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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
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As avaliações do sistema de ensino (Prova São Paulo, Prova da Cidade, Prova Brasil, Provinha Brasil) são fundamentais para garantir o direito à aprendizagem. Porém, as diferentes avaliações não têm origem nas atuais estruturas curriculares e seus dados estão sendo pouco aproveitados para a melhoria da aprendizagem.

Será desenvolvido sistema de avaliação da qualidade da Educação Infantil com base nos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil do MEC aliado àqueles processos já praticados pela SME. Para o Ensino Fundamental e Médio, será dada continuidade ao sistema de avaliação nacional (IDEB), agregando seus resultados ao Prêmio de Desenvolvimento Educacional. Será desenvolvido novo sistema de avaliação para a Educação de Jovens e Adultos – EJA.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte o documento completo.

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Discussão - 116 comentários
  1. Marcelo

    ago 15, 2013  at 02:58

    Não sou da área da educação, mas gostaria de saber o seguinte: as pessoas irão aprender a ler e a escrever?
    Pois o que mais vejo são crianças e adolescentes que não sabem interpretar o que leem e muito menos escrever! Eu mesmo tenho um sobrinho com quase 15 anos que escreve pessimamente e continua a passar de ano!
    Em minha opinião ele é praticamente um analfabeto funcional… como pode isso??

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:58

      As propostas da avaliação externa e do fim da aprovação automática visam aumentar a cobrança por rendimento da aprendizagem. Sem a avaliação externa, os professores costumam ser considerados “muito exigentes” quando avaliam com rigor, de modo que o sistema pressiona os professores a “nivelarem por baixo”, cobrando pouco dos alunos. A avaliação externa visa minimizar esse problema, servindo como uma referência mais precisa para a aprendizagem. Isso pode ser importante para reduzir a taxa de analfabetismo funcional, que você mencionou e, de fato, está bastante elevada.

      Porém, precisamos tomar cuidado para que essas avaliações externas estabeleçam metas absolutas, evitando o erro da “normalização” dos resultados. O atual sistema de TRI (teoria de resposta ao item), apesar de funcionar muito bem (apesar de eu ter algumas ressalvas) para avaliações classificatórias (aquelas que são usadas para preencher um determinado número de vagas) apresenta um grave defeito na aferição da qualidade do ensino: o TRI classifica como “difícil” uma questão que muitos alunos erraram. Dessa forma, se o nível geral do ensino for baixo – o que de fato acontece – os resultados das provas se acomodarão a esse nível. Ou seja, alunos com sérias deficiências de ensino apresentarão notas boas, pelo fato da maioria também apresentar as mesmas deficiências.

      Responder

    • Tatiane Matavelli

      ago 20, 2013  at 02:58

      Voccê tem razão muitos adolescentes são analfabetos funcionais. Como professora digo que os direitos dos alunos são tantos que o professor fica de mãos atadas e eles são privados de serem orientados e corrigidos no momento certo da vida escolar. Não se preocupam porque sabem que só poderam reprovar no ultimo ano. Imagino que alguma mudança positiva haverá com esta reforma.

      Responder

  2. Renata

    ago 15, 2013  at 02:58

    A proposta é excelente e, o mesmo deve ser aplicado ao Estado, pois os alunos hoje saem da escola analfabetos. Na minha opinião e creio que na de muitos deve ser alterado também o Estatuto dos Adolescente, pois hoje em dia a educação é zero em todos os sentidos, além de saírem da escola analfabetos, saem também sem respeito. Os pais devem fazer sua parte como dizem “educação vem de casa” mas o Estatuto tira todo o respeito, dos pais, dos professores, de quaisquer autoridades sobre as crianças e devido a tudo isso e mais…tantas outras coisas, nosso País está como está. Melhorando na educação já é um começo…

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  3. josé Donizetti Vieira de Morais

    ago 15, 2013  at 02:58

    * Criar um sistema avaliativo para as crianças que adentram ao ensino fundamental ou à escola (nos casos de transferência). É comum reclamações de pais e crianças que estando atrasada não conseguem caminhar junto com o grupo e adiantadas (passaram por alfabetização nas EMEIs CEIs ou pelos pais) ficam desestimuladas por reverem o que já sabem ou acham que sabem. Assim cada criança faria parte de grupos similares na aprendizagem e devem ser incentivados a avançar cada vez mais.
    * Um sistema avaliativo que facilite a criança a ultrapassar os limites impostos: Sair do 1º ano para o 2º ano não deveria demorar um ano, mas prever ciclos que a criança ultrapasse de acordo com a sua natureza pedagógica (similares aos jogos que elas adoram na internet e em outras brincadeiras. Assim teríamos ciclos, níveis a serem alcançados de acordo com a natureza pedagógica individual e da comunidade.

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  4. josé Donizetti Vieira de Morais

    ago 15, 2013  at 02:58

    Na EJA a proposta de inserir ensino tecnico profissionalizante é perfeita, mas a terceirização do ensino conveniando o sistema Sesi/ Senai / Senac poderia ser substituida pelo desenvolvimento de um sistema tecnico profissionalizante com a cara de São Paulo superando a tentativa militarizante do sistema 3 S que forma mão de obra para o sistema capitalista.

    Responder

  5. Roussel De Carvalho

    ago 15, 2013  at 02:58

    Atualmente nao ha fortes evidencias de que avaliacoes externas padronizadas bimestrais ajudam na melhoria do aprendizado. No entanto, avaliacoes externas sao extemamente importante para o controle/avaliacao de um “curriculo minimo”. Uma prova bimestral sem uniformidade curricular nao ira avaliar o que se deseja.

    Acredito que a avaliacao bumestral formativa dos alunos por professores seria muito mais efetiva, com provas padronizadas, externas no final de cada ano (ou outro periodo maior que bimestral)

    O acomapanhamento bimestral com reunioes com os pais e alunos eh essencial para o acompanhamento do aprendizado do aluno e para aproximar os pais das escolas.

    Uma outra sugestao, seria a utilizacao de “professores tutores”. Cada professor seria responsavel por um grupo de 15-20 alunos nos primeiros 20-30 minutos de cada dia. Neste period este professor desenvolve atividades de acompanhamento escolar, conversando com os alunos, desenvolvendo atividades voltadas ao desenvolvimento pessoal de cada aluno. Este professor teria mais contato com a familia dos alunos, suas notas, problemas de comportamento, etc,. Um sistema onde exista uma articulacao maior entre escola-comunidade. (ver modelo ingles para este sistema de prof. tutores)

    A avaliacao externa multipla pode causar estresse a alunos, pais e professores, e portanto muito cuidado deve ser tomado na formulacao de politicas educacionais

    O acompanhamento regular por uma outra equipe especilizada na escola (para ajudar alunos com dificuldades de aprenizado) seria muito mais eficiente do que colocar o aluno em recuperacao. A reprovacao nao ajuda ninguem, nem o aluno, nem a escola, nem o professor. Deve existir uma estrutura de inclusao escolar onde alunos com dificuldades atendam aula no contraturno para ter um acompanhamento mais proximo ( ao inves de simplesmente “revisar” a materia). Este acompanhamento seria feito por especialistas/pedagogos especializados em dificuldades de aprendizado.

    Ha varias razoes pela qual alunos nao aprendem da maneira “esperada”. Isto deve ser identificado corretamente ao inves de simplesmente dizer que o “aluno nao quer nada com nada”. A grande maioria das vezes o aluno necessita de um acompanhamento diferenciado para ganhar confianca e desenvolver outras habilidades.

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:58

      Sobre o seguinte trecho que você escreveu – “A avaliacao externa multipla pode causar estresse a alunos, pais e professores, e portanto muito cuidado deve ser tomado na formulacao de politicas educacionais ” – creio que o estresse é uma situação inevitável em um ensino onde há cobrança a todos aqueles que compõem o processo: alunos, pais e professores. Claro que precisamos de temperança. Mas certamente o nível de pressão exercida especialmente sobre os alunos, hoje em dia, é muito baixa e não condiz com a realidade do mercado de trabalho.

      Responder

  6. PAULA

    ago 15, 2013  at 02:58

    Concordo plenamente!!! As avaliações devem ser coerentes com a estrutura curricular e mais aproveitadas,os professores deveriam ter mais acesso para trabalhar na aprendizagem dos alunos de forma coerente com cada caso.

    Responder

  7. Marlene Rodrigues Nepomuceno oliveira

    ago 15, 2013  at 02:58

    Eu estou totalmente de acordo,tem que mudar mesmo porque tem muita criança passando de ano sem saber escrever o próprio nome.

    Responder

  8. Rosineide Alves Taveira Ciucci da Silva

    ago 15, 2013  at 02:58

    Achei muito válida a proposta, mas gostaria de acrescentar uma ideia: a de proporcionar um bônus em dinheiro aos melhores alunos ( os que se destacarem em notas, projetos, olimpíadas de português, matemática etc) ou que o projeto “bolsa família”, o qual foi criado para que as crianças se dedicassem mais à escola e não fossem exploradas no contexto do trabalho infantil, pudesse ser “melhorado” de acordo com o desempenho escolar do aluno e não somente pela presença deste na escola, como acontece hoje. Basta o aluno ir à escola e responder a presença, que ele será beneficiado. Se houvesse este acréscimo no valor, devido ao desempenho escolar, acredito que a nossa educação teria um avanço considerável e o aluno iria valorizar mais os estudos. Vale lembrar que na graduação e pós graduação, os melhores projetos são contemplados com bolsas do CNPQ, FAPESP e até viagens ( como acontece na bolsa sanduíche). Por que não criar a mesma cultura ao nossos alunos do ensino básico? Será que se isto fosse possível, não teríamos um maior interesse pelos estudos? A escola estaria fazendo uma grande diferença na vida de nossos alunos. Gostaria de acrescentar que sou professora das redes municipal e estadual de SP com 22 anos na carreira.

    Responder

    • Maria Lucia

      ago 19, 2013  at 02:58

      Não entendi! Dar bônus em pecúnia para os melhores alunos? Isso vai contra a Constituição Federal (CF), Leis de Diretrizes e Bases LDB), Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), diz que o aluno tem que frequentar a escola, os responsáveis e a escola devem zelar pela sua frequência. O aluno não faz mais que sua obrigação ESTUDAR, tirar nota nas provas/avaliações, ser assíduo e isso não envolve nenhum beneficio. É como se o patrão dissesse para o funcionário que se ele for trabalhar irá ganhar um bônus por ir trabalhar. Mas o funcionário já ganha para ir trabalhar, ou estou errada? Que sociedade é essa??????

      Responder

      • Rogério Fajardo

        ago 22, 2013  at 02:58

        A colega propôs que se premiasse os MELHORES alunos, não aqueles que simplesmente alcançaram o mínimo esperado deles. Isso é feito, sim, em muitas empresas: quem se destaca na sua função pode receber uma bonificação.
        ç

        Responder

    • Aparecida Lanaro

      ago 22, 2013  at 02:58

      Professora, seu comentário foi infeliz e nada tem a ver com Educação.

      Responder

      • Rita

        ago 22, 2013  at 02:58

        “sejam bem vindo à Matrix”, pois o mundo real busca premiar os “melhores”. E a “educação” é um mundo paralelo

        Responder

    • REGINA CELESTINO DOS SANTOS

      ago 22, 2013  at 02:58

      Não concordo com mais um prêmio ao aluno que faz aquilo que tem que fazer na escola, estudar, o prêmio a ele é o futuro garantido com um bom emprego, um cidadão de bem formado por uma escola de qualidade com profissionais competentes e capacitados, numa escola estruturada para os fins a que se propõe.

      Responder

    • Míriam

      set 05, 2013  at 02:58

      As múltiplas avaliações aplicadas no decorrer deste período mostrou que a educação municipal vai mal, não gerou grandes mudanças ou benefícios nos resultados esperados. Precisamos pensar no por que, será que estas avaliações estão de acordo com o currículo escolar real, sua formatação é adequada a clientela atendida? Já é hora de se pensar nas diferenças, ou seja, na necessidade de se estabelecer provas diferenciadas para alunos com necessidades educacionais especiais. Não podemos esquecer que o modo de avaliação para estes devem ser apropriados.
      De posse dos dados gerados por estes vários instrumentos é necessário criar politicas públicas para sanar o problema, estas não devem ser utilizada apenas como um ranking para apontar sucessos e fracassos. Necessitamos investimentos na formação dos profissionais de educação, em materiais pedagógicos que possam enriquecer as aulas, criação de espaços pedagógicos e educativos e também chamar a esta responsabilidade as famílias.
      A avaliação formativa visa apontar avanços das crianças e reorientar o trabalho pedagógico, então devemos utilizar estes instrumentos em nosso beneficio.

