24°C

11°C

final

3 e 4

A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
foto 2

A Reorganização Curricular chegará a todas as etapas e modalidades da Educação Básica do Município. Para a Educação Infantil, propõe-se a criação de um currículo integrado. Para o Ensino Médio e para a Educação de Jovens e Adultos, é proposto o fortalecimento da articulação com o mundo do trabalho, sempre tendo em vista a formação ética e para o exercício da cidadania.

Reorganização Curricular do Ensino Fundamental de 9 anos

Haverá mudanças profundas na organização e funcionamento do Ensino Fundamental, com a sua estruturação em 3 Ciclos – Alfabetização, Interdisciplinar e Autoral, cada um com 3 anos de duração.

1. O Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos) objetiva garantir que todas as crianças estejam alfabetizadas até o final do Ciclo, no máximo, aos 8 (oito) anos de idade. Está centrado nos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento, descritos no documento Elementos Conceituais e Metodológicos para Definição dos Direitos de Aprendizagem e Desenvolvimento do Ciclo de Alfabetização (1º, 2º e 3º anos) do Ensino Fundamental, do Ministério da Educação. A implementação das ações que visam à garantia desses direitos de aprendizagem será realizada de forma articulada ao Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa.

2. No Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º, e 6º anos), a articulação entre as disciplinas será garantida pela presença de professores generalistas que acompanharão as turmas até o 6º ano e professores integradores em atividades de orientação aos alunos para desenvolvimento de projetos.

3. No Ciclo Autoral (7º, 8º e 9º anos), o trabalho com leitura, escrita e solução de problemas matemáticos, com pesquisa em todas as áreas do conhecimento, estimula os alunos à autoria. Este Ciclo é também momento privilegiado de autoria para os professores, que têm no espaço da aula local privilegiado para o desenvolvimento de metodologias de pesquisa na constituição de projetos junto a seus alunos.

Articulando seus nove anos de trabalhos com projetos interdisciplinares, o aluno produzirá Trabalho de Conclusão dos Ciclos – TCC – com compromisso de intervenção social.

Destaca-se que alfabetização, interdisciplinaridade e autoria não são exclusivas de um ciclo e devem estar presentes ao longo de todo o Ensino Fundamental.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte o documento completo.

Para dar sua contribuição, faça um comentário neste post.

Compartilhe:

Discussão - 258 comentários
  1. sonia amorim

    ago 15, 2013  at 02:48

    Além dos conteúdos tradicionais, acho importante a inclusão de temas relacionados a Cidadania e Direitos Humanos, em forma de disciplinas e/ou palestras, por exemplo. Os próprios professores deveriam receber treinamento nestes conteúdos. Professores de todas as disciplinas. A Educação na cidade de São Paulo deveria se preocupar em formar um novo cidadão, antenado com tudo de mais avançado no mundo, não no sentido tecnológico, mas em termos de valores imperecíveis como Liberdade, Justiça, Democracia e outros.

    Sonia Amorim
    Ativista, blogueira, editora, escritora e ex-professora universitária

    Responder

    • Pryscilla

      ago 17, 2013  at 02:48

      Gostei muito de sua sugestão e concordo!

      Todas essas mudanças devem acontecer sim, porém com a capacitação de nossos professores (eu me incluo). Formar cidadãos é um grande passo, hoje, nossos alunos nem sabem o que é ser cidadão, in

      Responder

      • Roberto Pereira

        ago 18, 2013  at 02:48

        Muitos alunos sabem o significado de cidadania, na prática, o problema são os exemplos de cidadania que os homens públicos dão. Eles mesmos são protagonistas da desvalorização moral, pois desrespeitam o próprio professor, figura de referência que ao longo dos tempos está sendo ignorada no âmbito social. Nas salas de aula, eles estão acoados.

        Responder

        • Roberto Pereira

          ago 23, 2013  at 02:48

          Sobre a avaliação, o documento diz: “A avaliação formativa possibilita que os PRÓPRIOS alunos, em parceria com FAMILIARES, professores e colegas, RESSIGNIFIQUEM suas experiências e seus processos de apropriação e produção de conhecimento, de forma autônoma e autoral”….
          Esse recorte é para mostrar o quanto é lindo e sofisticado a sua redação, e olha, essa não é uma característica exclusiva dele. Todas as propostas em qualquer instância apresentam essas riquezas teóricas.
          Atentem para as palavras em destaque (letras maiúsculas) e reflitam com relação as condições práticas do nosso dia a dia. Professores cuidando de alunos o tempo todo, pedindo e agradecendo a Deus, por cada dia que passa, sem que sofram lesões físicas ou coisa do tipo.
          Em outo trecho: “A tecnologia deve ser utilizada no processo de registros e explicitação de pensamentos, permitindo ao professor um trabalho diferenciado PARA CADA ALUNO e o desenvolvimento do pensamento metacognitivo. Observem, “para cada aluno”. Quem vive em sala de aula, sabe o que isso significa.

          Responder

          • roseli cancian

            set 07, 2013  at 02:48

            Como é possivel atender cada aluno de forma diferenciada, em uma sala com mais de 35 alunos? Como é possivel ter qualidade de ensino nessas condições.

          • Simone Siqueira

            set 08, 2013  at 02:48

            Concordo com você, Roseli, só não sabem os governantes que não conhecem os alunos atuais e as nossas condições……

      • sonia amorim

        ago 19, 2013  at 02:48

        Sim… os professores da rede municipal receberiam treinamento para trabalhar com estes conteúdos em suas disciplinas. Por exemplo: tratar da Constituição da República, sobretudo os Direitos Fundamentais do Cidadão, cap. 5… É possível adaptar estes conteúdos para cada nível em que o aluno esteja. Se o professor valorizar este tipo de conteúdo, ele vai encontrar brechas para trabalhar tais valores com os alunos…

        Responder

    • claudio maroja

      ago 27, 2013  at 02:48

      Em relação ao Ensino Médio, pouco se discutiu. Como serão os termos desse acordo com as Federais? É um federalização do Ensino Médio? ou ou cooperação de estruturação de curriculo e apoio de formação continuada? O EM irá passar, novamente a ser ensino técnico integrado ao médio?
      E os CMCT, porque ninguem trata deles? São parte da Secretaria da Educação, forma esquecidos?

      Responder

    • Rodrigo Cecheto

      ago 27, 2013  at 02:48

      Esse discurso moralista de formar o cidadão é duro de aguentar, afinal de qual cidadania estamos falando? Durante anos ouvimos esse mantra que a educação forma o cidadão, mas quem é esse cidadão? É o cordeirinho? Aquele que respeita o governo e a burguesia? Que toma um tapa em uma face e oferece a outra?
      Por fim, repudio esse discurso de cidadania, o conhecimento serve apenas para libertar, permitindo aos seres humanos escolhas próprias e pensadas.

      Responder

    • Rodrigo Cecheto

      ago 27, 2013  at 02:48

      Como isso é possível, colocar uma proposta para consulta pública sem deixar claro a grade currícular e a distribuição de horas aulas de cada disciplina. Até agora o documento só trouxe mais dúvidas e insegurança, mas como se trata da educação é possível fazer experimentos. Gostaria de ver brincarem assim com a economia e com o mercado financeiro, em um dia de dúvidas e insegurança o prejuiso seria enorme, mas na educação o prejuiso é sempre para o aluno e os profissionais de educação.

      Responder

  2. Clara Gomez Fernandez Cabral

    ago 15, 2013  at 02:48

    Gostaria de saber se os professores especialistas de áreas como Ciências, História, geografia entre outras somente poderão ministrar aulas do 7º ao 9º anos?

    Responder

    • Ana Cláudia

      ago 17, 2013  at 02:48

      Sim, foi esse entendimento que tive do texto – professores especialistas perderão salas de aulas, pois o ciclo III será compostos pelos 7º, 8º e 9º anos, ou seja, o 6º ano passa a fazer parte do fundamental I, ou melhor, ciclo II interdisciplinar.

      Responder

      • paulo jose de sousa

        ago 19, 2013  at 02:48

        E as aulas de inglês, artes e educação fisica? será o professor generalista que irá desenvolver?

        Responder

        • Adeilton

          ago 19, 2013  at 02:48

          Penso que falta muitos dados principalmente referente a garantia de jornada dos professores. Como vai ficar as aulas de Educação Física? Lembro que recentemente foi aprovada lei federal no qual estabelece que qualquer atividade relacionada ao “movimento humano” cabe apenas aos licenciados em Educação Física! Mais uma vez nós professores não fomos consultados…

          Responder

          • allyson

            ago 19, 2013  at 02:48

            Penso que retirar do currículo disciplinas é no minimo retrogrado sem contar que em relação ao currículo este governo que entrou com a carta da democracia no bolso, deveria ter consultado as entidades que por anos vem acumulando experiência no assunto. Neste sentido ao invés de retirarmos disciplinas do currículo deveríamos introduzir novas áreas do conhecimento como filosofia, sociologia entre outras. Por que não se fala em diminuir o número de alunos por sala de aula, aumentar os equipamentos como sala de leitura, sala de informática funcionando, anfiteatros? Mas parece que mais uma vez a solução é empurrar com a barriga.

      • paulo jose de sousa

        ago 19, 2013  at 02:48

        Ai sim, esta é uma ótima proposta, coerente com o processo educativo de qualidade.

        Responder

      • paulo jose de sousa

        ago 19, 2013  at 02:48

        Entendo que as aulas de língua estrangeira, educação física e arte devem também fazer parte no Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º, e 6º anos),

        Responder

        • vagner maia

          ago 20, 2013  at 02:48

          Caro, Paulo. Não concordo com você! É um retrocesso na Educação. As aulas de Educação Física devem ser ministrados por professores de Ed Física, especialistas e do 1º ao 9º ano. Existem pesquisas que dizem que crianças aprendem e tem avanços motores, na área da música e artes até 8 anos onde abrem “janelas” interconecção neurais ou sejam criam novos neurônios e conecções com mais qualidade nessa fase. Nega-la a Educação Física é comprometer toda sua fase de aprendizagem. O currículo tem que agregar matérias e não tirar como será tirado. As crianças de ano 1 e 2 adoram ed física. Ministro aula para esses alunos a anos inclusive em outra rede onde lá tem até aula de ed física no infantil. Enfim Ed Física para FUND I E FUND 2, CONTINUEM COM ESSA IDÉIA!

          Responder

        • vagner maia

          ago 20, 2013  at 02:48

          Disciplina de Música em todas as séries, assim como Ed Física desde as crianças de 4 anos no infantil até Ensino Médio, esse é o caminho. Temos que agregar matérias e não diminuir no currículo. O ensino de música é obrigatório e até agora não foi cumprido né HADDAD?

          Responder

    • Fernanda Milanello

      ago 19, 2013  at 02:48

      Retirar qualquer professor especialista do 6º ano é impedir o acesso do aluno a um conhecimento que até esse ano ele tinha direito. Um professor generalista tem a formação universitária necessária para ensinar Língua Portuguesa ou Matemática para o 6º ano? Ou os alunos municipais, mais uma vez, vão ficar para trás em relação aos de escolas estaduais e particulares?

      Responder

      • Rosete Barros Azevedo

        ago 20, 2013  at 02:48

        No caso do sexto ano acredito q uma dupla regencia resolveria todo este problema,o especialista trabalharia o conteudo de forma especifica e o generalista faria oapoio aos alunos com dificuldade!

        Responder

        • Priscila Claudia

          ago 28, 2013  at 02:48

          Só não sabemos COMO acontecerá e SE acontecerá esta dupla regência. Já pararam para pensar que talvez os docentes não consigam completar sua jornada de trabalho?

          Responder

    • Silvana Santos

      ago 20, 2013  at 02:48

      Estamos discutindo o documento, mas temos as mesmas dúvidas, e também como será a grade do 6º ano?

      Responder

      • Silvana Marques

        ago 20, 2013  at 02:48

        Tenho dúvidas sobre a grade de todo o Ensino Fundamental. Pelo que vi na minuta, a impressão que tenho é que algumas disciplinas como Arte, Educação Física e Lingua Estrangeira terão sua carga horária reduzida. Ou é isso ou o documento não foi suficientemente claro.

        Responder

  3. Clayton Freitas de Lima

    ago 15, 2013  at 02:48

    A iniciativa está no caminho certo, há tempo tempo destruída pelo PSDB apesar dos avanços no governo de Marta, porém tenho uma sugestão no currículo, trata-se de ampliar a discussão sobre o ensino da sociologia, noções básicas de sociedade, estado, trabalho, etc, de maneira leve e lúdica. Além disso aqui em Santa Bárbara d’Oeste, a 130km de São Paulo temos o projeto FAPE(Família, amor paz e esperança) onde sou contratado pelo meu projeto de prevenção e combate à violência, a reflexão é feita com os pais e educadores a cada ocorrência de ato violento, seja ele verbal ou simplesmente físico, e tem como objetivo secundário e consequência desse relacionamento comunidade-escola, a humanização das relações, um resgate ao respeito aos educadores e funcionários e a recíproca.É um projeto muito simples, mas que tem uma característica que acredito que contribua, a participação da comunidade na realidade escolar é de fundamental importância. Mensalmente os pais se reunirão na escola para propor e discutir os problemas da escola, acompanhar o que os filhos estão aprendendo e além disso, terão atividades culturais promovidas pela prefeitura em parceria com companhias de teatro, dança, maracatu, além de apresentações serão oferecidas aulas e oficinas. Uma maneira de garantir a participação talvez pudesse ser atrelada aos benefícios dos programas assistenciais, como o bolsa escola, uma frequência obrigatória, que poderia ser aos sábados como aqui. Aqui está dando certo. Espero ter contribuído.

    Responder

  4. Clayton Freitas de Lima

    ago 15, 2013  at 02:48

    Eu acredito que o ensino de sociologia, filosofia, economia, claro que tudo isso em escala infantil, lúdica e agradável pode ajudar além da formação do educando para a cidadania, na prevenção e combate a violência no ambiente escolar, a tolerância, o convívio com o diferente, com a família, a cooperação, trata-se de uma humanização do ambiente escolar e seus integrantes.

    Responder

  5. Edilamar Caoneto Zago

    ago 15, 2013  at 02:48

    Como fica os professores especialistas no Ciclo de Alfabetização e no No Ciclo Interdisciplinar ?

    Responder

  6. Luciane Lima

    ago 15, 2013  at 02:48

    Achei ótima essa proposta dos ciclos pois desta maneira os alunos realmente sairão com uma bagagem significativa do ensino fundamental I e II, e o TCC que será apresentado no 9° ano e excelente.
    A proposta é válida e relevante para o ensino no Brasil.

    Responder

    • Afonso Ueno

      ago 18, 2013  at 02:48

      Seria fundamental que fosse substituído a nomenclatura ” Trabalho de Conclusão de Curso”, por ” Trabalho Final do Ensino Fundamental”. A mudança da nomenclatura é importante para enfatizar, fortemente, a importância deste nível de escolaridade. Além disso, corre-se o risco de haver comparação, indevida, com o tradicional “TCC” dos cursos superiores.

      Responder

      • Roberto Pereira

        ago 18, 2013  at 02:48

        Será que os nossos alunos terão maturidade suficiente para desenvolver esse trabalho de conclusão?
        Dá a impressão que só darão continuidade aos estudos os alunos que estejam capacitados, e eu não acredito nisso.
        Ultimamente, o número de alunos que são promovidos no final do 9º ano, com dificuldades de aprendizagem, é uma brincadeira. E nesse caso, é possível a retenção, pois é final de ciclo, mas isso não ocorre ou pouco acontece, por vários motivos.
        A questão é, em que situação o aluno não será promovido? E quando for, como será a intervenção da escola?
        Existir a ideia de retenção sem que ela ocorra, não significa nada.
        ATENÇÃO: DIANTE DE TODAS ESSAS MUDANÇAS, FALA-SE NO APERFEIÇOAMENTO DOS PROFESSORES, E QUE EU ENTENDO COMO IMPORTANTE, ALÉM DA RESPONSABILIDADE QUE TODOS DEVEM TER, COMO PROFISSIONAIS. QUAL SERÁ O PAPEL DAS FAMÍLIAS NESSE PROCESSO? SABEMOS QUE ESSA É A NOSSA PRINCIPAL ANGÚSTIA.
        JÁ OUVI MUITOS COLEGAS RELATAREM QUE CERTAS MÃES RECLAMARAM QUE ELAS ESTAVAM PASSANDO MUITA LIÇÃO DE CASA, OUTRA DIZ PARA A PROFESSORA QUE TEM O QUE FAZER À ATENDER CHAMADO PARA OUVIR RECLAMAÇÃO DO FILHO.

        Responder

  7. Damiana Coelho

    ago 15, 2013  at 02:48

    Em relação ao ciclo interdisciplinar, não está claro como será o trabalho dos “professores integradores em atividades de orientação aos alunos para desenvolvimento de projetos”. Se o professor generalista (Fund. I) assume as aulas de Português e Matemática no 6º ano, como ficam as aulas dos especialistas (Fund. II) nessas áreas? Atuarão somente no ciclo autoral? Penso que isso deve ser melhor esclarecido.

    Responder

  8. Sarah

    ago 15, 2013  at 02:48

    Acredito que esse seja o inicio de uma reforma ótima para o ensino, hoje o ensino está muito distante da realidade dos alunos, são raros os alunos que não conseguem entrar em uma faculdade pública sem passar por um cursinho, acredito que essa transição melhore muito.
    O Tcc é importante pois há muitas universidades que cobram dos alunos porém não ensinam e já com as escolas orientando fica muito mais fácil, e os alunos ficam muito mais capazes e inteligentes.

    Responder

  9. Luiz Carlos

    ago 15, 2013  at 02:48

    Deveria existir a matéria NUTRIÇÃO no currículo escolar por pelo menos uns dois anos pra que as pessoas aprendessem a se alimentar melhor e tivessem menos consequências com a má alimentação e precisando de médicos no futuro. Prevenção é o melhor remédio. Por que ter musica ou desenho se o principal não tem que é EDUCAÇÃO ALIMENTAR.

    Responder

    • Fabio

      ago 18, 2013  at 02:48

      Meu caro, esse assunto já é desenvolvido nas escolas pelos professores de Ciências e Educação Física.

      Responder

      • José Roberto

        ago 21, 2013  at 02:48

        E no atual currículo, também nas aulas de matemática, é um tema interdisciplinar com várias vertentes, mas consta de atividades inclusive no caderno de apoio e tem ostrado grande resultado.

        Responder

  10. Salvador Laviano Neto

    ago 15, 2013  at 02:48

    Proponho que se reintegre ao curriculo a prática intensa de leitura. Sou pai e verifiquei, ao longo do tempo, que com meus filhos e outras crianças, as falhas de escrever, falar, entender o que lê, vocabulário etc, sempre estavam ligadas a pouca leitura. Até mesmo para o entendimento de matemática a prática de leitura é importante. Também sugiro que escritores nacionais consagrados, como Monteiro Lobato, estejam mais presentes para a prática de leitura.

    Responder

  11. Luiz Carlos

    ago 15, 2013  at 02:48

    PS: A matéria NUTRIÇÃO ou EDUCAÇÃO ALIMENTAR não deve ser opcional, mas sim com provas, notas, trabalhos práticos, estudos de casos e ser passível de repetência.
    Tipo matéria OBRIGATÓRIA por talvez três anos.

    Responder

    • Roberto

      ago 15, 2013  at 02:48

      Concordo e acho que os professores deveriam ser Nutricionistas formados ou recém formados o que também enriqueceria o currículo do profissional para uma futura avaliação no mercado de trabalho.

      Responder

      • fabiano

        ago 19, 2013  at 02:48

        concordo com vc Roberto, o professor deveria ter formação em nutrição e também em leis de transito, direitos humanos, enfermagem, etiqueta, etc. Acho q os professores sao mal formados. Saber e dominar somente sua disciplina é muito pouco…

        Responder

  12. Michael Pereira de Oliveira Fernandes

    ago 15, 2013  at 02:48

    A Estrutura das escolas proporcionará este trabalho diferenciado?

    Responder

  13. Luiz Carlos

    ago 15, 2013  at 02:48

    Sugiro que se implante a matéria de NUTRIÇÃO ou EDUCAÇÃO ALIMENTAR por pelo menos três anos, por exemplo no segundo ciclo, para que os alunos aprendam a se alimentar melhor ajudando a família a entender essa área fazendo com que no futuro necessitem de menos médicos! Prevenção é muito importante e economiza recursos futuros. E também que os professores fossem formados em Nutrição ou recém formados, permitindo que seus currículos fossem enriquecidos para futuras avaliações no mercado.
    Além disso essa matéria NÃO deveria ser opcional e sim obrigatória com notas, provas, estudos de casos, trabalhos e provas finais com possibilidade de reprovação.

    Responder

  14. Angélica Xavier Fórgia

    ago 15, 2013  at 02:48

    Parece interessante, desde que o professor generalista continue sendo os formados em pedagogia. E deveria exigir dos pedagogos formação universitária de 4 anos!!!

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 16, 2013  at 02:48

      Todo pedagogo tem formação universitária, cara Angélica!

      Responder

  15. Ana Paula Guiotti

    ago 15, 2013  at 02:48

    Gostaria de entender mais do que se trata o “currículo integrado” na educação infantil.

    Responder

  16. Fábio André Santos

    ago 15, 2013  at 02:48

    Pelo que pude observar na questão da grade curricular e disciplinas a Educação Física perdeu horas\aulas no ciclo I e ciclo II. Ciclo I de duas horas\aulas por semana para 1 aula semanal por série, classe ou ano e o Ciclo II de três horas\aulas para 1 aula semanal por série, classe ou ano. Como isso é possível? A Educação Física será rebaixada novamente como sub-disciplina? Esse vai ser o país da Olimpíada de 2016 com menos aulas teóricas e praticas em nossa rede municipal? Como a carga horaria de 25 horas/aulas semanais vai ser respeitada com essa grade curricular? Os professores de Educação Física do Fund II por exemplo terão que passar de 8 turmas\salas com 3 aulas por sala para 25 turmas\sala com uma aula por semana em cada sala\turma? Qual o ganho dessa medida? Qual a qualidade essa medida vai introduzir na vida estudantil de nossos alunos? E a questão dos projetos, o professor vai poder realizar os mesmos em um período somente ou em contra-turno? Essas são apenas duvidas iniciais que devem ser respondidas claramente e o mais rápido possível.

    Responder

  17. Andrea Cunha Kron

    ago 15, 2013  at 02:48

    Concordo, mas minha maior preocupação com relação ao TCC é o Google, que hoje fornece milhõe de trabalhos prontos !!! Hoje, muitos universitários ja usam o que chamam de “Professor Google” para seus TCC’s, e isto não pode ocorrer nesta fase! (minha opinião)

    Responder

  18. Bruno Cristovão da Silva

    ago 15, 2013  at 02:48

    Como acontece hoje em escolas particulares e até universidades o governo deveria criar um plano de ensino comum a todas as escolas com as matérias que o aluno aprenderá durante o ano letivo,por exemplo na 3º série no 1º bimestre em matemática o aluno aprenderá: números reais, divisão, raiz quadrada,fração, etc e ao fim do bimestre se aplica a prova e assim com todas as matérias. Fica mais organizado, mais fácil de mapear as dificuldades de cada aluno e o ensino avança. Acho isso necessário porque alunos chegam no ensino médio sem nenhuma noção mais aprofundada de matemática e física.

    Responder

    • Elias Silva

      ago 20, 2013  at 02:48

      Se os alunos não têm as competências necessárias no ensino médio em matemática hoje, imagine com apenas 3 anos com um professor especialista… Os alunos chegam ao 6o ano desconhecendo mais da metade dos conteúdos de matemática que foram trabalhados nos anos anteriores porque o pedagogo não tem um conhecimento aprofundado de matemática por sua formação ser muito deficiente neste campo. Negar aos alunos um ano de aula de matemática com professores especialistas trará ainda mais problemas aos alunos na transição generalista/especialista no campo da matemática. Querem criar uma geração sem matemática?

      Responder

        • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

          ago 20, 2013  at 02:48

          Nossa… A salvação da humanidade são os Professores de Português e Matemática!!!! É o paradigma da sociedade letrada por meio do Português e da Matemática. Não, meu caro, os Alunos não aprendem , primeiro porque são mal acompanhados em sua dificuldades e mal encaminhados em suas potencialidades.

          Responder

  19. Isaac Kassard II

    ago 15, 2013  at 02:48

    Será que as aulas de ARTE serão contempladas neste novo projeto? Seja no ciclo de Alfabetização (alfabetização também se dá pelos elementos visuais) ou no ciclo Interdisciplinar (afinal, a arte permeia por todas as disciplinas), UMA única aula/semana com o professor especialista se torna além de distante muito difícil o trabalho continuo e enriquecedor.

