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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
Discussão - 20 comentários
  1. ANTONIO DIAS NEME

    set 12, 2013  at 15:13

    Na verdade a recuperação é uma chance….

    Hoje as crianças e adolescentes se envolvem com diversas opções de atrativos e acabam se esquecendo das obrigações escolares. Quando as obrigações escolares não são cumpridas, o aluno compromete sua aprendizagem não conseguindo atingir uma média legal para passar de ano. Para muitos, a recuperação é castigo de professor e uma forma de prendê-los na escola, mas, na verdade a recuperação é uma chance de esclarecer dúvidas com o professor, aprender o que foi deixado passar e de ter uma nova avaliação a fim de poder passar de ano. É um momento de estudo específico para estudar somente as matérias que foram de difícil entendimento.
    Recuperação Paralela: É realizada no final de cada semestre onde o aluno recebe junto com o boletim um plano de estudo para ser realizado em julho e depois em dezembro com um plano de estudo anual. Após o término dessas aulas, o aluno fará uma prova a respeito do conteúdo dado no plano de estudo específico e será aprovado se conseguir atingir a nota necessária.
    Apesar de parecer ruim, a recuperação é uma excelente chance para aqueles que tiveram dificuldade durante o ano letivo para compreender determinados tópicos em diferentes matérias. É uma forma de esforçar e aproveitar o tempo perdido no decorrer do ano. Para os que ficaram para recuperação, o melhor a se fazer é estudar e garantir o próximo ano em outra série com outras matérias, outros professores, outros alunos, talvez outra escola…

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

    • Eliana Seravalli Starling de Oliveira

      set 15, 2013  at 15:13

      Penso que além da Recuperação Paralela e a recuperação contínua em sala de aula, deveríamos organizar uma sala de intervenção pedagógica onde um professor especializado em mediação de conhecimento pudesse atender individualmente alunos de 1ºao 9º ano com dificuldades de aprendizagem, funcionando em período integral. Com certeza diminuiríamos e muito o sofrimento de alunos que sentem-se inferiores em relação aos colegas porque pecisam de uma ajuda a mais, e não querem esta ajuda dentro da sala de aula para não sofrerem preconceitos por parte dos colegas, preferem desviar a atenção fazendo “bagunça”, ou recusando-se a fazer as “lições” para não demonstrar suas dificuldades, principalmente quando são adolescentes, ou estão fora da faixa etária da classe.

      Responder

  2. Victor Rosa

    set 12, 2013  at 15:13

    Gostaria de fazer algumas observações:
    1- No documento apresentado para consulta pública cita-se as metas para o IDEB de acordo com Programa de Metas para a Cidade de São Paulo (2013 – 2016), as metas são de um IDEB no final de 2015 de 5.4 para os primeiros anos do E.F. e de 5.3 para os anos finais. Creio que caso o programa Mais Educação venha a sugerir metas para o IDEB (o que seria interessante), deveria revisar esses números. O valor aferido para a cidade no IDEB de 2011 para os últimos anos foi de 4,2, a meta de 5,3 é promissora e interessante, mas bem ambiciosa. Seria muito bom alcança-la, as mudanças na estrutura são suficientes para um ganho de 1,1? Ainda, a meta para primeiros anos é de 5,4. A MÉDIA do ESTADO de SP foi de 5,4 em 2011, a cidade ficou com 5,1, essa meta não é conservadora demais? Será que não é possível buscar um IDEB maior para os primeiros anos?

