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A Prefeitura de São Paulo está organizando uma reorganização da educação municipal. Com ela, o ensino nas escolas municipais vai ter mais qualidade. Mas antes das mudanças serem implantadas, queremos saber sua opinião. Colabore acessando www.maiseducacaosaopaulo.prefeitura.sp.gov.br
O secretário municipal de Educação de São Paulo Cesar Callegari (Foto: Reprodução) O secretário municipal de Educação de São Paulo Cesar Callegari (Foto: Reprodução)

O secretário municipal de Educação de São Paulo, Cesar Callegari, afirmou nesta segunda-feira (9), em audiência pública da Comissão Permanente de Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal, que a diminuição do número de alunos por sala de aula é uma das prioridades da gestão. “Tudo o que pudermos fazer para reduzir paulatinamente o número de alunos por docentes, será feito”, disse.

O secretário, porém, foi realista com a situação atual, afirmando que o cenário é desfavorável pela falta de professores, de condições de trabalho e de remuneração em que a Rede se encontra. “Queremos criar condições para que possamos ter a máxima inserção dos profissionais de que a rede já dispõe”, afirmou.

A diminuição do número de alunos por turma é uma reivindicação dos professores, para que cada estudante possa receber melhor atendimento, favorecendo as condições de trabalho dos profissionais.

A situação é mais delicada na Educação Infantil, pois, nesta etapa do ensino, a fila para creches ultrapassa a casa de 120 mil crianças, segundo dados da própria Secretaria Municipal de Educação (SME). Para ampliar o atendimento, o Programa Mais Educação São Paulo prevê as seguintes unidades e vagas:

- Centros de Educação Infantil (CEIs) – 243 unidades e 53.203 vagas
- Convênios com organizações não governamentais para creches – cerca de 70 mil vagas
- Escolas Municipais de Educação Infantil (Emeis) e Centros Municipais de Educação Infantil (Cemeis) – 66 unidades e 35.530 vagas
- Escolas Municipais de Ensino Fundamental (Emefs) – 37 unidades e 62.580 vagas
- Centros Educacionais Unificados (CEUs) – 20 unidades

Participaram do debate sobre o Programa que pretende reorganizar a Rede estudantes, professores, representantes sindicais, acadêmicos da Educação e vereadores. A consulta pública sobre o tema segue aberta até o próximo dia 15.

Se você quer mais informações sobre este e outros temas, acesse a Minuta da Consulta Pública.

Para dar sua contribuição, faça um comentário neste post.

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Discussão - 115 comentários
  1. Josineide

    set 10, 2013  at 12:38

    A redução de alunos por turma é importante e temos notado avanços no ensino fundamental das turmas com número menor de alunos, porém tem aumentado demasiadamente o número de alunos com NEE e não tem havido recursos para atende-los. Não falo somente da falta de estagiários de CEFAI, AVEs e SAAI, pois isso é um problema na minha escola. Falo de crianças que não estão classificadas como deficientes e que necessitariam de algum acompanhamento que, em alguns casos, a recuperação poderia dar conta, mas em outros são outros profissionais que deveriam intervir além da própria ação dos familiares que muitas e muitas vezes são omissos.
    Tenho vários casos em minha escola que o problema vai parar no Conselho Tutelar e fica por isso mesmo. Passam-se anos e a criança não aprende. ISSO É MUITO COMUM.

    Responder

    • Nara

      set 10, 2013  at 12:38

      Concordo com você, Josineide. A quantidade de alunos com NEE tem aumentado bastante nestes últimos anos. Em minha escola este é um tema recorrente em nossas formações, pois questionamos muito esta proposta de “inclusão”: estes alunos são inseridos em salas lotadas, sem, muitas vezes, o acompanhamento específico de que necessitam. Além disso, temos muitos casos de alunos que, por problemas na estrutura/dinâmica familiar, não possuem laudo. Por conta disso, todos os encaminhamentos e auxílios necessários se perdem nos trâmites burocráticos de nossa rede.
      A redução de alunos por TURMA, como foi frisado pela Rejane, já seria um grande passo para uma melhor intenvenção quanto a estes casos específicos, sem contar que todos os demais se beneficiariam também. Acho utópico discutir a melhoria da qualidade de ensino sem se levar em consideração esta reivindicação tão antiga dos professores da rede. Uma boa proposta de reformulação precisa, impreterivelmente, ESCUTAR os agentes da educação. Somos nós, professores, que estamos enfrentando diariamente uma diversidade de problemas nas escolas e isso se reflete nos resultados que vemos na educação: alunos com sérias defasagens, incapazes de interpretar uma simples informação ou realizar operações matemáticas elementares.
      Até quando vamos repetir estes mesmos erros?

      Responder

    • Marlene

      set 11, 2013  at 12:38

      Concordo com a Joseneide, as coisas estão caminhando para aumentar o número de alunos por sala, e isto não é qualidade, pleiteamos a diminuição de alunos por turma, o que seria uma conquista histórica, garantiria um melhor atendimento e trabalho para alunos e professores.

      Responder

    • silmara

      set 12, 2013  at 12:38

      tambem concordo com Josineide e outros ,ma emei onde trabalho são 35 por sala e não há meio de redução dizem que é devido a demanda. tambem temos alunos de NEE e muitas vezes nao temos auxiliares. Acho absurdo ter auxiliar de classe como algumas EMEFS

      Responder

      • silmara

        set 12, 2013  at 12:38

        corrigindo joseneide acho absurdo ma emei não ter auxiliar de classe

        Responder

    • Silvia Pessoa

      set 14, 2013  at 12:38

      Os alunos “não-laudados” são os casos mais difíceis, ainda mais com salas super lotadas, alunos com diversos problemas pessoais, psicológicos e sociais. E quando pedimos ajuda o que ouvimos é “seja paciente”, “conheça melhor seu aluno”, “planeje E APLIQUE atividades diferenciadas para respeitar as habilidades e capacidades de cada um”. O que é “esquecido” é que temos 35 (COM SORTE), cada um com sua dificuldade, necessidade e carência específicos. Então é fácil falar, difícil é colocar-se no nosso lugar e ENTENDER que não temos preguiça e má-vontade de trabalhar, o que temos são escolas com material e recursos insuficientes para lidar com tantas diferenças e necessidades. Reduzir alunos por docente? Pra isso são necessárias MUUUUITAS escolas e não misturar CEI com EMEI.

      Responder

  2. rejane

    set 10, 2013  at 12:38

    Percebo uma frase capciosa: redução de alunos por “docente”. Não é isso que precisamos: precisamos de redução de alunos por TURMA. Isso está parecendo um engôdo, para amontoar professores, causar conflitos entre as metodologias e ainda justificar que os professores é que pediram. VAMOS FICAR ATENTOS. Imaginem que legal, seu colega tira licença e lá fica você, de novo, com os 35 alunos por turma. Não podemos aceitar isso!

    Responder

    • Josineide

      set 10, 2013  at 12:38

      Concordo com a Rejane. Lembrando a todos que a entrada das estagiárias de TOF foram chamadas de segunda professora na sala de aula. Primeiramente, estagiários não são professores e depois, nas escolas que trabalhei, poucas vezes tive oportunidade de ver estagiárias nas salas de TOF. Quando tinha em alguma sala, nem sempre funcionam positivamente.

      Responder

    • Cristiane

      set 10, 2013  at 12:38

      Talvez um dos pontos mais importantes seja o fato das salas, principalmente as de alfabetização, estarem repletas de alunos, misturadas com os NEE’s, dificultando o trabalho de alfabetização e atendimento de alunos com dificuldades de aprendizagem. Precisamos pensar na qualidade do ensino que oferecemos, não somente na quantidade de crianças que são atendidas nas escolas. Temos uma demanda grande? Ora o estado que construa mais escolas… Onde estão as verbas destinadas a educação??? Esse tema é primordial….

      Responder

      • Verônica Maria Garbim

        set 12, 2013  at 12:38

        Concordo com a Rejane! Precisamos ficar atentos ao que realmente se quer dizer com essas palavras: redução de alunos por “docente”,precisamos de redução de alunos por TURMA.

        Responder

    • Climéria Cordeiro

      set 12, 2013  at 12:38

      Concordo plenamente com a Rejane, precisamos nos atentar na frase: “redução de alunos por professor”…, seria interessante se a redução acontecesse por classe, ai sim poderíamos falar em qualidade de ensino. Trabalhei em escolas na zona sul com 43 alunos por classe, impossível atender a todos.

      Responder

  3. Heitor Torres

    set 10, 2013  at 12:38

    Nos Estados Unidos da América e no Canadá o número de alunos ´por série é:
    1º e 2º Séries = máximo de 15 alunos
    3º e 4º Séries = máximo de 20 alunos
    5ª e 6º Séries = máximo de 25 alunos
    7º e 8º Séries = máximo de 30 alunos
    Se a Direção colocar um aluno a mais em qualquer série os pais reclamam e fazem denuncia até nas Diretorias de Ensino.
    Será que vão querer que a Rede Municipal de São Paulo “vire” Primeiro Mundo”?

    Responder

  4. Áurea Maria Cabral Zaremba

    set 10, 2013  at 12:38

    Há conteúdos que os professores sempre falavam. Agora surgem como sendo renovadores. Porém é primordial ouvir a voz dos professores. O respeito para com o trabalho dos profissionais sempre foi necessário. Minha sugestão: redução do número de alunos para desenvolver um trabalho adequado. Hoje surgem promessas para tal… E respeitar as nossas observações voltadas ao pedagógico? Será respeitada? Vejam as inclusões!

    Responder

  5. valazam@ibest.com.br

    set 10, 2013  at 12:38

    O ano de 2014 é perfeito para a implamtação da redução de alunos por TURMA.
    Tendo em vista que as escolas municipais terão turmas de 1º ao 5º ano e de 7º ao 9º ano. háverá nos próximos 3 anos redução de TURMAS.