      Responder

  9. claudio maroja

    ago 15, 2013  at 02:58

    O Ideb não é um sistema de avaliação, é um índice educacional que relaciona o fluxo escolar com a proficiencia alcançada na Prova Brasil. O sistema de avaliação nacional é o SAEB. O problema está no intervalo da avaliação e principalmente na demora dos resultados, que são liberados praticamente no final do semestre ou no inicio do segundo semestre do ano posterior à aplicação, portanto é um retrato antigo. Conhecendo que as intervenções na rede pública são morosas, estas informações do SAEB só serão trabalhadas praticamente dois anos após a última aplicação, que irá coincidir com o ano da nova aplicação.
    Com a nova reorganização dos ciclos, o SAEB só irá avaliar o 5 e o 9 ano, isso não seria adequado, pois teremos um buraco no processo de avaliação externa. A Prova São Paulo, avaliava todos os anos de escolarização, a partir do terceiro ano do EFI e foi abandonada com a alegação, inclusive reforçada no texto desse item, que não conversava com o currículo, infelizmente a SME desconsiderou os estudos que provavam que a Matriz de Avaliação da Prova São Paulo tinha um índice de correlação muito forte com a Matriz do SAEB, sendo muito superior no detalhamento dos descritores em relação aos do SAEB.
    Outro ponto importante é que este ano começará a ser avaliado no SAEB, CH e CN, no caso de Ciências Naturais, a Prova São paulo já tinha realizado duas avaliações, com resultados muito bons, e completamente descartados pela atual administração.
    Sugiro que a SME realize uma avaliação externa da rede nos anos intercalados da Prova Brasil, com um nível de detalhamento muito superior, tal como ser censitária para todos os anos, afim de obter um diagnóstico adequado da rede. Além do mais, o SAEB não entrega a proficiência individual dos alunos.

    Responder

    • Terezinha Daniel

      ago 22, 2013  at 02:58

      Plenamente de acordo com você Maroja! Precisamos avaliar todo o processo, e por meio dos resultados obtidos ajudar nossos alunos a superarem suas dificuldades. Boletim não é novidade, pois ele nunca deixou de existir tal como avaliações. Avançamos ainda que lentamente, porém mapeamos nossos alunos individualmente e sabemos onde devemos intervir para que ele tenha sucesso na aprendizagem.

      Responder

  10. Andrea Cunha Kron

    ago 15, 2013  at 02:58

    Hoje minha filha mais velha estuda no 5º ano de uma escola do estado e vejo constantes reclamações dos professores que: “São tantas as avaliações, são tantas coisas extras para se apresentar e avaliar, que a matéria do currículo esta quase impossível de se dar!”. Minha preocupação é criar avaliações e não se preocupar que no meio de tudo isto, o professor tem um conteúdo para trabalhar… Acho que uma avaliação final, por nota numérica do aprendizado do aluno, se bem aplicado, é um ótimo índice, porem, o professor também tem que entender que quando o método não esta adequado, outras formas de apresentação de um tema deve ser executado, e não apenas repetir aquilo que já foi dito e não entendido!

    Responder

  11. Arnaldo Silva

    ago 15, 2013  at 02:58

    Fim dos professores de módulos.
    Precisamos de um modelo q contratação igual do Estado, onde ganha-se por aulas dadas. Pq uns trabalhão de mais, outros menos ( módulos) e ganham igual.

    Responder

    • Maria Aparecida

      ago 17, 2013  at 02:58

      Me desculpe mas, o sistema existente no Estado é o mais falido de todos! A existência dos professores “módulo” garante a qualidade nas substituições de aula e possibilita o desenvolvimento de projetos. No sistema existente nos Estado um professor pode ficar o período inteiro na escola e não receber um único centavo, se não tiver aulas a substituir. Quem vai se submeter a isso?

      Responder

    • Tania

      ago 29, 2013  at 02:58

      Não concordo, todos são professores iguais e devem ganhar o mesmo. Pode-se criar alternativas para quando o professor de módulo estiver sem aula ficar na sala com o professor regente.

      Responder

  12. Alessandro de Abreu

    ago 15, 2013  at 02:58

    Só temos que tomar cuidado com a mensuração em notas, o rigor da matemática pode criar injustiça. É aconselhável criar um dispositivo na legislação que deixe claro que a nota tem que levar em consideração o progresso do aluno, caso contrário correremos o risco de ignorar o ritmo de cada estudante.

    Responder

  13. Márcio

    ago 15, 2013  at 02:58

    25 alunos em vez de 45 por sala …

    Responder

    • Maria Aparecida

      ago 25, 2013  at 02:58

      Totalmente apoiado!

      Responder

  14. Débora Espada Catarino

    ago 16, 2013  at 02:58

    Todos que trabalham com educação sabem que avaliar é um processo. Infelizmente, para classificar as Unidades Escolares e distribuir prêmios educacionais que mais parecem esmolas, a prefeitura insiste em considerar um único momento, uma única prova, ao invés de acompanhar de perto o trabalho desenvolvido pelas mesmas. Só tenho a lamentar…

    Responder

  15. Fernando Freitas

    ago 16, 2013  at 02:58

    Aprovação direta não, os alunos necessitam de uma educação realmente comprovada e de boa qualidade, com professores que recebam melhores salários.

    Responder

  16. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 02:58

    Sou explicitamente contra as avaliações externas que não vão de encontro a realidade da escola e com as regionalidades, muito menos atreladas a prêmios de bonificação aos professores.
    Estes, muitas vezes reféns de baixos salários, mascaram os resultados para que a bonificação lhes seja concedida. Noutras vezes, são reféns da própria prova, que prevê conhecimentos e habilidades que ele ainda não trabalhou/desenvolveu por falta de tempo, material, formação. Noutras vezes, os conteúdos não são adequados aquele ano do ciclo e as provas ficam distantes do real, o professor é refém de altas expectativas de aprendizagem, bem como os alunos.
    O PDE devia ser incorporado ao salário base.

    Responder

  17. Raqauel de Campos Felizolla

    ago 16, 2013  at 02:58

    Um dos problemas da educação da Rede Municipal de Ensino de São Paulo é a falta de continuidade das ações desencadeadas numa determinada administração que são abandonadas em outra. Há um desperdício de esforços, como se cada administração descartasse tudo o que foi feito e começasse tudo de novo. A avaliação externa é importante desde que se utilizem os dados para o planejamento de novas ações, no entanto acredito que a rede municipal de São Paulo, a maior do Brasil, tem características específicas e necessita de avaliações próprias, não somente a que se aplica a todo o Brasil.

    Responder

  18. Henny Aguiar Rosa Favaro

    ago 16, 2013  at 02:58

    Parabéns pela iniciativa da prefeitura, pois da forma que esta é que não da pra ficar!
    Se pretendermos ter um ensino de qualidade, não podemos pensar apenas em números e porcentagens ( procedimento que os teóricos da educação tanto apreciam) mas sim olhar para nossa própria realidade e dificuldades em sala de aula, e tentar mudar o que não esta dando certo. Mesmo que para isso, a melhor medida seja voltar atras em uma decisão e assumir que nem sempre o que da certo no papel, da certo na prática! Afinal, no papel tudo fica lindo, funciona, é fácil tomar decisões assim! No dia a dia do ensino, funciona diferente! Basta consultar a frustração dos próprios pais dos alunos, ao ver que o filho (filha) não estudou nada, mal freqüentou as aulas, e no final do ano é premiado com a aprovação !

    Responder

  19. Jonny Nelson Teixeira

    ago 16, 2013  at 02:58

    A formação atual da maioria dos professores nao da conta de praticas de avaliação contínua e formativa, nem de estratégias de ensino aprendizagem. Projetos de formação continuada desses professores que privilegiem estas habilidades didáticas serão muito bem vidas e com certeza (e cobrança) melhorarão as chances de aprendizado dos alunos. Mas deve-se tomar muito cuidado para que as aulas nao se tornem “cursinhos” para aprovação nas diversas avaliações institucionais.

    Responder

  20. Eber Soares Costa

    ago 16, 2013  at 02:58

    A escola pública pode e deve buscar a excelência. Um planejamento mais centralizado e focado na construção do conhecimento precisa de avaliação externa para medir e estabelecer as correções necessárias para a melhor qualidade da educação. Planejamento centralizado não significa autoritarismo…significa clareza do objetivo e metodologia mais clara…

    Responder

  21. Everton Lopes

    ago 16, 2013  at 02:58

    De acordo.

    Responder

  22. Deivis B Narciso

    ago 16, 2013  at 02:58

    Parabens!!!!!!!!!

    Responder

  23. Professor Renato Ribeiro

    ago 16, 2013  at 02:58

    É preciso unificar nacionalmente os instrumentos de avaliação. Há existência de muitos instrumentos serve a luta política para mascarar situações.

    Responder

  24. Alonso Lopez

    ago 16, 2013  at 02:58

    A Prefeitura foi suave. Deveria propor a dependência para todas as séries. Os professores terão mais trabalho para corrigir lição de casa. Seria justo que fossem compensados com salário melhores.

    De maneira geral, o plano é o início para colocar a nefasta teoria construtivista em seu lugar, que aqui no país se transformou em um sistema educacional, por conta da crise de autoridade pós-ditadura militar que tanto traumatizou a sociedade brasileira Uma coisa é certa: abrir mão da autoridade na escola e em casa não é solução para melhorar o ensino.

    Vamos nos mirar na Coréia do Sul e na China.

    Responder

  25. Ecleir M.Silverio

    ago 16, 2013  at 02:58

    Como se daria a dependência? Se ficar em mais de uma disciplina em dependência ele ficará retido ou poderá ter quantas dependências quiser? Isso foi feito no Estado e não deu muito certo, pois os alunos perturbavam as aulas as quais não faziam a dependência, pois eles ficavam na escola esperando a sua próxima. Gerava um a desorganização muito grande, pois o número de alunos que ficavam em dependência era muito elevado. Outro ponto importante é: Como cobrar da família que acompanhe seus filhos nas tarefas de casa? Hoje muitos professores dão lição de casa, essas lições vêm em branco, a professora manda bilhete e o bilhete vem assinado, mas a lição não é feita. Chama-se a família para conversar e muitas elas não aparecem. O que fazer?

    Responder

  26. Luiz Oliveira

    ago 16, 2013  at 02:58

    Os alunos vão se interessar em fazer estas avaliações externas se elas forem aproveitadas para as notas escolares deles ( notas bimestrais, semestrais, etc.) do contrário se recusam a responder, ou simplesmente marcam o gabarito sem ler a prova.

    Responder

  27. Maria Aparecida

    ago 17, 2013  at 02:58

    Concordo plenamente com você! Em minha opinião, a redução drástica de alunos por sala aliada a um maior equilíbrio entre tempo em sala de aula e tempo de trabalho fora dela geraria um real e grande impacto na qualidade da educação! ESSE É O FOCO!

    Responder

    • Tania

      ago 29, 2013  at 02:58

      Nenhuma medida terá efeito se houver diminuição do número de alunos por sala de aula.

      Responder

      • Cris mendonça

        set 04, 2013  at 02:58

        Isto é um fato. A diminuição de alunos por sala já garantiria um aproveitamento de aprendizagem dos alunos.

