a redução do número de crianças por educador; com menos crianças por educado termos mais qualidade na educação infantil.
      Referente os CEMEIs, preocupa-me a questão da jornada dos professores, isso pq – atualmente – PEIs (professores de CEIs) têm jornada diferente de PEIFs (Professores de educação infantil e ensino fundamental), em minha concepção, professores são professores, com formação para atuar na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, então deveriam ter possibilidade de carga horaria igual (JBD, JEIF ou J30) de forma que fossem viabilizados os acúmulos de cargos e que, com os CEMEIs os docentes pudessem transitar entre as 3 fases da educação basica 1 (cei, emei e emf fund 1)

      Responder

      • ines ap do n sztybe

        ago 29, 2013  at 01:38

        Li da colega que seria interessante viabilizar horários que permitissem os acúmulos. Caramba! Será que não chega de desvalorização de fora, vamos nos desvalorizar internamente? Acúmulo é uma coisa que se faz por necessidade financeira, ninguém quer acumular. Precisamos sim lutar por jornadas e salários dignos, além é claro de um número de alunos viável, brigar para conseguir acumular é brigar pelo sucateamento da nossa profissão.

        Responder

      • ines ap do n sztybe

        ago 29, 2013  at 01:38

        Continuo falando das vagas para educação infantil, que é o que conheço melhor. Sabemos que há CEIs superlotados e subutilizados, isso depende da região. A maioria excede o número de crianças. Bom se realizássemos a adequada transformação para os CEMEI’s, tratando tudo como educação infantil, voltaríamos ao velho modelo das “Creches Pré-Escola”, das quais restou apenas os prédios nas mãos de convênios e educadores com saudade, como eu. Trabalhávamos de 0 a 6 anos 11 meses e 29 dias. Período integral e férias em janeiro. Deste tempo meu único reparo é que, na época o corte de público alvo era pela faixa de renda. ( Creche era coisa de pobre e pronto, filho do rico ia pra escolinha). Até que a qualidade do nosso trabalho atraiu os trabalhadores das estatais que nos sustentavam, os filhos dos funcionários e a população em geral. Apesar de uma maioria de crianças de famílias em extrema carência financeira, outra parte era de famílias de classe”média” (hoje chamada classe média).
        Hoje não existe mais o corte de renda, e não existe mais recorte nenhum, existe apenas a fila e uma escola de educação infantil que não dá conta da criança cujos pais/responsáveis são trabalhadores. Então, para definir critérios e ser propositiva apresento duas questões/provocações
        1-Para quem será esta creche/CEi/CEMEI? (seja lá o nome que queiram dar.)
        Isso porque? Se for par manter o discurso dos últimos anos: “direito da criança”, não importando a situação da família, nem é necessário o período integral, 6 horas bastam. O formato de horário como está hoje não atende a família que precisa deixar os filhos para trabalhar, ninguém tem esse emprego em que se entra às 9 da manhã e se sai às 14:30 ou 15:00, basta fazer as contas. Uma família residente no Jd. Lajeado, cujos pais trabalham no setor de comércio, há duas horas ou mais de distância, deixa a criança na escola ás 7:00h (com sorte) e pega sua condução ás 7:15h. Demora 2 hortas ou mais para chegar ao trabalho, 9:00h ou passada, quantas horas poderá trabalhar para pegar sua criança às 16:30 ou 17:00h? Portanto o funcionamento de 10 horas diárias e as constantes interrupções de atendimento não possibilitam ao trabalhador deixar seus filhos em segurança, resta a rede particular.
        Voltando ao recorte de renda, (,meu reparo) não acredito nele, mas creio que em primeiro momento ele seja necessário. É urgente a situação das famílias cujos responsáveis são trabalhadores e/ou precisam ingressar no mercado de trabalho, desta forma vai minha segunda provocação/ proposta.
        2- oferecer vagas em todos os CEMEIs de 6 horas para todos que desejarem, com 12 horas de atendimento até 6 anos (5 anos 11 meses e 29 dias) e período integral aos que trabalham comprovadamente. Equacionar a rede e daí, concomitantemente, realizar as construções onde não há equipamentos ou há grande demanda para garantir maior qualidade de atendimento.
        Essa proposta é fruto de uma observação atenta, foram anos de educação infantil e outros tantos na gestão. Hoje muitas das crianças que frequentam o CEI, aliás a agrande maioria, não tem pais/responsáveis trabalhadores.
        Atendendo em meio período seria dobrado o número de vagas imediatamente e sobraria vagas para quem quer/precisa do integral.
        Tenho certeza que as mães trabalhadoras aplaudiriam a decisão e se sentiriam acolhidas após tantos anos de descaso do poder público.
        Ah! Outra questão. para as regiões onde há subutilização, fica também uma sugestão – (TEG para o infantil, é até berçário, porque não?) É mais barato que construir e as crianças amam passear de transporte escolar. Os pais gostam também.
        Pessoal, antes de construir vamos utilizar as saídas que já existem na rede. o meio período seria uma grande solução, perguntem aos pais.

        Responder

  2. Juliana

    ago 15, 2013  at 01:38

    A ideia de ampliar a rede de ensino é sempre muito boa para a população, desde que seja aplicada. Qualquer melhoria para a educação é sempre bem-vinda, por isso eu como cidadã da cidade de São Paulo, agradeço por estarem pensando no futuro das nossas crianças.
    O convênio com instituições não governamentais precisa ser rígido, para que pessoas mal intencionadas utilizem disso para o seu desfrute e prejudique as crianças.

    Responder

  3. Luciane Lima

    ago 15, 2013  at 01:38

    Em relação a Educação infantil é ótima as ampliações de vagas, mas é importante também investir nos profissionais que trabalham nesses locais, pois é fácil aumentar o numero de vagas e sobrecarregar os profissionais com muitas crianças em uma unica sala e apenas 1 ou 2 responsáveis.A secretaria deveria investir nos estudantes de pedagogia incentivando com estágios remunerados nestas unidades para que os mesmo possam ter a prática do que está sendo estuda.Tenho certeza que desta maneira os futuros educadores terão mais motivação pra realmente querer trabalhar com a educação.

    Responder

    • Luciana Diniz

      ago 26, 2013  at 01:38

      Enquanto na educação infantil houver salas com 35 crianças, não haverá qualidade na educação. Enquanto a educação infantil for tratada como o primo pobre da educação, n ão haverá qualidade na educação. Estamos falando em reorganização do ensino municipal, mas os pequenos da educação infantil não receberam até hoje, 26/08/2013 o material escolar. Acho que está na hora deste secretário começar a colocar o que já existe para funcionar direito, antes de propor mudanças. Acho o programa mais educação uma iniciativa desafiadora, mas acho que enquanto as salas forem superlotadas, não haverá mudança alguma.

      Responder

  4. Maria Marli do Nascimento

    ago 15, 2013  at 01:38

    Acho válido que acabe o turno intermediário, que se construam mais CEUS, mais Escolas de Educação Infantil (creche), para contemplar a demanda, inclusive, que sejam mantidos os convênios com instituições não governamentais.

    Responder

  5. Renilda Nogueira da Costa

    ago 15, 2013  at 01:38

    A Educação é a salvação do nosso País, da miséria, violência, corrupção, dentre outros fatos. Portanto, apoio 100% quanto ao término dos turnos diurno e intermediário, contudo, as obras deveriam ser mais agilizadas, pois, a carência é grande.

    Responder

  6. Luciane Aparecida de Freitas Ortega

    ago 15, 2013  at 01:38

    Só é necessário tomar certo cuidado quando se oferta vagas para educação infantil sem pensar nas idades. Pensar na educação infantil somente como socialização e brincadeiras é desconsiderar nosso trabalho primordial para toda a vida escolar desse individuo. A diferença de um ano até dois na educação infantil é grandiosa é como colocar um bebê junto com uma criança de 1 ano. Viveremos algo inusitado na emei repetência de um mesmo infantil. Já pensaram nisso!!

    Responder

  7. Sandra Pereira

    ago 15, 2013  at 01:38

    Deve diminuir a quantidade de aluno em sala de aula.De 30 para 25 seria o ideal para uma maior atenção.

    Responder

    • sonia maria

      ago 19, 2013  at 01:38

      SANDRA CONCORDO COM VC, SE QUEREMOS UM ENSINO DE QUALIDADE, PRECISAMOS TER CONDIÇÕES IDEAIS DE TRABALHO, O NÚMERO DE ALUNOS EM SALA, PREJUDICA O NOSSO TRABALHO.

      Responder

  8. Miriam Torres

    ago 15, 2013  at 01:38

    Gostaria de saber se o espaço do Clube de Regatas Tietê está incluso nesta proposta para mais vagas…e também gostaria de informar que já temos aqui uma estrutura de escola montada de Infantil ao Fundamental II com capacidade para 500 crianças….se tiver algum interesse estamos à disposição.

    Responder

  9. Valéria

    ago 15, 2013  at 01:38

    A SME precisa autorizar as matrículas no guichê das escolas, isso sim é uma verdadeira democracia, o pai podendo escolher a melhor escola para seu filho.

    Responder

    • Deise Guerra

      ago 19, 2013  at 01:38

      É preciso que a escola tenha autonomia para matricular os alunos da comunidade e do entorno, do contrário, os alunos se deslocam de lugares com realidades muito diferentes da comunidade local e o preço das peruas de transporte é alto…

      Responder

      • Sueli

        ago 20, 2013  at 01:38

        Concordo plenamente!

        Responder

  10. Regina

    ago 15, 2013  at 01:38

    Aproveitando o aumento no número de escolas. Que tal diminuir o número de alunos nas salas?

    Responder

    • MARIA APARECIDA

      ago 19, 2013  at 01:38

      ESSES ALUNOS NAO TEM RESPEITO PELOS OS PROFESSORES E NAO DAR VALOR DAS COMIDAS DA ESCOLA NAO CUIDAR DAS CADEIRAS DA SALA E ETC…OS PROFESSORES NAO QUEREM MAIS DAR AULA PARA OS ALUNOS PORQUE NAO QUEREM OBEDEÇER MAIS OS PROFESSORES.TEM PROFESSORES QUE TEM TÃO MUDAR OS ALUNOS MAIS TEM AQUELES NAO QUEREM NADA COM A VIDA MAIS TEM ALUNOS QUE QUE ESTUDAR E IGUAL EU.”ESCOLA EMEF JOSE DE ALCATARA MACHADO FILHO”

      Responder

  11. fmreis1977

    ago 15, 2013  at 01:38

    Parabéns para a Prefeitura de SP!! Belo projeto do nosso Prefeito e sua Equipe!! Conte com o apoio do povo de SP! Abraços.

    Responder

  12. Andrea Cunha Kron

    ago 15, 2013  at 01:38

    Tive a oportunidade de conhecer escolas de Educação Infantil situadas em complexos de CEU e fora deles, acho que as novas escolas devem contemplar as possibilidades que os alunos do CEU possuem como: Biblioteca adequada a faixa etária, salas de brinquedoteca, piscinas para recreação, quadras para incentivo de esportes, aulas extras como balet, judo, capoeira, etc… assim como minha filha mais nova teve estudando em um CEU e minha mais velha não teve em uma EMEI do bairro. É nítido o interesse pelas artes, literatura e esportes entre as duas, o contato gerou um interesse evidente.

    Responder

  13. Cibele Racy

    ago 15, 2013  at 01:38

    Gostaria de sugerir que se abram inscrições para as EMEIs interessadas em atender crianças de 0 a 5 anos e que detenham condições físicas para se transformarem em um Centro Municipal de Educação Infantil.(CEMEI)
    Há um projeto pronto de construção de uma creche, há mais de vinte anos, dentro do espaço da EMEI Guia Lopes e gostaríamos de nos candidatar.

    Responder

  14. janaina

    ago 15, 2013  at 01:38

    Na miha opiniao os CEIS nao deveriam ser conveniados

    Responder

  15. Bruno Martinelli

    ago 15, 2013  at 01:38

    Seria de extrema importância que a ampliação de vagas permitisse que os pais tivessem autonomia para escolher a escola em que seus filhos estudam de acordo com a proposta pedagógica, e não com o CEP de proximidade geográfica apenas.

    Responder

  16. Edilaine Pereira da Silva

    ago 15, 2013  at 01:38

    Se o Munícipio deve atender ao público do Ensino Fundamental, São Paulo
    tem que contemplar exatamente este público. As creches já eram problemas
    sem solução, nos governos anteriores, mas também o Ensino fundamental o é hoje. Então a alternativa para dar solução a esses dois problemas é a construção de mais unidades dos CEU´s, assim como ampliar os convênios com creches, até a construção de mais unidades municipais. As crianças mais velhas (ensino fundamental) se não forem logo atendidas, chegarão ao Ensino Médio sem a devida atenção.

    Responder

  17. José Carlos Barreto

    ago 15, 2013  at 01:38

    Acho importante a construção de pequenas escolas. Não dá mais para dar aulas em escolas com muitos alunos juntos. Há necessidade de salas de aulas com, no máximo, 20 alunos, principalmente onde há alunos com necessidades especiais;
    O professor que optar por dar aulas somente na Prefeitura de São Paulo tem que ter uma remuneração maior pela sua exclusividade;
    Alunos poderão ser matriculados se residem próximo àquela escola com o objetivo de fortalecimento de sua ligação com o bairro/escola/cultura;
    Aos professores, serão atribuídas 15 aulas. O restante, 10 aulas, serão para reforço escolar, execução de projetos, etc;
    Professores que não faltarem, durante 5 anos, terão um prêmio (em dinheiro ou licença-prêmio) expressivo;
    Alunos com necessidades especiais sempre serão acompanhados por profissionais formados sobre aquela determinada deficiência ou profissionais afins. O professor jamais poderá atuar sozinho em sala de aula sem o acompanhantes desses alunos;

    Responder

  18. lindalva

    ago 15, 2013  at 01:38

    Você só pode ter uma sociedade justa se tiver educação, nós estamos
    enfrentando vários problemas hoje, se não corrermos, teremos muito
    mais problemas em nossa sociedade.

    Responder

  19. lindalva

    ago 15, 2013  at 01:38

    Bom desejo ao nosso prefeito e secretário muita paz e luz com estas
    novas metas para educação.

    Responder

  20. eLIANE

    ago 15, 2013  at 01:38

    cada bairro deveria ter um CEU,a construção de novas escolas é urgente,pois acredito que as conveniadas não tem estrutura predial adequada para atender as necessidades dos alunos(espaços). A educação de tempo integral é importante, porém sem alterar o horario do professor, que deveria na escola ter os tres turnos para os professores que deveriam contar com o apoio de especilistas (PROF. DE ARTE,ED. FISICA,ETC.),TODOS CONCURSADOS.

    Responder

  21. José Sebastião Tito

    ago 15, 2013  at 01:38

    A escola municipal hoje já se consolidou apenas como um lugar para onde os alunos vão contra a própria vontade. Estando na escola, ocupam-se de conversas das mais variadas e desrespeitosas, não respeitam ninguém. Virou um local de bagunça e desrespeito de toda ordem. Os alunos vão para a escola para fazer tudo, menos para se ocupar com o que é próprio da escola. Para aprender é preciso ter disciplina, responsabilidade, interesse. Dada a problemática da indisciplina gravíssima já consolidada nas escolas, por conta do relaxo da progressão continuada, é preciso que a prefeitura baixe um código disciplinar rigoroso para punir os alunos transgressores da ordem e da paz, juntamente com o pacote de medidas anunciadas. É preciso também resgatar e fortalecer o que é inerente ao professor, ao mestre, a autoridade. A palavra do professor, no exercício sério de sua função, deve valer mais que a palavra de um juiz. Moralização já com mais aprendizagem.