    SE REDUZIR A QUANTIDADE DE ALUNOS POR TURMA, poderá amenizar a redução de turmas, o que implica perda de jornada para os professores.

    Reintero a fala da Rejane, precisamos a redução de ALUNOS POR TURMA, e não por docente.

    Responder

  6. Margarete Gobeti

    set 10, 2013  at 12:38

    Acho primordial a diminuição de alunos por sala, seja no fundamental I e/ou II. No fundamental I, com a diminuição de alunos, será mais fácil a alfabetização. No II melhora a concentração, além dos professores poderem também trabalhar melhor com aquele aluno que tem dificuldade de aprendizagem.
    Lógico que será necessária a construção de mais escolas, e a educação tem verba para isto. O ambiente escolar melhorando não haverá ausência de professores.

    Responder

  7. Elizabete Alves de Oliveira

    set 10, 2013  at 12:38

    Em sala de aula, temos um contexto amplo que não pode deixar de ser analisado. Em minha escola, o número de alunos por sala não é insatisfatório, porém, temos os casos recorrentes de alunos com NEE ou, aqueles que apesar de não se enquadrarem em nenhum diagnóstico clínico, apresentam dificuldades imensas , não sendo inclusive plenamente alfabetizados. Esses casos em sala de aula, ficam esquecidos, pois não damos conta de atender todas as demandas. Seria necessário que estes alunos tivessem um atendimento específico de recuperação e reforço, extraclasse. Enfatizo ainda, é fundamental que nas UEs, existam professores de SAAI e Sala SAP. Sem em esses dois respaldos não conseguiremos avançar a dar suporte aos alunos com NEE ou Superdotação.
    Colocar dois professores por sala não garante que a aprendizagem seja de fato alcançada dentro dos parâmetros ideais.

    Responder

  8. paulo

    set 10, 2013  at 12:38

    A idéia do Sr. Secretário é ótima, espero que seja de fato implementada, sem prejuizo da participação das bases.

    Responder

    • Angélio dos Santos

      set 11, 2013  at 12:38

      Paulo e senhor secretário,
      Reduzir o número de alunos por turmas exige a ampliação da rede, entretanto, é preciso garantir suporte financeiro, material e técnico para as escolas recém inauguradas, visando diminuir problemas burocráticos que dificultam desde a ligação de uma linha telefônica até o recebimento de repasses do PTRF e do PDDE.

      Responder

  9. Fernando

    set 10, 2013  at 12:38

    Esta proposta é ótima, fui aluno da escola pública paulista por muitos anos, minha sala do 3° ano de 2011 tinha 42 alunos, o que dificultava muito o aprendizado, já que o barulho produzido por essa quantidade de pessoas era muito grande, o que causava desinteresse mesmo nos alunos mais interessados, além disso os alunos mais tímidos não esclareciam suas dúvidas por conta desta quantidade enorme de alunos, e só se manifestavam quando a sala tinha menos alunos. Espero ter contribuído para este belo trabalho que se está fazendo.

    Responder

  10. Cicera N Nunes

    set 10, 2013  at 12:38

    Acredito que os anos iniciais do ciclo I necessitem de um olhar mais aguçado com relação a alfabetização.Para tanto se faz urgente reduzir o número de alunos neste ciclo .

    Responder

  11. jose antonio favaron

    set 10, 2013  at 12:38

    Se quisermos pensar numa escola de qualidade, precisamos diminuir o número de alunos por sala. Já, que somos um país que ao longo da história copiamos muita coisa que vem de fora, é preciso copiar as coisas que são boas, que funcionam, comprovadamente em alguns lugares. Por exemplo: a Finlândia, país que vem carregando os melhores índices do PISA, trabalha basicamente o número de 20 alunos por sala. No Brasil isto é mais do que necessário, uma vez que, o professor tem que fazer o pael de educador, pai, responsável, modelo, enfim, na maioria das vezes é única referência que o aluno tem.

    Responder

    • Marlene

      set 11, 2013  at 12:38

      Isso José Antonio, lembrando que não é lotando uma sala d e aula e colocando dois professores que se dará essa diminuição.

      Responder

  12. Sérgio Luiz do Prado

    set 10, 2013  at 12:38

    Sr. Secretário, para isso, o senhor pode muito… A administração, mais ainda! Construir escolas, aprimorar os concursos e chamar mais docentes, rever a política de atendimento à demanda com núcleos de escolas, para que não ocorram tantas alterações no funcionamento das unidades… Tudo isso corrobora para a diminuição do número de alunos por sala.
    Mas passou da hora de vocês, gestores públicos supostamente interessados pela qualidade da educa têm grande importância, mas não resolve a crise geral da educação. A crise da educação não se resolve contando apenas com escolas e com profissionais das escolas.
    A rede de assistência social do município tem que ser muito, mas muito maior do que é, e deve funcionar efetivamente; é necessário propor, no nível adequado por não se tratar de atribuição do executivo municipal, a revisão dos propósitos, do funcionamento, da composição e da estrutura físico-material dos Conselhos Tutelares; é necessário criar uma conexão direta entre saúde pública e escola, em todos os níveis, e tratar discentes realmente como prioridade absoluta também da saúde.
    Passou da hora da administração pública, em todos os níveis, cumprirem TODOS OS ARTIGOS DO ECA, inclusive e PRINCIPALMENTE aqueles que mais oneram o tesouro e a estrutura do Estado.
    A crise é dos valores sociais; não significa que nada deve ser feito no âmbito da educação, mas “Mais Educação” no papel e com resultados sendo cobrados a curto prazo NÃO TERÁ EFEITO ALGUM.

    Responder

    • Norma Lúcia Barbosa

      set 15, 2013  at 12:38

      Colegas
      Não adianta falar em diminuição de alunos por turma, quando ainda temos escolas que não conseguem, apesar de todos os esforços, atender com qualidade sua comunidade escolar devido à falta de consciência política e de políticas públicas claras e que deem resultado. Enquanto tivermos o “turno da fome”, como é conhecido o tuno intermediário, não conseguiremos fazer com a qualidade que pretendemos atender de fato, acolher de fato, e oferecer um ensino e aprendizagens melhores. Refiro-me à escola onde trabalho e que só agora estão sendo feitas ações para a transformação desta escola em 02 turnos. Quanto tempo foi necessário de “massacre à formação do aluno de periferia do extremo da zona leste” para ações como essas. Acreditar em políticas públicas num país que corrompe o direito à educação ou a “educação como direito” é vê-las acontecer primeiro para depois dizer “de fato, prometeram e fizeram”. Por enquanto, estamos aguardando, e isso já há mais de seis anos.

      Responder

  13. Teresa Cristina dos Santos

    set 10, 2013  at 12:38

    Bom dia,

    Senhor secretário, senti falta nas suas colocações qual sera a postura da SME em relação aos alunos com deficiencia e o atendimento educacional especializado.

    Como sera a reoorganização do CEFAI e das salas de SAAI -AEE-

    Qual realmente será o comprimento por exemplo da Lei 12 746 sobre os alunos com autismo

    Responder

  14. Neuza Mattos

    set 10, 2013  at 12:38

    Como estudante da área, pretendo encontrar num futuro próximo melhores condições tanto para o corpo docente como para nossos futuros alunos, condições essas que possam viabilizar o trabalho com práticas educacionais possíveis de serem aplicadas e condizentes com o número de alunos dentro de uma sala de aula, não nos esquecendo de considerar também o número de alunos de “inclusão” coerente com o nro. de alunos no total, sem que nenhum deles (deficientes ou não) sejam desfavorecidos nesse processo.

    Responder

  15. Teresa Cristina dos Santos

    set 10, 2013  at 12:38

    Boa dia

    Esta proposta de redução do número de alunos por sala sera realmente um meta ou apenas mais uma proposta ?
    Minha sugestão é no maximo 25 alunos em sala. pensado nos alunos com deficiência e seus processos diferencias de construção do conhecimento contando com a presença do mediador nessas salas.

    Responder

  16. Irany Castardo

    set 10, 2013  at 12:38

    Qualquer esforço no sentido de melhorar a qualidade da educação nesse pais, passa necessariamente pela revisão da quantidade de alunos atendidos por uma mesma professora em uma sala de aula. Misturar tantas crianças diferentes em um mesmo espaço, em que se pretende uma relação confiável a ponto de promover alguma apendizagem, além de muito prejuízo também desumaniza totalmente uma relação que pressupõe um mínimo de afetividade.

    Responder

  17. Ionara

    set 10, 2013  at 12:38

    Também sou estudante da área e penso que para um processo que seja efetivado e seja bem sucedido não adianta somente em redução de alunos , sem a qualidade, estrutura, apoio dos demais orgãos .
    Um estudo relevante a tudo seria uma pesquisa feita por professores sempre colocando em pauta suas opiniões, desejos para aréa da educação,para filtrar um bom trabalho , para não se tornar desgastante , se torne ardúo e prazeroso.
    Articular idéias, opiniões, não somente…
    Fazer, ser, ( eu quero , eu posso eu devo, M.Cortella),
    Ter prioridade os alunos de inclusão para nunca marcar como exclusão, ser visto como exclusão, desejo assim um trabalho rico, unificado, autonômo, eficiente para construção de alunos, professores uma sociedade rica de boas ações, feitas.

    Responder

  18. Nayara Alves Navarro

    set 10, 2013  at 12:38

    A redução de alunos por sala de aula é fundamental para revertermos o cenário da educação pública em todos os níveis de ensino, especialmente, no município de São Paulo. Apesar de term lido a matéria sobre a audiência pública da Comissão Permanente de Educação em que o secretário Cesar Callegari afirma que a redução do número de estudantes por turma é prioridade nesse governo, entendo que é imprescindivel, além de constar explicito nesse projeto de reorganização curricular, seja apresentado uma projeção ou meta com um prazo estipulado para que essa redução paulatina seja implementada, pois boa parte das experiências apontam que a alfabetização, uma melhor assimilação do conteúdo, os melhores resultados e melhores condições de trabalho dos educadores em todos os ciclos se dão com um menor número de alunos na sala de aula para que o professor(a) possa acompanhar, orientar coletivamente, mas, sobretudo, individualmente.
    Apoiamos um menor número de alunos por turma nas salas para começarmos vislumbrar avanços nos resultados nessa nova proposta curricular!!!

