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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
tecnologia

 

Professores destacam os uso de informática nas aulas da Rede Municipal de Ensino e ressaltam a importância da aplicação de novas tecnologias na educação, dentro e fora da sala de aula.

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Discussão - 16 comentários
  1. Vania Eleuza Pellegrini

    ago 29, 2013  at 13:59

    desde o advento da Internet que devemos mudar o método de ensino nas escolas. Acho muito importante haver aulas, cursos, utilização da tecnologia da informática.

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  2. Cibele Racy

    ago 29, 2013  at 13:59

    - um computador para cada dois alunos da Educação Infantil, considerando o número de 35 crianças por grupo/classe.
    - que sejam solucionados os problemas de conexão de forma ágil e eficaz.

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  3. Luciana S. Medeiros

    ago 29, 2013  at 13:59

    Tá, legal, ok! Mas apenas professores de 01 escola municipal? Vamos pegar “uma escola modelo”! “vamos fazer parecer o que quisermos!” Quero ver isso aplicado nas escolas que conheço, quero ver acontecer! A Prefeitura de São Paulo quer o que exatamente com isso? Os professores dando aula com data show? Ou os alunos sabendo formatar um documento no word, elaborando planilhas e gráficos? Até onde eu saiba tecnologia não é um data show em sala de aula, muito menos ensinar meu filho a mexer em paint… Quero vê-lo fazendo apresentações em power point, planilhas, gráficos, documentos bem redigidos e formatados em word, talvez um curso de web ou photo-shop! Coisas que alguns professores talvez nem saibam redigir um texto e formatá-lo em word quanto mais ensinar as crianças a dominar tecnologia. E vamos combinar que o que foi apresentado nesse vídeo não é tecnologia!!! Tecnologia não é apenas um PC ou uma aula com data show! Vai muito além!!! Ao invés de simplesmente jogar computadores em um laboratório de informática em uma escola pública deveríamos pensar na formação dos nossos professores que atualmente chamam mães para escola como se elas nada tivessem a fazer da vida para dizer que seu filho ainda não está alfabetizado sendo que este é um dever do professor e da escola alfabetizar, pai e mãe educam e incentivam, não alfabetizam crianças!!! Sendo assim, se a criança não for alfabetizada corretamente, como vai mexer em: word, excel, access, power point ou qualquer outro programa? Pensar no fundamental!!! Prefeitura, estamos precisando do fundamental que está uma droga, um lixo! Primeiro os fundamentos, uma base sólida para depois o despertar tecnológico! Embora o despertar tecnológico para a maioria seja automático e o aprender a ler, escrever, somar, multiplicar e dividir sejam muito mais demorados. Então vamos ensinar o que é mais fácil ou o que nos dá mais trabalho? A ideia passada nesse vídeo é: pesquisas na internet? É isso mesmo? Isso pode deixar, eu mesma ensino meu filho a pesquisar no google! Aliás, isso ele já sabe!!! Tecnologia vai muito além e se nossos professores não estão conseguindo alfabetizar as crianças como vão ensinar tecnologia? Sem mais comentários. O.B.S.: Sou a favor do uso da tecnologia se bem aplicada, mas sou primariamente a favor da alfabetização correta das crianças!

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    • No

      ago 29, 2013  at 13:59

      Luciana, quem foi que disse pra vc que ensinar o aluno usar excel, word, fotoshop, etc é saber usar a tecnologia na sala de aula. A tecnologia ( e isso não se limita apenas a computador, não) é só mais um instrumento para fazer o aluno aprender ler, escrever, calcular e etc, etc, etc…
      E mais, é DEVER da escola alfabetizar sim! Mas tb é DEVER da família acompanhar a vida escolar da criança e comparecer na escola sempre que for chamada. Não há nada mais importante do mundo para uma mãe fazer do que cuidar da educação e do bem estar dos filhos, Primeiro isso, depois o resto.

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      • Luciana S. Medeiros

        ago 29, 2013  at 13:59

        1º Meu nome está aí, não preciso ser listada como “No”. Logo, não preciso me esconder por trás de um Nick qualquer.

        2º Quando citei word, excel e outros recursos me referi ao fato de no vídeo falarem apenas da tecnologia como pesquisa e data show.

        …Tecnologia não é apenas um PC ou uma aula com data show! Vai muito além!!!….