    2- Está se propondo no FAQ do site o ensino de Inglês como item curricular. Concordo plenamente, é um item FUNDAMENTAL, mas, o ensino de inglês deve ser levado com cuidado. Muito se vê, inclusive na rede privada, que se ensina aos alunos série após série o mesmo conteúdo. Passa-se da primeira a oitava série aprendendo o verbo “to be”. É necessário parar de pensar que devamos acabar com o trabalho do ano anterior só porque existe um aluno de transferência que não aprendeu inglês na escola antiga, esse aluno deve ter um tratamento especial, fora de aula, para acompanhar a matéria atual, mas o ensino de inglês deve ser pensado e distribuído ao longo das séries para se ensinar de fato uma língua e não conjuntos de frases que são repetidas todo ano.
    É EXTREMAMENTE importante treinar não só a escrita, mas também a parte oral e auditiva no ensino da língua estrangeira, isso deveria ser incluído no calendário das escolas e apresentado nos boletins, os alunos precisam sair da escola sabendo ENTENDER o que OUVEM e tendo uma pronuncia que seja pelo menos entendida por um nativo da língua.
    Deve-se incentivar a multimídia no ensino do inglês mas não adianta mandar CDs para as escolas se os professores não se interessarem em os usar. Deve existir uma política que treina efetivamente os alunos a ler/entender, escrever/raciocinar, ouvir e pronunciar o inglês e que os vá refinando ao longo dos anos em vez de recomeçar a cada série ou ciclo.
    Muitas vezes é difícil aprender uma segunda língua numa sala grande, com por exemplo mais de 40 alunos, neste caso, caso o sistema suporte a carga, pode ser interessante dividir a sala em 2 e cada metade ter inglês num horário diferente ou com professores diferentes em salas separadas, garantindo o aprendizado.

    3- No ensino médio DEVE-SE ter uma preocupação com o vestibular, não de uma forma doentia como muitos colégios da rede privada o tratam mas devemos conceber alunos aptos a prestarem um exame vestibular, os alunos devem saber que o exame existe, o que não costuma acontecer hoje. Alunos da rede pública devem ser aptos a concorrer com vagas para universidades públicas sem depender unicamente de cotas. Deve-se utilizar questões de vestibulares PÚBLICOS passados em avaliações do ensino médio, deve-se incentivar os professores a trazerem exemplos de vestibulares para a sala de aula. Do primeiro ao terceiro ano do ensino médio deve-se progressivamente intensivar a noção de que os alunos podem progredir para uma universidade se assim desejarem e quando chegarem na prova conhecerão dos assuntos pois o aprenderam mas também sabem lidar com o formato e foco das questões dos vestibulares públicos do Estado de São Paulo e também do ENEM/SISU, não se deve focar em apenas um deles. Na conjuntura atual, um aluno preparado para os vestibulares públicos tem boas chances de passar em particulares.
    Ainda, DEVE-SE ofertar aos alunos datas para realizarem simulados de vestibulares fora da sala comum de aula deles. Reservar datas fora dos dias letivos nos calendários das escolas para a realização de simulados baseados fielmente nos vestibulares anteriores de USP, UNESP, Unicamp ou ENEM, sem rebaixar o nível de dificuldade, simulando-se primeiras e segundas fases, com corpo de seriedade, com fiscais em salas, como na “vida real”. Os professores devem incentivar e mostrar os benefícios da participação dos alunos nestes simulados, terceiro anistas podem ganhar algum incentivo a mais para participar dos simulados. Se assim for pedagogicamente mais adequado, pode-se não divulgar ou calcular classificações, apenas passar o número de acertos por matéria confidencialmente a cada aluno. Os simulados devem ser realizados em datas interessantes (incluindo a decisão de qual modelo de prova será usado, qual vestibular, qual fase dele, etc).
    O vestibular é um molde de avaliação ruim, mas vivemos num mundo que o usa e os alunos da Rede devem estar aptos a passar pelo processo.