    Responder

  19. Paulo Lima

    set 10, 2013  at 12:38

    Senhor secretário, ao ler todo documento, surgem diversas dúvidas quanto à quantidade de aluno por sala, numero de professores regentes das aulas e inclusive o período integral. Também se lê que haverá mudanças gradativamente na rede, porém vários programas tem aparecido para adesão das unidades escolares como o MAIS CULTURA NA ESCOLA. Se hoje, é notório que falta espaço físico nas escolas até para aulas diferenciadas como laboratórios de ciencias e artes, penso onde se colocarão os alunos que deverão cursar recuperações paralelas e e dependências de disciplinas em períodos opostos ao de estudos regulares, bem como implantação dos diversos projetos que as escolas já contemplam e ainda terão que aderir? Os números acima citados, ao meu ver, não contemplam tamanha necessidade e demanda. Seria a escola um depositório de crianças ou realmente há preocupação com a qualidade no ensino? Eis minha dúvida e insegurança nesse aspecto.

    Responder

  20. ANTÕNIO DIAS NEME

    set 10, 2013  at 12:38

    O professor fica se desdobrando em criar formas de melhorar a aprendizagem.

    A falta de continuidade das políticas educacionais é uma das grandes responsáveis
    pela grave situação da nossa educação pública.”

    Quantidade excessiva de alunos em sala de aula, formação continuada dos professores, distanciamento família/escola, violência em todos os sentidos.
    Escolas com salas lotadas da rede pública de ensino apresentam os piores índices educacionais do município.
    Má qualidade

    Diante de uma sala lotada, não dá para o professor abraçar todos os alunos. Então ele escolhe os melhores e abandona aqueles que mais precisam de atenção. O resultado é uma educação de má qualidade, quando se considera a sala como um todo. Muitos alunos terminam o primeiro ciclo do fundamental não alfabetizados.
    Como 40, 45 alunos irão prestar atenção no que o professor diz na sala? Ficam palavras no ar. Ensinar para um número grande de alunos (mais de 40 por sala) é a maior dificuldade encontrada pelo professor . Salas muito cheias dificultam o ensino-aprendizagem, tendo em vista a dificuldade de se adequar uma melhor metodologia para abranger um maior de alunos, pois cada um aprende de maneira diferente.
    Ensinar para um número grande de aluno, também torna difícil de manter a disciplina dos mesmos, visto que a dificuldade de manter o controle da sala é intensificada com a maior interação dos alunos.

    PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

    Responder

  21. adriana

    set 10, 2013  at 12:38

    Realmente é muito significativo diminuir o numero de aluno por sala para se obter qualidade, pois deparamos com problema social e familiar dentro das escolas. Hoje existe a necessidade de um profissional da saúde como o psicólogo para auxiliar no processo de desenvolvimento educativo trabalhando com o professor.

    Responder

  22. FÁBIO RODRIGO BOTTAS

    set 10, 2013  at 12:38

    Boa tarde

    Meu nome é Fábio, diretor da EMEF DR. JOÃO PEDRO DE CARVALHO NETO e professor de matemática na EMEF CEL MARIO RANGEL. Estive presente na audiência da Câmara Municipal. Sou professor e também quero menos alunos em sala de aula, como adoraria menos alunos na escola que sou diretor. O problema é que menos alunos por sala implicam em mais professores, mas por outro lado mais professores é mais gente dividindo o mesmo recurso financeiro, ou seja, fica impossível dar aumento, bem como salário baixo não atrai professores e neste caso ficamos em um ciclo vicioso ruim. Quero menos alunos, mas de imediato o mais importante é que o salário dos professores seja competitivo para atrair mais professores para a rede, pois com mais professores aí sim poderemos reduzir o número de alunos.

    Responder

  23. Luan S. de Oliveira

    set 11, 2013  at 12:38

    CONCORDO. É impossível acreditar em um sucesso de toda essa reorganização, na prática, se o número de alunos por sala continuar como é (30 alunos por sala é muito).

    Sou pai de aluno, e fui aluno faz pouco tempo, e continuo vendo o mesmo problema (alem de outros, como a violencia, bulling, drogas) nas escolas municipais.

    Para meu filho ter uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE começa por ele ter um atendimento mais exclusivo e menos bagunça na sala de aula!

    Luan S. de Oliveira

    Responder

  24. Prof@ Salete

    set 11, 2013  at 12:38

    Na prática, para o ensino fundamental II , onde somente especialistas atuam , como ficaria a diminuição de alunos por docente e não por turma???????

    Responder

  25. Maria Dulcinéia Sanchez

    set 11, 2013  at 12:38

    A fala do Sr. Secretário :”Tudo o que pudermos fazer para reduzir paulatinamente o número de alunos por docentes, será feito”,, naa realidade é um tanto quanto estranha. Deve haver redução de número de alunos por turma e não por docente.O termo “paulatinamente” também demonstra que isso será a longo prazo, porém a diminuição do número de alunos por turma faz-se mais do que necessária e urgente, pois os professores estão perdendo a “saúde”, por isso de tantos afastamentos. Fico me perguntando até quando aguentaremos???????

    Responder

  26. Liamara Caruso

    set 11, 2013  at 12:38

    A redução de alunos por turma significa visar a melhora da qualidade do ensino. Com isso o professor poderá dar mais atenção aos alunos, mas é preciso também do apoio de outros profissionais como: psicólogos, assistentes sociais, para que com um trabalho integrado possamos melhorar as condições psicossocial dos alunos.

    Responder

  27. Cristiane Alves

    set 11, 2013  at 12:38

    Concordamos com A redução de alunos por turma, principalmente na educação infantil, visando a qualidade desta etapa tão importante. Como desenvolver um trabalho qualificado com 35 alunos numa sala com 10 mesas e 40 cadeiras ???? E a interação, desenvolvimento das linguagens ?

    Responder

  28. Sandra Lima

    set 11, 2013  at 12:38

    É de extrema urgência rever a quantidade de alunos por turma na educação infantil!!! Professores estão desmotivados , pois desejam desenvolver um trabalho de qualidade , ocasionando frustração, cansaço, stress e muitas vezes acarretando o afastamento do professor.

    Responder

  29. Rian e Erik

    set 11, 2013  at 12:38

    eu queria q tinha mais aula de informatica pq nois aprende coisas importante pr descobri oq acontece no mundo pelanet

    Responder

  30. Thyago

    set 11, 2013  at 12:38

    Eu acho que tem que diminui os alunos da sala de aula porque e muita bagunça na sala de aula

    Responder

  31. rayane nathaly

    set 11, 2013  at 12:38

    eu acho que deveria ser 40 alunos em uma sala de aula e tambem ser poucas salas exemplo: a,b,c,d,e, por que ja teve confusão de salas querendo ser de tarde e outros de manhã

    Responder

  32. priscila alves

    set 11, 2013  at 12:38

    eu acho que devemos preserva as nossas sala por que os meninos e as meninas arrumam encrenca por causa de uma besterinha

    Responder

  33. Wilson

    set 11, 2013  at 12:38

    O número de alunos por sala é fundamental, pois com menos alunos os professores conhecem melhor seus alunos e podem atentar-se as dificuldades, atividades voltadas para este aluno específico.
    Mas o número de alunos não é a solução, e sim uma grande contribuição para melhores resultados.
    A gestão anterior, teve uma real preocupação com este quesito. Mas na atual já percebemos que em comparação com o ano anterior as salas não estão mais respeitando o número máximo de alunos por sala. As salas estão ficando cada vez mais cheias.
    Espero que este ponto seja prioridade.
    Acredito que menos alunos e mais compromisso de todos os envolvidos na educação trarão resultados melhores.

    Responder

  34. luciana mekitarian pires

    set 11, 2013  at 12:38

    Concordo com a proposta do secretário.

    Responder

  35. Roberta

    set 11, 2013  at 12:38

    Entendemos que qualidade está ligada as condições de trabalho.E refletindo sobre a pedagogia da escuta temos clareza de que as crianças precisam ser ouvidas e que as mesmas têm muito a falar. Como ouvi-las com a atenção que merecem? Como historicizar os caminhos percorridos pelas crianças referente as aprendizagens ? Como atender as Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação infantil em relação a avaliação( portfólio, relatórios, desenhos, fotografias, etc.) com 35 alunos ? Enfim, quando nos referimos a condições de trabalho nos remetemos a: NÚMEROS REDUZIDO DE ALUNOS POR TURMA E NÃO POR DOCENTE.

    Responder

  36. Lourdes

    set 11, 2013  at 12:38

    Acreditamos que a Educação deve acima de tudo oferecer um ensino de qualidade, que certamente está ligada ao número reduzido de alunos em sala de aula. É importante que o aluno possa ser atendido pelo professor sempre que precisar para sanar suas duvidas e dificuldades em relação ao processo ensino-aprendizagem, principalmente quando falamos de crianças de educação infantil que necessitam da escuta para que seus interesses e necessidades sejam atendidas.

    Responder

  37. Anderson da Costa e Silva Grecco

    set 11, 2013  at 12:38

    Reduzir o número de alunos por sala é crucial para uma melhoria qualitativa do trabalho docente e esta redução deve “chegar” ao EJA onde supervisores não permitem a abertura de salas com menos de 25 alunos ou seja, os jovens e adultos são “impedidos” de estudar onde querem.