    Responder

  22. Sergio Vasques

    ago 15, 2013  at 01:38

    O aluno ficará 6 anos dentro de uma escola pública sem especialista no ensino da matemática,apenas com um professor formado em pedagogia, e só no 7º ano ele terá um especialista em matemática. E e isso trará melhoras no ensino da matemática?? Acho que esse ponto precisa ser repensado.

    Responder

    • Prof. Geraldo Jr

      ago 21, 2013  at 01:38

      Sergio,
      Eu compreendo seu questionamento…e tiro suas razões!
      Mas é preciso pensar a partir da situação (dados atuais) reais da nossas escolas.
      Até Hoje, o aluno vem passando 4 anos com um professor especialista em matemática, e chega na 8ª série sem saber fazer uma simples multiplicação de dois dígitos sem recorrer ao papel/lápis e, quando não, ao dedos para contar!!!
      A questão central, penso eu, é que o aluno não pode mais chegar ao final do ensino fundamental sem saber fazer com tranquilidade as operações básicas e fundamentais (somar, subtrair, multiplicar e dividir) por isso repetirá no 6º ano! E, essas operações são raciocínios lógicos obrigatórios para qualquer docente. O que o prefeito precisa investir é na qualificação desses docentes ( todos) para esta aproximação entre os docentes/matérias /interdisciplinar . E ele propôs isto, Cabe a nós aprimorar a ideia e cobrar dele, de fato!!!

      Responder

  23. Anilton Oliveira

    ago 15, 2013  at 01:38

    O grande desafio é a estrutura física das escolas, elas são mal planejadas, teriam que ser pensadas como edifícios verticais, com vários andares. Com isso iria ampliar a oferta de vagas, economizar na construção, gestão administrativa e de segurança, otimização da área construída aos usuários da escola, estudantes, professores,funcionários e para comunidade. Poderia criar salas de teatros, laboratórios de informática, química, física, exposição de artes, quadra poliesportiva e entre outras.

    Responder

  24. Myrian Torres Morgan Passamai martins

    ago 16, 2013  at 01:38

    O meu comentário é mais um desabafo. Tive uma escola de educação infantil por quase anos e minha escola sempre foi muito elogiada, mas a prefeitura me impediu de continuar meu trabalho alegando que a rua onde minha escola funcionava não tinha largura de 8 metros. O meu prédio, foi construido com toda estrutura física para uma escola de educação infantil, porem a minha supervisora dizia que eu precisava mudar porque a rua não tinha a largura necessária. Fechei minha escola em 2010, com isso atrapalhei a vida de muitos pais, deixei muitas crianças triste, 17 funcionários desempregados, tive uma perda financeira significativa para mandar todos funcionários embora num mesmo mês, fiquei desempregada e entrei em depressão. Mas o pior estava por vir, passado quase 6 meses comecei a receber ligações e visitas de pessoal ligada a ONGs que queriam alugar meu prédio para montar uma CEI conveniada com a Prefeitura de SP. Já foram 3 ONGs que me procuraram para montar a CEI tenho inclusive documentos de duas. Em outubro de 2012 eu dei um basta e falei que não mais queria alugar meu prédio, acontece que as funcionarias da Prefeituras passam meu endereço informando que o prédio é ótimo para uma nova CEI. Um engenheiro que acompanhou as funcionarias da Prefeitura em uma das muitas visitas que fizeram ao meu prédio, falou que fui enganada, a rua tem 8m e 15 cm de largura e se pode para um CEI conveniada também poderia para uma escola privada. Na verdade não sei nem falar como me sinto. Dois anos após o fechamento da minha escola ainda estou tentando me estabelecer. Uma das ONGs que me procurou, ESTRELA DA ESPERANÇA assinou até o contrato de locação, depois desistiu alegando que no meu prédio eles so conseguiriam colocar 130 crianças e que eles tinham arrumado um local maior onde colocariam 250 e quanto mais criança maior é a verba recebida. Acredita que eu paguei ate o laudo do engenheiro para eles e ate hj não me devolveram. depois apareceu uma outra ONG que queria que eu fizesse uma reforma cozinha industrial) pra eles e depois falou que a prefeitura não dava verbas para a implantação, o que eu sei que é mentira. A última que me procurou, me parecia a mais honesta, apresentei toda documentação junto a prefeitura e o pessoal sempre exigia mais algumas coisas, mas esta ONG já tem duas CEIs conveniadas e os projetos e documentos foram aceitos para as outras duas, mas quando chegou na sub prefeitura de Tucuruvi o pessoal não aprovou e depois das mudanças feitas o responsável pela ONG não mais consegui ser atendido (ficava horas aguardando e não era atendido) até que ele me ligou e disse que a burocracia e atendimento em Tucuruvi era algo inescapável. Isso foi em setembro de 2012 e em outubro enviei um e-mail informando que não mais tinha interesse em alugar meu prédio. Em 2013 já recebi a visita de 3 pessoas interessadas em alugar meu prédio para montar uma CEI conveniada, mas já perdi muito dinheiro com isso. O que me aborrece é saber que tenho um espaço maravilhoso, apropriado para crianças e vago e a cidade de São Paulo precisando tanto de creches. E minha região tem uma demanda muito grande e a fila de espera cresce a cada dia. Desculpe meu desabafo
    Myrian T M Passamai Martins

    Responder

  25. Andrea de Almeida Xavier

    ago 16, 2013  at 01:38

    É importante ampliar o número de vagas sim, mas não super lotar as salas como já são as atuais. Para mais qualidade é necessário rever a quantidades de alunos por sala de aula, para que assim o professor possar ter mais condição de dar toda assistência e fazer as intervenções necessárias.

    Responder

  26. Viviane Frutuoso

    ago 16, 2013  at 01:38

    E o número de alunos por sala? Continuará o mesmo????? Pois com um número excessivo de crianças em sal de aula fica difícil ter qualidade no ensino público.

    Responder

  27. Marcelo

    ago 16, 2013  at 01:38

    Pra começar bem o papo deveria deixar de classificar o CEI, que é um centro de educação infantil como CRECHE, afinal de contas, esse termo, que remete ao tempo em que espaço de convivência de crianças de 0 a 3 anos era responsabilidade da SMADS e baseado principalmente no cuidado, sendo relegado à segundo plano a educação e interação social das crianças. Reduzir as filas [inflando ainda mais a precária rede conveniada] apenas por reduzir é tão ineficiente quanto dar curso online pra professor que não sabe mexer no computador.

    Não é segredo que uma unidade conveniada, além de terceirizar e precarizar o serviço docente, é prejudicial às crianças [atualmente não sei o critério para se conseguir o convênio mas parece que é só ter quatro paredes e um teto], pois a maioria desses CEIs são espaços onde não há estrutura adequada para receber uma criança [um desses CEIs funcionava onde antigamente era uma oficina mecânica, tudo o que fizeram foi pintar o lado de fora e colocar divisória do lado de dentro, e muitos outros são casas alugadas, sem qualquer estrutura para atender tal demanda, que é específica e pede prédios adaptados às suas necessidades], quanto mais servir de centro de educação.

    Responder

  28. Angélica

    ago 16, 2013  at 01:38

    Boa Noite! Moro na região sul de São Paulo (Av.Cupecê). Nós temos muitas escolas em nossa região, mesmo assim elas são insuficientes. Eu dava aula na EE João Evangelista, lá, cada sala acomoda cerca de 50 alunos. Não existe projeto de ensino que viabilize isso. Uma escola nestas condições se torna uma fábrica de neuróticos. Fiquei tão estressada que rompi o contrato, vi professora voltando da sala de aula chorando. Acredito que o ideal seria menos de 30 alunos em cada sala de aula. Assim, o professor teria condições de conhecer os alunos, corrigir tarefas, provas, preparar aulas e manter a disciplina e sala.

    Responder

  29. Daura Camargo

    ago 16, 2013  at 01:38

    É extremamente necessário e urgente que se pense também na redução do número de alunos por sala de aula. O excesso de alunos aliado às questões de inclusão não permitem o desenvolvimento de um trabalho pedagógico de qualidade.
    Acrescento: o aumento de vagas está ligado ao aumento de vagas na inclusão também. Pergunto: quando será adotada uma política pública e de qualidade para todos nessa questão da inclusão? Pois diante de alguns casos de deficiência intelectual, como alunos que surtam, que não permanecem em sala de aula e tantos outros eventos que acontecem em sala de aula, é humanamente impossível para um educador (seja ele da melhor qualidade) realizar um trabalho efetivo de alfabetização, por exemplo, e ao mesmo tempo dar conta de oferecer atividades apropriadas para um aluno com necessidades especiais. Todos saem perdendo: alunos NEE, alunos que não possuem NEE e professores.É preciso acompanhamento especializado dentro da escola para estes alunos.

    Responder

  30. Jonaci Martins da Silva

    ago 16, 2013  at 01:38

    Boa noite;
    Como cidadão comum, considero muito complexo. Devia ser mais mais simples, como por ex.; o que será ensinado em cada ciclo/ano, se o professor será dedicado em tempo integral a escola ou se tera´que atuar em mais de 1 escola para ter uma renda rasoavel. Considero também que a idade de 8 anos para saber ler e escrever e´bom como projeto para o Brasil como um todo não para a cidade de São Paulo. Para a cidade de SP 8 anos a criança deveria saber escrever, ler, interpretar texto e no mínimo as 4 operações de matemático. E ainda todas as crianças estarem nas creches ( Emeis) independentemente dos pais estarem ou não trabalhando e principalmente não estarem só brincando e sim desenvolvendo o seu intelecto.

    Responder

  31. Cristiane Alves

    ago 16, 2013  at 01:38

    Não adianta ter uma sala lotada de crianças, e dizer que foram oferecidos mais vagas. Por exemplo na Finlândia, a prioridade são salas menores, foram dados 16 milhões as escolas neste ano e daremos mais 30 milhões no próximo ano para que deixem suas salas menores. Impossível uma aula de qualidade com apenas um professor e 30 crianças e muitas vezes até mais.

    Responder

  32. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 01:38

    O sistema conveniado não é boa alternativa, haja visto que a fiscalização fica prejudicada, bem como melhorias estruturais e repasses de verbas. Não concordo com essa posição.

    Construir escolas é sempre bom mas precisam ser espaços bem pensados. Escolas que parecem presídios já temos aos montes. Precisamos de espaços funcionais, belos e que se integrem com a natureza. Pensar em sustentabilidade ambiental e emocional poderia melhorar muito os projetos arquitetônicos da rede.

    Também não concordo com as salas mistas na Educação Infantil dentro da concepção de educação municipal como é colocada hoje. Numa escola Waldorf isso faz sentido e é de fato lindo de ver. Mas nessa rede, com essas mazelas que as acomete, como falta de estruturação adequada e materiais, a proposta é inválida e utópica. Ela não se realiza como pretendida. Por isso, aumentar a rede na educação infantil através da construção de mais escolas ou ampliação de número de salas nas escolas já existentes seria bem melhor.

    Responder

  33. Lilian

    ago 16, 2013  at 01:38

    Os CEIs e as EMEIs terão que matricular crianças de 0 a 5 anos a partir de 2014 para diminuir o número de crianças fora da escola?

    Responder

  34. Emília

    ago 16, 2013  at 01:38

    Só aumentará o número de CEIs conveniadas?! E a construção de CEIs direta com a prefeitua?

    Responder

  35. Ana Maria Inacio Correia

    ago 16, 2013  at 01:38

    Há um plano para reduzir o número de alunos por turma com a construção de novas unidades de educação infantil ?Atualmente passa de 35 na EMEI, o que contraria qualquer documento e estudo que faça referência a uma educação de qualidade na infância.

    Responder

  36. Simone Santos Bastos

    ago 16, 2013  at 01:38

    Acho louvável tudo o que estão pensando em fazer, mas precisamos ir, além disso, e acabar com as injustiças. Sou servidora da Prefeitura de São Paulo e por morar em outro município não tenho direito a vaga em creche da prefeitura. Passo muitas dificuldades por deixar meu filho em escola do município onde moro, pois é muito longe do meu trabalho. Com tudo que estão pensando em fazer querem saber como fica minha situação?

    Responder

  37. Aline

    ago 16, 2013  at 01:38

    É fundamental que essa vagas oferecidas tenha qualidade no seu dia-a-dia, porém as salas de aulas estão cada vez mais cheias, desta forma a qualidade fica distante das escolas, pois torna-se uma missão quase impossível… A ampliação de vagas é válida, mas a diminuição do número de alunos por sala é essencial para atingirmos uma expressiva elevação do nível de qualidade de ensino.

    Responder

  38. Jonny Nelson Teixeira

    ago 16, 2013  at 01:38

    O aumento da quantidade de vagas é essencial para que uma parte maior das crianças estejam na escola. Mas o programa do governo, e provavelmente o de vocês, prevê escolas de tempo integral. Neste caso, se estou certo, aumentando a carga horária do aluno(o que eu concordo plenamente) e construindo mais escolas, ficaríamos com praticamente o mesmo número de vagas. O que fazer para melhorar esta situação ?

    Responder

  39. Solange Rodrigues Saraiva Melo

    ago 16, 2013  at 01:38

    Recebo com muita satisfação as mudanças planejadas para a rede municipal de ensino, inclusive o que se refere à ampliação da rede, mas ressalto que não podemos esquecer que muitas das unidades já existentes estão com instalações em situação precária… O novo é sempre bem vindo, mas é preciso cuidar do que já existe. Tenho orgulho em dizer que hoje meu filho de 10 anos estuda na mesma escola que eu mesma cursei o ensino fundamental – a “EMEF Eduardo Prado” – mas me entristece constatar, durante minhas visitas à escola, que alguns itens de mobiliário são da minha época (década de 80/90) e estão sem condições de uso… Até hoje, não há uma área adequada para a prática de esportes nesta unidade… A denominada “quadra” tem chão de cimento batido todo quebrado, não tem cobertura, os alunos se machucam com frequência e deixam de ter aulas de Educação Física em dia de chuva, isso é lamentável. A situação que cito é um exemplo, já que tenho contato de perto com essa realidade, mas certamente existem várias outras unidades necessitando do mesmo tipo de atenção.

    Responder

  40. Ricardo de Souza

    ago 16, 2013  at 01:38

    Na minha opinião tem uma questão que penso ser de difícil solução, mas o número de crianças na Educação Infantil pro professor está muito acima do aceitável. 35 crianças por turma chega a ser perigoso, pois esta faixa etária requer muitos cuidados relacionados à integridade física. Já que pensam nos referenciais de avaliação do MEC para educação infantil, lá há um,a sugestão de número de crianças bem diferente do praticado pela PMSP. Nesta faixa etária, o ideal são 20 crianças por sala. Aceitável, 25. O que pensam em relação a isto? A Educação é algo artesanal, mas nossas escolas trabalham em escala industrial. Quase um depósito de crianças. Pensem nisso com carinho!