    4- Lembrem-se sempre, professores são consideravelmente mais velhos que os alunos e mesmo que o professor seja bem capacitado no quesito tecnologia, multimídia, informática, etc, provavelmente alguns alunos sempre saberão mais que o professor no assunto e poderão usar esse conhecimento para o mal.
    A escola tornar-se digital é muito importante, ter uma escola com rede wi-fi para professores (e talvez até alunos) é importante, usar projetores, computadores é bem interessante. Mais do que ter uma “sala de informática”, que é um conceito antigo, deve-se trazer a informática para a sala “normal” de aula, sejam com computadores, projetores, tablets, smartphones, internet, etc. Porém, isso não deve ser feito de uma forma burra, colocar um problema de matemática numa tela de computador esperando que o aluno vá se interessar é uma maneira burra, coisas que dependem de cálculos devem ser feitas com lápis e papel, é desconfortável ficar olhando o problema na tela do computador e escrevendo as contas. Entregar para um professor um tablet sem fornecer conteúdo ou motivação para usá-lo é uma maneira burra. O professor e os alunos devem achar a ideia interessante, se não, não funciona, a escola recebe projetores e estes ficam guardados para sempre. Por exemplo, no lugar de utilizar atlas que devem ser atualizados constantemente (ou você corre o risco de levar um mapa com a URSS para a sala), por quê não ter isso de forma digital e levar um projetor para a sala/instalar projetor nas salas? Por que não tornar este mapa interativo? Por que não ter um departamento para criar essas ferramentas digitais para desafogar isso do professor?
    Ainda, voltando ao assunto do conhecimento de informática da garotada, o professor, secretários, coordenadores e diretores sempre estarão atrás da garotada nesse quesito mas não se deve reprimir a digitalização por isso, a prefeitura DEVE possuir profissionais (ou contratar uma empresa) que reprimam ativamente essas condutas, trancar interfaces dos computadores da escola para os alunos (e funcionários) não acessarem facebooks e sites impróprios em horário de aula, não possam trocar de janela quando se deve prestar atenção na matéria que está num programa, ter um usuário com senha na rede wi-fi para cada usuário da escola que permita identificar caso alguém faça mal uso do recurso e assim puni-lo (aluno ou funcionário). Medidas de controle devem ser tomadas por profissionais da área e estes devem manter um canal de comunicação com professores caso os professores percebam que os alunos encontraram um furo.
    Uma medida interessante também é digitalizar “diários de classe”, as escolas ainda usam aqueles blocos grossos de papel impressos pela imprensa oficial. Fica fácil para o professor que pode preencher o diário desde a escola ou de sua casa, via internet, e já fica disponível para o aluno, os pais, a diretora, etc a presença, notas, avaliações, etc. Tudo isso de forma confidencial, cada um com seu usuário. Assim, seria possível traçar estatísticas interessantíssimas. Em quais escolas os alunos faltam mais? Por que? Por que os alunos do professor X têm notas tão altas (ou baixas)? Por que esse professor falta tanto?Alunos que vão bem no primeiro ciclo vão bem no segundo? Alunos que vão bem em Geografia e quando trocam de professor vão muito mal, por quê? Com isso a Rede é capaz de auto-identificar problemas e corrigi-los ou encontrar idéias boas e propaga-las.

    Responder

  3. Victor Rosa

    set 12, 2013  at 15:13

    Acho louvável a atitude da prefeitura de acabar com a aprovação automática, porém, a medida proposta prevê reprovações apenas no final de cada ciclo e nas três séries do terceiro ciclo.
    Pessoalmente acredito que a medida possui um grande problema, uma deficiência que foi gerada no primeiro ano do ciclo pode seguir crescendo numa bola de neve e o aluno só vai sentir isso no fim do ciclo, sendo que nos primeiros anos temos as pedras fundamentais da educação.
    Eu sei que pensar em reprovações em todos os anos pode gerar atrasos na formação e carregar muito o sistema, mas de fato não existe como implantar reprovações em todos os anos, garantindo que quando o aluno segue para a série seguinte ele não carrega deficiências significativas dos anos anteriores?
    Existe como a Secretaria fazer um estudo e tentar implantar a medida?

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  4. EMEF CACILDA BECKER

    set 12, 2013  at 15:13

    O grupo docente, de uma das JEIF desta UE (EMEF Cacilda Becker), constatou que o tempo para a discussão de um projeto que pretende modificar tantos aspectos que envolvem toda a dinâmica de ensino-aprendizagem, deveria ter condições de que todos os envolvidos pudessem estar cientes, e pudessem ter a oportunidade de discutir em registrar suas ideias. Mas como isso não foi possível, de forma plena, o grupo teve algumas preocupações como:
    • A questão da recuperação das férias, é bastante preocupante, pois atualmente temos enfrentado muitas dificuldades na recuperação paralela, pois as famílias não apoiam efetivamente a escola, e os alunos não vem. O que poderá acontecer nesse novo processo. Daí a necessidade do apoio e trabalho com as famílias, com o apoio intensivo de uma rede de Proteção, para além da escola. As férias são um direito vital para os educadores e educandos, que precisam desse descanso.