    Responder

    • Mônica De Oliveira Torquato

      ago 16, 2013  at 02:48

      Caro Isaac gostaria de compartilhar a sua pergunta, novamente estamos sendo deixados de lado neste governo, continuaremos servindo de “perfumaria”, para fazermos um bom trabalho fazemos o possível e o impossível para conseguir realizá-lo com uma aula apenas por semana…

      Responder

  20. Eduardo Carbone

    ago 15, 2013  at 02:48

    Deveriam incluir também aulas de Música no curriculum.

    Responder

    • Débora lopes Scorissa

      ago 16, 2013  at 02:48

      Nossa Eduardo, você fez uma excelente observação o ensino da Musica seria de extrema importancia para o desenvolvimento das crianças, principlamente na educação infantil e acredito tambem que um Professor de educação fisica para os CEIs seria algo complementar, pois né pedagogos nao temos o conhecimento corporal especifico necessário.

      Responder

      • Tati

        ago 17, 2013  at 02:48

        Concordo com vocês. Mas, uma vez que a rede municipal contrata professores formados e concursados (exceto em caráter de urgência faz contratos com prazos determinados), apenas contrata professores de música (ou teatro, ou cinema) para projetos que as escolas criam dentro do Programa Ampliar. A Música enquanto disciplina sequer faz parte das expectativas de aprendizagem da disciplina Artes nas escolas, uma vez que os cursos de Licenciatura em Artes não têm mais formado professores de música, e sim direcionado seus currículos para a área de artes plásticas. Mas também acho uma pena que não tenha mais aquela antiga Arte Musical na grade curricular.

        Responder

    • Luciana Rodrigues

      ago 16, 2013  at 02:48

      Excelente!!! Na Emef em que eu trabalho, as crianças são contempladas com um Projeto social da Eurofarma. Meus alunos do 3º ano, têm aula de música ( Projeto Canto em Grupo) uma vez na semana. As aulas são ótimas, com muitas atividades em grupo e as crianças adoram.

      Responder

  21. Fernando

    ago 15, 2013  at 02:48

    Olá, creio que um TCC no 9º ano “quebrará” o dinamismo das interações entre os temas e os projetos. Deixe o TCC para a graduação, por favor…

    Responder

  22. Kelly Violeta

    ago 15, 2013  at 02:48

    Como organizar projetos com salas com 35 alunos? Já temos experiência de projetos que acontecem fora da carga horário do aluno com o máximo de 20 alunos por turma e tem dado muito certo em várias escolas. Agora querer propor toda essas mudanças sem ao menos pensar na condição de aluno por classe fica muiiiiiito difícil. Eu que estou em sala de aula todos os dias sei bem o que é isso!

    Responder

    • Débora lopes Scorissa

      ago 16, 2013  at 02:48

      Com certeza Kelly existem ações muito mais profundas a serem avaliadas antes de qualquer iniciativa para tapar o sol com a peneira.

      Responder

      • Priscila Claudia

        ago 28, 2013  at 02:48

        Embora a redução do número de alunos esteja há anos na pauta de todos os sindicatos de profissionais da educação, nada foi publicado neste documento de consulta pública tratando desta temática. Será que é possível esta educação de qualidade com tantos alunos em sala de aula? Será que todos conseguirão ser contemplados pelas atividades de recuperação propostas? E os alunos com deficiência, como ficam no meio desta salada?

        Responder

  23. Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

    ago 15, 2013  at 02:48

    Olá! Sou Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal. Sou Professora da Prefeitura de São Paulo e atuo no Apoio e Atendimento à Inclusão (SAAI). Estou acompanhando com atenção as propostas do atual Governo e tenho alguns pontos que me preocupam:
    * Em relação aos Alunos que apresentam Necessidades Educacionais Especiais acompanhados de quadros de limitação Sensorial, Física, Intelectual e Transtornos de Desenvolvimento do Espectro Autista, penso ser muito importante o esclarecimento da Gestão, quanto aos apontamentos sobre Acompanhamento e Avaliação desses Alunos. Na Gestão anterior, foi criado dois documentos que penso serem muito bons no tocante aos Indicadores de Avaliação e Adequação dos conteúdos trabalhados no Ensino Fundamental. Quando leio o anúncio de uma nova concepção de currículo, tenho muito receio, do que possa acontecer com o trabalho de sensibilização e formação dos Professores das Salas regulares em relação a Inclusão.
    Se essas questões curriculares serão polêmicas no tocante aos Alunos normais, penso no que irá gerar de conflitos em relação aos Alunos com algum tipo de Deficiência.
    Foi muito trabalhoso, apresentar, estudar, analisar, convencer os Professores sobre a leitura e utilização do RAADI ( Referencial de Avaliação do Aluno com Deficiência Intelectual), quando começamos a construir um trabalho com a proposta de uma visão singular, surge um novo Governo com uma nova proposta, com novos desafios.
    Minha única e modesta sugestão é que não se jogue no lixo, o pouco mas marcante trabalho que começamos a desenvolver no tocante a Educação Inclusiva, sob risco de prejudicar os Alunos e Famílias que com muito custo, estão lutando por uma Educação mais digna para seus filhos e filhas deficientes.
    E ainda, antes de qualquer novo lançamento sensacional para a Educação Inclusiva consultem as Leis e Normas já estabelecidas pelo MEC.
    Sei que o atual Gestor, foi durante muito tempo, Ministro da Educação e penso que conhece bem a Política Nacional para as Pessoas com Deficiência e todas as conquistas e desafios nessa área, porém sou antiga espectadora de novos Governos que simplesmente, jogam fora, o que os Governos anteriores realizaram, só para dizer que estão inovando.
    Inovação pressupõe respeito, conhecimento, pesquisa, consulta e principalmente compromisso político com o Aluno.
    Obrigada.

    Responder

    • Roberto Pereira

      ago 18, 2013  at 02:48

      O RAADI como foi elaborado, não se aplica nem em todos os alunos sem Dificuldades de Aprendizagem, muito menos com os que apresentam dificuldades. Precisa ser revisto.

      Responder

      • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

        ago 18, 2013  at 02:48

        Desculpe, mas você não conhece o documento ou então, não recebeu orientações de como utilizá-lo. para começar o RAADI foi pautado nas Propostas Pedagógicas do Governo anterior, portanto foi construído com base no currículo até então proposto pelo Governo, currículo, com o qual estamos trabalhando até hoje! Quem diz que o RAADI não está adequado, está confessando que desconhece o currículo da Prefeitura, portanto está fazendo o quer em sala de aula. Provável mente, você só leu as planilhas avaliativas sem ter conhecimento nenhum dos indicadores. cada indicador do material, está propondo uma avaliação singular nos casos de Deficiência Intelectual. Existem indicadores com marcadores ( asteriscos), esses estão já Adequados, ou seja, o item foi modificado para atender às demandas do público da Inclusão. Bem, resumindo o RAADI implica em nova visão, nova concepção avaliativa,adequação curricular, antes de chegar as planilhas avaliativas. É o velho dogma ler obras só no rodapé!

        Responder

        • Roberto Pereira

          ago 18, 2013  at 02:48

          Quem disse que as propostas curriculares, com a qual estamos trabalhando até hoje, estão totalmente adequadas com a realidade de nossa escolas? Assim como, não acredito muito nessas mudanças que estão por vir.
          Elaborar documentos sem conhecer a realidade das salas de aulas é muito fácil. É assim que sempre acontece, muitos professores que não aguentam a dinâmica diversificada, de episódios inusitados de uma sala de aula, saem para uma outra instância elaborarem documentos milagrosos, e o que é mais deprimente, esquecem que um dia foi professor. Documentos esses, para atender interesses meramente políticos, deixando de lado as expectativas de muitos adolescentes.
          Com relação o RAADI, e outros documentos elaborados pelos órgãos educacionais, do Município e Estado de São Paulo, não é preciso ler o documento na integra para percebe inadequações, com a realidade vivenciada nas escolas. São textos sofisticados, com palavras ricas nos seus significados, cuja prática torna-se prejudicada, talvez pela falta de coragem de se atacar os verdadeiros vilões da educação, e cobrar dos verdadeiros responsáveis pelo seu fracasso.

          Responder

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Desculpe Roberto, mas não me convenceu com seus argumentos. Pelo contrário, você assume não conhecer os Documentos na íntegra, com a desculpa que já sabe que estão fora do contexto escolar. Ora, caro Colega, isso além de despreparo demonstra desinteresse. E desinformação não combina com Educação!

          • Roberto Pereira

            ago 20, 2013  at 02:48

            Caríssima, está mais do que provado que há muita coisa errada, os próprios resultados falam por si só.
            Olha, eu não sabia que o meu despreparo tivesse tamanha proporção, e atingisse toda Educação Paulistana, bem como todo o Estado de São Paulo, onde também deixo minha parcela de contribuição.
            Já que o meu despreparo e a minha falta de interesse não contribuirá em nada, que apareçam os detentores das boas práticas pedagógicas, para solucionar os problemas educacionais que são visíveis aos olhos de todos, até dos leigos. A sociedade está “penando”.

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Não leve para o lado pessoal, caro Colega! Comece lendo os documentos na íntegra, irá ajudá-lo em suas argumentações.

          • Simone

            ago 20, 2013  at 02:48

            Parabéns Elaine, sua resposta está tão completa e clara, que se os idealizadores do projeto lessem e tivesse muito mais profissionais da educação que soubessem se colocar dessa forma, ou mesmo se nos consultassem antes de elaborar o projeto e empurrá-lo garganta abaixo dos educadores, ficaria mais apoiado pelos profissionais da educação e muito, mas muito mais produtivo para os alunos como você colocou.
            Eles estão na contramão com os professores fragmentados nos últimos anos, embora perceba-se nas universidades que é justamente no final que temos UM orientador do TCC, embora gostaria que eles se manifestassem de que forma obrigaremos um aluno que mal sabe redigir um texto a fazer um Projeto de Conclusão de Curso, se hoje no fund II, muitas vezes não conseguimos nem que o aluno faça lição na sala, muito menos em casa, quem dirá um trabalho como esse?
            Já trabalhei numa escola estadual em que algumas excepcionais professoras conseguiram que alguns alunos produzissem excelentes trabalhos com a orientação das mesmas inclusive com apresentação a uma banca de professores para avaliar, mas era somente para alguns que não chegavam a trinta ou quarenta de 240 alunos e com a orientação muito próxima das mesmas.

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Pois é Simone… Que bom que entendeu minha colocação. Não se trata de iniciarmos uma guerra fria, coisa que já existe nas escolas, entre os Profissionais do Fund.I e II, pois somos todos parte de um mesmo barco, furado por sinal. Temos é que ler com responsabilidade e disciplina intelectual o material e colocarmos os pontos que nos preocupam e aqueles que acreditamos serem positivos. Se começarmos a utilizar de demandas simplistas e descontextualizadas, visando apenas nosso cargo e nossas necessidades, nunca seremos levados a sério, nem tão pouco respeitados. Abraços!

  24. José Carlos Barreto

    ago 15, 2013  at 02:48

    Construção de escolas pequenas. Jamais escolões com muitos alunos. Salas de aulas com, no máximo, 20 alunos, principalmente com alunos com necessidades especiais;
    Atribuição de aula ao professor será de 15 aulas. O restante, 10 aulas, será para a atuação em recuperação, execução de projetos, etc;

    Responder

  25. Barbara

    ago 15, 2013  at 02:48

    Haverá vaga para todos os professores de Português e Matemática que lecionam hoje? Já que, pelo que entendi, eles só atuarão no último ciclo.
    Isso já será aplicado com alunos que ainda estão seguindo o ciclo de 8 anos?

    Responder

    • Silvana Santos

      ago 20, 2013  at 02:48

      Penso que somente se o governo aceitar a dupla regência, ou seja, o generalista seria o apoio ao professor especialista de mat e por. isto possa ser resolvido.

      Responder

  26. andre

    ago 15, 2013  at 02:48

    Trabalho de Conclusão dos Ciclos – TCC – com compromisso de intervenção social:

    O que seria Intervenção Social? Onde podemos pegar o curriculo real do Mec sobre a matéria?

    Responder

  27. Débora lopes Scorissa

    ago 15, 2013  at 02:48

    Olá! sou professora da Educação Infantil do ensino municipal e mãe de alunos da rede, trabalho em um Centro de Educação infantil, onde não só insistem em chamar de creche, mas também excluem da educação infantil por vários motivos.Porém fiquei extremamente esperançosa no que diz respeito a educação para nosso Município com o retorno das avaliações, o que proporcionou a todos muito mais esperança e crença positiva na educação de nossos filhos e no proposito e ideal de um educador. Agradeço muito a nova gestão por ter este olhar para nossa educação que para mim é um dos princípios do crescimento do ser humano.
    Gostaria apenas de salientar e pedir um novo olhar para os CEIs pois acredito que a alfabetização não se resume apenas a ler e escrever, vai além disso e engloba o âmbito psicomotor e psicossocial do ser em desenvolvimento.Peço ainda que vejam que para construirmos uma educação fundamentada nos princípios básicos de convivência precisamos começar desde cedo e nada melhor do que esta faixa etária ( o a 3 anos) para implantarmos a alfabetização e a educação social da criança.A parte motora é de extrema importância para a criança assim como o estimulo e inicio da alfabetização nesta fase poderá simplificar e acelerar o processo cognitivo dessas crianças.Pensem com carinho em nossa profissão que tanto amamos e somos apenas vistas como cuidadoras de bebes, sendo que somos muito mais capazes e com a imensa capacidade de cuidar e educar como esta no papel.
    Grata
    Profª Débora Lopes Scorissa

    Responder

  28. sandra maret scovenna

    ago 15, 2013  at 02:48

    Essas ideias são muito vagas. Quais disciplinas seriam ministradas em cada ano? Qual o número de aulas de cada disciplina?

    Responder

  29. Laerte

    ago 15, 2013  at 02:48

    ciências se aprende fazendo ciências: que voltem as FEIRAS DE CIÊNCIAS da minha infância, que nos fazia gostar de ciências!

    Responder

  30. Débora Espada Catarino

    ago 16, 2013  at 02:48

    Acessei e li o documento na íntegra e não está claro como será o trabalho dos chamados professores integradores no ciclo interdisciplinar e muito menos quem eles serão. De que forma essas aulas serão atribuídas???
    Outro ponto: sou totalmente contra retirar as aulas de Português e Matemáticas dos especialistas do 6o ano e passar para um generalista, pois este não tem formação adequada para suprir as expectativas de aprendizagem deste ano. O ensino de Português e Matemática, no meu ponto de vista, vai ficar muito prejudicado e não acho que isso facilitará a transição de um ciclo para outro, só adiará um fato que tem que ocorrer. Atualmente as faculdades de Pedagogia estão muito fracas e será esse o professor que os pais querem ensinando Matemática e Língua portuguesa para os seus filhos no 6o ano?

    Responder

    • Márcia

      ago 16, 2013  at 02:48

      Li todo o documento e alguns pontos me parecem preocupantes, por exemplo, se já é sabido que os alunos apresentam déficit de aprendizagem em língua portuguesa e matemática, como deixarão no lugar do professor especialista, formado nessas áreas, professores generalistas que são formados em pedagogia no 6º ano?
      Sou totalmente contra essa proposta que em nada contribuirá com aprendizagem, alias é fundamental que professores de língua portuguesa e matemática atuem no ciclo interdisciplinar como especialistas, pois assim contribuirão para uma verdadeira aprendizagem, infelizmente sabemos a falta de qualidade que as próprias universidades de pedagogia apresentam por isso o professor devidamente formado em sua área está mais capacitado para ensinar.

      Responder

      • Solanis

        ago 20, 2013  at 02:48

        Concordo com você Márcia. Se pudermos ampliar a participação do professor especialista junto ao generalista no ciclo interdisciplinar será um ganho para ambas as partes.

        Solanis Regina ( Professora de matemática da PMSP)

        Responder

  31. Lucas Alkaid Vicente

    ago 16, 2013  at 02:48

    Acho essencial o conhecimento computacional para que se possa ilustrar melhor os problemas existentes nas demais ciências, como física, matemática e química.

    Gostaria de saber qual o papel da informática/computação no currículo dos alunos. Se haverá realmente uma integração entre outras disciplinas ou somente as aulas de sistemas de escritório (office). Que já não tem mais a importância que teve nos anos 90.

    Responder

  32. Leonardo Tavares

    ago 16, 2013  at 02:48

    Demorou, mas chegou! Eu como aluno da rede municipal, acho que essas melhorias chegaram em boa hora, pois com esse método em que somos avaliados, não podemos ter uma embasamento do que aprendemos!

    Responder

  33. Anilton Oliveira

    ago 16, 2013  at 02:48

    Acredito que os novos tempos tem que ter criatividade, coragem e inovação, dentre as sugestões apresentadas, sugiro incluir o idioma inglês e leitura dinâmica deste a 1º série, devido a língua inglesa estar no cotidiano das crianças e elas não entendem, por exemplo : chat, windows,baby, web e outros. E a leitura dinâmica, devido a quantidade atual de conteúdo que é necessário ler para se ter um cidadão crítico e participativo, sem contar que é outra maneira de estimular a leitura entre as crianças.

    Responder

  34. Robson Miguel da Silva

    ago 16, 2013  at 02:48

    O ciclo de alfabetização continuará com professores de arte e educação física?

    Responder

  35. Miguel Tadeu Vicentim

    ago 16, 2013  at 02:48

    Na prática, se trata apenas de ajeitar o número de professores entre os Ciclos I e II devido à mudança do Ensino de 8 para 9 anos. É um paliativo burocrático. Não terá nenhum efeito claro ou significativo na qualidade de ensino.

    Responder

  36. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 02:48

    Essa questão é a que mais me incomoda.

    Primeiro: não acredito na alfabetização precoce dos alunos, aos 6 anos. No primeiro setênio, a criança não está preparada para mobilizar energias para o pensar institucionalizado como é. Nessa fase, ela precisa brincar, tomar consciência do corpo e de suas habilidades e funções. Gastar energia na alfabetização antes do tempo é queimar uma etapa importante, que a ajudará no futuro a lidar com situações que envolvam o corpo, o agir. Nessa fase ela precisa de Artes, histórias, parque, brincadeiras, usar os sentidos para perceber o mundo. E cuidados. E nada mais.

    Segundo: no ciclo interdisciplinar, a ideia de se trabalhar projetos é interessante. Mas fazer com que professores especialistas e sem formação pedagógica ministrem aulas para crianças é, no mínimo, cruel com as duas partes. Raros são os professores de Inglês, Artes, História, Geografia e Ciências que cursaram Pedagogia. Em grande maioria, são bacharéis. E isso limita o trabalho no que se refere a capacidade desse professor intervir com eficácia em desvios de curso no processo de alfabetização do aluno. Mesmo que a aula se faça em dupla regência. Pois aí reside outro dilema: o da autoria do professor, o da metodologia específica, habilidade e competência docente, o “jeito” de dar aula. Em minha opinião, criará mais um buraco entre os docentes de Fund.I e o Fund.II, intensificará a competitividade por puro ego.

    Responder

    • Silvana Marques

      ago 20, 2013  at 02:48

      Uma ressalva: professores especialistas são licenciados, não bacharéis. Recebem, sim, formação pedagógica paralelamente à de suas respectivas disciplinas. Bacharéis nem podem trabalhar como professores da rede municipal de ensino de São Paulo. Aposto mais na cooperação entre o Professor de Fundamental I e o de Fundamental II, seja em regência compartilhada ou não. Cabe à coordenação pedagógica de cada escola orientar os professores no sentido da cooperação, e a cada professor assumir esta cooperação como parte de seu trabalho, assim como cabe ao poder público investir na formação para todos estes profissionais.

      Responder

  37. claudevan da silva

    ago 16, 2013  at 02:48

    2. No Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º, e 6º anos), a articulação entre as disciplinas será garantida pela presença de professores generalistas que acompanharão as turmas até o 6º ano e professores integradores em atividades de orientação aos alunos para desenvolvimento de projetos.
    Opinião na minha visão de pai de aluno de quinta serie no ensino municipal. Na prática estes professores funcionam como quebra galho para suprir o alto índice de faltas dos que deveriam estar dando a matéria naquele momento. Confundindo ainda mais a cabeça das crianças que não são devidamente orientados sobre o porque de estarem fazendo tal atividade.

    Responder

  38. JOSE ODAIR PENNA

    ago 16, 2013  at 02:48

    Sugestões: Inclusão na grade curicular das matérias, ética e cidadânia e Religião – concientizar a criança sobre a importância de sua participação na construção de um mundo melhor. fazerem debates, em temas como reciclagem, uso da água, da energia eletrica, poluíção etc.
    Religião uma explanação sobre Deus, Jesus, sem destinção de religião.

    Responder

    • Priscila Claudia

      ago 28, 2013  at 02:48

      Apenas para registrar: a escola pública é LAICA!

      Responder

  39. Everton Lopes

    ago 16, 2013  at 02:48

    Os frutos dessas mudanças serão sentidos e medidos a médio prazo. Certamente teremos alunos muito mais prontos para a vida e para o mercado de trabalho.

    Responder

    • Ceci Maria de Oliveira Coêlho Barbosa

      ago 16, 2013  at 02:48

      Concordo com você, Everton.

      Responder

  40. silvani

    ago 16, 2013  at 02:48

    cada professor tem sua jornada:JBD 30h ,JEIF 40h(onde está cumprido o lei de 1/3) na anterior JBD ainda não precisa equacionar esta diferença e as disciplinas de fund II serão adequadas de que maneira neste modelo,precisa estar mais claro!

    Responder

    • Maria

      ago 20, 2013  at 02:48

      E como ficam os professores de Português e Matemática?
      Mais uma vez é o professor que deve pagar a conta, né!?

      Responder

  41. Olimpia Nilza Conte de Oliveira

    ago 16, 2013  at 02:48

    Gostaria imensamente que esta proposta, por se tratar da Educação Básica e a Educação Infantil fazer parte dela, inclusive obrigatória a partir dos quatro anos e prioridade da rede municipal de ensino, tivesse mais espaço neste debate. Precisamos com urgência de maior oferta de vagas mas somente citar construção de um currículo unificado na educação Infantil é pouco demais para uma modalidade tão importante na desenvolvimento humano. Não bastam projetos arquitetônicos…Com certeza, não como pré-requisito ou preparatória para o Ensino Fundamental, a educação infantil melhor discutida nesta proposta de reorganização e de fato ser prioridade no plano de metas, muitos problemas enfrentados no Ensino Fundamental poderiam nem existir…

    Responder

  42. David Santos

    ago 16, 2013  at 02:48

    Alguns termos e detalhes do Ciclo de Alfabetização, principalmente, devem ser melhor descritos e detalhados. Como será o trabalho por projetos? Como as áreas estarão envolvidas? Precisamos resolver o problema da alfabetização sem perder o foco naquilo que já avançamos dentro das múltiplas inteligências do aluno.

    Responder

  43. Solange Domingues

    ago 16, 2013  at 02:48

    Não acredito que mesclar o Fundamental I e II num único ciclo (o tal Ciclo Interdisciplinar) seja uma boa ideia. Se não há como acabar com os ciclos, talvez fosse melhor dividi-los da seguinte forma: Ciclo 1 – do 1º ao 3º ano, Ciclo 2 – 4º e 5º anos, Ciclo 3 – 6º e 7º anos e Ciclo 4 – 8º e 9º anos. Seria bastante razoável se a reprovação acontecesse somente no
    final de cada um desses 4 ciclos.

    Responder

  44. jorge gomes

    ago 16, 2013  at 02:48

    Demorou! Só quem vive a educação sabe da importância desta pequena ação.

    Responder

  45. shirlene

    ago 16, 2013  at 02:48

    Seria interessante colocar em pauta , no campo projetos a temática Educação e Saude, com foco em : alimentação, cuidados para a saúde ( prevenção e promoção), educação sexual ( para o ciclo autoral), prevenção ao uso de drogas licitas e ilicitas.
    Educação ambiental com foco interdisciplinar de maneira mais efetiva a partir do 4º ano.

    Responder

    • José Nascimento

      ago 16, 2013  at 02:48

      É muito triste ver que mais uma vez as EMEBS (escolas bilingues para surdos) foram novamente esquecidas pela prefeitura. O documento sequer cita que elas existem.
      Os surdos não podem continuar sendo excluídos. A cidade de São Paulo possui 6 dessas escolas, que realizam excelentes trabalhos com esses alunos.
      Como ficará sua grade curricular, que tem a disciplina de Libras ao invés de inglês?
      As EMEBS nunca são lembradas em nada. Não foram sequer contempladas para receber os tablets.

