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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
maiseduca

O programa Mais Educação São Paulo apresenta, entre as mudanças propostas, o fim do sistema de avaliação vigente substituindo-o pela nota de zero a dez. Pais e professores comentam essa possível alteração.

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Discussão - 17 comentários
  1. José Ivan Mayer de Aquino

    ago 21, 2013  at 14:24

    Muito bom! O processo de discussão tem que ser participativo. Parabéns à Prefeitura de São Paulo que está apontando um Norte na Consulta Pública em conteúdo e forma!

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  2. Alessandra

    ago 21, 2013  at 14:24

    A nota de zero a dez, a partir do 1º ano permite uma avaliação com mais exatidão, na vida escolar do aluno.

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    • Altair Duarte

      set 11, 2013  at 14:24

      É incrível como pensam em notas para o 1º ano. Um aluno nota dez será melhor que um aluno nota 9? Ao invés de se questionar o tipo de avaliação, a forma de avaliação, discute-se apenas as notas de zero a dez. Que alguém que lê este post e nunca tenha tirado uma nota insatisfatória, mesmo sabendo o conteúdo e sendo bom aluno, que se destaque, que jogue a primeira pedra. E com crianças de 6, 7 anos, que nem entendem ainda como funciona um processo de avaliação, portanto, as notas não lhe representarão nada, não servirão como um “feedback” de seu nível de aprendizado.

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  3. David Leandro Cavalcante

    ago 21, 2013  at 14:24

    Estou indignado com o que assisti. Um retrocesso! Apesar do tom professoral de algumas depoentes, todas manifestam insegurança no argumento de que o sistema de notas seja mais “justo”. É uma apresentação demasiadamente pobre, porque não discute o que é a avaliação, quais os seus critérios objetivos e subjetivos e qual seria melhor maneira de tornar quantificáveis e mensuráveis as dificuldades de aprendizagem dos alunos. O que se apresenta aqui é a defesa de um modelo caduco, meramente classificatório e seletivo. Ou, em outras palavras, tudo o que tentamos superar desde Piaget!

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  4. Flavio Pessoa

    ago 21, 2013  at 14:24

    É preciso formar polos de apoio à escola com psicólogo, assistente social, nutricionista, enfermeiro, oftalmologista, dentista, entre outros…professor, giz e lousa não resolvem o problema…a cada cinco escola, um polo…

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  5. José Joaquim soares do Nascimento

    ago 21, 2013  at 14:24

    Não, acredito no que estou ouvindo, independente de notas ou conceitos, avaliar envolve questões mais profundas:
    a) O que é avaliar? Qual é o objetivo da avaliação? Queremos saber o que o aluno já aprendeu?, O que ele ainda precisa saber? Para que serve a avaliação? Para classificar o aluno ou para servir como parâmetro para avaliar e rever o meu planejamento em relação ao conteúdo trabalhado em sala de aula? Qual é a estrutura familiar e social dos nossos alunos ? Como a escola e a sociedade está estruturada para lidar e resolver esses problemas? Assistencialismo colabora ou prejudica a escola no cumprimento dos seus verdadeiros objetivos?
    Uma escola de qualidade obrigatoriamente tem que passar pela valorização dos professores, da escola, ampliação da rede e atendimento às necessidades dos alunos e de todos os profissionais da educação.

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    • Helena Goldammer Lenz

      ago 23, 2013  at 14:24

      Como avaliar notas? Primeiro vamos refletir a finalidade de ter tantos professores substitutos, a proporção média é de 6 para cada 10 professores titulares, acredito que o motivo são as muitas faltas dos titulares que já adquiriram “direitos”, isto não é produtivo porque os substitutos são vistos pelos alunos, orientadores e mesmo pelos pais sem autoridade e sem competência (tipo estagiários) Apesar de muitas vezes mais qualificados e de didática mais moderna e produtiva.Quem vai fazer a avaliação das notas?

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  6. mariana

    ago 21, 2013  at 14:24

    Parabéns, pela mudança espero que na pratica funcione que os diretores e supervisores não pressionem os professores dar nota azul, para a escola receber bônus…

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  7. Débora Espada Catarino

    ago 22, 2013  at 14:24

    Na minha opinião a mudança de conceitos para nota não tem nenhuma significância no processo de avaliação. É mais prático? Talvez, classifica mais facilmente, mas é bom lembrar que classificar não é avaliar. Os pais compreenderão melhor? Com certeza, o sistema numérico é conhecido de todos, mas se a família fosse mais participativa compreenderia qualquer sistema de avaliação proposto. Não sinto falta da notas, sinto falta de conceitos intermediários entre o Ns, o S e o P, pois o satisfatório fica muito abrangente.

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  8. Jonny Nelson Teixeira

    ago 22, 2013  at 14:24

    Concordo com a Débora e com outros colegas antes dela quando se diz que avaliar é uma ação muito mais profunda do que se está pintando. O que é avaliar? Pergunto pois a nossa grade curricular é extremamente conteudista e trata muito pouco de desenvolver habilidades necessárias a determinadas competências. Os professores já sabem diferenciar uma da outra? Eles já deixaram .o preconceito em aprender sobre estes conceitos e melhorar assim sua prática pedagógica, mudando o paradigma atual da educação conteudista?
    Outro ponto é que devemos tomar muito cuidado ao expor o aluno a uma cultura de competição, que muitas vezes é boa, dependendo da estratégia de ensino-aprendizagem utilizada pelo professor, mas que em demasia acaba por excluir alguns alunos que não alcançam os objetivos básicos propostos. Isso pode ser evidenciado pelo sistema de notas, o qual sou a favor, mas com um cuidado mais específico ao atribuí-las. Lembremo-nos que nota não é a avaliação, mas é o espelho do que se avalia.