    Responder

  38. grupo jeif 2

    set 11, 2013  at 12:38

    Nós, da EMEF Maria Helena Faria Lima, que oferecemos o curso de EJA Modular, constatamos como maior dificuldade, a falta de autonomia para efetivar as matriculas demandadas por nossa comunidade, tendo em vista que, quando cadastramos os interessados em estudar nesta escola,o sistema EOL os encaminha para outras unidades escolares por não acontecer uma compatibilização adequada dos dois sistemas, EOL (PMSP) com o JCAA (Estado). Como resultado muitas vezes, alunos cadastrados em nossa unidade são encaminhados para outras unidades mais distantes e/ou incompatíveis com o interesse do aluno, resultando na desistência do mesmo pela vaga oferecida!

    Responder

  39. Tania

    set 11, 2013  at 12:38

    Gostaria nde saber a logistica do plano, havendo possibilidade de retenção de alunos e a demanda por ano ser crescente, haverá maior número de salas de aula? como se dará tal ampliação de espaço físico?

    Responder

  40. Mirian

    set 11, 2013  at 12:38

    Concordo que o numero de alunos por docente precise ser reduzido para melhor atendimento do aluno. Entretanto vejo a necessidade de autonomia da escola em poder limitar o numero de matriculados por classe de acordo com o espaço físico, de acordo com o numero de alunos com deficiência na classe ou ainda que estejam no aguardo de laudo médico ou que necessitem de uma atenção prioritária.

    Responder

  41. Hilda

    set 11, 2013  at 12:38

    Concordo com a proposta do secretário.

    Responder

    • rejane

      set 12, 2013  at 12:38

      Hilda, só pra ter certeza, respeito a opinião das pessoas, mas vc percebeu que não é reduzir alunos por sala e sim reduzir por docente, ou seja, eles colocarão dois professores ao mesmo tempo, e provavelmente no ciclo interdisciplinar será um de ciclo I com um de ciclo II. É com isso que vc concorda?

      Responder

  42. Denize Dias

    set 11, 2013  at 12:38

    Redução de alunos por TURMA já!!! Não de alunos por docente1!! Salas com NEE devem ser mais reduzidas ainda para que o docente possa dar uma atenção de qualidade aos mesmos!

    Responder

  43. Nilton José Jardim

    set 12, 2013  at 12:38

    Realmente que o número de alunos por docentes seja reduzido é uma necessidade primordial, para que o docente possa trabalhar com eficiência e desenvolva com total maestria a profissão de forma correta, a que cada um dos profissionais assumiram ao escolher esta digna profissão que a muito tempo deixou de ser valorizada e reconhecida.
    E falando com relação aos alunos de inclusão digo que é um assunto para ser revisto com muito mais seriedade, pois a forma como se esta utilizando as leis, sinceramente estamos incluindo esses alunos com necessidades especias em uma exclusão interna, as leis implantadas são falhas pois não conseguimos dar o atendimento correto para esses nossos alunos, não adianta lançar leis e não dar subsídios para aplica-las adequadamente, faltam profissionais especializados nas escolas (e fixos) para atuarem juntos aos profissionais da pedagogia.

    Responder

  44. Hilda

    set 12, 2013  at 12:38

    Para termos um bom rendimento em sala de aula o número de alunos deve ser reduzido desde os anos iniciais até o EJA.

    Responder

  45. Professor Baüme

    set 12, 2013  at 12:38

    Peguemos de exemplo o modelo de progressão continuada da Espanha (que o Brasil em geral, e no caso da Prefeitura de SP, “copiou”) e veremos todos os pontos positivos de lá que inexistem aqui:

    - Para começar, o número de alunos por turma (não “por docente”), muito menor.

    - Investimento no professor. Salário que dá condição de bom desempenho e motivação profissional (o PIB do Brasil pode SIM financiar isso, pagando no mínimo o dobro de hoje).

    - Cobrança frequente e contínua da FAMÍLIA.

    - Nenhum benefício de ASSISTÊNCIA SOCIAL na escola. Papéis bem definidos de cada serviço público.

    - AUTONOMIA de verdade da unidade escolar, de maneira DEMOCRÁTICA. É a comunidade educacional (gestão, famílias e profissionais) que decidem sem restrições os melhores caminhos da realidade escolar.

    - Escola preparatória: voltada não para limitar o conhecimento, mas para preparar o aluno a pensar e buscar seu melhor.

    - Escola referência para o mundo atual, mas distorcida por determinados governos, como aqui, gerando FRACASSO ESCOLAR.

    Responder

  46. Jessica

    set 12, 2013  at 12:38

    Seria um bom avanço para as escolas do Brasil

    Responder

  47. Pablo

    set 12, 2013  at 12:38

    A redução de alunos por turma é importante e temos notado avanços no ensino fundamental

    Responder

  48. formiga ambulanti

    set 12, 2013  at 12:38

    necessidade de autonomia da escola em poder limitar o numero de matriculados por classe de acordo com o espaço físico

    Responder

  49. Filipi Campos

    set 12, 2013  at 12:38

    Está e uma otima ideia de organização,quanto menos alunos menos papo entre eles…a maioria de eventos que acabam atrapalhando as aulas são os alunos que ficam brincando enquanto a liçao está na lousa.

    -Aluno:Filipi Campos

    Responder

    • rejane

      set 12, 2013  at 12:38

      Gente, eu ainda acho que as pessoas não estão entendendo, não é menos aluno por sala, É POR DOCENTE, ou seja vão continuar na sala os 35 alunos, só que na ideia deles, terão 2 professores na sala, ou seja, 17 alunos por professor. Aí eu pergunto, quando meu colega não vem eu continuo com os 35 e a prefeitura faz a propaganda que diminuiu o número de alunos POR DOCENTE??? Tenho conversado e poucas pessoas estão percebendo isso, estão entendo como menos aluno na sala. Vamos nos unir para derrubar esta ideia.

      Responder

  50. caique nunes

    set 12, 2013  at 12:38

    A idéia do Sr. Secretário é ótima, espero que seja de fato implementada, sem prejuizo da participação das bases.,

    Responder

  51. sheila

    set 12, 2013  at 12:38

    É mesmo muito enportante a quantidade de alunos na sala, realmente se na sala de aula tem menos alunos, menos conversa e mais atenção, mais respoeito as aulas e aos professores…!! ;D

    Responder

  52. sheila

    set 12, 2013  at 12:38

    (desabafo) Eu acho que estou indo muito bem na escola, maaaas muitos falam que estou ruim sendo que não tenho muitas faltas e boas notas O.o

    Responder

  53. elisabete

    set 12, 2013  at 12:38

    As mudanças são no sentido de melhora, o conceito é interessante, mas faltam questões práticas para saber como será desenvolvido o programa. Exemplo: a jornada do professor, a grade de aulas, valorização salarial.

    Responder

  54. Monica Faria

    set 12, 2013  at 12:38

    Para que haja uma adequação para atender a demanda da Educação Infantil nos equipamentos existentes ( CEIs e EMEIs), deveria haver um estudo detalhado e sério de cada equipamento/prédio. Visitar todos os CEIs ( diretos e indiretos) e EMEIs, realizar a medição dos espaços físicos tais como: salas de aula,capacidade dos banheiros, capacidade do refeitório, lactáreos, solarium,áreas livres ( parques,pátios internos e externos,cozinha,etc. Muitos espaços são adaptados inadequadamente, tais como corredor vira refeitório, lavanderia vira refeitório, cozinha dos professores vira lactáreo, não há sala dos professores para realização de horas de estudos e de P.E.A, necessitando utilizar salas de aula. CEIs e EMEIs sem espaços para bibliotecas, almoxarifados para o armazenamentos de matérias e brinquedos pedagógicos, sala de televisão, brinquedoteca ou de multi usos.
    Cito estes dados, pois como gestora há mais de 15 anos passei por vários equipamentos e observei,vivenciei absurdos de acomodar a demanda em espaços físicos ( classes) sem respeitar a metragem destes espaços, desrespeitando os documentos oficiais do MEC referentes a capacidade física X área de espaço X nº de crianças.
    Atualmente, vivencio de novo este problema, classes com tamanhos pequenos e desproporcional para atender 12 bebes no Berçário I, 27 bebes no Berçário 2, 24 a 27 crianças nos espaços para Mini Grupos 1 e 2; onde estes espaços acomodam berços, armários,colchonetes,etc.É muito agravante na hora do repouso/sono, onde os colchonetes ficam amontoados uns nos outros, sem espaços para as crianças transitarem e nem os professores, fora os lugares para guarda-los, pois nos CEIS sempre se dá um jeitinho. Os CEIs antigos construídos nas décadas de 70 e de 80 eram construídos para serem Mini creches com atendimento de 70 a 80 crianças, algumas CEIs sofreram reformas de ampliações e reformas, mas o tamanho do espaço é o mesmo pequeno para atender a demanda de 150 à 160 criança. A demanda é atendida, acomoda as crianças nas classes superlotadas, mas o espaço físico/área da sala é a mesma( pequena)
    Então venho sugerir, que haja um multirão de S.M.E., com as DREs, secretaria de obras,etc…com engenheiros, estagiários de engenharia, arquitetos, pessoas qualificadas e preocupadas com a qualidade do bem estar da criança, para realizarem a metragem de todos os equipamentos subordinados por S.M.E. , CEIs ( diretas e indiretas) e das EMEIs, para que cada equipamento atenda a demanda com qualidade, respeitando a sua metragem e capacidade.
    Com este estudo teremos a realidade de como estão os prédio/equipamentos, para atendermos a demanda, para atendermos as que necessitarem de reformas,ampliações,etc.

    Responder

  55. Roberta Santos

    set 12, 2013  at 12:38

    É essencial a redução do número de alunos por turma desde a educação infantil até os últimos anos do Ensino Fundamental. Isso porque este fator é imprescindível para uma educação de qualidade e para um atendimento adequado aos alunos portadores de necessidades especiais, que precisam de um atendimento adequado em todos os sentidos para se fazer cumprir a verdadeira inclusão. Pois ao contrário, não estaremos tratando de inclusão, mas de mera socialização.

    Responder

  56. Juan Farré

    set 12, 2013  at 12:38

    Sou a favor da redução do número de alunos por sala de aula em prol do processo ensino-aprendizagem. Na minha opinião deveriam ser no máximo 25,principalmente no que diz respeito à disciplina de matemática que é tão difícil de assimilar para a maioria do alunado.