      Responder

  46. Valmir

    ago 16, 2013  at 02:48

    A proposta em si é interessante, mas é preciso que matemática e língua portuguesa sejam privilegiadas nessas mudanças, os professores especialistas dessas áreas devem atuar em conjunto com os professores formados somente em pedagogia, os alunos precisam de professores que dominem esses conteúdos para que possam ter qualidade em sua aprendizagem.
    No 6º ano não se pode tirar os professores de português e matemática e colocar um professor do ciclo 1 pois o mesmo não saberá e não terá a mesma competência técnica para ensinar os conteúdos propostos.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 16, 2013  at 02:48

      Olá, Valmir! Considero muito engraçado seu comentário, pois sou Professora Alfabetizadora com muito orgulho, Pós graduada em Dificuldades de Aprendizagem; Deficiência Intelectual; Surdocegueira; Audiodescrição e etc, pois levaria muito tempo, para descrever todo o meu currículo e acredito que você não esteja muito interessado, pois já tem um pré conceito construído de que nós Professores Polivalentes somos incapacitados de exercer a sublime função de continuar o processo de Aprendizagem do Aluno de 6º Ano. O motivo de minha resposta é que nesses vinte e oito anos em que atuo no magistério, o discurso que mais tenho presenciado dos Colegas Especialistas, com relação ao Aluno que recém ingressa no Ensino Fundamental II, é de que não estão capacitados para dar continuidade ao trabalho de alfabetização. Portanto, meu caro, vamos assumir que falta muita formação é para os Colegas especialistas, pois não tiveram oportunidade de conhecerem como se desenvolve o aprendizado na criança e que para um Aluno de 10 ou 11 anos, ter vários Professores atrapalha e muito seu desempenho, ainda mais quando esses Professores, apresentam inúmeras desculpas para não realizarem trabalhos transdisciplinares.
      Por favor, quer criticar, critique, mas pare de falar mal de Colegas de Profissão, baseado em achismos. Por isso que Professor não é levado a sério, uma situação dessas com uma proposta que sabemos que já está pronta e se não analisarmos com responsabilidade e apontarmos os pontos negativos com responsabilidade e Colegas utilizando o espaço para criticar o trabalho dos demais, por pura preocupação com carga horária. Seja franco, você está é com medo de não sobrar aulas para você!

      Responder

      • Valmir

        ago 16, 2013  at 02:48

        Prezada professora,
        Acredito que você não leu meu comentário com atenção, em nenhum momento disse para retirar aulas de professores generalistas, ao contrario, sei do trabalho que é realizado e acredito que o trabalho CONJUNTO com professores especialistas em português e matemática seria uma forma de ampliar as aprendizagens, não preciso conhecer seu currículo para saber que é capacitada, alias admiro todo e qualquer ser humano que se torne professor pois essa é a função capaz de contribuir com uma sociedade melhor, no entanto seu comentário bem rude demonstra que alguns profissionais estão fechados para mudanças e também não professor da rede municipal portanto não existe medo de ficar sem aula, ocorre que como qualquer cidadão tenho direito de expressar minha opinião, a questão principal é que cada um tem seu ponto de vista e você em nenhum momento é obrigada a concordar com o que penso.
        Esclareço mais uma vez acredito que o trabalho de professores especialistas(em conjunto com generalistas) em suas respectivas disciplinas é fundamental.

        Responder

        • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

          ago 16, 2013  at 02:48

          Caro Valmir!
          Desculpe se fui rude! Porém o trabalho conjunto entre Professores, é condição minima para que aconteça algum trabalho pedagógico realmente eficiente, com ou sem nova proposta.

          Responder

        • Carla

          ago 19, 2013  at 02:48

          Boa tarde,nós professores da rede municipal,estamos a muito tempo querendo mundanças,e vimos que a maior parte das propostas são boas para os alunos.No entanto conversando com grupos de professores,vimos a nessecidade do 5 ano já vir para os especialista,mas percebi que a sugestão é que no 6 ano vá para o fund 1.Como já foi dito aqui,o aluno precisa abstrair ou entender um conteúdo bem mais elaborado,que acredito que o professor especialista tem mais experiência para isso.

          Responder

        • Rosa

          out 19, 2013  at 02:48

          Muito boa Valmir, infelizmente a professora cheia de pós cometeu um equivoco e não fez a releitura direito, portanto acredito que os professores generalista precisam dos especialistas e vice-versa. ok

          Responder

    • Eliana

      ago 17, 2013  at 02:48

      Valmir, concordo plenamente com você. A partir do 6º ano é importante que o aluno tenha o especialista em Português e Matemática para ministrar a aula.

      Responder

    • Márcia

      ago 17, 2013  at 02:48

      Valmir, concordo plenamente com sua opinião, claro que um professor especialista, que se formou em matemática ou em língua portuguesa está melhor preparado para dar aulas dessas disciplinas, só para informar, sou graduada em matemática, graduada em pedagogia e pós graduada em ensino de matemática e sei com toda certeza que para alfabetizar não existe melhor profissional que o pedagogo mas para ensinar matemática claro que o professor especialista está claramente melhor preparado, não devemos aqui nesse momento falar quem sabe mais e sim quem poderá melhorar as aprendizagens de nossos alunos, esse é o objetivo da proposta em questão, acredito que todos os professores que atuam no município São Paulo, são profissionais qualificados, até porque ser professor atualmente requer muito amor a profissão e capacidade de enfrentar os desafios diários que temos, por isso também acredito que um trabalho conjunto é fundamental, e só para esclarecer esse trabalho atualmente não é conjunto, cada ciclo tem seu professores, por isso acredito que é preciso mais detalhes sobre como será essa mudança, até porque TODAS as disciplinas que existem no currículo são fundamentais para a aprendizagem de nossos alunos.

      Responder

      • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

        ago 17, 2013  at 02:48

        Discordo inteiramente cara Marcia. Já que quer discutir especialidade, vamos lá! Já ouviu falar em Epistemologia Genética? Pois bem, de acordo com essa teoria que embasa como a criança aprende, discutimos há vários anos, a passagem do Aluno do Fund.I para II e suas repercussões na Aprendizagem. Uma criança de 10 anos, ainda está começando a desenvolver sua capacidade de abstração, portanto é essencial que tenha contato com o concreto, para que possa construir os principais fundamentos matemáticos. Isso é coisa que os livros didáticos não conseguem fazer sozinhos. É necessário experiência e atuação do Professor. Nesse sentido temos acompanhado durante os últimos anos, uma dificuldade crescente dos profissionais que atuam no 6º ano, antiga 5ª série, em atingir tais objetivos, posto que esse alunos ainda necessitam de bases concretas no ensino da matemática. Daí , penso eu , a figura do Pedagogo, nessa transição. Não se trata de discutirmos aulas para os Professores e sim melhores condições de aprendizagem para os Alunos, posto que até agora os especialistas não conseguiram atingir os objetivos propostos para essa demanda de ensino. Por outro lado, vamos discutir o atual currículo do 6º ano, do qual só especialistas podem entender. revisão das quatro operações, expressões aritméticas, mmc, mdc, situações problemas envolvendo as quatro operações, números primos, frações, problemas envolvendo frações, bem e o restante gira em torno desse conteúdo tão difícil que um Pedagogo, não poderá suprir essa necessidade. Ora, vamos cair na real, vamos falar sério, os profissionais de a´rea não conseguem atender às necessidades dos alunos, nessa transição. E não se trata, de conhecimento teórico e sim prático e dentro da área pedagógica. Por isso , concordo com essa parte da proposta, penso ser um avanço para os Alunos, quanto aos Professores, irão atuar nos anos seguintes. Chega de hipocrisia!!!!

        Responder

        • Roberto Pereira

          ago 18, 2013  at 02:48

          Elaine, vejo que independente de qualquer teoria,há algo de errado, pois a maioria dos alunos chegam no 3º ano do Ensino Médio sem, ou com pouca capacidade de abstração.
          Olha, de teorias a educação está bem servida, a realidade é uma outra história. O que é real na prática? Dar uma receita para alguém fazer o bolo e depois dizer que não foi feito corretamente, é muito fácil.

          Responder

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 18, 2013  at 02:48

            Pois é Roberto! Queiramos ou não, a Prática não caminha sem a Teoria. E discordo que temos muita teoria. Ouve-se falar muito de teorias, mas poucos realmente as conhecem e as colocam em prática. O fato dos Alunos chegarem ao Ensino Médio despreparados tem muito a ver com o atual modelo educacional sim, mas também tem muito a ver com a falta de capacitação dos Professores. nesse sentido, penso ser realmente necessário a retomada de algumas teorias e a implementação delas nas práticas dos Professores.

        • Elias Silva

          ago 20, 2013  at 02:48

          A proposta da matemática a partir do 6o ano é exatamente esta: desenvolver o pensamento abstrato! Quanto mais tempo o aluno ficar preso no pensamento concreto menor será o seu sucesso na aquisição do raciocínio abstrato. É fato que os professores de qualquer formação têm qualificação e competência para ELES MESMOS entenderem os conteúdos e reproduzí-los aos alunos, mas educação não se trata disso. O fato de pedagogos TAMBÉM serem capazes de ensinar matemática e a língua portuguesa que eles sejamos únicos.

          Transferir para o 7o ano a transição retira DO ALUNO, e não do professor, um momento de amadurecimento de sua estrutura de raciocínio, já que a didática diferenciada entre professores o possibilita ter mais experiências cognitivas. Quem vai perder será o aluno!

          Os nossos filhos estão aprendendo menos matemática porque não têm o incentivo adequado para estudarem. Vamos lembrar que TODOS NÓS não estamos ensinando-os a estudar. É esta a razão para o baixo rendimento em matemática e não nossos diplomas.

          Responder

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Olá, Elias! Não estamos mais no sistema de séries, portanto o sétimo ano, seria a antiga sexta série. O Aluno não está ” perdendo nada”. Perdendo está agora, com o sistema de séries/ anos, o grande número de Alunos por turma; o despreparo dos Professores para lidarem com a diferença dos tempos de aprendizagem.
            Realmente não estamos discutindo formação, mas o olhar. O olhar diferenciado e singular que muitas vezes o Professor generalista consegue ter, até por uma questão de tempo e o Professor especialista, precisa aprender a cultivar.

      • Roberto Pereira

        ago 18, 2013  at 02:48

        Márcia, em um determinado “bate papo” entre os colegas professores, falávamos justamente, das dificuldades e da aversão que os alunos têm com a Matemática, eles chegam no Ensino Médio com pouquíssimo conhecimento prévio. Uma das ideias apresentadas, foi que já houvesse aulas com especialista de Matemática no Fund I. Olha eu conheço a realidade do Fund II e Ensino Médio, pois sou professor de Ciências e Biologia.
        No entanto, no Fund I os alunos já têm aula de inglês, não vejo tanta importância, se a situação geral está gritante. Não é querendo dizer qual disciplina é mais importante ou não, tenho muito respeito pelos os nossos colegas. Muito pelo contrário, vejo sempre os professores de Inglês chateados pela falta de compromisso dos alunos, no Fund. II, e principalmente no Ensino Médio.

        PESSOAL, NÃO PODEMOS ESQUECER DE UMA SITUAÇÃO MUITO IMPORTANTE, E QUE MAIS ME AFLIGE, A INDISCIPLINA DOS ALUNOS, VISTO QUE NA GRANDE MAIORIA NÃO PODEMOS CONTAR COM A FAMÍLIA.
        SERÃO CRIADAS NORMAS DE MORALIZAÇÃO DAS ESCOLAS. VEJO QUE AS NOSSA ESCOLAS PRECISAM MUITO DISSO, NÃO DÁ PARA ADMITIR QUE ALUNOS FIQUEM O TEMPO TODO NA SALA DE AULA SEM FAZER NADA, IMPEDINDO QUE O PROFESSOR MINISTRE AULA DIGNAMENTE, E O MAIS IMPORTANTE QUE OS DEMAIS TENHAM ACESSO AO APRENDIZADO.
        SABEMOS QUE MUITOS DOS RESPONSÁVEIS, FALAM QUE NÃO SABEM O QUE FAZER.

        Responder

  47. Antonio Cesar Pires

    ago 16, 2013  at 02:48

    Como ficará a situação das seis EMEBS da cidade, que atendem alunos surdos e alunos com deficiências múltiplas associadas à surdez?

    Responder

    • Luciana Gonçales

      ago 16, 2013  at 02:48

      Puxa Antonio, bem lembrado, O documento sequer cita as EMEBS, que são de fundamental importância para os surdos, já que para a grande a maioria deles é o único lugar que eles conseguem se comunicar, entender o que as pessoas estão conversando. Como ficará a grade curricular dessas escolas, que não tem inglês e sim Libras como disciplina?

      Responder

    • Tati

      ago 17, 2013  at 02:48

      Boa pergunta, Antônio.

      Responder

    • Maria Aparecida Augusto

      ago 18, 2013  at 02:48

      Caro Sr Antonio, lendo documento notamos que a prefeitura nem se quer citou as EMEBS
      sendo além de uma escola municipal especializada e com profissionais preparados,uma referencia no ensino de LIBRAS, pois uma criança surda não nasce sabendo LIBRAS em geral nessa unidade é que se inicia desde a educação infantil esse trabalho,

      Responder

    • Priscila Claudia

      ago 28, 2013  at 02:48

      Pois é, né? Que coisa… Nada sobre as EMEBS, falas muito subjetivas à respeito de Educação Inclusiva e revitalização dos CEFAI´s… Sinceramente, fica difícil saber o que podemos esperar… Se a Educação Inclusiva é uma prioridade, por que o tema não recebeu a devida atenção neste documento???

      Responder

  48. Ecleir Marconi Silverio

    ago 16, 2013  at 02:48

    Já que o momento é de mudanças, por que não trazer para as escolas as especialidades: psicóloga, fonoaudióloga e assistente social? A realidade de nossas escolas é muito dura. As famílias não têm tempo de levar seus filhos a essas especialidades, mesmo porque elas não são bem vistas pela comunidade por falta de conhecimento e entendimento de suas especificidades. Com esses profissionais dentro da escola atendendo todos os alunos no contra turno, seria uma maneira interessante de lidar com muitos casos de defasagem por falta de tratamento. Sabemos que esses serviços destinados pela prefeitura à comunidade são precários, não por culpa dos profissionais, mas por falta deles e também de estrutura, como é o caso do Conselho Tutelar. Toda vez que um caso é enviado para lá, eles não têm profissionais suficiente para atender os casos mais leves, mas não menos importantes, e muitas vezes a escola fica sem o auxílio necessário.

    Responder

  49. Rosilene Vieira

    ago 16, 2013  at 02:48

    Olá a tod@s,

    Há muitos pontos em relação ao novo formato do ensino fundamental, principalmente em relação ao 2º e 3º ciclos , que demandarão mudanças no processo de atribuição de aulas dos professores e, possivelmente ,também na jornada de trabalho. Quando essa importantíssima mudança será debatida conosco, já que o processo de remoção na rede se aproxima?
    Outra questão, referente à EJA: haverá o retorno da semestralidade em relação aos cursos oferecidos nas EMEFs ou ela diz respeito apenas ao processo avaliativo, o que não representaria alteração no formato atual? E, aproveitando o ensejo, quando discutiremos a descentralização das matrículas para a modalidade? Essa medida, simples e rápida, ajudaria imensamente no processo de fortalecimento do acesso à educação, princípio do documento que lemos, não é?
    Finalizando: seremos, profissionais de educação da RME/SP, convidados a participar como autores do material didático “interdisciplinar” que receberemos nas escolas?

    Rosilene Vieira, professora da EMEF MAL Espiridião Rosas

    Responder

  50. Joenilson

    ago 16, 2013  at 02:48

    Boa tarde a todos. As mudanças propostas pelo governo são interessantes e bem vindas. Discordo apenas quanto ao currículo de Matemática e Língua Portuguesa que deveria ser contemplado por mais anos.
    Prof. Joenilson da Silva

    Responder

  51. Juliano Polimeno

    ago 16, 2013  at 02:48

    Não sou educador e ainda não tenho filhos (apenas sobrinhos!), mas me interesso muito por Educação e hoje ao pesquisar sobre a Escola da Ponte de Portugal, descobri uma experiência parecida na cidade de São Paulo e gostaria de compartilhar com vcs acreditando que esse exemplo deva ser usado na formulaçao da proposta educacional da cidade.

    Trata-se da Escola Municipal de Ensino Fundamental Desembargador Amorim Lima, no Butantã.

    Alguns links de referencia:

    1) Projeto substitui séries e disciplinas em escolas da cidade de São Paulo
    http://portal.aprendiz.uol.com.br/2013/03/05/projeto-substitui-series-e-disciplinas-em-escolas-de-sao-paulo/

    2) SP: sem provas, escola comemora projeto que revolucionou ensino
    http://noticias.terra.com.br/educacao/,13443a7a19270410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

    3) Reportagem sobre a escola no Programa Ação
    http://www.youtube.com/watch?v=QNkx0gpKYKo

    Abraços a todos.

    Responder

  52. Ceci Maria de Oliveira Coêlho Barbosa

    ago 16, 2013  at 02:48

    Excelente iniciativa, já vimos que a Progressão Continuada virou Promoção Automática, e que isso foi um desastre para a Educação. Os alunos que deveriam ser beneficiados, foram muito prejudicados, sem falar na falta de autonomia da Escola e dos professores. A meu ver é um grande avanço, e não um retrocesso como muitos estão temendo. Parabéns!!

    Responder

  53. Mariana Lopes dos Santos

    ago 16, 2013  at 02:48

    Educação infantil.

    A Escola é o primeiro contato inicial de uma criança, com outras. O inicio do convivio social.
    Ler e escrever são leis básicas do nosso mundo atual.
    Mas educar é muito mais que colocar um papel e caneta na mão de uma criança.
    O incentivo á arte, é um mundo sem fim, que torna qualquer pessoa um cidadão de bem e com principios de verdade.
    A Arte incentiva o cerebro a ser criativo, dinâmino. Ensina á criança a ser sensivel, humano, de bem, respeitoso, zeloso e acima de tudo um cidadão decente.
    As escolas precisão urgente de arte, cultura e entreterimento entre alunos e familia.
    Incentivo á pinturas, danças urbanas, danças folcloricas, jogos, teatro, música.
    Procurem trazer professores já trabalharam com esses projetos, Projeto Guri, Coral da Osesp, Casa do Hip Hop, Projeto Porto de Luanda enfim, esses projetos são incriveis e transformam vidas de crianças e de pessoas para a melhoria.
    Além de aprenderem práticas do dia á dia, urbanismo, democracia e direitos civicos.
    Trazer a sensibilidade e explorar o talento e criatividade dos nossos jovens, Incerir mais cultura nas escolas é importante, para que nossa sociedade não se perca mais nesse estado de calamidade que está afundando.
    Muitas pessoas ainda não tem acesso, a este tipo de cultura e vida, por falta de conhecimento ou por mobilidade.
    Se gasta tanto hoje, com várias inutilidade públicas, que seria de alta providencia alcançar esta meta.

    Responder

  54. Maria

    ago 16, 2013  at 02:48

    Também acho que língua portuguesa e matemática devem ser abrangidas por mais anos até porque são conteúdos fundamentais para o futuro desses alunos, quando vão prestar vestibular ou mesmo um concurso são as disciplinas mais cobradas, além disso sobram vagas de engenharia pois poucos se arriscam a um curso onde a matemática é fundamental e com o ensino que recebem não se sentem atraídos a área de exatas.
    Também é importante não reduzir nenhuma disciplina, pois todas são fundamentais, alias deveriam ampliar a carga horaria desses alunos para que ficassem pelo menos 6 horas na escola e não apenas 5 como é atualmente.

    Responder

  55. Flavio

    ago 16, 2013  at 02:48

    A ideia é boa ,mas precisa ser estruturada para a pratica, e com certeza muitos problemas ocorrerão. Uma criança ser alfabetizada em três anos com matemática também,,,depois disso continua com professores generalistas até a 6 serie,,,Quem ministrará estas aulas devem os prof de fund I, mas está errado. A maioria dos prof de Fund I não estão preparados para assumir as disciplinas até o nivel de 6 ano em todas disciplinas,,,,ou eles vão lecionar aulas de nivel 4 serie até o 6° ano ?. Querem Nutrição e outras disciplinas na formação, mas em que hora será isso ? O governo deveria estruturar as escolas primeiro para depois implantar mudanças que exigem uma nova reorganização.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 16, 2013  at 02:48

      Olá, Flávio! Desculpe mais você está enganado quanto a capacidade dos Professores Polivalentes. A polivalência leva-nos a pesquisar e conhecer muito de todas as áreas do conhecimento. Quanto a formação, somos todos Pedagogos, e em muitos casos como o meu, temos diversas especializações, que faltam aos demais Colegas, ditos Especialistas. Considero, mais bonito tecer críticas ao novo modelo curricular, citando outros tipos de obstáculos, pois se formos citar formação profissional, garanto que haverá mais queixas, quanto a atuação dos Profissionais do nível II, do que dos Profissionais do nível I, além de ser extremamente desagradável esse tipo de argumentação, baseada em achismos.

      Responder

      • Débora Espada Catarino

        ago 17, 2013  at 02:48

        Parece que quem acha que falta competência ao professor especialista, é você, cara Elaine. Acredito que a discussão válida aqui é de um proposta e não de quem sabe mais. Só penso que está se deixando ao pedagogo um campo de atuação muito amplo (educação infantil ao 6o ano) e nem todos estão preparados para isso.

        Responder

        • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

          ago 17, 2013  at 02:48

          Então cara Debora, o problema é o campo deixado ao Professor generalista e não o conteúdo. Muito bem!!! Ai está minha crítica. No fundo estamos discutindo o que é melhor para o Professor ou para o Aluno? A proposta a ser analisada é para atender às necessidades do Aluno e não do Professor. E acredito que para o Aluno, essa proposta é bem mais viável.

          Responder

          • Roberto Pereira

            ago 18, 2013  at 02:48

            Elaine, lendo os seus comentários, percebo que você é contrária ou está muito preocupada com as novas mudanças.
            Se está tudo bem, por que tantos problemas de alfabetização nas nossas escolas?
            Olha, concordo plenamente que os professores polivalentes são competentes, mas, vejo que eles não estão dando conta. Ampliar o tempo de permanência com esses profissionais, pode ser um equívoco, e a nossa educação está cansada de tantos…Não podemos contar com a sorte.

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 18, 2013  at 02:48

            Não Roberto! Você não leu direito, ou eu não soube me colocar corretamente, não sou contrária às mudanças. Adoro mudar! Considero imprescindível para a vida as mudanças! Lendo a proposta, considerei alguns pontos muito bons, outros demagógicos demais. O que mais me preocupa na proposta, é a questão da Inclusão que não ficou muito clara, apagando todo o trabalho anterior, como se Ele não tivesse existido. Aliás, penso ser uma prática na Escola, escondermos as verdades. Preferimos jogar sempre a culpa nas costas dos Outros, do que trabalharmos em Equipe. Não podemos contestar, sem tentar!

          • Débora espada Catarino

            ago 19, 2013  at 02:48

            Muita pretensão achar que alguém pode ser totalmente competente dando aulas da Educação Infantil ao 6o ano apenas com uma graduação em Pedagogia, que, diga-se de passagem, está virando opção para os frutos de anos da nossa péssima educação municipal. Lamento ser tão radical, Elaine, e levar a discussão para uma rincha entre os profissionais de Ciclo I e II, tão comuns nas nossas escolas. Enquanto não existir união, a nossa luta é perdida!

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Pois é, cara Colega! Então vamos crescer politicamente e encarar nossos problemas de fato. O que se discute não é formação e sim singularidades no processo de ensino e aprendizagem, trocando em miúdos, não é formação, nem números de aulas, nem especialidades que farão a diferença no aproveitamento pedagógico do Aluno. E sim o olhar singular do Professor para suas dificuldades e potencialidades. E quanto a pretensão? Não tenho pretensão. Eu sou capaz! Meu trabalho e minha jornada justificam isso! Sou Professora com muito orgulho da Educação Infantil, como também sou Professora de Atendimento e Acompanhamento a Inclusão, como também sou Professora universitária de cursos de pós graduação. Portanto, não tenho medo de aulas de PORTUGUÊS E MATEMÁTICA, para os Alunos do 6º ano!

          • Débora espada Catarino

            ago 20, 2013  at 02:48

            Parece que tem gente aqui militante do PT que ajudou a elaborar a nova proposta!!!!

          • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

            ago 20, 2013  at 02:48

            Sou petista, mas não ajudei na proposta, não! E nem sou alienada, para deixar de discutir em termos práticos e intelectuais. pelo jeito, você jogou a toalha!!!!!

          • Débora Espada Catarino

            ago 21, 2013  at 02:48

            Acho que me enganei. Parece que tem gente comentando neste post que quer um cargo na SME! Não vou discutir com gente que agride, pois minha paciência tem limites.

    • Lucy

      ago 19, 2013  at 02:48

      Concordo com você, Flávio. Além do que você disse, teremos ainda outro problema: muitos professores de Fundamental II excedentes, o que já aconteceria normalmente com a criação do 5º ano. Não acho coerente que professores polivalentes no 6º ano, não há preparo. Não quero subestimar nem desqualificar professores do fund. I (até porque atuo no fundI e no fundII), mas, curso nenhum nos preparou para isso. Encaro como um grande salto no escuro.