        Responder

  28. Juliana

    ago 18, 2013  at 02:58

    A Educação Municipal, bem como quaisquer sistema de ensino PÚBLICO, deveria ser apartidário, chega de fazer do ensino público “ratinhos de laboratório”, ou seja, cada um que aparece quer fazer uma “nova experiência”, como se cada um tivesse a fórmula mágica que irá fazer tudo melhorar de uma hora para outra! Parem! Se realmente estas tais avaliações são importantes e contribuem para o ensino, então porque não investir num padrão, é isso mesmo padroniza o conteúdo a que se quer avaliar, para garantir que TODOS os alunos submetidos aos futuros exames, tenham tido o “conhecimento” que se pretende que ele tenha tido um dia.
    Muitos vão discordar, mas não consigo ver outra solução que não seja o de se adotar um ensino apostilado, porque numa rede de ensino tão grande, não dá para garantir que todos os alunos recebam o mesmo ensino, que recebam o mesmo conteúdo exigido e esperado para determinada etapa do ensino. Tomem como exemplo a experiência de grandes colégios particulares, tudo bem, pode não ser um sistema “politicamente correto”, mas é o que dá certo, é o que leva o aluno primar para busca de desafios, para busca de excelência.
    Muitos que discordam virão com o discurso de que “cada um tem um ritmo” e deve ser respeitado por isso…, eu sei perfeitamente que ninguém é igual a ninguém, mas esse é o mundo em que vivemos, as oportunidades estão aí…, quem tem melhores chances de mudar de vida pelo estudo sabe, o quanto a qualidade e a disciplina são importante, só que há muita discrepância entre o ensino público e privado, porque será???
    É sério, muito sério, a escola pública precisa muito voltar a se qualificar, como instituição de ENSINO, e não como instituição assistencialista, vincular programas sociais ao ensino apenas pela permanência na instituição é um equívoco, não garante qualidade para ninguém, se uma sociedade realmente quer crescer e se desenvolver, precisa qualificar sua população, não digo que todos tenham que procurar na vida adulta as carreiras mais concorridas, mas que cada um na sua função saiba se reconhecer como alguém de valor, alguém capaz de fazer um bom trabalho, alguém capaz de exigir melhores condições de vida para os seus, alguém capaz de contribuir para um mundo sustentável, enfim, um cidadão pleno, que recebeu conhecimento e que o “utiliza” para um bem comum.
    E ainda para quem não concorda com o ensino apostilado, mas concorda com as avaliações acima citadas, então há aí um paradoxo! O que são essas avaliações? Não colocam seus avaliados num ranking, independente de seus ritmos de aprendizado?

    Fica a dica…

    Responder

  29. Remy Soares dos Santos

    ago 18, 2013  at 02:58

    Todos sabemos o quanto é importante saber ler, escrever, interpretar um texto e conhecer as quatro operações aritméticas, mas só esse conhecimento não basta para que possamos falar que o aluno tem uma boa formação. Sou professor da Rede Municipal e noto que SME não valoriza os professores das outras áreas do conhecimento diferentes de Português e Matemática – pois as avaliações diagnósticas são sempre destas duas disciplinas. ter conhecimento específico é bom, mas melhor ainda é ter conhecimento geral, ou seja, que o aluno se aproprie de um volume maior de saberes. Assim, proponho que também sejam feitas avaliações externas de História, Geografia, Ciências, Inglês, Artes, pelo menos, além, é claro de Português e Matemática. Chega de “educação bancária”. Valorize os professores das outras disciplinas. Ler, escrever e fazer contas é iportante, mas num mundo cada dia mais plural, ter domínio de conhecimentos mais gerais, também é.

    Responder

  30. Cibele Racy

    ago 18, 2013  at 02:58

    - criação de novos parâmetros de autoavaliação através da reformulação do modelo atual em que não se priorize a quantificação de procedimentos e sim a qualidade que devem permear as práticas pedagógicas na educação infantil.
    - Caso persista o mesmo modelo para o próximo ano, que se reflita sobre a possibilidade de desvinculação entre pontos e frequência, como já ocorre no eixo Gestão Pedagógica.

    Responder

  31. Cibele Racy

    ago 18, 2013  at 02:58

    O atual modelo de autoavaliação revela uma concepção de educação pública que nos parece, em certa medida, necessitar de revisão. Após uma análise criteriosa do referido documento, constatamos que os fazeres pedagógicos dos professores e suas ações estão vinculados, exclusivamente, às ações da Unidade Educacional e ao seu Projeto Político Pedagógico, quando na verdade as suas práticas estão intimamente ligadas à formação profissional que recebem. Não há projeto especial de ação que dê conta da defasagem entre os cursos de formação de professores e as necessidades reais que atendam às novas e legítimas competências das escolas públicas, bem como consiga formar, no período de um ano, profissionais abertos às novas concepções e metodologias do trabalho pedagógico.
    Este ano, em especial, percebemos que a maioria de professores com mais de um ano de exercício em outras unidades da rede não tinham conhecimento do presente instrumento, gerando-nos dúvidas quanto a sua aplicação ser, de fato, realizada no coletivo em todas as escolas da rede municipal, ou mesmo ser realizada de forma a refletir a realidade das escolas.
    Se o processo para sua discussão é complexo, sua análise mereceria atenção através da leitura integral do documento pelos órgãos competentes.
    Encaminhamentos:
    - encaminhamento integral do documento de Autoavaliação da Unidade à DRE e SME;
    - assinatura de toda equipe docente no formulário em que foram analisados seus fazeres através de pontos e a manutenção da assinatura no relatório síntese.

    Responder

  32. Cibele Racy

    ago 18, 2013  at 02:58

    A Secretaria Municipal de Educação, diferentemente da maioria de outros órgãos públicos é repleta de especificidades. Prova disso é que há investimento na manutenção de uma Divisão de Recursos Humanos diferenciada para atender as suas demandas e a criação de Diretorias de Educação para gerenciarem a complexa rede de procedimentos. Esta política que considera o que a diferencia das demais secretarias deveria ser estendida aos instrumentos de monitoramento e avaliação. Entendemos que a criação da Autoavaliação da Unidade veio para atender esta especificidade, mas a forma como que foi elaborada a distancia de seus objetivos. Diante da complexidade que envolve a avaliação dos processos de ensino-aprendizagem e de gestão pedagógica das Unidades, parece-nos equivocado o fato de restringi-la às ações desencadeadas, apenas, no âmbito escolar. Acreditamos que a escola seja o produto de inúmeras variáveis que deveriam ser analisadas neste momento de reflexão. Considerar as unidades escolares apartadas de toda estrutura que as contextualiza, parece-nos um grande equívoco e um desafio a ser enfrentado.

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    • Cibele Racy

      ago 18, 2013  at 02:58

      - construção de um instrumento de avaliação, baseado não somente no que professores e gestores são capazes de fazer ou não, mas que em seu corpo haja indicadores e descritores que nos possibilite a avaliação pontual da Secretaria Municipal de Educação, das Diretorias Regionais de Educação e das Políticas Públicas voltadas à educação.

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      • Cibele Racy

        ago 18, 2013  at 02:58

        - que se desvinculem os momentos de avaliação dos efeitos pecuniários, ou
        - que os efeitos pecuniários sobre a avaliação de desempenho sejam reavaliados, uma vez que o perfil esperado de um profissional da educação vai além dos pontos de observação e avaliação previstos em um instrumento elaborado para todas as funções e cargos da Prefeitura da Cidade de São Paulo.
        - criação de um instrumento específico para subsidiar as estatísticas necessárias à Administração Pública, apartado dos momentos de reflexão e avaliação dos servidores públicos.

        Responder

      • Cibele Racy

        ago 18, 2013  at 02:58

        É fato o número crescente de professores que ingressam na educação pública advindos de outras áreas de interesse. A falta de experiência tem sido um grande desafio para a escola, uma vez que tem se apresentado a necessidade urgente de retomarmos, ano após ano, algumas noções básicas do exercício docente e todas as demandas específicas do cargo público que ocupam.
        Este ano, em especial, constatamos que os professores iniciam exercício na rede pública sem ter conhecimento dos documentos oficiais que devem orientar suas práticas. Acreditamos ser de fundamental importância, à formação desses profissionais, que o material completo lhes seja entregue no momento de sua primeira atribuição. A adoção deste procedimento facilitaria o controle de distribuição do material e viabilizaria a observância e consulta dos professores aos documentos produzidos pela própria Secretaria de Educação.
        Se por um lado a LDB prevê como requisito básico a formação em nível superior como forma de obter melhor qualificação de seus professores, a prática docente fica cada vez mais distante desses profissionais. Acreditamos que uma rede pública comprometida com a formação de seus professores deveria prever um curso de formação inicial a todos os ingressantes na carreira, tendo como foco a divulgação das Orientações Curriculares para Educação Infantil e toda a documentação produzida nos últimos anos. A ausência de investimento nesta área sobrecarrega a escola e os momentos de trabalho coletivo. Acreditamos que focar as ações do PEA no estudo dos documentos oficiais, nos levaria a um retrocesso sem precedentes, pois cairia por terra a tão alardeada autonomia das unidades escolares na construção de seus Projetos Políticos Pedagógicos.
        Outra questão que merece reflexão são os cursos opcionais destinados aos Professores do Programa Rede em Rede. O que percebemos em nossa escola é que os professores fazem suas inscrições considerando seus interesses pessoais sobre determinada linguagem. Sabemos que os servidores tendem a buscar e realizar atividades que vão de encontro aos seus desejos e que, quando há interesse, a busca por conhecimento independe dos cursos oferecidos pela PMSP. Cria-se, desta forma, um ciclo em que o professor não opta por cursos nas áreas em que necessitaria de aprofundamento e se limita, apenas, a fazer os cursos que lhe agradam. Uma das consequências da sistemática adotada para as inscrições se traduz nas avaliações que os participantes fazem destas formações. Por serem profissionais dedicados à linguagem de opção, são muito mais críticos e às vezes têm conhecimentos mais aprofundados do que os próprios formadores. Somada a esta consequência, existe a pretensão de que tais professores sejam multiplicadores dos novos saberes entre seus pares na U.E., fato este que não ocorre por incompatibilidade de horários.
        Outra análise que merece destaque quando falamos em formação profissional, diz respeito à composição da Divisão de Orientação Técnica / Pedagógica da Diretoria Regional de Educação. O reduzido número de profissionais obriga-os a dar conta dos entraves burocráticos e dos cursos de formação. Se compararmos a equipe deste setor às demais, fica-nos ainda mais evidente a necessidade de revisão das prioridades da SME/DRE.
        Encaminhamentos:
        - que a Secretaria Municipal de Educação em parceria com as Diretorias Regionais de Educação, crie grupos de trabalho dentro das Divisões de Orientação Técnica que assumam a responsabilidade pela formação inicial dos ingressantes na carreira do magistério cujo foco seja, exclusivamente, a divulgação e estudo das Orientações Curriculares para Educação Infantil;
        - que sejam mantidos os cursos oferecidos em horário de trabalho dos professores, através de convocações e que a participação docente seja determinada por indicação da Gestão Pedagógica entre todos os professores que apresentem dificuldades ou resistência em trabalhar com diferentes linguagens e, não apenas, dentre aqueles que demonstrem interesse pelas inscrições;
        - que os cursos em horário de trabalho assegurem número de vagas correspondente aos grupos de JEIF de cada unidade escolar, facilitando e garantindo sua multiplicação;
        - que seja reelaborado um único documento que reúna todos os fascículos das Orientações Curriculares, garantindo-lhe unidade, especificidade e a transversalidade de seu conteúdo e que a Secretaria Municipal de Educação, através das Diretorias Regionais, assegure sua distribuição a todos os professores ingressantes;
        - que haja investimento em recursos humanos para prestar serviços técnicos educacionais junto à Divisão de Orientação Técnica / Pedagógica;
        - que as intervenções dos formadores sejam baseadas nas práticas dos professores não sendo necessário propor novas atividades a cada encontro;

        Responder

      • Cibele Racy

        ago 18, 2013  at 02:58

        - incluir os iniciantes nos cargos de Diretor e Coordenador Pedagógico na formação inicial proposta para os professores sobre as Orientações Curriculares para Educação Infantil.
        - buscar novas e diferentes áreas do conhecimento científico e seus respectivos especialistas que possam ampliar o olhar dos gestores além das rotinas administrativas que lhes foram impostas durante anos;
        - que o objetivo de todas as formações seja o de ampliar o conhecimento e que as dinâmicas dediquem menos tempo às intermináveis trocas de experiências por serem muito pouco desafiadoras;
        - que os formadores escolhidos sejam conhecedores da realidade do serviço público e que considerem a imensa dificuldade dos gestores em realizar leituras e realizar tarefas na rotina do dia e façam, apenas, indicações de leituras para os interessados;
        - que seja exigido do formador contratado ou convidado que planeje sua formação de forma a atingir objetivos específicos em cada encontro e que estes não dependam de atividades do encontro anterior;
        - aumentar o número de designações para o quadro de DOT/P prevendo a criação de um grupo que faça assessoria às escolas no que diz respeito ao trabalho com as relações étnico-raciais no universo escolar.
        - reavaliar o número de designações para o quadro de DOT/P prevendo a criação de um grupo que faça assessoria às escolas no que diz respeito ao trabalho com as relações étnico-raciais no universo escolar.
        - que estes cursos não sejam avaliados em poucos minutos antes de seu término e que se dê tempo suficiente para análise e ponderação de todos os profissionais envolvidos neste processo. Nossa sugestão é que o último dia de cada curso seja dedicado a este processo, evitando solicitações posteriores para esta finalidade.

