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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
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As avaliações do sistema de ensino (Prova São Paulo, Prova da Cidade, Prova Brasil, Provinha Brasil) são fundamentais para garantir o direito à aprendizagem. Porém, as diferentes avaliações não têm origem nas atuais estruturas curriculares e seus dados estão sendo pouco aproveitados para a melhoria da aprendizagem.

Será desenvolvido sistema de avaliação da qualidade da Educação Infantil com base nos Indicadores de Qualidade da Educação Infantil do MEC aliado àqueles processos já praticados pela SME. Para o Ensino Fundamental e Médio, será dada continuidade ao sistema de avaliação nacional (IDEB), agregando seus resultados ao Prêmio de Desenvolvimento Educacional. Será desenvolvido novo sistema de avaliação para a Educação de Jovens e Adultos – EJA.

Se você quer saber mais detalhes sobre o tema, acesse nossa área de documentos e consulte o documento completo.

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Discussão - 116 comentários
  1. Marcelo

    ago 15, 2013  at 02:58

    Não sou da área da educação, mas gostaria de saber o seguinte: as pessoas irão aprender a ler e a escrever?
    Pois o que mais vejo são crianças e adolescentes que não sabem interpretar o que leem e muito menos escrever! Eu mesmo tenho um sobrinho com quase 15 anos que escreve pessimamente e continua a passar de ano!
    Em minha opinião ele é praticamente um analfabeto funcional… como pode isso??

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    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:58

      As propostas da avaliação externa e do fim da aprovação automática visam aumentar a cobrança por rendimento da aprendizagem. Sem a avaliação externa, os professores costumam ser considerados “muito exigentes” quando avaliam com rigor, de modo que o sistema pressiona os professores a “nivelarem por baixo”, cobrando pouco dos alunos. A avaliação externa visa minimizar esse problema, servindo como uma referência mais precisa para a aprendizagem. Isso pode ser importante para reduzir a taxa de analfabetismo funcional, que você mencionou e, de fato, está bastante elevada.

      Porém, precisamos tomar cuidado para que essas avaliações externas estabeleçam metas absolutas, evitando o erro da “normalização” dos resultados. O atual sistema de TRI (teoria de resposta ao item), apesar de funcionar muito bem (apesar de eu ter algumas ressalvas) para avaliações classificatórias (aquelas que são usadas para preencher um determinado número de vagas) apresenta um grave defeito na aferição da qualidade do ensino: o TRI classifica como “difícil” uma questão que muitos alunos erraram. Dessa forma, se o nível geral do ensino for baixo – o que de fato acontece – os resultados das provas se acomodarão a esse nível. Ou seja, alunos com sérias deficiências de ensino apresentarão notas boas, pelo fato da maioria também apresentar as mesmas deficiências.

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    • Tatiane Matavelli

      ago 20, 2013  at 02:58

      Voccê tem razão muitos adolescentes são analfabetos funcionais. Como professora digo que os direitos dos alunos são tantos que o professor fica de mãos atadas e eles são privados de serem orientados e corrigidos no momento certo da vida escolar. Não se preocupam porque sabem que só poderam reprovar no ultimo ano. Imagino que alguma mudança positiva haverá com esta reforma.

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  2. Renata

    ago 15, 2013  at 02:58

    A proposta é excelente e, o mesmo deve ser aplicado ao Estado, pois os alunos hoje saem da escola analfabetos. Na minha opinião e creio que na de muitos deve ser alterado também o Estatuto dos Adolescente, pois hoje em dia a educação é zero em todos os sentidos, além de saírem da escola analfabetos, saem também sem respeito. Os pais devem fazer sua parte como dizem “educação vem de casa” mas o Estatuto tira todo o respeito, dos pais, dos professores, de quaisquer autoridades sobre as crianças e devido a tudo isso e mais…tantas outras coisas, nosso País está como está. Melhorando na educação já é um começo…