    Responder

  41. Luis Antonio Geraldo

    ago 16, 2013  at 01:38

    ÓTIMO!!! As construtoras e empreiteiras vão adorar construir escolas! Qual será o preço?
    Que não sejam licitações iguais ao do metrô de São Paulo.Para Quê ? se existe tanta escola
    fechando sala ociosa principalmente no EJA devido ao fato da burocracia para os infelizes se matricularem; sutilmente muitos são convidados a deixar seus nomes e esperarem em casa que a escola lhes ligue para que venham efetiva-las o que nunca acontece.
    Resulta disto tudo: salas ociosas e aí vem dizer que empreiteiras vão construir mais escolas? Aguardem todos vocês que pagam IPTU a paulada que irão receber em seus carnês para pagarem todas estas construções!

    Responder

  42. Márcia

    ago 16, 2013  at 01:38

    É fundamental ampliar a quantidade de vagas para todos os níveis, desde a educação infantil até o 9º ano, mas também é preciso reduzir a quantidade de alunos em sala de aula pois não é possível falar em mais qualidade na educação com salas superlotadas com mais de 30 alunos, principalmente do 1º ao 9º ano as salas devem ter no Maximo 25 alunos. É impossível para um professor com 45 minutos de aula fazer chamada, passar lição na lousa, explicar a matéria e conseguir atender os 35 ou 40 alunos que hoje existem em sala de aula, então essa é também uma questão que merece atenção.

    Responder

  43. Nadia Teresa Marcolino

    ago 16, 2013  at 01:38

    É obrigação dos governantes NÃO SÓ oferecer vagas NAS ESCOLAS a todos os cidadãos, como também oferecer um estudo de qualidade
    E aqui vai meu questionamento, nenhum momento foi citado a redução de alunos por sala, como podemos ter qualidade de ensino em salas super lotadas?
    Aguardo resposta.

    Responder

  44. THAISA FERREIRA

    ago 16, 2013  at 01:38

    ESPERO, COM TAMANHA ESPERANÇA DE TERMOS UM CEU AQUI NA CASA VERDE, BAIRRO DO LIMÃO,FREGUESIA DO Ó,VILA NOVA CACHOEIRINHA.OLHEM POR NÓS

    Responder

  45. Luciana Rodrigues

    ago 16, 2013  at 01:38

    A ampliação do número de vagas é de extrema importância para nossa cidade, mas para que a educação oferecida seja realmente de qualidade é necessário, em caráter de urgência a redução do números de alunos na sala. Começando pelas salas do Cei, onde também existe um trabalho pedagógico, passando pela Emei ( lembrando que o fato de existir crianças com diferentes idades na mesma sala, na educação infantil, interfere consideravelmente nesse trabalho pedagógico) e chegando na Emef. Não é possível que um professor consiga dar atenção adequada para cada aluno com 35 crianças na sala de aula. Esse é um ponto que deve ser mudado imediatamente, pois sem essa mudança nenhuma proposta de reforma na educação terá sucesso.

    Responder

  46. Alessandra

    ago 16, 2013  at 01:38

    Pensar no aumento de CEIs para atendimento da demanda é fazer valer o direito constitucional da criança em ter educação, porém não pode apenas se basear neste direito constituído de todos. Devemos sim, refletir também quanto à qualidade de prestação deste serviço, garantindo adaptação dos espaços já existentes nos CEIs, levando em consideração as construções dos prédios, muitas das vezes inapropriados, com salas reduzidas e super lotadas, partindo do pressuposto que as crianças no CEI passam 10 horas e devido a falta de profissionais o currículo não dá para ser modificada na rotina de cuidados como o momento do sono. Recursos materiais suficientes e com condições adequadas de manuseio para as crianças. Possibilitar autonomia ao Diretor na construção e/ou modificação dos espaços educativos que refletirão no bem estar das crianças. Repensar a admissão dos profissionais da Educação Infantil que devem ter o perfil para lidar com faixa etária tão específica, sugiro que sejam realizados nos exames pré admissionais ações e/ou atividades para detectar qual o perfil deste profissional, encaminhando-o de acordo com suas habilidades, pois não existe coisa pior do que você está exercendo uma função no qual não se identifica.
    Quanto a Gestão dos espaços, recursos financeiros e recursos humanos na U.E. é de extrema importância reavaliar, mesmo que já garantido a inserção do Assistente de Direção no CEI, pois quando o Diretor não se encontra, por motivos de férias e/ou licença médica, o Coordenador Pedagógico acaba ficando sobrecarregado e quando o Coordenador Pedagógico encontra-se em férias e/ou licença o mesmo acontece com o Diretor. Uma outra reinvindicação é que nos CEIS possamos ter o Secretário de Escola, que exerce papel fundamental na organização e andamento da Secretaria da Unidade Educacional.
    Os currículos na Educação Infantil deve garantir o cuidar e educar indissociável, possibilitando às crianças a exploração de diversos materiais e espaços, assim como a interação social entre criança-criança; adulto-criança.

    “Educação se faz com muito trabalho e dedicação. Exige o envolvimento de todos.”

    Responder

  47. ANDRESSA

    ago 16, 2013  at 01:38

    É BOM MAS PODERIA SER MELHOR DO ENSINO INFANTIL ATÉ ENSINO MÉDIO, COM PROFESSORES MAIS CAPACITADOS, AULAS DE INGLES E ESPANHOL, APROFUNDAR MAIS NAS AULAS, TER LABORATORIO DE CIÊNCIAS ETC. PARA QUE TODOS OS ALUNOS APRENDAM NA PRATICA E NA TEORIA E SAIAM DA ESCOLA MAIS CAPACITADOS PARA ENFRENTAR UMA FACULDADE.

    Responder

  48. MAILA

    ago 16, 2013  at 01:38

    Boa noite;
    Fico super feliz em saber das construções de novas escolas e da diminuição da fila de espera, porém peço atenção para a rede conveniada uma vez que professores das creches conveniadas trabalham muitas horas e ganham muito pouco para a função e carga horária.
    Enquanto presidentes de Ongs “sem fins lucrativos” enriquecem, outros profissionais da área não tem preparação e consequentemente a qualidade caí muito em relação a rede direta!
    Penso (não só eu como a maioria dos pais e profissionais da rede conveniada) que novos concursos publicos devem ser abertos para que os profissionais sejam de qualidade e reconhecidos… NÃO DEVEM SUCATAR E TERCERIZAR MAIS AINDA A EDUCAÇÃO INFANTIL ESSA FASE DA VIDA É A BASE DE QUALQUER SER HUMANO.
    Agradeço pelo espaço

    Responder

  49. TANIA AURORA

    ago 17, 2013  at 01:38

    A ampliação do número de escolas na rede será bem vinda,mas as escolas que já estão construídas merecem um olhar mais criterioso.
    Se temos que ter um trabalho de qualidade,que transmita confiança e respeito da população,não podemos mais transformar salas de leitura em sala de aula só para suprir a demanda.
    Num período de 6 horas a crianças deve ser assistida com propostas de qualidade e isto requer investimento nas salas de informática,leitura,artes,brinquedoteca e por ai vai…
    Hoje não temos nem quadra coberta e em período de chuva ou frio ficamos presos em uma sala com 35 crianças por 6 horas.
    Ter 35 crianças em uma sala é muito difícil,temos alunos de inclusão inseridos no grupo e dar a devida atenção a cada um deles em certos momentos é humanamente impossível.
    Espero que vcs tenham sensibilidade e sabedoria para executar propostas COERENTES a nossa necessidade.
    Uma escola de qualidade requer planejamento e logística,não tem como trabalhar sem material,na verdade em janeiro os kits já deveriam estar na escola se ao chegarmos já temos nossa sala praticamente fechada com a lista com os nomes dos alunos por que não ter o material?
    As salas mistas tb não são uma boa poção de educação de qualidade,pode servir pra suprir a demanda,mas não qualifica o atendimento que nós educadores comprometidos temos que fazer.
    Sou professora desde 2003 na rede municipal e fui professora e coordenadora pedagógica da rede particular desde 1983,
    Creio que tenha experiência e sei do compromisso que temos com a educação e do valor que ela tem na vida de uma pessoa.
    Se as mudanças serão aplicadas em 2014 ,acho que deveríamos ser consultados ,,dando propostas ,sugerindo projetos afinal de contas NÓS é que “sabemos a dor e a delicia de ser o que se é”… Não calem nossa voz… Por que ter contra se estar a favor só beneficiaria ambos os lados?

    Responder

  50. priscabio@usp.br

    ago 17, 2013  at 01:38

    A ampliação de vagas é uma medida de extrema importância e não deve deixar de lado a qualidade de ensino que também é um direito de toda criança e adolescente – a garantia de acesso e permanência em uma escola com ensino de qualidade depende de mudanças efetivas na educação municipal que só irão acontecer se a ampliação do número de vagas for acompanhada por outra medida tão importante quanto a primeira: a diminuição do número de alunos por classe para assim possibilitar melhores condições de trabalho aos professores da rede e favorecer a inclusão dos alunos com necessidades educativas especiais em um ambiente saudável de ensino e aprendizagem.

    Responder

  51. Jeff

    ago 17, 2013  at 01:38

    A ampliação é fundamental, mas não temos condições de trabalhar em um sala com mais de 20 alunos. Pensem na qualidade e na ampliação do quadro de funcionários junto a redução de alunos. Se não tudo será propaganda e demagogia.

    Responder

  52. Maria Ferraz Viana

    ago 17, 2013  at 01:38

    Maria

    Estou de acordo em ampliar o numero de vagas nas Ceis, porém precisamos de um olhar para a qualidade e quantidade de criança dentro de cada sala.Temos Ceis conveniadas de boa qualidade porém algumas só como deposito de criança na qual a ONG só pensa em ampliar o seu patrimônio próprio o profissional que faz por onde a educação aconteça… Espero que em breve possa haver um olhar diferenciado para esta onda de Ceis… conveniada pois nossas crianças tem direito de uma educação de qualidade como todos das Rede de CEUS. A criança precisa e deve ter acesso a teatro, piscinas, biblioteca e um espaço de higiene no qual só os CEUS da rede pode oferecer. Chega de alugar casas e transformar em escola no qual se faz adaptações que só favorece aos interessado em obter lucros e a criança sempre fica em segundo plano. Criança não fala não vota por isso fica sempre com as piores parte. Não sou a favor de CEIS conveniadas pois foi só para uma emergência agora já virou um lucro muito bom para quem esta administrando. A nossa Prefeitura tem condição e verbas para construir escola de qualidade e aproveitar todos os professores das conveniada que são excelentes. Na José Bonifácio região entre Itaquera e Guaianases necessita urgente de um CEU, pois é uma região muito carente no qual a maioria das crianças não tem lazer , cultura e direito a uma infância digna por viver em extrema pobreza.

    ” Luz do sol
    Que a folha traga e traduz
    Em vedenovo
    Em folha em graça
    Em vida, em força, em luz.”

    Caetano Veloso

    Responder

  53. Juliana

    ago 17, 2013  at 01:38

    É notório que a cidade de São Paulo precisa de MAIS escolas, mas educação de QUALIDADE não se faz de “belos” prédios com recursos modernos, mas de recursos humanos, é neles que devemos pensar quando falamos de educação de qualidade…, mas nessa questão propriamente dita expressarei minha opinião no tópico sobre formação de professores, o que tem relevância aqui na verdade, é a questão do NÚMERO de alunos por sala, espero imensamente que ao se construir essas novas escolas, pensem que para o trabalho ser realizado de maneira humana e decente, reduzir a quantidade de crianças nas salas de aula, é REALMENTE pensar na qualidade do ensino! Agora achar que com 35 crianças numa sala de EMEI seja possível desenvolver um BOM trabalho, é enganar a si (SME) e aos outros (população). A EMEI pode contribuir muitíssimo para a cidade alcançar melhores índices no IDEB, mas para que esse espaço seja devidamente respeitado, com estrutura adequada para a idade das crianças, não podemos negar a importância das salas de leitura (principalmente para formarmos leitores que vivenciem atitudes leitoras), das salas de informatica (as crianças deste século pertencem a “era” digital, e merecem ter contato com tal tecnologia desde cedo), e das salas “menos” cheias será possível privilegiar com mais adequação a questão dos “cantinhos” onde as crianças podem escolher o que desejam fazer…, enfim, essa não pode ser a realidade de apenas “algumas” escolas de rede e sim da rede toda, principalmente, na “PERIFERIA”, que é onde se encontram o maior números de “USUÁRIOS” das escolas públicas. Que essa consulta pública venha para agregar a qualidade tão sonhada e aguardada por todos que confiamos na educação, e lembrem-se REDUZIR o número de alunos por sala é condição “sine qua nom” para São Paulo fazer história na educação brasileira, na educação das “massas”. O Brasil clama para que isso aconteça, para crescermos como nação, como gente!!!

    Responder

  54. roberto

    ago 17, 2013  at 01:38

    Construir escolas é importante, mas qualidade de ensino não se resume em apenas número, é preciso pensar que reformar é mais urgente e construir novas instalações, principalmente no acesso aos deficientes. Além disso, equipar é mais barato do que construir com a mesma estrutura falha…

    Responder

  55. Remy Soares dos Santos

    ago 18, 2013  at 01:38

    Não adianta nada construir prédios para ofertar mais vagas se não tivermos alunos para preenchaer tais vagas. Leciono numa escola na zona norte e o que noto é que a escola está esvaziando a cada ano que passa, tanto em relação às salas de Fund I quanto de Fund II, tudo porque SME não permite que os pais matriculem seus filhos na escola que eles – pais – acham melhor para os filhos. Enquanto isso, as escolas estaduais estão com salas com até 40 alunos, principalmente de fundamental II. E mais, gostaria que SME desse uma nova função para as Salas de Leitura e os Laboratórios de Informática que, com raras exceções, são verdadeiros “feudos” dentro da maioria das escolas municipais. Devem democratizar mais esses espaços, para que todos os professores, principalmente, possam ter acesso a eles.

    Responder

  56. Fábio Santos da Silva

    ago 18, 2013  at 01:38

    Parabéns Prefeito pelo projeto apresentado.

    Responder

  57. renato machado de oliveira

    ago 18, 2013  at 01:38

    Espero que o número de alunos por sala seja limitado!!!
    A inclusão é importante mas professor não é babá, devemos repensar a forma de incluir.
    Quanto aos ceis conveniados, o convênio é importante porém com qualidade mais importante que vagas é também a qualidade da estrutura e ensino!!!

    Responder

  58. Pedro

    ago 18, 2013  at 01:38

    Mais do que a abertura de novas vagas, as vagas atuais devem ser de qualidade. De que adianta extinguir o turno intermediário se as escolas não comportarão todos os alunos? De que adianta jornadas de 6 aulas diárias acrescidas de projetos com 38, 42 alunos em cada sala? Para funcionar bem, tem que se pensar em detalhes, a começar pelo número de alunos em cada sala.