        Agora pergunto, qual parte deste pequeno trecho que escrevi você não entendeu para repetir? Logo, concordamos que a tecnologia não se limita a isso e que vai muito além.

        3º Uma mãe ser chamada na escola para acompanhar o desenvolvimento na escola é uma coisa, como mãe irei sempre que precisar, outra coisa é ser chamada para ouvir que a criança ainda não foi alfabetizada com uma conotação de responsabilidade total para a família e isenção da escola e professor. Asseguro que em casa não falta apoio, incentivo e tudo que precisa que é o meu dever. Exatamente por estar interessada, comprometida e ser um prazer inenarrável cuidar do bem estar e da educação do meu filho que comento neste espaço. Afinal, não há nada mais importante que a educação da minha criança e de tantas outras que precisam ser devidamente assistidas e cuidadas não só dentro de casa, mas também no ambiente escolar. Repito: Pai e mãe educam, incentivam o aprendizado e colaboram com o dever de casa. Se fosse para os pais ensinarem tudo a criança não iria para a escola.

        4º Voltando a questão da tecnologia:

        O papel da escola é fundamental para formar seres pensantes e críticos. Vivemos num mundo em que a tecnologia coloca todo e qualquer conteúdo disponível.

        Essas crianças conseguirão julgar o que é válido ou coerente? Como serão capazes de não simplesmente copiar o que encontram, mas de criar coisas novas a partir do que aprenderam?

        A professora do vídeo citou o que? Redes sociais!!! risos (Não é uma crítica! Só estou chamando a atenção para o fato de termos um vídeo editado, com apenas uma escola que a prefeitura me coloca professores falando de tecnologia onde a tecnologia que eles citam se resume em: redes sociais, laboratório de informática com alguns computadores, data show, retroprojetor!) O.B.S.: Tem uma professora que fala de pesquisa.

        Vou repetir: Tecnologia não é só isso!!!

        Os professores estão aptos a esclarecer e orientar neste sentido? (Não generalizando, mas sabemos que existem profissionais despreparados).

        Chamo a atenção para o fato das crianças não estarem devidamente alfabetizadas e termos outras questões muito mais importantes e FUNDAMENTAIS para discutir do que o uso de data show em sala de aula e logo de inicio nesta página a prefeitura coloca esse vídeo, que em minha opinião serve para ludibriar os olhos de quem vê. Afinal, existem problemas sérios existentes nas escolas, EMEI, EMEF e CEI muito piores que falta de tecnologia. Falo de falta de estrutura, de corpo docente, material didático e até os uniformes escolares que tanto se falou um tempo atrás.

        Infelizmente, temos na periferia de São Paulo, professor dizendo “MENAS” em sala de aula.

        Gente, tecnologia é importante, é legal, mas a prefeitura coloca como priori sendo que a priori é o ensino das crianças. Quer inovar com tecnologia, mas nem o básico está oferecendo direito para as crianças.

        Acorda cidadão!!!

        Sou a favor de melhorar as instalações existentes, programa de ajuda aos profissionais, acompanhamento dos planos de aula, material didático de qualidade, o tal psicopedagogo nas escolas conforme a lei que o Sr. Fernando Haddad sancionou em 25/04/2013.

        Caso, você que comentou meu comentário seja um(a) professor(a) me desculpe pela sinceridade, não sei se é o seu caso mas, infelizmente existem, professores despreparados e muitos outros problemas que a prefeitura deveria atentar antes de fazer um vídeo deste.

        Apenas para frisar, sou uma mãe preocupada com o ensino que meu filho e outras crianças recebem, além de achar que é de responsabilidade do governo fiscalizar e dar condições dignas ao corpo docente, se não fosse assim, não teria motivos para realizar comentários neste espaço.

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        • Michelle

          set 14, 2013  at 13:59

          Nossa, como você é grosseira e está por fora do que é uso de tecnologia na escola (e fora dela… ) e ainda tá se achando a mãe perfeita do pedaço… procure um psicólogo, vc está precisando resolver alguns problemas…

          O dia que “pesquisar” se resumir ao digitar uma palavra no google, como você disse, “Isso pode deixar, eu mesma ensino meu filho a pesquisar no google!” ou então quando usar tecnologias na escola com crianças em fase de alfabetização for ensino de informática instrumental como quando você diz “Quero vê-lo fazendo apresentações em power point, planilhas, gráficos, documentos bem redigidos e formatados em word, talvez um curso de web ou photo-shop!”, então… o mundo estará perdido…

          Só faltou você dizer que quer que os professores ensinem uma profissão, no ensino fundamental…

          Para você primeiro é preciso aprender a escrever para depois ler… Não!!!! Lê, escreve, experimenta, tenta, aprende, erra, tudo ao mesmo tempo…

          Lastimável sua postura!!!!