        Responder

  33. Glória

    ago 18, 2013  at 02:58

    As avaliações externas são os raios x do ensino público. Será melhor viabilizada se ponderar nas questões objetivas sendo complexas com menos complexas respeitando a heterogeneidade dos alunos. Há alunos com proficiência nos quesitos leitura e escrita avançados e defasados (nesse caso muitos são por motivos de problemas cognitivos). A avaliação externa precisa analisar a aplicabilidade para alunos com necessidades educacionais especiais. Os resultados do IDEB deve ajudar a escola e não punir ( intercalar a bônus), como acontece na rede Estadual de Ensino.

    Responder

  34. Roger

    ago 18, 2013  at 02:58

    Acredito que deveria ter premiações para os alunos. Por exemplo, os destaques de cada unidade poderia ganhar passeios, ou vale livros

    Responder

  35. Soraia

    ago 19, 2013  at 02:58

    A avaliação serve para reorientar o processo ensino aprendizagem. Se não servir a este fim, realmente não faz sentido existir. Vejo com otimismo a estratégia de oferecimento de formação continuada como meio para haver embasamento teórico e consistência pedagógica na prática da avaliação escolar. A redistribuição de ciclos, tal qual se apresenta: alfabetização/interdisciplinar e autoral é fundamental para que exista clareza por parte do educador sob quais premissas estão calcadas as etapas ou habilidades de conhecimento que devam ser alcançadas pelos educandos. A retenção/repovação com este fim ao final de cada ciclo, ou em cada ano/serie do ciclo final denota a preocupação para que de fato o aluno consiga aprender e não seja aprovado/promovido para que isto gere resultados políticos para o governante. Ao contrário do que dizem alguns, a reprovação/retenção se dará com critério e avaliaçao condizente com a preocupação de que de fato, o aluno aprenda!!!! Considero a proposta dos ciclos, positiva, inteligente e corajosa….

    Responder

    • Sandra Regina Rizzo Santos

      ago 20, 2013  at 02:58

      Soraia, concordo com você. A avaliação externa tem que nos dar retorno. Sei que a prova é muito bem feita, e que cada questão avalia aspectos específicos, mas os resultados por aluno e por questão não chegam, ou demoram a chegar e os alunos já se foram…. Se as provas feitas puderem ser lidas por nós e corrigidas com eles, refeitas e indicarem o que eles conseguem atingir e o que eles não conseguem, poderiamos usar para planejar as aulas e altermos atividades evidenciando as dificuldades.

      Responder

  36. Gilson Santos

    ago 19, 2013  at 02:58

    Se as avaliações da secretaria forem direcionadas ou engessadas nos cadernos de conteúdos fornecidos pela secretaria, não irão ampliar o conhecimento, espero que os professores possam continuar escolhendo os materiais didáticos que sejam orientados somente com os eixos temáticos.

    Responder

  37. Vilian de Rosa Verardo

    ago 19, 2013  at 02:58

    A proposta é boa, mas está longe de ser excelente. Vai levar tempo para implantar o novo sistema, os alunos se acostumaram com um esquema e terão outro. E depois atrelar resultados ao PDE??? Como assim?? E os alunos com dificuldades de aprendizado?? Sem contar os que não querem mesmo, principalmente os mais velhos. Não é justo que os profissionais de educação percam, tenham prejuízo por causa disso. Conheço professores que se empenham muito, fazem de tudo para ensinar com qualidade, porém se o aluno não consegue aprender não se pode culpá-lo.

    Responder

  38. doberrodogatopaulo jose de sousa

    ago 19, 2013  at 02:58

    Demorou para o governo e sociedade tomar uma atitude quanto ao ensino na prefeitura de São Paulo, sou professor na rede, trabalho com aalunos do fund 1 e fund 2, e seu na prática e realidade que grande parte dos alunos não sabem questões básicas da escrita, entendo que um sistema de avaliação mais apurado será positivo no processo educativo.Agora é só aplicar o sistema.

    Responder

  39. paulo jose de sousa

    ago 19, 2013  at 02:58

    Demorou, do jeito que está não dá, sou professor da rede municipal e sei o quanto é negativo em sala de aula trabalhar com o aluno que sabe que independente dele desenvolver atividades será aprovado, e o piór sem saber e ter conteúdos básicos para cursar as series seguintes.

    Responder

  40. paulo jose de sousa

    ago 19, 2013  at 02:58

    Boa proposta, sou professor na rede municipal e sei a falta que fáz um sistema de avaliação como o proposto, será positivo para o aluno e para os profissionais de educação.

    Responder

  41. Joines Gustavo

    ago 19, 2013  at 02:58

    O grande problemas das avaliações externas é que as mesmas não fornecem retorno algum aos alunos, não fazendo sentido para os mesmos. São inúmeras provas que parecem servir para gerar novas licitações com isso é mais dinheiro público gasto.

    Responder

  42. Maria Lucia

    ago 19, 2013  at 02:58

    Excelente leitura, é o desejo de todos os professores. Será que chegaremos a esse ponto. Tenho fé que isso aconteça.

    Responder

  43. Nadia Marcolino

    ago 19, 2013  at 02:58

    Arnaldo,
    Seria um retrocesso ter as mesmas condições que o Estado oferece a seus professores. O professor de módulo é tão professor quanto o regente de sala, só não conseguiu pegar suas próprias aulas. Não Podemos generalizar, muitos desses professores tem trabalhos e projetos excelentes, talvez o que precisa é de uma orientação por parte da coordenação da escola àqueles que se encaixam em sua fala.
    Professora regente Nádia

    Responder

  44. Rogério Fajardo

    ago 19, 2013  at 02:58

    Concordo que a redução de alunos por sala poderiam trazer os benefícios que você mencionou. Mas, quando existe avaliação bem feita e exige-se aprendizagem, os alunos naturalmente passarão a se comportar melhor, porque sabem que se darão mal se não estudarem ou não prestarem atenção às aulas. Assim, lidar com uma classe grande, mas em um sistema onde o professor tem autoridade e há disciplina, torna-se mais fácil que lidar com uma turma pequena e descontrolada. Há excelentes escolas particulares onde as salas possuem 40 alunos e controla-se bullying, controla-se os decibéis nas aulas, e o nível de estresse não é tão elevado.

    Agora, quando existem regras – essas, sim, defendidas por teóricos da educação que conhecem pouco as salas de aula e baseiam suas ideia a partir de argumentos emotivos e falaciosos – de que não devemos punir os alunos, não podemos cobrar muito, não podemos reprovar, precisamos convencer as crianças a quererem aprender, em vez de força-los a estudar, etc., então o ensino se torna impraticável, mesmo que haja dois alunos por sala: se por um acaso um deles está interessado em aprender, o outro irá atrapalhar o primeiro.

    De qualquer modo, uma discussão não neutraliza a outra. Ainda que seja bom diminuir o número de alunos por sala, isso não justifica sermos, neste momento, contra a proposta de avaliar com mais rigor os alunos, porque essa medida – se de fato realizada – não é eleitoreira, nem demagógica nem tampouco utopia de teóricos, mas extremamente vantajosa.

    Responder

  45. Fernanda Zientara

    ago 19, 2013  at 02:58

    Excelente colocação, Alexandre.

    Responder

  46. Jonaci Martins da Silva

    ago 20, 2013  at 02:58

    A avaliação escolar, como um todo, é importantíssima para aperfeiçoar o sistema educacional. E tem q ser apurado e aplicado a melhoria constantemente.

    Responder

  47. Anderson

    ago 20, 2013  at 02:58

    As avaliações externas servem para organizar os investimentos públicos, mas infelizmente o que acontece atualmente é que as escolas com índices ruins não recebem nada além de cobrança. Os problemas estruturais e conjunturais são colocados de lado em nome de concepções governista que defendem um voluntarismo e procuram responsabilizar os professores .Aliás por que o governo insiste em ratificar um famigerado sistema de bonificação atrelado às avaliações externas, ao invés de criar um sistema efetivo de valorização profissional com salários dignos? Esses governantes criam o problema e agora surgem como observadores neutros que virão no salvar dos problemas que eles mesmos criaram.

    Responder

  48. Elisangela

    ago 20, 2013  at 02:58

    Há muito a rede municipal de educação clama por mudanças, essas se fazem necessárias, entretanto, é preciso cuidados para não assumirmos práticas que representem retrocesso e exclusão ao invés de avanços . Não há soluções prontas, mas acredito em caminhos possíveis,alguns apontados
    por SME, outros deixados a margem. Entre eles considero de fundamental relevância; a redução do numero de alunos por turmas, a valorização da autonomia da escola através das decisões presentes no regimento escolar e Projeto Politico Pedagógico ,a participação dos educadores e dos educandos e da parceria com as famílias.
    O que vejo é uma Proposta de Mudança hierarquica que diz ” dá poder”aos professores ao mesmo tempo , ” tira” a autonomia da escola e cria uma falsa ilusão de “autoridade”, as avaliações bimestrais determinadas por sme, boletins de 0 a 10 não garantem a efetividade da aprendizagem. Podem talvez garantir uma educação sistematizada para aqueles que ficam e “excludente” para aqueles que não se encaixam no modelo proposto. Então pergunto. É essa educação que queremos? Sem duvidas que precisamos de mudanças. Mas acredito que a autonomia da escola precisa ser valorizada, que comunidade escolar(pais,estudantes e educadores) precisam discutir juntos a melhor proposta educacional para sua unidade.Se querem provas bimestrais e qual regime de avaliação? O discurso que chama nas matérias das imprensas dá a entender que SME dará mais autoridade aos professores
    que agora “poderá” punir os alunos. Pergunto: É este nosso objetivo na educação? é para isso que educamos? A disciplina, o controle e a avaliação bimestral vai garantir a aprendizagem? de quais alunos?
    Será que tudo que ouvimos, discutimos e lemos desde a implantação do Ciclo na Gestão da Erundina(1988) com Paulo Freire e Mario Sergio Cortella estava errado? Será que voltaremos ao velho modelo de educação para a exclusão?Se crianças e Jovens saem do modelo de educação atual sem sequer saber ler e escrever são eles os “unicos”culpados? esse modelo proposto dará conta de resolver essas questões? temos que tomar cuidado! Qual educação queremos? Mudanças são necessárias!sem dúvidas,mais quais mudanças?Não defendo ou acredito numa educação que exclui para incluir e acho que as crianças e os jovens estudantes da escola publicas não podem ser “cobaias” do sistema educacional. Temos ter mais responsabilidade nas nossas decisões. Elas são pedagógicas e políticas.

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 20, 2013  at 02:58

      Sim, a prática mostrou que Erundina e Paulo Freire – apesar de estarem bem intencionados – estavam errados. Todos erram. Até os maiores cientistas e filósofos já erraram. Não podemos tomar as ideias dos pensadores como verdades absolutas inquestionáveis. Com a aprovação automática, diminuiu a evasão escolar (embora outras medidas foram tomadas paralelamente para isso, não sendo a reprovação a única causa da evasão escolar antigamente) e aumentou a escolaridade, mas isso não se reverteu em inclusão social nem em empregabilidade, já que esses que se formaram graças a aprovação automática tiveram apenas mais quantidade de escola, e não qualidade suficiente para passar em um concurso, em um vestibular, ou em um teste para emprego.