    Responder

  5. zelia almeida

    set 12, 2013  at 15:13

    A Avaliação Paralela, e muito importante para a aprendizagem do aluno, pois é momento em que ele tenta de outra forma aprender algo não compreendido com professores diferentes do dia a dia com dinâmicas diferentes, esta avaliação paralela deveria ser feita
    semanalmente para evitar problemas no decorrer do ano tanto para o aluno como para o professor.

    Responder

  6. Terezinha

    set 12, 2013  at 15:13

    A recuperação paralela é uma oportunidade de resgatar a história individual de cada aluno. Fico um pouco preocupada, pelo simples fato de não aparecem pessoas com disponibilidade para exercer essa função. Hoje na minha escola, não temos nenhum professor com turma atribuída. Como será sanada esta defasagem de professores???

    Responder

  7. Prof. Baume

    set 13, 2013  at 15:13

    Sempre devem existir maneiras de recuperação paralela, mas para que funcione a cobrança FAMILIAR merece ser maior e mais séria, diferentemente do que é hoje.

    Alunos, muitas vezes, tem problemas psicológicos devido a condições de cuidado familiar e não conseguem aprender, mas a escola municipal de SP não tem recursos para isso, apenas OBRIGANDO-O a ir para a escola, achando que isso é o suficiente.

    A recuperação paralela deve ser fortemente vinculada a responsabilidades familiares, como tratamentos psicológicos, se for o caso, e cobranças multilaterais.

    Enquanto as famílias não forem DEVIDAMENTE COBRADAS E RESPONSABILIZADAS 100% pela vida escolar do dependente, as crianças e jovens continuarão jogados, sem compromisso, seguindo (ou não) meras ordens…

    Para começar, é preciso mais autonomia de verdade às escolas!

    Responder

  8. Ivani

    set 13, 2013  at 15:13

    Ao levar meu filho para a recuperação paralela converso com a professora e percebo o grande número de faltas desses alunos, então a escola deveria cobrar desses alunos assim como a presença na sala de aula comum, porque a falta o aluno perde o leite e a falta na recuperação ele não tem como ser obrigatória eu sei que somente a aprendizagem é a preocupação e só os professores estão preocupados cadê os pais desses alunos?

    Responder

    • ANTONIO DIAS NEME

      set 13, 2013  at 15:13

      Recuperação paralela – Respeito às diferenças

      Dia a dia do seu filho

      Os pais e responsáveis têm o direito de acompanhar a educação de seus filhos. Participar ativamente da vida escolar das crianças interfere positivamente na qualidade do ensino.

      Veja algumas recomendações que podem melhorar a relação ensino-aprendizagem e garantir o sucesso de seu filho na escola:

      Cultive o hábito da leitura em sua casa.

      Ajude seu filho a conservar o livro didático. O material servirá para outros alunos futuramente.

      Acompanhe a frequência da criança ou do adolescente às aulas e sua participação nas atividades escolares.

      Visite a escola de seus filhos sempre que puder.

      Observe se as crianças ou adolescentes estão felizes e cuidadas no recreio, na hora da entrada e da saída.

      Verifique a limpeza e a conservação das salas e demais dependências da escola.

      Observe a qualidade da merenda escolar.

      Converse com outras mães, pais ou responsáveis sobre o que vocês observam na escola.

      Converse com os professores sobre dificuldades e habilidades do seu filho.

      Peça orientação aos professores e diretores, caso perceba alguma dificuldade no desempenho de seu filho. Procure saber o que fazer para ajudar.

      Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.

      Acompanhe as lições de casa.

      Participe das atividades escolares e compareça às reuniões da escola. Dê sua opinião.

      Participe do Conselho Escolar.

      PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

      Responder

    • ANTONIO DIAS NEME

      set 13, 2013  at 15:13

      PARABÉNS EMEF HercÍlIa de Campos.