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  3. josé Donizetti Vieira de Morais

    ago 15, 2013  at 02:58

    * Criar um sistema avaliativo para as crianças que adentram ao ensino fundamental ou à escola (nos casos de transferência). É comum reclamações de pais e crianças que estando atrasada não conseguem caminhar junto com o grupo e adiantadas (passaram por alfabetização nas EMEIs CEIs ou pelos pais) ficam desestimuladas por reverem o que já sabem ou acham que sabem. Assim cada criança faria parte de grupos similares na aprendizagem e devem ser incentivados a avançar cada vez mais.
    * Um sistema avaliativo que facilite a criança a ultrapassar os limites impostos: Sair do 1º ano para o 2º ano não deveria demorar um ano, mas prever ciclos que a criança ultrapasse de acordo com a sua natureza pedagógica (similares aos jogos que elas adoram na internet e em outras brincadeiras. Assim teríamos ciclos, níveis a serem alcançados de acordo com a natureza pedagógica individual e da comunidade.

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  4. josé Donizetti Vieira de Morais

    ago 15, 2013  at 02:58

    Na EJA a proposta de inserir ensino tecnico profissionalizante é perfeita, mas a terceirização do ensino conveniando o sistema Sesi/ Senai / Senac poderia ser substituida pelo desenvolvimento de um sistema tecnico profissionalizante com a cara de São Paulo superando a tentativa militarizante do sistema 3 S que forma mão de obra para o sistema capitalista.

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  5. Roussel De Carvalho

    ago 15, 2013  at 02:58

    Atualmente nao ha fortes evidencias de que avaliacoes externas padronizadas bimestrais ajudam na melhoria do aprendizado. No entanto, avaliacoes externas sao extemamente importante para o controle/avaliacao de um “curriculo minimo”. Uma prova bimestral sem uniformidade curricular nao ira avaliar o que se deseja.

    Acredito que a avaliacao bumestral formativa dos alunos por professores seria muito mais efetiva, com provas padronizadas, externas no final de cada ano (ou outro periodo maior que bimestral)

    O acomapanhamento bimestral com reunioes com os pais e alunos eh essencial para o acompanhamento do aprendizado do aluno e para aproximar os pais das escolas.

    Uma outra sugestao, seria a utilizacao de “professores tutores”. Cada professor seria responsavel por um grupo de 15-20 alunos nos primeiros 20-30 minutos de cada dia. Neste period este professor desenvolve atividades de acompanhamento escolar, conversando com os alunos, desenvolvendo atividades voltadas ao desenvolvimento pessoal de cada aluno. Este professor teria mais contato com a familia dos alunos, suas notas, problemas de comportamento, etc,. Um sistema onde exista uma articulacao maior entre escola-comunidade. (ver modelo ingles para este sistema de prof. tutores)

    A avaliacao externa multipla pode causar estresse a alunos, pais e professores, e portanto muito cuidado deve ser tomado na formulacao de politicas educacionais

    O acompanhamento regular por uma outra equipe especilizada na escola (para ajudar alunos com dificuldades de aprenizado) seria muito mais eficiente do que colocar o aluno em recuperacao. A reprovacao nao ajuda ninguem, nem o aluno, nem a escola, nem o professor. Deve existir uma estrutura de inclusao escolar onde alunos com dificuldades atendam aula no contraturno para ter um acompanhamento mais proximo ( ao inves de simplesmente “revisar” a materia). Este acompanhamento seria feito por especialistas/pedagogos especializados em dificuldades de aprendizado.

    Ha varias razoes pela qual alunos nao aprendem da maneira “esperada”. Isto deve ser identificado corretamente ao inves de simplesmente dizer que o “aluno nao quer nada com nada”. A grande maioria das vezes o aluno necessita de um acompanhamento diferenciado para ganhar confianca e desenvolver outras habilidades.