      A exclusão piorou com a aprovação automática, pois até os alunos com potencial são “puxados para baixo” pelos demais que passaram sem aprender. Tanto isso é verdade que a porcentagem de alunos da USP oriundos de escolas públicas caiu de 56% para 28,5%.

      Responder

      • Tania

        ago 29, 2013  at 02:58

        Perfeito! Estamos formando excluídos!

        Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 20, 2013  at 02:58

      Quanto à autonomia da escola, é bom lembrar que profissão nenhuma tem total autonomia. Por exemplo, um médico não tem autonomia para receitar um remédio ou tratamento que não foi aprovado pela maioria da comunidade médica, nem poderá diagnosticar um paciente sem submetê-lo aos exames apropriados, que são padronizados e não dependem totalmente do ponto de vista do médico.

      As avaliações padronizadas são necessárias e não são excludentes. Pelo contrário, o que exclui é deixar de avaliar o aluno de escola pública com rigor, enquanto que aqueles cujos pais podem pagar uma escola particular estão sendo avaliados através de provas rígidas e estão melhores preparados para os concursos e empregos.

      A tese de que a escola exigente é socialmente excludente pressupõe que os pobres são incapazes de responder positivamente às pressões, e necessariamente serão excluídas desse tipo de escola, em vez de atender às suas expectativas. Não acredito nessa tese. Acredito na tese de que a imobilidade social é favorecida pelo fato de só os mais ricos poderem cobrar um bom rendimento escolar dos seus filhos.

      Responder

  49. Anderson Ramos

    ago 20, 2013  at 02:58

    O modo de avaliação não deve apenas se pautar nos índices externos. É necessário mais autonomia para o professor e para a Unidade Escolar avaliar o aluno como parte de um processo, em que o mesmo possa compreender seu papel, sua importância, e seus benefícios. Nesse sentido é extremamente importante o planejamento e realização de projetos como instrumento do processo de ensino aprendizagem, intervenção social, protagonismo juvenil, etc.

    Responder

    • Rogério Fajardo

      ago 20, 2013  at 02:58

      Os médicos diagnosticam os pacientes com base em exames externos, sobre os quais eles têm pouco controle. Por que com professor precisa ser diferente? Isso até o protege de ser chamado de “ruim” por aplicar provas difíceis, sendo pressionados a facilitar as avaliações para melhorar os índices de aprovação. Por isso eu acredito que, paradoxalmente, as avaliações externas aumentam a autonomia do professor.

      Responder

      • Roger

        ago 24, 2013  at 02:58

        Esta avaliação externa poderia contribuir com a aprovação, ou não, do aluno (metade da pontuação externa e metade interna).
        Ou premiar o primeiros colocados de cada série/unidade

        Responder

  50. Débora de Lima Gonçalves Antelmo

    ago 20, 2013  at 02:58

    Não percebo avanços significativos nas escolas que trabalho decorrentes dos resultados das avaliações externas. Considero que é um mecanismo que deveria ser melhor utilizado e que nos últimos anos só confirmou os resultados que nós professores temos obtido no decorrer dos anos, ou seja, que apresenta os baixos índices de aprendizado decorrentes do processo de avaliação continuada implantado nas redes. Outro ponto que considero negativo é a padronização das avaliações, sem levar em conta as diferenças de níveis de aprendizagem tão frequentes em uma escola inclusiva. Assim, se ainda é apontado as avaliações externas como mais um instrumento de avaliação é necessário ouvir mais os professores e as escolas sobre a realidade do processo avaliativo. Aprendemos e praticamos que a avaliação não pode ser igual para todos, que devemos respeitar o nível de aprendizado de cada aluno, e então recebemos uma avaliação padronizada e muitas vezes aplicadas por fiscais que mal conhecem nossos alunos.

    Responder

  51. Sandra Regina Rizzo Santos

    ago 20, 2013  at 02:58

    Os resultados das avaliações externas precisam chegar a tempo de serem usados no bimestre seguinte. Não adianta chegar no ano seguinte ( após março), sem tempo em reuniões pedagógicas, de serem lidos.
    As provas são muito bem feitas, medem cada competência e habilidade prevista e a isto nós temos que ter acesso, durante o processo.
    Atualmente, parece que elas só servem para avaliar os professores.
    Temos alunos que recusam-se a sentar, não aceitam fazer a prova, berram ou cantam durante a mesma. Outros só preenchem o gabarito e querem ir embora…. Claro que não permitimos e aí vira um inferno. O avaliado tem que se sentir avaliado, não vejo em muitos deles( espalhados em todas as turmas) postura e seriedade.
    Hoje, meus alunos não são alunos. São “turistas” descomprometidos, que gostam de vir a escola, mas não para participar das aulas e estudar…. só para ter espaço. Gritam pelos direitos, mas não tem deveres. Tem plena consciência do que querem, do que o poder público tem que dar-lhes, mas jogam fora, sem uso adequado e querem de novo.(comida nolixo, lápis quebrados, centenas de folhas arrancadas todos os dias…. “cadê a cartolina e a canetinha? se você não me dá eu não faço!” e assim vai).
    A escola inclusiva (PARA O POVO, como diria Nádia Nidelcof) está com todos dentro, mas sem aula (entendida aqui como processo de ensino-aprendizagem, intermediado pelas ações dos professores).
    Desculpe se virou desabafo. Hoje estou mais frustrada do que no meu normal.

    Responder

    • Tania

      ago 29, 2013  at 02:58

      Sempre achei essas avaliações externas inúteis, pois os alunos da escola em que trabalho a respondem de qualquer jeito, eles não a levam a sério. Respondem rápido pra poder ir embora e jogar bola. Quando questionados, falam que essas provas não mudarão em nada a vida deles.

      Responder

  52. Helena Singer

    ago 20, 2013  at 02:58

    O Programa lista uma série de documentos legais e normas educacionais como referência. Um deles é o Programa de Metas para a Cidade de São Paulo (2013-2016), que determina 5,4 como índice a ser alcançado no IDEB para os anos iniciais do Ensino Fundamental e 5,3 para os anos finais do mesmo ciclo.
    A primeira incoerência que aparece no documento é justamente em relação a este aspecto. Ao longo de todo o documento menciona-se a “qualidade social da educação”, definida em nove itens: escola centrada no estudante; integração de diversos espaços e tempos educativos; valorização das diferenças; foco no projeto político-pedagógico e no gosto pela aprendizagem; organização do currículo, do trabalho pedagógico e da jornada do professor com foco na aprendizagem; preparação dos profissionais da educação, compatibilidade entre proposta curricular e infraestrutura; integração da comunidade escolar; valorização dos profissionais da educação no que se refere à formação, critérios de acesso e permanência e jornada de trabalho; parcerias intersetoriais.
    No entanto, a única avaliação externa citada é o IDEB e esta certamente não dá conta de todos estes aspectos. Talvez não dê conta de qualquer deles. Afinal, a Prova Brasil, que compõe o índice no que diz respeito à aprendizagem, não vai além de uma medida superficial de certas habilidades em duas disciplinas, Língua Portuguesa e Matemática. Aliás, isso é expresso no próprio documento do Programa: “Focar nesta ou naquela área do conhecimento representa o risco de, em nome da urgência ou da precisão de habilidades, perderem-se os valores e a riqueza do que significa o conhecimento reflexivo, valorativo e crítico e não meramente instrumental”.
    A sugestão a fazer neste aspecto é a seguinte: para ser coerente com o que o documento propõe em termos da qualidade social, a avaliação externa deveria ser feita com base nos nove aspectos que a definem. A cidade de São Paulo tem condições de desenvolver um sistema de avaliação externo digno do nome de qualidade social da educação, que possa ser exemplo para todo o país.

    Responder

  53. Maria Lucia

    ago 21, 2013  at 02:58

    A avaliação externa vai atender a quem? Quais serão os critérios utilizados nas avaliações externas? Essas avaliações atende as especificidades das escolas? Quem avalia quem? Com essa proposta de reorganização curricular se estivesse voltado para as questões da quantidade de aluno por sala de aula, condições de trabalho, remuneração (que o professor pudesse se dedicar a uma turma e não como está sendo hoje correndo de escola em escola para conseguir um salário que atenda as suas necessidades) acredito que seria muito mais proveitoso.
    Avaliações são feitas nas escolas assim como as lições de casa. A impressão que tenho é que nada disso está sendo feito e mais uma vez culpa-se o professor por 21 anos de descaso e no desmonte da educação. Tenho dúvidas quanto a tudo isso, não está claro como será feito, de que forma, maneira etc, não sei o que vem por ai? Se a avaliação será feita bimestral porque então as avaliações externas? Mais dinheiro sendo gasto com algo que está sendo feito nas escolas e pelos professores que estão dia a dia com os alunos e sabem em que nível de aprendizagem estão. Então, se irão pagar uma empresa para realizar essas avaliações, porque não pagar, remunerar os professores que sabem tão bem como avaliar seus alunos. Se a avaliação é contínua e diagnóstica, com as avaliações externas esse requisito estará sendo ignorado como tem sido feito até o presente momento. (Prova Brasil), (Prova Cidade) etc.
    Muito para esclarecer e pouco tempo para tirar as dúvidas. Como diz o ditado: “O tempo urge e a Sapucaí é grande”.

    Responder

    • Maria Aparecida

      ago 25, 2013  at 02:58

      Perfeita colocação! Em reunião realizada em certa Diretoria Regional de Ensino, tivemos que ouvir que temos que trabalhar com a estrutura que temos hoje e ponto final! Ou seja, nada será feito para modificar o que realmente está errado há décadas! Serão realizadas apenas mudanças de superfície e, mais uma vez, os professores serão culpabilizados pela falta de vontade política dos governantes! Lamentável!

      Responder

    • Maria Aparecida

      ago 25, 2013  at 02:58

      Gostaria de sugerir aos professores que tem recebido com grande alegria as propostas de avaliações externas a leitura do artigo “Vida e morte do grande sistema escolar americano: como os testes padronizados e o modelo de mercado ameaçam a educação” ( http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-73302012000200017&script=sci_arttext ).

      Estão implementando um sistema falido de culpabilização dos professores e desconsiderando nossas péssimas condições de trabalho! Mais efetivo seria diminuir o número de alunos por sala e equilibrar a jornada do professor, com menor tempo em sala de aula e maior tempo para preparar atividades e avaliar. Tais mudanças permitiriam a nós, professores, tratarmos nossos alunos de maneira mais individualizada, o que, certamente, contribuiria imensamente para seu aprendizado.

      Está na hora de deixar de tapar o sol com a peneira e parar de procurar soluções miraculosas. Precisamos de mudanças estruturais e não superficiais.

      Responder

  54. Esdra

    ago 21, 2013  at 02:58

    Parabéns Alexandre!
    Você escreveu tudo que é necessário, ser dito.

    Responder

  55. Roseli

    ago 21, 2013  at 02:58

    Parabéns ! Pela sua declaração!