    Responder

  57. Cristina Miguel

    set 12, 2013  at 12:38

    Para o professor em sala de aula nos dias atuais é importante a redução de alunos , pois as dificuldades ( sociais, pedagógicas) serão trabalhadas com mais cuidado estreitando os relacionamentos e aprimorando a convivência.

    Responder

  58. Maria de Lourdes

    set 12, 2013  at 12:38

    A redução do número de alunos por turma e não por docente favorece muito a qualidade de ensino prestada ao aluno, até mesmo porque os recursos materiais e pessoais disponibilizados nas escolas não são adequados para atender a quantidade excessiva de alunos. A exemplo disso temos as salas de informática das EMEIS, que além de não contarem com a presença de um profissional habilitado na área, ou seja, um POIE, ainda apresentam um número reduzido de computadores que não abrange os 35 alunos da sala, sendo preciso até optar pelo revezamento de uma mesma turma em horários diferentes, para que todos tenham o acesso. Além de que os computadores disponíveis, apresentam lentidão em sua inicialização e programas inadequados para a faixa etária das crianças de Educação Infantil.
    Tudo isso, inviabiliza um trabalho de qualidade, onde os recursos não auxiliam no desenvolvimento do aluno e em sua efetiva aprendizagem.

    Responder

  59. Vania

    set 12, 2013  at 12:38

    A diminuição da quantidade de aluno por sala de aula é muito mais que importante, é essencial, para tentarmos suprir as necessidades dos nossos alunos. Assim, conseguiremos detectar as necessidades individuais para mais tarde tentarmos saná-las. Infelizmente, esse tipo de trabalho hoje é humanamente impossível.

    Responder

  60. Eliana de Castro Pierre Moreira

    set 12, 2013  at 12:38

    Apoiando a luta pela redução do número de alunos POR SALA. “MENOS É MAIS QUALIDADE, REDUZ HADDAD!”

    Responder

  61. Xavier

    set 12, 2013  at 12:38

    Como pode falar da qualidade de ensino quando encontramos salas lotadas, com alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem, sem acompanhamento familiar e uma série de fatores, que dificultam o trabalho na aprendizagem dos alunos.
    Como fica uma classe que há grandes números de alunos NEE e fora aqueles que não são diagnosticados que apresentam este tipo de problema, também.
    É esta a educação de qualidade proposta quando tem a preocupação de ter números?

    Responder

  62. Maria Castro

    set 12, 2013  at 12:38

    Para melhoria da qualidade de ensino é necessário que se reduza o número de alunos por sala/docente, no máximo 25 alunos, para que o acompanhamento individual seja mais eficaz e para que as dinâmica em sala de aula sejam mais produtivas. Não podemos também esquecer das inclusões, com grande número de alunos não é possível dar assistência a alunos com necessidades especiais.

    Responder

  63. Jane Baruki Ferreira

    set 12, 2013  at 12:38

    Para a diminuição da violência, escrevi o livro de poesias:”Prelúdio para o Despertar”,com o objetivo de serem trabalhadas com os alunos a partir da 6ª série até a faculdade,pois os jovens necessitam de conteúdos verdadeiros para não cair no vazio,na instabilidade e bagunça pensamental.O adolescente que não assimilou bons conteúdos,imita isto e aquilo, torna-se escravo de seus sentimentos e fracassos.Exatamente sobre conceitos foram elaboradas as minhas poesias.Tais como:Dignidade, verdade, hipocresia, vaidade, excessos,família,amor,tempo, comunicação,vida,consciência, etc…Vale a pena conferir.

    Responder

  64. EMEI ELIS REGINA

    set 12, 2013  at 12:38

    AMPLIAÇÃO DA OFERTA DE VAGAS

    Considerando que a Rede Municipal de São Paulo é a maior do país, questionamos: construir unidades educacionais solucionará os problemas da qualidade do ensino ou apenas amenizará o déficit de vagas?
    Somos favoráveis á construção de novos prédios de Unidades Educacionais, no entanto, somos contra os convênios com instituições não governamentais, pois acreditamos que os recursos públicos devem ser gastos com o serviço público e não com terceirização, visto que essa ação não garante a mesma qualidade a todos os atendidos, além de ir diminuindo cada vez mais a presença do estado onde deveria estar.
    Consideramos também, que as unidades que serão construídas, devem ser planejadas, não apenas para diminuir filas de espera por vagas, mas com a perspectiva de garantir formas para contribuir com a melhora da qualidade do ensino municipal. Por exemplo: contribuindo para diminuir a quantidade de crianças/alunos por salas de aula/convivência. Sugerimos que na EMEI o número de crianças por sala seja de 20. Alertamos que esta questão não foi nem mencionada no documento, o que seria de fundamental importância para a garantia de uma atenção mais adequada às crianças e para a saúde dos profissionais.
    Outro ponto importante do documento se refere à ampliação do tempo de permanência das crianças, porém não consta a forma que será reorganizada esta ampliação de jornada, desta forma, enfatizamos que se não houver condições adequada para esta ampliação, não será possível garantir a qualidade deste atendimento. Para tanto sugerimos que a regulamentação contemple a necessidade de ampliação de pessoal especializado e de apoio, visto que a quantidade de funcionários existentes nas escolas hoje é insuficiente para este tipo de atendimento, assim como seja revista à questão de mobiliário e organização dos espaços, com previsão de recursos para as alterações necessárias.
    Ressaltamos, também, a necessidade de planejamento para a ampliação e conservação das escolas já existentes, visto que os recursos existentes hoje não são suficientes e não garantem a autonomia da escola.

    Responder

  65. DALVA DE SOUZA FRANCO

    set 12, 2013  at 12:38

    Pela EMEI ELIS REGINA

    AMPLIAÇÃO DA OFERTA DE VAGAS

    Considerando que a Rede Municipal de São Paulo é a maior do país, questionamos: construir unidades educacionais solucionará os problemas da qualidade do ensino ou apenas amenizará o déficit de vagas?
    Somos favoráveis á construção de novos prédios de Unidades Educacionais, no entanto, somos contra os convênios com instituições não governamentais, pois acreditamos que os recursos públicos devem ser gastos com o serviço público e não com terceirização, visto que essa ação não garante a mesma qualidade a todos os atendidos, além de ir diminuindo cada vez mais a presença do estado onde deveria estar.
    Consideramos também, que as unidades que serão construídas, devem ser planejadas, não apenas para diminuir filas de espera por vagas, mas com a perspectiva de garantir formas para contribuir com a melhora da qualidade do ensino municipal. Por exemplo: contribuindo para diminuir a quantidade de crianças/alunos por salas de aula/convivência. Sugerimos que na EMEI o número de crianças por sala seja de 20. Alertamos que esta questão não foi nem mencionada no documento, o que seria de fundamental importância para a garantia de uma atenção mais adequada às crianças e para a saúde dos profissionais.
    Outro ponto importante do documento se refere à ampliação do tempo de permanência das crianças, porém não consta a forma que será reorganizada esta ampliação de jornada, desta forma, enfatizamos que se não houver condições adequada para esta ampliação, não será possível garantir a qualidade deste atendimento. Para tanto sugerimos que a regulamentação contemple a necessidade de ampliação de pessoal especializado e de apoio, visto que a quantidade de funcionários existentes nas escolas hoje é insuficiente para este tipo de atendimento, assim como seja revista à questão de mobiliário e organização dos espaços, com previsão de recursos para as alterações necessárias.
    Ressaltamos, também, a necessidade de planejamento para a ampliação e conservação das escolas já existentes, visto que os recursos existentes hoje não são suficientes e não garantem a autonomia da escola.

    Responder

  66. kelly castro

    set 12, 2013  at 12:38

    Numero reduzido de alunos por turma, aumentaria a qualidade da educação. Mas pelo último debate ocorrido essa semana, não haverá mudança nenhuma em relação a isso.

    Responder

  67. Humberto Cosentine

    set 12, 2013  at 12:38

    Interessante, lutamos para eliminar o terceiro turno das escolas, conseguimos, mas o que temos agora? Três ciclos! Com uma aula a menos e projetos em outro turno, talvez os três turnos fizessem sentido novamente, e com forte possibilidade de diminuição significativa do número de alunos por turma!

    Responder

  68. Camila

    set 13, 2013  at 12:38

    Acredito que a redução do número de alunos por turma é fundamental para uma efetiva educação de qualidade. Minha sugestão é no máximo 25 alunos por sala.

    Responder

  69. Thaís Pereira Silva

    set 13, 2013  at 12:38

    Muito se fala sobre a dificuldade de reduzir o número de alunos por turma, especialmente na educação infantil onde há uma grande demanda reprimida, mas não posso deixar de falar nas incoerências que ocorrem a esse respeito. Tanto em EMEFs quanto em EMEIs e CEIs (diretos, conveniados e indiretos) ocorrem, vez por outra, fechamentos de salas. Não entendo porque ao invés de se fechar salas nas escolas localizadas em regiões com demandas razoavelmente atendidas não se permite que salas com número reduzido de crianças sejam criadas! Há salas ociosas em algumas escolas da rede municipal, mas as escolas em que isto ocorre parece sempre serem “punidas” com o fechamento das salas e a superlotação das turmas remanescentes, reforçando a visão de escola como depósito de crianças. Que a construção e inauguração de novas escolas não signifique o esvaziamento e fechamento de salas das escolas anteriormente existentes, que a prefeitura assuma esse compromisso de conhecer as escolas, suas estruturas, para que seja garantido um atendimento coerente com os espaços físicos disponíveis além, é claro , do aperfeiçoamento desses espaços quando precários. Muitas escolas, inclusive CEUs – em especial aquelas inauguradas às pressas pela gestão anterior – não possuem estrutura física adequada, sofrendo com infiltrações, poluição sonora, deficiência de espaços adequados para atividades externas (parques, tanques de areia, quadras…), próximas a córregos e esgotos… Tudo isso precisa ser levado em conta no que diz respeito a construção de novos prédios e também na manutenção dos já existentes.
    Reforço aqui a fala de tantos outros: é fundamental que o número de crianças por turma (SIM, POR TURMA E NÃO POR DOCENTE!) seja reduzido da educação infantil até o ensino médio, isso interfere sim e muito na qualidade do trabalho a ser desenvolvido e acredito que há condições de que essa redução ocorra, ainda que a princípio em caráter experimental em escolas ditas “com baixa demanda” (ao invés de fechar turmas, permitir que turmas sejam formadas com poucas crianças!) e, à medida em que a rede física for ampliada (ou seja, que novas escolas forem inauguradas) mais e mais escolas possam usufruir de turmas menores. Essa é uma questão de respeito não somente pelos profissionais da educação, mas principalmente por todas as crianças e por toda a sociedade.