      Responder

  56. Simone Siqueira

    ago 16, 2013  at 02:48

    De todos os comentários, só queria esclarecer algumas dúvidas: se não tem professores de fundamental I o suficiente atualmente, em que falta professor de fund I na minha escola, como será para o próximo ano, em que aumentarão 6 salas?? Quem irá assumir essas aulas?? Se já há falta, como será para 2014? Como ficarão as aulas de recuperação paralela, leitura, informática e os demais especialistas, como, Educação Física, Arte, Inglês? Não ficará cansativo para os alunos passarão 30h/a somente com os mesmos professores? E o que fará o prefeito com o excesso de contingente de especialistas fund. II?

    Responder

  57. Renata

    ago 16, 2013  at 02:48

    Gostaria de mais esclarecimentos referente ao currículo da Educação Infantil, especificamente nos CEIs. Além de um olhar diferenciado para os espaços já existentes e os que estão em construção. Em geral com uma visão apenas para a acomodação de um número alto de alunos em salas de aula, devemos também considerar outros espaços para interação e desenvolvimento, como exemplo: biblioteca, brinquedoteca, cozinha experimental, parque com tanques de areia, ateliê de artes plásticas.. Todos com mobiliário de tamanho adequado à faixa etária… Vamos construir um currículo diferenciado, trabalhar com projetos. Mas tenhamos uma diversidade de materiais além de papel, giz…. Que possamos através deste currículo contemplas nos projetos integrados as múltiplas linguagens, trabalhar e despertar todos os sentidos….

    Responder

  58. Vera Lúcia Menezes

    ago 16, 2013  at 02:48

    Muito importante uma reforma nosso sistema está arcaico .Precisamos eliminar a hierarquização das disciplinas. Temos hoje um sistema baseado na habilidade acadêmica, no preparo para o trabalho,ou para a continuidade de estudos acadêmicos que desestimula a criatividade.
    O sistema educacional condena o” erro” passando a ser a pior coisa que possa acontecer. Picasso disse que” Todas as crianças nascem artistas”.Cabe as escolas explorá-las.

    Veja no YouTube uma palestra de SIR KEN ROBINSON muito interessante dizendo: COMO AS ESCOLAS ACABAM COM A CRIATIVIDADE, vale a pena assistir!

    Responder

  59. claudio

    ago 16, 2013  at 02:48

    Aulas de Educação Física no contra turno , no lugar uma nova área de conhecimento como direitos (e deveres) humanos.

    Responder

    • Danylo

      ago 17, 2013  at 02:48

      Educação Fisica é componente obrigatorio. Aulas no contraturno dariam uma caracteristica de atividade extracurricular ao componente. A Educação Fisica deve, por lei, estar intergrada ao PPP da escola e não ser encarada como atividade complementar e alheia as questões educacionais. Queremos avanços e não retrocesso no ensino municipal.

      Responder

  60. Éride Rossetti

    ago 16, 2013  at 02:48

    Interessante a Reorganização Curricular do Ensino Fundamental de 9 anos. Tudo que está proposto somente culminará em bons resultados se houver uma alfabetização eficaz.
    O processo de alfabetização precisa estar calcado na apropriação da consciência fonológica pelos educandos. Vários países fizeram pesquisas sobre métodos de alfabetização, entre os quais aqueles que se destacam pelas notas altas no Pisa, optaram por alfabetizar pelo desenvolvimento da consciência fonológica. Somente aqueles que decodificam as palavras num texto, alcançam um bom entendimento do que é lido. Não se pode submeter uma criança à adivinhação quando se trata do processo de leitura e escrita. Isso leva a criança ao desestímulo.
    Ao apropriar-se da leitura e da escrita a criança passa a compreender que seu domínio nessa área dá acesso à criação. Ler e escrever é uma liberdade conquistada e para isso é preciso cuidados pedagógicos.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 17, 2013  at 02:48

      Concordo plenamente Éride! Precisamos de um currículo sério para alfabetização.

      Responder

  61. Maria Violante

    ago 16, 2013  at 02:48

    Os professoras da minha escola municipal em SP ainda não entenderam como vai funcionar o seistema no 5o ano. Imprimi todo o programa para ver se esclareço esta dúvida.

    Responder

  62. Francisco Brossi

    ago 17, 2013  at 02:48

    Educ. Física , Artes , Inglês ,Informática , Leitura . foram pro Limbo.

    Como será a atribuição?

    Responder

    • Maria Aparecida Augusto

      ago 18, 2013  at 02:48

      NEM DEUS NEM DANTE SABEM, NÓS RESTA ESPERAR

      Responder

  63. Márcia

    ago 17, 2013  at 02:48

    É importante ressaltar que o processo de remoção anual se aproxima, diversos profissionais da educação serão diretamente afetados por essas mudanças, que apesar de parecem inicialmente interessantes ainda precisam de mais detalhes, principalmente pela redução de aulas em alguns momentos, muitos terão que se remover de suas escolas, portanto, é fundamental que se estabeleça diálogo com os docentes e demais profissionais da educação que são os envolvidos diretamente nessas mudanças para que não tenhamos um insucesso nesse projeto que afetará vidas, horários e localização de trabalho de muitos.

    Responder

  64. Francisco Brossi

    ago 17, 2013  at 02:48

    As aulas de Educ. Física não serão no contra turno.
    A área integradora se encontra no tempo 6 , o que significa que 1/6 das aulas semanais deverão ser com esta área. 30 aulas semanias 1/6 = 5 Fund 1 ( 2 educ física, 1 artes , 1 informática , 1 leitura , 1 inglês ) , lembrando que inglês foi incluído ano passado e educ física é obrigatório 2 aulas.
    O mesmo acontece no fund 2 , 1/6 das 30 aulas deverão ser nesta área

    Responder

  65. Tati Souza

    ago 17, 2013  at 02:48

    A iniciativa está no caminho certo!

    Responder

  66. Danylo

    ago 17, 2013  at 02:48

    O currículo da Educação Física continuará pautado na abordagem cultural?
    Ainda tratará pedagogicamente dos conteúdos Jogos, Ginásticas, Esportes e Lutas Atividades rítmicas e expressivas apoiada nos referenciais teóricos críticos e pós críticos ou terá ênfase mais esportivista?
    Visto que a preocupação é com os índices do IDEB preocupo-me que o papel dos componentes curriculares Artes e Educação Física seja ainda mais relegado.

    Responder

  67. roberto

    ago 18, 2013  at 02:48

    Achei interessante o espaço para a pedagogia de projetos no currículo, mas lembremos que isto só surtirá efeito se houver o espaço, condições e recursos ideais. Não adianta improvisar, deixando que o professor ache uma solução provisória no dia a dia.

    Responder

  68. Ricardo Rolim Xavier

    ago 18, 2013  at 02:48

    Há temas importantes que estão muito presentes na sociedade que poderiam serem trabalhados de forma transversal ou (e) interdisciplinar dentro do processo:
    1. A pessoa humana, seu valor e seus direitos: é importante se refletir sobre o ser pessoa humana, até regatando todo significado do pensamento humanista “ o ser humano é a mediada de todas as coisas”, relacionar com a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o respeito a diversidade étnica,sexual, de gênero, religiosas (as religiões afrobrasileiras estão sendo ameaçadas), de origem ( migrante, morador da favela e de rua sofrem discriminações), a pessoa com deficiência. Importante para combater os pré – conceitos, julgamentos com base na aparência e para leva –las agir para o bem dos outros superando o individualismo.
    2. História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena: para tratar desse tema que virou lei escolas têm realizado evento no Dia Consciência Negra,no Dia do índio e outras eventuais, e pior, professores em vez de se orientarem por um conhecimento cientifico (história, antropologia, sociologia) apresentam aos alunos suas opiniões, sua visão pessoal sobre o assunto, seu julgamento sobre as religiões afrobrasileiras, etc Em relação a cultura indígena professores pensam que só deve ser tratado somente onde tem aldeia. Esses problemas acontecem mais na rede estadual de ensino, mas deve – se evitar que aconteça na municipal. É preciso que a temática seja tratada dentro do processo de ensino e professores terem a formação para não tratarem de maneira equivocada.
    3. Consumismo, consumo racional e cuidado com a vida: o consumismo é uma das raízes da enorme produção de lixo da cidade, do desperdício, do endividamento e está relacionado as mudanças do clima e obesidade, entre outros danos sociais e ambientais.
    4. Cultura de violência X cultura de paz
    No desenvolvimento de todos esses temas é preciso se despertar as crianças e adolescentes para refletirem, despertar o senso crítico, em particular em relação a grande mídia, pois esta estimula a população (de crianças a idosos) a um consumo irracional, criam ou reforçam estereótipos sobre negros,mulheres, nordestinos, moradores de rua e favelados e são em parte responsáveis pela cultura de violência,pelos filmes e jornalismo sensacionalista que exibem.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 18, 2013  at 02:48

      Gostei Ricardo!!!!

      Responder

  69. Ricardo Rolim Xavier

    ago 18, 2013  at 02:48

    Quando se discute os problemas do ensino se toca pouco na questão na forma como se tem ensinado, relação professor-aluno, no modelo educacional como um todo. Talvez porque para superar estes tem que superar os outros que são mais visíveis: desvalorização dos professores,pouca estrutura das escolas,alunos terem pouco acesso a bens de cultura. número de escolas insuficiente e consequentemente salas com mais de 30 alunos ,etc Mas não devemos perder de vista outras questões que são até desafios como os mostrados no filme La Educacion Prohibida http://www.educacionprohibida.com/
    Ele é um documentário argentino que discute o modelo educacional existente na América ,tomando com referencia vários intelectuais de varias áreas como, por exemplo, o pedagogo Paulo Freire.Traz uma série de propostas não só para professores e pais.
    Outra questão que não me lembro se o video trata isso ou não é a rejeição ou dificuldade de dos professores a trabalhar com novas orientações.
    Por exemplo, as aulas de Português não ensinar gramática pura, mas sim relacionada, integrada a compreensão e produção de texto. Soube disso a uns dez anos atras através de professor de cursinho pre vestibular, e nestes últimos anos notei que está ideia norteou a elaboração de livros didáticos distribuídos pelo MEC. Mas há ainda professoras que não querem ou não sabem trabalhar dessa forma.Seria um problema relacionado a falta de motivação e formação.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 18, 2013  at 02:48

      Esse filme é realmente maravilhoso!

      Responder

    • Roberto Pereira

      ago 18, 2013  at 02:48

      Concordo com você Ricardo, mas para trabalhar compreensão e produção de texto, se faz necessário entender a parte gramatical. Outra coisa, os nossos alunos não gostam de desafios, eles querem tudo pronto e acabado. Tenho 6º e 7º anos, converso muito com eles a esse respeito, pois eles só querem copiar. São poucos que buscam explicação para as situações propostas, os demais tornam a sala num ambiente desarmônico, pois eles sabem que isso não os trará problemas.

      Responder

  70. Rosa

    ago 18, 2013  at 02:48

    Finalmente os Temas Transversais são mencionados no Currículo das Escolas da Rede Municipal. Adorei!

    Responder

  71. Vitor

    ago 18, 2013  at 02:48

    A reorganização do ensino básico é uma NECESSIDADE, e todos veem isso. Acho a proposta muito boa, e o momento é propício, boa atitude da prefeitura.

    Sugestão:
    Tornar-se obrigatório no ensino fundamental e médio a leitura de artigos (com exigência de bibliografia – valorizando as publicações de qualidade.
    Infelizmente nosso sistema só funciona na base da troca (Eu faço, você me aplica a nota) então os alunos acostumaram-se a só fazer as atividades mediante nota, então uma forma de cobrar essas leituras seria da seguinte forma

    -Instruir os alunos (integrar no cronograma de alguma disciplina) como realizar pesquisas na internet
    -Exigir a leitura de artigos (“número X” de artigos bimestralmente)
    Esse número X pode tratar-se de 6 a 10 artigos bimestralmente (considerando-se uma média de 8 semanas aproximadamente (2 meses) sendo obrigada a leitura de um artigo semanalmente (tempo suficiente para ler e tirar dúvidas
    -Aplicar quiz ou uma atividade mensal ou bimestral abordando o assunto do artigo, de forma que AGREGASSE na avaliação final (por exemplo, mais 0,5 ou 1 ponto por cada artigo em que o aluno acertasse mais de 50% do teste ou desenvolve-se com boa qualidade a atividade (aproveitamento acima da média)
    -Exigir as referências bibliográficas (SEGUNDO PADRÕES DA ABNT) das pesquisas realizadas, barrando pesquisas sem fundamentação e ORIENTANDO sobre boas referências.

    Cito isso por experiência própria, pois ao entrarmos na Universidade nos deparamos com pesquisas DIARIAMENTE e inicialmente poucos sabem como lidar com isso, além de desenvolver a leitura, o domínio do idioma e o interesse científico.

    Responder

  72. José Luiz Spetic da Selva

    ago 18, 2013  at 02:48

    Olá,, sou professor do Ensino Médio na Rede Pública Estadual de São Paulo e Diretor de Escola da Rede Pública Municipal.
    Penso que, sem dúvida nenhuma mudanças se fazem necessárias na Educação,principalmente pelo niilismo a que chegamos. Porém, tais mudanças devem, de fato, procurar se articular com o mundo do trabalho paralelamente ao humanismo proposto. Há mais de quatro décadas clamou-se contra o ensino técnico. Iniciativas foram relegadas ao esquecimento tanto por falta de efetivo apoio governamental para equipar escolas visando o desenvolvimento de competências profissionais quanto pelo brado de que as escolas formariam “mão-de-obra barata” e o resultado foi que não temos nenhuma coisa nem outra: nem ensino para as humanidades nem tampouco profissionais de gabarito. Nossos alunos, a fim de concorrerem ao mercado de trabalho fazem cursinhos às pressas – quando tem recursos para pagar.

    Responder

  73. Gisele S Corrêa do Nascimento

    ago 18, 2013  at 02:48

    Acho interessante haver uma reorganização dos ciclos, porém o texto não deixa claro por exemplo quantas aulas de inglês, educação física ou artes serão ministradas no ciclo de alfabetização ou quais professores irão ministrar as aulas de português e matemática no 6° ano do ciclo interdisciplinar, seria interessante esses pequenos detalhes ficarem mais claros, pois para nós professores é importante conhecer e entender cada minúcia da proposta.

    Responder

    • Catarina B.

      ago 19, 2013  at 02:48

      O que mais me incomoda, enquanto professora, é a possibilidade de ministrar aulas para o 6º ano. Os meus cursos de magistério, pedagogia, pós e extensão não me prepararam para tal desafio. Até o quinto ano, tudo bem. Já havia até pego alguns livros didáticos para me familiarizar com essa realidade, mas até essa semana, o sexto ano PERTENCIA ao fundamental II. Imagino que isso esteja permeando o pensamento de muitos educadores, assim como acontece comigo. Realmente, a questão de quem e de como se dará esse 6º ano está muito confusa.

      Responder

  74. Sonia Sampaio

    ago 18, 2013  at 02:48

    Os Direitos Humanos devem constar dos Projetos Politico-Pedagógicos de todas as Escolas e serem trabalhados tranversal e interdisciplinarmente por todos os Professores da Escola. Considerando que há fatores externos e internos à Escola que produzem a violência, o que contraria o direito de dignidade humana , proponho a inclusão da disciplina Direitos Humanos a serem ministradas pelos Professores Orientadores das Salas de Leitura ( POSL) que receberiam formação da SME. Sugiro os seguintes conteúdos da disciplina – Declaração Universal dos Direitos Humanos, ECA, Mediação de Conflitos, Justiça Restaurativa, Economia Solidária, Carta da Terra para Crianças , a serem trabalhados com os Estudantes por meio de rodas de conversa, oficinas, fílmes, vídeos, músicas, dinâmicas de grupo que favorecem a reflexão e a construção de valores humanos como respeito mútuo, diálogo, solidariedade, justiça social, justiça restaurativa, inclusão, participação. Na minha proposta, os estudantes não serão avaliados mas observados em relação a frequência e participação.

    Responder

  75. Elias

    ago 19, 2013  at 02:48

    Sugestão: Aumentar de 5 para 6 as aulas semanais de Língua Portuguesa e Matemática.

    Responder

  76. Débora espada Catarino

    ago 19, 2013  at 02:48

    Gostaria muito de saber como fica a reorganização dos ciclos/anos já que até o momento impera a confusão: trabalhamos com séries e anos, visto que a prefeitura municipal não conseguiu ainda se adequar ao ensino de 9 anos. Nas escolas, ano que vem, teremos ausência dos 6os anos, devido a má implantação de mudanças antigas. Será que isso será corrigido com as propostas atuais????

    Responder

  77. Estou realmente admirado com a dupla interpretação e falta de detalhamento da proposta curricular apresentada e, do mal estar que a mesma tem proporcionado aos professores da rede, sobretudo aos docentes das disciplinas cuja carga horária e caráter pedagógico das mesmas serão atingidos radicalmente, aliás, esta é a única interpretação que podemos fazer ao ler a minuta, não existe, por outro lado, senão a dúvida, uma certeza da proporção destas mudanças justamente pelo fato de que esta proposta não está explicando, no que concerne , a nossa preocupação, absolutamente nada.

    Podemos perceber que esta proposta tem igualado as disciplinas de Arte, Educação Física e Língua Inglesa às atividades designadas de POIE e OSL, no entanto, os professores que escolheram estas disciplinas para trabalhar não foram informados no edital do certame que além de lecionar regularmente suas disciplinas, teriam que participar de projetos semelhantes ao atual ” Ampliar”, creio que os professores ao exemplo do que ocorre nos dias de hoje, podem em caráter optativo criar algum curso , projeto e treino além das aulas, em caráter de JEX, pois é sabido que muitos professores , principalmente aqueles que não tem acúmulo de cargo costumam lecionar em JEIF e dar cursos e recebem como JEX, esta sim é uma proposta que viabiliza a jornada , horário e comodidade do professor , conheço muitos professores que exoneraram o Estado para ficar só na prefeitura acreditando que trabalhando em JEIF e criando algum curso, treino , atividade artística na mesma escola, poderia receber o mesmo valor que recebia com o acúmulo, além do mais , poderia ficar em uma escola só se dedicando integralmente a mesma escola e garantindo à escola uma Educação Integral ( que é o objetivo deste governo), sem problemas com trânsito e estresse de sair de uma escola à outra ! Logo, esta proposta pelo que eu pude entender obrigará o professor de Educação Física, Artes e Inglês a lecionar cursos para cumprir sua jornada e isto só piora a situação do professorado que via no projeto ampliar um subterfúgio para pagar suas contas e dar aos seus alunos um ensino completo por dedicar-se a uma única unidade. É uma pena que não tenha ocorrido uma preocupação com a qualidade de vida dos professores, pois discutir proposta educacional -pedagógica dissociada da valorização profissional, condições de trabalho e bem estar /qualidade de vida dos professores é justamente concorrer para os erros já evidenciados no passado, se não podem (por conta do orçamento) melhorar o salário dos professores, que pelo menos não os prejudique na jornada, tirando o pouco que eles tem. Não posso concordar com uma proposta que vai bagunçar o horário dos docentes, inviabilizando acúmulos e desprestigiando professores de disciplinas que já são tão desrespeitadas, mas que são de igual importância.

    Em entrevista aos SPTV , o Sr.Secretário de Educação disse que a reprovação seria uma forma de devolver a autoridade aos professores, caso seja esta a forma correta, os professores de Inglês, Arte e Educação Física não merecem ter autoridade? Em uma pesquisa feita e amplamente divulgada pela imprensa, de acordo com o EF English Proficiency Index (EF EPI) de 2012, o país está na 46ª posição em um ranking que considera 54 países. Cerca de 1,7 milhão de pessoas foram testadas e ao invés de às vésperas de eventos internacionais investir-se na Língua Inglesa, a proposta pretende ” minimizar” a importância da mesma? Não há como concordar. Espero que a Secretaria de Educação consiga um meio de resolver este problema, não obstante, sugiro que tente acomodar os professores que tem acúmulos na prefeitura em uma única escola, desta forma em um cargo, o professor poderia ser professor e no outro um arteeducador, treinador, monitor de idiomas, etc Não é tão difícil , é preciso esforçar-se um pouco!

    Quanto aos colegas de Língua Portuguesa, estão assustados porque a proposta exclui -os do 6º ano com o argumento de que o aluno precisa de uma passagem suave para o próximo ciclo. Concordo plenamente , no entanto, não seria plausível manter o ” generalista em dupla regência com o especialista em LP e Matemática, ou será que as turmas de recuperação pagas em JEX serão atribuídas como aula? (isso também não foi explicado), não podemos negar que os professores da Prefeitura de São Paulo, inclusive LP e matemática passaram por um certame super concorrido e que cada qual na disciplina em que fez a investidura no cargo, tem autoridade intelectual para lecioná-la, melhor que qualquer outro docente de outro ciclo/ disciplina, sendo assim, é preciso perceber que afastar estes docentes do 6º ano significará péssimo resultado na próxima Prova Brasil, pois muitos saberes não serão ensinados e devidamente aprendido como deveria, se o objetivo do 6º ano sem o professor de Matemática e LP é fazer uma passagem mais suave para o próximo ciclo, o que justifica as outras disciplinas estarem lá? Isso se deve ao fato da Prova Brasil ter aferido que no Fund II os alunos tem queda de desempenho nestas disciplinas? Mas não são estas as únicas disciplinas que são aferidas? É por isto que a preocupação maior tem sido nestas duas disciplinas? Caso seja, insisto em dizer que a Língua Portuguesa e Matemática são ensinadas indiretamente por todas disciplinas, História é ensinada em Português por exemplo, gêneros textuais estão presentes nos livros de Inglês pelo princípio da interdisciplinaridade, então não se pode cobrir um santo descobrindo o outro. É preciso dar a todos professores suas jornadas, sua autoridade e os mesmos direitos para que , como um todo, a Educação melhore e o filho do trabalhador tenha a Educação que merece.

    Responder

  78. Gilson Santos

    ago 19, 2013  at 02:48

    Ótimo, mas gostaria de saber como alunos com dificuldades de aprendizagem, irão apresentar um TCC

    Responder

  79. Lilian

    ago 19, 2013  at 02:48

    Acredito que reduzir as aulas do especialista ed. física e artes em nada irá contribuir na melhoria da formação dos alunos. É um retrocesso imenso a idade média, onde se privilegiava a mente e o corpo era renegado. A formação deve ser integral e a alfabetização, a leitura e a escrita ocorre em todos os momentos na escola, porém de forma diferenciada. Acredito que a única alteração em relação ao currículo deveria ser a de colocar especialista em aula dupla com os professores de fundI porém no 5ano, não no 6ano como proposto.

    Responder

  80. Vilian

    ago 19, 2013  at 02:48

    Gosto da nova organização, só não concordo com a presença exclusiva do pedagogo (não gostei do termo generalista) até o 6º. Acho que a atuação conjunta do Pedagogo com o professor especialista enriqueceria ainda mais o aprendizado, ao menos no 6º ano.
    Agora o TCC é simplesmente fantástico, desperta, desde cedo, o aluno pesquisador, prepara para a vida acadêmica. Aprende-se muito na elaboração de um TCC.

    Responder

  81. Patrícia Toledo

    ago 19, 2013  at 02:48

    O 6° ano deve ser ministrado, inclusive em matérias como português e matemática por professores especialistas, pois os generalistas não tem formação para lecionar matemática avançada, nem português específico para o ensino fundamental II. Haverá uma discrepância com relação aos alunos formados pela rede estadual e particular, uma vez que estes continuarão sendo formados por especialistas, tendo uma formação muito melhor.

    Responder

  82. Anderson

    ago 19, 2013  at 02:48

    Por que na elaboração do novo currículo as enntidades de representação dos professores foi deixada de fora? Por que os currículos não são elaborados com a participação dos professores? Por que sempre cabe aos docentes o papel de consentir com documentos elaboreados por técnocratas? Por que os governos falam tanto de democracia, mas não as praticam efetivamente? Tão importante quanto uma proposta curricular é a estrutura de aplicação do que está sendo proposto, como salas de aula com menos alunos, jornadas menos exautivas e condições dignas de remuneração e trabalho para os docentes.

    Responder

  83. Luiz Eduardo

    ago 19, 2013  at 02:48

    Acredito ser muito pouco 3 anos para professores especialistas conseguirem passar todo o material necessário e também para a absorção do conteúdo pelos alunos.

    Responder

  84. Paulo

    ago 19, 2013  at 02:48

    Nos anos finais, intermediário e autoral, se faz necessário da presença do professor especialista e o polivalente, auxiliando os alunos com dificuldade em assimilar os conhecimentos propostos, principalmente nas disciplinas de matemática e português. Agora deixar um único professor com a responsabilidade de lecionar as duas disciplinas, considerando os acúmulos impossibilitando o preparo das aulas. A tendencia é piorar os resultados.

    Responder

  85. josé francisco de sousa pereira

    ago 19, 2013  at 02:48

    É preciso ensinar cidadania aos jovens e cobrar mais responsabilidade familiar quanto à formação humana de nossos adolescentes. Hoje vemos crianças que mais parecem adultos que se autogovernam ( ou aoutodesgovernam) e tem dificultado o trabalho escolar. É preciso fazer um trabalho em conjunto com as familias e resgatar o papel que lhes cabe neste enorme latifúndio educacional.

