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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br

Até 2016, a cidade de São Paulo deverá ampliar em 20 mil o número de matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Além disso, três novos Centros Integrados de EJA (Ciejas) estão previstos no Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo. Para cumprir o compromisso, a Secretaria Municipal de Educação (SME) pretende, já em 2014, reorganizar o processo de inscrição dos estudantes interessados nessa modalidade.

A medida faz parte do Mais Educação São Paulo, programa que pretende aprimorar o currículo e a administração da Rede paulistana. O Programa prevê uma série de aperfeiçoamentos a EJA oferecida no município, com revisão do currículo, da formação e implantação de um sistema de avaliação para o ensino voltado a quem não teve oportunidades de concluir os estudos na escola regular.

Conforme nota técnica divulgada pela pasta, a ampliação da EJA está relacionada à qualidade da Educação oferecida. “Assim sendo, a Secretaria Municipal de Educação propõe discutir e implantar formação aos educadores, organização curricular e avaliação dessa modalidade, respeitando as especificidades do público atendido”, aponta o documento.

Diversidade das formas de atendimento

Atualmente, a capital tem cinco formas de atendimento dos estudantes que procuram a EJA:

- EJA no noturno nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs)
- EJA modular em 17 escolas da Rede
- 14 Ciejas
- Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (Mova)
- Centro Municipal de Capacitação e Treinamento (CMCT)

A SME informa ainda que a diversidade de atendimentos é um fator atrativo para os estudantes. Além disso, pelo Mais Educação São Paulo, será garantida a periodicidade semestral das turmas de EJA Noturno e Cieja, porque ela facilita a reinserção dos alunos que precisaram parar temporariamente os estudos. Ao professor, as aulas serão atribuídas anualmente, como já ocorre.

Pronatec: uma nova oportunidade

Para 2014, também estão previstos cursos para jovens e adultos pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do governo federal. A cidade de São Paulo se inscreveu no programa neste ano, e a SME entende que ele consiste em mais uma oportunidade de aprendizagem e de inserção social, com cursos de formação inicial, continuada ou de qualificação profissional.

A pasta busca agora parcerias com instituições formadoras, como Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), instituições públicas federais e estaduais de formação profissional, para propiciar condições de inserção do jovem e adulto no mundo do trabalho.

Para saber mais sobre a EJA na capital, leia a íntegra da nota técnica abaixo:

 

Nota Técnica nº8 – Programa Mais Educação São Paulo Educação de Jovens e Adultos

ACESSO E PERMANÊNCIA, SEMESTRALIDADE, PERFIL DO ESTUDANTE DA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS, FORMAÇÃO DE EDUCADORES, CURRÍCULO E AVALIAÇÃO, PRONATEC E PLANO DE EXPANSÃO.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) acredita que a diversidade de atendimento na modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA), em suas cinco formas*, contribuirá para a ampliação e qualificação da Educação de Jovens e Adultos nos próximos anos.

Para garantia do acesso, são necessárias a divulgação constante, a manutenção do cadastro e a reorganização do processo de matrícula ao longo do ano letivo, realizado nas Unidades Educacionais. A matrícula do estudante na Educação de Jovens e Adultos deve ocorrer a qualquer tempo do período letivo, mas preferencialmente no início de cada semestre, bem como favorecer sua presença na Unidade Educacional de sua escolha.

A semestralidade na formação das turmas se apresenta como um facilitador da reinserção e da conclusão dos estudantes da EJA. A regularização do fluxo pode ocorrer com maior constância, principalmente permitindo a organização dos tempos e espaços escolares mais apropriados à dinâmica das várias formas de atendimento, uma vez que a EJA Noturno e CIEJA, apresentam condições para o funcionamento semestral. Em relação à EJA MODULAR, será mantida a atual forma de organização em módulos, pois este projeto apresenta esta peculiaridade. Os módulos na EJA MODULAR configuram-se em blocos de 50 dias letivos, sendo que a disciplina de Português compõe um único módulo e os demais módulos são compostos por duas disciplinas, com 25 dias letivos para cada uma delas desenvolver suas atividades.

Em relação ao MOVA, pelo fato desta forma de atendimento trabalhar com a alfabetização dos jovens e/ou adultos, propõe-se a manutenção da anualidade. O CMCT terá sua periodicidade mantida na forma modular.

Para incentivar a permanência destes estudantes, a SME propõe discutir e desenvolver o processo de formação de educadores com programas próprios para atender as características da EJA, com currículo, procedimentos, material didático e elaboração de matrizes de avaliação que qualifiquem e respeitem as especificidades desses jovens e adultos que buscam as Unidades Educacionais para retomar seus estudos. A permanência do professor no decorrer do ano letivo é fundamental para que a Unidade

Educacional organize um trabalho coletivo articulado e gestado no Projeto Político-Pedagógico. Ressalta-se que a atribuição de aulas para os professores será anual, como já ocorre.