    Responder

  70. Ana Lucia de Souza Rodrigues

    set 13, 2013  at 12:38

    Acredito que o número de alunos reduzido em sala de aula é de extrema importância para que o professor possa trabalhar com tanta diversidade existente na escola pública. Para os gestores também é muito difícil administrar uma escola grande, o ideal seria uma escola menor para que pudessem trabalhar realmente de forma equilibrada e em prol da educação das crianças.

    Coordenadora Pedagógica

    Responder

  71. Nivanda S. de Souza

    set 13, 2013  at 12:38

    Pensando na qualidade do atendimento creio que o mais viável seja a contratação de um segundo Professor por sala. Assim o número de alunos por sala não necessita ser reduzido. Contribui-se dessa forma, com o atendimento da demanda que é crescente e constante, além de ampliar a oferta de emprego na Educação.

    Responder

    • Marlene

      set 13, 2013  at 12:38

      Nivanda tenho que discorda de sua fala, não é contratando dois professores por sala, que a qualidade irá melhorar, já passamos por essa experiência e não deu certo, temos que ousar, temos que realmente pensar em educação com qualidade, diminuindo alunos por turma

      Responder

  72. Danilo de Macedo e Sene

    set 13, 2013  at 12:38

    Sou cidadão e estou cansado de ver a situação caótica de nossa educação na televisão e no bairro onde moro.A quantidade de alunos por sala é um fator que muito interfere na qualidade do ensino, por isso, já passou da hora de se publicar uma lei que regularize esta situação, pois atualmente há salas de aula com mais de 40 alunos. Como todos irão aprender com qualidade? Além disso, é preciso dar mais limites a nossas crianças e adolescentes, pois com bagunça torna-se impossível de o aluno aprender. Sendo assim, é importante que a escola tenha mais autoridade e que haja uma lei que pressione as famílias para que as mesmas cumpram com o seu papel, afinal, pai e mãe não é só pai e mãe na hora de fazer o filho!!!!!

    Responder

  73. Luciana - Coordenadora Pedagógica

    set 13, 2013  at 12:38

    EMEF Paulo Prado
    Consideramos que a redução do número de alunos por sala para, no máximo, 20 alunos, proporcionaria um salto na melhoria da educação pelo fato do professor poder fazer as intervenções necessárias durante o processo, bem como a recuperação contínua de forma mais eficaz.

    Responder

  74. EMEI AMACIO MAZZAROPI

    set 13, 2013  at 12:38

    EMEI AMACIO MAZZAROPI
    Acreditamos que um dos principais problemas para garantir a qualidade na educação municipal está na quantidade de alunos por professor. Essa quantidade precisa ser reduzida o mais urgente possível. Como pensar em qualidade na educação infantil trabalhando com trinta e cinco crianças numa sala de aula? Como alfabetizar, acompanhar a dificuldade individual de cada educando e consolidar um processo de avaliação formativa, se para além das outras questões, trabalha-se em salas de aulas superlotadas. Queremos salas com no máximo 20 alunos.Defendemos redução do número de alunos por turma!

    Responder

    • Marlene

      set 13, 2013  at 12:38

      Concordo plenamente com os argumentos aqui elencados, no que diz respeito a diminuição de alunos por sala. Como poderemos garantir alguma qualidade, atendimento individualizado e respeito ao ritmo dos educandos com salas sendo fechadas e o número de alunos nas salas, crescendo. Este é um momento de mudança, e mudança se faz também na estrutura. Não podemos fechar as portas de nossas escolas, fechando salas e lotando as outras. O fechamento de salas hoje, compromete o andamento dos ciclos, pois se não temos classes para os primeiros e sextos anos, logo não teremos mais nenhuma.

      Responder

  75. SEDIN

    set 13, 2013  at 12:38

    PROPOSTAS
    (SEDIN)
    PARA O PROGRAMA DE REORGANIZAÇÃO CURRICULAR E ADMINISTRATIVA, AMPLIAÇÃO E FORTALECIMENTO DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE SÃO PAULO
    A redução do número de educandos por sala de aula, faz-se necessário rumo a essa tão almejada qualidade do atendimento e melhoria das condições de trabalho na Educação Infantil.
    Pensando na melhoria do atendimento, consideramos necessário a readequação dos agrupamentos e a diminuição da proporção criança adulto por sala de aula.
    Propomos a redução no berçário menor (BI), na faixa etária de (0 a 1 ano) de sete (7) crianças para cinco (5) crianças por educador, no berçário maior (BII), na faixa etária de (1 a 2 anos) de nove (9) crianças para sete (7) crianças por educador, no mini grupo um (MGI), na faixa etária de (2 a 3 anos) de doze (12) crianças para dez (10) crianças por educador, no mini grupo dois (MGII), na faixa etária de (3 a 4 anos) de vinte e cinco (25) crianças para dezoito (18) crianças por educador, no infantil um (INF. I), na faixa etária de (4 anos) de 35 crianças para vinte (20) crianças por educador e no infantil dois (INF. II), na faixa etária de (5 anos) de trinta e cinco (35) crianças para vinte e cinco (25) por educador.
    Com relação ao período de férias coletivas e recesso escolar, propomos que, esse período destinado aos professores seja garantido durante os trintas dias do mês de janeiro com atendimento ofertado as crianças mediante a necessidade comprovada da família e organizado nos polos de atendimento (CEUs), com atividades diferenciadas através de Projeto Recreio nas Férias desenvolvido por meio de parcerias intersecretáriais e com as ONGs credenciadas e contratadas pela Prefeitura.
    Garantia de 15 dias de recesso escolar de inverno no mês de julho para os professor, organizado dentro de um período de 30 dias fragmentado em dois blocos iguais de 15 dias com dois grupos de professores, garantindo o atendimento ininterrupto para criança mediante a comprovação da necessidade da família.
    Sobre a proposta da avaliação na Educação Infantil com relação ao desenvolvimento educacional das crianças, consideramos que esteja atrelada aos projetos educacionais desenvolvidos nas unidades escolares, considerando a prática da importância dos registros no processo de ensino aprendizagem, mantendo a sensibilidade da ação pedagógica vinculado a uma construção coletiva processual de caráter qualitativa.
    Na jornada de 30 horas de trabalho nos Centros de Educação infantil, defendemos que as cinco horas destinadas ao período de formação seja organizada da seguinte forma:
    • 02 H/R – ATIV. COLETIVO (PEA)
    • 01 H/R – ATIV. INDIVIDUAL NA UNIDADE
    • 02 H/R – ATV. EM LOCAL DE LIVRE ESCOLHA

    Responder

    • Eliana

      set 15, 2013  at 12:38

      Concordo com a Proposta do SEDIN. Sugiro também que seja ofertado nos CEIS a opção de meio período para todos , pois as mães que podem cuidar de seus filhos, por meio período não tem esta opção. É obvio que dividirmos em períodos também nos CEIS vai duplicar vagas! Vagas de período integral realmente para mães que trabalham período integral. Escola por mais eficiente que seja, jámais suprirá os papeis da família no desenvolvimento psicoemocional de uma criança .

      Responder

  76. Cintia

    set 13, 2013  at 12:38

    Precisamos de apoio de mais gente para melhor a educação. Vamos espalhar no face, twitter, boca a boca, pois a quantidade reduzida de alunos na sala com certeza tem um maior rendimento, como a consulta pública se encerra dia 15/09/2013, temos só três dias para divulgarmos. Vamos lá pessoal lutar por uma educação melhor.

    Responder

  77. siamarr

    set 13, 2013  at 12:38

    MINHA PROPOSTA

    Prezado Senhor Cesar Callegari,

    Penso que esta atitude de mudanças é muito importante para a Educação de São Paulo!
    Acredito quando o senhor diz que “Tudo o que pudermos fazer para reduzir o número de alunos por docente será feito”.
    A meu ver a dificuldade desta redução de alunos por Turma e/ou Docente reside na atual Legislação, digo, por ocasião do Processo de Atribuição de Classes/Aula há a orientação de que os professores “precisam assumir 25 aulas para garantir a Jeif”. Se flexibilizarem esta norma tudo melhorará. Por exemplo, se a escola tiver 28 Turmas e 8 professores poderá se efetuar a divisão 28 por 8. Desta forma os oito professores da escola ficaram com três turmas cada e ainda haverá a possibilidade de mais um bloco de 3 Turmas e outro com 1 Turma para os professores contratados. No atual sistema somente 5 professores assumiriam a Jeif e o sexto professor já não poderia pegar a Jeif e sobrariam 2 para os módulos ou excedência. Já seria um modo de reduzir “alunos por docentes”, porque assim todos os professores poderiam trabalhar com menos turmas (em vez de 5, três turmas ou quinze aulas). E os professores que assim o desejassem poderiam ou não fazer a Jeif. Os horários de dez aulas poderiam ser utilizados para correção, substituições, projetos, formação, organização dos conteúdos, etc.

    Uma redução de 35 para 25 alunos também possibilita formação de mais turmas.