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  56. Eliana Guarani Kaiowá

    ago 23, 2013  at 02:58

    Quando se fala em avaliação externa, também se pretende avaliar o sistema: o que não vai bem no sistema? Da forma como o sistema está estruturado, ele ajuda no aprendizado do aluno? Eu proponho esta questão porque uma das dificuldades que sinto e senti nas escolas em que trabalho e trabalhei está na mistura de alunos do fundamental I e do fundamental II. Quando os alunos estudam juntos no mesmo horário, há muita quebra da rotina da aula para os pequenos: intervalos que entram no meio da aula, às vezes, o professor dá 20 minutos de aula, vem recreio, mais 20 minutos, vem especialista, dá 45 minutos, vem outro especialista e assim por diante. A aula não flui. Nas JEIFs dessas escolas, o foco está relacionado, em geral, aos problemas apresentados pelos professores do Fundamental II. Os professores do fundamental I acabam observando situações que não dizem respeito ao seu trabalho.
    A minha proposta seria separar o espaço físico do Fundamental I do II. No caso da reforma curricular, separar o Ciclo de Alfabetização dos Ciclos Intermediário e Autoral. Se for o caso, poderia até colocar o último ano do infantil no mesmo prédio, uma vez que os professores concursados estão aptos a trabalhar com as duas clientelas. Ao separar o espaço físico, todos estariam envolvidos com o mesmo tipo de problema. O diretor, os coordenadores, os ATEs. As JEIFs estariam melhor organizadas. O uso do refeitório também, o que possibilitaria que professores, inclusive, trabalhassem receitas com os alunos. O tamanho das cadeiras também seria adequado ao tamanho dos alunos. Os murais não seriam desmontados pelos alunos grandes, haveria parquinho, brinquedoteca e outros espaços específicos para o desenvolvimento da criança. Esses espaços são desnecessários para o fundamental II, que deveria ter laboratórios e outros tipos de ambiente de aprendizagem.
    Além disso, ocorre de alguns professores de Educação Física, Artes e outros especialistas não estarem preparados para trabalhar com os pequenos ou não gostarem. Se houvesse uma divisão das escolas separando os grandes dos pequenos, os professores já escolheriam a escola pelo tipo de clientela.
    Esse tipo de divisão do espaço das escolas pode ocorrer em locais onde há muitas escolas municipais próximas umas das outras. É o que eu acho.

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  57. PATRICIA GOMES LARA RODRIGUES

    ago 28, 2013  at 02:58

    Não sou contra as avaliações externas. Elas devem existir inclusive para dar um norte onde eu, professor, quero e preciso chegar. o que me preocupo é com os alunos de Inclusão e com aqueles que não tem laudos,e que nunca terão, pois seus bloqueios estão muito além de uma professora e escola. Eles tem problemas sociais e psicológicos. E aí? o que fazer com eles? E são muitos. Como avaliar esse aluno, o qual se esforça ,mas não consegue chegar lá. Eu, professora, conheço e reconheço seu esforço, mas e os índices? O IDEB, nada disso reconhece esse aluno. E para que eu possa trabalhar com esse aluno preciso de menos alunos na sala, preciso de um psicopedagogo, para orientar-me e orientar esse aluno, preciso de um psicologo que ajude esse aluno a elevar a auto estima, preciso até de um dentista que sane a dor de dente desse aluno… Alguém já tentou fazer atividade, prestar atenção em algo, sentindo dor? Bem difícil. Não vai ter prova externa que vai dar conta disso!

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  58. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    ago 28, 2013  at 02:58

    Meu nome é Fábio, diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO. Quanto a avaliação externa creio que ela é necessária, mas gostaria de refletir sobre alguns pontos: 1- Ninguém gosta de ser avaliado, pois sempre temos o risco de não ir bem nesta avaliação, então o mais cômodo é não haver avaliação; 2- A falta de avaliação é algo injusto, pois aqueles que se esforçam são tratados de forma igual aqueles que não fazem esforço algum, pois existem escolas muito preocupadas com a aprendizagem dos seus alunos, bem como existem outras escolas que não fazem esforço algum; 3- Não adianta avaliar só para saber os resultados, então é necessário premiar os bem avaliados, desta forma os professores devem receber bônus anuais de no mínimo R$10.000,00 em função de fatores como avaliação externa, avaliação da chefia e quantidade de faltas; 4- As avaliações externas não devem estipular metas fixas, para saber se uma escola foi bem ou mau colocada, sendo que o critério utilizado deveria ser o da média, havendo uma média por Diretoria Regional de Educação e uma Média relativa a Cidade, havendo dois critérios para premiar as boas escolas, havendo premiação para as escolas que atingirem média superior dentro da Diretoria Regional e também prêmio para as que atingissem número igual ou maior que a média da cidade, desta forma o bônus dos professores poderia ser distribuído na proporção 30% por avaliação da chefia, 30% levando em consideração as faltas do professor, 20% levando em consideração se a escola atingiu a média regional e outros 20% se a escola atingiu a média da cidade; 5- Criando-se um bônus e dividindo-se as escolas entre as que estão abaixo das médias regional e da cidade e as que estão á cima das médias regional e da cidade, evidente que todas as escolas tentarão superar as médias da cidade e regional, o que causará inevitavelmente a progressiva elevação dos valores de tais médias regionais e da cidade, afinal quanto maior o esforço das escolas, maior será a média regional e da cidade; 6 – Administração pública e educadores hão de entender que uma mesma escola pode um ano apresentar bons resultados e no outro ano não apresentar bons resultados, pois vários fatores influem no desempenho dos alunos como faltas de professores, greves, problemas na comunidade, bairros de onde se origina os alunos, remoção de professores, mudança de diretor e outros diversos fatores, mas mesmo levando em conta tais fatores posso afirmar com segurança que as boas escolas apresentarão resultados positivos na maioria das avaliações, mesmo que eventualmente apresentem baixos resultados em alguns anos, em específico, mas é certo que na maioria dos anos seus professores serão premiados e nos anos que o resultado não for bom todos se esforçaram para voltarem a ser premiados; 7- Em todos os setores da vida humana o prêmio é um estimulo para se atingir bons resultados e não é na educação que será diferente, afinal se funciona para grande parte das empresas, também funciona para os educações, afinal todos somos meros seres humanos e todos almejamos aquilo que é melhor para nós, basta entrar em uma loja onde os vendedores ganham comissão por venda e veremos que todos nos atenderão com máxima educação e fazendo de tudo para vender, já naquelas poucas lojas que os vendedores têm salário fixo, sem comissão, o atendimento não é o mesmo e muito menos o empenho dos vendedores não é o mesmo, assim vale para professores também, mesmo que educação não seja mercadoria, mas no final de tudo somos apenas seres humanos cheios de necessidades e sonhos, onde bonificações podem ser vistas como atalhos para realizar nossos sonhos, como uma viagem, a compra de um bem ou gastar com algo que nos dê prazer; 8- Quanto a extensão de bônus para aposentados é evidente que isso não deve ocorrer, afinal aposentado não esta se esforçando para o empenho dos alunos, sendo que o bônus é um estimulo para quem esta diretamente junto ao aluno, quanto aos aposentados eles devem ter um bom salário base, reflexo de um bom salário base na ativa, para que não desejem reivindicar valores que são próprios de quem esta na ativa; 9- A avaliação externa deve ser usada sim para classificar as escolas, afinal é direito de pais e alunos saber o IDEB de cada escola, inclusive comparando sua escola com a média da região e a média da cidade, pois sem informação é impossível que pais e alunos possam reivindicar uma melhor qualidade da educação, pois não existe um referencial para comparar; 10- Em relação aos professores que criticam a avaliação externa, talvez falte algumas noções básicas de estatística, pois o mais importante não é o conteúdo da prova e sim poder comparar grupos de alunos submetidos a mesma prova, sendo assim se a prova for fácil resultará em média alta, desta forma quem estiver abaixo de tal média podemos dizer que não foi bem, por exemplo, se a média de acertos for 80%, quem acertou 75% não foi bem na prova, por outro lado se a prova for difícil a média será baixa, desta forma se a média foi 20%, quem acertou 25% da prova foi bem na avaliação; 11- As escolas devem entender que formando um aluno que lê, escreve bem, que sabe calcular e tem visão critica, fatalmente irá bem nas provas, ou se por acaso, nem todos esses alunos forem bem, na média geral considerando todos os alunos o resultado será bom, mas por outro lado, um aluno com dificuldades de alfabetização e sem noções de cálculo não se sairá bem das avaliações seja qual for o conteúdo apresentado; 12- As escolas devem deixar de lado aquele discurso hipócrita que o importante é o processo, que o importante é formar um cidadão critico e atuante, que o importante é valorizar aspectos culturais e outras falácias mais, pois nada disso tem valor se a escola forma analfabetos funcionais, afinal como um analfabeto funcional pode se integrar ao mercado de trabalho, exceto nas profissões menos remuneradas, fazendo com que a escola faça perpetuar as desigualdades entre as pessoas, ao invés de transformar a educação em fator para vencer as desigualdades, afinal não podemos oferecer uma educação pobre para os pobres; 13- Percebo entre educadores, que aqueles que criticam a avaliação externa, com aquele discurso hipócrita que o importante é o processo, que o importante são os outros saberes e blá blá blá blá….. são os mesmos educadores que colocam seus filhos em escolas particulares, na sua grande maioria, desta forma a educação pobre e cheia de blá blá blá … só serve para os filhos dos outros, pois na escola dos filhos destes educadores os alunos e professores são avaliados todos os dias; 14- O IDEB com certeza é um índice que traduz bem a qualidade do ensino ofertado por uma escola e por uma rede, pois todas as escolas com IDEB alto tem fatores em comum como diretores a muito tempo nesta escolas, professores efetivos e a muito tempo nas unidades, valorização de aspectos empíricos e valorização da experiência dos educadores, boa disciplina dos alunos, participação dos pais na vida da escola e dos filhos e não há qualquer projeto revolucionário ou algum “guru iluminado” sendo seguido, por outro lado as escolas que não estão bem colocadas no IDEB também tem diversos fatores em comum como mudanças constantes na direção, mudanças constantes do quadro de professores, violência escolar, professores doentes, indisciplina entre os alunos, valorização de aspectos teóricos, valorização de utopias e valorização de “gurus iluminados” ao invés da experiência dos seus profissionais, desta forma, quer queiram, quer não queiram, é evidente, com raríssimas exceções, que o IDEB é um espelho fiel da escola e uma importante ferramenta de valorização dos professores que realmente se esforçam para o aprendizado dos seus alunos; 15- Quanto aos que criticam avaliações externas, sob o argumento que são conteúdistas, posso apenas afirmar que onde a educação funciona no mundo é valorizado o conteúdo e capacidade de raciocínio do aluno, pois o que interessa é formar mão de obra qualificada para construir grandes nações, reduzir a desigualdade e dar qualidade de vida para os povos destas nações e até onde eu saiba analfabeto funcional pouco vai ajudar a construir a nação Brasileira e melhorar a qualidade de vida do nosso povo, pois um analfabeto funcional, com raras exceções, apenas reproduzirá um contexto de exclusão social, formando famílias, muitas vezes cheias de filhos, fazendo só aumentar o número de excluídos, ou seja, sem educação de qualidade nunca venceremos nossa desigualdades e pobreza.

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  59. PROD FUND II CLEOMENES CAMPOS

    ago 28, 2013  at 02:58

    Gostei muito de saber que o aluno vai poder ter uma avaliação melhor do seu aprendizado, a nota estimula o aluno além de ser mais clara do que o conceito inlusive para a família acompanhar e o prof de avaliar. O conceito deixa um espaço muito grande entre um 4 e um 8 por ex. Entre o zero e o 4. Mais justo.

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  60. Gostaríamos de saber em qual proposta ou referencial curricular se baseiam as avaliações do IDEB. O IDEB atrelado à gratificação financeira do professor é suficiente para garantir o aprendizado dos alunos? Para o professor ter uma remuneração melhor ele deverá tornar-se um preparador de alunos para o IDEB?

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  61. Joyce S. L. Dias de Paula

    ago 29, 2013  at 02:58

    Há várias lacunas ainda, para uma integral compreensão do texto na integra, que traça a reforma da educação municipal de São Paulo, porém este não é algo a ser jogado fora. Sabemos que o número de alunos em sala, a valorização do profissional com cursos e também salário digno são importantíssimos. E devem ser levados em consideração, mas lembremos que no atual momento devemos discutir este que está posto. Acredito que tudo o que está colocado acerca da lição de casa, avaliações bimestrais, etc.que, provavelmente, no final do ano serão levados em consideração em eventual reprovação do educando, vão ser responsabilidade somente dos docentes ou a família também fará parte do processo e como esta será cobrada. Pois quando falam do boletim, este será enviado na residência, desta forma o pai/ responsável, não precisa ir até a escola, mas temos clareza de que a educação é um processo conjunto e que as responsabilidades devem ser divididas, entre governo, escola e família, se não,mesmo com a reforma estaremos fadados a um novo fracasso.
    Em relação às avaliações externas acredito que estas podem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem, desde que sejam voltadas pra isso e não, tão somente, para mensurar quem é que foi melhor, como é colocado na mídia. Para tanto é preciso que esta respeite, por exemplo, a diversidade existente dentro das instituições educacionais, pois nós temos alunos de inclusão que requerem atendimento diferenciado, por nós docentes, porém na hora de fazermos a avaliação externa estes recebem as mesmas que os demais.
    Levando em consideração no que tange a inclusão de alunos com necessidades especiais é preciso melhorar e muito, não só em relação às avaliações externas, mas isto é assunto para outro post em seu efetivo tópico.