    Responder

  86. Fatima

    ago 19, 2013  at 02:48

    Gostaria de saber a previsão de aplicação das medidas do programa Mais Cultura. Conforme havia sido prometido – e reiteradamente repetido – ao longo da campanha do prefeito Fernando Haddad, a escola em tempo integral era um das prioridades do governo. Podemos contar com a escola em tempo integral já para 2014? As crianças saem da creche e ficam apenas meio período em um EMEI, gerando problemas para as mães e também para as crianças, antes acostumadas com a jornada de 8 horas na creche. Solicito um cronograma de ação de aplicação da implantação da escola em tempo integral.

    Responder

  87. Fernanda Zientara

    ago 19, 2013  at 02:48

    Professores generalistas até o 6o. ano? Contraditório esse movimento. Acredita-se que as crianças com menos de 6 anos já são maduras o suficiente para entrar no Ensino Fundamental, mas não acredita em sua maturidade aos 11 ou 12 anos para terem aulas com vários professores? Creio eu que esse período de transição deveria se iniciar com o ciclo interdisciplinar, culminando com a participação de professores de todas as matérias no 6o. ano.
    Além disso, como ficam as matérias como inglês, ed. física, artes, informática que já foram incluídas anteriormente para as séries iniciais do Fundamental? A escola não pode ser tratada como um fenômeno sazonal, que de tempos em tempos sofre mudanças, conforme a vontade da atual gestão. Se é um plano para a Educação, é para longo tempo. E se é para longo tempo, deve ser encaminhado para referendo. SIM. Que a população toda tenha o direito de legitimá-lo, para que depois, nenhum outro partido político queira mudar tudo de novo.

    Responder

  88. ANTONIO CESAR PINHEIRO

    ago 19, 2013  at 02:48

    Não é possível simplesmente desconsiderar a disciplina de Matemática ensinada no 6º ano do Ensino Fundamental. Toda nação que se preze valoriza o ensino de matemática desde as séries iniciais, graças à matemática que, por exemplo, os EUA ganharam a guerra fria. A matemática em si, não leva ninguém a lugar alguns, mas os seus conhecimentos bem aprendidos, estes sim, é movimenta o mundo. Melhor capacitação ou formação continuada dos professores de fundamental I em matemática ajudaria em muito o trabalho dos professores de fundamental II.

    Responder

  89. Daniela Utescher Alves

    ago 20, 2013  at 02:48

    Sou professora na rede municipal e, infelizmente, parece-me bem claro – até pela falta de quesitos ou norteadores da discussão – que esta consulta pública servirá tão somente para que a população e os profissionais encontrem um canal de “desabafo”. O plano está feito e, ao contrário do que se tem tentado noticiar, teremos de segui-lo concordando em todo, em parte ou em pouco. Mas, vamos lá, pois eu também estou precisando desabafar:
    - Em primeiro lugar, seria interessante questionarmos o discurso incansavelmente repetido por este governo e por todos os que o antecederam – remontando à tenebrosa gestão Paulo Maluf – de que é preciso qualificar o professor, como se fôssemos todos desqualificados. Considero que a urgência, em relação a pessoal, é pensar em como reter talentos, algo que toda empresa e instituição eficiente reconhece como vital. Eu, por exemplo, sou bacharel em Direito pela USP, licenciada em Letras pela mesma universidade e mestre em Literatura Brasileira também pela FFLCH. Se alguém está surpreso, ficará mais ao saber que estou muito longe de ser a única professora com formação inusitada para os padrões brasileiros na rede. Apenas na Unidade Educacional onde leciono este ano há mais uma professora com duas graduações, uma outra com mestrado completo na USP, duas mestrandas desenvolvendo pesquisas também na Universidade de São Paulo e um professor com doutorado na UNESP. Francamente, não precisamos de cursinhos facilitados que nos renderão pontinhos extras no nosso patético plano de evolução funcional. Precisamos de respeito e de salário decente, porque a ideologia pode ter nos movido a abraçar a causa da escola pública, mas não nos manterá nela se não pudermos sustentar dignamente nossas famílias. Estou no meu segundo ano de rede e, sinceramente, colocando de lado toda a modéstia, porque seria falsa, não sei como a escola pública da nossa cidade entende que eu deva contentar-me com a função de substituta (“módulo”, no nosso jargão), quando eu tenho o preparo e a vontade de fazer um trabalho lindo em sala; e nem com um salário de R$1.700,00 (porque os outros R$500,00 que totalizam minha fortuna de R$2.200,00 são penduricalhos: vale isso, vale aquilo, que não se incorporam a férias, décimo terceiro, nada). Mas, dirá talvez quem está lendo este comentário – se é que alguém está – ,ao completar três anos no cargo poderei “EVOLUIR”, com os pontos referentes aos meus títulos. Conseguirei um estupendo aumento de R$100,00, que serão devidamente descontados dos vales-isso-e-aquilo, fazendo com que eu continue a ganhar exatamente R$2.200,00, um salário compatível apenas com cargos que exigem o Ensino Médio. Infelizmente, no entanto, parece-me que é útil aos governos das várias siglas que a população continue a nos classificar como incompetentes despreparados, assim o mal desempenho dos alunos provocados pelas mais variadas mazelas sociais e familiares podem ser sempre computados na nossa conta, assim não conseguimos apoio da sociedade e da mídia quando fazemos greves, assim nosso salário fica parecendo “até bom” aos olhos dos cidadãos pagadores de impostos.
    - Em segundo lugar, seria interessante entendermos como se dará a implantação deste novo Currículo já no ano que vem, se até este momento não temos professores polivalentes preparados para lecionar para o sexto ano, e se infelizmente não há material disponível entre as muitas obras didáticas disponíveis no mercado – e já adquiridas a custo exorbitante e em uso nas nossas escolas – que proponha um ensino focado em projetos como o defendido para o ciclo interdisciplinar. O material está todo sendo feito pela equipe técnica da Prefeitura? Acredita-se ser possível produzir material de qualidade em tempo tão exíguo?

    Responder

    • Maria Regina Potenza

      ago 21, 2013  at 02:48

      Li seu comentário (não sei se fui a única, como você desconfiou…hahahaha!) e só posso te responder uma palavra: Bravo! ou mais algumas palavras, na verdade uma pergunta além da sua: porque nós professores não podemos opinar sobre o currículo da escola onde trabalhamos? porque não podemos construí-lo juntos, em equipes de profissionais que tem a vivência com o estudante? e vou além: porque os estudantes não nos ajudam a formular o currículo com aspectos de seu interesse…talvez tivéssemos estudantes mais envolvidos e concentrados? Quem decidiu que o currículo atual é que é “o bom” para as crianças e jovens? Esse currículo que insistimos em defender não é do século XVIII?

      Responder

  90. Haroldo Souza de Arruda

    ago 20, 2013  at 02:48

    O 6o.ano precisa ser melhor explicado: como ficarão as aulas de artes, inglês, educação física, POIE e POSL? Esses professores passarão a compor uma disciplina chamada “projetos”?
    Se é verdade que o 6o. ano é um ano de transição do Fund. I para o Fund. II, porque então todas as aulas deste ano não poderiam ser obrigatoriamente dobradas? Dessa forma, os alunos teriam apenas 3 ou 4 professores por dia! O que diminuiria muito a agitação natural da turma.
    Agora, fala-se que não há hierarquia nas áreas do saber, mas há sim! Por exemplo, artes tem sido menosprezada, valoriza-se muito português e matemática em detrimento de outras áreas! Penso que cada escola deveria, a partir de sua realidade, criar a grade horária. A importância do ensino de artes cresce cada vez mais, sobretudo nos últimos anos: 8o. e 9o. Suas múltiplas linguagens: música, arte gráfica, plástica, teatro, etc. Ela praticamente cabe em todas as aulas de língua portuguesa.

    Responder

    • m. costa

      ago 20, 2013  at 02:48

      Língua Pátria e Matemática são disciplinas importantes não só aqui
      no Brasil, mas em todo o planeta. Pesquise e verá. Nos países
      de 1º mundo, o ensino e a aprendizagem de matemática é
      prioridade absoluta, antecedida apenas pelo ensino da língua
      pátria. Reveja sua posição colega e retorne.

      Responder

  91. gustavo

    ago 20, 2013  at 02:48

    Espero sinceramente que integrem o ensino de política em todas as instâncias educacionais, que revisem a carga horária atual que impossibilita qualquer tipo de projeto para quem não faz jeif e que capacitem professsores e coordenadores para o trabalho integrado. Faz-se necessária uma revisão dos conteúdos curriculares pois estes apresentam-se demasiadamente vagos. O ensino público, pela sua heterogeneidade de profissionais, necessita de um currículo detalhado e objetivo. Criem um banco, mas não de questões, mas de materiais e propostas e que este seja integrado por profissionais de todos os âmbitos. Estabeleçam parcerias com as universidades e faculdades nos projetos, integrem os mestres e doutores com a educação básica de verdade e não com pesquisas pontuais que ao serem aplicadas já mudam o viés da realidade. Estabeleçam a obrigatoriedade da devolução de livros didáticos em troca da rematrícula ou os livros tornam-se um problema pedagógico e um ralo do dinheiro público.
    Vocês conhecem os problemas, ataquem de verdade.

    Responder

  92. Haroldo Souza de Arruda

    ago 20, 2013  at 02:48

    A ideia do TCC é inopotuna. Os alunos do 9o. ano deveriam produzir 4 artigos de opinião (dissertativos), isso já seria suficiente! As avaliações externas não deveriam ser extinguidas – Haddad e Callegari pensam apenas em economizar dinheiro! As provas eram boas: questões bem formuladas, varria os conteúdos ensinados. Não entendo por que abortar algo que servia como instrumento de identificação das dificuldades dos alunos (e da escola). As Provas da Cidade e Prova São Paulo deveriam voltar!

    Responder

  93. m. costa

    ago 20, 2013  at 02:48

    É importantíssimo que se diminua a quantidade de alunos por sala
    de aula. É primordial para a melhoria do ensino em nossa escolas.
    Vamos defender essa causa.

    Responder

  94. Heloisa Vigeta Lima

    ago 20, 2013  at 02:48

    Penso que é um absurdo que o 6o ano não tenha aulas de Matemática e Português com um especialista. Outra dúvida: como ficará a garantia de jornada para esses professores?

    Responder

  95. Luiz Pereira de Souza

    ago 20, 2013  at 02:48

    Uma aula de arte não dá!!!

    Acredito que a disciplina de Arte deva ser ministrada por especialista em todos os ciclos, inclusive no fundamental I e no novo modelo proposto ciclo I. Atualmente a professora generalista ministra uma aula de arte e o especialista outra. É possível que as duas aulas sejam do especialista e se o problema for complementar a jornada que uma dessas aulas ou as duas mesmo sejam de dupla docência como é hoje Inglês. É possível pois já acontece assim na rede com outra disciplina.

    Responder

    • Na verdade, nenhuma disciplina é possível se ensinar com uma só aula, sou professor de Inglês, mas reconheço que Leitura e Informática também deveriam ter a quantidade de aulas ampliadas, se o objetivo é a escola em tempo integral, é possível que cada professor tenha seu próprio espaço, duas aulas no mínimo para cada disciplina.

      Responder

    • Adriana

      ago 21, 2013  at 02:48

      Por que será que nas boas escolas particulares, os alunos não sofrem pela passagem abrupta ( como está no documento) ????????????????

      Responder

      • silmarques

        ago 21, 2013  at 02:48

        Nas “boas escolas particulares”, os alunos são pré-selecionados, não só pelo vestibulinho como pelo próprio perfil socioeconômico das famílias. As “boas escolas particulares” são exclusivas (e excludentes). O que temos que ver aqui é como manter a escola pública ao mesmo tempo inclusiva e com qualidade.

        Responder

  96. Tatiane Matavelli

    ago 20, 2013  at 02:48

    Para uma alfabetização efetiva as turmas deveriam ter um menor numero de alunos por sala (20 alunos) e tambem isso resolveria o problema do terceiro ano nao ficar super lotado com a reprovação. Os professores trabalhariam mais e melhor e a qualidade seria muito melhor tambem. Aprovo as novas ideias do governo municipal. Da maneira que estava a educação ficaria cada vez pior e agora com esta grande mudança podemos ter esperaça de dias melhores.

    Responder

  97. Rosa

    ago 20, 2013  at 02:48

    Os professores especialistas estão preocupados com a diminuição de aulas de português e matemática no 6º ano. Uma sugestão para não prejudicá-los seria a dupla regência do especialista com o generalista, pensando e planejando juntos as intervenções com os alunos.

    Em relação à composição de jornada, caso a quantidade de aula não seja suficiente para compor a JEIF, o professor poderia completar com turmas de projeto no Programa Ampliar ou no Mais Educação (educação integral).

    Essa proposta de renovação do currículo mexe profundamente com a estrutura da escola municipal, porém faltam dados e detalhes sobre como isso será implantado. Se a SME játivesse colocado na proposta uma grade horária com a quantidade de aula de cada disciplina nos diferentes anos e como será a jornada do professor integrador de projetos, poderíamos diminuir a angústia de todos e poderíamos palpitar com mais detalhamento.

    Responder

  98. Fernando

    ago 20, 2013  at 02:48

    Como sugestão para análise, caso o professor não consiga compor sua jornada com 24/25 aulas ele pode completar com projetos do programa ampliar. Exemplo: Jeif 25 aulas (15 regência e 10 projeto). Assim como faz o POIE.

    Responder

  99. Anderson

    ago 20, 2013  at 02:48

    Na verdade todos os professores deveriam ter JEIF remunerada independente de ter aulas atribuídas ou não, pois a sua jornada é idêntica ao do colega e a composição de jornada é um problema de mal estruturação da rede. Todos estão na sala de aula efetivamente, mas o problemas é que esses critérios de regência instituído pelo governo só servem para economizar gastos com o funcionalismo e dividir a categoria. Temos que contestar a lógica e não simplesmente nos adaptarmos a ela.

    Responder

  100. Helena Singer

    ago 20, 2013  at 02:48

    A proposta de reorganizar os nove nos do Fundamental é três ciclos pode ser interessante. No entanto, alguns cuidados precisam ser tomados. A começar pelos nomes dos ciclos.
    Os três anos iniciais passaram a ser incluídos no chamado “Ciclo de Alfabetização”, contrariando a afirmação já transcrita acima dos riscos inerentes a se focar em apenas uma habilidade. O nome contraria também a concepção de criança e infância expressa no próprio documento, que ressalta as “culturas infantis”, as “diferentes linguagens”, os “diferentes modos de agir”. Reduzir toda esta multiplicidade à alfabetização é certamente passar uma mensagem incoerente aos profissionais que vão se encarregar deste ciclo.
    A dificuldade com o nome escolhido continua no ciclo seguinte, o chamado “Ciclo Interdisciplinar”. Aqui os problemas se iniciam no fato de que a interdisciplinariedade seria supostamente orientadora de todos os ciclos, não só no dos intermediário. “A perspectiva do trabalho com o currículo, em todas as etapas e modalidades da Educação Básica, é a de que as áreas do conhecimento e as diferentes linguagens se integram para formação de todas as habilidades e valores necessários à educação integral e humanizadora da criança, do jovem e do adulto”. Bem, se esta é a perspectiva para todas as etapas, não ajuda dar este nome a um dos ciclos.
    As dificuldades com o suposto “Ciclo Interdisciplinar” continuam na explicação da interdisciplinaridade proposta: Atividades que “podem estar ligadas a projetos, a atividades na cidade – ampliando o movimento de São Paulo Cidade Educadora – a programas em módulos ou ainda à intervenção social em atividades próprias a suas idades.” Ora, estas atividades, embora tenham o potencial de tornar o processo de ensino-aprendizagem mais significativo e prazeroso, não configuram em si uma abordagem interdisciplinar e podem, simplesmente, ser realizadas nos limites de cada disciplina.
    Para que a interdisciplinariedade efetivamente se realize, uma condição básica precisa ser garantida: horário de planejamento comum entre os professores. E aqui mais uma vez voltamos ao tema da jornada de trabalho dos professores: eles precisam dedicar 50% do seu tempo a atividades como planejamento, pesquisa e avaliação. Por isso, a importância de ele poder trabalhar em uma única escola, em tempo integral, sendo metade deste tempo com os estudantes. Sem esta condição mínima, não dá para esperar bons resultados da educação.
    Para além do horário comum de planejamento entre os diversos professores, o horário das turmas não pode permanecer fragmentado. Os autores do documento fazem menção a isso, indicando entre as estratégias possíveis para o ciclo, “formas inovadoras de organização do tempo e do espaço para o desenvolvimento curricular”. No entanto, a área de integração de projetos é restrita aos seguintes professores: sala de leitura, informática, arte, educação física e inglês. Os professores de história, geografia, português, matemática e ciências, permanecem sem seu isolamento e horários fragmentados. Por que esta distinção entre as áreas de conhecimento? Não há explicações.
    Mas, afirma-se que a intersdiscplinariedade será garantida também pela presença do professor generalista neste ciclo, algo hoje limitado até o 5º ano. É uma boa iniciativa esta, voltada a tornar mais amena a passagem de ciclo. Melhor seria se, ao invés de generalista, o professor fosse chamado de tutor ou, como o próprio documento refere “professores integradores”. Assim seu foco não estaria em transmitir generalidades, mas orientar percursos com base em projetos interdisciplinares.
    O último ciclo do Fundamental está sendo chamado de “Ciclo Autoral”. Este nome parece mais acertado. Assim como é acertada, no sentido da qualidade social da educação, a proposta de um Trabalho de Conclusão de Curso com compromisso de intervenção social e caráter interdisciplinar. No entanto, justamente nesta fase, quando o estudante mais precisaria de um professor integrador, que orientasse o percurso necessário para que se tornasse autor, ele só encontrará professores especialistas.
    Mais uma vez, são nas estratégias propostas que se encontram as maiores incoerências do Programa. Depois de todo o arrazoado sobre interdisciplinariedade, autoria, autonomia escolar etc., impõem-se, ao lado dos já citados boletins e provas bimestrais com notas de 0 a 10, recuperação, lição de casa e dependência. Ora, se a proposta é valorizar o trabalho por projetos, haverá atividades fora da escola, se elas fizerem sentido para o projeto que está sendo desenvolvido. O desenvolvimento da capacidade de autoria só se constrói se o estudante puder avaliar e decidir quais atividades precisará realizar em casa ou em qualquer outro lugar. A dependência – seguir uma disciplina de um ano anterior àquele em que o estudante está regularmente matriculado – não é factível na proposta de organização curricular por projetos e interdisciplinariedade.
    Em síntese, as sugestões em relação à proposta curricular são: nomear os ciclos de outra forma; garantir horário de planejamento integrado entre os professores; abranger a perspectiva de projetos para todas as disciplinas; considerar o professor generalista um integrador/orientador e prevê-lo também no ciclo Autoral; por fim, e mais importante, reconhecer a autonomia da escola para organizar as atividades, a avaliação e os registros da forma mais coerente com seu projeto político pedagógico.

    Responder

    • Elaine Cristina Alves de Carvalho Leal

      ago 20, 2013  at 02:48

      Gostei muito de seus apontamentos Helena! Embora não me preocupe tanto com os nomes dados aos Ciclos, concordo com suas considerações, principalmente com a indicação de um norteador ( Orientação e Acompanhamento em Todos os Ciclos). Perfeito!!! Precisamos aprender a enxergar cada Aluno como único, inteiro e a Aprendizagem, como um desenvolvimento processual e não uma colcha de retalhos. Abraços!

      Responder

  101. Luiz Lima

    ago 21, 2013  at 02:48

    Os professores especialistas só começaram a atuar no 7°ano… ou seja, se eles já chegam com uma defasagem enorme no 6°ano principalmente no conteúdo relativo a matemática vão chegar pior..,

    Responder

  102. jussara

    ago 21, 2013  at 02:48

    Os professores de ciências, história geografia, vão perder ainda mais aulas?? é isso. Quer dizer mudanças mudanças e quem paga é o professor que irá perder sala!!!

    Responder

  103. Maria Regina Potenza

    ago 21, 2013  at 02:48

    Olá aos que me leem:
    Tenho muito a falar sobre este item: CURRÍCULO… portanto, um pouco de paciência.
    Se a intenção é inovar alguma coisa na educação, não creio ser este o caminho que levará ao desejado sucesso. Esta proposta tem vários paradoxos e este é um deles: Currículo. Estamos tão habituados a seguir esse modelo do século XVIII de currículo preparatório para a Universidade do mesmo século, que nem percebemos que estamos fazendo a mesma coisa com nomes diferentes.
    Se o que importa é a aprendizagem das crianças e jovens, cujas inteligências múltiplas tem potencial para explodir em curiosidades, gradeá-las com currículo(s) é mata-las em sua essência.
    Disponibilizar horas, minutos para que sua curiosidade se satisfaça é, na melhor das hipóteses, “brochar” suas intenções. Ou o contrário: entediá-las com nossas extensas explanações quando não tem o menor interesse, pode produzir o mesmo efeito: “brochar”. E nós, professores, enfrentamos isso todo santo dia com nossas turmas. Brochamos a curiosidade dos estudantes, com nossas grades curriculares: ”Agora é hora de matemática” “Agora é hora de geografia” etc, etc, etc.
    Continuamos a tratar nossas crianças e jovens como massa homogênea, como se achássemos que são todos iguais, têm o mesmo ritmo, os mesmos gostos e admirações.
    E se nosso alvo verdadeiro é a aprendizagem dos estudantes e não apenas um faz de conta, o que precisamos mudar são nossos paradigmas e não ficar nos digladiando com os colegas na procura de quem tem ou não competência para o quê.
    E o principal paradigma que precisa se alterar é justamente “parar de achar que ensina alguma coisa!” “parar de ser o protagonista na aprendizagem do aprendiz”. O protagonista da aprendizagem é a criança. Nós, professores, somos seus orientadores, organizadores, estimuladores, incentivadores e, como disse o Rubem Alves e bem dito, por sinal: excitadores de inteligências!
    Não sou contra que tenhamos consensada uma lista das habilidades ou competências (que está na moda) razoável para cada faixa etária. Existem estudos que permitem generalizar. Também não sou contra que as crianças e jovens saibam das nossas expectativas e do que pretendemos na escola: a aprendizagem de alguns conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais. Ao contrário. Sou totalmente a favor de que eles participem desse contrato de estudo desde pequenos e desde o início de um ano letivo. Afinal, o papel deles na escola é o de estudantes. E eles precisam entender o que faz um estudante: estuda, pesquisa, adquire novos conhecimentos, utiliza novas ferramentas, usa esses conhecimentos na solução de problemas do dia a dia. É isso que chamo de aprendizagem, não aprender raiz quadrada pra passar na prova e ser aprovado (ou reprovado) para o próximo ano e depois de alguns dias não se lembrar de nada, como diz o José Pacheco. Proponho que reflitamos para decidir o que é realmente significativo estudar no Ensino Fundamental. E vou ser bem sincera: até alfabetizar é possível fazer em casa. O papel da escola precisa ser redefinido, sob pena de extinção.
    O papel do profissional da educação precisa ser redefinido, sob pena de continuarmos neste circulo vicioso: “foi a professora do ano anterior que não ENSINOU! Não posso fazer nada!” ou “Foi o pedagogo do Fund. I que não ENSINOU! Por isso eles estão atrasados.” Ou “O especialista é que não sabe alfabetizar porque não acha que tem obrigação!” e o mais comum: ”a família não está nem aí!”
    Quem está se beneficiando disso… eu não sei. Só sei que se continuar como está, seremos a cada dia mais infelizes como profissionais que têm como propósito ENSINAR. No fundo, sabemos do nosso real papel na aprendizagem e sentimos muito prazer quando percebemos a criança “compreender”… aquele momento do “insight” e aplicar o que aprendeu em outra situação. Eu, pelo menos, choro de alegria.
    Algumas alterações estruturais devem acompanhar essa mudança de paradigma. Citarei apenas algumas e sugiro que pensemos em outras:
    1. O certo número de crianças nos grupos de estudo para que o atendimento seja individualizado, como deve ser para que haja aprendizagem;
    2. A formação dos grupos por interesse e não só por faixa etária. Quem precisa impedir uma criança de 6 anos de estudar o sistema solar se ela está curiosa sobre isso? Quem precisa impedir que um jovem de 12 anos de aprender a ler e escrever se é agora que ele o deseja?
    3. A reflexão generalizada sobre currículo para o século XXI e seu significado para a vida;
    4. A reflexão conjunta sobre o um novo papel dos profissionais da educação, quer sejam pedagogos ou especialistas;
    5. O trabalho de preparação das orientações, organizações, incitamento dos estudantes envolvendo grupos de professores das unidades escolares para conseguir a tão falada interdisciplinaridade;
    6. A contratação de profissionais formados em arte (música, artes plásticas, dança e teatro) para compor a equipe interdisciplinar;
    7. Mudança radical no sistema de avaliação, priorizando a aprendizagem de conteúdos conceituais, procedimentais e atitudinais razoáveis para a criança e de forma individualizada.
    8. Entender definitivamente que Avaliação só serve para consertar as estratégias equivocadas e nunca pode ser classificatória, em nenhuma hipótese, por tratar-se de atitude de exclusão e humilhação tanto para quem está bem classificado quanto para quem não está.
    Para finalizar neste item, só lembrar: “aprender é modificar o comportamento, mover-se, fazer mudanças.” O que estamos aprendendo neste: “Mais Educação São Paulo”?