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      • michelle santos da cruz

        set 03, 2013  at 13:59

        eu concordo que tem que ter mais tecnologia nas escolas, e que os pais tem sim que saber o que os filhos estão aprendendo,eu ensino muita coisas boa pra minha filha ela tem 4 anos mexe muito na internet mas em coisas pra idade dela ela aprendeu ler e esta aprendendo escrever e ser mais atenciosa brincando na net hoje tem muitos jogos educativos e eu acho que outras crianças tem que ter acesso a isso e sou tbm a favor do fim da aprovação automática pois tem muitos jovens que nem sabe ler e escrever

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  4. Marco Silami

    ago 29, 2013  at 13:59

    Saudades do MAXIMÃO!!!

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  5. Remy Soares dos Santos

    ago 29, 2013  at 13:59

    Sou professor da Rede Municipal e sinto muita falta em ter acesso ao laboratório de informática com os meus alunos, para realizar pesquisas diversas utilizando a internet, passando para Word e propondo atividades diversificadas a partir da utilização de tais ferramentas. O laboratório de informática e a sala de leitura de deixar de serem “feudos” impenetráveis na escola municipal pública. Por todas as escolas pelas quais passei tais ambientes parecem que tem “donos”, tamanha a dificuldade de se realizar qualquer trabalho neles, com os alunos, claro. A hora é agora para se mudar essa triste realidade.

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  6. Roberto Sena

    ago 30, 2013  at 13:59

    A Educação de São Paulo não pode continuar pegando rabeira da tecnologia.