      Recuperação paralela – Respeito às diferenças

      “Tudo o que a gente puder fazer no sentido de
      convocar os que vivem em torno da escola, e dentro
      da escola, no sentido de participarem, de tomarem
      um pouco o destino da escola na mão, também. Tudo
      o que a gente puder fazer nesse sentido é pouco ainda,
      considerando o trabalho imenso que se põe diante de
      nós que é o de assumir esse país democraticamente.”
      Paulo Freire

      “Ai de nós, educadores, se deixarmos de sonhar
      sonhos possíveis. Os profetas são aqueles ou aquelas que se molham de tal forma nas águas da cultura e da sua história, da cultura e da história de
      seu povo, que conhecem o seu aqui e o seu agora e,
      por isso, podem prever o amanhã que eles, mais do
      que adivinham, realizam.”
      Paulo Freire

      A recuperação paralela, isto é, aquela que se faz em horário diferente das
      atividades regulares do estudante, traz vantagens para o estudante, tendo em
      vista que lhe serão ofertadas as condições necessárias para que consiga adquirir e processar novas aprendizagens em um outro patamar. A escola sabe
      que esta será uma situação de aprendizagem que requer ser bem planejada,
      pois o estudante revisitará conteúdos e atividades que já foram vivenciados
      de alguma outra forma.
      A nova vivência do estudante será bem-sucedida se a sua aprendizagem
      for, de fato, significativa, tiver sentido. O tempo pedagógico será o principal
      aliado do estudante e do professor. Do estudante, que poderá usufruir de
      novas aprendizagens em um tempo mais distendido. Do professor, que disporá de maior espaço de tempo para organizar as situações de ensino-aprendizagem de modo mais flexível, criativo e eficaz.

      PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

      Responder

  9. Edna Maria Armellei Martins

    set 13, 2013  at 15:13

    Se a crianca precisa recuperar é porque alguma coisa a impediu de aprender e pode ser uma acao de origem familiar ou na própria escola.Então tudo se torna uma tortura para ela.Há um deficit de atencao,não consegue se situar nem em casa nem na escola.Portanto se é difícil gerir a questão familiar que a escola se torne um prazer,um local onde a crianca se sinta bem e porque não feliz.Portanto,a recuperacao não tem que ser uma tortura mas,um momento onde a crianca possa refletir e ser atendida com MUITO MAIS ATENCAO onde,suas dúvidas serão esclarecidas,iluminadas.Daí, a importância da diminuicao da quantidade de alunos por sala,aííííí…não teríamos tantos alunos de recuperacão.

    Responder

  10. EMEF PEDRO GERALDO SCHUNCK

    set 14, 2013  at 15:13

    Acreditamos que é muito importante a recuperação paralela e principalmente a recuperação continua. Porém, a quantidade de alunos por sala dificulta muito a recuperação continua.
    Garantia de uma estrutura mínima para um atendimento de qualidade se torna fundamental.
    Gostaríamos de esclarecimentos sobre a recuperação no período de férias escolares: com será a chamada dos professores para este período?
    Esclarecimentos sobre a logística e operacionalização com foco nos profissionais envolvidos.

    Responder

  11. EMEF PEDRO GERALDO SCHUNCK

    set 14, 2013  at 15:13

    Acreditamos que a recuperação paralela, assim como a recuperação continua são de grande importância para o bom desempenho dos nossos educando, porém, para que haja um atendimento realmente de qualidade, a quantidade de alunos por sala de aula, precisa ser repensada e reorganizada.
    Para garantia de uma recuperação paralela de qualidade, também há necessidade de estrutura mínima de atendimento.
    Gostaríamos de esclarecimento sobre a recuperação no período de férias escolares: como será a escolha e “convocação” dos educadores; esclarecimentos sobre a logística e operacionalização da referida recuperação.

    Responder

  12. Simone Negreiros

    set 14, 2013  at 15:13

    Acredito no trabalho de recuperação paralela, mas sinto falta de um apoio mais consistente no casos de crianças com necessidades, que estão além do poder de alcance da escola.