    Responder

  59. Pedro Batista

    ago 18, 2013  at 01:38

    Acho importante pensar a expansão do ensino privado também dentro desse contexto da melhoria da ofertas de vagas. O plano de obras e reestruturação de locais degradados deveria pensar a oferta de areas de boa quantidade de metros quadrados para o fim de edificações escolares de cunho privado, para facilitarmos a expansão da oferta de ensino privado. Pois já estamos em um ponto da curva que por mais que queiramos melhorar sempre esbarramos no problema da gestão dos recursos. Hoje em todo o mundo, em todos os paises, em todas as formas de governo, em todos os sistemas politicos, em todos os sistemas religiosos, gerir pessoas para fazerem o que se esperam delas é um processo penoso e por varias vezes frustrantes. Não basta ter dinheiro de montão, é preciso ter controle e supervisão. Estes dois conceitos são praticamente incompativeis com gestão pública. Não há como garantir que essa nova proposta pelo governo municipal irá se tornar outro elefante branco. A tendência mundial hoje é governos serem estabelecedores de parametros e especificações de serviços, condutas e ações. Deixando para organizações privadas o seu fornecimento e gerenciamento. A supervisão ficando a cargo de organizações não governamentais. O descrendenciamento e punição ficando a cargo do sistema juridico (pois há contratos em jogo que precisam ser respeitados).
    Precisamos construir uma sociedade mais independente do setor politico, uma sociedade em que o cidadão adquira por escolha o melhor serviço oferecido. Liberdade de escolha. Autonomia financeira para escolher.
    A máquina administrativa publica precisa ser enxuta para fazer frente aos novos desafios economicos do futuro globalizado economicamente. Politica é custo ! E precisa ser cortado. A economia globalizada clama por isso. E não há como escapar !

    Responder

  60. Eliana

    ago 19, 2013  at 01:38

    Entendo que temos um déficit imenso na Educação Infantil e que precisamos abrir vagas para essa faixa etária. Mas, não se esqueçam que sem uma infra-estrutura adequada nada desse plano proposto para o Ensino FUndamental I será alcançado. As pessoas “se enchem” para comparar a Finlândia, a melhor educação do mundo, com a nossa educação. E eu digo que com 20 alunos, como eles tem lá, nós lutaríamos em pé de igualdade com eles e até desenvolveríamos um trabalho melhor considerando o know-how que temos. Sinceramente, 35 alunos em classe é uma guerra, não uma aula. E, aos saudosistas de plantão, que adoram lembrar que antigamente havia 50 alunos em sala e todos aprendiam, relembro-os que, nessa época, não havia democratização da escola pública. Já havia uma pré-seleção dos alunos. Hoje, não. Hoje, todos entram na escola. Todos e cada vez mais com mais problemas sociais para os quais a escola não tem estrutura para ajudar. E para aqueles dizem que nas particulares o número de alunos por sala também é alto, insisto, também há nesse caso uma seleção. É preciso reduzir o número de alunos por sala no Fundamental I e II já! Sem isso, nada será alcançado!

    Responder

  61. Darci Pereira da Silva

    ago 19, 2013  at 01:38

    Para os pequenos: a volta do caderno de Caligrafia, para os maiores: livros de leitura obrigatorio.

    Responder

  62. Rosangela Alves de Souza

    ago 19, 2013  at 01:38

    Se o número de vagas vai aumentar isto é ótimo, mas espero que as salas de aula disponíveis não venham a ser superlotadas, com 40 ou mais alunos. Para que tenhamos uma educação de qualidade, se faz necessário que o número de alunos em sala seja reduzido, se continuar como está, não haverá uma mudança significativa no nível de aprendizado de todos os alunos.

    Responder

  63. Queria saber realmente se o aluno do CEU tem desempenho melhor que o da Emef (fora do CEU) ….Por que construir CEU´s quando temos emefs super lotadas? Por que não construir mais escolas a fim de cumprir a demanda e diminuir o número de aluno por sala? Os pais gostam que seus filhos tenham vagas, gostam mais ainda quando o ensino é bom! Construa escolas da prefeitura para manter padrão educacional de qualidade, creche conveniada cumpri demanda, mas não tem a mesma qualidade que as da rede direta.

    Responder

  64. Vilian de Rosa Verardo

    ago 19, 2013  at 01:38

    Somente ampliar a oferta de vagas com a construção de escolas não é suficiente para melhorias na educação. A redução de alunos por turma também e fundamental. 35 alunos e apenas 1 professor é inviável. Penso que de 20 a 25 alunos seria o ideal.

    Responder

  65. Gilson Santos

    ago 19, 2013  at 01:38

    Ampliar vagas é interessante, com redução do número de alunos por sala pois com trinta e cinco alunos não adianta colocar dois, três ou quatro professores. Um professor com vinte alunos e com recursos didáticos resolve

    Responder

  66. ines ap do n sztybe

    ago 19, 2013  at 01:38

    Quanto ao aumento de vagas, acredito que um planejamento conjunto “real” com o governo do Estado ajudaria muito. Senão veja, na região onde está nossa escola (Cidade Líder) há grande oferta de vagas para o ciclo I, com escolas estaduais exclusivas para o ciclo 1 e nós, que somos prefeitura e deveríamos estar trabalhando justo com esta demanda temos mescla de ciclo I e II. Resultado, nossos alunos migram para o estado e as primeiras séries estão quase vazias. (EMEF Sebastião Fco, O Negro) Se as Estaduais aqui próximas oferecessem mais FUND II e Médio, poderíamos oferecer exclusivamente ciclo I e a EMEF Danilo Fernandes, I e II. Pronto todos atendidos e equacionado.
    Já em relação a Educação Infantil, acredito como o CEMEI como uma proposta bastante interessante se pensado que há EMEI’s ociosas e CEIs com longas filas. Outra coisa que liberaria muitas vagas, mas é uma proposta polêmica e o MP não gosta muito é atender no integral apenas os filhos das pessoas que estão trabalhando e precisam deixarseus filhos no CEI durante todo o dia. Outro critério seriam as que tem algum tipo de “risco” pessoal ou social (extrema miséria, violência doméstica, responsáveis com distúrbios psiquiátricos e outros). Para os demais oferecer meio período, manhã ou tarde, e a maioria tem preferência pelo período da tarde) oferecendo almoço e jantar. Esta proposta é viável porque principalmente na periferia a maioria dos pais quer a vaga no CEI para ter o vínculo com a prefeitura e garantir o leve leite e outros benefícios sociais, com continuidade para o Ciclo I, que é garantida só para quem vem já da rede.
    Fizemos esta enquete no Jd Robru – CEI Ir. Ildefranca e estávamos já prontas para atender desta forma e tivemos que retornar por conta do MP. Havia inclusive concordância dos professores. Dessa forma, teríamos sempre vagas no integral para atender os pais que eventualmente iniciassem em novo emprego.
    O discurso atual de que a “creche” é para a criança não agrada a comunidade que se ressente do poder público por não privilegiar as famílias trabalhadoras. Na educação, por sua vez, utilizar este critério perpassa um engodo, que muitos profissionais entendem como verdade, que se este critério for adotado estamos fazendo “Assistência Social” e não educação, como se uma coisa excluísse por si a outra.
    Um trabalho pedagógico de qualidade para a Educação Infantil não é comprometido porque os pais trabalham ou deixam de trabalhar, e sim pela proposta pedagógica e entendimento que se tem destas crianças por meio dos profissionais da rede. Essa discussão precisa ser profundamente levada e a sério na rede para rever os conceitos que vem sendo difundidos nos últimos 10 anos.
    Outra questão fundamental é a “aposentadoria compulsória” das educadoras que vem desde o início da rede e já contam com mais de 25 anos de exercício. Não faz sentido manter esse pessoal e o trabalho não avança. Fui educadora e dirigi CEI por 4 anos. O grande entrave para os gestores de CEI hoje é este pessoal. Removi para EMEF e estou muito feliz com esta escola, só que acompanho com saudade a educação infantil, que sempre foi meu lugar na educação, mas não suportei o desgaste de administrar o CEI, com o clima organizacional que esse grupo funcional gera. O trabalho é simplesmente impossível.
    Espero ter colaborado.

    Responder

  67. ines ap do n sztybe

    ago 19, 2013  at 01:38

    Muito bom seu texto, Interessante como uma questão perpassa tantas outras, ruins para as crianças e adolescentes e consequentemente pelos profissionais.

    Responder

  68. RITA DE CASSIA LAMAS

    ago 19, 2013  at 01:38

    Concordo com suas citações. É bom ler uma consideração pensada e bem escrita. Realmente não é necessário reinventar a roda, nos bastaria autonomia para explorar todas as formas de uso. A melhoria da educação não se dará apenas com construção de prédios, mas sim com comprometimento, vontade, discernimento. Há que se pensar na otimização do uso dos espaços, na estrutura fisíca, mobiliária e de materiais que atendam as especificidades de cada uma das modalidades de ensino, bem como há que se pensar também no investimento em recursos humanos, bem preparados e remunerados. Não se pode acreditar que super lotando as salas de aula os professores, num passe de mágica, tirarão da cartola, métodos, estratégias, práticas e materiais que alfabetizem e formem mentes críticas e conhecedoras, num reino de diversidade e necessidades que vão além da formação acadêmica.

    Responder

  69. paulo jose de sousa

    ago 19, 2013  at 01:38

    Bem, não adianta aumentar o numero de vagas e colocar 40 alunos dentro de uma sala de aula, será que existe alguém com sã consciência que consegue defender este numero de alunos em uma sala de aula, sou professor na rede municipal, disciplina arte, imagina eu desenvolver atividades com 40 alunos em 45 minutos de aula. As salas estão muito lotadas, o ideal seria no máximo 25 alunos por sala, acho que o governo poderia aproveitar a oportunidade das mudanças e mexer nisso também, vai melhorar muito.

    Responder

  70. Alessandra Abreu

    ago 19, 2013  at 01:38

    Acredito que a construção de escolas é muito importante para a cidade de São Paulo, porém há também a necessidade de se reduzir o número de alunos por sala, para que este projeto realmente tenha força para mudar a educação da nossa cidade.

    Responder

  71. Marcus Vinicius Rodrigues

    ago 19, 2013  at 01:38

    Aumentar o número de escolas se faz necessário, devido a quantidade de alunos fora da escola. Mas temos outras questões que envolvem essa temática. Por exemplo, aumentará o número de vagas a serem oferecidas, mas hoje, já têm-se um déficit de professores na rede municipal como sabemos. Aumentará as vagas, as unidades de ensino, mas o que farão para atraírem profissionais para a educação, porque o reconhecimento e a valorização financeira não atrai ninguém mais à vir para a educação.

    Responder

  72. Joines Gustavo

    ago 19, 2013  at 01:38

    A ampliação do número de vagas é algo de extrema urgência. Porém deve-se pensar com cautela qual projeto para escola será adotado. É necessário pensar numa estrutura que ofereça vagas aos alunos fora da rede mas sem haver super lotação das salas, o que inviabiliza qualquer trabalho de excelência.

    Responder

  73. Débora de Lima Gonçalves Antelmo

    ago 19, 2013  at 01:38

    O aumento de escolas, a fim do horário intermediário, são necessários para a garantia do acesso, porém concordo com os colegas que é fundamental a diminuição de alunos por sala. Quanto aos convênios com instituições não governamentais considero preocupante visto as experiências que tivemos na ecola, onde muitos grupos não estão preparados para o trabalho com nossos alunos, além do amadorismo de muitas ONGS que se organizam apenas para fins lucrativos. Penso ainda que a educação tem de sair da sala de aula, e o convênio com espaços culturais são necessários, além do investimento em transportes e eventos culturais fora da escola.

    Responder

  74. Luana

    ago 19, 2013  at 01:38

    Ampliar o número de vaga mantendo a qualidade vai na contramão das salas mistas na Educação Infantil. Tal proposta faz dos CEI’s e EMEI’s depósitos de crianças e reduz pouco a fila de espera.

    Responder

  75. alice

    ago 19, 2013  at 01:38

    muitas aulas de história e poucas aulas de portugués gostaria de ter mas aulas de portugués.

    Responder

  76. jorge

    ago 19, 2013  at 01:38

    josse de alcantara machado filho.
    muitas aula de historia e poucas de portugues

    Responder

  77. Marina

    ago 19, 2013  at 01:38

    Acho a ampliação da rede importante, pórem noto que ninguém comenta a urgência na melhoria e manutenção das escolas existentes.
    No caso das EMEFS das quais tenho conhecimento, gostaria de perguntar e sugerir:

    CADÊ O ATELIE DE ARTES E O LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS?
    CADÊ A PESQUISA?

    ONDE OS ALUNOS PODEM ESTUDAR SOZINHOS FORA DO HORÁRIO DE AULA?
    SALA DE LEITURA TRANCADA NÃO É BIBLIOTECA!
    A ESCOLA NÃO CONVIDA A FICAR DEPOIS DO HORÁRIO.

    POR QUÊ AS SALAS DOS PROFESSORES EM SUA MAIORIA AINDA NÃO TEM COMPUTADOR?

    POR QUÊ O LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA (muitas escolas ainda não tem acesso Wi-Fi!) NAO SE JUNTA A SALA DE LEITURA PARA UTILIZAR O AR CONDICIONADO? LIVROS TAMBÉM PRECISAM DE AR.

    POR QUÊ PRATICAMENTE TODAS AS ESCOLAS MANTÉM SALAS DE ENTULHO COM RESTOS DE MOBILIÁRIOS QUEBRADOS E LIVROS MOFADOS?

    POR QUÊ A SECRETARIA DO VERDE NAO FAZ NENHUM TIPO DE PAISAGISMO, PLANTIO DE ARVORES E MANUTENÇÃO NAS ÁREAS AJARDINADAS DAS ESCOLAS?

    POR QUE AS DREs NÃO INVESTEM MAIS PESADO EM ARTE E ESPORTE NAS ESCOLAS QUE PASSAM POR MAIORES DIFICULDADES EM RELAÇÃO A VIOLÊNCIA?

    Construir é bom, mas antes, arrume o que já foi feito.

    Responder

    • Anderson Carvalho

      ago 19, 2013  at 01:38

      Concordo plenamente com todos mas a Marina descreveu bem a situação de que não basta construir mais para dar volume e não melhorar o que já existe, existe sim um descaso com relação a manutenção dos patrimônios instalados e isso é de suma importância para um melhor aproveitamento de estruturas, é fácil gastar mais com novas instalações e depois deixar deteriorar é o que vemos e isso tem de mudar até mesmo antes de se pensar ou começar a gastar dinheiro com prédios novos; O Sr. Haddad deveria visitar as escolas existentes e corrigir os erros antes de qualquer movimento!

      Responder

  78. Ana Valéria

    ago 19, 2013  at 01:38

    Acredito que o equívoco se repete após cada gestão. A reforma é implantada antes de se ter implantado as condições ideais para realizá-la. A reforma é para hoje, mas a construção de escolas só Deus sabe quando se dará e em que número de fato. O prédio escolar atual é completamente inadequado a diversidade do trabalho pedagógico. Faltam: sala para o corpo docente pesquisar, sala de leitura para os alunos, sala de vídeo, laboratório, salas para aulas de recuperação em período diverso, refeitório para os professores, almoxerifado. As reformas teriam chance de terem sucesso, se antes de sua implantação fossem realizados investimentos para possibilitar sua realização. Sugiro que antes de elaborar qualquer reforma do ensino, os intelectuais de plantão fizessem um estágio de período integral nos vários níveis de escolas públicas para perceberem o quão inócua são algumas propostas. Desconhecem totalmente a realidade do cotidiano escolar.Por isso fica aí a sugestão. Visita de helicóptero não vale tá?