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    • Rogério Fajardo

      ago 19, 2013  at 02:58

      Sobre o seguinte trecho que você escreveu – “A avaliacao externa multipla pode causar estresse a alunos, pais e professores, e portanto muito cuidado deve ser tomado na formulacao de politicas educacionais ” – creio que o estresse é uma situação inevitável em um ensino onde há cobrança a todos aqueles que compõem o processo: alunos, pais e professores. Claro que precisamos de temperança. Mas certamente o nível de pressão exercida especialmente sobre os alunos, hoje em dia, é muito baixa e não condiz com a realidade do mercado de trabalho.

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  6. PAULA

    ago 15, 2013  at 02:58

    Concordo plenamente!!! As avaliações devem ser coerentes com a estrutura curricular e mais aproveitadas,os professores deveriam ter mais acesso para trabalhar na aprendizagem dos alunos de forma coerente com cada caso.

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  7. Marlene Rodrigues Nepomuceno oliveira

    ago 15, 2013  at 02:58

    Eu estou totalmente de acordo,tem que mudar mesmo porque tem muita criança passando de ano sem saber escrever o próprio nome.

    Responder

  8. Rosineide Alves Taveira Ciucci da Silva

    ago 15, 2013  at 02:58

    Achei muito válida a proposta, mas gostaria de acrescentar uma ideia: a de proporcionar um bônus em dinheiro aos melhores alunos ( os que se destacarem em notas, projetos, olimpíadas de português, matemática etc) ou que o projeto “bolsa família”, o qual foi criado para que as crianças se dedicassem mais à escola e não fossem exploradas no contexto do trabalho infantil, pudesse ser “melhorado” de acordo com o desempenho escolar do aluno e não somente pela presença deste na escola, como acontece hoje. Basta o aluno ir à escola e responder a presença, que ele será beneficiado. Se houvesse este acréscimo no valor, devido ao desempenho escolar, acredito que a nossa educação teria um avanço considerável e o aluno iria valorizar mais os estudos. Vale lembrar que na graduação e pós graduação, os melhores projetos são contemplados com bolsas do CNPQ, FAPESP e até viagens ( como acontece na bolsa sanduíche). Por que não criar a mesma cultura ao nossos alunos do ensino básico? Será que se isto fosse possível, não teríamos um maior interesse pelos estudos? A escola estaria fazendo uma grande diferença na vida de nossos alunos. Gostaria de acrescentar que sou professora das redes municipal e estadual de SP com 22 anos na carreira.

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    • Maria Lucia

      ago 19, 2013  at 02:58

      Não entendi! Dar bônus em pecúnia para os melhores alunos? Isso vai contra a Constituição Federal (CF), Leis de Diretrizes e Bases LDB), Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), diz que o aluno tem que frequentar a escola, os responsáveis e a escola devem zelar pela sua frequência. O aluno não faz mais que sua obrigação ESTUDAR, tirar nota nas provas/avaliações, ser assíduo e isso não envolve nenhum beneficio. É como se o patrão dissesse para o funcionário que se ele for trabalhar irá ganhar um bônus por ir trabalhar. Mas o funcionário já ganha para ir trabalhar, ou estou errada? Que sociedade é essa??????

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      • Rogério Fajardo

        ago 22, 2013  at 02:58

        A colega propôs que se premiasse os MELHORES alunos, não aqueles que simplesmente alcançaram o mínimo esperado deles. Isso é feito, sim, em muitas empresas: quem se destaca na sua função pode receber uma bonificação.
        ç

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    • Aparecida Lanaro

      ago 22, 2013  at 02:58

      Professora, seu comentário foi infeliz e nada tem a ver com Educação.

      Responder

      • Rita

        ago 22, 2013  at 02:58

        “sejam bem vindo à Matrix”, pois o mundo real busca premiar os “melhores”. E a “educação” é um mundo paralelo

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    • REGINA CELESTINO DOS SANTOS

      ago 22, 2013  at 02:58

      Não concordo com mais um prêmio ao aluno que faz aquilo que tem que fazer na escola, estudar, o prêmio a ele é o futuro garantido com um bom emprego, um cidadão de bem formado por uma escola de qualidade com profissionais competentes e capacitados, numa escola estruturada para os fins a que se propõe.