    Uma coisa importante é maior Autonomia para os Docentes. Digo, novamente certas orientações colocadas pela Legislação coíbem certas iniciativas/projetos que seriam benéficos para os estudantes, mas que no atual sistema não podemos executar porque seria uma espécie de infração, por exemplo, pelo menos uma vez por semana ou quinzenalmente liberar o Grupo de alunos mais avançados para ficarem em casa e ser possível um trabalho diferenciado com o Grupo com dificuldades. No atual sistema, todos os dias e todos os casos/ritmos adentram a escola e não há estas oportunidades mais estratégicas de trabalho porque esbarra na Legislação. Como todos sabem o público adolescente traz uma série de peculiaridades para o trabalho educacional alguns super cooperativos e interessados e outros resistentes e agressivos com dificuldades de assimilação do conteúdo e também atitudinais. Pelo espaço exíguo e já avançado do presente texto nem abordarei o caso dos alunos com Necessidades Educacionais Especiais… A meu ver, somente quando for garantido este tipo de Autonomia, a educação realmente vai deslanchar.
    ATT
    Simone

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  78. Alinéa Mendes

    set 14, 2013  at 12:38

    Concordo totalmente com a observação da REJANE, “Frase Capciosa” “REDUÇÃO NO Nº DE ALUNOS POR DOCENTE”, o que precisamos mesmo é a redução do nmero de alunos por classe/turma, uma vez que para se pensar em qualidade da edução, precisa que haja VONTADE POLÍTICA EM REDUZIR A QUANTIDADE DE ALUNOS POR TURMA.

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  79. Claudete

    set 14, 2013  at 12:38

    Educadora , com 27 anos de trabalho na Rede Pública Municipal, fiquei feliz em saber que depois de tantos anos , após termos um processo de verdadeiro olhar para educação , ocorrido por volta de 1991, com a prefeitura de sp sendo administrada pela Sra Luiza Erundina .Nesta época estava iniciando como professora , e hoje vejo quanta coisa é preciso ser feita para melhoria da qualidade de ensino, entre muitas a REDUÇÂO DO NÚMERO DE ALUNOS POR TURMA. Com toda experiência vivida até hoje, é imprescindível que tenhamos menos alunos.Hoje trabalho em uma ESCOLA de EDUCAÇÃO INFANTIL e tenho em sala 35 crianças de 4 anos de idade para inseri-las neste novo ambiente ,pois até então viviam em suas casas. Nesta idade elas necessitam de acompanhamento constante em todos os momentos, precisam aprender a dividir os espaços, brinquedos,esperar o outro, …precisam de muita atenção, Pergunto-me , Como não é sabido pelos administradores?Nunca se poderá falar em qualidade de ensino com esta quantidade de alunos em sala de aula, mesmo com toda a FORMAÇÃO , que hoje está sendo proposta. Por outro lado , outra questão me intriga , se esta administração já oficializou por meio de decreto as salas MISTAS (Educação Infantil )como podemos acreditar nesta tão necessária redução de alunos.Dizer que a construção de novas escolas resolverá , é pensar em algo a longo prazo . Além disso é preciso garantir estrutura física, e humana (mais professores e escolas equipadas com materiais adequados ao trabalho efetivo do educador para esta faixa etária).A estrutura hoje da Educação Infantil está assustadora, este ano os materiais ainda não chegaram. Estamos nos organizando com sobras.Então volto a dizer que apontar a FORMAÇÂO DO EDUCADOR como prioridade, ao invés de olhar para estrutura que ai está é julgar que todos os problemas estão no educador. Também como educadora do Ensino Fundamental aponto que mesmo tendo sido diminuído o número de 40 ou 42 alunos para 35, ainda não atende as nossas necessidades, pois os alunos com necessidades especiais , estão sendo matriculados nas turmas sem nenhuma ajuda de profissionais além do professor para enfrentarem o desafio da aprendizagem, as escolas não estão recebendo nem os estagiários do CEFAI. E quando tem, este estagiário não tem formação para lidar com AUTISMO,SINDROME DE DOWM, TGD, e outras. Mesmo assim o educador tem o grupo completo com em média 32 alunos (1º e 2° anos) e mais esta criança para desenvolver seu trabalho. Portanto , solicito que seja levada em consideração todas as questões aqui já apontadas em relação a redução do número de alunos, e que de fato seja garantido nesta proposta de reestruturação que diz ser pata MELHORIA DA QUALIDADE DE ENSINO .

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  80. Ana Paula

    set 15, 2013  at 12:38

    É necessário que a REDUÇÃO DE NUMERO DE ALUNOS POR TURMA, seja real e se estabeleça um limite máximo de ALUNOS e não aquela margem mínima que já conhecemos há muito tempo que superlota qualquer turma quando a outra não tem o mínimo de alunos. Devemos ter é um limite MÁXIMO de alunos por sala, que respeite e favoreça a INCLUSÃO dos alunos com NEE e auxilie o professor e todos na escola para a prática fraterna da inclusão de TODOS!

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  81. Renato Ross A. Aguiar

    set 15, 2013  at 12:38

    Sou professor da rede em Emei e a quantidade de 30 , 31 alunos dificulta o trabalho pois a dedicação individual para cada aluno acaba sendo parcial e não total.
    Numa classe com 24 alunos em media faz toda a diferença na qualidade do serviço docente.

    Responder

  82. Wilson Kraciunas

    set 15, 2013  at 12:38

    Não é aceitável que empreendendo uma visão de respeito a individualidade que o número de alunos por sala seja o atual. É mais que claro, é mais que lógico, que o “número de alunos por sala” seja diminuído e bastante. Não vejo um plano, sequer vejo um compromisso com o termo “faremos todo possível”. Na verdade, isso não significa nada e, até mesmo será uma forma de, no futuro, afirmar: dissemos que faríamos todo possível, não prometemos nada. É fato que o jogo de palavras, como disseram os colegas acima, também pode fazer parte de um discurso falaciano que politicamente é comum vermos. Um Plano real deveria minimamente, pelo menos neste governo, conter qual seria a proposta de redução gradual do nº de alunos por sala ano a ano até o final do mandato. Todo o “Mais Educação” fica comprometido, sem que isso ocorra.

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  83. Simone Fernandes

    set 15, 2013  at 12:38

    A redução da quantidade de criança por sala é um ideal perseguido a tempos, porém bem longe da nossa realidade atual. É preciso perseguir este objetivo a longo prazo e pensar em medidas mais imediatas para garantir não só o acesso mais também a qualidade da educação.

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  84. Erica A.M.Silva

    set 15, 2013  at 12:38

    “Reduzir número de alunos por docente?” isso não resolve, precisamos da redução de alunos por Turma, para que possamos atender alunos com dificuldades e auxiliá-los, para que possamos ter o ENSINO DE QUALIDADE que almejamos.

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  85. Hanna

    set 15, 2013  at 12:38

    Achei a fala do secretário muito vaga, pois ele não explica como será realizada a redução do número de alunos por docente, estabelecendo, por exemplo, o número máximo de alunos por turma e o período de tempo necessário para que esse índice seja alcançado. Conforme outras pessoas comentaram, é importante ressaltar a diferença entre “redução no número de alunos por docente” e “redução no número de alunos por classe”, sendo que as duas coisas são importantes.

    Um professor de Português, por exemplo, tem 5 turmas, o que resulta em 175 alunos. Sabe-se que para desenvolver a competência escritora, seria fundamental que os alunos escrevessem semanalmente, e que recebessem suas redações corrigidas na semana seguinte, para que pudessem reescrevê-las; contudo, é praticamente impossível corrigir adequadamente 175 redações por semana, ainda mais se considerarmos que temos apenas quatro horas e vinte e cinco minutos por semana para desenvolver trabalhos fora da sala de aula, o que inclui não só correção de atividades, como também a preparação. Seria muito importante, portanto, que cada professor tivesse menos alunos.

    Mas também é imprescindível que tenhamos menos alunos em cada turma, para que possamos realizar um processo de mediação do conhecimento satisfatório com cada criança, tornando este processo mais individualizado. Se uma aula tem 45 minutos, e uma turma tem 35 alunos, podemos dedicar pouco mais de um minuto por aluno, o que, obviamente, é insuficiente.

    Acho que a quantidade de alunos por sala de aula e dupla jornada de trabalho dos docentes (necessária diante da indecência de nossos salários) são os principais problemas da educação, os quais foram ignorados pela proposta de reforma da rede de ensino municipal. O documento parece querer ocultar as verdadeiras razões dos problemas (que nós sabemos e já apontamos, inclusive na greve deste ano, que durou 21 dias), e, nesse sentido, tem muito de ideológico.

    Parece que a prefeitura quis propor uma reorganização sem precisar gastar mais para isso, e sem investimento, não tem saída, não tem mágica. O gasto médio por aluno no Brasil é de 3 mil dólares por ano, enquanto que a média da OCDE é de 7.637 dólares. Como chegaremos -em 2022, como deseja o governo- no nível de educação destes países sem investir o que eles investem? Nas condições atuais, tal meta parece inatingível, e aí a culpa será nossa, dos professores, porque esse documento de reorganização da educação municipal não reconhece problemas de investimento, mas sim, problemas de organização tão somente, que de fato existem, pois o foco dos gastos muitos vezes é inadequado, mas isso não retira a necessidade de maiores investimentos. A meta de chegar, no segundo centenário da independência do país, a um IDEB que expresse uma qualidade de educação semelhante a de países desenvolvidos jamais será atingida sem maiores investimentos, infelizmente.