    Responder

  79. Rita Doi

    ago 19, 2013  at 01:38

    Sou professora de uma EMEF e temos vagas sobrando, isso prova que existe uma má distribuição do alunos nas escolas da região. É notório que os alunos são encaminhados primeiramente para o estado. Essa é a primeira questão a ser resolvida, uma distribuição correta e justa, para em seguida aumentar as possibilidades de EMEIS e creches.

    Rita Doi

    Responder

  80. Rita Doi

    ago 19, 2013  at 01:38

    Complementando a informação anterior, para uma distribuição justa dos alunos, seria correto que os pais tivessem a possibilidade de EFETIVAR A MATRÍCULADO SEU FILHO na secretaria da escola que melhor lhe convier.
    Isso sim seria uma distribuição democrática, pois atenderia os interesses da população.

    Rita

    Responder

  81. Carolina

    ago 19, 2013  at 01:38

    Sugiro que aliados aos arquitetos e engenheiros que farão os projetos de construção dos Centros de Educação Infantil estejam professores que atuem nesta faixa etária. Conhecer a realidade e a necessidade de um espaço adaptado às crianças pequenas é fundamental. Tomo como exemplo o CEU onde trabalho, que apesar de lindo e muito limpo apresentou vários problemas para adaptar o CEI às necessidades diárias das rotinas infantis. Na verdade se torna um desperdício de dinheiro público, pois depois de feito investe-se mais ainda com reformas de banheiros, gradeamento para as crianças não passarem pelos vãos dos solários e muitas outras coisas.

    Fico à disposição para esclarecer elementos necessários às novas construções.

    Lembrando também que o atendimento das crianças de zero a quatro anos acontece em CEIs – Centro de Educação Infantil e não creches como insistem em se referir na mídia. Seria muito respeitador para os educadores (com toda sua formação) e para as crianças (sujeitos de direito da Educação) que essa nomenclatura passasse a ser usada na mídia e pelo Srs Secretário e Prefeito.

    Obrigada

    Responder

  82. Roseli

    ago 20, 2013  at 01:38

    Aumentar o número de vagas é de extrema importância e trata-se de uma urgência, porém se queremos uma educação de qualidade temos que urgentemente diminuir o número de alunos em sala de aula, pois só quem atua em sala de aula com 35 alunos, pode dizer com propriedade que não há qualidade alguma e que trata-se de um mero depósito de crianças, onde professores conseguem apenas que os alunos não se matem em sala de aula.
    Como fica a criança que quer estudar?, Felizmente ainda temos um número razoável de crianças interessadas que acabam sendo excluídas por conta dessa “inclusão social”.

    Responder

  83. Jonaci Martins da Silva

    ago 20, 2013  at 01:38

    Sobre o inicio das atividades escolares para todos:
    Não encontrei no programa e a idade que será iniciada as atividades escolares, ou seja as EMEIS, e qual os curriculuns das mesmas,

    Responder

  84. Jonaci Martins da Silva

    ago 20, 2013  at 01:38

    Escola para todos: É inadimissível q na cidade de SP ainda exista crianças fora da escola. É importantísssimo um programa com quantidade e tempo de entrega de escolas para todas as idades, parece piada entra Governo sai Governo e contia faltando escola. Precisamos de 1 meta clara.

    Responder

  85. Maíra

    ago 20, 2013  at 01:38

    Perfeito seu texto!
    Vc sintetizou tudo aquilo q penso, q sofremos e almejamos.
    Estou divulgando seu texto!
    Obrigada.

    Responder

  86. Anderson Ramos

    ago 20, 2013  at 01:38

    É de extrema importância ampliar as vagas na rede municipal. Assim como diminuir o número de alunos por sala de aula. Assim é possível realizar um efetivo acompanhamento pedagógico de acordo com a estruturação dos ciclos. É humanamente impossível o professor acompanhar, avaliar e refletir sobre o processo pedagógico de 35 alunos por turma.

    Responder

  87. Renilda Nogueira da Costa

    ago 20, 2013  at 01:38

    O Município deveria em parceria com o Estado e se o caso com a União não só ampliar a rede municipal como também reduzir o número de alunos por sala, pois, fui professora e é humanamente impossível se ministrar aulas de qualidade e manter a interatividade com os alunos quando há quantidade excessiva de alunos. Outro ponto importante é a implantação de período integral e não fracionado, pois, muitos pais trabalham e não possuem condições de cuidar de seus filhos, além do que, o ensino no global é muito importante ao desenvolvimento cultural e psicológico da criança. O projeto municipal está de parabéns, temos mesmo que exterminar o que está afetando significativamente a educação de nossos jovens que saem das escolas sem saber sequer escrever e quando muito nem o próprio nome sabem escrever. A aprovação automática deve acabar e já devem aplicar o teor do projeto já no ano de 2014.

    Responder

  88. Claudinê Mendes da Silva

    ago 20, 2013  at 01:38

    QUANTIDADE X QUALIDADE:

    Não resta dúvida que o sistema educacional brasileira esta ainda muito distando do que se almeja.

    Portanto discuti-lo se faz extremamente necessário e mais que isso, mais que refletir e discutir é agir, atuar, interferir sobre ele.

    Uma das questões importante esta o dilema, quantidade de alunos por sala X Qualidade da educação.

    Diversos exemplos temos de paise em que priorizou a qualidade, intimamente ligado a questão da qualidade que se traduz, entre os principais fatores para atingir esta qualidade a questão da quantidade de alunos por sala, Suécia, Cuba, ou seja, dezenas dele.

    O jovem e acriança não é o mesmo que o adulto, do ponto de vista da sua personalidade e comportamente, exigindo portando, que eles tenham uma atenção especial, o que nao é possível fazê-lo com um numero exagerado de alunos por sala, que variam de 25 a mais de quarenta em algumas salas do município, contrariando a própria lei (ex. EMEF Jd. Monte Belo – Morro Doce).

    É possível afirmar, mesmo sem que houvesse literatura a respeito, pela simples lógica e observação, que um grupo menor consegue aprender melhor do que um grupo grande.

    Enquanto um professor de Geografia na rede publica municipal, leciona para em média, 500 alunos ao ano, em Cuba ou na Suécia, este número é 15 ao ano, ou seja, um fator decisivo para atingir a qualidade.

    Outra questão importante que não se toca, se diz na qualidade da formação e da infra estrutura.

    Quanto a formação também fica a deseja, a filosofia, a sociologia e a psicolgia parecem não estar dando conta de levar o novo ( e muitas vezes o veterano) professor a fazer a leitura adequada de sua turma ou estrutura e termina apontando como o grande culpado da péssima eduação, exatamente aquele que vai recebe-lá, que é o educando.

    Este conflito é permanente e decisivo no processo eduativo e que sem ser resolvido, através de uma boa formação e acompanhamento ou acessoria, a qualidade não muda e o país também permanece numa situação subaltena. O que se percebe é uma educação inespressiva e no máximo reproduz um sistema.

    Quanto a qualidade dos espaço, pode -se pegar como exemplo o enclausuramente de professores e alunos dentro de salas, incluíndo jaulas e espaços apertados (considerando o numero de alunos por sala) que leva a inviabilização de qualquer processo de aprendizagem, salvo excessões quando o próprio educando tem uma bagagem emocional, vinda da família que termina tendo pouca interferencia a questão da estrutura das escolas e salas de aulas, porém evidentemente poderiam ser potencializados aparedizagem e o poder de interferencia se fosse melhores.

    A acústica das salas de aulas, do pondo de vista da física, torna sem sombra de dúvidas impossível (irritabilidades e desconcentração por excesso de ruídos) a aprendizagem, salvo excessoes e apenas excessões.

    Enfim, discutir um processo, deve se no mínimo discutir a questao da qualidade e deixar de lado a quantidade sobre pretexto da acessibilidade.

    Evidente que outros fatores de igual impotância deve ser discutido, em especial a questão da gestão democrática e a participação popular com peso importantes neste processo.

    Responder

  89. Jeferson Silva

    ago 21, 2013  at 01:38

    Aumentar o número de escolas é uma necessidade, contudo, se faz necessário também diminuir a quantidade de alunos por salas, do contrário, continuaremos a ter alunos não assistidos de forma adequada e eficaz.

    Responder

  90. Maria Barabanov

    ago 21, 2013  at 01:38

    Penso que salas de aulas com no máximo 25 alunos já terá um grande avanço. Explico que com este numero é possível fazer um atendimento semi individualizado permitindo ao professor dar maior assistência aos seus alunos.

    Responder

  91. Everson Barabanov

    ago 21, 2013  at 01:38

    salas de aulas com no máximo 25 alunos já terá um grande avanç

    Responder

  92. Cibele Racy

    ago 21, 2013  at 01:38

    Sugiro que as DREs e SME façam um levantamento da frequência média de crianças e adolescentes considerando os grupos/classe com 35 alunos matriculados.

    Responder

  93. Anna

    ago 21, 2013  at 01:38

    Olá, o ensino de 9 anos, apenas serve para desafogar as emeis e emefs numa tentativa ( bem eficaz) de aumentar o número de vagas nas mesmas,resultado: alunos em cadeiras, maquinários e jornadas de aula sufocantes, estão cortando a infancia pondo-os em cadeiras que sequer são adequadas à sua altura.

    Responder

  94. Edleuza

    ago 21, 2013  at 01:38

    Mais que ampliar a oferta de vagas, em todos os níveis de educação, é necessário fazê-lo com QUALIDADE. Por exemplo:
    1- estrutura adequada para cada faixa etária;
    2 – REDUÇÃO do número de alunos em sala de aula – dificílmo, senão impossível, trabalhar com qualidade com 40 alunos em sala de aula, uma clientela que vem sem limites, sem valores, sem princípios, sem boas maneiras… de casa.

    Responder

  95. Equipe da EMEI CEU Casa Blanca - Grupo de JEIF

    ago 21, 2013  at 01:38

    A proposta é boa, mas só será efetivada com qualidade desde que haja “Redução do Número de Alunos nas Salas de Aula” para a segurança e desenvolvimento global da criança, qualidade do ensino e a saúde do professor.Além disso, esta faixa etária necessita de um professor auxiliar para ajudar no cuidado/educação das crianças. Os referenciais do MEC indicam 20 crianças por sala.

    Responder

  96. Renata Vilas Boas

    ago 21, 2013  at 01:38

    Enquanto não houver a diminuição dos alunos em sala de aula, nenhum projeto ou proposta educativa fará sentido, principalmente nas escolas de educação infantil, tendo 35 alunos por sala, e um único professor é impossível que se consiga fazer um trabalho de qualidade. As crianças não conseguem ser ouvidas e não recebem a atenção devida para um bom processo de desenvolvimento de aprendizagens. O ambiente se torna barulhento e estressante, cheios de conflitos, e um único profissional para dar conta das diferentes linguagens, do cuidado, e até das agendas dos alunos, tendo que responder bilhetes, colar recados, esclarecer incidentes.
    Além da necessidade de se construir novas escolas, é preciso colocar auxiliares na sala de aula. Hoje toda escola de educação infantil particular de qualidade, os professores contam com uma ou duas auxiliares para que possam dar conta das necessidades dos educandos. Enquanto isso na escola publica o professor é sempre responsabilizado pelo fracasso escolar, e o governo contínua superlotando as salas e criando teorias mirabolantes para melhorar a qualidade do ensino.

    Responder

  97. Gabriela

    ago 21, 2013  at 01:38

    São necessárias novas CEIS, EMEIS e EMEFS para atender a demanda. E para melhorar a qualidade na Educação é necessário diminuir o número de alunos em sala de aula. A partir daí podemos pensar em Avaliação, Projetos, etc…

    Responder

  98. Daniela Rebouças

    ago 21, 2013  at 01:38

    A diminuição do número de alunos em sala de aula seria interessante para a aprendizagem, assim, de nada adianta aumentar o numero de escolas se não há atendimento individualizado de fato!

    Responder

  99. CRISTINA RANEA

    ago 21, 2013  at 01:38

    Ampliar vagas tornando as salas mistas, não reduzindo o número de alunos por sala de aula, e fazendo convênios com ONGs que se preocupam somente com o “faturamento”? Esta NÃO é a qualidade da Educação que queremos!

    Responder

  100. CRISTINA RANEA

    ago 21, 2013  at 01:38

    Ao oferecer vagas para os alunos com Necessidades Especiais, é necessário oferecer também suporte técnico pedagógico ( AVE , materiais apropriados e acompanhamento de especialistas ) para o aluno e aqueles que trabalham diretamente com ele.

    Responder

  101. Haroldo Souza de Arruda

    ago 22, 2013  at 01:38

    Uma portaria que fixasse no mínimo 20 e no máximo 25 alunos por sala no ensino fundamental resolveria todo problema. A dedicação que cada professor poderia dar ao aluno seria outra. Em muitas escolas já há salas ociosas por conta da transição da escola de oito anos para escola de nove anos. Ao invés de fecharem turmas, SME deveria começar uma verdadeira revolução: diminuindo o número de alunos por sala! Uma ação eficaz e plausível já para o próximo ano.

    Responder

  102. Alessandra

    ago 22, 2013  at 01:38

    Precisamos de mais escolas para que cada sala de aula tenha menos alunos.

    Responder

  103. Vanessa Graziela Soars da Silva

    ago 22, 2013  at 01:38

    Realmente precisamos de mais escolas, porém temos que ter a consciência dos espaços internos e externos para professores e alunos. A capacidade física de cada ambiente para que assim os espaços não atrapalhem o dia-a-dia de cada um.

    Responder

  104. Olímpia Maria da Silva

    ago 22, 2013  at 01:38

    Sim Precisamos de mais Escolas, porém precisam pensar no espaço físico respeitando a faixa etária, investir em espaços adequados para praticas de esporte, cultura, Informática, bibliotecas, laboratórios, salas para oficinas – ateliê, espaço com a natureza, banheiros suficientes com a quantidade de alunos, matérias pedagógicos, pensando na acústica, iluminação e acessibilidade em todos os espaços, são vários pontos a serem considerados para pensar em novas construções de escola.
    Outra Questão Relevante é o numero de alunos.É preciso pensar nas faixas etárias e suas necessidades: No cei são 25 crianças de 3 anos para 1 professor, no 1 ano do Ensino fundamental são 30 crianças de 6 anos para 1 professor e na emei são 35 crianças de 4 e 5 anos para um professor. Será que realmente os profissionais da educação com este numero de crianças em suas sala tem condição, de acolher, orientar e ensinar com qualidade? Sabemos que esta é a situação atual apresentada na rede municipal do ensino.
    Antes de Pensar em educação Integral, já estamos proporcionando uma educação de qualidade nas escolas com ensino parcial? A comunidade, a família, crianças, adolescente, adultos e educadores tem Claro os objetivos do que é um Educação de qualidade?? É só espaço novos? Período Integral? Profissionais Qualificados e valorizados por seus trabalhos desenvolvidos? É um conjunto de questões, a serem pensadas para melhorar e não só fazer alguma coisa pra disser ou mostrar pro outro mas fazer realmente a diferença na educação. Sem Educação Não Existe Nação!!