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    • Míriam

      set 05, 2013  at 02:58

      As múltiplas avaliações aplicadas no decorrer deste período mostrou que a educação municipal vai mal, não gerou grandes mudanças ou benefícios nos resultados esperados. Precisamos pensar no por que, será que estas avaliações estão de acordo com o currículo escolar real, sua formatação é adequada a clientela atendida? Já é hora de se pensar nas diferenças, ou seja, na necessidade de se estabelecer provas diferenciadas para alunos com necessidades educacionais especiais. Não podemos esquecer que o modo de avaliação para estes devem ser apropriados.
      De posse dos dados gerados por estes vários instrumentos é necessário criar politicas públicas para sanar o problema, estas não devem ser utilizada apenas como um ranking para apontar sucessos e fracassos. Necessitamos investimentos na formação dos profissionais de educação, em materiais pedagógicos que possam enriquecer as aulas, criação de espaços pedagógicos e educativos e também chamar a esta responsabilidade as famílias.
      A avaliação formativa visa apontar avanços das crianças e reorientar o trabalho pedagógico, então devemos utilizar estes instrumentos em nosso beneficio.

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  9. claudio maroja

    ago 15, 2013  at 02:58

    O Ideb não é um sistema de avaliação, é um índice educacional que relaciona o fluxo escolar com a proficiencia alcançada na Prova Brasil. O sistema de avaliação nacional é o SAEB. O problema está no intervalo da avaliação e principalmente na demora dos resultados, que são liberados praticamente no final do semestre ou no inicio do segundo semestre do ano posterior à aplicação, portanto é um retrato antigo. Conhecendo que as intervenções na rede pública são morosas, estas informações do SAEB só serão trabalhadas praticamente dois anos após a última aplicação, que irá coincidir com o ano da nova aplicação.
    Com a nova reorganização dos ciclos, o SAEB só irá avaliar o 5 e o 9 ano, isso não seria adequado, pois teremos um buraco no processo de avaliação externa. A Prova São Paulo, avaliava todos os anos de escolarização, a partir do terceiro ano do EFI e foi abandonada com a alegação, inclusive reforçada no texto desse item, que não conversava com o currículo, infelizmente a SME desconsiderou os estudos que provavam que a Matriz de Avaliação da Prova São Paulo tinha um índice de correlação muito forte com a Matriz do SAEB, sendo muito superior no detalhamento dos descritores em relação aos do SAEB.
    Outro ponto importante é que este ano começará a ser avaliado no SAEB, CH e CN, no caso de Ciências Naturais, a Prova São paulo já tinha realizado duas avaliações, com resultados muito bons, e completamente descartados pela atual administração.
    Sugiro que a SME realize uma avaliação externa da rede nos anos intercalados da Prova Brasil, com um nível de detalhamento muito superior, tal como ser censitária para todos os anos, afim de obter um diagnóstico adequado da rede. Além do mais, o SAEB não entrega a proficiência individual dos alunos.

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    • Terezinha Daniel

      ago 22, 2013  at 02:58

      Plenamente de acordo com você Maroja! Precisamos avaliar todo o processo, e por meio dos resultados obtidos ajudar nossos alunos a superarem suas dificuldades. Boletim não é novidade, pois ele nunca deixou de existir tal como avaliações. Avançamos ainda que lentamente, porém mapeamos nossos alunos individualmente e sabemos onde devemos intervir para que ele tenha sucesso na aprendizagem.

      Responder

  10. Andrea Cunha Kron

    ago 15, 2013  at 02:58

    Hoje minha filha mais velha estuda no 5º ano de uma escola do estado e vejo constantes reclamações dos professores que: “São tantas as avaliações, são tantas coisas extras para se apresentar e avaliar, que a matéria do currículo esta quase impossível de se dar!”. Minha preocupação é criar avaliações e não se preocupar que no meio de tudo isto, o professor tem um conteúdo para trabalhar… Acho que uma avaliação final, por nota numérica do aprendizado do aluno, se bem aplicado, é um ótimo índice, porem, o professor também tem que entender que quando o método não esta adequado, outras formas de apresentação de um tema deve ser executado, e não apenas repetir aquilo que já foi dito e não entendido!