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  62. Marivia Perpétua Sampaio Souza

    ago 30, 2013  at 02:58

    Quero acrescentar às discussões que as avaliações externas, ainda que não concorde com os sistemas de avaliação baseados nessas provas, possuem objetivos de avaliação dos sistemas, o que deveria servir para a construção das intervenções necessárias ao processo ensino aprendizagem. Portanto, entendo que se é objetivo avaliar os sistemas de educação, não posso concordar com o que se tem visto na prática, que é a submissão do currículo escolar às avaliações externas em larga escala. Concordo com o Prof. Luiz Carlos de Freitas (UNICAMP) quando propõe a obrigatoriedade da avaliação do sistema municipal, com periodicidade bienal e soba responsabilidade do Conselho Municipal de Educação. Essa proposta se justifica pela proximidade do sistema municipal e as escolas que o compõem. Outra proposta do Prof. Freitas é a de obrigatoriedade de avaliação do projeto político pedagógico de cada escola, com periodicidade anual e de forma participativa, na perspectiva de gestão democrática efetivamente, em que os protagonistas do projeto tenham voz. Freitas ainda observa a necessidade de avaliação dos profissionais com vistas à melhoria da atuação destes, sempre considerado o contexto, ou seja, as condições de trabalho e as oportunidades oferecidas a estes profissionais para o aperfeiçoamento de suas práticas. Ele ainda se refere à necessidade da definição de um teto de gastos com os processos de avaliação, de forma a evitar a mercantilização desses e a sua priorização em detrimento de outros aspectos.
    Prof. Luiz Carlos observa os estudos de Ana Bondioli (2004), sobre a qualidade na educação e a partir daí, considera a necessidade de “mudar nossa concepção de avaliação
    passando de uma visão de “responsabilização” para uma visão de participação
    e envolvimento local na vida da escola (Cf. Freitas et al., 2004). Os mecanismos para este processo ocorrer devem ser baseados no projeto político-pedagógico da escola (sintonizado com as políticas públicas de Estado e governo) e no processo de avaliação institucional, ao qual voltaremos mais adiante. Entretanto, este caminho exige políticas de Estado para o ensino e para a avaliação.
    FREITAS, Luiz Carlos. Eliminação adiada: o ocaso das classes populares no interior da escola e a ocultação da (má) qualidade do ensino.Educ. Soc., Campinas, vol. 28, n. 100 – Especial, p. 965-987, out. 2007. Disponível em

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  63. Maria Regina Potenza

    set 01, 2013  at 02:58

    Sobre a QUALIDADE DO ENSINO COM AVALIAÇÕES EXTERNAS:
    Após ler todos os comentários e respostas dos(as) colegas a este item da Proposta “Mais Educação São Paulo”, resta-me fazer alguns questionamentos:
    1. Para que tem servido os resultados das Avaliações Externas aos estudantes?
    2. Para que tem servido os resultados das Avaliações Externas aos professores (as)?
    3. Para que tem servido a análise desses resultados?
    4. Se a análise feita indica que o Ensino não está resultando, quais os problemas apontados e quais as soluções apresentadas para esses problemas diagnosticados? (Alguns professores têm apontado problemas com bastante precisão, nesta Consulta Popular.).
    5. Esse diagnóstico foi discutido com os interessados (pais, equipe escolar e estudantes)?
    6. Qual o objetivo do IDEB para a educação brasileira (porque nos demais países, até onde ele foi inventado e nos que tinham copiado essa ideia, já não se pratica)?
    7. Estes resultados têm diagnosticado as razões dos baixos índices brasileiros relativamente aos resultados mundiais? Qual o valor dado a essa comparação?
    8. As metas definidas no Programa de Metas para a Cidade de São Paulo no que diz respeito à Educação estão baseadas nestes índices, consequente diagnóstico e proposição de solução dos problemas?
    9. Por que o Brasil e a Capital de seu maior estado – São Paulo permanecem nesse modelo de escolarização mundial sem sequer tocar nos princípios de sustentabilidade que já são tão necessários para a formação?
    10. A quem interessa a manutenção desse modelo ocidental e capitalista importado, além do Mercado de Trabalho? Onde ficam os princípios de liberdade e os ideais de solidariedade humana, o pleno desenvolvimento do educando e o preparo para o exercício da cidadania exigida na LDB – 9394, de 1996?
    (Art. 2º. A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.).
    11. Esse modelo visa o exercício da cidadania? Ou apenas formar estudantes para competir no atual mercado de trabalho, a exemplo de tantos outros países que, ao longo dos últimos anos vem crescendo economicamente de forma assustadora a custa da perda de sua cultura milenar e com consequências desastrosas para a modificação climática mundial?
    12. Qual a diferença entre a filosofia atual deste Modelo e a dos jesuítas que vieram “civilizar” a população indígena que aqui habitava? Transformar os estudantes em “mão-de-obra”… barata? É dessa qualidade de ensino que todos estamos falando?

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  64. Margarete Monteiro

    set 01, 2013  at 02:58

    Durante muito tempo ouvi dizer e li que avaliações eram necessárias para averiguar como andava a educação no País , e o que fazer para melhorar o cenário. Todos já sabemos que bem não anda a educação. E que as avaliações padronizadas podem perfeitamente ser manipuladas , inclusive ao serem aplicadas e principalmente se estiverem veiculadas a bonificação de professores e alunos. Sou a favor de avaliações que sirvam para identificar falhas , lacunas na aprendizagem , que reorientem o trabalho pedagógico e principalmente que levem em conta a individualidade dos alunos , pois não há nada mais excludente que buscarmos a padronização. As escolas precisam ter metas claras e trabalharem para atingi-las. Professor alfabetizador deveria ser atribuído por capacidade , por vocação. Nenhuma criança deveria passar dos oito anos sem estar alfabetizada , isso acaba com a auto estima delas! A menos que tenham de fato alguma dificuldade e mesmo assim deveriam ser amplamente atendidas nessa fase. Sou contra as premiações , professores deveriam ganhar bem para se dedicarem a uma única escola e promoverem seus alunos.

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  65. monica luz

    set 03, 2013  at 02:58

    Até que ponto essas provas institucionais abordam o conteúdo trabalhado, assegurando o respeito ao contexto escolar e o conhecimento prévio do aluno?

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  66. REGIS ALVES DE OLIVEIRA

    set 03, 2013  at 02:58

    As avaliações externas são um instrumento importante de medir o desempenho do sistema de ensino, mas da forma como são implementados apenas verificam a defasagem e não garantem a melhora do sistema. Nos países melhores avaliados no PISA temos o envolvimento da família com relação a aprendizagem dos alunos, também os profissionais da educação são valorizados e respeitados, juntamente com tudo isso temos recursos de infraestrutura e pedagógicos que fazem que a escola propicie o total desenvolvimento do educando. Fica fácil responsabilizar apenas os profissionais da educação por um problema que é de toda sociedade.

    Responder

  67. emeianchieta

    set 05, 2013  at 02:58

    Com a implementação de uma política de avaliação do sistema de ensino, com definições de ações que possibilitem as metas e o estabelecimento de indicadores que permitam avaliar o processo de impacto das ações, a implementação de programas de acompanhamento desses programas de desenvolvimento. O direcionamento da proposta pedagógica, a articulação do planejamento escolar, com as metas dos projetos pedagógicos de cada UE, com o objetivo da criação de um sistema favorável de ensino.
    -Com a analise e a reestruturação, valorização da carreira docente.
    -A transparência na gestão.
    -Diminuição do número de alunos por sala.
    -Escolas mais autônomas.
    -Novas jornadas de trabalho.
    -Premiação por desempenho.
    -Melhorias das condições de trabalho dos profissionais da educação.
    -Negociação salarial.
    Percebemos que com essas mudanças, houve um fortalecimento na construção de um ensino de qualidade, mas que ainda se faz necessárias ações e programas complementares que favoreçam a educação.

    Responder

  68. Clélia Fátima Louzada

    set 05, 2013  at 02:58

    Sou coordenadora Pedagógica e busco na inteligente frase dos Detonautas:
    “…Entre o retorno de Saturno e o seu, Busco uma resposta que acalme o meu coração Do amanhã não sei o que posso esperar…” suporte teórico para entender o retrocesso educacional, ao propor o retorno das avaliações . Se ha décadas refletimos com os nossos pares que a escola era excludente pois suas avaliações eram meras verificações e instrumentos de exclusão. Vislumbramos na primeira década do século XXI o retorno , não de Júpiter , nem do Jedi, mas sim do espectro da exclusão travestido de “Qualidade de educação”. Que Oxalá não permita o ressuscitar deste espectro, mas se assim o for, que seus ressuscitadores não usem os nomes de nossos mestres em educação em suas preces afim de aclamar seus projetos e escamotear a verdade da população paulista.

    Responder

  69. Clélia Fátima Louzada

    set 05, 2013  at 02:58

    “ Podes dizer-me, por favor, que caminho devo seguir para sair daqui?
    Isso depende muito de para onde queres ir – respondeu o gato.
    Preocupa-me pouco aonde ir – disse Alice.
    Nesse caso, pouco importa o caminho que sigas – replicou o gato…”Lewis Carrol
    Fico a pensar, será que sabemos onde queremos chegar? Ou é apenas uma caminhada de quatro anos? Pois se queremos chegar a EDUCAÇÃO DE QUALIDADE PARA TODOS , esta não deve ser a estrada, assim falaram os grandes educadores do final do século passado e inicio deste. Se o final for outro, qualquer estrada serve.

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  70. Equipe do CEI Umarizal

    set 05, 2013  at 02:58

    Ensino Fundamental/Médio:
    A manutenção da avaliação pelo IDEB sem reestruturação, apenas agregando o resultado com o intuito de resultados do PDE não garante a qualidade de aprendizagem. O foco deve ser no aprendizado, o PDE deve ser complemento. O professor têm direito a premiação pelo seu esforço, porém não relacionar a questão financeira à metodologia, avaliação.
    EJA:
    Sobre a reorganização da avaliação do EJA consideramos importante a implementação da auto-avaliação. A semestralidade das etapas de avaliação nas EMEF’S com EJA noturno poderá subsidiar a proposta curricular com intuito da reorientação das práticas.
    Educação Infantil:
    Não há entendimento entre: creche/CEI/EMEI. O Governo usa nomenclaturas diferentes para o atendimento às crianças de zero a cinco anos. Deve-se considerar Educação Infantil o atendimento às crianças nessa faixa etária.
    Importante a extinção da nomenclatura “creche” pois remete aos conceitos antigos do cuidar, excluindo o professor de sua verdadeira função que é a de educar.

    Responder

  71. diny

    set 09, 2013  at 02:58

    Nenhuma medida tera efeito se houver diminuiçao de alunos por salas

    Responder

  72. EMEF Marechal Rondon

    set 09, 2013  at 02:58

    A Equipe Pedagógica da EMEF Marechal Rondon considera que as avaliações externas necessitam ser coerentes com o currículo proposto pela prefeitura (Orientações Curriculares).

    Responder

  73. José Roberto

    set 10, 2013  at 02:58

    Desde a década de 90 com a inclusão em suas políticas públicas de um escola para todos, a Avaliação Externa é um recurso muito útil para o acompanhamento do desenvolvimento de um sistema, porém, considero que uma Avaliação como a Prova Brasil, não é o suficiente para o momento uma vez que ela avalia a cada dois anos, e principalemnte agora nessa fase que será de implantação e implementação de uma reforma, seria necessário utilzar de uma avaliação anaula, pois assim em posse de seus resultados, as escolas poderiam traçar metas também a curto prazo para a melhoria da qualidade da educação. Mas esta avalaição deve vir acompanahada de uma formação e de um processo de reflexão de seus resultados que possam realmente transformar e melhorar todo processo.