    Responder

  105. José Nelson Lourenço Cruz

    ago 23, 2013  at 01:38

    Até o presente momento não vi nenhum movimento para a ampliação da oferta de vagas da E.J.A. Alguém poderia comentar, por favor?

    Responder

  106. Cintia

    ago 24, 2013  at 01:38

    Olá!
    Gostaria de saber porque não consigo matricula e fazer a transferência do meu filho para a escola que escolhemos que fica perto de casa. Já fui duas vezes na escola e a secretária sempre diz que culpa do Eol. Quem é Eol? Se for preciso eu falo com ele pra estudar na escola que escolhemos.
    Obrigada!

    Responder

    • ines sztybe

      ago 24, 2013  at 01:38

      Adorei o comentário da.Cintia! Quem será este tal EOL? OUTRA COISA.QUE PRECISA MUDAR URGENTE! SAO SEI LA EU QUANTOS PROGRAMAS PRA GERENCIAR O QUE TEMOS NA EDUCAÇAO E NENHUM CONVERSA COM O OUTRO, ISSO QUANDO NAO TRAVA .TUDO!

      Responder

  107. marilia

    ago 25, 2013  at 01:38

    Ampliar o numero de vagas é algo muito amplo, pode se ampliar literalmente ” depositando” um numero cada vez maior dde crianças em salas que ja encontram- se superlotadas ou entao ampliar criando novas ceis conveniadas e nao verdadeiros cargos publicos…é preciso parar de gastar dinheiro com o que não tras inteligencia ao Brasil e investir naqueles que serão o nosso futuro, desde bem pequenos para que ja nao cheguem no primeiro ano como têm chego….sem estrutura familiar,sem base educacional, ja sem visão de um futuro próspero! Invistam no nosso futuro, que isso não seja apenas mais uma manobra para nos enganar…( desgostosa e discrente da educação atual….)

    Responder

  108. Leandro Feitosa Nascimento

    ago 25, 2013  at 01:38

    Aumentar o numero de céus é fundamental, assim como atender 100% da população. Mas deve-se lembrar que atender a quantidade não significa que haverá qualidade. A qualidade depende de 2 fatores para o docente: 1) poucos alunos por sala para poder descobrir as dificuldades de cada um e desenvolver as habilidades necessárias; 2) 1/3 da jornada remunerada sem o aluno para o professor preparar as atividades necessárias a cada um dos seus alunos.
    Fatos para exemplificar:
    Leciono para salas de alunos que vivem em extrema vulnerabilidade social (prostituição na 7 série, uso de drogas, pais drogados, alunos que moram de favor por opção porque os pais são viciados, etc.) e que possuem inúmeras dificuldades devido a defasagem no aprendizado. Assim, a 7ªA tem alunos com conhecimento de 4ª série , alguns de 5ª série, e metade com o aprendizado devido da série em questão. Óbvio que é uma sala extremamente indisciplinada porque não consegue acompanhar o estudo, por isso eu preparo atividades diferenciadas de acordo com a necessidade de cada aluno. Mas não tenho um tempo remunerado adequado para fazer este trabalho. OU SEJA, A QUALIDADE DA EDUCAÇÃO PERPASSA POR TER 20-25 ALUNOS POR SALA, para podermos satisfazer suas dificuldades e JEIF PARA TODOS (1/3 SEM ALUNO).
    DETALHE: quando leciono com 15 – 20 alunos por sala, como tem sido nas reposições, é outra aula, os próprios alunos comentam que rende muito mais, que aprendem mais, tem mais chance de participar, de tirar dúvidas, enfim, deu para entender o que precisa-se fazer para TER QUALIDADE!

    Responder

  109. SIDINEIA

    ago 27, 2013  at 01:38

    Aumente o número de vagas construindo escolas e não lotando as que já estão lotadas…respeitem as crianças e professores. Afinal por que pagamos tantos impostos?

    Responder

  110. Orlando

    ago 27, 2013  at 01:38

    Não adianta pensar só em criação de vagas, para pensar nisso tem de pensar em qualidade também, se não for dessa forma contínuaremos no mesmo estado que nos encontramos hoje, salas barrotadas de alunos e escolas muitas vezes ou quase sempre sem a menor estrutura adequada para esse atendimento de qualidade.

    Responder

  111. Tatiana

    ago 27, 2013  at 01:38

    Ampliar o número de vagas é de grande importância, porém quantidade não significa qualidade, precisamos de novas EMEIs, CEIs, EMEFs?, Sim precisamos, mas que haja compromisso em antender bem, principalmente as CEIs, que necessecitam de melhores espaços e hoje são ampliadas em residências reformadas por instituições não governamentais que se preocupam com o dinheiro que vão lucrar e não estão preocupados com a educação, hoje é mais um depósito de crianças sem espaços adequados sendo dirigido por pessoas despreparadas, e que ainda além de tudo recebem dinheiro público para tal descaso.

    Responder

  112. Neusa Ferraz

    ago 27, 2013  at 01:38

    Não há dúvida que é necessario aumentar o número de vagas, mais há algo muito mais importante e urgente para se por em prática; a diminuição do número de alunos por sala e acabar com as turmas mistas.

    Responder

    • Jonaci Martins da Silva

      ago 28, 2013  at 01:38

      A redução do número de alunos por sala/professor é importante e a forma para contemplar essa medida e acabar com a fila de espera é construir mais escolas é não nem necessário q a escola tem q estar equipa com recursos materiais e humanos,

      Responder

  113. wilson Teixeira

    ago 27, 2013  at 01:38

    É fundamental ampliar a oferta de educação infantil, São Paulo a cidade mais rica do Brasil ainda possui boa parte de suas crianças de educação infantil 0 a 6 anos fora da escola. è preciso investir na base para que a médio prazo a educação melhore no país.

    Responder

  114. Luciane souza

    ago 27, 2013  at 01:38

    Estas mudanças nãoadiantarão nada se não houver diminuição do numerode alunos por sala, melhoria na qualidade do material escolar oferecido aosalunos e professores, melhores condiçōes de trabalho para todos nas unidades escolares. Há escolas em funcionamento sem sala de professores, sem acesso p deficientes físicos, com infiltrações e goteiras nas salas de aula, sem falar nas salas superlotadas. Ou seja, não há a mínima estrutura digna para a. realização de um trabalho de qualidade para todos. Ambientes sujos, banheiros velhos e quebrados é o que se vê na maioria das escolas, principalmente nas da periferia.

    Responder

    • Jonaci Martins da Silva

      ago 28, 2013  at 01:38

      Esse tipo de comentário está parecendo propagando do programa do Governo, é sempre o mesmo comentário?????

      Responder

  115. Letícia Sousa

    ago 28, 2013  at 01:38

    A minha grande preocupação enquanto professora é a redução do número de crianças por sala, principalmente na educação infantil, primeira etapa da educação básica e tão importante no desenvolvimento.
    A superlotação faz com que o trabalho fique inviável para todos.

    MENOS É MAIS QUALIDADE ! REDUZ HADDAD!

    Responder

  116. Joanna Guerra

    ago 28, 2013  at 01:38

    Acordem senhores do gabinete!! È preciso diminuir o número de alunos por sala. Adaptar as EMEFs que recebem crianças de 5 e 6 anos no primeiro ano do Ensino Fundamental Pois, fisicamente essas escolas são totalmente inadequadas aos estudantes tão pequeninos.

    Responder

  117. San de Oliveira

    ago 29, 2013  at 01:38

    Aumentar o número de vagas é essencial e urgente, mas não podemos esquecer que unidades conveniadas é muito diferente a rede direta, tanto com gasto público e em relação a espaços adequados aos educandos, a qualidade é fundamental para o desenvolvimento da criança por isso necessitamos urgente de mais espaço adequado no que se refere a aumento de horas do aluno à escola, senão cairemos em um retrocesso onde o assistencialismo era prioridade e as antigas creches um deposito de crianças. Se não panejar com cuidado esse aumento de horas dos educandos nas unidades teremos sérios riscos de acidentes e desinteresse deles pelo ambiente educacional.

    Responder

    • Rosangela, Luciana Lemes e Izabel - Jeif Grupo I

      set 11, 2013  at 01:38

      Concordamos com o seu texto!
      A ampliação é necessária na rede pública direta, priorizando a qualidade. Os espaços adequados à faixa etária, agrupamentos que respeitem as prioridades e necessidades das crianças ,pois nas CEIS elas são agrupadas em turmas menores portanto quanto menores, necessitam de maior atenção; o que não acontece em relação à portaria mista e na EMEI ,onde temos salas superlotadas com mais de 30 crianças e apenas um profissional.

      Responder

  118. ANTONIO DIAS NEME

    set 02, 2013  at 01:38

    Educação para todos
    “A paixão pela Educação é que fará o Brasil crescer.”
    Tornar o ensino básico prioridade. Os recursos serem concentrados nos primeiros anos de estudos obrigatórios .
    As famílias devem estar em contato permanente com o colégio, e é aos pais que o diretor tem de prestar contas de seu trabalho, em primeiro lugar. O segredo é a família, com pais comprometidos os alunos ficam motivados e os professores entusiasmados.
    Uma grande medida é à sólida formação dos docentes e um quadro educacional muito claro. A formação dos professores: precisam ter curso superior e serem atualizados e avaliados a cada dois anos. Todos terão de ter cinco anos de formação, um terço do qual será de conteúdo pedagógico. Uma jornada semanal de 40 horas, mas nem todas de ensino em classe. Professores por vocação e motivados. Valorização social e prestígio entre seus compatriotas, contando com a confiança dos pais. Terem liberdade para trabalhar com os alunos. Os professores trabalharem lado a lado com as famílias. Organizarem jornadas de apresentação, das quais participarão os pais, para conhecer seu método de trabalho. Se gostarem poderão optar livremente por matricular seus filhos ali. Os pais podem escolher a escola, a mais próxima, que favoreça o acompanhamento dos alunos até o final da etapa obrigatória.
    Um sistema uniforme, obrigatório e gratuito que garanta a equidade e o acesso para todos; um corpo docente altamente qualificado e as mães, incorporadas ao sistema de trabalho, sejam as primeiras a motivarem seus filhos a estudarem.
    Um sistema educacional público e gratuito desde a infância até o doutorado na universidade. Além disso, ser obrigatório dos 7 aos 16 anos. Nessa etapa todos estudarem a mesma coisa e que o façam no mesmo edifício, ou o mais perto possível, para garantir um acompanhamento continuado do aluno.
    O Estado definir 75% de disciplinas comuns e o resto ser organizado pelo colégio, com a participação ativa de estudantes e famílias.
    Centros escolares com boas instalações e equipamentos, mas também com certa austeridade. Deixar claros os propósitos educativos do curso. E que eles serão cumpridos. Os alunos também responderem. Fazendo seus deveres, e não se queixarem.
    Um sistema educacional livre que rode com fluidez, bons professores, famílias que participem e dinheiro para enfrentar as dificuldades. E uma vontade férrea de cumprir o dever. Incutir esse tipo de responsabilidade pessoal no caráter de professores e alunos? É possível. É a responsabilidade de que é preciso cumprir.
    Um ano letivo intenso com atividades até nos finais de semana; os estudantes participar dos chamados “clubes educativos”, onde ocorre uma verdadeira socialização, através do esporte, teatro, música, cultura, viagens e comemorações das festas do calendário cultural do país.
    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  119. André

    set 02, 2013  at 01:38

    Tenho diversas considerações a fazer: a primeira, e mais grave, é a inversão da ordem como as coisas deveriam ser feitas. Quaisquer mudanças que tenham como finalidade tirar a nossa educação da situação preocupante em que ela se encontra, deveria primeiramente consultar aqueles que estão na linha de frente do processo, os professores. São diversas as nossas demandas, mas a Prefeitura tem a brilhante ideia de contratar teóricos para elaborar uma reorganização, para depois consultar a todos? É o que eu chamo de fachada democrática. Demandas históricas como a diminuição de alunos por sala, por exemplo, não constam em momento algum do documento. A Prefeitura diz que quer todos alfabetizados até os 8 anos. Certo, mas com 35 alunos por sala e diversos alunos com necessidades especiais sem que o professor tenha um profissional que o ajude ou a escola tenha estrutura física para recebê-los, temos visto que essa tarefa tem se tornado impossível, e certamente não é pela falta de empenho e preparo dos educadores.
    Outra questão relevante: a Prefeitura não pode aprofundar a terceirização (privatização) de serviço tão caro ao município e ao país. A educação tem que ser pública no sentido mais integral do termo. Pública porque é direito de todos e pública porque é oferecida pelo Estado. Se essa gestão está mesma tão preocupada com a qualidade da educação, tem que oferecer esse serviço integralmente de forma direta. Se não é possível prescindir, num primeiro momento, das conveniadas, que não se faça novos convênios. Que se crie vagas diretas daqui pra frente e que, gradativamente, toda a educação possa ser oferecida pelo Estado, de forma direta.

    Responder

  120. Eliana

    set 03, 2013  at 01:38

    Conheço o direito que toda criança tem ao acesso a educação .
    Mas o que não entendo.Porque não se pode oferecer a opção de meio período para crianças de CEI. Vejo em minha pratica, muitas mães com condições de deixar o filho meio período, mas não o faz por falta de opção. Com isto poderia até dobrar o número de vagas, simples.

    Responder

  121. ANTONIO DIAS NEME

    set 03, 2013  at 01:38

    APRENDIZAGEM
    Lição de casa: um dever para todo dia
    A rotina de estudos não deve acabar na porta da escola

    A tarefa de casa é uma atividade importante para a formação dos estudantes – e deve ser incentivada por pais e professores
    Qual a importância da lição de casa? Quanto tempo o aluno deve se dedicar aos estudos fora da sala de aula? É mesmo fundamental haver lição de casa todos os dias? Como os pais devem ajudar nas tarefas? O que fazer quando o estudante tem dificuldade para fazer os exercícios propostos pelos professores? Essas são algumas dúvidas que atormentam tanto os estudantes quanto seus pais no dia a dia da escola. Lição de casa é um assunto sempre controverso, pois escolas diferentes seguem procedimentos distintos. O importante é que tanto alunos quanto pais saibam que a rotina de estudos não acaba na porta da escola, após quatro ou cinco horas diárias de aula. Em casa, o estudo deve continuar, sob a forma da lição de casa – também chamado de dever de casa ou tarefa de casa.
    Lição de casa é participação

    As funções da lição de casa são sistematizar o aprendizado da sala de aula, preparar para novos conteúdos e aprofundar os conhecimentos. Analisando os exercícios que os alunos resolvem sozinhos em casa, o professor pode descobrir quais são as dúvidas de cada um e trabalhar novamente os pontos em que eles apresentam mais dificuldades.