    Responder

  11. Arnaldo Silva

    ago 15, 2013  at 02:58

    Fim dos professores de módulos.
    Precisamos de um modelo q contratação igual do Estado, onde ganha-se por aulas dadas. Pq uns trabalhão de mais, outros menos ( módulos) e ganham igual.

    Responder

    • Maria Aparecida

      ago 17, 2013  at 02:58

      Me desculpe mas, o sistema existente no Estado é o mais falido de todos! A existência dos professores “módulo” garante a qualidade nas substituições de aula e possibilita o desenvolvimento de projetos. No sistema existente nos Estado um professor pode ficar o período inteiro na escola e não receber um único centavo, se não tiver aulas a substituir. Quem vai se submeter a isso?

      Responder

    • Tania

      ago 29, 2013  at 02:58

      Não concordo, todos são professores iguais e devem ganhar o mesmo. Pode-se criar alternativas para quando o professor de módulo estiver sem aula ficar na sala com o professor regente.

      Responder

  12. Alessandro de Abreu

    ago 15, 2013  at 02:58

    Só temos que tomar cuidado com a mensuração em notas, o rigor da matemática pode criar injustiça. É aconselhável criar um dispositivo na legislação que deixe claro que a nota tem que levar em consideração o progresso do aluno, caso contrário correremos o risco de ignorar o ritmo de cada estudante.

    Responder

  13. Márcio

    ago 15, 2013  at 02:58

    25 alunos em vez de 45 por sala …

    Responder

    • Maria Aparecida

      ago 25, 2013  at 02:58

      Totalmente apoiado!

      Responder

  14. Débora Espada Catarino

    ago 16, 2013  at 02:58

    Todos que trabalham com educação sabem que avaliar é um processo. Infelizmente, para classificar as Unidades Escolares e distribuir prêmios educacionais que mais parecem esmolas, a prefeitura insiste em considerar um único momento, uma única prova, ao invés de acompanhar de perto o trabalho desenvolvido pelas mesmas. Só tenho a lamentar…

    Responder

  15. Fernando Freitas

    ago 16, 2013  at 02:58

    Aprovação direta não, os alunos necessitam de uma educação realmente comprovada e de boa qualidade, com professores que recebam melhores salários.

    Responder

  16. Daniela Bonafé

    ago 16, 2013  at 02:58

    Sou explicitamente contra as avaliações externas que não vão de encontro a realidade da escola e com as regionalidades, muito menos atreladas a prêmios de bonificação aos professores.
    Estes, muitas vezes reféns de baixos salários, mascaram os resultados para que a bonificação lhes seja concedida. Noutras vezes, são reféns da própria prova, que prevê conhecimentos e habilidades que ele ainda não trabalhou/desenvolveu por falta de tempo, material, formação. Noutras vezes, os conteúdos não são adequados aquele ano do ciclo e as provas ficam distantes do real, o professor é refém de altas expectativas de aprendizagem, bem como os alunos.
    O PDE devia ser incorporado ao salário base.

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  17. Raqauel de Campos Felizolla

    ago 16, 2013  at 02:58

    Um dos problemas da educação da Rede Municipal de Ensino de São Paulo é a falta de continuidade das ações desencadeadas numa determinada administração que são abandonadas em outra. Há um desperdício de esforços, como se cada administração descartasse tudo o que foi feito e começasse tudo de novo. A avaliação externa é importante desde que se utilizem os dados para o planejamento de novas ações, no entanto acredito que a rede municipal de São Paulo, a maior do Brasil, tem características específicas e necessita de avaliações próprias, não somente a que se aplica a todo o Brasil.

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