    Responder

    • Carolina Cortinove

      ago 21, 2013  at 02:48

      Olá Maria Regina,
      Concordo com suas colocações, o currículo está posto de uma maneira que põe o aluno, que deveria ser o protagonista da aprendizagem,. em segundo plano. Parabéns pelas suas reflexões e propostas! Concordo em grande parte com elas. Quanto a contratação de professores de arte, nós já existimos na escola, mas nossa atuação é super reduzida: temos 1 aula por semana no ciclo I e duas aulas no ciclo II.

      Responder

  104. Carolina Cortinove

    ago 21, 2013  at 02:48

    No ciclo de alfabetização e início do ciclo interdisciplinar, a presença das aulas de artes deveriam ser maiores, pois é uma área que trabalha de forma lúdica e poética os diversos conteúdos. Os atuais 45 minutos de aulas no ciclo I não dão conta de um efetivo aprendizado da linguagem e técnicas artísticas. É praticamente impossível, por exemplo, ensinar com dedicação um aluno, visto que temos salas com mais de 30 alunos, como recortar ou dobrar um origami.
    Carolina, artista-professora.

    Responder

    • Diego Sampaio de Lima

      ago 21, 2013  at 02:48

      Rubrico seu comentário Carolina, no próprio fund II, que assim deixará de ser, o tempo com os alunos também é escasso, além disso, a falta de um próprio espaço físico para a aula de arte, que quando não é feita em sala normal, compartilha um laboratório, um pátio de escola, uma parte da área externa. A mudança documental,burocrata em nosso trabalho é muito menos importante do que o suporte para uma mudança de práticas.

      Responder

  105. Ana Cláudia

    ago 21, 2013  at 02:48

    Como ficará a grade dos professores especialistas no ciclo alfabetização?

    Responder

  106. EMEF Cyro Albuquerque

    ago 21, 2013  at 02:48

    Não ficou claro nesta nova grade horária se no ciclo interdisciplinar existe algum prejuízo na quantidade de aulas dos professores do antigo Fund II, já que o 6º ano era parte integrante dele. Acreditamos que a proposta é interessante, porém deve-se pensar também na jornada do professor, de maneira que não haja necessidade de complementação de sua carga em outras escolas, o que prejudica a qualidade de suas aulas.
    Acreditamos que a proposta de valorizar as áreas de português e matemática é muito importante para uma boa formação do aluno, mas o foco da mudança não pode estar centralizada apenas no currículo. Salas superlotadas, falta de material, excesso de aulas e professores que necessitam trabalhar em 2 ou 3 escolas para complementar suas jornadas prejudicam muito a qualidade do ensino e também devem ser analisadas.

    Responder

  107. Denise Lourenço

    ago 21, 2013  at 02:48

    Nós educadores da RME temos muita consciência sobre a importância da reorganização curricular para nossa rede. Somos contrários a promoção automática. Passamos muitos anos na rede sendo vítimas de currículos prescritos e impostos. Por que numa gestão democrática como a de Fernando Haddad temos que receber uma proposta pronta elaborada em gabinete e decretada de cima para baixo? Onde está o princípio da participação? teremos menos de 30 dias para entendermos e debatermos a proposta? Qual a concepção que embasa a organização curricular proposta? Tal proposta deriva-se de outras experiências bem sucedidas de ciclos em outros municípios? Pesquisa acadêmicas mostram que apenas 18% das escolas em nosso país são estruturadas em ciclos. O regime seriado é responsável pelo fracasso escolar. Por que então teremos 5 momentos de reprovação? A proposta da SME não é implantar ciclos? Porque a retenção não ocorre no final de cada ciclo? ( 3º, sexto e nono ano). Porque professores generalistas darão aulas no lugar dos especialistas? Os especialistas para completarem a jornada terão que trabalhar obrigatoriamente com projetos? A concepção proposta para os ciclos é uma pedagogia de projetos? Pedagogia de Projetos é ciclo? Por que o retorno da nota? Por que teremos apenas 30 dias de consulta pública para uma discussão tão importante? Será que verdadeiramente a Secretaria está respeitando o princípio da participação? da democracia? da autonomia? quem construiu esta proposta? Porque a proposta não é assinada por ninguém? Muitos pontos não estão esclarecidos. Porque SME não amplia o período para debate? Porque a proposta precisa ser implantada em 2014? A SME fala tanto em Paulo Freire, mas será que verdadeiramente estamos respeitando os princípios éticos e políticos defendidos por Paulo Freire na gestão de Luisa Erundina? Será que verdadeiramente estamos defendendo uma escola pública, popular e democrática? Tenho muitas dúvidas…

    Responder

  108. Luciana

    ago 21, 2013  at 02:48

    Não se pode simplesmente “tirar” especialistas em Matemática e Língua Portuguesa no 6º ano. Isso seria um retrocesso! Deve sim haver uma ação conjunta ( especialistas e generalistas) no processo de transição entre os ciclos.

    Responder

  109. Cleide Rodrigues Moysés

    ago 21, 2013  at 02:48

    Já não há aulas para todos os professores da Rede Municipal e ainda diminuem mais as aulas de Português e Matemática. O que acontecerá conosco? O correto seria haver especialistas desde as séries iniciais, ou seja, após a sua alfabetização.

    Responder

  110. Eloi

    ago 21, 2013  at 02:48

    Gostei do que li sobre o programa até agora, porém sou cético com relação a criação de novas vagas. Apesar de não representar um percentual significativo no aumento do número de vagas disponibilizadas, a construção de CEIs, CEUs e EMEFs é muito bem vinda. Gostei de saber que preveem um programa que disponibilizará livros para os professores (espero que sejam dados). Sei que a reestruturação tentará “fluir” professores pra áreas mais carentes e isto implicará em desconforto para muitos (pra mim talvez, pois sou mais novo), porém é necessário termos um grande programa educacional. Abraços!

    Responder

  111. Ricardo Senno

    ago 22, 2013  at 02:48

    Como Educador Físico da Rede Municipal, gostaria de deixar a sugestão referente a possibilidade de se incluir projetos do Programa Ampliar na Jornada dos Especialistas.

    Por um lado ajudaria a resolver a resolver o problema da falta total ou parcial de composição da jornada em alguns casos, e por outro, daria uma boa base as pretensões de alongar-se a jornada e propiciar atividades diversificadas aos alunos em contra turno,

    Responder

  112. Julio C. S. Bueno

    ago 22, 2013  at 02:48

    Essas mudanças podem ser positivas, mas a principal mudança virá no dia em que nossas escolas comecem a impôr aos alunos, por força de criação de uma cultura do respeito a autoridade dos professores e demais pessoas não só da escola, mas da família e da sociedade em geral. Hoje os alunos não sabem o que é respeito, e sem respeito deveriam ter temor, em ter os seus chamados e convocados, mas muitos pais não comparecem mostrando que o exemplo de relaxo com o futuro e com o desenvolvimento do aluno não é culpa da escola, mas culpa de pais relaxados e que como sabem que a lei é pouco efetiva em relação aos pais que estão fazendo pouco caso dos filhos, então assim eles acabam também pouco participando pois não há o que lhe obrigue, efetivamente, a participar da vida escolar dos seus filhos que não seja o puro bom senso.

    Repito, a revolução na educação passa justamente pelo volta ao respeito, a ordem, a disciplina e o temor (que não é medo, mas o receio adequado). Enquanto não houver isso a educação em São Paulo permanecerá estacionada. Aliás, todo mundo sabe que as escolas municipais em nossa cidade estão cada vez mais frouxas e pusilânimes. Até as escolas do estado que carecem de maior infraestrutura (coisa que a prefeitura tem melhor, convenhamos) possuem uma administração mais rígida em relação ao trato com os alunos. Quando falo em trato rígido não estou falando em espancamento ou desvalorização do aluno, mas em tratá-lo com respeito devido e com o cumprimento de uma das funções da educação que é fazer um cidadão decente, cumpridor das leis e ordeiro.

    Está cheio de professor que em sala de aula adora uma frescura pseudo-pedagógica, mas depois quando os alunos crescem sem disciplina, sem estrutura para entender o papel da ordem social, dos bons valores tradicionais, saem pelas ruas ouvindo funk com suas letras escatológicas e ginecológicas os professores ficam escandalizados… Ora, ora, então por que a classe docente não se mobiliza para exigir das forças políticas devidamente constituidas uma mudança real na lei, que faça com nos possamos melhorar a disciplina em sala de aula e que os pais tenham mais chance de dar aos filhos uma educação moral real, sem frescuras pós-modernas.

    Responder

    • Roberto Pereira

      ago 22, 2013  at 02:48

      Concordo plenamente com você Júlio. Eu costumo dizer que as nossas escolas precisam de MORALIZAÇÃO, em todos os sentidos. Precisa aparecer Governos que tenham essa coragem.
      Garantir Escola de qualidade para todos, de qualquer classe social, mas exigir respeito e valorização desse bem maior, que é o Direito à Educação, que ao longo dos tempos está perdendo o seu papel na Sociedade.
      O professor está cada vez mais deixando de ser “notado” no ambiente de sala de aula. É assim que teremos o ingresso de novos profissionais na Educação? Os seres humanos precisam de realização profissional. É o que acontece?
      Eu não consigo entender porque a grande maioria dos alunos, têm na pessoa dos professores um inimigo, e que a Escola é uma coisa ruim. Até os Governantes não percebem que os professores são parte de seus governos, nunca saem em nossa defesa. Estamos acoados…

      Responder

  113. Luiz Henrique da Costa

    ago 22, 2013  at 02:48

    Eu discordo que o professor generalista deva acompanhar os alunos no 6º ano. Na minha opinião, é o contrário, o especialista é que deveria começar no 5º ano para adaptar o aluno na abordagem especialista. Espero que este ponto seja revisto. Os alunos vão se adaptar melhor quanto mais cedo tiver a abordagem de especialista, nem que seja o próprio professor do ciclo fundamental I que faça a abordam de especialista.

    Responder

    • Luciana Santos

      ago 22, 2013  at 02:48

      Seria bom, para o 6ª ano, que fosse feito um trabalho conjunto entre professor especialista e generalista. Deixar os alunos mais um ano com generalista eu acho que é um retrocesso, é demorar mais para realizar um processo que já acontece desde o 1º ano, pois os alunos já tem aulas com professores especialistas de artes, educação física, inglês, informática e sala de leitura.
      Essa mudança gradual, como está no documento, já acontece. Precisamos acrescentar especialistas e não tirar.

      Responder

    • Luciana Santos

      ago 22, 2013  at 02:48

      Estamos opinando de olhos fechados, já que não temos a grade curricular. Quem serão os especialistas / projetos que atuarão no 4º, 5º e 6ª ano?
      Porque não publicar a grade de uma forma mais clara?
      No 7º, 8º e 9º ano, qual a quantidade de aulas de cada matéria?
      No 6º ano o professor generalista atuará somente em português e matemática. Como ele irá compor sua jornada?

      Responder

  114. Maria Alice Beloto Batista Plácido

    ago 22, 2013  at 02:48

    Acho um absurdo o professor generalista substituir os professores de Português e Matemática no sexto ano. Eu, como professora atuante na sala de aula e conhecedora da realidade, acho mais coerente o contrário, ou seja, que o especialista ministre aulas nos quintos anos.

    Responder

  115. Christiane Heri

    ago 22, 2013  at 02:48

    Gostaria de saber como a Rede Pública irá organizar essa nova grade, de forma que não prejudique o número de aulas dos professores especialistas?

    Responder

  116. renata1972

    ago 22, 2013  at 02:48

    Enquanto professora da Matemática, acredito que privar os alunos de um ano de ensino de Matemática e Língua Portuguesa (proposta para o novo currículo do 6º – ministrada pelo professor generalista (não especialista), não trará qualidade de ensino algum. E sim, uma maior defasagem no cumulativo de conteúdos que serão necessários para sua formação ao longo dos anos posteriores ( Ensino médio e graduação). Logo, a interferência dos professor especialista seja imprescindível.

    Responder

  117. Luciana Santos

    ago 22, 2013  at 02:48

    Como ficará a grade curricular das EMEBS, que lutaram anos e anos para ampliar a quantidade de aulas de Libras de uma para três por semana? Voltará a ser uma aula por semana, em substituição ao inglês.
    Como posso ensinar a primeira língua (LIbras) para um aluno com uma aula por semana? Três já não dão conta do que esse aluno precisa aprender, quem dirá uma.
    As EMEBS tem uma grade diferenciada das demais escolas, por trabalhar com alunos diferentes. E nesse documento ela sequer foi lembrada.
    Onde está o respeito às diferenças?
    E cadê a grade curricular?

    Responder

  118. Simone

    ago 23, 2013  at 02:48

    SP, 22 ago 2013.

    Boa Noite a todos!

    Bom, eu li metade dos comentários postados. Penso que dá para ter uma boa ideia sobre quão COMPLEXA é a Educação… Caro Prefeito Haddad, eu particularmente acho muito legal essa proposta de mudanças. Um pouco assustadora é verdade… Tantas ideias assim são bastante assustadoras, muitas dúvidas, acerca dos benefícios para nós educadores, para os alunos. Com certeza o Senhor sabe o quanto nós educadores temos sofrido nos últimos anos nos espaços escolares com a questão crescente da indisciplina, violência, desmotivação dos alunos. Penso que não preciso falar porque todos aqui expressaram esta angústia. Imagino que a Formação dos Professores embora sempre seja passível de ser repensada e melhorada não deve ser usada como uma desculpa para as atuais dificuldades dos alunos. Pelo contrário o que eu tenho visto é a luta de diversos professores que extenuados não desistem de diariamente lutar para lecionar aos alunos mesmo e quando estes próprios alunos parecem não querer. Talvez pela idade deles, pelo despreparo, pelo atual contexto de violência, tecnologia (realmente fascinante e dinâmica) que parece os confundir entre o que são os deveres com os estudos e a sua própria liberdade de não querer receber este conhecimento. Há muita resistência e rebeldia. Talvez resultado desta longa cultura de promoção automática. Fico feliz que haja mudanças na Educação, fico feliz pelos alunos, porque acredito realmente na maravilha desta possibilidade de estudar, conhecer. Eu não faço parte desta guerra que foi colocada aqui no fórum de Professores Generalistas e Especialistas. E falo de coração. Pelo contrário tenho profunda admiração pelas professoras de Fundamental I tanto quanto pelos professores de Fundamental II. Ao longo desses anos percebo, sim, que todos nós brasileiros (professores, gestores, alunos, pais e responsáveis, politicos, jornalistas, sindicatos, etc) todos nós precisávamos fazer algo para melhorar a Educação como um todo. Há muito o que fazer, mas aprecio este movimento que chamo de o primeiro passo. Como professora ainda não compreendi muitas questões, não sei, em termos de nossa carreira, se será benéfico ou não… Estamos estudando a proposta (na escola) no que pudermos colaborar… Att Simone.

    Responder

  119. Claudinei Martins Bastos

    ago 23, 2013  at 02:48

    Quem é o professor generalista Mat/Pot do 6º ano?

    Se a formação do especialista em Matemática já é precária, quem vai introduzir o aluno, em Matemática, no “Fund II”?

    Não seria melhor dois alfabetizadores até o 5º ano? Um na Língua Materna e outro na Linguagem Matemática?

    Responder

  120. Caudinei Martins Bastos

    ago 23, 2013  at 02:48

    Como ficará a grade curricular dos especialistas?

    Responder

  121. Daniela Utescher Alves

    ago 23, 2013  at 02:48

    Algumas dúvidas a respeito do novo currículo que merecem ser postas:
    - Há poucos dias os professores se dedicaram, em JEIF, a analisar as obras aprovadas no PNLD para escolher aquelas com as quais pretendem trabalhar a partir do próximo ano. Na ocasião, o Programa Mais Educação ainda não havia sido anunciado. É evidente que as obras das editoras comerciais, FTD, Ática, SM, Atual, Moderna etc, não contemplam o novo currículo proposto (como ademais não contemplam o atual). A compra desses livros será cancelada ou a Prefeitura continuará a gastar rios de dinheiro para que pais, alunos e professores se enganem com a ideia de que têm à sua disposição material de tão boa qualidade quanto têm os alunos das escolas particulares mesmo este material sendo pouco adequado aos documentos que inventamos e reinventamos a cada transição de governo?
    - O que exatamente se espera ganhar com a presença de um professor generalista ministrando Português e Matemática no sexto ano? Não seria esta uma maneira camuflada de pré-admitir a ideia de que os alunos aos onze ou doze anos de idade ainda não estarão alfabetizados e, portanto, carecerão de um alfabetizador? Por que a rede pública tem tanta sede de reinventar a roda e tanta resistência em aprender com experiências vitoriosas? A Escola Móbile, por exemplo – que está entre as melhores de São Paulo e do Brasil caso se tome como parâmetro o desempenho dos alunos no ENEM – há vários anos propõe um movimento exatamente oposto a esse: desde o quinto ano os alunos têm não uma, mas duas professoras de classe (além dos especialistas de Artes, Educação Física e Inglês): uma professora leciona Português, História e Geo e outra Matemática e Ciências. Essa escola, que tem conduzido seus alunos a resultados tão expressivos, já percebeu que quanto antes os alunos têm contato com profissionais com conhecimento profundo de suas matérias, melhor. E, por favor, que não se venha com o discurso pronto de que “o que vale para a particular não vale para a pública”, pois este é justamente o tipo de prática que pode ser transportado sem dramas. Mas, talvez precisemos que mais dois ou três governos passem para que se perceba isso, assim como para que se perceba que aquilo que nossas crianças e adolescentes mais precisam não foi contemplado pelo novo currículo: NOSSOS ALUNOS PRECISAM, URGENTEMENTE, DE ORIENTAÇÃO VOCACIONAL, ESPECIALMENTE NOS DOIS ÚLTIMOS ANOS DO FUNDAMENTAL (OITAVO E NONO). Se o conteúdo atual faz pouco sentido para eles, não é por ser o que é, é por eles não fazerem ideia de como poderão aplicá-lo. Para o que é mesmo que precisa saber produzir textos, por exemplo, alguém que tem como melhor perspectiva de futuro ser motorista de ônibus (sem desmerecer a profissão, evidentemente)? Faça a prefeitura um levantamento de quais são as profissões que os alunos da rede conhecem – eu faço isso cada vez que entro em uma nova turma – e conclua que a raiz mais funda dos nossos problemas é a AUSÊNCIA DE PROJETOS DE VIDA.
    - Quem será que teve a genialidade de pensar em fazer “TCC” no fim do Ensino Fundamental? Os professores orientadores das poucas escolas particulares que propõem
    o desenvolvimento de TCCs AO TÉRMINO DO ENSINO MÉDIO penam para que seja possível produzir alguma coisa digna do nome. A quem estaremos de novo tentando enganar??? A nós mesmos, aos alunos e seus pais, à sociedade inteira, aos eleitores manipuláveis por estatísticas e resultados que não encontram correspondência na realidade? O PLANO É, NESTE PONTO, ESQUIZOFRÊNICO. Como é que o mesmo aluno considerado imaturo no sexto ano a ponto de não conseguir assimilar a presença de professores especialistas de Português e Matemática terá entre o sétimo e o nono anos um amadurecimento tão impressionante a ponto de estar pronto para lidar com UMA PRODUÇÃO PRÓPRIA DA VIVÊNCIA UNIVERSITÁRIA? Em plena época de interesse pela Neuroeducação vamos ignorar tão solenemente as etapas próprias do desenvolvimento cognitivo? Ah! Mas alguém na Secretaria nos lembrará – como se fosse necessário – que não poderemos imaginar que os nossos TCCs deverão ser comparados aos universitários. ENTÃO, POR QUE DAR O NOME ERRADO ÀS COISAS? Por que ensinar às crianças que quaisquer duas ou três páginas escritas podem ser chamadas de TCC? Se lhes exigirmos mais que isso estaremos apenas EMPURRANDO-OS PARA PRÁTICAS INTELECTUAIS DESONESTAS, para o abominável “recorta e cola” da Internet.

    Responder

    • Evi

      set 09, 2013  at 02:48

      Discordo no que foi mencionado na postagem da Erika sobre o TCC!
      Em nenhum momento está mencionado que será um trabalho com 3 páginas. Acredito ser este um trabalho muito importante para que o aluno faça uma imersão na sua vida acadêmica e social.
      O fato de se chamar TCC, não significa que os critérios de elaboração serão os mesmos de uma universidade. Acredito que será muito bom discutirmos a concepção de TCC e o seu significado cara colega!

      Responder

  122. Elaine Ferreira de Matos dos Santos

    ago 24, 2013  at 02:48

    Em relação ao Ciclo interdisciplinar penso que está muito mal definido o papel do professor do ciclo II. Principalmente o de Língua Portuguesa e o de Matemática, bem como a quantidade de aulas neste novo modelo. O professor preparará os projetos em que horário? Se apenas os que têm 25 aulas possuem o tempo garantido para estudo? Muitas dúvidas, muitas teorias, muitas palavras bonitas. Todavia, pouca conexão com a realidade e esclarecimentos sustentáveis.

    Responder

  123. Silvana Feltran

    ago 26, 2013  at 02:48

    Não dá para entender a presença do prof generalista no 6º ano, juntamente com outro prof.. Como será isto na prática? Qual a justificativa para tal mudança? Seria mais interessante o contrário. O professor especialista ( disciplinas Port e mat ) migrarem para o 5º ano; assegurando assim uma transição mais amena aos educandos e já introduzindo os conteúdos do 6º ano.

    Responder

  124. Silvana Feltran

    ago 26, 2013  at 02:48

    Este Programa reflete tantas incertezas, e o que é pior, nós professores juntamente com os educandos, seremos os últimos a saber das decisões que sempre são tomadas quase que silenciosamente. Gestão Democrática e Participativa… Porém fomos pegos de surpresa… Será que seremos ouvidos? Quanto a grade curricular no que diz respeito à Educação Física. Como ficará? Háverá diminuição de aulas? Sou professora de Educação Física, mas adentro as salas de aulas frequentemente, e não consigo imaginar neste momento o nosso aluno produzindo um TCC, e olha que temos bons alunos. São tantas propostas fora da realidade de nossas UEs que vcs terão que rever muitos pontos do Programa. Por favor, nos OUÇAM… Só assim passarei a acreditar em gestão participativa e democrática.

    Responder

  125. Silvana Feltran

    ago 26, 2013  at 02:48

    Com relação a grade curricular referente à Educação Física, gostaria de registrar que uma das finalidades da Educação Física Escolar, é inserir o aluno no universo da cultura corporal do movimento que compreeende a expressão corporal; os jogos; as brincadeiras; os esportes; a aptidão física ( saúde e qualidade de vida); as ginásticas; as danças; entre outras formas de movimentos. Lembro a vcs que a área que trata da motricidade humana é a Educação Física, e que para se Ler e Escrever tenho que ter um Corpo, e é exatamente através deste Corpo que me faço presente ao outro e ao mundo, que me integro, que interajo, modifico e ao mesmo tempo sou modificado pelo meio em que vivo. Este processo se dá através do Gesto, do Movimento. Lembro também da importancia das aulas de Educação Física, nas séries iniciais, onde acontece momentos de contribuição efetiva na estruturação corporal de nossas crianças, além claro da riqueza que o ambiente de uma aula de Educação Física promove nos domínios, cognitivo, afetivo-social, e não somente no motor. É justamente no ciclo I que se justifica a necessidade de maior número de aulas desta disciplina.

    Responder

  126. Ricardo Ferreira

    ago 26, 2013  at 02:48

    Não dá para concordar ou discordar de especulações e pálidas possibilidades. Não publicaram as coisas com clareza justamente para não termos argumentação que vá muito além de desabafo. Lamentável! Tudo o que fica bonito na mídia foi dito de maneira inconfundível, como a questão da retenção e do sistema de mensuração de conceitos (coisas das quais não discordo necessariamente). Já o que nos entorna enquanto educadores, foi deixado de maneira nebulosa para nos confrontarmos e nos dividirmos. Isso é como tática de guerrilha, onde se espalha boatos para obter efeitos psicológicos nos inimigos. O que poderia ser um boa reformulação está deixando a todos assustados, pois já se viu que os preceitos democráticos foram deixados de lado. Aliás, só os democráticos não seriam suficientes. Em que outra área se fala em consulta popular para definir diretrizes? Fico imaginando consultarem o povo se um cirurgião é necessário para realizar procedimentos cardíacos em hospitais públicos. Não serve um clínico geral (guardo o devido respeito em minhas palavras)? Ninguém será consultado decentemente. Nem o povo com as informações corretas e nem nós, especialistas, sem as informações devidas.