    O grande desafio do professor é fazer com que o aluno consiga atribuir significado à lição de casa. O aluno precisa perceber a função das tarefas para que compreenda sua importância.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  122. ANTONIO DIAS NEME

    set 03, 2013  at 01:38

    ALFABETIZAÇÃO
    11 maneiras de ajudar na alfabetização do seu filho
    Contar histórias, deixar bilhetinhos na geladeira, fazer lista de compras em voz alta – essas são apenas algumas ações que ajudam na alfabetização das crianças
    Elementos do dia-a-dia, como receitas culinárias e contos infantis, também ajudam na alfabetização de uma criança
    Você sabia que os pais também podem ajudar na alfabetização de seus filhos? Isso mesmo! Mas não se preocupe, pois não se trata de ter de ensinar formalmente a criança a ler e a escrever, função esta do professor. Você pode, isso sim, tornar o ambiente de convivência da criança repleto de atos de leitura e escrita, de forma a inseri-la desde cedo no mundo das letras. Em suma, deixar o ambiente doméstico mais alfabetizador. Isso acontece quando, por exemplo, a mãe deixa bilhetinhos na porta da geladeira, apontando a finalidade do ato para a criança: vamos deixar esse recadinho para o papai avisando-o que iremos nos atrasar para o jantar’. Ou quando, antes de começar um novo jogo (de tabuleiro, por exemplo), ela propõe ao filho que eles leiam as regras juntos.
    Acredito que, quando a criança é inserida nessas atividades rotineiras, ela acaba percebendo a função real da escrita e da leitura, e como elas são importantes para a nossa vida. E, dada sua curiosidade nata, ela vai querer participar cada vez mais e buscar o conhecimento dos pais.

    A criança que cresce em constante contato com a leitura e a escrita acaba se apropriando da língua escrita de maneira mais autoral e adquirindo experiências que vão fazer a diferença na hora de ela aprender a ler e a escrever efetivamente. Isso explica o fato de, numa mesma sala de 1º ano, professores se depararem com algumas crianças praticamente alfabetizadas e outras que sequer entendem a função do bilhetinho na porta da geladeira ou que a linguagem escrita se relaciona com a oral, porque viveram experiências muito discrepantes em casa.

    11 maneiras de deixar o ambiente de sua casa mais alfabetizador, ajudando seu filho a passar com tranquilidade pela alfabetização o que, aliás, é fundamental para ele ter sucesso nas etapas futuras do aprendizado e do conhecimento:

    Para ler, clique nos itens abaixo:

    1. Deixar bilhetes ou escrever cartas
    2. Preparar receitas culinárias na presença da criança
    3. Ler histórias
    4. Ser um modelo de leitor
    5. Explorar rótulos de embalagens
    6. Fazer listas de compras com seu filho
    7. Aproveitar as situações da rua
    8. Fazer os convites de aniversário com a criança
    9. Montar uma agenda telefônica
    10. Apontar outros materiais escritos
    11. Respeitar o ritmo da criança
    Entenda o conceito de ambiente alfabetizador

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  123. REGIS ALVES DE OLIVEIRA

    set 03, 2013  at 01:38

    Temos uma demanda enorme no atendimento, o número de habitantes na cidade de São Paulo aumenta muito, uma ampliação é sempre bem vinda, apenas devemos pensar que os espaços de convivência não se constituem em depósitos de crianças, temos que pensar em equipamentos públicos adequados para o atendimento das especificidades dessa faixa etária. Temos equívocos de engenharia CEI’s com 2 pavimentos são inadequados para segurança das crianças, e pessoas com mobilidade reduzida. A área externa deve propiciar espaços para o desenvolvimento psicomotor, sem descuidar da segurança. Devemos pensar uma expansão de forma que as crianças sejam atendidas garantindo o seu pleno desenvolvimento físico e psíquico.

    Responder

  124. monica luz

    set 03, 2013  at 01:38

    Falando em qualidade: como ficaria o número de alunos por sala nessa busca por atender a demanda?

    Responder

  125. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    set 03, 2013  at 01:38

    Boa tarde

    Meu nome é Fábio, sou diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO, em relação à questão da redução do número de alunos por turmas, que é reivindicação dos sindicatos e de muitos colegas professores e diretores neste fórum, gostaria de alertar que há um paradoxo nesta questão. Afinal a redução do número de alunos por sala é benéfica para melhorar as condições de trabalho dos professores e das escolas, mas muito ruim em relação ao salário dos educadores, pois basta lembrar que o valor da verba para a educação é uma porcentagem fixa no orçamento, bem como a prefeitura ainda têm que dar conta da grande expansão necessária da educação infantil, desta forma reduzir o número de alunos implica contratar mais professores, ou seja, contratar mais gente para dividir o mesmo dinheiro, desta forma qualquer possibilidade de aumento real de salário fica comprometida. Gostar-me-ia de ter uma sala com 20 alunos no Ensino Fundamental I e II, o que seria ideal nas regiões mais periféricas, onde sem dúvida os alunos têm mais necessidade de atenção tanto dos professores em sala de aula, bem como da própria direção e coordenação das escolas, pois são inúmeros problemas apresentados pela população carente que vão desde uma dificuldade maior com a disciplina até problemas de saúde, necessidades especiais e sociais que interferem no processo de ensino aprendizagem e demandam mais atenção das equipes de professores e gestores. Evidente que colocar 20 alunos nas salas seria o equivalente em aumentar em 40% a quantidade de salas de aula e professores e com 40% a mais de pessoal além de inviabilizar aumentos salariais por décadas ainda seria necessário até, se legalmente possível, reduzir salários. Condições ruins de trabalho com muitos alunos afastam professores, mas salários baixos afastam mais ainda, desta forma chego à conclusão que o ideal em questão de número de alunos é o atual número de 35 anos por sala no Ensino Fundamental I e II. Atrair jovens, com bom nível de excelência, para optar pela carreira do magistério exige um grande aumento de salário, o que a meu ver deveria ser de piso base de R$6.000,00 para Jornada Básica Docente, mas se a Prefeitura aumenta a quantidade de gastos, cada vez se torna mais difícil a valorização salarial do professor, transformando o professor em espécie em extinção nos bancos de nossas faculdades. Temos que lutar para que a Prefeitura diminua os gastos com a estrutura burocrática inclusive com uma medida de grande coragem, que seria extinguir todas as Diretorias Regionais de Educação e informatizar todo o processo, para que exista comunicação direta entre escolas e órgãos centrais, bem como todas as adaptações de prédios e reformas deveriam ser feitas no âmbito da unidade escolar, com recursos repassados as escolas, evitando a grande quantidade de órgãos públicos intermediários que só encarece e atrasa os processos de reformas e adaptações. Infelizmente a Secretaria de Educação tem se tornado nos últimos anos um verdadeiro cabide de empregos, com centenas de pessoas sem utilidade alguma mamando dos recursos públicos, estes sim que poderiam ser investidos na melhoria das escolas e salário dos professores.

    Responder

  126. ANTONIO DIAS NEME

    set 03, 2013  at 01:38

    Audiência Pública no TJ – Vagas na Ed. Infantil

    Aconteceu nos dias 29 e 30/08/2013, a partir das 10 horas, no Tribunal de Justiça, a Audiência Pública designada nos autos da ação que trata da falta de vagas nas creches e pré-escolas da Cidade de São Paulo.
    Presidida pelo Desembargador Samuel Alves Melo Júnior, Presidente da Seção de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo, contou com as presenças dos Desembargadores José Gaspar Gonzaga Franceschini e Walter de Almeida Guilherme, da Ministra Eliana Calmon, do Secretário Municipal de Educação, Prof. Cesar Callegari e do Procurador Geral do Município, Dr.Celso Coccaro e diversas outras autoridades.
    Fato inédito , histórico e extremamente relevante, a Audiência Pública no Tribunal de Justiça de São Paulo teve como finalidade ouvir a opinião dos diversos segmentos da sociedade sobre o tema, como forma de embasar a elaboração da sentença a ser prolatada nos autos da Ação Civil Pública promovida por representantes da sociedade civil em face do Município de São Paulo.

    Solução precisa ser rápida

    Insatisfeitos, conselheiros tutelares e desembargadores alegam que as respostas do Executivo sobre a demanda da educação infantil são evasivas. A prefeitura fala que está tudo bem, mas não está. Quem trabalha na ponta e conhece a situação se desespera e, para as famílias, o sentimento é de descaso.

    Acredito que a solução precisa ser rápida. Não adianta prometer para daqui a dois anos, as crianças precisam da escola já. Precisamos de equipamentos e de valorização dos profissionais. Condições de trabalho dos Profissionais de Educação que atuam na rede direta, a falta de aporte de recursos de forma racional e intensiva na construção de prédios e equipamentos para a Educação Infantil, há várias gestões sucessivas, o atendimento através das redes conveniadas, a demanda não atendida e a urgência de soluções efetivas e eficazes para tão grave problema.
    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  127. Emei Anchieta

    set 04, 2013  at 01:38

    A iniciativa da PMSP para ampliar a rede física de ensino, com a construção de novos CEUs, CEIs, EMEIs, EMEFs. Foi de suma importância, mas notamos que não foi o suficiente, pois não atendeu a real necessidade, os projetos foram válidos, mas se faz necessário à continuidade dessa iniciativa, para garantir que todos tenham acesso a um a unidade educacional. Percebemos que diante dessas construções houve uma preocupação em um investimento de qualidade com equipamentos permanentes. A complexidade dessa tarefa governamental é todo um processo de uma política que está preocupada com o desenvolvimento de propostas e projetos de ampliação. Acreditamos que o governo de continuidade as ações de interesse público e coletivo.

    Responder

  128. MARECHAL RONDON

    set 04, 2013  at 01:38

    A equipe da EMEF Marechal Rondon concorda com a extrema necessidade de ampliação de vagas. Mais importante ainda é a qualidade da proposta. Reduzir o número de alunos nas salas de aula e garantir a elevação do número de profissionais, mais valorizados tanto na remuneração quanto no processo funcional- carreira, para este atendimento é primordial.

    Responder

  129. Cris mendonça

    set 04, 2013  at 01:38

    Observo os CEUS já construídos sem ter pensado na acústica ou na faixa etária dessas crianças. Perto da minha casa vejo crianças e adolecentes pulando rampas com quatro lances. Com pouco espaço para o parque gente entrando e saindo para usar o clube.
    Deve-se ver o que é um espaço de educação infantil e fundamental I.

    Responder

  130. Monica

    set 04, 2013  at 01:38

    A expansão da rede é urgente e necessária, porém sou CONTRA os convênios que a Prefeitura pretende realizar. Educação Pública deve ser do setor público !!! Desperdício de dinheiro é um absurdo.

    Responder

  131. Terezinha

    set 05, 2013  at 01:38

    Poderíamos atrelar a ampliação das novas unidades, não só ao déficit de vagas, mas também a REDUÇÃO de alunos na Educação Infantil. A qualidade da Educação passa necessariamente por esta redução. Salas com 35 crianças de 4 e 5 anos e um único educador é um absurdo, é inadmissível!

    Responder

  132. Equipe do CEI Umarizal

    set 05, 2013  at 01:38

    Reforçamos a necessidade de prover estas escolas com professores qualificados em quantidade suficiente, com remuneração justa, valorizando o profissional, evitando assim que o educando fique muito tempo ocioso com profissional não habilitado.
    Manter o mesmo padrão e qualidade, respeitando as faixas etárias e níveis de conhecimento, além do número de alunos por sala.
    Na elaboração do projeto para construção das novas escolas ouvir sugestões da equipe docente, para evitar futuros problemas estruturais e também reformar as escolas já existentes.
    Atualmente, há escolas que apresentam poucos banheiros para muitas crianças; vãos entre as salas que dificultam a aprendizagem devido ao barulho de uma sala para outra; o sistema elétrico deve ser adequado de acordo com as normas de segurança.

    Responder

  133. sonia maria dantas silva ferreira

    set 06, 2013  at 01:38

    concordo com muitos pontos da proposta, quero deixar a minha “REINVIDICAÇÃO” proponho a redução de números de alunos nas salas de aula para desenvolver uma qualidade de ensino melhor, com um números menor de alunos na sala de aula os profissionais podem melhorar e se dedicar aos alunos e proporcionar um ensino de qualidade.

    Responder

  134. Professor Baüme

    set 06, 2013  at 01:38

    ESSE SITE ME CHEIRA MAIS A PROPAGANDA POLÍTICA DO PT DO QUE REALMENTE PROPOSTA DEMOCRÁTICA DE REFORMA EDUCACIONAL.

    Responder

    • Jonaci Martins da Silva

      set 07, 2013  at 01:38

      Concordo, tenho observado q a maioria dos comentários q recebo é elogiando a quantidade de escolas e não propondo alguma coisa.

      Responder

  135. Ampliar número de Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAIs)para as deficiências visual, física e auditiva. Até 2012 havia cerca de 250 SAAIs e Multifuncionais com professores de DI, 12 com professores de DV, 16 com professores de DA e 23 com profewssores de DF. Na região sul da cidade, por ex. não existe nenhuma SAAI de DV.

    Responder

  136. R. SHIZUO Kumasaka

    set 06, 2013  at 01:38

    Quorum: É sabido por todos e não é necessário referenciarmos autores: o ensino quanto mais personalizado for, mas eficaz será. Por tratar-se de uma realidade pública e não perdermos de vista nossa responsabilidade social, na busca da melhor qualidade de ensino, para o primeiro ciclo adotarmos o máximo de 20 alunos por classe (mesmo considerando a dupla regência) e demais ciclos em um máximo de 25 alunos, contribuirá, e muito, para caminharmos em direção da excelência da formação dos nossos pequenos cidadãos. Está é uma proposta que recebeu a unanimidade por todos os círculos sociais que frequentamos.
    Frequência: Passará a ser de responsabilidade de todos os professores do período, não apenas na aula que esta ministrando, em documento único, onde além da frequência poderemos atender o controle da “gazeta”, das fugas da escola e o leve leite. Qualquer pai, mãe ou responsável, a qualquer momento poderá ter acesso ao controle de frequência diário, e não será mais necessário o controle de ausência no instrumento denominado “Diário de classe”.

    Responder

  137. Haroldo Souza de Arruda

    set 06, 2013  at 01:38

    A Secretaria poderia revolucionar a educação no município com apenas uma medida. Com a transição da escola de oito para nove anos, em 2014 muitas escolas terão SALAS OCIOSAS. Nessas escolas o número de alunos deveria baixar para 25 alunos por turma quando não houvesse criança com NEE – Nas salas com crianças especiais, o número de alunos poderia ser 20/22. À medida que o tempo passasse, outras escolas poderiam fazer o mesmo. Seria uma política de Estado, que poderia, ao longo dos anos, ir reduzindo o número de alunos! Isso sim mudaria a educação em SP. Os alunos aprenderiam mais, as aulas teriam mais qualidade, quem é educador sabe que o número de alunos em sala é o principal fator do baixo IDEB.

    Responder

  138. roseli cancian

    set 07, 2013  at 01:38

    Aumentar o número de escolas é uma necessidade, contudo, se faz necessário também diminuir a quantidade de alunos por salas, e não diminuir o número de salas existentes, do contrário, continuaremos a ter alunos não assistidos de forma adequada e eficaz.

    Responder

    • Deise Aparecida Alves

      set 10, 2013  at 01:38

      Concordo com você totalmente, este é um ponto crítico muito importante que deve ser visto com muito carinho.

      Responder

  139. THAISA

    set 09, 2013  at 01:38

    PRESUMO QUE DEVRIA SER FEITO UM CEU NO BAIRRO DO LIMÃO POIS, ESSA REGIÃO NÃO É REGADA DE ESCOLAS MUNICIPAIS. COMO A REGIÃO DA BRASILANDIA ,POR EXEMPLO.