Perfil do Estudante da Educação de Jovens e Adultos

As Unidades Educacionais que atendem a Educação de Jovens e Adultos necessitam conhecer as especificidades dos estudantes atendidos nessa modalidade da Educação Básica, para construção de um programa pedagógico mais adequado, composição de seu Projeto Político-Pedagógico e dos projetos formulados pelas equipes escolares.

Os estudantes que frequentam a EJA vivenciaram e vivenciam experiências diversas de acordo com o seu cotidiano, suas relações familiares, culturais, sociais e essas experiências devem ser consideradas.

As considerações realizadas a partir da Consulta Pública do documento Programa Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo sobre o perfil dos estudantes que compõem a EJA apontam para a pluralidade do público atendido e dos possíveis conflitos advindos desta pluralidade.

De modo geral, o adulto matriculado nessa modalidade da Educação Básica é proveniente de áreas rurais empobrecidas, migrante, com uma passagem curta e não sistemática pela escola, por vezes marcada pelo fracasso escolar e trabalhando em ocupações urbanas não qualificadas. Este estudante busca a escola tardiamente para alfabetizar-se ou cursar algumas séries do Ensino Fundamental. Por outro lado, o jovem dos programas de EJA é um excluído da escola regular, ligado ao mundo urbano, envolvido em atividades de trabalho e lazer mais relacionados a uma sociedade letrada e escolarizada. Diferente do adulto, de modo geral este estudante está mais adiantado em sua escolaridade, buscando as etapas finais para concluir o Ensino Fundamental.

A Educação de Jovens e Adultos nas Unidades Educacionais do Munícipio de São Paulo apresenta a diversidade dos jovens e dos adultos, em seus interesses, costumes, valores e atitudes. Entende-se que essas diferenças possibilitam uma troca de experiências significativa entre essas gerações e contribuem para a formação cultural, social e ética desses estudantes.

Contudo, é necessário avançar na construção de propostas curriculares que contemplem as especificidades e as características relativas a esses grupos etários.

Destaque-se que muitos são os fatores que aproximam interesses e necessidades dos diversos sujeitos que compõem a Educação de Jovens e Adultos, entre eles um objetivo comum: dar continuidade ao seu processo de escolarização.


Formação dos educadores na Educação de Jovens e Adultos (EJA)

A Secretaria Municipal de Educação (SME) propõe a implantação de um Sistema de Formação de Educadores (Nota Técnica número 15), envolvendo de forma participativa as Divisões de Orientação Técnica e Núcleos da SME, as Diretorias Regionais de Educação (DREs), as Equipes Gestora e Docente

das Unidades Educacionais que atendem a EJA. Para a Educação de Jovens e Adultos, a formação de educadores considerará as especificidades da modalidade, sobretudo as temáticas: perfil do estudante, formação para cidadania e currículo da EJA.

Em relação ao currículo, destaca-se a discussão para desenvolvimento de uma proposta curricular própria, considerando as cinco formas de atendimento. Assim sendo, a formação visará discutir e implantar uma proposta curricular que favoreça a articulação das diferentes formas de atendimento ao estudante, tendo em vista sua permanência e suas especificidades, por meio de cursos, seminários e fóruns de discussão das propostas.

A Secretaria Municipal de Educação (SME), através da Divisão de Orientação Técnica da Educação de Jovens e Adultos, pretende desenvolver uma formação inicial e continuada para educadores (coordenadores e monitores) do MOVA-SP, em parceria com as DREs e entidades conveniadas do MOVASP, qualificando o processo formativo proposto atualmente. Desenvolverá também a formação permanente das equipes das DREs responsáveis pelo acompanhamento da Educação de Jovens e Adultos, propondo grupos de trabalho para estudos e discussões específicas da EJA Noturno, EJA Modular, CIEJA e CMCT.

Por fim, existe necessidade de formação específica para os profissionais que atuam nos “Itinerários Formativos” (nos CIEJAs) e na “Qualificação Profissional Inicial” (nas EJAs Modulares). Para tanto, será realizada avaliação para a continuidade ou não dos cursos já oferecidos (tais como EJA e mundo do trabalho; informática educativa; inglês instrumental; agente cultural mídia rádio) e da criação de novas possibilidades de formação para a qualificação profissional.


Currículo e avaliação

A partir do desenvolvimento de uma proposta curricular própria para EJA, será necessária discussão sobre as questões de avaliação para a aprendizagem dos jovens e adultos inseridos nas Unidades Educacionais da Rede Municipal de Ensino (RME).