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  9. Gleig

    ago 24, 2013  at 14:24

    Que vídeo é esse? Onde estão os argumentos pedagógicos que expliquem exatamente o que é avaliar??? Onde as opiniões contrárias? Vergonhoso!!! Mas se a questão é deixar de colocar etiquetas nos alunos: S, Ns e P e passar a tratá-los como números, ensiná-los a se verem como números desde a mais tenra idade, acirrando competitividade por meio de uma pseudo avaliação que só serve para classificar e excluir, então retrocedamos para o sistema numérico… E continuemos com as salas abarrotadas, que não dão a mínima condição para o (a) professor(a) proceder a uma séria avaliação mediadora que de fato favoreceria o processo de ensino e aprendizagem.

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  10. Equipe do CEI Umarizal

    set 05, 2013  at 14:24

    Acreditamos sim que essa possível alteração é viável. Atualmente os alunos são aprovados para a próxima fase, muitas vezes, sem nada saber, isto é, dificuldades na leitura, na escrita, interpretação de textos e é empurrado através do sistema para o ano seguinte. Isto causa aos alunos evasão escolar, desinteresse, falta de respeito dentro das salas de aula pois sabem que não repetem de ano.
    Os alunos com interesse em aprender também são prejudicados e igualados a aqueles que não querem nada.
    Os pais, muitas vezes, também se acomodam com essa situação e acabam deixando tudo para que a escola resolva.
    O professor também fica desestimulado por conta desse sistema falho, porque não consegue dar continuidade ao seu projeto pedagógico.
    A nota de zero a dez é fundamental, pois se saberá com precisão se o aluno aprendeu ou não, ficando mais fácil e compreensível entender a avaliação.

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  11. Valquiria

    set 10, 2013  at 14:24

    Apesar da proposta de Jussara Hoffmam de abolir a reprovação, a avaliação formal, contar com a consciencia do cidadão e com a responsabilidade o desenvolvimento de sua educação, creio que a nossa população ainda não esta preparada para tal proposta assim sendo creio que o retorno da nota de zero a dez deixa mais claro para a população estuidantil e seus pais o “conhecimento formal” adquirido ao longo de detriminado período.

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  12. Hélio José Priolli dos Santos

    set 12, 2013  at 14:24

    Concordo plenamente com a Equipe do CEU que postou este comentário. Como educadores temos que ser reflexivos sempre e fazer a autocrítica do nosso trabalho e do sistema como um todo. Bem lembrado Jussara Hoffmann, que em seus diversos livros sobre avaliação jamais falou em abolí-la, pelo contrário o avanço deve acontecer nos modelos metodológicos de se avaliar e como está em um dos tópicos de seu livro Avaliar: respeitar primeiro ensinar depois… creio que seja este o título a Avaliação deve ser sempre para promover o educando e jamais puní-lo. Os modelos de avaliação continua, paralela já contemplam em si este aspecto. A mesma coisa deve ocorrer com a dependência, que o aluno deverá fazer sim na certeza de sua aprovação, caso contrário não há o menor sentido em avaliarmos.

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  13. Ana Maria Vegas Frade

    set 13, 2013  at 14:24

    Acho excelente a proposta de avaliarmos por notas de zero a dez. Primeiro porque um aluno ao qual se dá um “S” sofrido (nota 4,5 ou 5) é bem diferente de um “S” (nota 6,5 ou 7). Acredito que os alunos e pais têm o direito de saber suas reais condições, dentro do processo. E a nota é um instrumento medidor, que dá estímulo e motivação para o aluno se esforçar sempre mais, aproveitar melhor as aulas, as recuperações paralelas, registrar matéria, fazer lição de casa, se aprofundar nas pesquisas, ler mais, bem como para o professor quantificar com mais clareza os saberes de seus alunos. É claro que a reflexão faz parte de nosso cotidiano, não só no momento da avaliação de aprendizagem, como nos nossos planejamentos, planos de aula e aula propriamente dita. Esse negócio de “coitadinha da criança”… Começa que não é coitadinha, quem ensina não deve sentir pena, deve sentir prazer em dar condições e se prontificar a ajudar. E mais, dizer que “punimos” a criança ao dar-lhe uma nota baixa ou não a aprovarmos, eu discordo, porque temos que prepará-la para a vida, que muitas vezes frustra nossas expectativas em vestibulinhos, vestibulares, concursos, disputas de empregos, etc, etc. A educação tem que ser mais objetiva, focando preparar o indivíduo para melhorar suas condições de vida.
    Só assim vai reconquistar a valorização perdida.

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  14. E

    set 13, 2013  at 14:24

    Pais da EMEF Paulo Prado
    Os pais, após a apresentação da proposta, consideraram que o sistema de notas situa a família melhor acerca da aprendizagem do aluno

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  15. Emei A

    set 13, 2013  at 14:24

    EMEI AMACIO MAZZAROPI

    Parceria escola-família cada vez mais se faz necessário uma relação de parceria da escola com a família, no entanto, quando o governo afirma que enviará o boletim bimestral das avaliações para residência, compreendemos que distancia esta parceria, uma vez que cria uma relçao de comodismo. Cada vez menos os pais comparecem à escola, participam da vida escolar de seus (as) filhos (as) e o envio do boletim não garante essa parceria , muito pelo contrário, afasta a família da escola uma vez que do próprio lar os pais poderão “controlar” as notas dos seus filhos. Avaliação é mais do que nota, e o boletim não conta as especificidades de cada aluno que precisam num contato direto com a escola ser partilhadas com a família.

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