    Responder

  140. Margarete Gobeti

    set 10, 2013  at 01:38

    Acho importante aumentar o número de escolas, mas sou bastante reticente quanto aos convênios…Sei que há verbas para a educação, então, porque não construir novas creches, Ceus, Emeis, Emefs? Além, é claro, de conservar os que existem. Assim, poderão diminuir o número de alunos por sala de aula, que sabemos, é um grande problema nas escolas atualmente.

    Responder

    • Jonaci Martins da Silva

      set 11, 2013  at 01:38

      Sou completamente a favor dos convênios com instituições particulares, com a eliminação do turno diurno e da integralidade escolar, o nosso país/estado/minicipio é um dos poucos no mundo q não tem atividade esportiva nas escola públicas e mesmo as particulares qdo tem sçao mais para efeito de educação fisica / recreação. alias educ ação fisica esta q na pública deixa tudo a desejar.

      Responder

  141. Paulo Lima

    set 10, 2013  at 01:38

    Senhor secretário, fico inseguro quanto à extensão da educação da idade mais delicada da educação, ou seja, das CEIS nas mãos de instituições conveniadas. Acredito na competência dos profissionais que passam em concursos públicos altamente seletivos, na políticxa de formação continuada da rede SME. Os espaços públicos também são bem pensandos para os pequeninos. Será que haverá esse investimento em não funcionários da rede? Como avaliar a qualidade dos serviços de quem cuida de nossas crianças? Creio que seria viável investir em prédios da SME, seleção de profissionais por concursos e geração de emprego na rede.

    Responder

  142. Claudia

    set 11, 2013  at 01:38

    Um ponto que não foi observado em nenhum momento por esse projeto de Reorganização da Educação é a quantidade de alunos por turma.
    Sabemos que a demanda é grande e que existe uma proposta de ampliação da rede de atendimento, no entanto, não acreditamos que seja suficiente para garantir um trabalho de qualidade dadas as necessidades de cada atendimento (alunos com dificuldade, atividades diversificadas para abranger todos os alunos).
    O atendimento de casos de inclusão está se ampliando, mas poucas vezes vemos condições para tais atendimentos, sejam estruturais, de material ou de pessoal.
    A rede conveniada deveria ser considerada em caso de emergência, visto que, em sua grande maioria, não oferecem boas condições de trabalho aos profissionais que ali trabalham, havendo muitos casos de exploração de trabalho.
    Muitas não seguem as diretrizes municipais da educação e não garantem um atendimento de qualidade.
    A maneira como se mede o espaço e se distribui os alunos na educação infantil é infame: não se desconsidera espaços necessários para equipamentos e materiais como armários, mesas, armazenamento de colchões.
    Pensar em espaços de integração e recreação também são essenciais, visto que o brincar faz parte do universo da criança.

    Responder

  143. Hélio José Priolli dos Santos

    set 11, 2013  at 01:38

    Acredito que a proposta de reorganização da rede tem levando em conta esta questão da falta de creches na cidade de São Paulo bem como o número excessivo de alunos por turma sobretudo nos ciclos I e II. A implantação deste projeto certamente irá se deparar com esta questão uma vez que a idéia central é melhorar a qualidade do ensino e maior e melhor resultado nas aprendizagens dos alunos. O que não pode acontecer é exatamente turmas e escolas com número reduzidos de alunos por sala e resultados ruins, é imperativo que isso aconteça concomitantemente. Não podemos exigir da rede uma redução sem oferecer resultados. Já lecionei em turmas numericamente reduzidas onde o desempenho dos alunos era tão ruim quanto as turmas numerosas, todavia era um caso particular, de um grupo muito indisciplinado, mesmo assim naquela ocasião conversamos com os responsáveis e explicamos a origem dos baixos rendimentos na aprendizagem daquela turma. Mas a escola só tinha esta turma reduzida e era exatamente esta turma reduzida que tinha os piores resultados. Temos que assumir o compromisso também de mudar, desejo também turmas mais reduzidas sim….

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  144. Gléssia

    set 11, 2013  at 01:38

    A ampliação de vagas na educação infantil é uma necessidade crescente no município. No entanto, algumas considerações devem ser analisadas: 1) cuidado para não haver superlotação de crianças, o que prejudica o desenvolvimento de um trabalho de qualidade 2) Prioridade para a construção de CEIs da rede direta. Sabemos hoje que a rede conveniada vem suprir grande parte da necessidade de atendimento no município, mas quando isto acontece, são concursos públicos que deixam de ser realizados, prejudicando a possível carreira de muitos professores, o que parece desobrigar o poder público a cumprir o que diz a própria LDB.

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  145. Denize Dias

    set 11, 2013  at 01:38

    Enquanto na educação houver salas com 35 crianças, não haverá qualidade na educação.

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  146. jaqueline souza

    set 12, 2013  at 01:38

    eu acho q deveriam construir mais escola para os alunos q não podem estudar por falta de vagas e outras coisas.

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  147. EMEI Carolina Maria de Jesus

    set 12, 2013  at 01:38

    Como se dará a ampliação do acesso na Educação Infantil mencionada no Programa de Reorganização Curricular?
    Dada a intencionalidade de uma política integradora para a 1ª infância e atentando para sua urgência (2013 à 2016), EMEIs poderão ser transformadas em CEMEIs, ou seja um único local (pág. 39) para atender as crianças? Se isso ocorrer, como será a adaptação física do equipamento?
    Como acontecerá a Educação Integral, em tempo integral, com vistas aos equipamentos disponíveis e as demandas a serem atendidas?

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  148. Ana Luiza Jardim Frangello

    set 13, 2013  at 01:38

    O aumento de vagas para educação infantil exige repensar a infraestrutura destas unidades.
    A infraestrutura compreende desde o aspecto físico dos prédios/ construções até materiais disponíveis e quadro de pessoal, quanto à quantidade e qualidade.
    1. Até a data atual os prédios dos CEIs, antigos, quanto aos espaços, seguem a legislação de SAS independente da proposta pedagógica e da integração do cuidar com o educar. Neste sentido torna-se importante uma avaliação e readequação dos prédios dos CEI baseado na legislação nacional, nos documentos do MEC como “Os indicadores da qualidade de educação infantil”.
    2. Serviço de manutenção permanente aos prédios, pois o uso exige reparos com frequência e estes dependem de terceiros ou de outros órgãos da prefeitura que alegam escassez de mão de obra e material. Estes reparos incluem desde pintura, serviços de alvenaria, hidráulica, elétrica, marcenaria e serralheria.
    3. Aumento das verbas destinadas a manutenção dos prédios e equipamentos do CEI. Atualmente contamos apenas com a do adiantamento bancário, PTRF e PDDE. Estas verbas somadas dão uma média de 1700,00 ao mês destinadas a reparos , aquisição de material pedagógico de secretaria ., brinquedos de parque e de sala…
    4.Acessibilidade em todos os prédios educacionais.
    5. A proposta curricular tendo como eixos: brincadeiras e interações demandam espaços para estas atividades principalmente as brincadeiras. Sabemos da importância do lúdico nesta faixa etária e a maioria das brinquedotecas foi transformada em sala de aula. É importante resgatar os espaços destinados a estes ambientes, brinquedoteca, sala de leitura que estimulam a realização destas atividades principalmente para as crianças que permanecem 10 horas na unidade educacional.

    6. Aumento no número de CEIs diretos em detrimento dos convênios. A educação é pública, um direito da população, e não deve ser terceirizada, cabe ao poder público manter, coordenar e fiscalizar.
    7. Reposição de funcionários, de todos os setores, após ausência superior a 15 dias.
    8. Avaliação constante do contrato de terceirização da cozinha e serviços gerais.
    9.Integração com a rede de saúde buscando analisar e o encaminhamento adequado das crianças
    8.Auxiliar de enfermagem nas unidades de educação, todas, tendo uma atuação preventiva e de primeiros socorros e medicamentos.

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  149. Tiago Souza

    set 13, 2013  at 01:38

    Quando escuto a proposta de ampliar a rede de escolas tenho dois sentimentos antagônicos: felicidade pela ampliação de vagas e tristeza por saber que vão construir escolas sem condições para que a aprendizagem aconteça, conheço as escolas novas construídas na Gestão da Marta PT, as construídas na Gestão, Serra/Kassab e sei das péssimas condições acústicas, de acesso, espaços insuficientes para deposito, salas inadequadas para salas de leitura e salas de informatica, a ausência de salas para acomodar os professores e funcionários, a precarização nas instalações, banheiros, as portas inadequadas para o bom funcionamento das salas, telhado sem forros, falta de rampas para acessibilidade. A lista é grande. Sugestão Construa escolas, mas respeitem as pessoas que farão uso desse prédio.

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  150. José Afonso Barbosa Ribeiro

    set 14, 2013  at 01:38

    Reclamação sobre a má coservação da escola Jardim Britânia . Pois a escola está em ruínas . As salas de aulas estão sem piso , as carteiras há poeiras , os professores que ,são ótimos . Mais ainda falta professor .

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  151. E.M.E.F " Ernani Silva Bruno"

    set 14, 2013  at 01:38

    Como já dito anterior por outros colegas, a questão da qualidade no ensino, o acompanhamento do processo, esbarra na questão da quantidade de alunos por sala. No que diz respeito a criação de 20 novos CEUS, ao invés de haver integração dos espaços existentes, como prevê a proposta, haja REATIVAÇÃO e MANUTENÇÃO desses espaços e mais a CRIAÇÃO DE NOVOS. Na periferia faltam espaços públicos e há terrenos ociosos. Ainda com relação a criação de espaços pensemos na situação atual dos convênios, situações que eram ditas emergenciais, tornaram-se permanentes, o processo de ensino aprendizagem, sequer garante aproximação com a nossa rede, é algo independente como garantir aprendizagem? Novamente não basta criação de vagas, com relação a CEI como ficará a formação e qualificação necessária aos profissionais que trabalharam com a clientela CEI e EMEi juntas? Cada qual com sua especificidade, embora mantendo um denominador comum ” educar e cuidar são indissociáveis”. Finalizando, porém não menos importante a questão das parcerias com os equipamentos da saúde, a necessidade da viabilização de acompanhamentos e encaminhamentos necessários aos educandos.

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  152. Magna Travassos

    set 15, 2013  at 01:38

    Ampliar o numero de vagas é muito importante, porém mais importante ainda e garantir a qualidade do atendimento, e com salas super lotadas certamente fica tudo mais difícil, é preciso ter muitos critérios e cuidados com os convênios, visto que infelizmente muitos estão interessados nas verbas que recebem, do que propriamente com a qualidade no atendimento.

    Responder

  153. Maria Fernanda

    set 15, 2013  at 01:38

    Referente a criação das salas mistas nos CEIs ( já em andamento em algumas escolas), gostaria de saber como vai se dar, quantas crianças por sala? A sala mista, bem como o eixo norteador “interagir” é o projeto referente a experimentação de uma prática ou uma estratégia para criar vagas superlotando as salas? O numero de crianças por educador vai diminuir? Hoje o agrupamento de crianças de 3 anos pode ter até 25 crianças por educador… Penso que essa proporção deve diminuir. Ainda penso que os agrupamentos devem ser organizados de maneira a garantir um numero reduzido de crianças por educador e não por metragem da sala, como acontece em alguns CEIs, colocando dois e até três agrupamentos em uma sala, em função da metragem da sala… Seguindo a lógica do depósito de criança.
    Ainda sobre a implementação da CEMEI, a estrutura dos espaços físicos serão adaptados as exigências e especificidades das faixas etárias compreendidas de 0 a 5 anos e 11 meses? Como as duas carreiras ( CEI e EMEI) já existentes na educação infantil, vão conviver no que tange a organização destas unidades?

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  154. Manoel Severino da Silva

    set 16, 2013  at 01:38

    A construção de novas unidades escolares é fundamental para atender as necessidades dos munícipes, mas é necessário pensar no processo todo da construção, na última gestão foram construído escolas onde não se levaram em consideração todas as pessoas que utilizariam o espaço, como consequência temos escolas onde não se pensou em banheiros para os professores, locais para armazenar os materiais que chegam na escola, como kit material e uniformes e livros do PNLD. Outro fato importante é que não se pensa na construção de uma sala de vídeo (multimeios) e os profissionais ficam improvisando o tempo todo montando e desmontando equipamentos o que faz com que haja demora e desperdício de tempo, outra questão é o espaço destinado ao intervalo dos alunos geralmente pequenos e o absurdo é coloca-lo bem próximo da sala de leitura, como é que os alunos vão se concentrar na hora da leitura se os alunos estão gritando no intervalo? Foi brilhante a ideia de construir escolas abertas a comunidade, mas como garantir a segurança dos alunos se a comunidade pode entrar a qualquer hora? Como garantir a segurança dos alunos se a secretaria da escola é construída para que todos os pais entrem direto na escola? Alguém já imaginou que um deles poderiam ir direto a sala de aula e tomar satisfação como o aluno? Por fim, é necessário pensar na construção do prédio escolar levando em conta a circulação as pessoas Temos que pensar na conclusão da obra, pois temos prédios que depois de prontos logo em seguida tem se gastar a verba que vem para escola para corrigir erros deixados durante a construção do prédio.

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  155. Gerneide Leal

    set 16, 2013  at 01:38

    • QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – CORRELAÇÃO DIRETA COM O NÚMERO DE CRIANÇAS POR SALA. Nossa proposta é que o número de matrículas na EMEI SEJA NO MÁXIMO DE 25 CRIANÇAS POR TURMA – PARA NÃO SER UM DEPÓSITO DE CRIANÇAS, pois crianças pequenas necessitam de mais atenção. Atualmente temos na EMEI 35 crianças por sala com apenas uma professora, algo desumano com as crianças e com as professoras.

    • CEMEI: COMO SERÁ A IMPLANTAÇÃO SE NÃO HÁ ESTRUTURA FÍSICA, MOBILIÁRIOS ADEQUADOS (CEI e EMEI TÊM CARACTERÍSTICAS DIFERENTES)? COMO FICARÁ A JORNADA DOS PROFESSORES, POIS A JORNADA E CARREIRA DOS PROFESSORES DE CEI E EMEI SÃO DIFERENTES? Nossa proposta é que se respeite a Jornada atual dos profissionais e que haja um projeto verdadeiramente construído pela equipe arquitetônica – educadores de CEI – EMEI e equipe de DOT-P – equipe de CONAE.

    • TER SALAS MISTAS (COM DIFERENTES IDADES) É UM PROBLEMA QUE INTERFERE NA QUALIDADE DO TRABALHO. Nossa proposta é QUE SE CONSTRUAM NOVAS ESCOLAS E QUE NÃO EXISTAM SALAS MISTAS, pois dentro da mesma faixa etária já existem muitas necessidades diferentes para o professor acompanhar. A interação entre idades diferentes já acontecem em outros espaços e momentos da rotina escolar, não sendo viável para o trabalho pedagógico a mistura de idades em uma mesma turma. Esta questão não pode ser tratada apenas na ótica do atendimento à demanda, em detrimento à qualidade educacional. Criança precisa estar na escola, mas com QUALIDADE!

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