    Responder

  86. Meire Cristina Leme Leonor

    set 15, 2013  at 12:38

    A diminuição do número de alunos por sala é um fator necessário para a melhoria da qualidade de ensino. Isso devido as dificuldades que ocorrem neste momento: aumento no atendimento de alunos com necessidades educacionais especiais, com diagnóstico clínico e sem diagnóstico, número considerável de alunos filhos de pais usuários de entorpecentes que foram gerados em situação de má alimentação e nenhum cuidado médico situação que é muito clara em nossas salas de aula quando nos deparamos com dificuldades de aprendizagem e de convivência que exigem de nós mais do que sabemos e, mesmo com nossos esforços em realização de projetos, rodas de conversa, atendimento individualizado (que é o mais difícil de realizar), adaptação de conteúdo e formas de avaliação, necessitamos que se entenda que muito do nosso trabalho atualmente não depende apenas de nós. As comunidades das periferias pedem SOCORRO. Muitas crianças e adolescentes não são cuidados por ninguém. São avós que cuidam dos netos em situações precárias porque os pais das crianças não assumiram a responsabilidades e ainda se encontram marginalizados. São mães sozinhas que tem que trabalhar enquanto seus filhos passam metade do dia sozinhos, saem para rua e ficam a mercê de traficantes.
    São crianças e adolescentes que, na maioria das vezes, não retomam uma vida saudável após deixarem a Fundação Casa. São comunidades que habitam bairros mal estruturados, com moradias precárias, Comunidades que vivem sob o domínio da marginalidade. Infelizmente não podemos contar nem com a presença de GCMs para que não recebamos mais pedras que vêm de fora para dentro destruindo nossas salas de aula e pondo a vida de nossos alunos e toda a equipe em risco. A escola em tempo integral também não funcionará se não for projetada pensando na infraestrutura da escola, em recursos e condições que realmente possam mostrar ao aluno que vale a pena permanecer na escola. A escola de qualidade não se faz apenas com a boa vontade de sua equipe. O entorno das escolas tem que ser visto, tem que ser cuidado. Os problemas que envolvem as comunidades tem que ser vistos e cuidados. As questões de saúde e segurança são imprescindíveis para a garantia da qualidade educacional, para garantia da vida! Espero que este governo esteja realmente preocupado com o bem estar de nossas crianças, adolescentes e jovens adultos, com as famílias que vivem em comunidades onde o atendimento na saúde é muito lento e insuficiente, com as precárias condições de moradia, e com todos os profissionais da educação, saúde e assistência social que dependem do investimento em condições de vida melhores.

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  87. Anahi

    set 15, 2013  at 12:38

    Salas mistas na Educação Infantil

    A proposta das salas mistas na educação infantil, especialmente nos CEIS, não pode ser encarada simplesmente como uma estratégia para a ampliação de vagas: para que ela possa ser encarada, também, como proposta pedagógica, o número de crianças por salas deve ser reduzido.

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  88. Bruna Caroline Machado

    set 15, 2013  at 12:38

    Para oferecer um ensino de qualidade é essencial que seja feita uma redução de alunos por turma, assim o professor conseguirá dar um atendimento individual para cada aluno. É claro que são necessárias medidas para atender os casos dos alunos com necessidades especiais em toda a rede, pois mesmo com turmas reduzidas são necessários especialistas para ajudar o desenvolvimento desses alunos em sala de aula.

    Responder

  89. José Valdene Tavares de Oliveira

    set 15, 2013  at 12:38

    Quanto a quantidade de alunos por sala, a nossa luta é antiga, para que possamos ter uma redução, principalmente no Primeiro Ciclo, onde acontece a alfabetização propriamente dita em vários aspectos. Onde a base está sendo formada, e também nas salas/turmas, onde têm alunos(as) com deficiências diversas que requer atenção especializada, numa perspectiva de promover a sociabilização e por conseguinte a evolução, fazendo portanto, a inclusão de fato, com qualidade, e não, somente física, pseudo-inclusiva.

    Responder

  90. Gerneide Leal

    set 16, 2013  at 12:38

    • QUALIDADE DO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM – CORRELAÇÃO DIRETA COM O NÚMERO DE CRIANÇAS POR SALA. Nossa proposta é que o número de matrículas na EMEI SEJA NO MÁXIMO DE 25 CRIANÇAS POR TURMA – PARA NÃO SER UM DEPÓSITO DE CRIANÇAS, pois crianças pequenas necessitam de mais atenção. Atualmente temos na EMEI 35 crianças por sala com apenas uma professora, algo desumano com as crianças e com as professoras.

    Responder

  91. Dayane Marinho de Oliveira

    set 18, 2013  at 12:38

    Com certeza para que a escola possa garantir uma educação de qualidade é essencial que seja feita uma redução de alunos por sala. As salas super lotadas comprometem o aprendizado dos alunos e causam um esgotamento físico e mental dos professores. Talvez uma solução mais breve seja voltar aos horários de aulas anteriores de três turnos no Fundamental I e II.

    Responder

    • rejane

      set 18, 2013  at 12:38

      Percebo que muitas pessoas não estão entendendo. A proposta da prefeitura não é diminuir alunos por sala e sim por DOCENTE. isto significa que eles irão colocar duas pessoas na sala de aula, e as salas vão continuar cheias. ATENÇÃO! Isto implica em muitos problemas. Na rede estadual, por exemplo, um é professor e outro é um estagiário, que muitas vezes, segundo relato de professores, acaba atrapalhando a aula ao invés de ajudar. Mesmo que sejam dois professores, todos podem imaginar os transtornos que isso vai causar.

      Responder

    • Humberto Cosentine

      set 18, 2013  at 12:38

      Gostei dessa ideia. Três turnos para três ciclos, com diminuição do número de alunos por sala. Uma aula a menos no turno principal e outras atividades em um outro turno.

      Responder

  92. Giselle Sousa

    set 20, 2013  at 12:38

    Logicamente que o que se mais quer é a redução de alunos por classe o que possibilitaria melhor atuação do professor e melhor aprendizado de aluno, porém ainda temos grandes mudanças a serem feitas, salário, qualificação e uma lei mais justa que tire do ensino os professores que estão dando aula por comodidade e não por vocação, na minha opinião é ainda mais necessário do que redução de alunos por sala.

    Responder

  93. Clebison Sampaio Pereira

    out 24, 2013  at 12:38

    Pesquisas divergem sobre o impacto do tamanho das turmas no desempenho dos alunos. Alguns apontam efeito nulo. Outros defendem a redução das turmas.
    Uma posição com adeptos nos dois lados é que classes menores podem ajudar públicos específicos, como alunos carentes. “E infelizmente são essas escolas que são grandes”, disse o pesquisador da Universidade Federal de Minas Francisco Soares.Docente da Faculdade de Educação da USP, Romualdo Portela defende que o governo deva evitar só “exageros” no tamanho das turmas e investir mais em programas em que haja mais certeza de ganhos educacionais.

    Responder

    • ANTONIO DIAS NEME

      out 24, 2013  at 12:38

      Tudo o que pudermos fazer para reduzir o número de alunos por docente será feito”, afirma Callegari

      Limitar o número de alunos por sala de aula pode ser uma maneira eficiente de melhorar o aprendizado e diminuir as diferenças de conhecimento dentro da mesma turma.
      A Universidade de Chicago fez uma pesquisa com 11 mil alunos do jardim da infância à 3ª série nos Estados Unidos. Os resultados comprovaram que classes com 13 a 17 alunos têm desempenho melhor do que turmas maiores em todas as disciplinas, com destaque para ciências e literatura.
      Segundo os pesquisadores, os mais beneficiados foram os estudantes que tinham dificuldades de aprendizado nessas duas áreas. Nas salas menores, todos os alunos se saíram melhor, mas a diferença entre as maiores e as menores notas diminuiu muito. A longo prazo, a distância entre os melhores e os piores alunos tende a ser ainda menor.
      Especialistas brasileiros dizem que os resultados da pesquisa se aplicam ao sistema de ensino do Brasil. “Em salas muito grandes, o aluno carrega a dificuldade ao longo do ano. Às vezes o professor até percebe, mas não tem condições de ajudar”, afirma a professora Ângela Soligo, coordenadora do curso de pedagogia da Unicamp. As especialistas afirmam que as salas de aula com menos alunos são mais silenciosas, o que ajuda na concentração dos alunos. As tarefas fora da sala de aula também são beneficiadas com as turmas menores. “Com menos alunos por sala, há momentos de atenção mais individualizada”, diz a pesquisadora da Letícia Nascimento, da Universidade de São Paulo. Os professores têm mais tempo para se dedicar à correção de cada trabalho ou prova, podendo conhecer melhor as deficiências de cada estudante.

      Confira abaixo os limites previstos pelo MEC para os diferentes níveis da educação básica:
      As recomendações que podem virar lei:

      Jardim da infância (de 3 a 4 anos) Até 15 alunos por sala
      Pré-escola (de 4 a 5 anos) Até 20 alunos por sala
      Ensino fundamental (1ª à 5ª série) Até 25 alunos por sala
      Ensino fundamental (6ª à 9ª série) Até 30 alunos por sala
      Ensino médio Até 35 alunos por sala

      PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

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    • ANTONIO DIAS NEME

      out 24, 2013  at 12:38

      Mais Educação São Paulo

      Tudo o que pudermos fazer para reduzir o número de alunos por docente será feito”, afirma Callegari

      Número de alunos

      20 alunos para alfabetização ainda é muito quando se trata da realidade que encaramos em sala de aula de escola pública. Falta de recursos, de infraestrutura, indisciplina, abandono da família, problema de higiene… Na minha opinião, para que o trabalho possa ter mais qualidade, coerentemente com o que estudamos nos cursos de formação continuada oferecidos, o primeiro ano deveria ter o mesmo número de alunos da Educação. Infantil, ou seja, 15.
      O ideal seria,também, que houvesse uma reforma na estrutura curricular e pedagógica. Através da Compactação da carga horária das disciplinas de menor carga horária, para que sejam trabalhadas em um só semestre; Ou através da ampliação e equiparação da carga horária dessas disciplinas com as demais. Aliás, o critério correto a ser adotado na norma geral deve levar em conta, convenientemente, a relação média tanto de alunos quanto de professores por disciplina em cada estabelecimento de ensino, proporcionalmente, à carga horária da jornada de trabalho
      Quem sabe um dia…

      PROFESSOR ANTÔNIO DIAS NEME

      Responder

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