A avaliação é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem, desse modo, indica-se a realização de, no mínimo, 2 momentos de avaliação a cada semestre e/ou módulo, no caso da EJA Modular, e de momentos de autoavaliação com os estudantes dessa modalidade de ensino, assim como

apresentação de sínteses avaliativas bimestrais aos estudantes (ou para os responsáveis, no caso de estudantes menores de 18 anos), para que estes possam acompanhar e dar prosseguimento aos seus estudos.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) objetiva, ainda, desenvolver matrizes de avaliação que qualifiquem o atendimento dessa modalidade, respeitando as especificidades dos jovens e adultos que buscam as nossas Unidades Educacionais para retomar seus estudos.

O MEC produziu, através do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), matriz de competências e habilidades que estrutura o Encceja (Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos).

A matriz de competências e habilidades que estrutura o Encceja considera, simultaneamente, as competências relativas às áreas de conhecimento e as que expressam as possibilidades cognitivas de jovens e adultos para a compreensão e realização de tarefas relacionadas com essas áreas (competências do sujeito).

As competências do sujeito são eixos cognitivos, que, associados às competências apresentadas nas disciplinas e áreas do conhecimento do Ensino Fundamental e Médio, referem-se ao domínio de linguagens, compreensão de fenômenos, enfrentamento e resolução de situações-problema, capacidade de argumentação e elaboração de propostas. Dessas interações resultam, em cada área, habilidades que serão avaliadas por meio de questões objetivas (múltipla escolha) e pela produção de um texto (redação).**

Este material será discutido com a Rede Municipal de Ensino na busca da construção de um sistema próprio de qualidade da Educação de Jovens e Adultos.

PRONATEC – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego

A Secretaria Municipal de Educação inscreveu-se no Programa PRONATEC com a finalidade de atender os jovens e adultos como mais uma oportunidade de aprendizagem e inserção social. Trata-se de ampliar as possibilidades de participação social deste grupo de cidadãos, por meio da participação dos estudantes da Educação de Jovens e Adultos do Município de São Paulo nos cursos ofertados de formação inicial e continuada ou qualificação profissional.

Esta ação deve contemplar as diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Educação no âmbito da modalidade da Educação de Jovens e Adultos, considerando também o perfil dos estudantes jovens e adultos matriculados nas Unidades Educacionais do Município.

Ressalta-se ainda que, em relação à qualificação profissional inicial, a Secretaria Municipal de Educação oferece aos jovens e adultos cursos por meio dos Centros Municipais de Capacitação e Treinamento (CMCTs) localizados na região de São Miguel. A SME está estudando meios de ampliar essa forma de atendimento. Parcerias com instituições formadoras, como SENAI, SENAC, instituições públicas federais e estaduais de formação profissional estão previstas.

O currículo proposto no Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) e na EJA Modular apresenta como parte integrante os Itinerários Formativos e as Atividades Complementares, respectivamente, com objetivo de desenvolver conhecimentos e habilidades para propiciar condições de inserção do jovem e adulto no mundo do trabalho.


Plano de Expansão

O Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo, em seu compromisso com os direitos civis e sociais, apresenta como um de seus objetivos a superação da extrema pobreza na cidade de São Paulo, elevando a renda, promovendo a inclusão e o acesso a serviços públicos para todos. Em relação a esse objetivo, a meta 7 propõe “ampliar em 20 mil o número de matrículas na EJA e implantar 3 novos Centros Integrados (CIEJA)”.

A Secretaria Municipal de Educação é responsável pelo cumprimento dessa meta. Desse modo, propõe ações que favoreçam o acesso dos estudantes à Educação de Jovens e Adultos. Destacam-se: a chamada pública, prevista para o início do ano letivo de 2014; a manutenção do cadastro; e a reorganização do processo de matrícula, a ser realizado nas Unidades Educacionais.

O estudo da demanda se faz necessário na ampliação e no atendimento qualificado do público dessa modalidade, para favorecer a implantação de novos Centros Integrados (CIEJA) e/ou de outras formas de atendimento (EJA Noturno, EJA Modular, MOVA, CMCT) onde se observa a necessidade real.

A ampliação da Educação de Jovens e Adultos está diretamente relacionada à qualidade da educação oferecida. Assim sendo, a Secretaria Municipal de Educação propõe discutir e implantar formação aos educadores, organização curricular e avaliação dessa modalidade, respeitando as especificidades do público atendido.