    Responder

  74. paulo

    set 10, 2013  at 02:58

    Depreende-se do texto institucional que SME projeta por de lado a Prova SP, avaliação externa consagrada, com base de dados consolidada, análise de tendência evolutiva e histórico comparativo com SAEB/ANRESC E SARESP. Renunciar a esse conjunto de informações e indicadores de desempenho escolar da Rede Pública Municipal é como negar a história da instituição e descartar dados comparativos que permitem a SME “DIALOGAR COM OUTROS SISTEMAS DE ENSINO”. aS AVALIAÇÕES EM PROCESSO previstas com periodicidade bimestral não possuem o mesmo rigor técnico estatísitico. Assim é preciso cautela…

    Responder

  75. Eliete Barboza Ramos Marreto

    set 12, 2013  at 02:58

    Quero deixar registrada minha decepção, enquanto diretora de escola desta rede de ensino, quanto à forma escolhida pelos governantes para apresentar, na mídia, o Programa de Reorganização Curricular.
    As mudanças em Educação são previstas e necessárias, entretanto, desta vez, foram anunciadas de modo equivocado, populista e demagógico. A história desta Rede de Ensino e a trajetória de seus profissionais foram desrespeitadas e banalizadas, no momento em que se propõe um “pacote de ações pedagógicas” (provas bimestrais, boletins, lição de casa, recuperação contínua..) como se este fosse a “fórmula mágica da aprendizagem”, e o pior, passando para a população a ideia errônea de que as escolas e seus profissionais, são os legítimos culpados pelos baixos índices obtidos nas avaliações externas. Sequer houve o bom senso de se fazer justiça e colocar que “muitas escolas já fazem tudo isso…” É lamentável, para nós, profissionais responsáveis e que temos uma vida inteira dedicada à Educação, sermos” injustamente rotulados publicamente de meros incompetentes…”
    Quanto à Reorganização Curricular, é importante colocar que a falta da Grade/Matriz Curricular na proposta, dificulta o entendimento do que se propõe para a nova organização dos Ciclos. Já que foi proposta uma Consulta Pública, seria interessante que as DREs e suas escolas tivessem tido acesso às minutas de Portaria, para que de fato pudéssemos analisar e opinar sobre os impactos desta implementação para a escola, alunos e profissionais da educação. Sem a Legislação, tudo o que pensamos ou verbalizamos se traduz em mera especulação…
    Considero necessário rever, entre outras questões, a dependência nos 7º e 8º anos, a recuperação no período de férias e o próprio termo “professor generalista…” Há várias concepções conflitantes na atual proposta, que devem ser melhor analisadas e estudadas, para que a ESCOLA, que já tem um trabalho árduo a desenvolver, não se transforme num “caos administrativo e pedagógico…”

    Responder

    • Maria Regina Potenza

      set 12, 2013  at 02:58

      Boa, Eliete Marreto!
      Estou ao seu lado sentindo-me acusada de incompetente, sem ser ré e sem ser ouvida antes de se propor qualquer tipo de alteração no que já estamos fazendo sem que os tais resultados esperados se concretizem porque avaliados de forma equivocada. Concordo que é um pacotão demagógico, sem princípios de aprendizagem e sem matrizes de referência que nos permita opinar, quanto mais aconselhar, qua aliás seria nosso papel: diagnosticar, analisar, priorizar e sugerir mudanças. Começa aí a desvalorização do(a) pedagogo(a)/professor(a). De acordo com os governantes só prestamos para obedecer o que eles acham de lá de seus gabinetes que é a solução dos problemas da educação que eles acham que entendem, mas que acontece no chão das “salas de aula”. E quem tem que dar conta somos nós… os próprios excluídos do processo. Consulta Pública pra “inglês ver”.

      Responder

    • Maria Regina Potenza

      set 12, 2013  at 02:58

      Primeiro eu quero que se defina claramente a expressão: “qualidade da educação”.

      Eu quero participar do Diagnóstico dos ditos problemas da educação, através de pesquisa séria.

      Quero analisar todos os aspectos com todos os(as) colegas pedagogos(as) da Rede.

      Identificar se há problemas e que estes sejam aprovados por todos os que atuam na aprendizagem para poder propor as soluções, junto com todos(as) os(as) colegas da Rede.

      Quero propor soluções e as formas de implementá-las de forma que todos sejam incluídos e se manifestem quanto aos procedimentos.

      Por que não acredito em “lei que pega e que não pega” como dizem no nosso legislativo. Mas acredito que “de boa intenção eleitoreira o inferno está cheio”.

      Estou cansada de ser manipulada e desvalorizada. Exijo respeito.

      Responder

  76. Hélio José Priolli dos Santos

    set 12, 2013  at 02:58

    O ciclo autoral tem como objetivo valorizar a criatividade e a produção escolar dos alunos. Premiação acredito que seja um idéia do colega ou colega que não é foco de análise dentro deste ciclo. O aluno do ciclo autoral deve sim estar nele sabendo ler e escrever corretamente bem como conhecimento das interfaces do saber. Acredito que o ciclo autoral forneça as crianças, adolescentes e jovens a oportunidade de criar, produzir e avançar seus aprendizados…. agora colegas… sem essa de premiação, pára a área da educação não deve jamais priorizar isso.

    Responder

  77. Déborah Souza

    set 12, 2013  at 02:58

    Não acho que as avaliações externas estejam mostrando bons resultados para a aprendizagem, elas vem servindo para a cupabilização do professor, já que os índices são alarmantes, contudo as mudanças efetivas só se darão com uma nova organização de sala de aula, com menos alunos por sala e com o empoderamento do professor, já que hoje o maior desafio é ensinar uma criança que não tem interesse em aprender.

    Responder

  78. EMEI ELIS REGINA

    set 12, 2013  at 02:58

    AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE ENSINO

    Como podemos utilizar um modelo de avaliação igual para todos, dentro de um município com realidades tão diversas e considerando que a única avaliação citada no documento é o IDEB?
    Como utilizar o mesmo modelo de avaliação externa para todos os alunos, sem levar em conta a diversidade? Propomos a extinção das avaliações externas e que as mesmas sejam condizentes com a realidade social de cada comunidade.
    Na Educação Infantil a avaliação da qualidade do ensino deve seguir critérios de indicadores da qualidade do MEC, sendo esses, próximos dos indicadores dos municípios. Vale ressaltar o cuidado na construção da avaliação na Educação Infantil, para que a mesma não seja classificatória e descontextualizada.

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  79. Natália Lessa

    set 12, 2013  at 02:58

    Sendo parte integrante do processo ensino-aprendizagem, a avaliação ganhou na atualidade espaço muito amplo nos processos de ensino e requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos.
    Avaliar não deve ser somente medir, mas perceber uma concepção filosófica. Deve-se repensar os métodos avaliativos para que estes tenham seus limites ultrapassados tendo em vista a introdução de novas tecnologias e de uma pós-modernidade educacional. Desta forma, esta proposta é muito válida, já que visa realmente avaliar todos os níveis e com contextos.

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  80. Natália Lessa

    set 12, 2013  at 02:58

    Sendo parte integrante do processo ensino-aprendizagem, a avaliação ganhou na atualidade espaço muito amplo nos processos de ensino e requer preparo técnico e grande capacidade de observação dos profissionais envolvidos.
    Avaliar não deve ser somente medir, mas perceber uma concepção filosófica. Deve-se repensar os métodos avaliativos para que estes tenham seus limites ultrapassados tendo em vista a introdução de novas tecnologias e de uma pós-modernidade educacional.
    Desta forma, esta proposta é muto válida, já que busca verificar possíveis lacunas no sistema educacional de todos os níveis.

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  81. Equipe Gestora

    set 13, 2013  at 02:58

    EMEF Paulo Prado
    Não concordamos em vincular resultados nas avaliações à bonificação dos professores. Acreditamos que todo professor tem por principal objetivo o sucesso de seu aluno. A avaliação deve ser sempre o meio, a ferramenta para subsidiar o trabalho do professor.

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  82. CEI Vila Constança

    set 13, 2013  at 02:58

    As avaliações externas devem estar atreladas às Diretrizes Curriculares, servindo como meio de se repensar e redimensionar as aprendizagens dos alunos, sem vínculo ao PDE.
    A construção da avaliação da Educação Infantil baseada nos indicadores de qualidade do MEC deverá ser contextualizada.

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  83. Claudete

    set 15, 2013  at 02:58

    Li todos os comentários apresentados até aqui, e considero importante os que pedem que seja desvinculado a gratificação ao profissional da educação atual PDE , digo atual porque já mudou de nome que era GDE, aos resultados de qualquer desempenho do aluno seja em provas externas ou internas ou a notas. Penso O QUE REALMENTE VEM A SER A BUSCA DE CONHECIMENTO?BUSCAR ESTE CONHECIMENTO que me levará a constituir-me um cidadão precisa de premiação ?Hoje formada lembro-me que só precisei de minha mãe incentivando-me a aprender para saber viver, saber lutar pelos meus direitos. HOJE é preciso prêmio em forma de nota ou dinheiro para que eu educadora cumpra o que sei que de fato é de minha responsabilidade?Acredito que NÃO. A estrutura do ensino municipal precisa mudar sim , mas pelos caminhos de fato necessários.Insisto em dizer(como muitos já disseram, REDUZA O NÚMERO DE ALUNOS, Valorize o educador dando-lhe melhores condições de trabalho, com remuneração digna ,para que não tenha que ficar dois turnos de trabalho e até três, correndo de uma escola para outra . Invistam na formação a nível dos cursos de Pedagogia.Fiz Magistério e depois Pedagogia , mas foi no Magistério que tive uma base , para planejar minhas aulas, escolher minha metodologia, que claro com anos de experiência foi se modificando .Considero boa a intenção dos três ciclos apresentados por esta proposta da Prefeitura, mas o que se pretende com as notas no último ciclo?Criar um número elevado de retenções ?Quando era nota , o que mudava era só o preenchimento das tais chamadas tarjetas. Será mesmo que o fato dos alunos hoje não se dedicarem ao aprendizado tem a ver com a falta de nota e retenção? Ou a saberem que não adianta seguir e almejar ser um Médico porque poucos ou quase nenhum conseguirá, e quando adolescente ficam pelas ruas sem nada para fazerem, não há mercado de trabalho tampouco perspectiva de que estudando se formarão naquelas profissões que desejam ou se formados ingressarão no mercado de trabalho.Enfim sou favorável três ciclos, com retenção aos finais dele mediante a apresentação ao aluno e a sua família de quais as habilidades e ou conteúdos devem atingir para concluirem o ciclo, documento apresentado a família em reunião de pais assinado por eles com o compromisso de participarem da vida escolar deste aluno. Reuniões periódicas para ir apresentando o que foi alcançado e o que não foi atingido, ficando claro como o processo do aluno está.Se o sistema de ensino municipal quer acompanhar os processos de aprendizagem e os avanços que passe a aumentar o número de profissionais nas escolas e em DOT para acompanhar os planos de trabalho,planejamentos e assim criarem juntos avaliações no intuito de replanejar para melhorar, não para punir ou premiar. E não esquecendo que é preciso a presença de psicopedagogos e profissionais para ajudar crianças com problemas de aprendizagem e necessidades especiais.

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  84. IRIS FELIX - ESTÁCIO

    set 15, 2013  at 02:58

    As mudanças são necessária, todos os alunos tem direito a uma educação laica, gratuita e de qualidade, indiferente de idade ou posição social. As propostas curriculares devem acontecer de forma que todos possam participar e se desenvolver culturalmente e socialmente.

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  85. José Valdene Tavares de Oliveira

    set 15, 2013  at 02:58

    Estamos diante de mais um retrato da educação, desta vez, não sei, se é novo ou se é velho. Se nos remete a uma concepção pós-modernista, ou se remonta a uma concepção moderna. De modo que, estamos nos acostumando a jogar de acordo com o sistema, que tem agora como tema: A escola de tempo integral.
    Em tempo, vos digo. A escola que temos, necessariamente precisa ser um espaço onde a educação aconteça no sentido estrito e no sentido lato, transcendendo o currículo formal, dando-se de forma integral. Enfim, o que importa é assimilar a concepção de educação integral, e não, simplesmente ou somente, a educação de tempo integral.

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