    Responder

  127. Rosa

    ago 27, 2013  at 02:48

    Colocar professor generalista no 6º ano para trabalhar português e matemática é muito complicado, pois os conteúdos do 6º já são muito específicos, principalmente de matemática. Infelizmente, há professores generalistas que não sabem nem ensinar divisão e fração, o que dirá potência e afins?

    Outra questão que está angustiando todos: pela nova grade, haverá alteração na quantidade de aulas em todas as disciplinas do Fund II. Não se mexerá na jornada dos professores, mas se mexerá na quantidade de aulas. Haverá muitos professores excedentes no Fund II e faltará professores no Fund I.
    A SME pensou em tudo isso?

    Responder

  128. Rodrigo de Lima

    ago 27, 2013  at 02:48

    Acredito que se bem articulado e garantido o direito dos alunos aprenderem e o direito do professores trabalharem é uma excelente proposta. Acredito que o maior receio dos professores da rede é a diminuição de aulas e consequentemente de jornada. Enfim, temos de esperar para ver como ficará a grade curricular do 1º ao 9º ano.

    Responder

  129. Daniel Teixeira Maldonado

    ago 27, 2013  at 02:48

    Aos senhores representantes da Secretária Municipal de Educação de São Paulo
    Bom dia/tarde/noite
    A equipe de educadores da EMEF “19 de Novembro” gostaria de realizar algumas considerações referentes ao projeto de reestruturação curricular que está sendo sugerido pela gestão atual do município de São Paulo. Inicialmente, gostaríamos de frisar que todos nós lutamos diariamente por uma educação de qualidade e queremos que nossos alunos saiam da Educação Básica com o maior corpo possível de conhecimentos para se tornarem cidadãos críticos e participativos na sociedade contemporânea.
    Nesse sentido, estamos de acordo que a educação precisa ser alterada e pensada constantemente, já que as escolas são células vivas que se reconstituem a cada momento, mas nos perguntamos se realmente está correta a elaboração de uma nova proposta sem consultar os professores/as, coordenadores/as pedagógicos, assistentes de diretor/a de escola, diretor/a e assistentes técnicos de educação que estão todos os dias se esforçando para realizar uma educação com o maior índice de qualidade possível.
    Concordamos que organizar três ciclos (alfabetização, interdisciplinar e autoral), permitir a reprovação em mais anos do Ensino Fundamental e voltar a existir boletins bimestrais com notas de 1 a 10 pode ajudar a melhorar a qualidade do ensino, mas todos nós sabemos que essas questões não são as principais alterações que necessitam ser realizadas para que nossos alunos tenham uma educação com mais qualidade.
    Ao analisar e refletir sobre essa reorientação curricular realizamos diversos questionamentos: os programas de formação continuada propostos serão realizados no horário de trabalho, uma vez que a maioria dos docentes possui compromissos profissionais e familiares após a sua jornada diária na escola? O plano de carreira dos educadores será revisto e aperfeiçoado? Teremos tempo para planejar as nossas aulas, corrigir os trabalhos, elaborar e implementar projetos, estudar sobre as dificuldades dos alunos dentro da nossa jornada de trabalho? De que forma as famílias serão cobradas para que auxiliem as crianças e adolescentes nas atividades de casa, nos trabalhos, nas avaliações? Existirá a possibilidade de haver uma equipe multidisciplinar de profissionais que ajudem os docentes a incluir todas as crianças de forma integral? Haverá perda de Formação Especial de Formação Integral (JEIF) para aqueles que já a realizam?
    Outro ponto que também nos preocupa é a falta de clareza dessa nova proposta em relação ao processo de atribuição de aula dos docentes. A equipe integradora (professores de Artes, Educação Física, Inglês, Sala de Leitura e Sala de Informática) continuará a ministrar as suas aulas dentro do turno das outras disciplinas ou em outro turno, como acontecia anteriormente com a Educação Física? Se for em outro turno, esses docentes poderão fornecer conceitos para que exista uma avaliação integral dos alunos? Chamar esses profissionais de equipe integradora já não os desvaloriza em relação aos professores de outras disciplinas? Esses docentes irão ter algum prejuízo na sua jornada de trabalho? Como ocorrerá a atribuição de aulas? Esses professores irão ter a formação de jornada de acordo com os projetos que eles elaborarem ou todos os alunos terão que participar das suas aulas? Aqueles professores que possuem acúmulo de cargo serão prejudicados?
    Gostaríamos ainda de ter clareza se essa nova proposta está baseada na formação da escola de tempo integral, pois nos pareceu que os professores da equipe integradora serão uma espécie de profissionais que estarão com as crianças no contra turno das suas aulas. Se realmente essa for a proposta, existe infraestrutura adequada para todas as crianças frequentarem os mesmos espaços durante o dia? Ainda assim será possível realizar as Dependências dos alunos que reprovarem no Ciclo Autoral? Não estaremos cometendo o mesmo erro das escolas Estaduais, que não fornecem o mínimo de qualidade para os seus alunos permanecerem dentro das suas unidades no período integral? Ainda existirão ônibus para que os alunos possam realizar passeios e conhecer os parques, museus, cinemas, teatros e espaços históricos da nossa cidade, como prometido em campanha eleitoral?
    Ainda ressaltamos que as disciplinas de Educação Física, Artes e Inglês fazem parte do currículo obrigatório da Educação Básica, segundo a Lei de Diretrizes e Bases vigente e nos parece que essas disciplinas, juntamente com as outras da equipe integradora, perderão a sua importância, dependendo da forma que essa proposta for implementada, já que tivemos uma história de luta profissional que está sendo abandonada.
    Outra questão não plenamente esclarecida na nova proposta educacional é como funcionará a permanência do professor generalista no 6º ano do ciclo Interdisciplinar. Esses professores que seriam responsáveis pelas disciplinas de Matemática e Língua Portuguesa possuem uma formação compatível com as cobranças que existem nesse ano de escolaridade? Percebemos que muitos alunos chegam com diversas dificuldades para os professores especialistas e retirar os docentes de Matemática e Língua Portuguesa desse ano não prejudicaria ainda mais os alunos? Concordamos que a presença de um professor responsável pela sala poderá facilitar a transição dos alunos entre os novos ciclos de ensino propostos. No entanto, a presença desse docente não poderia ser concomitante a dos outros docentes de todas as disciplinas, inclusive a dos professores de Matemática e Língua Portuguesa?
    Gostaríamos de finalizar com as dúvidas que ficam em questão a valorização salarial dos profissionais de Educação do município de São Paulo. Os professores terão um aumento significativo no salário, para que possam ter dedicação exclusiva em apenas uma escola e focar todos os seus esforços para apenas aqueles alunos? Durante muitos anos fazemos greves anuais para cobrar a melhoria nos rendimentos das pessoas que ensinam e cuidam das crianças e adolescentes em São Paulo. A maioria dos professores precisam trabalhar em duas ou três escolas no mesmo dia, em condições de trabalho inadequadas, dificultando ainda mais a melhoria da qualidade do ensino público.
    Não queremos ser corporativistas ou pensar de forma negativa, apenas acreditamos que todas as questões aqui levantadas deveriam ficar mais claras nos documentos de reestruturação propostos pela prefeitura de São Paulo. Colocamos-nos a disposição para debater todas essas questões e encontrar soluções para que a nossa rede seja contemplada com notas mais robustas, valorizando os seus profissionais e tornando o nosso município um dos melhores do país, quando pensamos em Educação.

    Responder

    • Erika Tamantini Ribeiro Viero Araujo

      ago 30, 2013  at 02:48

      Endosso o comentário acima e informo minha participação em sua redação.
      Erika Tamantini Ribeiro Viero Araujo/Professora de Ensino Fundamental II e Médio – História na EMEF 19 de Novembro.

      Responder

    • EMEF 19 de Novembro

      ago 30, 2013  at 02:48

      Nós, funcionários da EMEF 19 de Novembro abaixo relacionados, endossamos o comentário acima e informamos nossa participação em sua redação:

      ALESSANDRA PASCHOAL LETTIERI
      ADRIANA DANTAS DE SOUZA DOS SANTOS
      ANA MARIA PIRES
      ANA PAULA CARVALHO DA COSTA
      ANDRÉ ALEXANDRE DOS SANTOS TORRES
      ANDRÉIA LOURDES DE SOUZA M. SILVA
      ANGELA MARINA PASCHOAL BEZERRA
      CATIA CILENE MUNHOZ PEREIRA
      CILÉA MARIA PACHECO M. VARRENGIA
      CLAUDIA DOS SANTOS MELLO
      CLAUDIA MARA TADEU GONÇALVES
      CLAUDIA MARIA OLIVEIRA BRITTO
      CONCEIÇÃO APARECIDA BAGÉ
      CRISTINA SOUZA GOMES DO NASCIMENTO
      DAMARIS PEREIRA
      DANIEL TEIXEIRA MALDONADO
      DAVI JOSÉ ROSA
      DENISE APARECIDA LOPES
      DENISE GORGATTI
      DENISE PRADO DE OLIVEIRA
      DIVA PARANHOS DE SOUZA
      EDILAMAR PEREIRA DOS SANTOS
      EDUARDO PAIVA OLIVEIRA
      ELIZABETH OLIVEIRA
      ELIZANGELA FUGANHOLI BENOSSI
      ENI RODRIGUES DE OLIVEIRA
      ERIKA TAMANTINI RIBEIRO VIERO ARAUJO
      ESTHER CORVELLO C. L. DA SILVA
      FRANCINE SOARES DA SILVA
      FRANCISCA PAIVA FERNANDES
      FRANCISCO CARLOS BROSSI
      GERUSA DE SOUZA DA SILVA
      IVANETE BELEM DO NASCIMENTO
      IVONE SEIXAS SOUZA
      JONATAS TARTALIONI BARBOSA
      JULIO CESAR ROSA
      KARINA DE FREITAS REIS
      KARINA GREJANIN DE CARVALHO
      KEYTHE RAMOS GARCIA
      LAURA CRISTINA ROMANHOLI
      LUIZA HELENA TOMÉ UTIDA
      LUZIA DO NASCIMENTO GABRIEL
      MARCIO JOSÉ PIVOTTO BARBIERI
      MARIA CATARINA CALABRIA GALUSSI
      MARIA IZABEL SOARES DA SILVA
      MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA CIASCA
      MAURICIO BRAULIO
      MISAEL DIAS
      NEUZA NAUFEL NOGUEIRA MAGRI
      OLIVIA MARISA BATAIOTE
      REGINA MARIA PRADO V. FERNANDES
      RITA DE CASSIA SCANDOLLA S. SABINO
      ROSANGELA DE ARO RANGEL
      SANDRA REGINA DUARTE
      SILVANA FURQUIM LOPES
      SONIA MARIA MARTONI
      SONIA REGINA DOS SANTOS
      TANIA LOBO MONTEIRO DA SILVA
      UBIRAJARA COSTA PEREIRA
      VALDERCI DE SOUZA
      VALDERCI GOUVEA JUNIOR
      VALÉRIA CRISTINA MARTINS PEREIRA
      VERONICA RITA DE FARIA
      VILMA FANTINELLI GONZALEZ
      WALDEMAR FARINA

      Responder

  130. claudio

    ago 28, 2013  at 02:48

    Já está mais do que na hora da secretária colocar para ser discutido os detalhes do currículo. Como vai ser discutido algo que é apenas genérico? Que apresentem os detalhes de como pode ficar e discutiremos.Agora, ficar nessa de propor algo sobre generalidades fica muito complicado…

    Responder

  131. Daniel Teixeira Maldonado

    ago 30, 2013  at 02:48

    Após reunião na DRE – Penha nos foi pedido para realizar sugestões em relação a implementação do currículo. Abaixo seguem as minhas.

    - Retirar o nome de equipe integradora para as disciplinas de Educação Física, Artes, Inglês, sala de informática e leitura. Esse nome desvaloriza essas disciplinas em relação às outras;

    - Manter as aulas dessas disciplinas no currículo e no mesmo horário das outras, fazendo com que os professores tenham os mesmos DIREITOS e DEVERES dos seus colegas;

    - Manter os professores de Língua Portuguesa e Matemática no 6º ano do ensino fundamental, podendo o professor generalista apenas auxiliar nesse processo;

    - Colocar aulas para os professores especialistas de Ciências, História e Geografia em todo o ciclo interdisciplinar. Os professores que possuem apenas pedagogia poderiam ajudar e aprender com esses profissionais e esse poderia ser um processo de formação contínua, inclusive;

    - Permitir que os professores com mais tempo de carreira tenham menos aulas atribuidas, mantendo a sua jornada de trabalho e, nos momentos em que não estiverem em sala de aula, auxiliem os professores mais novos na rede a implementar o currículo;

    - Valorizar a escola como um espaço de formação, permitindo que todos os professores realizem a JEIF e que a escola tenha autonômia para construir o seu material didático e o seu projeto político pedagógico;

    - Criar mecanismos para que as famílias tenham obrigatoriedade de ajudar os alunos para realizar as tarefas de casa. Vincular isso ao recebimento do bolsa família poderia ser um mecanismo;

    - Criar com seriedade mecanismos para combater a violência e a indisciplina na escola. Esses mecanismos precisam ser pensados na formação de professores e na punição de crianças e adolescentes que cometem crimes e delitos na escola. É necessário que os conselhos de escola sejam fortes e tenham autonômia para resolver os problemas internos da escola;

    - Contratar profissionais de Serviço Social e Psicologia para auxiliar os professores com os alunos que possuem dificuldades cognitivas e sociais;

    - Rever o processo de inclusão das crianças com necessidades especiais. A escola precisa ter condições de atender essas crianças e adolescentes com qualidade e com profissionais especilalizados;

    - Existir um plano sério de aquisição de ônibus para realizar passeios educativos. Nós, professores, temos muitas ideias e esbarramos na burocracia para conseguir transporte quando queremos sair com os alunos.

    - Definitivamente, as políticas públicas precisam ser organizadas e implementadas a partir do momento que os gestores escutarem os professores, coordenadores, diretores e todos os funcionários que realmente vivem a realidade da escola.

    Vocês pediram sugestões e aqui elas estão. Gostaria de ter uma resposta, pois sou um professor de Educação Física da rede municipal de ensino, penso, reflito e realizo o meu trabalho com muita seriedade e não gostaria que pessoas que NÃO ENFRENTAM A REALIDADE QUE EU E OS MEUS COLEGAS DE ESCOLA decidissem a minha vida profissional.

    Responder

    • Otávio

      ago 30, 2013  at 02:48

      Apoiado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      Responder

  132. David Leandro Cavalcante

    ago 30, 2013  at 02:48

    Como é possível falar em reforma curricular sem termos discutido o conhecimento? Afinal, o que a sociedade elegeu como fundamental para o ensino e a aprendizagem das nossas crianças e adolescentes? O que li e ouço nada tem de inovador. Trata-se de uma velha e persistente confusão: reformar a grade curricular sem, previamente, elaborar do que ela vai tratar. O que se nota é uma reordenação administrativa, redefinidora de tempos de trabalho de professores e alunos. Mas sem substância. Como sempre se faz, de forma equivocada, primeiro de montam grades e objetivos, depois se acomoda o conteúdo, que forçosamente deve caber em cada pedacinho; trata-se de uma forma de planejamento grosseira, porque sem orientação e sentido, sem conteúdo escolhido, debatido, e também planejado. O que se ensina, como se ensina, como se aprende, como se avalia todo o processo deveriam ser amplamente debatidos, porque somente depois de escolhas racionalmente feitas é possível definir as etapas, os tempos, os produtos finais. Da forma como está a proposta a reprodução de velhos problemas, como a incompatibilidade de tempos entre o requerido e o resultado, permanecerá.

    Responder

  133. Sonia Sampaio

    set 01, 2013  at 02:48

    “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes.”
    Albert Einstein
    O Programa Ler e Escrever desenvolvido de 2005 a 2012 não deu certo apesar dos grandes investimentos. Em 2011, São Paulo ficou no 35º lugar num conjunto de 39 Municípios da Região Metropolitana e 28% dos estudantes concluíram o Ensino Fundamental sem estarem alfabetizados. A Educação Municipal precisa e deve mudar. As crianças e adolescentes têm direito de aprendem conteúdos relevantes para o exercício consciente da cidadania e se perceberem como sujeitos históricos do seu bairro e cidade.Então, apoio o Programa de Reorganização Curricular com a esperança de que as EMEFs melhorem a qualidade e,consequentemente, melhorem os resultados nas provas internas e externas.

    Responder

    • É justamente a idéia de “esperança” que usam como alimento fértil no nosso imaginário… “devemos ter muito cuidado pois a palavra esperança vem de esperar, ou seja minha colega de trabalho preparece para esperar bastante…”

      Responder

  134. Margarete Monteiro

    set 01, 2013  at 02:48

    Discutir currículo é muito complexo em uma rede tão extensa como a do Município de São Paulo , tão rica culturalmente , São Paulo abriga o Brasil e o Mundo. Penso que é indiscutível um currículo base : Leitura e Escrita na idade certa e despertar para o ensino da matemática. As demais áreas são tão amplas e necessárias tamanho a diversidade cultural e as especificidades de cada região e comunidade. Do meu ponto de vista os programas desenvolvidos por governos anteriores falam e dão conta dessa diversidade , o problema está sempre na qualidade. Temos tido ao longo dos anos “Educação pobre , para pobre!” Precisamos colocar de fato nas escolas o ensino da música , de artes , da matemática , da cultura afro , indígena , etc , etc… Devemos preparar nossas escolas para o uso coerente das TICs , da sustentabilidade , da diversidade , da economia sustentável , das práticas para o trabalho , das boas relações humanas , etc, etc… E só há uma jeito de fazer isso : Com qualidade , de verdade! Tenho visto muitas propostas boas no papel , como essa iniciativa. O grande X da questão ainda é colocar isso em prática e dar continuidade as coisas. Querem um exemplo ? Vejam que lindo a proposta curricular para Educação Infantil e depois vejam na prática o que está acontecendo; Não há uma única escola que promova e de conta de manter o protagonismo infantil , que respeite os tempos e espaços necessários para a infância , e há muitas que estão acabando com a infância antecipando a escolarização. Ceis e Emeis deveriam ter currículos unificados , onde cuidar e educar deveriam andar juntos. Salas abarrotadas , espaços que não contemplam o movimento próprio da infância e falta de condições de trabalho tem levado professores a impor ritmo de escolarização a essas crianças , nessa fase que seria de exploração , de aprender brincando , de ser estimulada em ambiente leitor , de tempo para pensar e elaborar hipóteses sobre a escrita e entender a função social da mesma. Por falta de condições de trabalho estamos acabando com a infância.

    Responder

  135. Equipe do CEI Umarizal

    set 05, 2013  at 02:48

    Concordamos que a Educação Infantil esteja integrado com a Educação Básica, valorizando esta primeira etapa que é a base e valorizando o professor.
    O Ciclo de alfabetização é de fundamental importância para a aprendizagem em cada fase da vida do aluno. A articulação entre os professores é fundamental pois acompanharão melhor o aluno, sendo também muito importante a diminuição da quantidade de alunos em sala de aula.
    O reforço escolar de qualidade é de extrema importância, sendo este oferecido tão logo se apresente a dificuldade em determinada área do conhecimento.

    Responder

  136. Erika Tamantini Ribeiro Viero Araujo

    set 05, 2013  at 02:48

    Após leitura atenta do documento apresentado pela prefeitura e dos comentários dos cidadãos presentes no site, apresento meu posicionamento em relação às mudanças propostas.
    O primeiro ponto que gostaria de frisar, em concordância com os demais comentários, está relacionado à falta de detalhamento no estabelecimento da grade curricular apresentada, além de outros pontos pouco claros. Sem informações detalhadas e concretas, há margem para interpretações dúbias do documento e dificuldade para que possamos apresentar propostas ou contrapropostas devidamente fundamentadas.
    Outra questão, é que o tempo dedicado à consulta pública (30 dias a partir de sua veiculação oficial) é reduzido para que possamos chegar a um resultado eficiente, que contemple satisfatoriamente aos anseios de todos os envolvidos nesse processo de renovação.
    Contribui ainda para fragilizar a democracia nesse processo, como já apontado em diversos comentários, a impossibilidade na participação de TODOS, cuja vida profissional e pessoal é afetada, nos momentos coletivos de discussão nas unidades escolares. Isso porque esses diálogos – e outras questões de extrema importância no cotidiano escolar – acontecem nos horários coletivos da JEIF e, da forma como atualmente se estrutura a rede, nem todos os docentes têm acesso a essa jornada.
    Nesse sentido, como asseveraram outros colegas, a interdisciplinaridade que dará nome ao ciclo intermediário, e norteadora para construção dos trabalhos de conclusão do Ensino Fundamental ao final do Ciclo Autoral, também fica comprometida. Então, minha sugestão aparece em forma de um questionamento central e essencial: Será garantida essa jornada de formação (JEIF) a todos os professores que por ela optarem, independentemente da quantidade de aulas (regulares ou projetos) a eles atribuídas?
    A existência de espaços para o debate coletivo (nas UEs e no portal Mais Educação) é fundamental, pois permite a todos agentes do processo (inclusive SME) uma reflexão sobre pontos de vista e ampliação de horizontes. Exemplo disso foi a leitura do apontamento do colega Thiago Sales de Oliveira, que sugeriu como alternativa aos entraves ao acúmulo de cargo decorrentes da implantação do novo plano de educação (pelo menos para aqueles com acúmulo RME-RME), a possibilidade de cumprimento do acúmulo em mesma unidade escolar por meio de projetos no contraturno.
    Entendo ainda que as Unidades Escolares devam ter autonomia para decidir pontos de seu regimento, pois engessar a atuação da Gestão Escolar é presumir na cidade cosmopolita de São Paulo um caráter social, cultural e financeiro homogêneo, fato que – sem necessidade de argumentação – percebemos não condizer com a realidade.
    Retomando a questão das jornadas, cada professor deve cumprir horário na jornada pela qual optou, independentemente de ter aulas atribuídas. Para esse entrave, alguns colegas sugeriram opções como dividir as horas aulas em 15 para sala de aula e 10 para elaboração de projetos dentre outras. Contudo, em mesmo sentido da autonomia das Unidades Escolares, acredito que a melhor forma é a não existência de receitas para a atribuição dessas aulas, a gestão de cada escola dividirá as aulas como convier à comunidade (alunos, responsáveis por alunos e servidores), de forma a atender suas necessidades específicas.
    Ao debater o documento com outros profissionais da educação de minhas escolas e de outras, e ler os comentários postados nesse veículo, percebo que há margem para antagonismos diversos. Opõem-se: Ensino Fundamental I e II; professores generalistas e especialistas; professores com aulas atribuídas e professores em situação de módulo; professores especialistas com aulas previstas na grade e professores (com formação que os habilitam igualmente para atuarem como especialistas) da ‘suposta’ área integradora. A partir de tal observação, pondero: Há espaço para uma rede interdisciplinar concisa estimulando-se tantos antagonismos?
    Uma preocupação bastante frequente no cotidiano escolar e que se configura como empecilho para a execução das novas propostas, é a omissão dos responsáveis por alguns alunos ou, ainda, a interação inapropriada dos mesmos. A SME deve elaborar, via DRE, um projeto de acompanhamento e orientação familiar contínuo, para estimular uma participação saudável das famílias na vida escolar e na formação e consolidação da personalidade e caráter de suas crianças e adolescentes.
    Primar pela qualidade da educação é uma luta cotidiana para aqueles que trabalham nas escolas, e a possibilidade de superlotação de seu espaço físico, caso a educação de tempo integral seja imposta de maneira precipitada, vai contra esse princípio. Algumas experiências do tipo deixam claro que, se não pensarmos o uso desse espaço público de maneira adequada, respeitando a faixa etária, as necessidades de acessibilidade e a existência de ambientes que propiciem o convívio, a construção do conhecimento e uma troca cultural, essa tendência da educação de tempo integral está fadada, ao invés de se tornar uma alternativa para a nossa sociedade com famílias que trabalham igualmente em tempo integral, a ser mais uma geradora de problemas.
    A qualidade da educação infere ainda na inclusão, que para ser efetiva depende de uma política eficaz de atendimento aos alunos portadores de Necessidades Educacionais Especiais. Nesse aspecto, as dificuldades transitam desde a existência de alunos não ‘laudados’ e acompanhados pelos profissionais da saúde especializados (o que será amenizado caso haja um projeto de Acompanhamento e Orientação familiar), até a ineficiência das equipes multiprofissionais que hoje se encontram limitadas às DREs, ou seja, longe das escolas e dos CAPS.
    Ressalto que a valorização do docente deve ser o ponto de partida para que essa proposta seja bem sucedida. Faz-se necessário pensar no resgate da autoridade em sala de aula e na compensação financeira, para que possamos desenvolver nossa atividade, essencial à sociedade, com tranquilidade, dignidade, qualidade e tempo para investirmos sempre no aprimoramento de nossa formação.
    Para além das indagações implícitas diretamente na minuta de proposta de reorganização do ensino, outras importantes questões me ocorreram. A possibilidade da implantação de um espaço contínuo de reflexão sobre temas relativos à educação, formado por representantes de cada uma das Unidades Escolares, é uma delas. A outra ultrapassa a barreira da questão da educação escolar: não seria mais eficiente possibilitar que as crianças com idades entre zero e quatro anos ampliassem o tempo de permanência com suas famílias ao invés de aumentar o período que passam nas instituições de ensino? Para isso, a licença maternidade deveria ser estendida para um ano, e as mães de crianças com idade entre um e quatro anos poderiam trabalhar com as horas de sua jornada de trabalho reduzidas, permitindo assim um maior vínculo afetivo familiar.
    Professora de História nas EMEFs 19 de Novembro (DRE Penha) e Arquiteto vilanova Artigas (DRE São Mateus)

    Responder

    • Simone Siqueira

      set 05, 2013  at 02:48

      Parabéns colega por todos os seus posicionamentos, deu para sentir que você realmente tem consciência do que escreve e vamos rezar para que os governantes, responsáveis por esta proposta a leiam e também aos questionamentos tão íntegros quanto o seu de colegas que não te medo de se expor.
      Obrigada pelas suas colocações e parabéns pela clareza das idéias.
      Simone Siqueira (DRE Santo Amaro)

      Responder

  137. larissa medelen

    set 09, 2013  at 02:48

    Entendo que as aulas de língua estrangeira, educação física e arte devem também fazer parte no Ciclo Interdisciplinar (4º, 5º, e 6º anos), Concordamos que a Educação Infantil esteja integrado com a Educação Básica, valorizando esta primeira etapa que é a base e valorizando o professor.
    O Ciclo de alfabetização é de fundamental importância para a aprendizagem em cada fase da vida do aluno. A articulação entre os professores é fundamental pois acompanharão melhor o aluno, sendo também muito importante a diminuição da quantidade de alunos em sala de aula.
    O reforço escolar de qualidade é de extrema importância, sendo este oferecido tão logo se apresente a dificuldade em determinada área do conhecimento.