    Nós que trabalhamos na Periferia temos muitos alunos que diarimente travam lutas Homéricas, contra situações de risco. Ou com alunos que apesar das diferentes estratégias utilizadas em sala de aula, demostram necessidades de um atendimento multidicisplinar, que está além das possibilidades reais de atuação dos profissionais da educação.

    A recuperação paralela tem uma importância fundamental na escola, ela resolve questões em que um atendimento individualizado e pontual soluciona defazagens de ensino, porém a escola precisa de parcerias com uma rede de atendimento maior e mais eficaz, principalmente no que se refere ao atendimento da saúde física e mental .

    Há vários casos, em que a criança demonstra alguns indicativos de que seria necessário um acompanhamento psicológico ou médico, a família leva várias vezes ao Posto de Saúde, porém não há profissinais para realizar o atendimento específico. Me lembro de um caso particular em que o clínico disse que a criança em questão não tinha nada, e anos depois a mesma criança foi diagnosticada com sérios problemas neurológicos. Ou seja, essa criança não recebeu o tratamento adequado durantes anos da sua vida.

    Para que a educação dê certo, é importante criar equipes multidicisplinares responsáveis pelas escolas de risco, localizadas nas regiões onde os índices de criminalidade são maiores e realizar um atendimento sistemático e até preventivo. Uma criança que tem experiências relacionadas com violência seja em casa ou na próximidade de sua residência, precisa de um atendimento diferenciado, que não estão contemplados nas aulas ou na recuperação paralela/contínua.

    Responder

  13. Renato Ross A. Aguiar

    set 15, 2013  at 15:13

    A recuperação paralela ajuda sem duvida no processo regular de aprendizagem.
    Criando motivação e auto estima para a vida escolar do aluno. E a inserção que em breve parecer ocorrer de Psicopedagogos na rede municipal com certeza será de grande contribuição. Além de ser docente na rede também sou psicopedagogo.

    Responder

  14. Olívia Aparecida Dos Santos

    set 15, 2013  at 15:13

    Gosto dessa iniciativa de se trabalhar com a recuperação paralela, porque muitas vezes o aluno não consegue compreender, mas ali com o professor mais próximo fora do horário normal de aula ele se desenvolve, entendi melhor o conteúdo aplicado e isso é uma forma de reforçar aquilo que foi dado em sala de aula.

    Responder

  15. Equipe Pedagógica do CEU EMEF Jaçanã

    set 15, 2013  at 15:13

    Acreditamos que o acompanhamento do aluno durante o processo ensino-aprendizagem é de extrema importância para que esse se dê de maneira satisfatória uma vez que sabemos que os tempos e ritmos de aprendizagens são diferentes para cada aluno.
    Estudando o documento de Reorganização do currículo da Rede Municipal de Ensino surgiu-nos algumas dúvidas com relação a recuperação da aprendizagem:

    • Recuperação: Se houver necessidade de recuperação nas férias, como será feita a organização escolar?
    • Recuperação durante o ano letivo acontecerá através do Programa de Recuperação Paralela no contra turno assim como no formato atual?
    • Haverá atendimento (programa de recuperação) aos alunos que não atingiram a base alfabética no 1º e 2º ano, enfatizando o processo ensino-aprendizagem?

    Responder

  16. Eliane

    set 15, 2013  at 15:13

    A recuperação paralela é muito importante, pois o aluno poderá ter um atendimento mais individualizado para poder sanar suas dúvidas. Mas precisa ser repensado o porquê de haver tantas crianças com a necessidade de recuperação, será que o motivo foi só o que o professor ensinou? Será que naquele dia em que ele não absolveu o conteúdo ele não estava com um problema em casa? Acho que deveriam dar mais atenção para os problemas familiares também, pois em muitos casos eles acarretam dificuldades no aprendizado do aluno.

    Responder

  17. Dayane Marinho de oliveira

    set 18, 2013  at 15:13

    A aprovação automática é como emitir laudos saudáveis para doentes, afim de reduzir o índice de uma determinada patologia. Considerando que a deficiência na educação de um individuo pode deixar uma população doente, socialmente falando, a extinção da aprovação automática evidenciara a real situação da saúde da educação no país. Um país solido não é construído no alicerce da mentira.

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