*As formas de atendimento da EJA, (MOVA, EJA Noturno, EJA Modular, CIEJA e CMCT) são explicitadas no Programa de Reorganização Curricular e Administrativa, Ampliação e Fortalecimento da Rede Municipal de Ensino de São Paulo.

**http://encceja.inep.gov.br/

 

Leia também:

Devolutiva da consulta pública do Mais Educação São Paulo
Notas técnicas resultantes da consulta
Quadro-síntese com as principais alterações do documento inicial do Programa
Sistematização das colaborações por temas

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Discussão - 2 comentários
  1. ANTONIO DIAS NEME

    nov 06, 2013  at 13:46

    São Paulo deve criar 20 mil matrículas para jovens e adultos e três Centros Integrados de EJA

    Até 2016, a cidade de São Paulo deverá ampliar em 20 mil o número de matrículas na Educação de Jovens e Adultos (EJA). Além disso, três novos Centros Integrados de EJA (Ciejas) estão previstos no Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo. Para cumprir o compromisso, a Secretaria Municipal de Educação (SME) pretende, já em 2014, reorganizar o processo de inscrição dos estudantes interessados nessa modalidade.

    Sempre é tempo de aprender e você também pode

    “EJA é indiscutivelmente uma educação possível. Ou melhor imprescindível. E que o fato do atraso para o ingresso na educação formal não é motivo para o não ingresso mesmo que tardiamente.”

    Uma proposta pedagógica partindo do princípio de que a construção de uma educação básica para jovens e adultos – voltada para a cidadania – não se resolve apenas garantindo oferta de vagas, mas proporcionando ensino comprometido com a qualidade. Este é o objetivo da modalidade da Educação de Jovens e Adultos (EJA) do Mais Educação São Paulo. Proporcionar ensino comprometido com a qualidade.”
    A educação de jovens e adultos é uma modalidade de ensino, amparada por lei e voltada para pessoas que não tiveram acesso, por algum motivo, ao ensino regular na idade apropriada. Porém são pessoas que têm cultura própria. Sabe-se que o papel docente é de fundamental importância no processo de reingresso do aluno às turmas de EJA. Por isso, o professor da EJA deve, também, ser um professor especial, capaz de identificar o potencial de cada aluno. O perfil do professor da EJA é muito importante para o sucesso da aprendizagem do aluno adulto que vê seu professor como um modelo a seguir.
    É preciso que a sociedade compreenda que alunos de EJA vivenciam problemas como preconceito, vergonha, discriminação, críticas dentre tantos outros. E que tais questões são vivenciadas tanto no cotidiano familiar como na vida em comunidade.
    Necessário se faz evidenciar que a EJA é uma educação possível e capaz de mudar significativamente a vida de uma pessoa, permitindo-lhe reescrever sua história de vida
    Sabe-se que educar é muito mais que reunir pessoas numa sala de aula e transmitir-lhes um conteúdo pronto. É papel do professor, especialmente do professor que atua na EJA, compreender melhor o aluno e sua realidade diária. Enfim, é acreditar nas possibilidades do ser humano, buscando seu crescimento pessoal e profissional.
    Discute-se que a qualidade do ensino está diretamente ligada à preparação do professor, que terá de se capacitar para estar atuando junto às turmas de educação de jovens e adultos tal capacitação deve ser reconhecida e valorizada, uma vez que esta modalidade de ensino acolhe jovens e adultos que não tiveram oportunidade de estudar no período certo e a busca do reconhecimento da importância da EJA é acima de tudo compreender que importante se faz erradicar o analfabetismo e não o analfabeto.
    É oportuno lembrar que todos podem e devem contribuir para o desenvolvimento da EJA: os governantes devem implantar políticas integradas para a EJA, as escolas devem elaborar um projeto adequado para seus próprios alunos e não seguir modelos prontos, os professores devem estar sempre atualizando seus conhecimentos e métodos de ensino, os alunos devem sentir orgulho da EJA e valorizar a oportunidade que estão tendo de estudar e ampliar seus conhecimentos. À sociedade cabe contribuir com a EJA não discriminando essa modalidade de ensino nem seus alunos, e por fim, as pessoas em geral que conhecerem um adulto analfabeto deve falar da importância da educação e incentivá-los a procurar uma escola de EJA.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  2. caroline

    nov 06, 2013  at 13:46

    A proposta de ampliação do ensino de jovem e adultos se volta em quem não teve oportunidade de concluir seu estudo na escola regular, oferecendo novas oportunidades e garantindo um numero de vagas suficiente para os interessados, mas vale lembrar que estão garantindo também uma implantação de formação aos educadores, pois precisa ter um projeto diferenciados sendo adequado para seus alunos, com o objetivo de lutar contra o preconceito.

    Responder

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