    Responder

  138. Hélio José Priolli dos Santos

    set 11, 2013  at 02:48

    Concordo com a Elaine, acho que continuamos a fazer sugestões como quem ainda não compreende como vai ficar. A docencia compartilhada é imperativo no ciclo interdisciplinar e no 6º ano estou entendendo que o professor chamado de generalista acompanhará e tambem participará das aulas de Língua Portuguesa e de Matemática que será sim ministradas pelos especialistas uma vez que o 6º ano seria a antiga 5ªsérie do ciclo II. A regência compartilhada está exatamente aí, e quem somos nós para dizer que o especialista está preparado e o generalista não para atuar neste 6º ano do ciclo intercisplinar? Colegas, temos que ter paciencia e refletir sobre esta nova proposta. Acredito que muitos de nós seremos surpreendidos com alguns resultados muito positivos. Só o regente e apenas ele poderá dizer o que estará ou não dando certo. Por enquanto estamos apenas achando isso, achando aquilo….

    Responder

  139. Maria

    set 11, 2013  at 02:48

    Recentemente olhei meu título de nomeação na Rede Municipal de São Paulo, assinado por Paulo Reglus Neves Freire, Secretário Municipal de Educação de São Paulo, 1989. Recentemente também nossa querida e sábia Luiza Erundina encaminhou um Projeto que virou Lei 12.612/12, de 13 de abril de 2012, Paulo Freire patrono da educação brasileira. Deveríamos ter uma educação no Município de São Paulo de primeiro mundo, com qualidade para as crianças que mais precisam, crianças das camadas populares. Tivemos uma proposta implantada por Paulo Freire, uma proposta inovadora, séria, comprometida com a construção de uma escola pública, popular e democrática. Mas os rumos da educação não foram esses, pelo contrário é lamentável a educação oferecida para as crianças no Município de São Paulo. De 38 municípios avaliados pelo IDEB, São Paulo é o 35º, uma vergonha, essa é a herança que recebemos do Governo Serra/Kassab, governo que decretou autoritariamente o Programa Ler e Escrever, as expectativas de aprendizagem que dizia abertamente que o melhor material em termos de orientações curriculares para Lingua Portuguesa, a Secretaria produziu, que muitas escolas particulares se utilizavam do material de excelência, que os professores eram os únicos culpados pelo fracasso escolar existente na rede, porque não queriam dar aulas, não queriam mudar sua prática, os professores precisavam entender os recados da Secretaria. Um verdadeiro massacre, sem considerar a autonomia dos professores. Na Secretaria os que pensam a educação, os experts, na sala de aula os que executam a educação, os professores. É possível perceber o abismo entre os conteúdos propostos no material produzido e a realidade social da criança e da escola. Começa um novo governo, intitulado Um novo tempo para São Paulo, governo de Fernando Haddad, esperança renovada, alegria! e o que encontramos em oito meses de governo, a manutenção das expectativas de aprendizagem, das orientações curriculares, da equipe do governo Kassab nas diretorias e na própria Secretaria Municipal de Educação ( equipe escolhida pela Regina Liko, diretora de DOT/ gestão Kassab), inclusive com a mesma assessoria pedagógica que elaborou as expectativas de aprendizagem ( Alfredina Nery e equipe), junto com uma consulta pública de um programa de reorganização curricular e administrativa para a rede elaborado em gabinete, com o mesmo autoritarismo da gestão Kassab, a lógica é a mesma! Como acreditar na proposta? O Secretaria ainda diz que o currículo das expecativas de aprendizagem é um currículo razoável? Para quem?! Não queremos em nossa rede um currículo prescrito, elaborado de novo pela equipe da Alfredina Nery e da Regina Liko/Gestão Kassab, queremos construir o currículo da escola pública paulistana, com o mesmo compromisso e seriedade que fizemos na gestão da Luiza Erundina, um currículo interdisciplinar, organização em três ciclos, com reprovação apenas no final de cada ciclo, uma avaliação emancipatória, com assessoria da Sonia Kruppa, Lisete Arelaro, Ana Maria Saul, Mario Sergio Cortella, Luis Carlos de Freitas, esses sim deveriam ser os assessores da proposta curricular em São Paulo! Pesquisadores sérios, com propostas sérias, inovadoras! Prefeito Fernando Haddad você tem uma escolha a fazer, temos aqui muita consciência política, aprendemos a pensar certo com Paulo Freire, sabemos o que precisa ser feito para verdadeiramente termos uma educação de qualidade para as crianças das camadas populares. Agora, Prefeito Fernando Haddad a escolha é sua e dependendo da sua escolha saberemos verdadeiramente a favor de que, a favor de quem, para que e para quem a proposta de organização curricular será construída! Continuaremos sempre a pensar certo, como nos ensinou Paulo Freire, e a defendermos uma escola pública, popular e democrática para as crianças, jovens e adultos na cidade de São Paulo!

    Responder

  140. Luciana Gonçales

    set 12, 2013  at 02:48

    De acordo com o documento, a área de integração / projetos será composta por professores de informática, sala de leitura, educação física, artes e inglês. Ou seja, 1 aula semanal para cada um desses componentes, reduzindo drasticamente as aulas de educação física e artes. E como ficará essa grade nas EMEBS, que não tem inglês e sim Libras, mas que é a primeira língua dos surdos, e não pode ter a mesma quantidade de aulas que o inglês, que é a segunda língua dos ouvintes.

    Responder

  141. Tiago Souza

    set 13, 2013  at 02:48

    A proposta curricular veio para esclarecer ou para estraçalhar toda a organização das escolas? Acredito que a pessoa responsável pela elaboração da proposta tenha respostas claras para a organização das aulas na escola como se dará a distribuição das aulas, como os alunos serão atendidos, quem vai ser o orientador de TCC dos alunos, como vai funcionar o ensino de tempo integral, como essa proposta vai se dar na prática? São muitas questões sem resposta e querem que opinemos sobre o que? As mudanças são bem vindas em um sistema agonizante como a Educação Publica Paulistana, mas é preciso solução verdadeira. Os responsáveis pela proposta precisam se manifestar e esclarecer a proposta.

    Responder

  142. EMEBS PROFESSORA VERA LUCIA APARECIDA RIBEIRO

    set 13, 2013  at 02:48

    EMEBS PROFESSORA VERA LUCIA APARECIDA RIBEIRO
    SÍNTESE DAS DISCUSSÕES REALIZADAS NA REUNIÃO PEDAGÓGICA DE 23/08/2013 REFERENTE AO DOCUMENTO PROGRAMA DE REORIENTAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRATIVA, AMPLIAÇÃO E FORTALECIMENTO DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SÃO PAULO
     ESPECIFICIDADES DAS EMEBS
    Currículo
    • GRADE CURRICULAR DIFERENCIADA, respeitando a inclusão da LIBRAS como disciplina obrigatória ocupando o espaço destinado ao componente Língua Estrangeira
    • Ampliar a quantidade de aulas de LIBRAS, especialmente na Educação Infantil e Ciclo de Alfabetização, considerando a necessidade de dar enfoque ao trabalho de aquisição da L1 (língua natural) nesses ciclos, visto que muitos de nossos alunos ingressam na escola sem língua e linguagem desenvolvidas. Um trabalho eficaz de aquisição de língua é fundamental para o desenvolvimento cognitivo do aluno.
    • Ampliar a carga horária do aluno nas EMEBS com enfoque para o desenvolvimento de língua e linguagem, como por exemplo, cinema, teatro, fotografia, mediadores de leitura, oficinas de redação, …
    • Adoção de Currículo funcional para alunos com deficiência múltipla (não acadêmicos) elaborado pelas equipes escolares.
    • Avaliação criteriosa para oferta de contraturno para alunos com deficiência múltipla (não acadêmicos), visto que muitos deles não se beneficiam do atendimento em períodos estendidos, devido à especificidade da sua condição.
    • Incluir a Identidade e Cultura Surda como Tema Transversal, a ser trabalhado em especial nos Ciclos Interdisciplinar e Autoral.

    Avaliação
    • Criação de banco de dados de questões interpretadas em LIBRAS para realização das provas bimestrais, elaborada de forma a contemplar as especificidades da surdez, como a visualidade.
    • As avaliações poderão ser feitas em português escrito e/ou sinalizadas e gravadas em vídeo.
    • As avaliações serão realizadas ora com interpretação em LIBRAS (a fim de verificar se houve aprendizagem dos conteúdos das áreas especificas), ora sem interpretação a fim de desenvolver habilidades de leitura e interpretação de texto em português, para que os alunos adquiram autonomia e possam, no decorrer dos anos, apoiar-se menos na interpretação e mais no texto escrito.
    • Garantia do direito da realização das provas externas com interpretação em LIBRAS para todas as áreas do conhecimento, nos moldes da Prova São Paulo, já realizada anteriormente.
    • Para as provas de produção de texto deverão ser usados critérios de avaliação adotados para aprendizes de segunda língua.
    • Garantia de materiais adaptados para possibilitar a acessibilidade dos alunos com deficiências associadas à surdez, como prova com letra ampliada, em braile, etc.
    • Substituição da prova bimestral por relatório descritivo no caso de alunos com deficiência múltipla (não acadêmicos) também nos Ciclos Interdisciplinar e Acadêmico.
    • A Avaliação do TCC deverá obedecer a Recomendação Nº 001/2012 do CONADE, da qual destacamos o disposto no Item 4.2, que afirma:
    Deve-se considerar que a pessoa surda educada na língua de sinais, necessariamente sofrerá influências desta na sua produção escrita, tornando necessário o estabelecimento de critérios diferenciados de correção de provas discursivas e de redações, a fim de proporcionar tratamento isonômico aos candidatos surdos. Nesse sentido, deverão ser instituídos critérios que valorizem o aspecto semântico (CONTEÚDO) e sintático em detrimento do aspecto estrutural (FORMA) da linguagem, fazendo-se a distinção entre “conhecimento” e “desempenho linguístico. [...] as provas de redação e/ou discursivas, aplicadas a pessoas surdas ou com deficiência auditiva, deverão ser avaliadas somente por Professores de Língua Portuguesa para Surdos ou professores de Língua Portuguesa acompanhados de um intérprete de Libras.
    Formação
    • Formação em metodologia de ensino de segunda língua e metodologia para ensino das diferentes áreas do conhecimento para o aluno surdo, considerando suas especificidades.
    • Garantir a formação permanente para fluência na LIBRAS.
    • Formação para atuação na educação de alunos com deficiência múltipla em nível de pós graduação (Universidade Aberta do Brasil).
    • Propiciar vivências em instituições conveniadas que atendam pessoas com deficiência.

    Responder

  143. carolina cortinove

    set 14, 2013  at 02:48

    Carta dos professores de artes da Rede Municipal de Ensino de São Paulo
    Considerando as dúvidas em relação aos conceitos e a metodologia do Programa de Reforma Educacional “Mais Educação” apresentado para consulta pública gostaríamos de nos posicionar diante do conjunto de temas propostos nesse projeto e mais especificamente no que diz respeito à área de artes.
    Primeiramente, ressaltamos que a construção desse documento não teve a participação dos educadores e da população, reduzindo-se a uma consulta na internet que não sabemos como será encaminhada. Além disso, a reforma desconsidera diversas práticas já existentes nas escolas municipais, como lições e trabalhos de casa, avaliação periódica dos alunos e atribuição de conceitos numa perspectiva do trabalho educacional coletivo.
    Esse projeto traz um retrocesso ao ensino municipal porque apresenta propostas que tem a simpatia do senso comum (reprovação em várias séries, obrigatoriedade de provas bimestrais e substituição de conceitos por notas de zero a dez, regime de dependência), mas não faz frente aos problemas estruturais das escolas da rede, como redução do número de alunos por sala, falta de materiais pedagógicos, garantia à jornada docente de formação aos que por ela optarem, melhoria da remuneração e atendimento adequado aos alunos deficientes.
    No que diz respeito à reestruturação curricular, foi indicado que os componentes curriculares Artes, Inglês e Educação Física serão concebidos como “área de integração” que serão organizados como projetos e apesar de não haver diretrizes claras em relação a estes componentes, gostaríamos de nos posicionar, pois historicamente, o ensino de arte na educação formal sempre lutou por um reconhecimento de sua especificidade e de seu espaço como área de conhecimento e linguagem. Portanto, ao deixar de ser componente curricular e se tornar articulador de projetos ou como já aconteceu historicamente, em que a arte servia a outras disciplinas como finalizadora de projetos interdisciplinares, entendemos que esta proposta é um retrocesso.
    Além disso, ao estabelecer a obrigatoriedade de organizar suas atividades por meio de projetos, a reforma implicaria na redução da autonomia pedagógica do professor de artes. Atualmente, já existem projetos interdisciplinares nas escolas que funcionam de acordo com as necessidades da unidade escolar e seus atores (alunos e professores) e de modo articulado com seu projeto político pedagógico.
    Gostaríamos também de ressaltar a dificuldade de desenvolvimento de um trabalho contínuo e aprofundado no ciclo I que conta com apenas uma aula semanal. Visto que nesse momento da formação da criança, sabemos que os conceitos e as práticas artísticas contribuem no processo de desenvolvimento integral do estudante.
    Nesse sentido, defendemos:
    - A participação dos educadores na concepção, discussão e implementação do Programa de Reforma Educacional.
    - Organização de um ciclo de debates com os envolvidos na formulação do “Mais Educação” e todos os educadores interessados , nas quatro regiões da cidade.
    - A permanência da área de artes como componente curricular.
    - O aumento do número de aulas no ciclo I.
    - A autonomia do professor de artes na organização do seu programa de trabalho.
    - Investimento na estrutura (materiais, sala específica) para o exercício pleno da nossa função.
    - Investimento em programas de formação em arte e educação.
    - Incentivo à pesquisa na área de arte e ensino de arte.

    Ana Carolina Volckner – Professora de Artes da EMEF Des. Amorim Lima
    Carolina Cortinove Tardego – Professora de Artes EMEF Almirante Tamandaré
    Clarissa Lopes Suzuki – Professora de Artes da EMEF Des. Amorim Lima
    Liz Natali Sória – Professora de Artes da EMEF Des. Amorim Lima
    Cintia Yuri Nishida – Professora de Artes da EMEF Altino Arantes
    Meiko Natacha Fukimoto Velez – Professora de Artes da EMEF Dr. Abrão Huck
    Lígia Caetano Carvalho – Professora de Artes da EMEF Cel. Romão Gomes
    Mariana Fernandes Salomão – Professora de Artes da EMEF Dep. João Sussumu Hirata
    Thaís Mamprin – Professora de Artes da EMEF Gov. Mário Covas
    Elias Marques- Professor de Artes da EMEF Gov. Mário Covas
    Daniely Diniz- Professora de Artes da EMEF Alberto Santos Dumont

    Responder

  144. CEI Jardim São Jorge Arpoador

    set 14, 2013  at 02:48

    Construção de curriculos regionais que atendam as necessidades do contexto social local.

    Responder

  145. CEI CEU Butantã

    set 15, 2013  at 02:48

    Resgatar o passado significa nos colocarmos como ouvintes de muitos narradores. Narrar significa intercambiar experiências, e o trabalho da memória é exatamente o de resgatar as experiências de muitos e transmiti-las.
    Devemos resgatar as experiências do percurso vivido, não com a intenção de revivê-lo, mas de fazer com que compreendamos e iluminemos o presente a fim de fazermos projeções para o futuro.
    Não se trata de considerar o percurso, ou o currículo pessoal, mas o percurso de uma rede constituída de educadores que militam por uma educação pública de boa qualidade.
    Pautados nisso, propomos que essas discussões sobre currículo integrado para a educação infantil considere, além de todos os documentos oficiais vigentes, as experiências locais e regionais, as especificidades de cada modalidade de ensino, e também que se amplie a discussão para além das plenárias regionais. Que as reflexões e proposições regionais sejam socializadas e possibilitem uma discussão entre os educadores das diferentes regiões da cidade, para que de fato o documento a ser elaborado se constitua como trabalho do coletivo, participativo e democrático como se pretende que seja uma gestão participativa.
    Assim, partindo dessas referências a equipe de educadores do CEI CEU leu, analisou e refletiu sobre as proposições da Secretaria Municipal de Educação relacionadas a Reorientação Curricular, que embasou a construção de algumas considerações e questionamentos.
    Os materiais, que hoje orientam as práticas na educação infantil, foram construídos por essa rede, constando toda a mudança de trajetória desses 77 anos de existência.
    Os eixos destacados nessa proposição – Brincadeira e Interações – são parte integrante do currículo da Educação Infantil, assim como as demais linguagens que não estão expressas no documento.
    Consideramos que as expectativas de aprendizagens, e os princípios que norteiam a Educação Infantil devem ser contemplados e revisitados juntamente com as práticas já realizadas. Dessa forma, o documento não explicita como serão organizados os eixos de desenvolvimento pleno do sujeito.
    A integralidade do currículo também deve considerar as especificidades das etapas de desenvolvimento e a cultura local, e a formação vir ao encontro dessas especificidades.
    Portanto, nessa discussão pela qualidade da educação deve ser considerado ainda questões de materiais, estruturas, e de recursos humano. Como por exemplo, no que se refere ao funcionamento das CEMEIs.
    Com relação à proposta de avaliação, há necessidade de considerar como explicitado no documento o processo, o registro e a continuidade, fatores que norteiam as observações e registros do desenvolvimento das crianças, PARA a aprendizagem das crianças, e não com outras finalidades.
    Gestores, professores e demais profissionais do CEI CEU Butantã.

    Responder

  146. Jose Silveira

    set 15, 2013  at 02:48

    No dia 06 de Setembro de 2013, atendendo ao chamamento da Secretaria Municipal de Educação para a discussão e apresentação de propostas ao Programa de Reorientação Curricular e Administrativa da SME, organizou-se um Encontro/Plenária no interior da EMEF. Prof. Antônio Duarte de Almeida. O Encontro contou com a participação de cerca de 70 pessoas.
    A Plenária estava composta por representantes dos mais variados segmentos, como pais e responsáveis, alunos, professores, diretores, coordenadores de várias unidades escolares de Itaquera e São Miguel e contou também com representantes da DRE-IQ.
    Após a apresentação das linhas gerais da proposta pelo Professor José Silveira, diretor da EMEF Antônio Duarte de Almeida e presidente da mesa, abriu-se a discussão. Na primeira parte os presentes puderam elaborar questionamentos- respondidas pelo professor José, assim como pelos representantes da DRE-IQ-, apresentar suas opiniões e fazer seus comentários; todo processo ocorrendo de forma aberta, franca e democrática.
    Na segunda etapa os presentes, em função da discussão já ocorrida, foram conclamados a apresentarem suas críticas e sugestões pra a elaboração de um documento a ser enviado a SME e a DRE-IQ. Um dos pontos consensuais foi o de que a educação vive uma crise e algo necessita ser feito. Esta posição, portanto, de que temos uma crise e de que algo precisa ser feito, orientou as posições dos presentes no sentido de compreender a proposta da SME como um programa que pode contribuir para a superação desta Crise. Ou seja, fazer avançar o processo de ensino aprendizagem de todos os alunos, fazer com que a tão sonhada qualidade da educação, possa enfim, ser garantida e alcançada em todas as unidades escolares, em todos os níveis da Educação Básica.
    Várias críticas e sugestões foram levantadas, com vários apartes na busca de contribuir para um melhor debate. Encaminhamos como proposta a serem avaliadas pela SME os seguintes pontos:
    • Pouco tempo para a discussão da proposta e sua implementação: Uma das preocupações foi sobre o pouco tempo de discussão da proposta, uma vez que para o sucesso do programa é fundamental a participação de toda comunidade escolar- pais, alunos, funcionários, diretores, coordenadores, supervisores-, principalmente os professores, pois o resultado depende em última instância do profissional em sala de aula.
    • Formação dos Profissionais da Educação em função dos novos ciclos e do trabalho interdisciplinar entre generalista e especialista.
    • Construção de uma rede de proteção social para os alunos: Outra preocupação surgida no debate foi sobre a necessidade da construção de uma “rede” de proteção social para os alunos, envolvendo os setores da saúde, conselho tutelar, assistência social, entre outros, pois, em grande medida a escola sozinha não tem condições de resolver os problemas que acompanham as crianças e adolescentes e que tanto refletem no processo de ensino-aprendizagem.
    • Criação de um Cadastro Único Intersetorial: foi proposto o “Cadastro Único” Intersetorial como possibilidade de conhecimento e ação conjunta das diversas secretarias, assim como a utilização de tais dados para uma melhor intervenção da unidade escolar no seu entorno.
    • Formação: Que as formações possam ser interdisciplinares, principalmente entre professores do fundamental I e do fundamental II, já que na maioria das vezes o professor do fundamental II não tem as concepções de aprendizagem que o professor de fundamental I possui.
    • Que as formações possam ocorrer em horário de trabalho e com direito a certificação.
    Entendemos que a efetiva gestão democrática na educação, assim como, a construção de uma sociedade democrática plena passa pelo exercício constante do debate, da crítica, da autocrítica e da busca da construção do consenso, que em hipótese alguma é a sobreposição da maioria sobre a minoria, mas, a capacidade de encontrar as posições que melhor respondam aos problemas dos cidadãos.
    Esperamos em alguma medida poder contribuir para este debate tão importante pera a cidade de São Paulo.

    Responder

  147. José Valdene Tavares de Oliveira

    set 15, 2013  at 02:48

    Quanto ao currículo, acredito que, a escola que temos somente será um espaço de prazer no aprender, quando oferecer para seus educandos, algo mais, que seja interessante e significante, capaz de auto-fomentar e despertar para os conteúdos curriculares formais. De modo que, esse algo mais, são as várias linguagens das artes em espaços adequados com profissionais da área da cultura; são as várias modalidades esportivas trabalhadas por profissionais especialistas; são projetos de formação política com profissionais da filosofia, da sociologia, da história, estendendo-se aos profissionais das demais áreas. Buscando contemplar a pluralidade e as singularidades presentes no universo diverso dos educandos.

    Responder

  148. Samantha Moraes

    out 29, 2013  at 02:48

    Visando as propostas acima os professores especialistas estarão aptos a ministrarem as aulas no primeiro ciclo, por receberem formação pedagógica paralelamente à de suas respectivas disciplinas. Acredito no compartilhamento entre o Professor de Fundamental I e o de Fundamental II, o trabalho só seguira se a escola tiver uma boa coordenação pedagógica que oriente os professores no sentido da cooperação, e a cada professor o papel de compartilhar seu trabalho como uma equipe, lembrando que para esse trabalho acontecer o “Sistema” deverá investir na formação continuada para todos estes profissionais.

    Responder

Escreva seu comentário