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  7. Claudiane

    ago 30, 2013  at 13:59

    Concordo com os que dizem que tecnologias vão além do uso de programas. Implantar as tecnologias é usar estes programas como meios para que o aprendizado do aluno seja contemporâneo e facilitado, tendo em vista o constante bombardeio destes inúmeros aparelhos e o acesso fácil e irrestrito que os alunos têm a eles. Eu, enquanto Professora Orientadora de Informaática Educativa, falo pela realidade em que estou inserida. Em alguns aspectos, sei que pode coincidir com algumas escolas e em outros, nos diferenciamos. O fato é que, desde a mudança de governo, todo o quadro de profissionais que nos orientavam foi afastado e, na minha DRE, NINGUÉM foi colocado no lugar. Ou seja, estamos sem qualquer formação ou orientação para trabalhar com os alunos. Devido meu interesse, compromisso e esforço em tentar criar situações de aprendizagem atraentes e significativas, busco por conta própria estudar os programas disponíveis nas máquinas e criar projetos e aulas que sejam adequadas. Mesmo não tendo muito tempo para tal (horários de pesquisa e HAs não dão conta!). E aí, cabe dizer que, simplesmente ensinar o aluno a manusear ferramentas sem um propósito não é ideal. Simplesmente mostrar a ele os programas ou ensinar tecnicidades sobre os mesmos não o ajudará a entender em quais momentos, como ou de que forma ele poderá usar o dado programa. Isso se é que alguns programas são tão úteis assim em algumas profissões. Uma das dificuldades recai sobe a velocidade da internet. E, mesmo que não seja necessário estar conectado, não temos liberdade para instalar qualquer programa nas máquinas. Até mesmo se viessem técnicos para mexer nas mesmas, não me oporia, afinal, minha formação é pedagógica e não técnica. O porém é que não temos esta liberdade. Outro fator que dificulta o trabalho é a frequência: temos apenas uma aula na semana, de 45 minutos, tempo insuficiente para que uma atividade renda o esperado ou para que o aluno envolva-se na proposta e tente realizá-la. Até que os protocolos sejam cumpridos (chamada, colocar a turma em ordem, etc), já se foi metade da aula. Até que expliquemos o programa, a proposta, debatamos e os orientemos, a aula acabou. O tempo necessário para que ele execute a tarefa, tenha dúvidas e nós consigamos atendê-los fica para a próxima aula. Aí o aluno falta, por qualquer que seja o motivo, e nós temos que retomar tudo de novo para os que faltaram na aula anterior. Nunca avançamos. Falta continuidade. É uma dinâmica extremamente complicada. Isso sem falar que somos obrigados a organizá-los em duplas por máquina. Ou seja, às vezes, um aluno que domine mais o uso do computador, acaba ofuscando um que tenha mais dificuldade e não conseguimos notar com tanta frequência estes fatos. Ao mesmo tempo que é bom eles aprenderem a trabalhar em grupos, este aspecto fica prejudicado. O ideal seria uma máquina para cada aluno e num espaço adequado, numa sala ampla e dispostos em círculo, por exemplo, para que o professor pudesse se locomover facilmente e atendê-los rapidamente. Outro empecilho está no fato de muitos alunos terem acesso fácil e ilimitado à celulares, notebooks, tablets e afins e dominarem seu uso com mais destreza do que os próprios professores. Ou seja, usar estas ferramentas não é tão atrativo quando se tenta orientar uma atividade para algo “produtivo”, que lhes confira significado. Maioria das vezes, estes alunos usam estes materiais para jogos e redes sociais em que ficam bisbilhotando a vida dos colegas, olhando produtos que lhes dê glamour como tênis, calças e outros ítens sempre de marcas famosas e caras (estímulo ao consumismo). Aí, orientar a qualidade de uma pesquisa (que é sim função da escola) torna-se um martírio; afinal, a única coisa que eles gostam de ver são imagens. E, então, vale ressaltar que o interesse em aprender a usar programas ou realizar atividades adequadas a uma escola e com fins educativos, este será proveniente da educação familiar, dos valores ressaltados em casa e do incentivo em estar naquele ambiente para outra finalidade que não o divertimento e o lazer. Só para constar: os laboratórios de informática e sala de leitura das escolas são dos alunos, eles apenas precisam aprender a cuidar do que é destinado a eles; pois se não o fizerem, os próprios ficarão sem estes espaços ou com espaços deteriorados. Outra coisa, há muita resistência de grande parte dos professores em conhecer o funcionamento da salas ambiente disponíveis na escola; e aí, perdoe-me o desabafo, mas não cabe no horários dos professores de informática e leitura divulgar ou ficar tentando coletar os colegas para que usem estas ferramentas com os alunos. O professor precisa se interessar e tantar, pedir ajuda e daí construirmos e aplicarmos um projeto em conjunto. O processo de ensino-aprendizagem pode (e deve) ser sim moderno, contemporâneo, atrativo e diferente; mas isso se o educando estiver preparado para tal e souber se portar e apresentar comportamentos necessários para que isto ocorra. Trata-se de uma via de mão dupla. Não adianta só o professor se preparar, se dedicar e tentar se o aluno não vem com sua vontade de aprender e de mudar seus pensamentos, de ser criativo e usar seu potencial para mudar sua condição atual. Trata-se de querer ser autônomo. Não adianta falar em autonomia para o aluno se este não tiver maturidade para sê-lo. Não adianta dar liberdade a alguém que não conhece limites ou que não respeita o espaço do outro. Há MUITO o que mudar antes destas pseudo-propostas de falsas mudanças.

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  8. Helena Goldammer Lenz

    set 01, 2013  at 13:59

    1º respeito e disciplina em sala de aula, 2º alfabetizar corretamente, a tecnologia pode ajudar se bem dirigida, mas não pode ser prioridade, precisamos conseguir primeiro as duas etapas anteriores

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  9. Ana Paula

    set 05, 2013  at 13:59

    Bom sou professora da rede, e por algum tempo tive a possibilidade de ser POIE (Professora Orientadora de Informática Educativa), sempre optei por trabalhar na educação infantil (Emei) e a portaria hoje, não possibilidade ter o laboratório ativo, já que tenho que atuar em duas escolas (EMEIs) , esse fato impossibilita acompanhar o PEA da unidade e assim ter a tecnologia como estratégia.

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  10. Não esquecer jamais de garantir acessibilidade dos alunos com deficiência visual desde as tecnologias mais avançadas (como os softwares e equipamentos de leitura ampliada e em áudio) até as mais simples (como escrita impressa em tinta em tipos ampliados, braille e toda forma de adaptação do material didático)

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  11. CEI Jardim São Jorge Arpoador

    set 14, 2013  at 13:59

    Acreditamos que garantir o acesso às tecnologias aos alunos, bem como o acesso às tecnologias assistivas aos alunos sejam de grande importância ao desenvolvimento de todos.

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